ZEITGEIST – Jesus um Plágio?

Filed Under (Apostasia, Defesa da Fé) by Geração Maranata on 13-09-2009

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por Geração Maranata

"E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira." (2Tess 2:11)

 

Sobre o Documentário

 

A palavra Zeitgeist é um termo alemão cuja tradução significa espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos.

Zeitgeist, o Filme (Zeitgeist, the Movie, no original) foi publicado em 2007 por Peter Joseph (então com 29 anos, criador também do Movimento Zeitgeist que possui vários seguidores), e aborda entre outros temas o Cristianismo.

O filme foi lançado e disponibilizado livremente pela Google Video em Junho do mesmo ano para conhecimento global; em poucas semanas o filme foi visto, sempre alojado nos servidores da Google, mais de 8 Milhões de vezes, isso até Novembro de 2007.

O sucesso foi tanto, que Peter Joseph foi convidado pelos responsáveis do "4th Annual Artivist Film Festival & Artivist Awards" a apresentar a sua polêmica obra caseira ao circuito cinematográfico.

A primeira parte "The Greatest Story Ever Told", tem a pretensão de investigar e analisar, aquilo que o autor considera ser a maior encenação da história da humanidade: a existência de um Cristo e as religiões em si.

Peter Joseph levanta a tese de que Jesus é um personagem híbrido, ou seja, uma mistura astrológica, mitológica e literária. Toda a sua história foi baseada numa lenda criada por uma civilização bastante anterior ao "ano 0" e que foi adaptada e remodelada de acordo com a época e as necessidades de diversos povos.

Apesar de o Documentário conter uma série de equívocos, erros históricos, afirmações que não podem ser provadas, nenhuma citação de fonte, e muita, mas muita mentira, o fato é que muitas pessoas receberam muito bem o que foi dito e ainda mais, acreditaram piamente em tudo sem questionar e sem se dar o trabalho de pesquisar se as informações são verídicas ou não.

Somente alguns poucos — até porque as referências são muitas e obrigariam ao telespectador a um grande trabalho de investigação — persistirão em buscar a verdade, isto é, se aquilo que o autor de Zeitgeist disse se traduz em fatos verificáveis no registro histórico ou mitológico.

O que também causa espanto é que uma empresa do porte da Google patrocine um filme-documentário recheado de teoria da conspiração, relatos que não podem ser comprovados, erros incríveis de história, mitologia e o pior de tudo: mentiras.

 

Refutando o Documentário

Vamos analisar a possibilidade de Jesus Cristo ser um mero plágio de outras religiões. As alegações são as “semelhanças” entre informações que temos de Jesus encontradas na Bíblia, com informações a respeito de diversos “deuses”, como Mitra (persa/romano), Horus (egípcio), Dionísio (grego), Krishna (hindu/indiano), Attis (Frígia/Roma), entre outros.

 

O que diz o documentário:

Horus (Egípcio) 3000 a.C.

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma “virgem”, a deusa Ísis com Osíris;

Nascimento acompanhado por uma estrela;

Estrela seguida por 3 reis;

Aos 12 anos, era uma criança prodígio;

Batizado aos 30 anos;

Começou seu ministério aos 30;

Tinha 12 discípulos e viajou com eles;

Operou milagres e andou sobre as águas;

Era “chamado” de Filho de Deus, Luz do Mundo, A Verdade, Filho adorado de Deus, Bom Pastor, Cordeiro de Deus, etc;

Foi traído, crucificado, enterrado e ressuscitou 3 dias depois.

 

Mitra (Persa – Romano) 1200 a.C

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma virgem;

Teve 12 discípulos;

Praticou milagres;

Morreu crucificado;

Ressuscitou no 3º dia;

Era chamado de “A Verdade”, “A Luz”

Veio para lavar os pecados da humanidade;

Foi batizado;

Como deus, tinha um “filho”, chamado Zoroastro.

 

Attis (Frígia – Roma) 1200 a.C.

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma virgem;

Foi crucificado, morreu e foi enterrado;

Ressuscitou no 3º dia;

 

Krishna (Hindu – Índia) 900 a.C

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma virgem;

Uma estrela avisou a sua chegada;

Fez milagres;

Após morrer, ressuscitou.

 

Dionísio (Grego) 500 a.C

Nasceu de uma virgem;

Foi peregrino (viajante);

Transformou água em vinho;

Chamado de Rei dos reis, Alpha e ômega;

Após a morte, ressuscitou;

Era chamado de “Filho pródigo de Deus”

 

O que esses deuses têm em comum ?

O Sol

Todos os deuses de mistérios possuem influências astrológicas, onde o deus maior é o Sol, chamado de a luz do mundo e “salvador”. É fácil associar o Sol a uma divindade, pois suas características são muito boas para um “salvador”: traz vida, aquece, dá luz, etc.

O Solstício de inverno

Um fenômeno conhecido desde a antiguidade são os solstícios. No dia 22 de dezembro ocorre o início do solstício de inverno (no hemisfério norte), no qual o sol tem o seu ponto mais baixo no horizonte, devido à inclinação do eixo terrestre. Este ponto mais baixo permanece por um período de três dias, e no dia 25 de dezembro, o sol sai deste ponto, subindo 1 grau e voltando, gradativamente, ao seu ponto mais alto, completando e finalizando assim o solstício de verão.

A Estrela Sirius e Constelação de três reis

A estrela que brilha mais forte no céu é chamada de estrela Sirius, que no dia 25 de dezembro fica alinhada à constelação de 3 reis (Marias aqui no Brasil). Este alinhamento aponta diretamente ao sol.

Sendo assim, o sol, saindo do solstício de verão “renasce”, movendo-se 1 grau para o norte depois de três dias (22-25) e quando renasce, é sinalizado pela estrela Sirius, seguida pela constelação de três reis, formando assim um alinhamento entre os três.

Entende-se que as mitologias surgiram, ou tiveram como base, estes fenômenos. O Sol, renascendo, é sinalizado pela estrela, que, formando um alinhamento com a constelação de reis e o sol, nos mostra a constelação seguindo a estrela e indo em direção ao Sol. Temos aí a mitologia criada: o salvador foi sinalizado por uma estrela e que três reis foram até o salvador seguindo a estrela. Tal informação se assemelha com o relato do nascimento de Jesus.

Cruzeiro do Sul

O mesmo fenômeno é comparado com a crucificação, quando o Sol termina o solstício de verão e fica neste período por três dias (enterrado) e ressurge (ressuscita) ao 3º dia. Tal comparação com a crucificação é devido a outro alinhamento estelar, este, com o cruzeiro do sul no dia 22, ou seja, o sol é crucificado com o cruzeiro e ressurge no 3º dia (ressuscita) dia 25.

 

Jesus é um Plágio desses deuses?

As informações apresentam apenas o que lhes convém, para embasar suas alegações. Apresentam somente as pseudas-semelhanças, e ignoram completamente as diferenças.

 

Os Três Reis Magos

Não se sabe ao certo porque os homens vindos do oriente foram denominados como reis, porém uma coisa é certa, não é o que está escrito na Bíblia. Ela não afirma em nenhum momento que tais homens eram reis, mas afirma que eles eram sábios (traduzidos como magos) viajantes. Seguem vários trechos bíblicos em seus vários tipos de traduções:

NVI (Nova Versão Internacional): Mateus 2:1 – Depois que Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, magos vindos do oriente chegaram a Jerusalém

Almeida Corrigida e Fiel: Mateus 2:1 – E, TENDO nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém,

NTLH (Novo Testamento na Linguagem de Hoje): Mateus 2:1 – Jesus nasceu na cidade de Belém, na região da Judéia, quando Herodes era rei da terra de Israel. Nesse tempo alguns homens que estudavam as estrelas vieram do Oriente e chegaram a Jerusalém.

King James: Mateus 2:1 – Now when Jesus was born in Bethlehem of Judaea in the days of Herod the king, behold, there came wise men from the east to Jerusalem.

Outra questão é a quantidade de 'reis'. Não há informação de que foram três (3) homens até Jesus seguindo a estrela. Este número foi obtido devido ao número de presentes, que foram três: Ouro, Incenso e Mirra.

 

A Estrela de Belém

Os homens que foram levados pela estrela, possivelmente eram astrólogos e astrônomos. Sabemos que eram astrólogos primeiramente porque sua religião era possivelmente persa zoroástrica (porque vinham do oriente) e seguiam a estrela porque entendiam que era o sinal de um rei.

Tal interpretação do sinal foi obtida justamente por conhecerem o fenômeno da estrela Sirius apontando para o sol, mas desta vez com um diferencial, ela ia em direção a um rei humano. Portanto, sabemos que eles estudavam as estrelas e conheciam muito bem a estrela Sirius.

De acordo com o texto, a estrela Sirius sempre esteve presente na mitologia de muitos povos, principalmente os egípcios. Então, a estrela Sirius, sempre esteve lá e os magos que foram a Jesus certamente a conheciam.

Então como os críticos explicão este texto?

Mateus 2: 7 – Então Herodes chamou os magos secretamente e informou-se com eles a respeito do tempo exato em que a estrela tinha aparecido.

Vejam que os magos foram atrás da estrela porque ela era NOVA. De acordo com o versículo 16, sabemos que tal estrela havia aparecido num período máximo de dois anos.

Como poderiam estes homens estudados em astronomia e astrologia confundirem-se, seguindo uma estrela achando que era a Sirius? Isso é de certa forma improvável.

Outro detalhe é que tal estrela não seguia uma seqüência rotacional planetária como qualquer outra estrela e constelação. Os homens seguiram a estrela por um período de aproximadamente dois anos, em um único sentido talvez, até chegar a Jesus. Se tal estrela fosse a Sirius, eles teriam dado duas voltas no mesmo lugar e nunca teriam chegado a Belém. Ou seja, tal estrela não seguia o padrão rotacional do planeta. Ela era independente dele.

A comparação do relato bíblico dos homens do oriente com a mitologia acerca da estrela Sirius com a constelação de três reis é infundada, pois as semelhanças são muito superficiais comparadas com as diferenças.

Os homens que presentearam Jesus não eram reis, não eram três (3) e não seguiam a estrela Sirius, mas uma estrela nova que havia surgidno nos céus há dois anos no máximo. Jesus também foi visitado por pessoas pobres no seu nascimento, diferente dos deuses que eram cercados apenas de outros deuses ricos e poderosos.

 

Nascimento Virginal

Esta semelhança é incontestável, ou seja, nasceu de uma virgem. Mas vamos prestar atenção nos dois deuses de mistérios que mais se “assemelham” com Jesus. Mitra e Horus.

Para se ter um nascimento virginal, obrigatoriamente, a mulher não pode ter tido qualquer tipo de relação sexual. Então como se explica a união entre os deuses mãe e pai de Horus e de Mitra?

É preciso muita criatividade para afirmar que Isis era virgem quando concebeu Horus, porque nunca foi dito no relato mitológico de que ela era virgem, mas viúva de Osíris quando concebeu o deus-ídolo falcão Horus! Como ela teria engravidado? O relato do mito diz que Isis praticava artes mágicas e a usou para retirar de Osíris (ja morto) o sêmen necessário para fecundá-la.

Já Mitra nasceu a partir de uma rocha (chamada 'petra generatrix'), ou seja, não há relato de que ele nasceu de uma mulher, quanto mais de uma virgem.

Outro fato é o que se sabe sobre estes deuses são através de desenhos. Não se tem notícias de nada escrito por seus seguidores. Como então desenhar uma mulher virgem? A única diferença entre uma virgem e uma não-virgem é interna. Então de onde tiraram a informação de que as suas mães eram virgens?

 

Jesus e seus 12 anos

O único relato que temos de Jesus acerca de sua infância está em Lucas 2:42, que conta o “problema” que Jesus causou a seus pais. Jesus acabou ficando em Jerusalém e três dias depois seus pais voltaram para a cidade onde o encontraram ensinando aos sacerdotes e debatendo com eles

O fato é que esta semelhança não foi até hoje encontrada em nenhum escrito, desenho ou relevo egípcio que diga que Hórus, ou qualquer outro deus um dia teve 12 anos.

 

Batismo e ministério aos trinta anos

Os críticos alegam que essa informação acerca de Jesus também corresponde a um plágio derivado da religião egípcia e que Horus também teria sido batizado e começado seu ministério aos 30 anos.

Hórus nasceu como deus e foi adorado como deus desde o seu nascimento. A data do seu surgimento é tão antiga que impossibilita o “batismo”, pois tal prática não existia na época (nada na história da arqueologia afirmou o batismo em data tão antiga). Hórus não teve um ministério. Ele não precisava disso. Ele nasceu deus e sempre foi adorado como tal.

O documentário afirma que todos os deuses de mistério (como Cristo) foram crucificados, enterrados e ressuscitaram ao 3º dia, tinham 12 discípulos, foram batizados aos 30 anos, etc.

Um fato que não é exposto é que não foram encontradas até hoje evidências na mitologia desses deuses, que eles ensinavam, que tinham 12 discípulos, que foram crucificados, que realizaram milagres e que ressuscitaram 3 dias depois de mortos ou que foram batizados. Nada no históricos ou na arqueologia provou algo em relação a isso datado antes do nascimento de Jesus.

Um exemplo é o deus Mitra. As informações dadas pelo autor sobre esse deus é que ele nasceu de uma virgem, perdoou pecados, morreu crucificado e ressuscitou 3 dias depois. Porém as 'evidências' encontradas são datadas superiores a 300 anos d.C, ou seja, os desenhos (sempre desenhos!) foram feitos pelo menos 300 anos DEPOIS da morte de Jesus. Os detalhes são tão parecidos que evidenciam o paganismo adotando detalhes do Cristianismo. Isso seria muito comum em se tratando de uma religião politeísta onde seus deuses se associam com outros e vice-versa. Na verdade o que vemos é o Mitraísmo plagiando o Cristianismo!!

 

Crucificação

Não há um só relato que diga que Horus tenha sido alguma vez crucificado, muito menos morto e depois de três dias ressuscitado! Também as evidências que revelam que a informação de que Mitra teria sido crucificado, morrido, ressuscitado e ascendido, surgiu apenas por volta de 400 d.C., ou seja, a crença na crucificação e ressurreição de Mitra provavelmente foi baseada no Cristianismo, pois o politeísmo tem a prática de associação de deuses e utilização de mesmas mitologias.

A Crucificação era um método de execução tipicamente romano, primeiramente reservado a escravos. Crê-se que foi criado na Pérsia, sendo trazido no tempo de Alexandre para o Ocidente, sendo então copiado dos cartagineses pelos itálicos. Neste ato combinavam-se os elementos de vergonha e tortura, e por isso o processo era olhado com profundo horror. O castigo da crucificação começava com flagelação, depois do criminoso ter sido despojado de suas vestes. No azorrague os soldados fixavam os pregos, pedaços de ossos, e coisas semelhantes, podendo a tortura do açoitamento ser tão forte que às vezes o flagelado morria em conseqüência do açoite. O flagelo era cometido o réu estando preso a uma coluna. As palavras em grego e latim para "crucificação" se aplicam a diferentes formas agonizantes de execução, do empalamento em estacas, fixado em árvores, em postes, em patíbulos ou vigas transversas. Se em viga transversa, esta seria carregada pelo condenado sobre seus ombros até o local da execução. Fonte: Wikipédia

Seria um absurdo dizer que a crucificação é pura mitologia. Até a pouco tempo, a história da crucificação de Cristo utilizando pregos, era contestada por diversos estudiosos. Alguns críticos dizem que a crucificação está ligada com o cruzeiro do sul, e que isso é mitologia. Porém a arqueologia diz diferente.

A crucificação é fato. Esse método de punição era largamente difundido em Roma. Vários corpos já foram encontrados com sinais de crucificação, porém nunca havia sido encontrado um com marcas de prego. Assim sendo, a crucificação de Cristo, supostamente era falsa.

Então ocorreu uma revolucionária descoberta arqueológica em junho de 1968. Foram descobertos 4 túmulos em cavernas no local de Giv'at ha-Mivtar, ao norte de Jerusalém, perto do monte Scopus. Este grupo de túmulo escavados em pedra calcária (assim como o de Jesus) datam do período do 2º século antes de Cristo até 70 depois de Cristo. Ou seja, Inclui o ano 7 a.C (nascimento de Cristo) ao ano 26 d.C. (morte dEle). No total, foram encontrados ossos de 35 pessoas.

Em uma das urnas encontradas com os ossos, a umidade havia conservado melhor as ossadas, evidenciando marcas de morte por violência em 5 corpos: Por pancada de clava, por flecha e por crucificação. Os ossos foram examinados pelo Dr. N.Hass, do departamento de Anatomia da universidade hebraica e da faculdade de medicina de Hadassah.

No ossuário nº 4 (dos 15 encontrados) gravado com o nome Yohanan Ben Ha'galgal, foram encontrados os ossos de um homem adulto e de uma criança. Um grande prego de 20 cm tinha sido cravado no osso do calcanhar, e a duas pernas estavam fraturadas. Haas relata: "os ossos dos dois calcanhares foram transfixados por um grande prego de ferro. As tíbias tinham sido fraturadas intencionalmente. A morte foi causada por crucificação. (fraturas – exatamente igual aos ladrões junto a Cristo).

Agora o interessante: Os primeiros registros de crucificação foram encontrados em evidências persas, provenientes de pelo menos 1000 anos DEPOIS do surgimento do deus Mitra, adorado na pérsia. A crucificação só chegou ao Egito DEPOIS que este foi conquistado por Alexandre o Grande. Alexandre aprendeu com os persas o processo de crucificação e levou para todo o seu império. O surgimento do deus Horus é muito mais antigo que Alexandre. Então, como ele pode ser crucificado, sendo que os egípcios nem sabiam o que era isso? Além do problema ignorado pelos críticos sobre a ausência de evidências arqueológicas anteriores ao cristianismo que diziam que tais deuses teriam morrido crucificados. Arqueologicamente falando, o primeiro relato documentado de um deus sendo morto por crucificação foi Jesus Cristo.

A mesma história se repete com outros deuses de mistérios. Isso tudo leva a pensar que, na verdade, tais detalhes destes deuses ou foram adotados do cristianismo, por não possuírem evidências anteriores a Jesus, ou foram forjadamente inseridos nas características destes deuses, justamente para desacreditar a fé cristã, assim como fazem cientistas evolucionistas para desacreditar a ciência criacionista (lei da Biogenética de Haeckel por exemplo).

Então quem está plagiando quem?

 

Adjetivos

Outro tipo de informação atribuída aos deuses de mistérios são os adjetivos largamente difundidos e ligados a Jesus Cristo, tais como: Luz do mundo; Salvador; Filho de Deus; Cordeiro de Deus; Alfa e ômega; Bom pastor; A verdade; Rei dos reis;

Luz do mundo – Este adjetivo é facilmente aplicado aos deuses, pois eles são associados ao sol.

Salvador – Outro adjetivo facilmente atribuído ao sol. O sol salva a vida existente na terra.

Filho de Deus – adjetivo obviamente atribuído a qualquer divindade que fosse gerada por um deus.

Cordeiro de Deus – Não existe nenhum registro mostrando que os deuses possuíam tais adjetivos. São exclusivos de Jesus. Cordeiro de Deus é uma analogia ao cordeiro sacrificado num ritual judaico. O paganismo não sacrificava cordeiros em alusão a seus deuses, mas sim touros, como por exemplo o mitraísmo.

Alfa e ômega – Já o alfa e ômega é outro termo utilizado apenas por João e a informação de que Dionísio era o alfa e ômega não tem sustentação arqueológica. O que causa essa especulação é que este título tem origem na Grécia, e João esteve cativo lá. Como ele escreveu seu evangelho aos gregos, pode ter usado o termo para exemplificar que Deus era o princípio e o fim. Apenas uma ilustração criada por João.

Bom pastor – Tal adjetivo pode ser conferido a qualquer entidade que queira se mostrar benévola, caridosa, servil, amável, etc. Mas sabemos que os deuses de mistérios não eram assim. Eram deuses tiranos, corruptíveis (deuses gregos), narcisistas, humilhadores e raras eram as vezes que tinham compaixão dos homens.

A Verdade – Tal título também pode ser visto como exclusivo de Jesus. O que ocorre aqui é um enxerto na descrição dos deuses, visando o descrédito de Jesus. Não existe nada, nenhum texto ou desenho que afirme que tais deuses se diziam ser “A Verdade”. Apenas escritos recentes sobre tais deuses dizem isso.

Rei dos reis – Tal descrição é comum em divindades. É um adjetivo facilmente aplicável a qualquer deus. A diferença é que Jesus reina sobre todos os reis do mundo. Já os deuses de mistérios sempre eram regionais.

A Remissão de Pecados – Outra fraude que é aplicada aos deuses é a “remissão” dos pecados. O termo pecado tem sua origem no povo hebreu. Talvez uma forma diferente de pecado era conhecida pelos outros povos, mas o termo pecado (desobediência às leis, tendo como conseqüência a morte espiritual) era conhecido apenas pelo povo hebreu. O que ocorria em outras religiões era o erro de alguém que pedia perdão ao seu deus, mas não tinha consciência do que era o “pecado” (morte espiritual). Este ato foi registrado pela primeira vez em Genesis e não há registro mais antigo utilizando o termo “pecado”. Entre outras palavras, os deuses não perdoavam ou redimiam pecados. Tal atitude era exclusiva de Deus (Jesus).

Trindade – A doutrina cristã da Trindade não tem origem pagã. As religiões pagãs eram POLITEÍSTAS e PANTEÍSTAS, mas os trinitários são monoteístas. Os trinitários não são TRITEÍSTAS que acreditam em três deuses separados; eles são monoteístas que acreditam num deus manifesto em três pessoas distintas.

Jesus x Horus

Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro

Essa data foi criada pela Igreja católica no século III, época do imperador romano Constantino, que havia se convertido ao Cristianismo e resolveu cristianizar o povo.

Como a Igreja não conseguiu suprimir de vez os cultos pagãos, usou do artifício utilizado até hoje, o sincretismo, que é a assimilação das festas pagãs, então trocou-se as divindades por santos católicos.

Jesus nasceu no mês de Abib (calendário judaico) que corresponde ao mês de março/abril do nosso calendário. O próprio deus Horus, segundos os especialistas egípcios, não nasceu neste dia, a data provável é outubro/novembro que é o mês Khoiak, mas seu aniversário era comemorado no solstício de inverno que caía no dia 25 de dezembro.

Concepção virginal

Na mitologia grega Ísis não era tida como virgem quando concebeu Horus, mas sim viúva de seu marido Osíris. Conta a lenda que Isis era praticante de artes mágicas e se utilizou dela para engravidar:

Crucificação e ressurreição

Não há nenhum relato que Horus, ou qualquer outro deus, tenha sido alguma vez crucificado, muito menos morto e que depois de três dias ressuscitou.

Vitória sobre as trevas

Relação ente o relato da batalha entre Horus e Set e o encontro de JESUS e satanás no deserto. Segue o relato da batalha de Horus, que por si mesmo responde a questão:  durante a batalha entre os deuses, Horus rasga um dos testículos de Set, enquanto Set (às vezes chamado Seth) arranca fora um dos olhos de Horus. Set depois tenta provar seu domínio iniciando um “relacionamento” (não fica claro que tipo de relacionamento é esse, mas deduz-se que seja de cunho sexual) com Horus. Este pega o sêmen de Set em sua mão e lança isto em um rio próximo. Horus se masturba depois e esparrama o sêmen dele em cima de uma alface que Set consome. Set e Horus comparecem perante os deuses para proclamar o direito deles de reger o Egito. Quando Set faz suas reivindicações para dominar sobre Horus, o sêmen dele é achado no rio. Quando o domínio de Horus é considerado, o sêmen dele é achado dentro de Set e assim a Horus é concedido predomínio em todo o Egito.

Os doze discípulos de Horus:

Não há relato nos mitos egípcios que Horus tivesse doze discípulos e que estes o seguiam praticando milagres. Na verdade, essa “evidência” é tirada de representações do deus-falcão nas quais ele se encontra rodeada pelos doze signos zodiacais, visto que se trata de um deus-simbólico da religião de símbolos astrológicos tão populares na Antiguidade.

 

Erros de citações bíblicas:

– As doze tribos de Israel não são formadas só pelos irmãos de José, mas sim os dez irmãos e os dois filhos de José (Manasses e Efraim)

– O número de Juízes da Bíblias não são 12 e sim 14.

– Na Bíblia há registros de inúmeros profetas e não doze como informa o documentário.

– Israel não teve só 12 reis, mas sim 40, sendo 20 no reino do norte e 20 no reino do sul.

Jesus x Krishna

O nome Krishna significa em sânscrito “negro”, por causa do tom de pele (azul-escuro).

Cristo ou Messias significa “Ungido” e “Escolhido”.

Não há relato de nascimento virginal de Krishna mesmo porque é declarado na mitologia que seus pais geraram sete outros filhos antes dele. Sua mãe, Devaki, era casada com Vasudeva, um nobre nos tribunais da localidade de Mathura, e não um camponês ou carpinteiro. A profecia que diz respeito a concepção virginal do Messias, se encontra em Isaias 7:14, que foi escrito por volta do ano 700 a.c., mais ou menos 100 anos antes de Krishna; a lenda conta que um governante tirânico de nome Kansa decidiu matar não todas as crianças de uma cidade, mas somente os filhos de Devaki por causa de uma profecia de que um deles iria matá-lo; por conta disso, seus pais foram presos e Krishna nasceu não num estábulo ou coisa parecida, mas dentro da prisão, de onde foi posteriormente trocado por outra criança e dado a um pai adotivo; não há nenhum relato original de uma estrela apontando o nascimento dele e também, como se deveria esperar, de nenhuma visita de pastores de ovelhas na cadeia para adorá-lo.

Não há referencia alguma sobre morte por crucificação, mas por um acidente numa caçada, na qual um caçador o alvejou por engano; ele nem chegou a ser enterrado e segundo a lenda, ressuscitou imediatamente e somente o caçador viu isso.

Jesus x Attis

Outro deus mitológico cuja existência histórica não pode ser atestada e a análise do mito não permite correlação alguma com o Cristianismo.

Ele não ensinou nada que tenha a ver com Cristo e, como os outros pretensos salvadores, nunca foi crucificado, nem ressuscitou ao terceiro dia.

Não se encontra nesses mitos nenhum indicio do sacrifício expiatório que Cristo disse que veio realizar através de sua morte, ou seja, de que forma eles podem alegar que esses são “salvadores” como JESUS disse que era?

Nenhum desses personagens disse sequer uma vez que perdoava os pecados de uma pessoa como JESUS disse que fazia.

Nenhum deles disse que veio para dar sua vida em resgate do pecador como Cristo disse que veio.

O próprio conceito de pecado e pecador não existia nessas culturas sendo praticamente exclusivo do judaísmo.

 

Conclusão

As supostas similaridades das outras divindades são muito ridículas. Como por exemplo, achar alguma semelhança entre Cristo e seus ensinamentos com Dionísio, o deus grego do vinho e das orgias sexuais.

A grande responsável pela paganização do Cristianismo foi a própria e única Igreja da época, chamada Igreja Católica, que a partir do século III inseriu vários costumes e práticas pagãs, afastando-se do verdadeiro Cristianismo.

O que se viu foi um sincretismo que mesclou judaísmo, cristianismo e mitraísmo romano. Deste último, a igreja Romana copiou a hierarquia clerical e roupas para a distinção entre leigos e sacerdotes, entre eles: a mitra, estolas, etc. o nome Pontífice Máximo era designado ao sumo-sacerdote pagão de Roma.

No final do século IV iniciou-se a adoração a Maria e aos santos e mártires, dando início a substituição ao panteão grego/romano de deuses e semi-deuses.

Por volta do século VIII, o uso de imagens já estava difundido tornando o “Cristianismo” de Roma em nada diferente das religiões pagãs antigas.

 

E agora, o que você diz? Vai continuar acreditando na mentira?

"Uma mentira contata várias vezes faz com que as pessoas passem a acreditar que ela seja verdadeira"

Essa é a estratégia. Não se deixe envolver pelo engano.

 

Semelhança entre a "Maria" Católica e a divindade egípcia Ísis.

Continua … Parte II:   Astrologia e Mitologia

Para saber mais: Baixe o ebook "ZEITGEIST"

 

Bibliografia:

www.alwaysbeready.com

www.dc.golgota.org

www.oartigo.com

www.trincheiraespiritual.blogspot.com

www.wikepedia.com

Como nos dias de Noé

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Por Geração Maranata
Extraído com adaptações de olharprofetico.com.br

“E ACONTECEU que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. Então disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos. Havia naqueles dias gigantes (Nephilim) na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.” Gênesis 6.1-4

Frequentemente visualizamos os Dias de Noé de um ponto de vista da Escola Dominical. Um tipo de historinha bonitinha com os animais embarcando na arca aos pares. Porém, um cuidadoso exame da história Bíblica vemos uma imagem bem diferente.

“E ACONTECEU que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. Então disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos. Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama. E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração. E disse o Senhor: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito.” Gênesis 6.1-7

Deus olhou a humanidade e não gostou do que viu. O Senhor se entristeceu e declarou que iria destruir, eliminar, aniquilar a humanidade, e a população animal da terra. Ele viu a malignidade da humanidade e, exceto por Noé e sua família, tudo seria exterminado.

Então, a contagem regressiva começou. Deus deu à criação 120 anos de advertências.

Mas o que realmente estava acontecendo? Com o que os dias de Noé realmente se pareciam? Como era a vida antes do dilúvio?

Alguns dias antes de Jesus ser crucificado, Seus discípulos lhe pediram: “Dize-nos, quando essas coisas acontecerão e quais serão os sinais da Tua vinda e do final dos tempos?”

Eles queriam saber quando Jesus voltaria e quais seriam os sinais antes de seu retorno. Jesus respondeu: “E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem. Então, estando dois no campo, será levado um, e deixado o outro; Estando duas moendo no moinho, será levada uma, e deixada outra. Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor.” Mateus 24.37-42

Então, claramente, Jesus nos dá um pré-requisito para entender o tempo de Sua Segunda Vinda: o entendimento dos tempos de Noé. Gênesis, capítulo 6, desdobra a história do Dilúvio. É mais do que simplesmente um acontecimento histórico, existe, sob exame profundo das Escrituras, algumas implicações realmente perturbadoras. Nós temos anjos caídos tendo relações com mulheres da terra, produzindo enormes e demoníacos super-seres!

 

Os Nephilim?

Mas o que realmente ocasionou o Dilúvio? Foi o aparecimento de uma raça de seres chamados de Nephilim!

Gênesis 6 indica que os “filhos de Deus” (B’nai Elohim) tomaram esposas entre as “filhas dos homens”, as quais deram à luz aos “Nephilim”. O que estava acontecendo?

B’nai Elohim é um termo que se refere aos anjos. Ele ocorre quatro vezes no Velho Testamento onde foi traduzido como “Anjos do Senhor” na antiga tradução Septuaginta. A intrusão de certos anjos na raça humana resultou em uma semente não natural denominada Nephilim, que deriva do Hebraico naphal (cair), ou Os Caídos. (A Septuaginta Grega traduz esse termo como “gigantes”, que, na verdade, quer dizer “nascidos na terra”. Isso é frequentemente confundido com a palavra portuguesa “gigantes” – o que eles não deixavam de ser, incidentalmente).

“Os B’nai Eloim viram as filhas de Adão, que elas eram extensões apropriadas. E eles tomaram esposas para si de todas aquelas que escolheram… Os Nephilim estavam na terra naqueles dia, e mesmo depois disso, quando os B’nai Elohim vieram às filhas de Adão, e eles as engravidaram – eles eram Os Poderosos que existiam desde os tempos antigos, os homens de renome.” Gênesis 6 – Bíblia Interlinear Hebraica.

A palavra traduzida como “gigantes”, na versão King James da Bíblia, é, em Hebraico, Nephilim, que significa “Aqueles que caíram, ou os caídos”. Judas, o irmão de Jesus, os descreve como “anjos que deixaram seu estado original no Céu”. Esses anjos caídos vieram à terra para um propósito sério.

Os “caídos” procuraram se misturar com a linhagem de Adão por causa da promessa de enviar um redentor através de seus descendentes. O Hebraico diz que os Filhos de Deus viram que as mulheres eram uma “extensão” adequada, pois eles buscavam extender a si mesmos do mundo espiritual para este mundo, bem como extender-se aos “filhos da promessa”, a linhagem de Adão. Satanás tentou impedir o nascimento, no futuro distante, do Messias.

O acasalamento de seres humanos com anjos resultou em criaturas híbridas, espíritos maus com corpos humanos. Os híbridos humano-anjos começaram a corromper e destruir a raça humana, resultando no Dilúvio, “o fim de toda carne”, exceto Noé e sua família.

A Bíblia usa outros nomes para descrever esses degradados anjos caídos e seus descendentes, além da palavra Nephilim. Eles são:

. Rephaim – da raiz rapha = espíritos, sombras Gen. 14.5
. Anakim – raça de gigantes Num. 13.33 – Descendentes dos Nephilim
. Emim – os desertores arrogantes, terrores, raça de gigantes Gen. 14.5
. Zuzim – os ímpios, coisas errantes Gen. 14.5
. Zazummins – os conspiradores ímpios Deut. 2.20
. Zophim – observadores, anjos que desceram Num. 23, diferente de ‘Observadores Sagrados’ alinhados a Deus
. Sepherim – os muitos …

Por mais de mil anos os Nephilim corromperam a terra e oprimiram a humanidade. A Bíblia declara que os gigantes existiam antes do dilúvio, e mesmo depois daquele tempo, Gen. 6:4. Isso contradiz a tradição, mas é historicamente sustentado por histórias em Êxodo, onde os Nephilim são encontrados em Canaã pelos Israelitas.

O Livro Apócrifo de Enoque, primeiro século A.C., manuscrito extra-bíblico citado por Judas e João, detalha eventos dos anjos caídos. Ele descreve sua punição e até seus nomes. Alguns dos Nephilim pereceram, os seus corpos pelo menos, sob as águas do Dilúvio. Os líderes desse ato de rebelião foram acorrentados até o dia do Juízo Final em vários pontos da terra. Judas e João também relatam essa história. Jó 26.5 diz que “Os mortos tremem debaixo das águas”. Isto parece indicar que homens foram mortos sob as águas do Dilúvio.

O texto original Hebraico relata algo muito mais misterioso. A tradução literal é “Os Rafa se contorcem debaixo da água”. A palavra Rafa só é encontrada nas Escrituras identificando os “anjos caídos”, e nunca é usada para indicar os “mortos humanos” em lugar algum do Velho Testamento. A base histórica para a interpretação de Gen. 6 como uma história de anjos caídos é consistente. Philo, Josepho, Epiphanio, Hilário, são alguns dos muitos exemplos.

O Livro de Jubileus destaca que Jared ou Yeh-red, um patriarca do Velho Testamento, era assim chamado porque em seus dias anjos desceram à terra – Yaw-rad “descer”. É interessante notar que “Jordânia” vem da mesma palavra raiz indicando “descer, ou cair”. – Yar-dane = “o lugar dos caídos”. A Jordânia, “o lugar dos caídos”, está localizada na antiga divisa de Israel.

Israel é atualmente um dos principais locais de avistamento de OVNIS, e dos anjos caídos disfarçados de “extraterrestres”.

O Livro de Enoque explica que os Filhos de Deus desceram primeiramente sobre o monte chamado Hermon que, em Hebraico, significa 'desolação', na terra da Jordânia, o lugar dos caídos. Desolação é exatamente o que Satanás e seus anjos desejavam causar à terra destruindo os descendentes de Adão – desolação tem sido o plano dos anjos rebeldes desde o início.

Foi a infusão desses seres estranhos na classe humana que provocou o Dilúvio de Noé. A inundação foi precedida por quatro gerações de profetas/pregadores advertindo sobre o julgamento por vir: Enoque, Matusalém, Lameque e Noé.

Parece que era parte do estratagema de Satanás corromper a linhagem de Adão para evitar o cumprimento da redenção Messiânica. Noé era aparentemente único no fato de que sua genealogia ainda não estava corrompida.

Os estranhos eventos que levaram ao Dilúvio também são aludidos em antigas mitologias. As lendas dos “Titãs” Gregos – parte terrestres, parte celestiais – englobam essas mesmas lembranças. (A palavra Grega titã está linguisticamente ligada a sheitan no Caldeu e a satan no Hebraico).

Mas, de onde esses pecaminosos anjos “caídos” vieram?

 

Anjos Caídos

“Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Deus: Tu eras o selo da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti. Na multiplicação do teu comércio encheram o teu interior de violência, e pecaste; por isso te lancei, profanado, do monte de Deus, e te fiz perecer, ó querubim cobridor, do meio das pedras afogueadas. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti. Pela multidão das tuas iniqüidades, pela injustiça do teu comércio profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu e te tornei em cinza sobre a terra, aos olhos de todos os que te vêem. Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste, e nunca mais subsistirá.” Ezequiel 28.11-19

“Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações!” Isaías 14.12. Jesus disse, “Eu via Satanás, como raio, cair do céu.” Lucas 10.18.“… no monte santo de Deus estavas… “ Ezequiel 28.14.

Isso mesmo, Lúcifer, que se tornou Satanás, foi expulso do Céu e quando saiu, um terço dos anjos saiu com ele. Esses eram os anjos Caídos.

Os estranhos eventos de Gênesis 6 também são citados no Novo Testamento. Pedro se refere aos eventos antecedendo à grande inundação:

“Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo;” II Pedro 2.4

(Pedro usa o termo tartarus, aqui traduzido por inferno. Essa é uma palavra grega para “a escura habitação da aflição, a caverna da escuridão no mundo oculto”. A Ilíada de Homero retrata o Tartarustão abaixo do Hades quanto a terra está abaixo do Céu…”)

Também em Judas, eles são citados:

“E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia; Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.” Judas 1.6-7

As Escrituras advertem a respeito de se meter com o mundo espiritual. A punição que sobreveio aos anjos que pecaram serviu para enfatizar a natureza séria da apostasia: seres de uma ordem superior à nossa arremessados em escuro lugar de confinamento onde permaneceram por milhares de anos.

Deus não mudou Sua atitude para com eles; o tempo não mitigou a seriedade de seus pecados. Aos falsos mestres está prescrita condenação.

Então acabou, certo? Não, o Dilúvio não pôs fim à intrusão dos anjos caídos nem os planos de Satanás de torcer os planos de Deus…

 

O Retorno dos Nephilim

“Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.” Gênesis 6.4

Gênesis 6.4 nos deixa as assombrosas, quase aterrorizantes três palavras: “… e também depois …”. Poderiam os Nephilim ter sobrevivido ao Dilúvio? Poderiam esses seres produzidos a partir da união de anjos caídos com mulheres terrenas, uma raça híbrida chamada Nephilim, ainda estar por aí? Conforme Gênesis 6.4 eles ainda existiam após o Dilúvio.

Após a grande inundação, descobrimos que a Bíblia menciona diversas ocorrências de “gigantes” aparecendo, especialmente a raça gigante de Canaã. Na verdade, a Bíblia menciona várias dessas tribos: os Rephaim, os Emim, os Horim e os Zazummim, que eram gigantes.

“Os emins dantes habitaram nela; um povo grande e numeroso, e alto como os gigantes. Também estes foram considerados gigantes como os anaquins; e os moabitas os chamavam emins. Outrora os horeus também habitaram em Seir; porém os filhos de Esaú os lançaram fora, e os destruíram de diante de si, e habitaram no seu lugar, assim como Israel fez à terra da sua herança, que o Senhor lhes tinha dado.” Deuteronômio 2.10-12

O Reino de Ogue, o rei de Basã, era a “terra dos gigantes”.

“Porque só Ogue, o rei de Basã, restou dos gigantes; eis que o seu leito, um leito de ferro, não está porventura em Rabá dos filhos de Amom? De nove côvados, o seu comprimento, e de quatro côvados, a sua largura, pelo côvado comum.” Deuteronômio 3.11

“Todo o reino de Ogue em Basã, que reinou em Astarote e em Edrei; este ficou do restante dos gigantes que Moisés feriu e expulsou.” Josué 13.12

Também encontramos Arba:

“E antes o nome de Hebrom era Quiriate-Arba, porque Arba foi o maior homem entre os anaquins.” Josué 14.15

Anak e seus 7 filhos, os Anakim, também eram gigantes, assim como Golias e seus quatro irmãos.

“Então saiu do arraial dos filisteus um homem guerreiro, cujo nome era Golias, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo. Trazia na cabeça um capacete de bronze, e vestia uma couraça de escamas; e era o peso da couraça de cinco mil siclos de bronze. E trazia grevas de bronze por cima de seus pés, e um escudo de bronze entre os seus ombros. E a haste da sua lança era como o eixo do tecelão, e a ponta da sua lança de seiscentos siclos de ferro, e diante dele ia o escudeiro.” I Samuel 17.4-7

“E Isbi-Benobe, que era dos filhos do gigante, cuja lança pesava trezentos siclos de cobre, e que cingia uma espada nova, intentou ferir a Davi. Porém, Abisai, filho de Zeruia, o socorreu, e feriu o filisteu, e o matou. Então os homens de Davi lhe juraram, dizendo: Nunca mais sairás conosco à peleja, para que não apagues a lâmpada de Israel. E aconteceu depois disto que houve em Gobe ainda outra peleja contra os filisteus; então Sibecai, o husatita, feriu a Safe, que era dos filhos do gigante. Houve mais outra peleja contra os filisteus em Gobe; e El-Hanã, filho de Jaaré-Oregim, o belemita, feriu Golias, o giteu, de cuja lança era a haste como órgão de tecelão. Houve ainda também outra peleja em Gate, onde estava um homem de alta estatura, que tinha em cada mão seis dedos, e em cada pé outros seis, vinte e quatro ao todo, e também este nascera do gigante. E injuriava a Israel; porém Jônatas, filho de Simei, irmão de Davi, o feriu.” II Samuel 21.16-22

De certa forma, a história de “Davi e Golias” recebe uma nova luz quando você descobre que Golias era um Nephilim e que tinha quatro irmãos. Depois que Deus revelou a Abraão que a terra de Canaã lhe seria dada, Satanás teve mais de 400 anos para plantar seu campo minado de Nephilim!

Quando Moisé enviou seus doze espias para reconhecer a Terra de Canaã, eles voltaram com o relato de gigantes na terra. (O termo usado foi Nephilim).

“Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.” Números 13.33

Seu medo daquelas criaturas aterrorizantes resultou em serem relegados a vagar no deserto por 38 anos.

Quando Josué e a nação de Israel entraram mais tarde na terra de Canaã, foram instruídos a destruir todo homem, mulher e criança de certas tribos.

“E tudo quanto havia na cidade destruíram totalmente ao fio da espada, desde o homem até à mulher, desde o menino até ao velho, e até ao boi e gado miúdo, e ao jumento.” Josué 6.21

Parece que na Terra de Canaã, havia novamente um problema de “herança genética”. Esses Raphaim, Nephilim, e outros parecem terem-se estabelecido como uma guarda avançada para obstruir a tomada por Israel da posse da Terra Prometida.

Terá esse também sido um plano de Satanás?

“E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do homem.” Lucas 17.26

Então, o que realmente Lucas 17.26 quer dizer?

“E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo porquanto as virtudes do céu serão abaladas.” Lucas 21.25,26

Que coisas estarão vindo sobre a terra? Será possível que a Bíblia está se referindo aos OVNIS e seus ocupantes? Poderia isso ser parte do cenário do Fim dos Tempos chamado “Grande Decepção”? Estarão os Nephilim envolvidos e presentes hoje?

 

Barro de Lodo

“Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.” Daniel 2.43

O famoso sonho de Nabucodonosor em Daniel capítulo 2, parece explanar toda a história gentílica até que Deus finalmente intervenha e estabeleça Seu próprio Reino.

Os vários metais que compõem a imagem no sonho são bem conhecidos pelos estudiosos das profecias. Mesmo a nossa expressão comum “pés de barro”, vem dessa passagem clássica.

Mas o que representa o “barro de lodo” nesta imagem? Parece estar estranhamente misturado – mas não completamente – ao ferro no sonho. O termo “barro de lodo” refere-se a um barro feito de pó, uma expressão idiomática Bíblica que sugere morte. Daniel interpreta isso para nós no verso 43:

“Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.”

Misturar-se com a semente humana! Uma coisa que muitas abduções alienígenas têm em comum, é que seres tentaram “cruzar” com os humanos ou fazer experiências com seus órgãos reprodutivos. A tática de Satanás nos tempos de Noé era tomar o mundo pela força física bruta através do intercruzamento com os humanos e da criação de uma raça de gigantes. Também incluído nesse intercruzamento estava o plano de corromper o código genético humano, para que o Messias não pudesse nascer. O plano quase funcionou. Provavelmente, se não fosse pelo Dilúvio de Noé, a esmagadora população de gigantes teria dominado a terra. Eu sei que isso parece fantástico demais, mas leia o capítulo 6 de Gênesis e tire suas próprias conclusões.

Agora, a tática de Satanás para dominar mudou.

Ele planeja enganar tantos quantos possa. Experiências genéticas são mais encobertas do que então; ao invés de criar gigantes (que se sobressaem), os anjos caídos estão tentando se tornar tão humanos quanto possível (misturar-se).

Quanto mais diluída é a semente humana, mais fácil é possuir, manipular e enganar as pessoas – quanto mais reinos maus no mundo, especialmente em posições de poder.

“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” Efésios 6.12

“Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.” Efésios 2.2

O que podemos fazer? Como podemos nos proteger? Como evitar sermos enganados?

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” Efésios 6.10-12

 

Leia mais a respeito dos Nephilim em: Os Nephilins: Três Teoriais

Se você não tem certeza de que é salvo (não aceitou Jesus como seu Senhor e Salvador), procure conhecer mais a respeito de Jesus! Leia o artigo "O Simples plano de Deus para a Salvação"

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