Filed Under (Artigos) by Geração Maranata on 30-09-2010
por David Wilkerson

“Estes são os que dentre os homens foram comprados (redimidos) como primícias para Deus e para o Cordeiro. E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de Deus” (Apocalipse 14:4-5).
A minha mulher e eu estávamos jantando com uma família amiga, uma senhora que conhecemos há muito tempo. De repente, no meio da refeição, a nossa amiga começou a verbalizar o tipo de raciocínio que tenho ouvido de cristãos por todo o país. Ela nos disse:
“Como sabem, o meu marido é protético ocular; ele faz e ajusta próteses para os olhos. Nós dois trabalhamos pesado a vida toda, e conseguimos economizar um pouco. Também fizemos um pequeno fundo para aposentadoria. Mas agora, bem quando estamos começando a pensar em nos aposentar, estamos vendo coisas que nos amedrontam. Os países em todo o mundo estão caindo em recessão econômica. O nosso país não consegue deixar de ser afetado por tudo isso. E há todo tipo de atos terroristas acontecendo; o meu esposo e eu não estamos mais agüentando ouvir essas notícias; toda vez que a gente pega um jornal, mais alguma coisa terrível está acontecendo em algum lugar. Sei que os cristãos não devem temer, mas é difícil não ter medo quando se vê tanta coisa ruim acontecendo. É uma luta cada vez que lembro da hipoteca e do pagamento do carro. Afinal, quem sabe se alguém vai comprar olhos de vidro quando a economia afundar? Tenho de combater estes medos diariamente. Me sinto mal até por sentir isso, pois sei que deveria estar confiando no Senhor. Mas francamente, a coisa está ficando tão terrível que está ficando difícil desviar a atenção disso”.
Acho que a nossa amiga estava expressando aquilo que multidões de outros sinceros cristãos têm vivenciado: a luta para não deixar o medo entrar em seus corações. Como ela, a maioria dos cristãos que escreve ao nosso ministério sente que a nossa nação está se desintegrando, e que algo sinistro está se formando no horizonte. Agora, quando ouvem as terríveis notícias do que está acontecendo no país e no globo, lutam para pelo menos poderem descansar na promessa do poder de Deus em guardá-los.
Muitos cristãos nos escrevem dizendo que não conseguem evitar sentirem-se sufocados por um temor muito humano. Acham que não estão preparados diante de uma circunstância de perigo que um colapso econômico produziria. Outros dizem que estão se preparando para sobrevivência física, pois estão convencidos de que um holocausto financeiro também levará ao caos social.
O fato é que não importa o quão corretos possamos ser, o quanto nossa fé possa ser forte – todas estas temíveis incertezas que chegam não deixam de afetar nossas emoções humanas. É tudo muito assustador. E a pior parte é que as coisas vão se tornar ainda mais terríveis nos dias à frente.
Mas para o cristão vitorioso, cujos pecados estejam cobertos pelo sangue de Jesus, há novidades muito boas. E creio que se mantivermos nossos olhos focalizando estas boas novas, meditando nelas dia e noite, má notícia alguma conseguirá nos perturbar. Cá está a boa notícia que Deus quer que saibamos: todos nós estaremos diante do trono do juízo.
Bem, se parece estranho a você eu chamar essa afirmação de “boa notícia”, eu compreendo. Mas a verdade é: se você é cristão, este tipo de notícia não deveria soar estranho a você de modo algum. Eu explico.
O Povo de Deus Tem um Bom Motivo Para Enxergar Além dos Tempos Difíceis
“Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” (Hebreus 9:27). Como as escrituras testificam, as nossas vidas sobre a terra são como a erva – um dia estamos aqui, crescendo e florescendo, e no dia seguinte estamos murchando segundo a estação do ano. Somos como o vapor da respiração que vemos nos dias frios: aqui um momento, e ausente no momento seguinte. E estou convencido de que um só instante na eternidade, e veremos o quanto os nossos medos e provações do momento foram não importantes e fugazes. Também veremos o quão perto o Senhor esteve conosco o tempo todo, cuidando de nós com Seu poder salvador e cuidados.
Nesse ponto, imagino que você esteja pensando, “Como achar que isso é notícia boa? Estou tentando livrar meu coração de todos os temores quanto à uma recessão econômica que está chegando, e de toda a violência que poderá se seguir. Mesmo assim você está me lembrando que vou morrer, ter de ficar diante do trono do juízo, e dar contas da minha vida. Você acha que isso me conforta? O dia de ficar diante do trono de Cristo será uma situação de terror. Teremos de dar conta de cada pensamento e de cada ato”.
Sei que muitos sinceros cristãos têm o mesmo sentimento quanto ao juízo. Eles tremem por dentro toda vez que se lembram desse dia que virá: “Como vou conseguir dar conta de todos os milhões de pensamentos pecaminosos e distanciados de Cristo que já tive? Como vou responder pelas milhares e milhares de palavras vãs que já disse? Como vou enfrentar todos os meus atos errados, os meus pecados por omissão, meu desapego, meus queixumes, a minha apatia, os meus pecados contra a luz, os pecados da minha mocidade? Como vou conseguir olhar para Jesus nos olhos naquele dia? E como não tremer de medo quando essa hora chegar?”.
Trago boas novas – novas gloriosas – que ajudarão a combater todas as notícias ruins que você tem ouvido. E creio que essas informações deixarão o seu coração e o seu espírito com paz, e mesmo jubilosos, em relação a tudo que virá sobre a terra. Eis as boas novas:
Se você se arrependeu de cada um de seus pecados, e está confiando em Jesus – crendo em Seu sangue purificador, submetendo-se diariamente ao senhorio dEle – então você ficará diante do Seu trono irrepreensível e sem medo. Na verdade, você será considerado diante de todos que estiverem presentes – de todo ser humano, de todos os anjos, de todos os demônios do inferno – como sendo a preciosa noiva de Cristo.
Espero poder lhe provar que você não terá de enfrentar nem um pecado sequer contra si, nem ser exposto por qualquer falha, mas que será capaz de se apresentar lá sem mácula.
Nenhum de seus pecados será mencionado. Antes, só as suas boas obras – incluindo a sua fé em Jesus Cristo – serão expressas às multidões reunidas.
No Dia do Juízo, Todas as Suas Obras Más Já Terão Sido Julgadas e Abolidas
Não quero entrar numa discussão sobre como exatamente será o julgamento – se haverá um ou dois julgamentos, ou outros assuntos deste tipo que os estudiosos bíblicos continuam a debater. (Alguns dizem que haverá um julgamento, enquanto outros sustentam que haverá dois; um para os crentes e outro separado para os demais. O grupo dos Puritanos e outros teólogos ao longo da História têm ensinado que haverá um julgamento geral, e que o tribunal de Cristo e o “julgamento do grande trono branco” são uma coisa só e única).
É suficiente dizer que todos nós precisamos dar conta de nossos atos, sejam eles bons ou maus. As escrituras nos dizem, “Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” (Eclesiastes 12:14). Pode-se dizer, “Mas você acabou de dizer que os pecados dos santos não serão mencionados. Como pode ser isso, se a Bíblia diz que toda obra, boa ou má, será levada a julgamento? Como se pode ficar sem medo diante de Deus se as nossas más obras serão trazidas à luz?”.
Temos de ter em mente, haverá dois grupos no julgamento: ovelhas e bodes. Estes dois grupos vão ficar diante do Senhor separadamente naquele dia, um grupo à direita e um à esquerda: santos e pecadores, filhos e escravos, os fiéis e os infiéis, os sábios e os estultos, os crentes e os incrédulos. E as más obras às quais são feitas referências, que serão expostas naquele dia, são apenas as dos ímpios.
As escrituras dizem que todos os maus atos deles serão trazidos à luz e expostos. Todo pensamento iníquo, todo desejo secreto, toda lascívia, toda imaginação vil, toda negação de Cristo, toda palavra de maldição – todos serão proclamados e julgados. Após tais atos ocultos terem sido tornados públicos, os que os cometeram seguirão à condenação eterna.
Por outro lado, nenhum mau ato dos justos será mencionado naquele dia. Pelo contrário, todas as coisas boas em relação às suas vidas serão trazidas à luz: todo pensamento santo, todo ato de caridade, toda obra sacrificial. O nosso Senhor tornará conhecido aos presentes todo clamor do coração, todo pedaço de pão dado aos famintos, toda roupa dada aos que passavam frio ou estavam nus. Ele exporá tudo que for bom. E esse será um momento glorioso.
O fato é que, ao estar diante de nosso Senhor no julgamento, estaremos completamente nEle. Isso quer dizer que tudo que já fizemos na vida, incluindo qualquer pecado que alguma vez tenhamos cometido, já estará coberto por Seu sangue e nunca será mencionado outra vez. Em resumo, não há condenação ao justo – nenhuma. Jesus nos diz, “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas, passou da morte para a vida” (João 5:24). A palavra em grego para condenação aqui é “juízo”. Jesus está dizendo basicamente, “Se você crer em Mim, não irá a julgamento. Pelo contrário, passará da morte para a vida”.
Realmente, as escrituras nos dizem de capa à capa que uma vez o Senhor tendo perdoado os nossos pecados, Ele os apaga da memória:
“Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro” (Isaías 43:25).
“Desfaço as tuas transgressões como a névoa e os teus pecados, como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi” (Isaías 44:22).
“Pois perdoarei as suas iniqüidades e dos seus pecados jamais me lembrarei” (Jeremias 31:34).
“Pois, para com as suas iniqüidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei” (Hebreus 8:12).
“Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei no seu coração as minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei, acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniqüidades, para sempre” (Hebreus 10:16-17).
“Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniqüidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar” (Miquéias 7:19).
Cá estão abundantes boas novas para todo cristão que alguma vez tenha se esforçado ou batalhado para mortificar os feitos da carne em sua própria força. Isso inclui você? Quantas vezes você já tentou agüentar o tranco e mostrou vontade de progredir em direção à vitória na vida cristã? Quantas promessas já fez a Deus apenas para quebrá-las? Quantas vezes tentou agradá-Lo lutando contra suas paixões e hábitos, só para falhar outra vez?
Cá estão as suas boas novas, registradas no livro de Miquéias: “Eu, o Senhor, dominarei todas as tuas transgressões!”. A palavra de Deus nos dá imagem após imagem nestas passagens de como Ele remove os nossos pecados da memória: Ele os risca. Ele não se lembra mais deles. Ele os enterra no fundo do mar. Ele os aniquila, querendo dizer que os caça e captura. Isaías até diz que Deus pega as nossas transgressões e as joga para trás: “Lançaste para trás de ti todos os meus pecados” (Isaías 38:17). Isso quer dizer que Deus nunca mais irá olhar para os nossos pecados, ou tomar conhecimento deles de novo.
Agora vou lhe perguntar: se Deus esquece os nossos pecados, por que eu e você não fazemos isso? Por que sempre permitimos que o Diabo fique cavoucando a podridão e a lama do nosso passado, e as lancem em nossa cara, quando todos os nossos pecados já estão cobertos pelo sangue de Cristo? O poder purificador e perdoador do sangue de Jesus abrange absolutamente tudo. Ele cobre as nossas vidas inteiras.
Todos os Livros Serão Abertos e Examinados Naquele Dia
João registra em relação ao julgamento: “Vi um grande trono branco e aquele que nele se assenta, de cuja presença fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles. Vi também os mortos, os grandes e os pequenos, postos em pé diante do trono. Então, se abriram livros. Ainda outro livro, o livro da vida, foi aberto. E os mortos foram julgados, segundo as suas obras” (Apocalipse 20:11,12).
Note que João diz que há vários livros, e há também um livro no julgamento. O que são os primeiros livros? São registros da vida de cada pecador que está diante do Juiz. Veja, todo incrédulo tem um livro de obras e atos que está sendo escrito no céu. Cada página do seu livro é um registro de como ele vive. Você consegue imaginar como será, para o transgressor, quando ele se colocar em pé diante do Senhor naquele dia? Todo pensamento, cada palavra ou ato de sua vida será mostrado abertamente, e exposto por sua iniqüidade.
Mas para os justos, haverá apenas o livro da vida. E quando esse livro for aberto, não ouviremos uma palavra, um prestar de contas, o registro sequer de um único pecado ou falha de qualquer pessoa do povo de Deus. Por que? Porque todos os seus pecados estão cobertos pelo sangue de Jesus. A única coisa que aparecerá naquele livro serão os nossos nomes. Na verdade, conterá os nossos novos nomes, celestiais, e o próprio Deus vai nos revelar quais são os nossos novos nomes.
Como os nossos nomes são registrados no livro da vida? Eles são registrados no momento em que cremos, de todo nosso coração, que Jesus Cristo derramou o Seu sangue por nós. Acontece quando declaramos a vitória da Sua cruz e nos decidimos a buscá-Lo de todo coração, mente, alma e força, nos submetendo ao Seu senhorio em todas as coisas.
Além disso, Deus oferece um maravilhoso presente a todos que foram culpados de terríveis pecados “escarlata”: cujos atos foram sangrados com o fedor do inferno… que abusaram seus corpos com álcool, drogas, perversões, fornicações… que ficam vermelhos de vergonha quando se lembram do passado…que engolem em seco quando pensam em quão perto chegaram de cair de cabeça no inferno. A promessa de Deus a eles é a de que podem ficar seguros – com grande júbilo, no dia do juízo, sem um traço de medo. Ele garante: “Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã” (Isaías 1:18). Havendo se arrependido e abandonado seus pecados, confiando em Sua graça perdoadora, eles foram reconciliados com Ele pela fé.
Não importa como é o seu passado, Deus não lhe vê mais como você era. Você deixou de ser um viciado aos Seus olhos. Você não é mais alcoólatra, adúltero, prostituta, sonegador de impostos, um bandido do crime organizado. Pelo contrário, você foi transformado em Sua preciosa, amada e imaculada noiva. E Ele está aguardando sua presença na jubilosa ceia das bodas, onde será juntado ao noivo.
Me diga, será que um noivo antecedendo ao dia do casamento de repente iria acusar sua noiva de iníqua no julgamento? Nenhum noivo faria isso. Pode-se perguntar, “Mas Jesus não vai julgar toda iniqüidade? Ele não vai julgar o pecado?”. Sim, Ele vai. Mas o Cristo que você vai encontrar naquele dia é o mesmo Cristo que o chamou, o salvou, o perdoou, o comprou com Seu próprio sangue, o purificou, marcou sua testa como propriedade dEle, e intercedeu por você todos estes anos.
Ao se colocar diante de Jesus, você O verá como seu marido, seu redentor, seu amigo, seu advogado, como ainda seu intercessor. E, naquele momento, você estará completamente nEle. Você aparecerá sem culpa, sem mácula ou ruga, santo e inculpável. “E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos” (Colossenses 2:13). “Àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória” (Judas 24).
Somos o corpo de Cristo: osso do Seu osso, carne da Sua carne. Você acha que Ele vai mutilar o Seu próprio corpo na frente das hostes de demônios e dos ímpios reunidos diante do trono de Deus? Não, jamais. Ele vai amar e cuidar de nós que compreendemos o Seu corpo. Ele não vai de repente decepar um membro naquele dia. Além disso, Jesus é a pedra angular e o alicerce de toda a igreja. Você acha que Ele vai remover a Si próprio deste edifício, e derrubar toda essa construção após ter lhe colocado nela tão estrategicamente?
É impossível.
Finalmente, quero lhe oferecer a palavra de Deus para dissipar completamente qualquer medo remanescente quanto a estar diante do tribunal de Cristo, para que daqui para frente você possa antegozar aquele dia com grande júbilo e ação de graças.
A Bíblia nos dá Três Razões Irrefutáveis Pelas Quais Não Temos Motivos Para Temer, Mas Todos os Motivos Para nos Alegrar No Vindouro Dia do Juízo
1. Medo não é compatível com todas os maravilhosos relacionamentos que o Senhor proclamou em Seu amor por nós. Deus definiu quem Ele é para nós, e esta definição não é compatível com medo. Por todas as escrituras Ele descreve todas as facetas do Seu relacionamento conosco: Ele é o nosso pai, nosso irmão, nosso amigo, nosso noivo, o nosso cabeça, o nosso esposo, nosso advogado, o nosso redentor, o nosso provedor, o nosso refúgio, o nosso pastor e muito mais.
Ele estabeleceu todos estes gloriosos relacionamentos conosco através da cruz. E agora Ele nos encoraja a saber, “Isto é quem Eu sou para vocês”. Você acha que Ele vai de repente apagar todos estes relacionamentos com o Seu povo no dia do juízo? Nunca. Como um pai pode rejeitar a sua prole na hora de acertar as contas deste filho? Mesmo na hora em que o livro da vida estiver sendo aberto, Ele será ainda o seu pai, o seu advogado, o seu intercessor. Nada pode tirar esse relacionamento de você.
2. O medo não pode estar presente no dia da sua restituição e coroação. “(O Senhor) não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniqüidades… Quanto dista o Oriente do Ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões” (Salmo 103:10,12). A nossa mente não consegue começar a avaliar quanto dista o oriente do ocidente. E esse é o ponto de Deus nesse versículo: Ele removeu os nossos pecados além da nossa capacidade de alguma vez chamá-los de volta.
Você pode estar se perguntando porque estou chamando o dia do juízo de Deus de nosso dia de coroação. É porque Isaías diz o seguinte sobre esse dia: “Como o noivo se alegra da noiva, assim de ti se alegrará o teu Deus” (Isaías 62:5). Ao ficar diante do seu Senhor então, você reconhecerá os Seus olhos de amor por você. Então, diante de toda a multidão de transgressores, Ele o receberá para abraçá-lo, Sua noiva. Eu lhe pergunto: como ter medo quando o seu Senhor estiver fitando-o com amor e alegria? Você será a menina dos olhos dEle.
3. O Senhor, Ele próprio, não fará menos do que aquilo que requer de nós aqui na terra. Deus não requer nada de nós em Seus mandamentos que não esteja, Ele mesmo querendo fazer. E uma destas coisas que Ele requer é esconder, cobrir e perdoar os pecados de nossos irmãos e irmãs. “Se teu irmão pecar [contra ti], vai arguí-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão” (Mateus 18:15).
Creio que se houver um tribunal separado para os cristãos, como alguns ensinam, essa é a área da vida no qual terá lugar. Deus é ofendido quando expomos as fraquezas e enfermidades de outros santos, especialmente diante dos olhos dos ímpios. E acredito que esse julgamento deve ser um encontro privado, um a um, íntimo. Jesus irá nos dizer amorosamente:
“Não posso permitir que você traga essa bagagem consigo. Quero mostrar o que você deixou de ganhar na terra, e como algumas de tuas obras foram feitas na carne sem o Meu Espírito. Sim, você é Minha preciosa noiva, e não existe senão glória lhe aguardando à frente. Você está sob a cobertura do Meu sangue, sem uma mácula ou ruga sequer. Mas todas as tuas obras feitas na carne devem ser queimadas”.
Isso será feito apenas para glorificar a Sua misericórdia. Iremos ver todos atos passados de nossa carne queimando como testemunho de Sua graça. Que momento glorioso de júbilo na misericórdia mostrada a nós.
A Sua palavra já nos diz, “A discrição do homem o torna longânimo, e sua glória é perdoar as injúrias” (Provérbios 19:11). “A glória de Deus é ocultar certas coisas” (25:2). E, privativamente em algum momento daquele dia, Jesus vai nos mostrar como Ele cobriu e perdoou nossos pecados, quando menos merecíamos. Ele vai nos revelar como unicamente a Sua misericórdia e Sua graça permitiram que passássemos da morte para a vida. “Não se terá lembrança de nenhuma das ofensas que cometeu” (Ezequiel 18:22). Os nossos pecados estão para sempre apagados pelo Seu sangue, para nunca serem mencionados de novo. E assim deveria ser a nossa atitude em relação aos nossos irmãos e irmãs que nos ofenderam.
Eu Lhe Trouxe Essa Mensagem Para Ancorar a Sua Alma E Prepará-lo Para Qualquer Calamidade Nos Dias Negros Que Chegam
Martinho Lutero, no ápice de todas as suas provações testificou: “Senhor, agora que tudo me perdoastes, faça comigo como quiseres”. Lutero estava convencido de que um Deus que podia apagar todos os seus pecados e salvar sua alma, poderia certamente cuidar do seu corpo físico e de suas necessidades materiais. Basicamente, Lutero estava dizendo:
“Por que eu deveria temer o que o homem possa me fazer? Sirvo um Deus que pode remover toda a minha iniqüidade e trazer paz à minha alma. Não importa se ao meu redor tudo está em frangalhos. Se o meu Deus é capaz de me salvar e guardar a minha alma para a eternidade, por que não seria capaz de cuidar do meu corpo físico enquanto estou na terra? Oh, Senhor, agora que estou perdoado, e apto para estar diante de Ti no dia do juízo com exultação, faça comigo como quiseres”.
Prezado irmão, exulte.
Essa vida de agora não é a realidade definitiva.
A nossa realidade é a vida eterna na presença de nosso bendito Senhor.
Então guarde a fé.
As coisas estão afundando – mas nós estamos indo para o alto!
Maranata!
www.tscpulpitseries.org
Filed Under (Apostasia, Defesa da Fé) by Geração Maranata on 30-09-2010
“Quisera eu que me suportásseis um pouco mais na minha loucura. Suportai-me, pois porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo. Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também sejam corrompidas as vossas mentes, e se apartem da simplicidade e pureza devidas a Cristo. Se, na verdade, vindo alguém, que PREGA OUTRO JESUS que não temos pregado, ou se aceitais espírito diferente que não tendes recebido, ou EVANGELHO DIFERENTE que não tendes abraçado, a esses de boa mente o tolerais” (2 Coríntios 11.1-4).
"Então lhes perguntou: Mas vós, quem dizeis que eu sou? Respondendo, Pedro lhe disse: Tu és o Cristo” (Marcos 8.29).
“Qual Jesus?” é uma pergunta importantíssima para todo crente em Cristo.
Deveríamos nos questionar, testar nossas próprias crenças sobre Jesus, “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.” 2 Co 13.5 e “ Examinai tudo. Retenham o que é bom.” 1 Ts 5.21.
Incompreensões sobre o Senhor inevitavelmente se tornam obstáculos em nosso relacionamento com Ele. A avaliação também pode ser vital com respeito à nossa comunhão com aqueles que se dizem cristãos.
A “unidade cristã”
Com muita freqüência, frases parecidas com “nós teremos comunhão com qualquer um que confessar o nome de Cristo”, estão sensivelmente impregnadas de camuflagens ecumênicas (ecumenismo significa a união entre todas as religiões). O medo de destruir a unidade domina os que levam a sério este tipo de propaganda antibíblica, até mesmo ao ponto de desencorajar qualquer menor interesse em lutar pela fé. Surpreendentemente, “a unidade cristã” agora inclui a colaboração para o bem moral da sociedade com qualquer seita “que confessa o nome de Jesus.”
“Jesus”, o irmão de Lúcifer
Os ensinamentos heréticos sobre Jesus incluem todo tipo inimaginável de idéias sem base bíblica. Segundo algumas seitas, Jesus é o primeiro filho de Elohim, tal como todos os humanos, anjos e demônios são filhos espirituais de Elohim. Este Jesus se tornou carne através de relações físicas entre Elohim (Deus, o Pai, o qual tinha um corpo físico) e a virgem Maria. Esse Jesus é meio-irmão de Lúcifer. Ele veio à terra para se tornar um deus. Sua morte sacrificial dará imortalidade para qualquer criatura (incluindo animais) na ressurreição. No entanto, se uma certa criatura, individualmente, vai passar a sua eternidade no inferno ou em um dos três céus, isto fica por conta de seu comportamento (incluindo o comportamento dos animais).
“Jesus”, uma idéia espiritual
Outro tipo de Jesus Cristo não é diferente de qualquer outro ser humano. “Cristo” é uma idéia espiritual de Deus e não uma pessoa. Jesus nem sofreu nem morreu pelos pecados da humanidade, porque o pecado não existe. Ao invés disto, ele ajudou a humanidade a desacreditar que o pecado e a morte são fatos.
“Jesus “, o arcanjo Miguel

Jesus antes de nascer nesta terra, era Miguel, o Arcanjo. Ele é um deus, mas não o Deus Jeová. Quando Jesus se tornou um homem, parou então de ser um deus. Não houve ressurreição física, Jeová suscitou o seu corpo espiritual, escondeu os seus restos mortais, e agora, novamente, Jesus existe como um anjo chamado Miguel.
“Jesus”, ainda preso numa cruz

Este Jesus é o Cristo do crucifixo, com seu corpo continuamente dependurado na cruz, simbolizando, de forma apropriada, o sacrifício repetido perpetuamente na missa e a Sua obra de salvação incompleta. Este Jesus necessita de sacramentos, liturgia, sacerdócio, papado, intercessão de Sua mãe, indulgências, orações pelos mortos, etc. para ajudar a salvar alguém. Algumas vezes ele é apenas um bebê ou, no máximo, um garoto protegido pela sua mãe. Quando se quer sua ajuda, tem que rezar primeiro para sua mãe.
“Jesus”, o bilionário

Até mesmo alguns que se dizem evangélicos promovem um Jesus diferente. Os chamados pregadores do evangelho da prosperidade promovem um Jesus que foi materialmente próspero. De acordo com um certo evangelista americano, Jesus vestia roupas de marca (uma referência à sua capa sem costura) semelhantes às vestidas por reis e mercadores ricos. Usando uma argumentação distorcida, os pregadores da auto-ajuda e do sucesso declaram que ser pobre é pecado, e já que Jesus não tinha pecado, então, obviamente, ele devia ter sido extremamente rico. Um pregador da confissão positiva, dirigindo seu Rolls Royce diz que simplesmente está seguindo os passos de Jesus. Outro pregador famoso, sustenta a idéia de que, pelo fato de terem tido um tesoureiro (Judas), Jesus e Seus discípulos deviam ter muito dinheiro. Além da pregação sobre um Cristo que era materialmente rico, muitos pregadores da prosperidade proclamam um Jesus que desceu ao inferno e foi torturado por Satanás a fim de completar a expiação pelos pecados dos homens. Este não é o Jesus dos discípulos.
O “Jesus” das igrejas psicologizadas

Este é o Jesus que habita em todas as pessoas. Um famosíssimo pregador televangelista apresenta um Jesus que morreu na cruz para nos assegurar uma auto-estima positiva. Para apoiar sua tese sobre Jesus, psicólogos cristãos e numerosos pregadores evangélicos dizem que Sua morte na cruz prova o nosso valor infinito para com Deus e que isto é a base para nosso valor pessoal. Não somente existe uma variedade enorme de “jesuses” que promovem o ego humano hoje em dia, como também estamos ouvindo em nossas “igrejas” psicologizadas que a verdade sobre Jesus pode não ser tão importante para o nosso bem psicológico do que nossa própria percepção sobre Ele. Esta é a base para ensino de técnicas não-bíblicas onde devemos perdoar Jesus pelas situações passadas, nas quais nós sentimos que Ele nos desapontou ou nos feriu emocionalmente.
Conclusão
A comunhão com Jesus é o coração do Cristianismo. Não é algo que meramente imaginamos, mas é uma realidade. Ele literalmente habita em todos que colocam nEle a sua fé como Senhor e Salvador (Cl 1.27; Jo 14.20; 15.4).
O relacionamento que temos com Ele é ao mesmo tempo subjetivo e objetivo. Nossas experiências pessoais genuínas com Jesus estão sempre em harmonia com a Sua Palavra objetiva (Is 8.20). O Seu Espírito nos ministra a Sua Palavra, e este conhecimento é o fundamento para nossa comunhão com Ele (Jo 8.31; Fp 3.8). Nosso amor por Ele é demonstrado e aumenta através de nossa obediência aos Seus mandamentos; nossa confiança nEle é fortalecida através do conhecimento do que Ele revela sobre Si mesmo (Jo 14.15; Fp 1.9). Jesus disse: “Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz” (Jo 18.37). Na proporção em que aceitarmos falsas doutrinas sobre Jesus e Seus ensinamentos, também minaremos nosso relacionamento vital com Ele.
Nada pode ser melhor nesta terra do que a alegria da comunhão com Jesus e com aqueles que O conhecem e são conhecidos por Ele. Por outro lado, nada pode ser mais trágico do que alguém oferecer suas afeições para outro Jesus, inventado por homens e demônios.
Nosso Senhor profetizou que muitos cairiam na armadilha daquela grande sedução que viria logo antes de Seu retorno (Mt 24.23-26). Haverá muitos que, por causa de sinais e maravilhas, como são chamados, feitos em Seu nome, se convencerão de que conhecem a Jesus e O estão servindo.
A resposta a pergunta “Qual Jesus?” e seu entendimento traz conseqüências eternas.
A esta lista pode-se juntar:
Jesus pop e pai do rock
O Jesus tatuado
O Jesus salvador da política brasileira
Jesus atleta e surfista
O Jesus tecno
Jesus rastafári dos jamaicanos
Jesus mahatma da nova era
Todas essas versões de Cristo revelam o desejo do ser humano de moldar tudo que o cerca ao seu prazer, manipulando até o sagrado e subvertendo a ordem natural das coisas mesmo que isso signifique prejuízo eterno da sua alma. Fujamos disso tudo! Que só a bíblia nos influencie!
“Porque todos buscam o que é seu, e não o que é de Cristo Jesus”. Filipenses 2:21
Fontes:
http://www.chamada.com.br
http://discernimentocristao.wordpress.com (com adaptações)
“Jesus who ?” de T. A. Mcmahon – www.thebereancall.org
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Segundo a tradição judaica, o Terceiro Templo é o templo futuro ser construído no Monte do Templo durante o tempo do messias. Ele é basicamente uma descrição ideal do Templo no Livro de Ezequiel em reabilitação em primeiro lugar. Como o templo foi construído por imigrantes do Retorno a Sion ("Segundo Templo") não foi construída daquela forma prescrita no livro, o resgate total permaneceu uma característica desejada, juntamente com o cumprimento de outras visões dos profetas.
A construção do Terceiro Templo é mencionado nos últimos capítulos do livro de Ezequiel, no Mishna, no Talmud, no Midrash, em livros da Halacha, Cabala e Hasidism. Em Amidah (de pé) conclui-se as orações com um pedido: ser construída uma casa – o Templo rapidamente em nossos dias, e deixar alguns de nós Sua Torah (originalmente – Pirkei Avot, capítulo E, mudanças como: "Deixe-nos o Senhor nosso Deus construir a sua cidade rapidamente em nossos dias, e deixar para alguns de nós Sua Torah").
Bíblia (Tanach – VT)
O termo "Terceiro Templo" não aparece na Bíblia. No entanto, muitas profecias da Bíblia referem-se a redenção final, reunião dos exilados e "Nos últimos dias"(Aharit Yamim) como o templo está localizado no centro da cidade. Por exemplo, a profecia de Isaías:
E será nos últimos dias o Monte do Templo está no topo das montanhas e em todos os cumes e se dirigirão para ele as nações. Muitas nações foi, e disse ir para a montanha e Casa(Templo) do Deus de Jacó, pode ser visto também em: Vamos, pois de Sião sairá a Lei(Torá) e a palavra de Deus de Jerusalém.
Estas profecias, falam durante o período do exílio do Primeiro Templo, desde o período babilônico até o início do período do do Segundo Templo, e não se cumpriram durante o período do Segundo Templo. As palavras dos sábios(Hazal) é uma discussão sobre se uma segunda casa desde a sua criação não merecia a realização destas profecias, ou que não tinha o potencial para se cumprirem, na falta de suficiente cooperação da parte de Israel. No entanto, após a destruição deste templo, duas destas profecias interpretadas como orientação para o novo templo a ser construído.
Uma descrição detalhada de um futuro templo, grande, aparece no livro de Ezequiel. A descrição não é clara, devido ao uso de termos arquitectónicos, cujo significado é vago (por exemplo, "Atyakim") e as partes são divididas em várias questões fundamentais do entendimento. Maimônides (Ramban) escreve que: "A contrução futura a ser construída, mesmo que ele diz (Ezequiel) – é expressamente explicado mas não é interpretado.
Há, tanto segundo a Halacha quanto a interpretação de grandes nomes entre os rabinos ao longo da história, desde Rabi Akiva, Ramban até os dias de hoje, uma série de motivos pelos quais não se deve re-construir o templo em Jerusalém.
As principais causas são a impossibilidade de definir quem pode ser Cohen (Sacerdote) não somente por genealogia, mas de fato. Outro problema é a falta de cinzas da Para Aduma (Vaca Vermelha). O localização exata do local de sacrifícios e a contaminação de morte sçao outras grandes barreiras que se juntam a problemas como a definição exata do Tzitzit Techelet, instrumentos purificados e etc.
Outras tentativas de reconstrução do Templo
Durante alguns períodos da história hoje a tentativa da reconstrução do templo que por fim terminaram em grande fracasso, a primeira foi no período de Bar Kova(Kosiva), o que terminou em uma grave opressão a rebelião judaica e a morte de milhares de judeus em todo Israel, como testemunha desta tentativa, podem ser vistas as moedas que foram impressas na época com a imagem do templo durante este período.
A segunda e terrível tentativa de reconstrução do templo foi no período de Juliano, o césar. Durante este período, Juliano "aceitou" o judaísmo como fé somente afim de combater o crescimento do cristianismo, para isso, deu ordens e recursos aos judeus para iniciarem a obra. Entre os milhares de Israel Juliano era chamado de "Filho de Davi", mesmo sem ter nenhuma origem judaica.
O que parou a obra de Juliano foram dois fatos surpreendentes e de força superior. Primeiramente houve um grande terremoto em Jerusalém que destruiu o Templo que estava sendo construído e um grande incêndio na Cidade Santa. O segundo foi a morte inesperada de Juliano em uma batalha na região da Síria. Por fim, diante destes fatos, os judeus o "proclamaram" como impostor.
Houveram porém outras tentativas, tanto da construção do templo quanto da renovação de sacrifícios, porém sem sucesso. Nos dias de hoje em Israel há uma série de organizações que incentivam a volta aos sacrifícios a a construção do templo, porém não tem o apoio da grande maioria dos rabinos que acham desnecessário a reconstrução do templo até que o Mashiach venha ou retorne.
O Templo de Herodes
Segundo uma linha de interpretação, na realidade o Templo de Herodes teria sido o terceiro templo, pois apesar de ele ter sido considerado uma espécie de "REFORMA" do Segundo Templo que foi construído por Zerubabel e Esdras, pode-se compreender claramente que ele era muito maior do que o mesmo.
Segundo Flávio Josefo e outros historiadores contemporâneos dele, não havia construção em todo mundo maior do que o Templo de Jerusalém que deveria ser todo revestido de mármore e ouro. Sua suntuosidade era algo notável e invejável, e este talvez fosse o motivo da inveja romana.
Yeshua Hamashiach e o Terceito Templo
Não são poucos os textos na Brit Hahadash que relacionam a vida de que é conhecido como Jesus(Yeshua) e o templo.
Veja o que o livro de João, capítulo 2 fala sobre o assunto:
Então os judeus lhe perguntaram: "Que sinal miraculoso o senhor pode mostrar-nos como prova da sua autoridade para fazer tudo isso? "
Jesus lhes respondeu: "Destruam este templo, e eu o levantarei em três dias".
Os judeus responderam: "Este templo levou quarenta e seis anos para ser edificado, e o senhor vai levantá-lo em três dias? "
Mas o templo do qual ele falava era o seu corpo.
Depois que ressuscitou dos mortos, os seus discípulos lembraram-se do que ele tinha dito. Então creram na Escritura e na palavra que Jesus dissera.
Segundo esta linha de pensamento, Yeshua seria a promessa de Deus de que sua presença estaria em cada um de seu povo através da fé, cumprindo assim as profecias que dizem:
Assim diz o Senhor dos Exércitos: Naquele dia pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla das vestes de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco. Zacarias 8:23
Eu mesmo ensinarei todos os seus moradores, e eles viverão em paz e segurança. Isaias 54:13
Mas este é o concerto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o SENHOR: porei a minha lei no seu interior e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Jeremias 31:33
Portanto quando Yeshua prega a presença do Ruach Hakodesh(Espírito Santo) que antes residia somente no Santo dos Santos no Templo, agora pela fé pode residir no coração de todos aqueles que creêm no Templo que não foi feito por mãos de homens. Segundo esta visão, o templo prescrito por Ezequiel na realidade é uma alusão a perfeição e pureza de coração que foram encontrados no Messias, ELE é o terceiro templo.
O Terceiro Templo Físico
Mesmo se crermos que há um terceiro e verdadeiro templo vivo, não feito por mãos de homens, podemos compreender que ainda haverá um terceiro templo, onde a presença de Adonai não se fará, e na realidade será apenas um instrumento para antecipar o retorno do Mashiach Yeshua. Este caso é descrito no livro de Daniel:
DANIEL 8:24: E se fortalecerá o seu poder, mas não pela sua própria força; e destruirá maravilhosamente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos e o povo santo.
DANIEL 8:10: E se engrandeceu até contra o exército do céu; e a alguns do exército, e das estrelas, lançou por terra, e os pisou.
Podemos ver acima o tamanho do poder deste falso governante que virá no fim dos tempos, mas somente realizar o terror no mundo contra todo tipo de nação não será suficiente, ele vai adiante. O texto a seguir mostra que este falso Mashiach(Governante do Mundo) se levantará até mesmo contr o verdadeiro Mashiach(Principe dos Principes), o qual é Yeshua. O Sacrifício contínuo foi retirado e lançado por terra pelas forças do verdadeiro inimigo de Israel(Satan) que futuramente vem a se manifestar no Mashiach esperado pelos judeus.
DANIEL 8:11: E se engrandeceu até contra o príncipe do exército; e por ele foi tirado o sacrifício contínuo, e o lugar do seu santuário foi lançado por terra.
DANIEL 8:25: E pelo seu entendimento também fará prosperar o engano na sua mão; e no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança; e se levantará contra o Príncipe dos príncipes, mas sem mão será quebrado.
A seguir, podemos ver na profecia de Daniel que na realidade o levantar deste falso governante é na realidade o se levantar com o verdadeiro Príncipe e o Verdadeiro Deus:
DANIEL 7:25: E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo. Mas o juízo será estabelecido, e eles tirarão o seu domínio, para o destruir e para o desfazer até ao fim.
DANIEL 11:35: E alguns dos entendidos cairão, para serem provados, purificados, e embranquecidos, até ao fim do tempo, porque será ainda para o tempo determinado.
DANIEL 12:10: Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão.
Em Daniel 12 fica claro de que os novos sacrifícios impostos não são mais agradáveis ao Senhor, pois se tornarão abominação:
Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão.
11 E, desde o tempo em que o contínuo sacrifício for tirado e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias.
Porém o próprio profeta profetiza a salvação daqueles que são verdadeiramente justos perante o Senhor:
1 E, naquele tempo, se levantará Miguel, o grande ministro, que se levanta pelos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, livrar-se-á o teu povo, todo aquele que se achar escrito no livro.
2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno.
3 Os sábios, pois, resplandecerão como o resplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente.
4 E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará.
A sabedoria que vêm do alto pelo Ruach Hakodesh nos convoca a deixarmos de lado o sonho da construção feita por mãos de homens para assumirmos o sacrifício real e singular feito pelos pecados de toda a humanidade, o Terceiro Templo não é aquele que estará em Jerusalém, mas sim aquele que está nos corações de cada um de nós, Yeshua Hamashiach.
Um bom motivo para a construção do Terceiro Templo
Bem, se todos estes textos nos mostram que após a construção do Terceiro Templo muitas questões proféticas se cumpriram, fica claro também que o mesmo será precedido pela vinda do que é o esperado Messias por parte dos judeus tradicionais e ortodoxos, mas que por parte dos judeus messiânicos e evangélicos, nada mais será que o anti-cristo, ou seja, o falso messias que virá debaixo o espírito satânico.
Se assim for, creio que para ambos os lados, ou seja, aqueles que já receberam o seu messias como Yeshua ou aqueles que esperam por um outro, a reconstrução do templo é desejada, pois ela levará a uma resposta definitiva de quem é o verdadeiro messias de Israel, se os que virá para os judeus que ainda esperam é o messias, então após 7 anos nada acontecerá e o milênio terá prosseguimento, mas se o Mashiach é Yeshua, após este período haverá a queda do reino do Falso Messias, o mesmo será aprisionado para sempre e então será estabelecido o Reino Milenar de Yeshua, portanto, convoco a todos a se juntar as orações de todos os judeus em todo Mundo, "que o Templo Seja Construído em Jerusalém o quanto antes, Amém".
Fonte: www.cafetorah.com
Filed Under (Artigos) by Geração Maranata on 27-09-2010
Por David Wilkerson

"Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor. E, então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara" (Mateus 9:36-38).
Jesus declara, "Os campos estão maduros, e a colheita é abundante. Está na hora de começar a colheita". Naquele momento, a grande e última colheita espiritual começou. Começou como colheita dentre os judeus e gentios da geração de Jesus. E essa mesma colheita vai durar até a volta de Cristo.
Quando leio essa passagem me pergunto: o quê Jesus viu naquele tempo que O levou a dizer, "A colheita está pronta, está na hora de colher"? Será que Ele viu um despertamento espiritual em Israel? Estaria havendo um avivamento nas sinagogas? Os sacerdotes estavam se voltando a Deus? Os escribas e fariseus estariam se vendo convencidos de culpa diante de Deus? Que prova havia de que a colheita estava madura?
Os evangelhos não revelam muitas evidências de algum mover espiritual em direção a Deus. Se é que revelam algo, mostram o oposto. Jesus era zombado nas sinagogas; os líderes espirituais do país O rejeitavam, questionando Sua integridade e divindade; uma multidão religiosa tentou lançá-Lo sobre um penhasco. E o próprio Cristo repreendeu as cidades de Israel por não se arrependerem diante de Sua mensagem: "Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida, Tiro, Sidom! Ai de ti, Cafarnaum!".
Já as multidões, estavam confusas em caótico desespero. As escrituras nos dizem, "Quando as viu… estavam aflitas e abatidas, como ovelhas sem pastor". Era uma sociedade cheia de medo, opressão, depressão; as pessoas corriam de um lado para o outro como um rebanho disperso, procurando ajuda em qualquer lugar onde pudessem ir. Ainda assim foi nesse tempo de grande aflição que Cristo declarou, "Os campos estão maduros, e a colheita é farta".
Você acha que as palavras de Jesus quanto a uma ceifa madura se aplicam hoje? Onde vemos evidências de os campos estarem brancos e prontos para serem colhidos? As nações estão se arrependendo? Está havendo um grande mover em nossa sociedade? E a igreja organizada está despertando? Os líderes religiosos estão famintos por avivamento, buscando novamente Cristo? Há um grito por santidade nessa geração?
Com poucas exceções, não vejo nada disso acontecendo. Contudo, não foi nenhuma dessas coisas que tocou Jesus em Seu tempo. Antes, Ele foi tocado pela triste situação que via por todo lado. Para todo lado que olhava, as pessoas estavam batidas pela agonia.
Em verdade, ao olhar sobre Jerusalém, Ele chora. Suas lágrimas foram pela dureza e pela cegueira espiritual que viu lá. Lá estava um povo a caminho do juízo, sem paz, só com temor e depressão. E Ele profetizou em cima desta cena, "A sua casa será assolada".
Jesus na verdade nos dá um quadro de como seriam os últimos dias. Ora, esse período começa na Sua ascensão, e acaba somente quando Ele volta. Estamos muito perto disso agora. E Jesus o descreve aos discípulos quando Lhe perguntam quais sinais deveriam buscar. Eles queriam saber a situação das coisas ao se aproximarem aqueles que seriam definitivamente os últimos dias.
Cristo respondeu falando de fomes, terremotos, tribulações, nações divididas. Falsos profetas e falsos cristos enganariam a muitos e levariam multidões a se apostatarem. Os crentes seriam odiados apenas por mencionarem o nome de Cristo. E o amor de muitos esfriaria, com alguns se desviando devido ao ousado crescimento do pecado e da corrupção.
"Haverá…angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das cousas que sobreviverão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados" (Lucas 21:25-26). Resumindo, Jesus está descrevendo aqui o período mais cheio de ansiedade, depressão e pressões de todos os tempos.
Então, estarão Suas profecias acontecendo agora mesmo, diante de nossos olhos? Pense nisso: esta geração está cheia de ansiedade e preocupações. Multidões se atemorizam observando desastres incríveis ocorrendo: furacões, terremotos, tsunamis, desmoronamentos. Nações inteiras tremem de medo diante da ameaça do terrorismo. E a síncope cardíaca é o assassino número um no mundo atualmente. Falsas religiões, falsos profetas, falsos cristos estão desviando a muitos. Milhões de pessoas estão se voltando para o Islamismo, e nação após nação sendo infiltrada pelos muçulmanos. Alguém teria de estar em total negativismo se não visse que tudo que pode ser abalado nesse momento, está sendo abalado.
Em meio à essa reviravolta e agitação, ouço as palavras de Jesus: "Os campos estão brancos. A colheita é abundante". Estou convencido de que Ele está dizendo à igreja: "As pessoas estão prontas para ouvir. Essa é a hora de crer para a colheita. Chegou o momento de você começar a colher".
Cristo é o Senhor da colheita. E se Ele declara que a ceifa está preparada, temos de acreditar. Não importa o quão corrupta esta geração se torne. Não importa o quão poderoso Satanás pareça ter se tornado. O nosso Senhor está nos dizendo: "Pare de se concentrar nas dificuldades ao redor. Pelo contrário, levante os olhos. Chegou a hora de você ver que a colheita é chegada".
Jesus Compreendeu o Coração do Homem, Sabendo que Nos Esquecemos de Deus em Tempos de Prosperidade
Cristo sabia que em tempos de pressão e calamidades, as pessoas são forçadas a enfrentar a eternidade. Sofrimento, medo e períodos difíceis amadurecem o povo para ouvir e receber o evangelho. Veja o contexto de Suas palavras: "Vendo ele as multidões…porque estavam aflitas …E então, se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade, é grande" (Mateus 9:36-37).
Essa verdade tem sido demonstrada ao longo de toda a história do povo de Deus. Moisés repreendeu sua geração dizendo, "Deus guiou vocês. Aumentou os seus números. E grandemente os abençoou, lhes dando campos verdejantes, mel, manteiga, leite, ovelhas, óleo, frutas. Mas vocês se enriqueceram e se rebelaram. Vocês subestimaram a Rocha da sua salvação, e A desprezaram".
"Mas, engordando-se o meu amado, deu coices; engordou-se…abandonou a Deus, que o fez, desprezou a Rocha da sua salvação" (Deuteronômio 32:15).
As escrituras nos dizem que Israel foi rebaixado após isso. Contudo, na tribulação, eles invocaram o Senhor, e Ele os livrou: "Então, na sua angústia, clamaram ao Senhor, e ele os livrou das suas tribulações" (Salmo 107:6).
Veja também o testemunho de Davi: "Laços de morte me cercaram, torrentes de impiedade me impuseram terror. Cadeias infernais me cingiram, e tramas de morte me surpreenderam. Na minha angústia, invoquei o Senhor, gritei por socorro ao meu Deus. Ele do seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos" (Salmo 18:4-6).
Problemas, angústias e perplexidade sempre geraram gritos de socorro. Esse tem sido o padrão ao longo dos séculos. Você se lembra o que aconteceu após a queda das torres gêmeas em Nova York: as igrejas ficaram abarrotadas. Reuniões de oração foram promovidas no Estádio Yankee. Líderes do Congresso se reuniram nos degraus do Capitólio em Washington, orando e cantando, "Deus Salve a América". Por uma temporada, Deus foi o assunto do país. O medo e a pressão fizeram as pessoas pensar em encontrar a verdade. E isso resume a lei da colheita:
QUANTO MAIS NEGROS OS DIAS, MAIS BRANCA É A COLHEITA.
Na Indonésia e no Sri Lanka, muçulmanos radicais tinham se recusado a permitir que qualquer estranho entrasse no território. Mas após a tragédia do tsunami, muitos abriram as portas para obreiros cristãos de apoio. Por que? Porque Deus viu campos que estavam brancos e prontos para a ceifa.
O fato é: país algum está fechado para Cristo. E povo algum é inalcançável. Poder religioso algum sobre a terra pode parar a colheita. É por isso que Jesus diz para não temermos, mesmo que os montes caiam no mar.
Pense nos cataclismos ocorridos na história mundial recente. Os comunistas na Rússia acharam que tinham livrado seu país de Deus. Mas Jesus teria lhes dito, "Vocês apenas conseguiram ajudar a colheita". Cristo está vivíssimo e operante hoje na Rússia.
A China também tentou proibir Deus, apenas para amadurecer uma colheita de milhões de crentes. Recentemente, a Ucrânia saiu de mãos corruptas, e está sendo dirigida por um homem que fala de Cristo. O jornal New York Times agora chama a Bielorússia de o país mais dominado por comunistas de toda a terra, contudo os cristãos de lá estão orando para que essa nação seja a próxima. Deus viu todos estes campos como brancos para a ceifa!
Esse Mesmo Princípio Foi Verdadeiro ao Longo de Toda História de Israel
Quando Moisés disse ao faraó, "Deixe ir o meu povo", foi porque Deus havia anunciado tempo de colheita. Tinha chegado a hora de Israel se libertar do cativeiro. Mas o faraó respondeu, "Quem é o Senhor para que lhe ouça eu a voz e deixe ir a Israel? Não conheço o Senhor, nem tampouco deixarei ir a Israel" (Êxodo 5:2).O faraó representa o sistema demoníaco de Satanás, incluindo as falsas religiões e a opressão que prende o povo em cativeiro.
Antes que Israel pudesse ser liberto, os poderes das trevas teriam de ser abalados. Então Deus atacou o Egito com nove calamidades naturais. Mas essas nove tragédias apenas endureceram o coração do faraó. Finalmente, veio uma calamidade tão devastadora, que todos no Egito – desde o governo até os cidadãos comuns – souberam que não se tratava apenas de a natureza fora de controle. Era Deus falando. O Senhor havia enviado um anjo da morte. E uma noite, o filho mais velho de toda família egípcia morreu. O filho do faraó foi incluído entre eles.
Bem no dia seguinte, Israel desfilou saindo do Egito. Cá estava a ceifa vinda imediatamente antes do juízo. Séculos depois, quando Jesus anunciou a colheita madura em Jerusalém, Ele sabia que o juízo estava preste a vir. Alguns anos após, o general Tito e seu exército invadiriam a cidade, e 1.200.000 pessoas seriam mortas. Muitos seriam presos à cruzes, e a própria cidade seria queimada. É por isso que Jesus advertiu Sua geração: "Vocês dizem que faltam quatro meses para a ceifa. Mas lhes digo, a colheita tem de começar agora. Vocês precisam estar na vontade de Deus, pois a maior calamidade está às portas. Eu os estou comissionando para terminarem a Minha obra. O tempo de começar a colheita é hoje".
Como Jesus descreveu a calamidade que viria? "Porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido, nem haverá jamais" (Mateus 24:21). Porém, antes dessa calamidade chegar, haveria a hora da colheita.
O Conceito de "Colheita" Foi Básico Para o Movimento de Crescimento da Igreja dos Anos 80
Há mais de duas décadas, os especialistas em crescimento da igreja começaram a se concentrar em novos métodos para produzir a colheita. Declararam, "A igreja deixou de ser relevante para a sociedade moderna. Está muito tradicional, inatingível, e precisa ser atualizada. Temos de nos tornar mais contemporâneos. Não podemos mais nos dar ao luxo de pensar pequeno".
Então os anos 80 foram proclamados como sendo "A Década da Colheita". E a partir daí nasceu o movimento "sensibilidade com aqueles que procuram", das mega-igrejas. Quase da noite para o dia, igrejas enormes começaram a brotar por todo o país. Muitas destas igrejas de repente tinham membros aos milhares ou dezenas de milhares. Algumas construíram dependências lembrando shopping centers, incluindo restaurantes e outras conveniências.
O que era chamado de "pensar pequeno" foi substituído pelo raciocínio corporativo. Os princípios morais das pessoas não deveriam mais ser desafiados. Pelo contrário, a igreja deveria se tornar "centrada nas necessidades", ministrando às necessidades das pessoas segundo estas indicavam em pesquisas.
Os cultos de adoração incorporaram as tecnologias mais recentes, "modernizando" a música e oferecendo produções teatrais. Os pastores ilustravam os sermões com clips dos filmes mais recentes, alguns destes filmes com restrições a menores de 17 anos segundo a lei americana. Parecia que a grande colheita estava a caminho.
Mas a "Década da Colheita" provou estar sendo construída sobre o alicerce errado. Um pastor chamado William Chadwick dirigia uma igreja que teve sucesso com esses princípios. Mas com o tempo, começou a sentir-se culpado por estar tão concentrado em números. Ele escreveu um livro chamado "Stealing Sheep" (roubando ovelhas), no qual cita estatísticas alarmantes.
O aspecto mais notável foi que, em dez anos, não houve crescimento apreciável entre as igrejas evangélicas. Pelo contrário, as mega-igrejas foram constituídas, em sua maioria de transferências de igrejas menores. As pessoas iam a busca da nova adoração estimulante e moderna, e da programação alimentar para os bebês. Muitos destes que "mudaram" eram pentecostais.
Pior, o movimento das mega-igrejas teve um efeito terrível sobre as igrejas menores. Estas não tinham os recursos para competir com igrejas gigantescas, que ofereciam todos os tipos de avanços e rebuscamento com sua programação centrada nas necessidades. Lentamente, o número das igrejas menores foi diminuindo, e muitas acabaram fechando as portas.
Um recente estudo feito pelo respeitado Grupo de Pesquisas Barna mostra que a igreja não só está estagnada, como está piorando. Um fato alarmante é que o número de jovens que freqüenta a igreja agora é menor do que antes. Simplificando, o movimento de crescimento da igreja acabou indo para trás em vez de para frente.
Finalmente, há uma estatística que me assusta mais do que qualquer outra. Ou seja, só um número diminuto de cristãos alguma vez ganhou uma alma para Cristo. Isso atualiza as palavras de Jesus de que "os trabalhadores são poucos".
Em toda cidade por onde viajo atualmente, os pastores me perguntam como construir uma igreja forte, que cresça. Olho essas cidades, e vejo vizinhanças pobres, assustadas com as pessoas oprimidas pelo pecado. Sei que Deus promete nos capacitar como ministros, se simplesmente entrarmos nesses campos de colheita que estão por perto, para colher almas. Pode-se construir uma grande igreja com estes pobres e fracos que estão sendo libertos do cativeiro de Satanás.
Alguns anos atrás, encontrei a colheita madura no gueto. Aconteceu quando fui às redondezas onde viviam os líderes das gangues, os viciados, as viúvas pobres, os alcoólatras e as prostitutas. Agora, alguns dos mais fortes ganhadores de almas que conheço são antigos membros de gangues como Nicky Cruz (http://www.nickycruz.org). Por todo o mundo, eles estão ganhando multidões para Cristo.
Imagine a Cena No Último Dia que Jesus Passou na Terra
Suponhamos que um pouco antes da ascensão de Jesus – ao antever a igreja e a colheita antes de Sua volta – Ele previsse uma queda. Sua alma então sofre, pois vê a apostasia crescente. Em vez da ceifa dos campos brancos, o Seu povo gasta o tempo e a energia procurando o sucesso do mundo e coisas materiais.
Então Jesus diz ao Pai, "Eles não vão fazer a colheita. Os campos brancos permanecem adormecidos. Enviarei um exército de anjos para fazer a ceifa". O Pai concorda, e subitamente milhares de seres celestiais aparecem na terra, irradiando um brilho sobrenatural. A cena seria tremenda: entes de um outro mundo vestidos de glória, pregando nas igrejas e em público. São vistos sendo entrevistados pelos repórteres dos jornais, do rádio e da TV. Falam da cruz, da ressurreição, da ascensão, do amor de Cristo, e do juízo final que virá. E falam com tanta eloqüência e convicção que todos ficam encantados. Eles são como muitos Jonas buscando e prevenindo o mundo.
Agora suponha que em pouco tempo, estes mesmos anjos radiantes fiquem cativados pelo mundo que os rodeia. Fiquem ligados em alimentos finos, bens materiais, riqueza e segurança. E logo comecem a aspirar e a se esforçar por sucesso, fama e fortuna. Em pouco tempo, ficam com inveja um do outro, mostrando raiva, orgulho, cobiça. Em outras palavras, ficam iguaizinhos à igreja de hoje!
Pergunto, que influência eles teriam no mundo? Como poderiam produzir uma colheita, estando tão presos ao mundanismo? O testemunho deles seria tornado nulo. E seriam esvaziados de todo poder espiritual, e vagariam desencorajados, com medo e dúvidas.
Diga, por que alguém haveria de querer o meu evangelho me vendo nesse estado, estressado e sem alegria? Por que iriam crer na mensagem de que "Jesus é suficiente, o meu tudo, o meu sustentador", se sempre estou temeroso, preocupado, sem paz?
Ninguém iria ouvir uma palavra minha. Antes, se perguntariam, "Que diferença produz o teu Cristo? Ele não parece ser um bom médico, se você está sempre desse jeito".
Amado, o nosso semblante conta. Ouça o que Cristo diz de Sua noiva, em Cantares: "Pomba minha…mostra-me o teu rosto, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e o teu rosto, amável" (Cantares 2:14). Cristo está nos dizendo basicamente, "Quero ver o teu sorriso". Essa é a descrição da tua fisionomia?
Não é Necessário Fazer Suposições Quanto ao Porque de Não Vivenciarmos Uma Grande Colheita de Almas
Jesus pôs a coisa de maneira simples: "A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos". Mas, por que há tão poucos trabalhadores? As igrejas agora estão empanturradas de crentes que dizem ser Cristo a razão de suas vidas. Milhões de dólares são gastos na construção de centros de adoração por todo lado.
A verdade é, se não somos capazes de colher almas – se as nossas vidas não refletem o poder transformador do evangelho que pregamos – então já anulamos a nós mesmos como trabalhadores. O nosso caminhar com Cristo deveria oferecer prova ao mundo de que as promessas de Deus são verdadeiras. Como obreiros, somos os instrumentos de ceifa nas mãos do Senhor. Nos dias de Cristo, esse instrumento era uma foice – uma lâmina comprida, curva, e com um cabo longo. Era forjada pelo ferreiro, que a punha no fogo, e a seguir sobre a bigorna onde a golpeava e moldava sua forma. Então todo o processo era repetido várias vezes, até que a lâmina cortante estivesse afiada e dura.
O paralelo é claro. Deus está forjando trabalhadores. Ele não está simplesmente golpeando o pecado. E esse processo de forja explica porque os trabalhadores são poucos. A maioria dos freqüentadores de igreja são como os milhares que foram voluntários a ir com Gideão no Velho Testamento. Deus viu o medo em muitos deles, sabendo que não suportariam o fogo, os golpes, a dureza. E dentre os milhares que seguiram Gideão, só trezentos foram escolhidos.
O mesmo acontece hoje. Os que são verdadeiramente chamados à colheita são chamados a suportar o refinamento, os fogos usados para dar a forma, e o martelar contínuo. Mas não muitos o conseguem.
Os Discípulos Foram Capacitados Por Deus em Sua Missão
Onde os discípulos começaram o ministério? Segundo essa passagem, Jesus os enviou aos oprimidos, aos pobres, aos dobrados sob o pecado e o cativeiro, sob hábitos que controlavam suas vidas.
Penso no ministério Desafio Jovem para recuperação das drogas e do álcool, com seus 500 centros pelo mundo. E penso nos números de outros ceifeiros que foram para outros países, e têm visto milagres de salvação ao ministrar junto aos mais necessitados, aos mais pobres, às pessoas mais presas ao diabo.
Eles estão começando a ceifar exatamente onde Jesus iniciou Sua colheita: entre as ovelhas perdidas, entre os cativos, os de coração partido, os prisioneiros, os leprosos, os cegos, os pobres, os que choram, os de coração pesado, os oprimidos, os transtornados.
Veja as palavras de Paulo: "Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as cousas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as cousas fracas do mundo para envergonhar os fortes; e Deus escolheu as cousas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são…a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus" (I Coríntios 1:26-29).
Prezado irmão, Jesus sabia o quê iríamos enfrentar nesses últimos dias: uma geração impregnada de pecado mais do que qualquer outra…estresse e solidão como nunca antes vividos pelo homem…tragédias financeiras, divórcio desenfreado, homossexualismo militante, imoralidade que provocaria rubor até no pior dos pecadores há só trinta anos atrás.
É por isso que Cristo busca trabalhadores que tenham se submetido aos fogos e tenham sido forjados. Ele quer um povo que se levante diante do mundo e proclame: "Deus está comigo! Satanás não pode me deter. Dê só uma olhada para a minha vida; passei por um fogo após outro, moído inúmeras vezes. Mas em tudo isso fui mais do que vencedor através de Cristo, que vive em mim. O que tenho pregado funcionou para mim. Sou uma prova viva de que Jesus é totalmente suficiente!".
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Filed Under (Arqueologia, Defesa da Fé) by Geração Maranata on 26-09-2010

A Bíblia é o livro mais bem preservado de todos os livros da antigüidade. A preservação da Bíblia foi um trabalho realizado pelos os homens, porém não temos como deixar de ver a mão de Deus atuando e fazendo com que tenhamos em mãos a autêntica Palavra de Deus.
Frases como estas: “A Bíblia foi mudada com o passar dos séculos”; “Os papas e os sacerdotes de Roma mudaram toda a Bíblia"; "Os originais estão escondidos no Vaticano”; “Vários livros foram retirados da Bíblia”; “O problema com a Bíblia é que há muitas traduções”; “Há muitas Bíblias diferentes”.
Por trás de todas elas, há um só temor: que a mensagem de Deus, entregue no passado aos homens, tenha sido desfigurada e corrompida como tudo o que passa pela mão da humanidade. Há também a desconfiança do homem e da mulher comum, acostumados a ver manipulação da informação em muitas ocasiões, e imaginando que o mesmo poderia ter sido realizado com a Bíblia.
É verdade que a Bíblia foi mudada com o passar do tempo?
Quando alguém fala da Bíblia como tendo sido alterada, é importante indagar em primeiro lugar, qual mudança o questionador tem em mente. Quando nos defrontamos com pessoas que têm esta dúvida, normalmente, a pessoa não pode citar nenhum caso específico de alteração. Fala-se muito sobre o Vaticano ou dos imperadores romanos. Outros falam de “livros proibidos” ou de “livros retirados ou perdidos” da Bíblia. Mesmo nestes casos, todas as referências são vagas e incertas. Pouquíssimos têm algo concreto a perguntar.
Quem não a conhece ou só tem conhecimento dela de segunda mão, muitas vezes por meio da imprensa sensacionalista, acaba desconfiando dela ou julgando que está corrompida, como os próprios meios de comunicação que lhe passaram informações falsas.
A aceitação da Bíblia como livro inspirado por Deus é um ato e decisão de fé: isto quer dizer que não se aceita este ensino sem confiar em Deus. Contudo, a Escritura não apela para a irracionalidade ou superstição. Quando estudamos a Bíblia à luz de certos conhecimentos humanos, percebemos facilmente a inspiração divina da Bíblia.
Se a Bíblia fosse um livro, “cheio de erros”, como dizem alguns, a afirmação de ser um livro inspirado por Deus estaria comprometida, pois, se um livro erra a todo instante, é obra humana e de pouco valor. Contudo, o que se observa é que a Bíblia é um livro “cheio de acertos” em todas as áreas do conhecimento humano: história, geografia, ciências biológicas, psicologia, etc. Embora a Bíblia não seja livro texto destas matérias, suas afirmações em cada uma destas áreas, sempre podem ser verificadas como correta.
Os críticos precisam eliminar a credibilidade na Bíblia, pois sem ela, eles se sentem à vontade para praticar todo tipo de atos perversos. A Bíblia é um tropeço na vida de tais pessoas, pois aponta e condena seus pecados que eles mesmos não querem largar.
Um dos modos mais usados para desacreditar a Bíblia é a criação de heresias para deturpar a mensagem dando a ela uma nova interpretação fora do contexto, como fazem várias religiões que neguem a inspiração divina da Bíblia, mas a usam para apoiar suas próprias doutrinas religiosas e com isso dar credibilidade a mesma. .
Mas é justo perguntar: a Bíblia merece crédito ?
A Bíblia pode resistir aos ataques que constantemente os críticos lançam contra ela?
Pretendemos usar a apologética propriamente dita, lançando mão de várias descobertas científicas principalmente arqueológicas como meio de refutação às criticas levantadas.
Outro fato são as profecias bíblicas. As profecias são uma das provas mais importantes a favor da inspiração Bíblica. Só um livro escrito sob a direção de Deus, poderia prever detalhes da história e, sobretudo, da carreira de Jesus na terra, com tanta precisão e antecedência.
A BÍBLIA MERECE CONFIANÇA POIS FOI BEM CONSERVADA
Os boatos sobre supostos erros da Bíblia baseiam-se no desconhecimento sobre como a Bíblia foi formada e como foi transmitida até hoje. Imagina-se que o processo de formação e transmissão da Bíblia desde a antigüidade até hoje, tenha sido um processo obscuro, cheio de falsificações e de interferências humanas.
A verdade é que a Bíblia atravessou os séculos, desde sua origem até hoje, em um processo que pode ser acompanhado pela análise da própria Escritura. A Bíblia foi redigida durante aproximadamente 1500 anos, desde o primeiro escritor, Moisés em 1440 a. C., até o último, o apóstolo João, que morreu pouco antes do ano 100 A.D. Depois disto, ela foi transmitida até nossos dias.
A integridade da evidência manuscrita
Como qualquer antigo livro que chegou a nós através de um grande número de manuscritos a pergunta que nos vem é se podemos confiar que eles são realmente como os originais. Vamos ver as comprovações que temos para a integridade dos livros do Novo Testamento?
Vamos comparar a evidência manuscrita para a Bíblia com outros escritos antigas de igual época.
a) Tácito, o historiador romano, escreveu seus Anais da Roma Imperial em aproximadamente D.C. 116. Só um manuscrito restou de seus trabalhos. Foi copiado em aproximadamente 850 D.C.
b) A Ilíada de Homero foi escrita ao redor de 800 A.C. Era tão importante para os gregos antigos como a Bíblia era aos hebreus. Há mais de 650 manuscritos que permanecem mas eles datam de 200 a 300 D.C. que são mais de mil anos depois que foi escrita.
Os Manuscritos
Um manuscrito é qualquer documento "escrito a mão", tradução literal do latim manu scriptum, em oposição a documentos impressos ou reproduzidos de outras maneiras, como a tipografia.
Autógrafos – 586 A.C. Jerusalém foi destruída pelo rei babilônico Nabucodonosor. Os judeus foram levados em cativeiro para a Babilônia. Eles permaneceram na Babilônia sob o Império Medo-persa e lá começaram a falar aramaico.
• 555-545 A.C. O Livro de Daniel 2:4 a 7:28 foram escritos em aramaico.
• 425 A.C. Malaquias, o último livro do Velho Testamento, foi escrito em hebreu.
• 400 A.C. Ez. 4:8 a 6:18; e 7:12-26 foram escritos em aramaico.
Papiros — Produzidos quando o movimento iniciado pelos discípulos de Jesus ainda era ilegal. Datam dos séculos II e III d.C e constituem valioso testemunho da veracidade do Novo Testamento, pois surgiram há apenas uma geração dos Autógrafos, que eram os Manuscritos originais.
Os mais conhecidos, que levam o nome de seus descobridores ou do local onde foram achados, são:
• Fragmento de John Rylands – [117 – 118 d.C] Encontrado no Egito em 1930. Contém parte do Evangelho de João;
• Papiros de Bodmer – [175 – 225 d.C] O p66 contém parte do Evangelho de João e data do ano 200; o fragmento p72 contém cópias de Judas e de I e II Pedro; e o p75 contém a mais antiga cópia do Evangelho de Lucas;
• Papiros Chester Beaty – [250 d.C] Contendo quase todo o Novo Testamento. O p45 contém os Evangelhos e o livro de Atos dos Apóstolos; o p46, a maior parte das cartas de Paulo; e o p47, parte do Apocalipse;
• Papiros de Oxirrinco [século III d.C] Diversos manuscritos encontrados no Egito em 1898.
• Manuscrito Oriental nº 4445 do Museu Britânico – trata-se de uma cópia do Pentateuco (Gênesis 39.20 a Deuteronômio 1.33) cujo texto remonta a 850 d.C.
Unciais — Manuscritos em caracteres maiúsculos, escritos em velino e pergaminho, constituem os escritos mais importantes do Novo Testamento dos séculos III a V. Existem cerca de 297 Unciais, entre eles:
• Códice Alexandrino – Data do século V;
• Códice Beza ou Cambridge – Cerca de 500 d.C; é o manuscrito bilíngüe mais antigo do Novo Testamento. Foi escrito em Grego e Latim;
• Códice Efraimita – Originou-se em Alexandria, no Egito, em cerca de 345 d.C;
• Códice Sinaítico [Álefe] – Data do século IV e possui poucas omissões;
• Códice Vaticano – É o mais antigo dos Unciais [325 – 350 d.C] e foi desconhecido dos estudiosos bíblicos até 1475, quando foi catalogado na Biblioteca do Vaticano. Contém a maior parte do Velho Testamento [Septuaginta / LXX] com os Apócrifos e o Novo Testamento em Grego;
• Códice dos Profetas Anteriores e Posteriores da Sinagoga Caraíta do Cairo. Foi escrito em Tiberíades em 895 d.C. Os Profetas Anteriores são: Josué, Juízes, Samuel, Reis. Os Profetas Posteriores são: Isaías, Jeremias, Ezequiel, Os Doze (Profetas Menores).
• Códice Petropolitano, escrito em 916 d.C. (ou 930 d.C.), veio da Criméia. Contém apenas os Profetas Posteriores. Está na biblioteca de Leningrado (a antiga Petrogrado, donde deriva o nome Petropolitano).
• Códice de Alepo, de cerca de 980 d.C. contém todo o texto do Antigo Testamento. Era guardado zelosamente pela sinagoga sefárdica de Alepo. Foi contrabandeado em anos recentes da Síria para Israel. Será utilizado como base da nova Bíblia Hebraica, em preparo pela Universidade Hebraica, de Jerusalém.
• Códice de São Petersburgo (B 19a) Está na biblioteca de Leningrado (Rússia). Foi escrito cerca do ano 1000 d.C. Foi copiado no ano 1008-9 d.C., no Cairo. Este, por um tempo, foi o mais antigo manuscrito completo do Antigo Testamento com data conhecida. Ele é a base da moderna Biblia Hebraica Stuttgartensia.
Minúsculos — Manuscritos em caracteres minúsculos que datam dos séculos IX ao XV, somando mais de 4000 documentos, entre Manuscritos e Lecionários.
Manuscritos do Mar Morto
Os manuscritos mais antigos oriundos dos trabalhos dos Massoretas são dos anos 900 a 1000 d.C. Apesar de serem tão distantes dos originais, a arqueologia tem demonstrado que eles fizeram um bom trabalho ao preservar o texto hebraico. Os manuscritos encontrados no Mar Morto (pertenciam a uma comunidade de Essênios de Qumran) datados, em geral, de 100 a.C – 100 d.C., confirmam a exatidão do chamado Texto Massorético, embora haja mais de 1000 anos de distância entre estes achados arqueológicos e os mencionados manuscritos dos massoretas.
Os Manuscritos de Quram foram encontrados casualmente em uma gruta, nas encostas rochosas da região do Mar Morto, na região de Jericó, em março de 1947 por um pastor beduíno que buscava uma cabra perdida de seu rebanho. São jarros contendo manuscritos de inúmeros documentos dos Escritos Sagrados de uma seita judaica que existiu na época de Jesus, os Essênios. Várias outras grutas foram encontradas após este achado, com muitos outros documentos.
Esta foi considerada a maior descoberta de manuscritos da época moderna e a mais importante na região da Terra Santa.
Os Manuscritos ou Documentos do Mar Morto tiveram grande impacto na visão das Escrituras, pois fornecem espantosa confirmação da fidelidade dos Textos Massoréticos aos originais. O estudo da cerâmica dos jarros e a datação por carbono 14 estabelece que os documentos foram produzidos entre 168 a.C e 233 d.C Destacam-se, nestes documentos, textos do profeta Isaías, fragmentos de um texto do profeta Samuel, textos de profetas menores, parte do livro de Levítico e um Targum [Paráfrase] de Jó.
Os famosos Manuscritos foram encontrados e revelaram algo admirável: tudo o que está escrito na Palavra de Deus é verídico! Estes Manuscritos antiquíssimos foram encontrados mais exatamente em Qumran. Neste lugar existem muitas cavernas, e como o local está num deserto, foi fácil esconder o material em jarros de barro lacrados, que foram postos nas cavernas.
Somente há cerca de 60 anos eles foram encontrados, e neste achado temos quase todo o Velho Testamento completo. Estes manuscritos só puderam resistir ao tempo porque foram colocados em potes de barro e lacrados. Um dos fatores que ajudou a sua conservação foi a baixa umidade da região e o isolamento dos manuscritos de contato com humanos. Os especialistas já examinaram grande parte dos manuscritos achados, porém nada há que possa nos surpreender ou mudar aquilo que temos como a Palavra de Deus.
Os críticos esperavam que esta descoberta revelasse coisas completamente diferentes das que possuímos na Bíblia. Para eles foi uma grande decepção! Os estudos revelaram sim, que há uma grande exatidão na Palavra que temos em nossas mãos, não havendo, realmente, nada de significativo a retirar-se ou a acrescentar-se à Bíblia.
O material de confecção dos manuscritos é o papiro, que é uma planta que nasce à beira dos brejos. Esta planta é como uma pequena cana, fina, que quando seu caule é cortado ao meio, entrelaçado com outros do mesmo tipo e prensado (para retirar a água da planta), ele forma uma folha de papel que era utilizada para escrever livros, mensagens, relatórios, etc. Isto é o que foi achado em Qumran e está exposto no "Museu do Livro" em Jerusalém.
Foram encontrados em Qumran cerca de 823 manuscritos, sendo que a maior parte é de livros bíblicos ou relacionados. Alguns manuscritos achados em Qumran, além do supracitado manuscrito de Isaías, são:
• O comentário de Habacuque (1QpHb) que tem apenas os capítulos 1 e 2, datado de cerca de 100-50 a.C.
• O rolo de Isaías da Universidade de Jerusalém (1QIsb) datado de cerca de 50 a.C. contendo parte do livro. Não confundir com o outro rolo de Isaías mencionado antes.
• Fragmentos de Levítico (1QLv) contém os capítulos 19-23. Este tem sido datado entre os séculos IV e II a.C. Está grafado com páleo-hebraico, uma forma arcaica de escrever.
• 4QSmª do livro de Samuel, datado do primeiro século a.C.
• 4QSmb, uma cópia de textos de Samuel, talvez seja o manuscrito mais antigo descoberto em Qumran. Datado de cerca de 225 a.C. ou antes, com uma ortografia primitiva.
• 4QXIIª é uma copia dos Profetas Menores datada do século terceiro a.C.
Há centenas de outros manuscritos de Qumran que podiam ser mencionados. Estes bastam, contudo, para mostrar que temos encontrado materiais muito antigos e que eles somente tem aumentado nossa confiança no texto bíblico, na certeza que ele foi bem preservado e transmitido até os dias de hoje.
Manuscritos do NT
Um famoso teólogo do início do século XIX, F.C.Baur, dizia que o evangelho de João só tinha sido escrito por volta do ano 160 d.C., negando a origem apostólica do documento. Porém no século XX foi encontrado um fragmento do evangelho de João, no Egito, datado de 125 d.C., derrubando completamente a teoria daquele "erudito". Este papiro (tecnicamente conhecido como Papiro 52), contém poucos versos do evangelho de João (18.31-33, 37-38), mas era o texto mais antigo do Novo Testamento que conhecíamos e mostra que o evangelho que havia sido escrito depois de 90 d.C. já tinha alcançado uma cidade do Egito em menos de 35 anos! É desta forma que as descobertas recentes confirmam o relato e o texto da Bíblia.
The Times, um famoso jornal inglês publicou em sua primeira página na véspera do natal de 1994 a notícia: “Um papiro que se acredita ser o mais antigo fragmento existente do Novo Testamento foi encontrado na biblioteca de Oxford” “Ele fornece a primeira prova material de que o Evangelho segundo Mateus é um relato de testemunha ocular, escrito por contemporâneos de Cristo”. A reportagem apoiava-se no trabalho de um respeitado estudioso bíblico alemão, o paleógrafo Carsten Peter Thiede. O papiro estava na biblioteca do Magdalen College (Faculdade Madalena), e havia recebido em 1953 uma datação errada, situando-o no fim do segundo século A.D., e portanto, não despertava atenção. A data atualmente proposta para este papiro é 50 A.D.! “Estes fragmentos são provas importantes da sofisticação e ambição institucionais da igreja antes da destruição do Templo, sugerindo uma bem planejada estratégia eclesiástica em ação nos meados do século I A.D”.
Os escritos do Novo Testamento se utilizaram do Grego Koiné (Comum – No sentido de mesmo idioma para todos), amplamente conhecido e utilizado no século I em conseqüência do império de Alexandre – O Grande. Esse idioma possuía muitos recursos lingüísticos e precisão técnica, não encontrados no hebraico, o que permitiu uma maior e mais rápida propagação dos textos entre os povos (Assim como o inglês moderno, nos tempos atuais). É plenamente aceitável dizer que o idioma grego foi escolhido pelo Espírito Santo para difundir a Palavra a todos os povos naqueles dias e nos atuais, pelas características inerentes ao idioma.
Os manuscritos originais [Autógrafos] não existem mais, e foram reconstituídos a partir de cópias produzidas pelos primeiros pais da Igreja. Também foram utilizados nesta reconstituição os livros Apócrifos, documentos considerados não inspirados e comentários documentais dos mesmos pais da Igreja que produziram as cópias. Os originais desapareceram principalmente devido à fragilidade do material utilizado para escrever os livros, e pela ilegalidade do movimento, em seu início, o que implicava perseguição à Igreja. A veracidade dos escritos, no entanto, pode ser comprovada historicamente pelos motivos abaixo:
• Existem cerca de 5.400 escritos do Novo Testamento;
• Inscrições e gravações em paredes, pilares, moedas e outros lugares são testemunhos do Novo Testamento;
• Lecionários, que eram livros muito utilizados nos cultos da Igreja, continham textos selecionados das Escrituras para leitura, incluindo o Novo Testamento [séculos IV e VI];
• O estilo dos escritos confere com aqueles utilizados no século I [Grego Koiné];
• Os Escritos de Marcos [50 a 70 d.C];
• Os escritos foram redigidos num momento muito próximo aos acontecimentos que os geraram;
• Os livros apócrifos, apesar de não canônicos, apresentam dependência literária dos textos canônicos, chegando a imitá-los no conteúdo e forma literária, e citam vários livros que compõem o Novo Testamento;
• Os primeiros pais da Igreja comentam e fazem citações de praticamente todo o Novo Testamento;
• Vários papiros contendo fragmentos do Evangelho de João foram encontrados no Egito, anteriormente datado do século II, porém hoje se sabe que a datação é bem anterior, cerca de 50 d.C.
A BÍBLIA MERECE CONFIANÇA, POIS ESTÁ BEM TRADUZIDA
Surge, então, uma questão. De que adianta uma Bíblia inspirada por Deus, bem conservada pelos séculos, mas que tem inúmeras traduções conflitantes? Na verdade, esta insinuação é falsa. A Bíblia é o livro mais e melhor traduzido no mundo, de todas as épocas.
Hoje, as traduções da Bíblia feitas por eruditos, especialistas nas línguas antigas e modernas têm dado cada vez mais certeza da compreensão da vontade de Deus e do evangelho.
Embora existam muitas igrejas e muitas doutrinas, elas não se baseiam em “diferenças de traduções da Bíblia”. Uma Bíblia publicada por uma editora católica, os irmãos de Jesus ainda são irmãos de Jesus, não foi mudança para “primos”, por exemplo. Eles não ousaram traduzir a palavra de outra forma. Nas notas de pé de página, há a explicação católica de que a palavra irmãos pode significar primos de Jesus. No caso de Atos 2.38, todas as traduções ensinam que o batismo é “para remissão de pecados”. Embora o mundo evangélico, em sua maioria, não aceite esta expressão, não ousam mudar sua tradução: em todas as Bíblias evangélicas em português, o batismo, em Atos 2.38, é “para remissão de pecados”.
ARQUEOLOGIA BÍBLICA
Muitas são as objeções que se levantam contra a veracidade da Bíblia; objeções estas fincadas no naturalismo e ceticismo dos pressupostos da critica negativa.
Por muito tempo vários episódios descritos na Bíblia foram considerados não históricos. Contudo, descobertas após descobertas foram confirmando, fatos bíblicos que outrora considerado apenas lenda, era de fato historia real. Daremos um pequeno resumo logo abaixo:
Novas escavações, achados arqueológicos, escritos antigos, descobertas surpreendentes e avanços no conhecimento científico confirmam o que a Bíblia diz. Um recente documentário da BBC comprovou que o êxodo dos israelitas do Egito foi real.
Israel no Egito – O relato bíblico da saída do povo de Israel do Egito pode ser comprovado cientificamente. Segundo um documentário da televisão britânica BBC, os resultados de pesquisas científicas e os achados e estudos de egiptólogos e arqueólogos desmentem a afirmação de que o povo de Israel jamais esteve no Egito. Contrariamente às teses de alguns teólogos, que afirmam que o livro de Êxodo só foi escrito entre o sétimo e o terceiro séculos antes de Cristo, os pesquisadores consideram perfeitamente possível que o próprio Moisés tenha relatado os fatos descritos em Êxodo – o trabalho escravo do povo hebreu no Egito, a divisão do Mar Vermelho e a peregrinação do povo pelo deserto do Sinai. Eles encontraram indícios de que hebreus radicados no Egito conheciam a escrita semita já no século 13 antes de Cristo. Moisés, que havia recebido uma educação muito abrangente na corte de Faraó, teria sido seu sábio de maior destaque. E isso teria dado a ele as condições para escrever o relato bíblico sobre a saída do Egito, conforme afirmou também um documentário do canal cultural franco-alemão ARTE.
Segundo o documentário, algumas inscrições encontradas em palácios reais egípcios e em uma mina, bem como a descrição detalhada da construção da cidade de Ramsés, edificada por volta de 1220 a.C. no delta do Nilo, comprovariam que os hebreus realmente viveram no Egito no século 13 antes de Cristo. A cidade de Ramsés só existiu por dois séculos e depois caiu no esquecimento, portanto, o relato só poderia vir de uma testemunha ocular. Também as dez pragas mencionadas na Bíblia, que forçaram Faraó a libertar o povo de Israel da escravidão, não poderiam ser, conforme os pesquisadores, uma invenção de algum escritor que viveu em Jerusalém cinco séculos depois…
Muitas personagens bíblicas foram tidas como não históricas, mas que recentemente as descobertas tem mostrado que eram pessoas reais como bem descreve a Bíblia. Eis algumas:
Sargão: o arqueólogo francês Paul-Émile Botta em 1843 fez escavações em Corsabad e encontrou vestígios do "lendário" Sargão.
Belsazar: Tempos atrás o nome de Belsazar foi tido como lenda. Contudo no século 19 descobriu-se alguns cilindros com inscrições cuneiformes. O escrito mencionava uma certa oração ao filho de Nabonido cujo nome era Belsazar. Também havia a discrepância de que a Bíblia mencionava-o como rei, enquanto as inscrições o chama de filho de Nabonido, sendo ele na verdade um príncipe. Mas novas inscrições encontradas em escavações relatam a estreita união entre Belsazar e Nabonido na regência do reino. Também o nome rei podia ser dado mesmo a um regente abaixo do rei oficial. Escavações arqueológicas feitas na Síria descobriram uma estátua de um governante com duas inscrições em línguas diferentes, uma delas mencionava-o como governador a outra como rei.
Joaquim: Importantes inscrições babilônicas mencionam uma lista de rações dadas a um certo "Yaukin (Joaquim), rei de iahudu (Judá)".
Davi: A existência do rei Davi era considerada como lenda até 1993 quando foi descoberta uma pedra de basalto contendo a inscrição "Casa de Davi". Provando assim que se há uma casa (dinastia) de Davi, houve de fato um personagem real histórico que a deu origem.
Balaão: Em Deir Alá, localizado no vale do Jordão, foi descoberta uma inscrição aramaica de meados do século VIII, mencionando o vidente Balaão (Nm. 22-24).
Muitas cidades que outrora eram conhecidas apenas nos relatos bíblico foram desenterradas por escavações arqueológicas. Eis algumas delas:
Cidades antediluvianas: Eridu, Obeide, Ereque, Susa, Tepe Gawra, Sipar, Larsa tem sido desenterradas com utensílios da época ainda intactos, com isso muito dos costumes daqueles povos primitivos foram expostos ao conhecimento moderno.
Ur dos Caldeus: O arqueólogo Sir Charles Leonard Woolley descobriu Ur dos Caldeus.
Cidades Bíblicas como Faleg e Sarug, Nacor, Tare e Harã foram mencionadas em textos cuneiformes encontrados em Mari uma antiga cidade do século XIX a.C. Pelos arquivos do palácio de Mari as cidades de Harã e Nacor eram cidades florescentes em 1.900 a.C.
Siquém: "Escavações foram empenhadas em Siquém, primeiramente pelas expedições austríaco-alemãs em 1913 e 1914; posteriormente no período de 1926 a 1934, sob a responsabilidade de vários arqueólogos; e, por fim, por uma expedição americana no período de 1956 a 1972 […] A escavação na área sagrada revelou uma fortaleza na qual havia um santuário e um templo dedicado a El-berith, 'o deus da convenção'. Este templo foi destruído por Abimeleque, filho do juiz Gideão (Veja Jz 9) e nos proporcionou uma data confiável acerca do 'período teocrático'. Recentemente, nas proximidades do monte Ebal (Veja Dt 27.13), foi encontrada uma estrutura que sugere identificar um altar israelita. Datado do 13º ou 12º século a.C., o altar pode ser considerado como contemporâneo de Josué, indicando a possibilidade de o altar ter sido construído pelo próprio líder hebreu, conforme é descrito em Deuteronômio 27 e 28". (Horn, Siegfried H, Biblical archaeology: a generation of discovery, Andrews University, Berrien Springs, Michigan, 1985, p.40).
Arade: "Escavações realizadas por Y. Aharoni e R. B. K. Amiran no período de 1962 a 1974 comprovaram a existência de Arade – 30 km ao nordeste de Berseba" (The New Bible Dictionary, Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc., 1962). "O local consiste em um pequeno monte superior ou acrópole onde as escavações revelaram ser a cidade da Idade do Ferro". (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper's Bible Dictionary, San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985).
Susã: "Escavações conduzidas por Marcel Dieulafoy no período de 1884 a 1886 comprovaram a existência da cidade de Susã". (Douglas, J. D., Comfort, Philip W. & Mitchell, Donald, Editors. Who's Who in Christian History,Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc., 1992.)
Nínive: Em 1845, um explorador inglês A H Layard descobriu Nemrod que na Bíblia se chama Cale. Nínive foi encontrada nas escavações de Austen H. Layard no período de 1845 a 1857.
Betel: "W. F. Albright fez uma escavação de ensaio em Betel em 1927 e posteriormente empenhou uma escavação oficial em 1934. Seu assistente, J. L. Kelso, continuou as escavações em 1954, 1957 e 1960" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper's Bible Dictionary, San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985).
Dafca: onde ficava a mina de Ramsés II foi descoberta por Flinders Petrie, arqueólogo inglês em 1904.
Cades-Barnéia: (Deut. 1.19) Esta antiga cidade Bíblica tem sido identificada com Ain Kadees, um oásis.
Hititas: Duvidava-se da existência deste povo até uma escavação feita em 1905 descobrir uma enorme quantidade de inscrições cuneiformes. A tradução mencionava um povo cuja Bíblia chamava de filhos de het. Os escombros das cidades hititas foram expostos ao mundo novamente.
As muralhas de Jericó: O dr. John Garstang, diretor da Escola Britânica de Arqueologia de Jerusalém e do Departamento de Antiguidades do governo da Palestina (1930-36), descobriu em suas escavações que o muro realmente "foi abaixo"; caiu, e que era duplo. Os dois muros ficavam separados um do outro por uma distância de cinco metros. O muro externo tinha dois metros de espessura e o interno, quatro metros. Os dois tinham cerca de dez metros de altura. Eram construídos não muito solidamente, sobre alicerces defeituosos e desnivelados, com tijolos de dez centímetros de espessura, por trinta a sessenta centímetros de comprimento, assentados em argamassa de lama. Eram ligados entre si por casas construídas de través na parte superior. Garstang verificou também que o muro externo ruiu para fora, pela encosta da colina, arrastando consigo o muro interno e as casas, ficando as camadas de tijolos cada vez mais finas à proporção que rolavam ladeira abaixo. O dr. Garstang pensa haver indícios de que o muro foi derribado por um terremoto, o que pode ser, perfeitamente unia conseqüência da ação divina.
Jericó: "Jericó foi a mais velha fortaleza escavada". (Horn, Siegfried H. Biblical archaeology: a generation of discovery, Andrews University, Berrien Springs, Michigan, 1985, p. 37). "A cidade de Jericó é representada hoje por um pequeno montículo de área […1 A cidade antiga foi escavada por C. Warren (1867), E. Sellin e C. Watzinger (1907-09), J. Garstang (1930-36), e K. Kenyon (1952-58)". (Achtemeier, Paul J., Th.D. Harper's Bible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985). "A primeira escavação científica em Jericó (1907-9) foi feita por Sellin e Watzinger em 1913". (The New Bible Dictionàry Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc., 1962).
Dã – "A escavação de Dá começou em 1966 sob a direção de Avraham Biran". (Horn, Siegfried H., Biblical archaeology: a generation of discovery, Andrews University, Berrien Springs, Michigan, 1985, p.42). "Primeiramente chamada Laís, esta cidade é mencionada nos textos das tábuas de Mari e nos registros do faraó Thutmose III, no século XVIII a.C. É identificada como Tel Dá (moderna Tell el-Qadi) e localiza-se no centro de um vale fértil, próximo de uma das principais fontes de alimentação, o Rio Jordão […] Tel Dá tem sido escavada por A. Biran desde 1966. A primeira ocupação no local remonta ao terceiro milênio antes de Cristo". (Achtemeier, Paul J., ThU, Harper's Bible Dictionary, San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).
Cafarnaum – "Cafarnaum foi identificada desde 1856 e, a partir de então, tem sido alvo de escavações nos últimos 130 anos" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harpers Bible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985).
Corazim – "Escavações na atual cidade deserta indicam que ela abrangeu uma área de doze acres e foi construída com uma série de terraços com o basalto da região montanhosa local" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper's Bible Dictionary San Francisco: Harper ando 10.
Éfeso – "Arqueólogos austríacos encontraram em escavações, no século passado, um teatro de 24.000 assentos, bem como muitos outros edifícios públicos e ruas do primeiro e segundo séculos depois de Cristo, de forma que a pessoa que visita o local pode ter uma boa impressão da cidade como foi conhecida pelo apóstolo Paulo" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harpers Bible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).
Jope – "Durante escavações no local da antiga cidade de Jope (XIII a.C.) o portão da fortaleza foi descoberto…" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper's Bible Dictionary, San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985).
Edom (atual Petra ) – Sua descoberta ocorreu em 1812 graças ao explorador suíço Johann Ludwig Burckhardt.
A Criação
Alega-se por vezes que as narrativas de Gênesis não passam de um refinamento de lendas de povos pagãos.
Os primeiros relatos de Gênesis sobre a criação, um jardim paradisíaco, a queda do homem, a árvore da vida, o dilúvio, a arca e a dispersão das raças tem encontrado paralelo em vários documentos extrabíblicos.
A queda do primeiro casal é relatado em documentos da Pérsia, Babilônia, Índia, Grecia, China etc… Os detalhes incrementados com cores politeísta dão o toque diferencial entre estes e o documento mosaico. No entanto, de modo geral, a mensagem central transmitida é sempre a mesma: o primeiro casal eram livres, andavam nus, mas em dado momento ofenderam os deuses e caíram no desfavor destes. Dois antigos sinetes babilônicos mostram a figura de um homem e uma mulher nus seguidos por uma serpente.
Apesar de documentos como Enuma Elish, e os épicos de Atrahasis e Gilgamesh mostrarem um paralelo incrível com Gênesis, no entanto, não podemos ver nisso nada mais que distorções de eventos reais. Não há de supor que os eventos descritos em Gênesis são apenas plágios refinados ao gosto mosaico destes documentos.
Contudo, estudiosos ao analisarem tais documentos viram que existem mais diferenças que similaridades. "No Oriente Médio antigo, a regra é que relatos ou tradições simples dão lugar (por acréscimo ou adorno) a lendas elaboradas, mas não o inverso."
Merryl Unger explica que "Suas semelhanças se devem a uma mesma herança, onde cada raça de homens manteve, de geração em geração, os históricos orais e escritos da história primeira da raça humana."
Também a incrível precisão cientifica do livro atesta contra todas essas alegações. Como explicar que no geral Gênesis se enquadra fielmente na ordem que a moderna ciência dá aos eventos da criação?
O Dilúvio
Os críticos dizem que o dilúvio é apenas um plágio de antigas lendas pré-históricas.
Antigamente era objetado que o dilúvio bíblico era algo fictício. Todavia, com a descoberta do Épico de Atrahasis e Gilgamesh que relatavam antigas histórias de um dilúvio, o pêndulo dos céticos oscilaram para outro lado: o de insinuar que o dilúvio bíblico a exemplo da criação, fora um plágio destas narrativas. Fora estes dois relatos encontramos ainda vestígios de um dilúvio nas literaturas de vários povos do mundo tais como os gregos, hindus, chineses, mexicanos, algonquinos, havaianos, sumerianos, guatemaltecos, australianos e muitos outros povos ainda.
Escavações levadas a cabo pelo arqueólogo Woolley, encontraram a colina de Ur e descobriram camadas de limo acima do nível do rio. O mar havia depositado restos de pequenos animais marinhos naquele lugar.
"Ao pé da velha torre escalonada dos sumérios, em Ur, no baixo Eufrates, podia-se descer por uma escada ao fundo dum estreito poço e ver e apalpar os restos de uma imensa inundação – uma camada de limo de quase três metros de espessura. E pela idade das camadas que indicavam estabelecimentos humanos e nas quais se podia ler o tempo como calendário, podia-se também determinar quando tivera lugar essa inundação. Ocorreu pelo ano 4.000 a.C.!" (E A Bíblia Tinha Razão… pg.45). Outras escavações foram feitas em Quis cidade próxima à Babilônia, assim como em Fará e Nínive, em todas elas constavam vestígios de uma inundação repentina.
Tirando os detalhes fictícios o Épico Gilgamesh, narra de forma incrível como se deu este dilúvio. Até mesmo a situação geográfica da tempestade e seus fenômenos meteorológicos. Segundo a narração tudo indica que ocorreu um gigantesco ciclone que culminou no dilúvio. Fenômenos naturais em escala menor ainda é visto em muitas ilhas como na Baia de Bengala que em 1876 adentrou 141 milhas à terra com ondas de até 15 metros de altura matando centenas de pessoas.
Outro fato interessante é que o principal veículo de escape de Noé é associado intimamente com o diluvio por tais documentos extrabíblicos. Os documentos babilônicos falam dele como um barco em que um homem escapou da terrível catástrofe. Este barco teria aterrado em um monte.
Sendo assim, aqueles que identificam o dilúvio com a ultima grande modificação acontecida ao fim da Era Glacial, em 7.500 a.C coloca o inicio da humanidade em tempos bem mais recuado. Segundo esta teoria, o derretimento do gelo represado no Mar Negro causou um síbito e violento vazamento de água, submergindo as terras férteis da Europa Central. Teoria proposta pelos oceanógrafos William Ryan e Walter Pitman, da Universidade Columbia.
Jesus
Fontes Não-Bíblicas Atestam a Historicidade de Jesus:
Flávio Josefo (37-100 d.C.). O historiador Josefo que viveu ainda no primeiro século (nasceu no ano 37 ou 38 e participou da guerra contra os romanos no ano 70, escreveu em seu livro Antiguidades Judaicas: "(O sumo sacerdote) Hanan reúne o Sinedrim em conselho judiciário e faz comparecer perante ele o irmão de Jesus cognominado Cristo (Tiago era o nome dele) com alguns outros" (Flavio Josefo, Antiguidades Judaicas, XX, p.1, apud Suma Católica contra os sem Deus, dirigida por Ivan Kologrivof. Ed José Olympio, Rio de Janeiro 1939, p. 254). E mais adiante, no mesmo livro, escreveu Flávio Josefo: "Foi naquele tempo (por ocasião da sublevação contra Pilatos que queria servir-se do tesouro do Templo para aduzir a Jerusalém a água de um manancial longínquo), que apareceu Jesus, homem sábio, se é que, falando dele, podemos usar este termo — homem. Pois ele fez coisas maravilhosas, e, para os que aceitam a verdade com prazer, foi um mestre. Atraiu a si muitos judeus, e também muitos gregos. Foi ele o Messias esperado; e quando Pilatos, por denúncia dos notáveis de nossa nação, o condenou a ser crucificado, os que antes o haviam amado durante a vida persistiram nesse amor, pois Ele lhes apareceu vivo de novo no terceiro dia, tal como haviam predito os divinos profetas, que tinham predito também outras coisas maravilhosas a respeito dele; e a espécie de gente que tira dele o nome de cristãos subsiste ainda em nossos dias". (Flávio Josefo, História dos Hebreus, Antiguidades Judaicas, XVIII, III, 3 , ed. cit. p. 254). (1, pg. 311 e 3).
Tácito (56-120 d.C.) – Tácito, historiador romano, também fala de Jesus. "Para destruir o boato (que o acusava do incêndio de Roma), Nero supôs culpados e infringiu tormentos requintadíssimos àqueles cujas abominações os faziam detestar, e a quem a multidão chamava cristãos. Este nome lhes vem de Cristo, que, sob o principado de Tibério, o procurador Pôncio Pilatos entregara ao suplício. Reprimida incontinenti, essa detestável superstição repontava de novo, não mais somente na Judéia, onde nascera o mal, mas anda em Roma, pra onde tudo quanto há de horroroso e de vergonhoso no mundo aflui e acha numerosa clientela" (Tácito, Anais , XV, 44 trad.) (1 pg. 311; 3)
Suetônio (69-122 d.C.) – Suetônio, na Vida dos Doze Césares, publicada nos anos 119-122, diz que o imperador Cláudio "expulsou os judeus de Roma, tornados sob o impulso de Chrestos, uma causa de desordem"; e, na vida de Nero, que sucedeu a Cláudio, acrescenta: "Os cristãos, espécie de gente dada a uma superstição nova e perigosa, foram destinados ao suplício" (Suetônio, Vida dos doze Césares, n. 25, apud Suma Católica contra os sem Deus, p. 256-257). (1 pg. 311; 3)
Plínio o Moço (61-114 d.C.) – Plínio, o moço, em carta ao imperador Trajano (Epist. lib. X, 96), nos anos 111 – 113, pede instrução a respeito dos cristãos, que se reuniam de manhã para cantar louvores a Cristo. (4, pg. 106).
Talo (52 d.C) – O historiador samaritano é um dos primeiros escritores gentios a mencionar Cristo indiretamente. Tentando dar uma explicação natural para as trevas que ocorreram na crucificação de Jesus, diz: "O mundo inteiro foi atingido por uma profunda treva; as pedras foram rasgadas por um terremoto, muitos lugares na Judéia e outros distritos foram afetados. Esta escuridão Talos, no terceiro livro de sua História, chama, como me parece sem razão, um eclipse do Sol." Tanto os escritos de Talo, como de Flêgão, não existem mais, alguns fragmentos foram preservados nos escritos de Júlio Africano (220 d.C)
Mara Bar-Serapião – 73 d.C (?) – Um sírio escrevendo ao seu filho Serapião sobre a busca da sabedoria, menciona a Cristo como sábio, embora não o mencione pelo nome, mas apenas como "rei dos judeus". Diz ele: "Que vantagem tem os judeus executando seu sábio rei?…O rei sábio não morreu; ele vive nos ensinos que deu."
Tertuliano (155-220 d.C.) – Escritor latino. Seus escritos constituem importantes documentos para a compreensão dos primeiros séculos do cristianismo. (6). Ele escreveu: "Portanto, naqueles dias em que o nome cristão começou a se tornar conhecido no mundo, Tibério, tendo ele mesmo recebido informações sobre a verdade da divindade de Cristo, trouxe a questão perante o Senado, tendo já se decidido a favor de Cristo…".
Os Talmudes Judeus – A tradição judaica recolhe também notícias acerca de Jesus. Assim, no Talmude de Jerusalém e no da Babilônia incluem-se dados que, evidentemente, contradizem a visão cristã, mas que confirmam a existência histórica de Jesus de Nazaré. (6)
Notícias Arqueológicas:
Arqueólogos: Encontrado Local do Templo
Fonte: http://www.cafetorah.com/Descobertas-Arqueologicas-no-Monte-do-Templo
Uma equipe de arqueólogos foram aos meios de comunicação em Israel e solicitaram dramaticamente uma intervenção do governo, pois o Waqf estaria realizando obras ilegais e destruindo as provas da presença do Grande Templo construido por Herodes no local do Primeiro Templo que foi erguido sob as mãos do Rei Salomão.
Segundo os arqueólogos, a construção do canal pela autoridade islâmica revelou uma parede de sete metros de comprimento que seria parte do edifício do Grande Templo.
JERUSALÉM (AFP) — Restos do segundo templo de Herodes podem ter sido encontrados em Jerusalém
Vestígios do segundo templo de Herodes foram presumivelmente descobertos durante trabalhos de escavação realizados na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, informou nesta quinta-feira a rede de televisão pública israelense.
Um grupo de arqueólogos de Israel esteve no canteiro de obras destinadas a estabelecer um sistema de canalização -, realizadas pelo Waqf islâmico, o organismo de bens muçulmanos que supervisiona os locais sagrados para instalar suas infra-estruturas, acrescentou a televisão, que divulgou imagens de uma escavadeira no sítio da suposta descoberta.
Os restos consistem num "muro maciço de sete metros de comprimento", disse na televisão a arqueóloga Gaby Barkai, da Universidade Bar Ilan, perto de Tel Aviv, que pediu ao governo israelense a paralisação dos trabalhos.
A canalização feita pelo Waqf na Esplanada tem 1,5 metro de profundidade por 100 metros de comprimento.
O departamento nacional de antigüidades não comentou o achado.
A Esplanada da Mesquitas, onde ficam templos como o Domo da Rocha e a Mesquita de Al Aqsa, no setor oriental de Jerusalém ocupado e anexado por Israel, é o terceiro lugar santo do Islã, junto com as cidades de Meca e Medina, na Arábia Saudita.
Os judeus a chamam de Monte do Templo, o local mais venerado do judaísmo, onde existiu o segundo templo de Herodes, destruído pelos romanos no ano 70 da era cristã e do qual só resta o muro ocidental, conhecido como o das Lamentações.
Judeus e árabes: irmãos
Fonte: http://www.zaz.com.br/istoe/1598/ciencia/1598judeus.htm
Pesquisa mostra parentesco profundo entre adversários, apontando uma ancestralidade comum.
Estudando o cromossomo Y –aquela herança genética que é passada apenas de pai para filho sem nenhuma modificação –, obteve-se a confirmação científica de que todas as comunidades judaicas espalhadas hoje pelo mundo têm forte parentesco não apenas entre si, mas também com palestinos, sírios e libaneses. A pesquisa revela que todos esses povos possuem um ancestral comum: uma população que teria habitado o Oriente Médio há quatro mil anos.
O estudo também mostra que todas essas comunidades judaicas conseguiram manter praticamente intacta sua identidade biológica, mesmo tendo migrado para regiões tão distintas do planeta.
Para entender essa técnica é preciso voltar às origens da evolução humana, quando todos os cromossomos Y foram perdidos, à exceção de um, cujos poucos donos não tiveram filhos ou só filhas. Assim, todos os cromossomos Y de hoje são descendentes de um único “Adão genético”, que teria vivido há 140 mil anos. Então, se nada tivesse mudado, hoje todos os homens do planeta teriam o mesmo cromossomo Y. Mas ao longo desses milhares de anos aconteceram pequenos erros na sequência genética desse cromossomo. Erros que se reproduziram de geração em geração. São justamente esses pequenos erros que formam a assinatura que os cientistas procuram para identificar a ascendência genética das mais
O próprio Hammer não deixa de apontar as semelhanças entre os resultados de sua pesquisa e o relato do Gênesis. A afinidade genética entre judeus e árabes lembra o relato de como Abraão se tornou pai de Ismael, filho da empregada de sua mulher, Sara, que não podia ter filhos. Ou, então, quando Sara acabou conseguindo conceber Isaac. Embora os muçulmanos tenham uma versão diferente para a mesma história, o fato é que também consideram Abraão e Ismael, ou Ismail como chamam, seus patriarcas.
Fontes pesquisadas:
http://sites.google.com/site/ochamadodeus
http://www.cacp.org.br/
http://pt.wikipedia.org/
Filed Under (Artigos) by Geração Maranata on 26-09-2010
por David Wilkerson

Há Algo Muito Poderoso e Fantástico Acontecendo no Mundo Atualmente! Deus está trabalhando e fazendo algo secreto e silencioso – e é tão sobrenatural, que esta acima da compreensão humana. No entanto o que Ele está fazendo agora irá afetar todo o mundo nestes últimos dias.
Deus está preparando um pequeno, mas poderoso exército de cristãos! Este exército será o mais dedicado exército da face da terra. E o Senhor virá para comandá-lo, realizar proezas e fazer tremer o inferno. Ele vai encerrar as eras com um remanescente puro, consagrado e destemido!
Toda a minha vida ouvi histórias sobre nossos piedosos antepassados que odiavam o pecado. Eram homens e mulheres que passavam horas, até mesmo dias, em jejum e oração. Conheciam a voz de Deus. Oravam sem cessar. E tinham o poder e habilidade de com sucesso posicionar-se contra a imoralidade em seus dias.
Estes antepassados se foram há muito tempo. Mas Deus neste exato momento está no processo de levantar um outro exército só que desta vez Seus guerreiros não serão constituídos apenas de idosos e grisalhos pais e mães de Sião. Este novo exército será composto de crentes tanto jovens como velhos – cristãos comuns que se agarraram com Deus! Toda uma nova esfera de ministério está prestes a se levantar!
O sistema da igreja denominacional aparenta estar nos estertores da morte. Quase não tem influência no mundo secular, nem poder eficaz em Cristo. Ministros em crescente número estão caindo de todos os lados – adultério, cobiça, orgulho e perversões de todos os tipos. Pastores de igrejas evangélicas estão introduzindo entretenimento e teatralidade. Um pastor gabou-se assim, "Queremos dar a Broadway para nosso povo". Sei de congregações evangélicas nas quais pelo menos 50 por cento dos casais são divorciados. Em algumas áreas, este número chega a 80 por cento, de acordo com membros da igreja que me escrevem.
Adúlteros, fornicadores, pessoas envolvidas em ocultismo e bruxaria – tudo está se esgueirando para dentro da igreja de Jesus Cristo. Algumas pessoas me acusam de ser "duro" com os pastores. Não é assim – pois tenho contato com muitos pastores consagrados que como eu sofrem com a apostasia no ministério de hoje em dia. Existe um santo remanescente de piedosos pastores na terra, e agradeço a Deus por cada um deles. No entanto persiste o fato de que mais e mais ministros estão descendo a trilha da condescendência e corrupção. E agora o mundo está debochando da casa de Deus! O diabo está se vangloriando – declarando vitória através do aborto legal, da desenfreada homossexualidade, das drogas, do álcool, do satanismo e da invasão islâmica. No entanto a Bíblia diz que não devemos nos afligir! Deus tem um plano, e Seu plano está sendo manifesto. Isso esta desenvolvido em termos claros nas escrituras. Na realidade todos os demónios no inferno estão a par disto!
Grande Parte do Plano de Deus Pode Ser Encontrada nos Primeiros Quatro Capítulos de Primeiro Samuel
O profeta Samuel é um tipo do santo remanescente de Deus. O Senhor o escolheu em meio a pior época, e o escondeu em treinamento até que fosse tempo de revelar uma coisa nova Sua. Deus disse a Samuel,
"Então disse o Senhor a Samuel: Eis que vou fazer uma coisa em Israel, a qual fará tinir ambos os ouvidos a todo o que a ouvir" (1 Samuel 3:11).
Essa coisa nova iria assombrar e surpreender todos que dela ouvissem. Mas o que era isto? Era o julgamento de Deus sobre o velho, corrupto e apóstata sistema religioso – e o treinamento, o levantamento e a unção de um novo remanescente santo!
Agora saiba: o que Deus fez nos dias de Samuel, Ele faz em todas as gerações. Toda a vez que a igreja organizada pratica apostasia, fica condescendente e se torna fria, Deus desiste dela e levanta uma outra. Verdadeiramente, em toda geração houve um remanescente – um povo de oração, segundo o Seu próprio coração.
Eli e seus dois filhos, Hofni and Finéias, representam a igreja agonizante e corrupta que se esqueceu dos caminhos do Senhor. A Bíblia nos diz, "Ora, os filhos de Eli eram homens ímpios; não conheciam ao Senhor" (1 Samuel 2:12).
Estes jovens debochavam das coisas sagradas de Deus. Cometiam adultério bem às portas do Tabernáculo de Deus! Quando mulheres iam ate lá para servir ao Senhor, os filhos de Eli as pegavam e seduziam. Eram homens que não tinham temor a Deus – simplesmente cumpriam a rotina dos sacrifícios.
Pior de tudo, o pai deles fechava os olhos para seus pecados! Eli agora chegara à idade de mais de noventa anos e tinha ficado gordo, bem de vida e de dura cerviz. Havia se viciado com os cortes escolhidos de "filé mignon" que os filhos traziam das oferendas do Templo. Eli sabia que essa carne era abominável – mas nada fazia para impedir seus filhos de roubá-la. Fechava os olhos para suas indulgências adúlteras.
Este é um retrato do modo corrupto para o qual a igreja organizada hoje esta voltada. Denominações inteiras agora estão fazendo pressão para ordenarem homossexuais – trazendo abominação para dentro da casa de Deus!
Eli e seus filhos também representam o sacerdócio morto, frio e formal que se acostumou ao pecado. Da mesma forma que Eli, muitos pastores hoje se acovardam quando se trata de dar nome ao pecado. Eles simplesmente cumprem as formalidades do ministério, tendo forma de piedade mas sem poder. É porque se acomodaram em seus cargos! Perderam o toque de Deus e não mais ouvem Sua voz, porque fecham os olhos para o mal!
Deus disse: "Porque já lhe disse (a Eli) que julgarei a sua casa para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele os não repreendeu" (I Samuel 3:13).
Porque Eli se recusou a julgar e a corrigir o mal, Deus retirou sua autoridade espiritual. E é isto exatamente o que está acontecendo hoje na igreja de Jesus Cristo!
Há algum tempo atrás eu conversava com vários pastores pentecostais que visitavam nossa igreja. Quando lhes disse de minha preocupação sobre toda a corrupção que furtivamente se infiltra para dentro da igreja, e da falta de repreensão piedosa, o líder do grupo simplesmente deixou pender a cabeça. Um outro pastor confessou: "Irmão Dave, tenho medo de que se eu falar, metade da igreja vá embora". Todos os homens naquele círculo agiam leve com o seu povo – com medo de ofendê-los!
Posso honestamente dizer que não conheço dez ministros de cabelos brancos com coragem de clamar contra o pecado. A maioria dos velhos guerreiros do Senhor ou estão espiritualmente mortos ou estão morrendo – estacionados à frente da TV, sendo sugados de todo poder porque suas mentes foram afrontadas pelo espírito deste mundo. São Elis esgotados – embalando a si mesmos no esquecimento, engordando e prósperos – com medo de lidar com o pecado.
Deus Estava Farto da Geração de Eli!
O Senhor enviou um profeta, de nome não mencionado, para avisar Eli: "Eis que vêm dias em que cortarei o teu braço e o braço da casa de teu pai, para que não haja mais ancião algum em tua casa" (I Samuel 2:31). Em outras palavras Deus estava dizendo,"Estou abandonando esta casa – estou retirando a Minha presença. Eu te tornarei incapaz, e julgarei teus maus pastores. Vou entregar este velho sistema para o inimigo!". "E tu verás um inimigo em minha casa…."(v. 32).
Agora mesmo, muitos dos fundos programados do Conselho Nacional das Igrejas são usados para sustentar guerrilhas ao redor do mundo. E ficamos imaginando por que a igreja nos Estados Unidos não tem nenhuma influência nem poder espiritual! Muitas igrejas denominacionais foram transformadas em mausoléus, em necrotérios. Não têm vida, não têm força porque Deus saiu delas! A igreja de Eli e a igreja de Siló — é um exemplo disto. Com severidade o Senhor julgou e abandonou essa igreja, e tudo caiu em um dia: "E Israel foi derrotado, fugindo cada um para a sua tenda; e houve mui grande matança, pois caíram de Israel trinta mil homens de infantaria. Também foi tomada a arca de Deus, e os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, foram mortos" (4:10-11).
Deus disse, "Basta!". E no espaço de um dia a arca do Senhor foi capturada, simbolizando a remoção de Sua presença. A glória havia partido e Ichabod havia nascido e Deus moveu-se rapidamente em julgamento contra o ministério! Quando ouviu as noticias sobre a arca ter sido capturada, "Eli caiu da cadeira para trás, junto à porta, e quebrou-se-lhe o pescoço, e morreu, porquanto era homem velho e pesado " (4:18).
Este é um retrato vivo do que está acontecendo com muitas das religiões organizadas em nosso país hoje em dia. O sistema está sob julgamento – seus ministros estão caindo à direita e à esquerda; seus lideres estão espiritualmente mortos. A glória do Senhor partiu — e a igreja foi entregue ao inimigo!
É como aconteceu nos dias de Jeremias. O povo naqueles dias dizia, "Estamos seguros, não estamos em perigo. Não vamos perder nossa salvação". Mas Deus falou através de Jeremias:
"Furtareis vós, e matareis, e cometereis adultério, e jurareis falsamente,…e andareis após outros deuses que não conhecestes, e então vireis, e vos apresentareis diante de mim nesta casa, que se chama pelo meu nome, e direis: Somos livres, para praticardes ainda todas essas abominações? …Mas ide agora ao meu lugar, que estava em Siló, onde, ao princípio, fiz habitar o meu nome, e vede o que lhe fiz, por causa da maldade do meu povo Israel" (Jeremias 7:9-12).
Em todas as gerações Deus avisa as igrejas frias e corruptas: "Voltem para Siló – voltem para a igreja de Eli. Vejam o que Eu fiz a Hofni e Finéias! Vejam o que aconteceu quando retirei Minha presença. Minha glória partirá de todo lugar em que houver pecado no arraial!". Entretanto, enquanto a igreja de Eli estava sob julgamento, o Senhor estava ocupado levantando um remanescente! Samuel representa este remanescente santo – um corpo de crentes preparados que é levantado das ruínas da igreja velha e decadente.
Eu lhe mostro o que entra no treinamento e na preparação deste remanescente dos últimos dias:
1. O Remanescente Sempre Nasce da Oração e da Intercessão
Ana deu à luz o seu filho Samuel através de lágrimas amargas e muita oração: "Ana…com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente" (I Sam. 1:10).
Tente imaginar a cena: Ana todos os dias no templo, de joelhos perante o altar, oprimida e machucada por não ter filhos. Enquanto chora, sua adversária " Penina, a outra esposa de seu marido " faz pouco caso dela. "E sua rival muito a provocava para irritá-la …"(1:6).
Tem três coisas importantes que quero enfatizar nesta passagem: em primeiro lugar, o remanescente que Samuel representa é nascido em sofrimento e intercessão. Em segundo lugar, os que oram e sofrem de acordo com o coração de Deus serão provocados por adversários. E em terceiro lugar, o remanescente de Deus será sempre mal compreendido! Veja o que aconteceu com Ana enquanto orava:
"Continuando ela a orar perante p Senhor, Eli observou a sua boca [a observava]…Porquanto Ana falava no seu coração; só se moviam os seus lábios…pelo que Eli a teve por embriagada…E Eli lhe disse: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti o teu vinho (1:12-14)."
Eli estava tão fora de contato com Deus " tão morto no espírito " que pensou que Ana estava bêbada! Ele lhe disse, "Mulher, até quando virá aqui desta forma? Abandone a garrafa!".
Isto para mim é surpreendente! Eli não corrigia os próprios filhos por suas bebedeiras e adultérios e no entanto tomou uma grande mulher de Deus por bêbada! Nada mudou nos dias de hoje. Cristãos dedicados entregam-se à oração, andam santamente e separados para Jesus e no entanto muitas vezes pastores tornam-se seus adversários, ridicularizando-os e os perseguindo!
Quando no altar, Ana estava cheia de sofrimento, com o peso de querer dar à luz um filho. Tudo que podia fazer era mover os lábios por causa do gemer no Espírito. Ela orou assim, "Se deveras atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias da sua vida" (1:11).
Se você vai amar a Deus de todo coração, alma, entendimento e força, então do mesmo modo que Ana, sentirá a dor e o sofrimento de Deus por Sua igreja. No entanto Deus ouviu Ana! Este é o significado do nome de Samuel: "Deus ouviu minhas orações!". E assim também hoje, Deus está ouvindo as orações dos que estão sedentos pelo nascimento de uma santa e nova ação do Espírito.
Estes crentes desejam ver Deus mover-se de uma forma especial e o Senhor vai ouvir o seu clamor! De dentro do útero espiritual de um desconhecido mas pequeno exército de intercessores, um corpo de crentes está sendo gerado na turma de Samuel – que se entregou totalmente a Deus!
Aqui estão duas marcas que distinguem o santo remanescente de Deus:
1. Eles oram como Ana. O peso que sentem é grande, e seus corações são incomodados por causa do mal na casa de Deus.
2. E, como Ana, entregam-se à oração todos os dias de suas vidas. Não ficam para cima e para baixo, nem são frios e quentes. Não são totalmente entregues a Deus! Vão até Ele e derramam suas almas: "Confiai nele, ó povo, em todo o tempo; derramai perante ele o vosso coração …" (Salmo 62:8). "Dentro de mim derramo a minha alma ao lembrar-me.." (Salmo 42:4)".
Samuel tornou-se um grande homem de oração tanto que Israel nunca lhe pediu aconselhamento. Ao invés disto, lhe pediram que orasse por eles! As Escrituras dizem que quando um povo queria um rei, "…o Senhor enviou naquele dia trovões e chuva; pelo que todo o povo temeu sobremaneira ao Senhor e a Samuel. Disse todo o povo a Samuel: Roga pelos teus servos ao Senhor teu Deus, para que não morramos" (1 Samuel 12:18-19).
Vez após outra lemos sobre o povo instando com Samuel, "Ore por nós". Era porque eles haviam aprendido a confiar em suas orações. E nestes últimos dias, haverá um remanescente de oração, os quais também serão procurados por pessoas para orarem. As pessoas se apressarão por encontrá-las, gritando, "Conheço alguém que toca a Deus!".
Aconselhamento por si só não será suficiente para a necessidade. Ao invés disto, será o poder de pessoas de oração que conheçam a mente de Cristo.
Querido santo, Deus quer fazer de você esta pessoa! Ele deseja que você seja capaz de tocá-Lo e de ouvi-Lo. Ele deseja lhe dar um ministério para pessoas que irão até você com suas cargas e tribulações. E ao orar por eles, Sua Palavra virá!
2. O Remanescente É Treinado Para Conhecer a Voz do Senhor !
"E a palavra de Senhor era muito rara naqueles dias; as visões não eram frequentes" (3:1). No entanto em meio a esta fome pela Palavra, o Senhor aparece a Samuel: "O Senhor, pois, tornou a chamar a Samuel …Ora, Samuel ainda não conhecia ao Senhor, e a palavra de Senhor ainda não lhe tinha sido revelada" (3:8,7).
Naquela época Samuel tinha apenas doze anos de idade. E embora fosse uma criança devota, ainda não conhecia a voz do Senhor. De modo que Deus veio até ao leito de Samuel e de modo claro chamou por ele. A principio Samuel pensou que fora Eli quem falara. Não sabia que estava sendo treinado para discernir vozes para ouvir diretamente de Deus!
Favor notar aqui: Deus não estava falando com Eli! Na realidade, parece que até este momento apenas um profeta ouvia de Deus o homem não identificado que avisou Eli que Deus estava para puni-lo. Entretanto, mesmo esta era voz de homem, a única voz que Eli conseguia ouvir porque havia se tornado surdo para com a voz de Deus!
E assim é nos dias de hoje! Um ministério como o de Eli, morto espiritualmente e cheio de concessões, que perdeu todo discernimento, toda autoridade, todo toque de Deus. O que a igreja necessita hoje é de homens e mulheres que se levantem em autoridade espiritual porque a palavra que pregam é sustentada por uma vida integra! Tantos pregadores hoje não podem se levantar diante do povo e dizer, "Assim diz o Senhor!" por não estarem em sintonia com a voz de Deus!
Ouvir de Deus requer mais do que apenas hora silenciosa. Requer mais do que simplesmente dizer, "Fala, Senhor, pois teu servo ouve!". Não, não existe uma fórmula para se ouvir Deus não existem dez passos a serem seguidos. Veja, antes que possa ouvir Deus, Ele precisa estar falando com você!
Eli poderia ter ficado meses sozinho, fechado com Deus, clamando, "Senhor, fale comigo!". Mas ele não tinha nenhuma chance de ouvir a voz de Deus porque Deus não estava falando com ele. Deus queria falar com Samuel. Ele fala apenas com aqueles que prepararam seus corações para ouvir!
Esqueça a possibilidade de algum pastor iníquo algum dia conseguir ouvir a voz de Deus. Esqueça a possibilidade de alguma igreja ter a possibilidade de vir a conhecer a voz de Deus – se continuar no divórcio promíscuo, fornicando e se entregando à exagerada paixão por esportes, divertimentos, e prazeres. A única coisa que Deus falará a elas serão sentenças de uma única palavra: "Arrependa-se! Volte! Chore!".
Samuel não tinha profundo conhecimento teológico de Deus quando o Senhor falou com ele pela primeira vez. Mas tinha um coração terno, puro, e consagrado que estava aberto ao Senhor. Por isto, o que você acha que foi a primeira coisa que Deus ensinou a Samuel depois de falar com ele? "Não suportarei o pecado em Minha casa! Não fecharei os olhos ao pecado não julgado em Meus servos".
Em essência, o Senhor disse a Samuel, "Vou julgar Eli pois ele sabia que seus filhos eram maus, e nada fez para impedi-los! Deveriam ter sido despojados de suas vestes e deveriam ter-lhes dito: "Vocês não podem chegar perto do lugar santo!"." Agora Samuel, quero lhe mostrar Minha inimizade pelo pecado em Minha casa. Quero mostrar o que será preciso para ouvir a Minha voz e para andar Comigo!".
Samuel deve ter estremecido ao ouvir as próximas palavras do Senhor para ele: "Eis que vou fazer uma coisa em Israel, a qual fará tinir ambos os ouvidos a todo o que a ouvir" (3:11).
Samuel compreendeu que Deus ia se retirar de Eli, a quem ele tanto admirava. E como o menino deve ter se entristecido quando Deus lhe disse, "Vou destruir estes ministros maus e desprezíveis. E vou levantar um povo que anseie por Mim!". O remanescente santo nestes últimos dias sabe que agora mesmo Deus está julgando Sua igreja. E sabem qual é o plano de Deus. Sabem que Ele ira derrubar e destruir os ministérios profanos!
Não é de se admirar a Bíblia dizer que Samuel falou palavras tão confiantes, ele tinha ouvido a voz de Deus! Tinha gastado muito tempo orando, procurando o Senhor, fechado com Ele e Deus todas as vezes lhe falou claramente.
Agora mesmo existe um povo santo que foi treinado para conhecer a voz de Deus. Estes santos de oração derramam seus corações para Ele, e por sua vez Ele derrama o Seu para eles!
3. O Remanescente Será Treinado em Livramento Real Através do Conhecimento dos Caminhos de Deus!
Tenho prevenido em muitas mensagens anteriores : os Estados Unidos caminham para o caos e para o colapso. Louis Farrakhan cuja fala destila ódio, tornou-se a figura mais popular na comunidade negra com exceção de Jesse Jackson. (Farrakhan agora é até mesmo mais conhecido entre os negros do que Martin Luther King!) E muitos locutores brancos de programas de rádio, alguns deles aqui em Nova York, estão instigando o ódio contra os negros.
Você pode ter lido ou ouvido pregar minha mensagem sobre futuras guerras de raças. Até o presente momento pode parecer que isto não irá acontecer. Mas muito brevemente, quando chegar o caos económico, estejam atentos! Haverá "exércitos de raças", brancos contra negros, negros contra judeus, coreanos contra negros.
Estamos frente a um tempo de julgamento tão tremendo, que a palavra livramento tomará um significado totalmente diferente! No passado, os cristãos pensavam em livramento principalmente como cura física, visão restaurada, membros aleijados curados. Mas em breve haverá tamanha ira derramada dos céus sobre nós, que o maior livramento será do medo e do terror!
Livramento nesta hora irá significar ter "uma palavra segura do céu". Jesus disse que o coração dos homens lhes falharia devido ao medo quando vissem as coisas terríveis que aconteceriam na terra. E na realidade as pessoas clamarão por saber o que Deus irá fazer em seguida. Elas se voltarão em todas as direções, desejando ouvir a voz de alguém que seja calmo, que esteja em paz, que não esteja enlouquecendo. Gritarão, "Diga, este é o julgamento de Deus? Quando é que tudo isto vai terminar?".
E quem você acha que terá as respostas? Será você, o cristão comum que tem estado fechado com Deus! Você estará cheio de calma e de paz enquanto tudo estiver desmoronando, porque Deus está consigo, e você estará ouvindo dos céus. Ele os avisou a todos de que isto iria acontecer e prometeu proteger você!
Tenho uma visão em minha mente que creio ser do Senhor. É de centenas de carros fugindo de Nova York… de campings de Nova Jersey e da Pensilvânia… de pessoas dormindo em seus carros por semanas a fio, apenas para fugir de todo o caos. O mesmo irá também acontecer em outras cidades. Será muito além de qualquer coisa que possamos imaginar. Mas Deus terá Seu santo remanescente pronto, um grupo de pessoas decididas, seguras, inabaláveis! Como Samuel, suas palavras não cairão ao chão!
Samuel tinha as respostas para Israel; ele lhes ofereceu livramento real. Mais de cinquenta mil pessoas tinham morrido porque haviam olhado para dentro da arca. Por todo o lugar onde a arca era carregada, pessoas morriam como moscas. Toda a terra estava em caos – ninguém sabia o que fazer!
O povo dizia, "Este julgamento tem que ser de Deus! Quem irá perante Ele por nós?". Então mandaram chamar Samuel. E ele lhes disse, "Quero que se reúnam comigo em Mispa. Lá eu lhes mostrarei a saída". Samuel tinha a palavra certa para a hora da crise:
"Samuel, pois, falou a toda a casa de Israel, dizendo: Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só; e ele vos livrará da mão dos filisteus" (1 Samuel 7:3-4).
A resposta não seria encontrada orando-se por alguém ou por todos – e não importava o tipo de pecado destas pessoas; não havia promessa de livramento para quem o desejasse. Não – exclamou Samuel, "Acerte o seu coração! Julgue o seu pecado! Prepare seu coração diante do Senhor!". Primeiramente, o pecado deve ser reprovado, julgado, abandonado.
"Então os filhos de Israel, pois, lançaram do meio deles os baalins e as astarotes, e serviram só ao Senhor. Disse mais Samuel: Congregai a todo o Israel em Mispa, e orarei por vós ao Senhor" (versículo 5). Então o povo jejuou e se humilhou perante o Senhor: "Congregaram-se, pois, em Mispa … e ali disseram: Pecámos contra o Senhor. E Samuel julgava os filhos de Israel em Mispa" (verso 6). Ele os julgou – expôs o pecado no acampamento! Um reavivamento de arrependimento genuíno seguiu-se à poderosa repreensão de Samuel.
Deus está nos dizendo que a Sua Turma de Samuel trará grandes livramentos através do poder de intercessão:
"Clamou Samuel ao Senhor por Israel, e o Senhor lhe respondeu. Enquanto Samuel oferecia o holocausto, os filisteus chegaram à peleja contra Israel; mas trovejou o Senhor aquele dia com grande estampido sobre os filisteus e os aterrou de tal modo, que foram derrotados diante dos filhos de Israel" (7: 9-10).
Houve trovão do céu seguido de um grande morticínio – e o povo de Deus ganhou a vitória! Tudo aconteceu porque um homem conhecia a resposta. Samuel sabia o que fazer – porque tinha ouvido de Deus!
Acredito que nestes últimos dias, Deus vai usar o Seu santo remanescente para mover multidões, reavivar pastores e despertar igrejas. Este exército fará os corações das pessoas retornarem para Deus levando-as ao arrependimento – através do poder da oração e da piedosa repreensão do pecado.
Os seus vizinhos e colegas de trabalho todos irão querer respostas. Já o conhecem por sua paz e calma – e um dia virão correndo até você, clamando, "Qual é a palavra do Senhor? O que Deus está dizendo?".
Quando falo de um santo remanescente em treinamento, não me refiro a um exército de pastores, evangelistas e missionários. Estou falando de santos comuns – que amam a Jesus, os quais serão eles mesmos sinais e maravilhas para o mundo, cheios de paz e calma. Deus não deseja um exército profissional treinado por métodos humanos. Ele deseja homens e mulheres treinados em oração pelo Espírito Santo! Ele procura crentes que estejam trancados com Ele, preparando seus corações perante Ele, aprendendo a ouvir Sua voz.
Isto descreve você?
Sua vida é agora um testemunho para um mundo amedrontado e abalado?
Apelo a você – fique sozinho com Deus, e deixe-O começar a falar consigo. Peça que Ele revele o pecado em sua vida. Abandone tudo aquilo de que o Espírito Santo lhe convencer. E torne-se disponível a Ele entregando-se à oração.
Então você será um soldado preparado em Seu grande exercito remanescente dos últimos dias. Aleluia!
Maranata!
tscpulpitseries.org
Filed Under (Artigos) by Geração Maranata on 25-09-2010
por David Wilkerson

Uma querida senhora cristã escreveu ao nosso ministério dizendo: “No domingo passado o nosso pastor pediu testemunhos do que Deus havia feito durante a semana. O seu próprio filho de cinco anos se levantou e disse: ‘Tive um sonho ontem à noite. Jesus me disse que em breve voltará”’. O Espírito Santo usou aquela criança para lembrar o povo de Deus quanto a uma verdade gloriosa.
É triste, mas a geração atual sabe menos sobre a volta de Cristo que qualquer outra geração passada. A vinda de Jesus raramente é pregada nas igrejas de todos os lugares. Em verdade, multidões de pessoas que chamam a si próprias de cristãs não querem ouvir deste assunto. Por que?
A vida está boa para a maioria das pessoas, incluindo os cristãos, e o interesse está em saber como fazer para que as coisas boas continuem assim. Como a mulher de Ló, muitos estão possuídos por suas posses. Ficaram viciados nas coisas deste mundo – e em suas cabeças a vinda de Jesus seria um tipo de ruptura.
Já ouvi freqüentadores de igreja zombando da possibilidade da volta de Jesus “a qualquer momento”. Escarnecem da idéia de Ele poder vir em breve. Na verdade há uma doutrina que declara que o nosso Senhor não voltará nos próximos milhares de anos. A idéia é a de que à igreja será concedido todo este tempo para evangelizar o mundo e estabelecer uma nova ordem, antes que Cristo volte para reinar como rei.
O apóstolo Pedro se direciona a estas coisas dizendo, “Nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as cousas permanecem como desde o princípio da criação” (2 Pedro 3:3-4).
Pedro traz uma palavra aguda a todos os que deliberadamente se mostram ignorantes: “Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas” (3:10).
Além disso, Pedro nos diz que há um motivo pelo qual Jesus ainda não retornou. Ele registra, “Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo… não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (3:9). O nosso Senhor tem abundância de paciência com os ímpios.
Pessoalmente, me surpreendo com a paciência que Deus tem conosco nessa geração. A decadência moral desenfreada se torna dolorosa até mesmo para os observadores seculares. Mesmo tentando deixar a consciência limpa, a mente fica saturada com notícias das coisas ruins acontecendo todo dia. Algumas são tão vis quanto incompreensíveis: assassinatos nas escolas, estupros, abuso infantil, homossexualismo militante, atrocidades que não se consegue comentar.
Muitas vezes os nossos corações clamam, “Senhor, quando se fará justiça? Quando irás levar os malfeitores à condenação?”. Nos perguntamos porque Deus espera tanto tempo para tratar com a impiedade indescritível tão desenfreada de hoje. E visualizamos a cena quando os malfeitores finalmente se ajoelharão diante do Senhor, confrontando-se com a Sua santidade.
Mas Pedro diz que Jesus não está se concentrando em julgar nesse momento nem mesmo maior dos pecadores. Antes, o nosso Senhor está preocupado com a misericórdia. Ele é longânimo com o pior dos malfeitores. E está aguardando para mostrar misericórdia a todo pecador que não expressa arrependimento, desejando-o e buscando-o.
“Visto que todas essas cousas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão. Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça. Por essa razão, pois, amados, esperando estas cousas, empenhai-vos por serdes achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis” (3:11-14).
Podemos passar os nossos dias preocupados com os sinais dos tempos, no Oriente Médio ou em algum outro lugar. Mas Deus diz, “Olhe para dentro do teu próprio coração. Assegure-se de estar sendo diligente em guardar a Minha palavra”. Paulo acrescenta, “Cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus” (Romanos 14:12). Ele então adverte a não julgarmos o próximo, e a termos cuidado para não nos tornarmos pedra de tropeço a um irmão, levando-o a cair.
Podemos ter certeza de que Deus julgará os ímpios. Não há o que discutir quanto ao acerto de contas. Quando chegar essa hora, todos os zombadores, os que odeiam Deus, os ímpios – serão chamados a prestar contas. Os livros serão abertos, e todo ato vil será manifesto, revelando tudo que tais malfeitores cometeram contra a autoridade de Deus. Os seus atos serão julgados com severidade, e tais corruptos serão lançados da presença de Deus eternamente.
Jesus assegurou aos discípulos, “Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?” (Lucas 18:7). Ele estava dizendo, “Sim, Deus um dia vai tratar com os que zombaram, perseguiram, aprisionaram e mataram os Seu povo. O choro da igreja perseguida foi ouvido. E Ele os vingará rapidamente”. Mas, então Jesus diz exatamente no verso seguinte, “Contudo, quando vier o Filho do homem, achará, porventura, fé na terra?” (18:8).
A pergunta de Cristo ao fim dessa passagem revela a maior preocupação dEle. Está dizendo, “Quando Eu retornar, estarei buscando um povo que acreditou em Minha promessa de voltar para eles. A pergunta é, será que tais pessoas estarão prontas e esperando por Mim? Estarão livres deste mundo, desejando ardentemente que Eu os leve ao lar como Minha noiva? Estarão imaculados, ou manchados pelo espírito do século? Será que chegarei para achá-los gritando, ‘Venha, Senhor Jesus?’”.
“Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai” (Mateus 24:36)
Jesus continua essa afirmação com uma palavra qualificativa: “Pois…” (24:37). Ele prossegue para descrever como será a conduta prevalente da humanidade quando do Seu retorno. Ele não nos deu a data da Sua vinda, mas efetivamente nos diz como será a sociedade de então.
Ele a seguir traz algo das escrituras: “Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem” (24:38-39). Jesus também menciona o tempo de Ló: “O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu todos. Assim será no dia em que o Filho do homem se manifestar” (Lucas 17:28-30).
Note que Jesus não menciona sequer um pecado nestas descrições. Todos sabemos que não é pecado comer ou beber as bebidas apropriadas, noivar ou se casar. Nem é pecado comprar, vender, plantar ou construir. Não há nada errado com nenhuma destas coisas. Na verdade, o Senhor instrui que nos ocupemos enquanto O aguardamos. Então Jesus não está condenando estas coisas; pelo contrário, está nos mostrando os acontecimentos de todo dia, como a dizer, “É assim que a vida será quando Eu voltar. Será como qualquer outro dia, quando ninguém espera que algo vá acontecer”.
Certamente sabemos que tanto a sociedade de Noé quanto a de Ló foram destruídas pelo julgamento de Deus. Então, o que Jesus está dizendo em relação a estas cenas comuns? Em termos simples, Ele descreve as pessoas que haviam resolvido rejeitar os avisos de Deus quanto a um julgamento. Lembre-se, Noé profetizou, pregou à sua sociedade por 120 anos, prevenindo que uma total destruição estava chegando. Mas, como as escrituras dizem, “Quando os crimes não são castigados logo, o coração do homem se enche de planos para fazer o mal” (Eclesiastes 8:11).
É exatamente isso que está acontecendo em nossa sociedade atualmente. Tem ocorrido um frenesi de compras e vendas, de comida e bebida, de plantar e construir. As multidões estão obcecadas com ganho pessoal, e rejeitam qualquer mensagem que possa prejudicar tais buscas. Mesmo vozes seculares que previnem quanto a um desastre financeiro vindouro são ignoradas na maioria.
Uma piedosa senhora cristã me escreveu contando de uma conversa que teve com idosa senhora judia. Essa sobrevivente do Holocausto lhe disse, “O que está acontecendo nos Estados Unidos agora me lembra o que aconteceu na Alemanha durante a subida de Hitler ao poder. Todos os avisos e advertências foram ignorados. As observações anti-semitas de Hitler foram subestimadas. Eu era apenas uma criança, mas ainda me lembro das festas gigantescas que entravam noite a fora mesmo após Hitler ter começado a prender os judeus, e a mandá-los para as câmaras de gás. Me lembro de os judeus mais velhos dizendo, ‘Isso não pode acontecer aqui, não numa sociedade educada e civilizada como a Alemanha’. Eles então dançavam a noite toda, os homens em seus smokings, e as mulheres em seus caros vestidos de coquetel. Apenas algumas semanas após, estas mesmas pessoas estavam sendo jogadas nos vagões como gado, indo para os campos de concentração. Elas achavam que os bons tempos e a prosperidade iriam durar para sempre. Mas logo sentiram o choque, dizendo, ‘Há poucas semanas a gente estava dançando e bebendo. O que aconteceu? Como uma coisa assim foi acontecer conosco tão de repente?”.
O grito de alerta outra vez é enviado à igreja do Senhor: “Jesus está voltando! O Noivo está a caminho. Adorne-se, e se prepare para sair a encontrá-Lo. Olhe para o alto, pois a redenção está próxima!”. Mas mesmo assim, Jesus previne que as pessoas irão ignorar o chamado. Será como nos dias de Noé e de Ló, com as pessoas cuidando de seus negócios, sem pensar em Sua vinda, ignorando os sinais proféticos. E esse é o próprio sinal de Sua vinda: veremos uma apatia premeditada.
Jesus Falou de um Grande e Súbito Desaparecimento de Pessoas da Terra
“Naquela noite, dois estarão numa cama; um será tomado, e deixado o outro; duas mulheres estarão juntas moendo; uma será tomada, e deixada a outra. Dois estarão no campo; um será tomado, e o outro, deixado” (Lucas 17:34-36). Os discípulos de Jesus perguntaram, “Para onde estas pessoas serão levadas?”. Ele respondeu, “Onde estiver o corpo, aí se ajuntarão também as águias” (17:37). Ele estava dizendo, “Eu sou o cabeça do corpo. E a cabeça irá ser unida ao corpo”.
Alguns estudiosos dizem que as pessoas que forem levadas para cima são pecadores sendo carregados para julgamento. Mas as escrituras sugerem diferente. Isaías fala de águias em referência à igreja: “Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam” (Isaías 40:31). Também, Deus disse a Israel, “Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a mim” (Êxodo 19:4).
Em Mateus, Jesus fala dos eleitos sendo levados por Deus: “E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mateus 24:31). Paulo deixa isso claro, declarando: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (I Tess. 4:16-18).
Tão dramático quanto este grande evento possa ser, o que Jesus quis mostrar é que isso acontecerá num dia comum. Será como nos passados dias de julgamento, nas sociedades de Noé e de Ló – homens e mulheres estarão em seu trabalho, tendo sua vida habitual. Então tudo acontecerá subitamente, em um simples instante. Paulo diz: “Transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar d’olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (I Coríntios 15:51-52).
Será um dia como qualquer outro. A humanidade toda estará desatenta, mas então, em um só instante, Cristo irá reunir a Sua noiva.
Você Está Esperando e Desejando Ardentemente a Volta Dele?
Eu nunca faria algo que levasse um crente a duvidar quanto a estar preparado. A maioria das pessoas lendo essa mensagem pode provavelmente dizer, “Sim, estou preparado. Me arrependi, confessei os meus pecados, e estou perdoado. Coloquei a minha confiança na justiça e retidão de Jesus. E se Ele voltar nesse momento, sei que não haverá condenação para mim. Sei em quem tenho crido. Estou certo que sou dEle”. Eu diria o mesmo quanto a mim.
Ainda assim relendo as advertências de Cristo encontrei algo que não consigo tirar da mente. Jesus ordena, “Portanto, vigiai” (Mateus 24:42); e então diz, “Mas considerai isto” (24:43). Em outras palavras, “Se você estiver preparado – se estiver vigilante, como Eu quero que fiques – então há algo que você precisa saber”.
Jesus então descreve um homem que achou estar preparado mas não estava. A casa desse homem foi “arrombada” (24:43). A seguir, Jesus descreve uma pessoa que estava verdadeiramente preparada (24:45-47). Finalmente, dá um terrível recado sobre os maus servos que serão lançados a um inferno de hipócritas (24:48-51).
O servo que está verdadeiramente preparado é assemelhado ao chefe de família que providencia sustento e alimento para os seus. “Quem é, pois, o servo fiel e sensato, a quem seu senhor encarrega dos de sua casa para lhes dar alimento no tempo devido?” (24:45). Jesus nos diz que a recompensa de tal servo é ser feito encarregado de administrar os bens do seu Senhor (v.24:47). Evidentemente, o “dar alimento no tempo devido” por parte do servo é de grande importância.
Quem são os encarregados sobre os conservos de sua casa, aos quais Jesus se refere aqui? Isso fala de pais. Também inclui pastores, que se encarregam da “família de Deus” (Efésios 2:19). Então, como um pai oferece “alimento no tempo devido”? Em termos bíblicos, alimento representa a Palavra de Deus. O significado em grego aqui também sugere “nutriente, nutrição”, da raiz gramática querendo dizer “criação, educação”. A seguir, a frase “no tempo devido” quer dizer “na hora certa”. Cristo está dizendo, “Benditos os pais que nutrem seus filhos com a Palavra de Deus. Os criam com a admoestação bíblica enquanto há tempo, antes que seja tarde demais”.
Igrejas americanas enviam missionários a todo o mundo para alcançar os não salvos. Enquanto isso, estão perdendo uma geração inteira de jovens, e Deus irá nos ter como responsáveis. Quando Jesus diz, “Dê-lhes alimento”, está dizendo, “Prenda-se à Palavra”. Em outros termos, “Não faça concessões nem contemporize com Meus mandamentos santos. Não deixe que o teu jovem lhe intimide para torcer a verdade. Prometo honrar aquele que honrar a Minha Palavra”.
Que Deus possa dizer de todo pai cristão de hoje o que disse de Abraão: “Porque eu o tenho conhecido, que ele há de ordenar a seus filhos e a sua casa depois dele, para que guardem o caminho do Senhor” (Gênesis 18:19). Tais pais serão feitos encarregados, administradores e governadores dos bens do seu Senhor.
As palavras de Jesus aqui também se aplicam aos ministros da família da fé. Como os pais, os pastores na casa de Deus têm de nutrir seu rebanho com alimento – carne e não só leite. Eles devem educar a sua congregação de fiéis no temor e na admoestação de Deus, chamando-os à plena maturidade em Cristo. Jesus fala o seguinte quanto aos que fazem isso fielmente: “Bendito o pastor que, quando Eu voltar, for achado nutrindo a Minha casa. Ele os alimenta com a doutrina pura da Minha Palavra. Digo a estes pastores: quando voltar, Eu lhes tornarei governantes sobre Meus bens. E tais bens incluem tudo que o Pai Me deu”.
Quando Jesus vier, Ele reunirá junto a Si todo piedoso pastor cuja única programação tenha sido cuidar das almas confiadas aos seus cuidados. Estes pastores não lideraram suas ovelhas para enriquecer. Eles não construíram seus próprios sonhos às custas dos pobres, das viúvas, dos órfãos. Não, tais pastores se levantaram no púlpito em temor e tremor, sabendo que tinham de responder diante de um Deus santo. A cada um destes pastores, Cristo confiará todos os Seus bens, e os tornará governantes sobre tudo que Ele tem.
Aqui Está Um Aviso Que Todos Devemos Guardar
Quando Jesus usa a frase, “Mas considerai isto”, está nos dizendo, “Não ouse ignorar essa palavra”. A seguir Ele oferece a seguinte declaração: “Mas, se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: Meu senhor demora-se, e passar a espancar os seus companheiros e a comer e beber com ébrios…” (Mateus 24:48-49).
Lucas 12 identifica esse servo como sendo o mesmo que, certa vez, fielmente serviu “o sustento a seu tempo”. Tal servo começou certo. Ele estava destinado a ser recompensado como guardador dos bens do Senhor; mas agora mudou dramaticamente. É achado espancando os que o cercam, e se embebedando com os ébrios.
O que aconteceu? Algo ocupou espaço no coração deste servo – uma transformação talvez não visível, mas que afetou sua atitude. Que transformação foi essa? Jesus nos diz: “Aquele servo, sendo mau…” disse “…consigo mesmo: Meu senhor demora-se” (24:48).
A palavra em grego nessa passagem para “espancar” sugere golpear repetidamente. Em outras palavras, esse servo agora caiu na hipocrisia. Eu o vejo como uma pessoa que provoca a esposa, xinga à vontade, ouve piadas sujas, mexericos. Como ele chegou a este ponto? Ele se convenceu de que o seu senhor não voltará a qualquer momento. Quando diz consigo mesmo “Meu senhor”, está falando de um senhor inteiramente diferente – não do seu reto senhor. Ele concebeu um Jesus criado por si próprio, um Cristo de um outro evangelho.
Tal servo não prega a sua nova atitude; pelo contrário, a mudança teve lugar em seu pensamento; ele não tem de irradiar a convicção de que o senhor está demorando. Ele simplesmente vive tal idéia. E isso faz toda a diferença.
Pense um pouco: você já se perguntou por que tantas igrejas atualmente estão tão cheias de pessoas despreparadas, complacentes, entregues aos prazeres? Já se perguntou por que tantos casais cristãos se divorciam à menor provocação? Não é porque seus pastores estejam lhes ensinando assim; não, é porque muitos pastores não acreditam que Cristo retorne em sua geração. Em algumas igrejas, se você se levantar e pregar Mateus 24;44 – algo como “Prepare-se, pois Jesus pode voltar a qualquer momento” – o pastor se sentirá ofendido. Os demais simplesmente sentirão o mesmo.
Como foi que o mau servo foi “beber com ébrios”? Jesus aqui não está simplesmente falando do álcool. A Bíblia menciona várias maneiras de se ficar ébrio: com fúria, com amargura, com sede de sangue. O principal álcool de nossa sociedade – o sedativo do qual a maioria das pessoas bebe hoje em dia – é a prosperidade. E os cristãos se entregam livremente a essa bebida.
Jesus está nos prevenindo, “O quê acontece uma vez a prosperidade tendo lhe agarrado com suas garras? O teu coração se torna amarrado aos bens materiais. De repente, você perde a consciência da Minha volta. A tua vida fica sem controle, pois você deixa de ter um norte moral – e começa a golpear, a fazer tudo que pode para obter o que deseja. Você fica embriagado, embrutecido pela prosperidade”.
Note o julgamento que Jesus descreve para tais hipócritas: “Virá o senhor daquele servo em dia em que não o espera e em hora que não sabe e castiga-lo-á, lançando-lhe a sorte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes” (24:50-51).
Vou lhe perguntar mais uma vez: você está pronto? Começou a amar a idéia do aparecimento de Cristo? Paulo diz: “Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda” (2 Timóteo 4:8 – itálicos meus). Tiago igualmente insiste: “Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima” (Tiago 5:8). “(Cristo) aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação” (Hebreus 9:28).
Finalmente, Paulo escreve, “Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos, no presente século, sensata, justa e piedosamente, aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, o qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade e purificar, para si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras. Dize estas cousas; exorta e repreende também com toda a autoridade” (Tito: 2:11-15).
Oro para me tornar o tipo de pastor que Paulo descreve. Sim, estou esperando pela volta do meu Mestre. E, como o apóstolo, posso dizer com confiança, “Tenho uma coroa esperando por mim, pois eu amo a Sua vinda. Estou pronto. Vem, Senhor Jesus”.
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Filed Under (Artigos) by Geração Maranata on 05-09-2010
por Geração Maranata

"Quando os homens começaram a se multiplicar na terra e lhes nasceram filhas, os seres divinos viram quão belas eram as filhas dos homens e tomaram esposas dentre aquelas que os agradavam. Foi então, e também depois, que os Nephilim apareceram sobre a terra – quando os seres divinos coabitaram com as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Eles foram os heróis de antigamente, os homens de renome." (Gêneses 6.2-4 – de uma tradução Judaica da Torah)
O assunto Nephilim é tema em vários livros de ficção ou não-ficção e é garantido o sucesso literário se, junto ao tema, for insinuado pirâmides, OVNIs, fim do mundo, etc.
Mas quem realmente eram os Nephilim, e por que todos são fascinados por eles?
Nephilim do hebraico נפיל n ̂ephiyl ou נפל n ̂ephil ou (plural) נפלים e procedente da raiz נפל naphal, que significa "cair, deitar, ser lançado ao chão, falhar". Então Nephilim significa "caídos", por vezes é traduzida como "gigante" porque a palavra Grega para Nephilim é "gigantes". Quem eles eram depende em grande parte de como se interpreta a passagem acima.
Existem três teorias a respeito:
1) A frase "filhos de Deus" se refere a realeza, explicando que os reis eram freqüentemente considerados como deuses por seus súditos. De acordo com esta visão, esses reis saíram por seus reinos catando todas as mulheres belas e as colocavam em haréns para o seu próprio prazer pessoal. De acordo com esta abordagem os “filhos de Deus” eram os nobres, aristocratas e reis.
Estes nobres eram déspotas ambiciosos que cobiçavam poder e riquezas, e desejaram tornar-se “homens de renome” ou seja, célebres. Seu pecado não foi o casamento misto entre dois grupos , ou entre dois mundos (anjos e homens), ou entre duas comunidades religiosas (descendentes de Sete e de Caim), ou de duas classes sociais (plebe e realeza) – mas esse pecado foi a poligamia. Era o mesmo tipo de pecado que Lameque, o descendente de Caim, praticava, o pecado da poligamia, particularmente expresso na forma de um harém, instituição característica das cortes dos déspotas do Antigo Oriente Médio. Neste tipo de transgressão, os “filhos de Deus” com freqüência violavam a responsabilidade sagrada de suas funções como guardiães das ordenanças gerais de Deus para a conduta humana.
Isso não oferece explicação para o tipo de semente que tal comportamento poderia ter produzido, preferindo, ao contrário, desconectar o nascimento de gigantes da prática de coletar haréns de belas mulheres. Uma pequena minoria de estudiosos Judeus defendeu esse ponto de vista em algum tempo, mas a maioria o rejeitou.
2) Os "filhos de Deus" se referem à linhagem de Sete, o terceiro filho de Adão e Eva que permaneceu fiel a Deus, enquanto "filhas dos homens" se referem à mulheres descendentes do primeiro filho, Caim, a linhagem rebelde. Esta interpretação apareceu por volta de 400 AD e foi o primeiro desafio à visão de "anjos" que a maioria tanto de Judeus quanto de Cristãos defendiam antes daquele tempo. Atualmente alguns estudiosos proeminentes ainda ensinam esta visão.
Não há consenso claro sobre como surgiu essa visão, mas o Século V parece ser o ponto de acordo quanto ao tempo. Alguns dizem que foi porque a Igreja estava se afastando da crença no sobrenatural em 400 AD, enquanto outros dizem que a adoração dos anjos estava se tornando mais popular naquele tempo. Ambos os pontos de vista concluem que a visão de "anjos" se tornara um embaraço na Igreja, então uma interpretação alternativa foi procurada: os “Nefilins” são os homens ímpios e violentos que foram gerados pela união entre os Cainitas com os Piedosos Setitas.
Agostinho de Hipona (354-430 DC) teria decidido essa questão e encerrado a discussão dos anjos caídos entendendo que Gênesis 6 tratava-se da união da linhagem "piedosa" de Sete com a vil linhagem de Caim, dada a força da igreja em suprimir o que lhe interessava na época, a teoria da linhagem piedosa de Sete acabou prevalecendo.
O principal suporte para esta interpretação é o contexto dos capítulos 4 e 5. O capítulo quatro descreve a ímpia geração de Caim, enquanto que o capítulo cinco nos mostra a piedosa linhagem de Sete. Em Israel, a separação era uma parte essencial da responsabilidade religiosa daqueles que verdadeiramente adoravam a Deus. O que teve lugar no capítulo seis foi uma transgressão dessa separação que ameaçou a descendência piedosa através da qual nasceria o Messias. Essa transgressão foi a causa do dilúvio que viria a seguir. Ele destruiu o mundo impiedoso e preservou o justo Noé e sua família, através dos quais a promessa de Gênesis 3:15 seria cumprida.
Embora esta interpretação tenha as características recomendáveis à explicação da passagem sem criar qualquer problema teológico, o que ela oferece em termos de ortodoxia (posição doutrinária), o faz às custas de uma prática exegética (interpretação, explicação) aceitável.
Primeiro e mais importante, esta interpretação não fornece definições que surjam da passagem ou mesmo que se adaptem bem ao texto. Em lugar algum os descendentes de Sete são chamados de “filhos de Deus”.
O contraste entre a piedosa linhagem de Sete e a ímpia linhagem de Caim pode estar sendo superenfatizado. Não temos como afirmar com absoluta certeza que toda a linhagem de Sete foi piedosa. Enquanto todos os descendentes da linhagem de Caim parecem ser todos ímpios, apenas alguns Setitas são chamados de piedosos. O que Moisés indica no capítulo cinco é que Deus preservou um remanescente justo através do qual Suas promessas a Adão e Eva seriam cumpridas. Têm-se a distinta impressão de que poucos foram piedosos nestes dias (6:5-7, 12). Parece que apenas Noé e sua família poderiam ser chamados justos na época do dilúvio.
Outro problema é que “as filhas dos homens” dificilmente poderiam ser restritas apenas às filhas dos Cainitas. No verso um Moisés escreveu “Como se foram multiplicando os homens na terra, e lhes nasceram filhas” (Gn. 6:1). É difícil concluir que estes “homens” não sejam os homens em geral ou a raça humana. Segue-se que a referência às suas “filhas” seria igualmente geral. Concluir que as “filhas dos homens” no verso dois é algo diferente, um grupo mais restrito, é ignorar o contexto da passagem. Por estas e outras razões, conclui-se que esta opinião não pode ser aceitável, exegeticamente falando.
Então há o fato de que a frase exata traduzida como "filhos de Deus" somente aparece 5 vezes no Antigo Testamento: Gêneses 6.2 e 6.4, a passagem inicial e Jó 1.6, 2.1 e 38.7. Todas as referências de Jó claramente descrevem anjos. (Uma variação da frase em Daniel 3.25 também descreve uma criatura parecida com anjo, que alguns identificam como o Senhor Jesus em uma aparição do Antigo Testamento.)
Alguns têm dúvida também porque seriam chamados em filhos de Deus em Gênesis 6, uma vez que eram anjos decaídos, isso explica-se pelo simples fato de o termo ser usado para as criaturas que foram criados diretamente por Deus, e não deixaram de ser criados por Deus depois de decaídos, igualmente o Adão decaído não deixou de ser filho de Deus e Lucas, 3:38 confirma esse entendimento. Leia: " 23: E o mesmo Jesus começava a ser de quase trinta anos, sendo (como se cuidava) filho de José, e José de Heli, … 37 E Lameque de Metusalém, e Metusalém de Enoque, e Enoque de Jarete, e Jarete de Maleleel, e Maleleel de Cainã, 38 E Cainã de Enos, e Enos de Sete, e Sete de Adão, e Adão (filho) de Deus."
O único homem do antigo testamento chamado de 'filho de Deus' foi Adão (Lucas, 3:38), porque fora criado à imagem e semelhança de Deus, enquanto os descendentes de Adão foram todos criados à semelhança do próprio Adão decaído e não de Deus: "E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e pôs-lhe o nome de Sete." (Gen 5:3).
Como eram chamados os homens que temiam ao Senhor?
"Louvai ao SENHOR. Louvai o nome do SENHOR; louvai-o, servos do SENHOR. Salmos 135:1"
"Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás; esta é a herança dos servos do SENHOR, e a sua justiça que de mim procede, diz o SENHOR. Isaias 54:17"
Podemos concluir que todas as criaturas criadas diretamente por Deus são considerados seus filhos e os homens considerados servos de Deus no Antigo Testamento, enquanto no Novo Testamento são considerados filhos de Deus aqueles que são nascidos de novo em Cristo Jesus.
Nota: Todas as passagens o termo "filhos de Deus" está em um contexto de anjos e não de humanos. No hebraico antigo quando se pronunciava o termo "Bene Elohim" (בן bem – אלהים ’elohiym) certamente não seria entendido outra coisa senão 'anjos' ou "feitos por Deus", seria a melhor leitura. E "filhas dos homens" em hebraico בת bath – אדם ’adam aw-dawm’ traduzido como "filha do homem Adão" e ainda a palavra adam significa "vermelho" uma alusão ao barro do qual o homem Adão foi criado, então uma tradução melhor e compreensível seria – "feitas (as filhas) pelo homem"
3) E isso traz à terceira interpretação, ao qual o relato Bíblico deve ser tomado literalmente e não alegoricamente. A frase "filhos de Deus" se refere a anjos, ainda que desobedientes, chamados de seres divinos (na traduçao Hebraica acima) que tomaram a forma humana e entraram em união sexual com mulheres humanas. Seus descendentes foram os Nephilim, ou caídos, seres enormes e poderosos que devem na verdade ter dominado o mundo antediluviano.
Os estudiosos que rejeitam esta opinião prontamente reconhecem o fato de que o termo preciso é claramente definido na Escritura. A razão para rejeitar a interpretação dos anjos caídos é que tal opinião é tida como uma afronta à razão e às Escrituras. Alegam que a principal passagem problemática é aquela encontrada no Evangelho de Mateus, onde Jesus disse: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus. Porque, na ressurreição, nem casam, nem se dão em casamento; são, porém, como os anjos no céu.” (Mt. 22:29-30).
A alegação é que Jesus disse que os anjos não têm sexo, mas, isto é mesmo verdade? Jesus comparou os homens no céu aos anjos no céu. Não é dito nem que homens nem que os anjos sejam sem sexo no céu, mas que no céu não haverá casamento.
Quando encontramos anjos descritos no livro de Gênesis, fica claro que eles podem assumir a forma humana. O escritor de Hebreus menciona que os anjos podem ser hospedados sem o conhecimento do homem (Hb. 13:2). Certamente os anjos devem ser bem convincentes como homens. Os homens homossexuais de Sodoma eram muito capazes para julgar a sexualidade. Eles foram atraídos pela “masculinidade” dos anjos que vieram destruir a cidade (Gn. 19:1 e especialmente o verso 5).
No Novo Testamento, duas passagens parecem se referir a este incidente em Gênesis 6, e dão base à opinião dos anjos:
“Ora, se Deus não poupou a anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno os entregou a abismos de trevas, reservando-os para o juízo.” (II Pe. 2:4)
“E a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do Grande Dia.” (Jd. 6)
Os Nefilins são claramente mencionados como resultado dessa união entre os anjos caídos e as mulheres. Enquanto estudos da palavra produzem numerosas sugestões para o significado deste termo, a sua definição bíblica vem de apenas um outro único momento nas Escrituras, Números 13:33:
“Também vimos ali gigantes (Nefilins) (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos.”
Então os Nefilins seriam uma raça de super-humanos que são o produto desta invasão angelical da terra.
Esta opinião não apenas se adapta ao uso bíblico da expressão “filhos de Deus”, como também é a mais adequada ao contexto da passagem. Os efeitos da queda foram vistos na ímpia descendência de Caim (capítulo 4). Ainda que Caim e seus descendentes estivessem “no bolso de Satanás”, Satanás conhecia as palavras de Deus em Gn. 3:15, de que através da descendência da mulher Deus iria trazer o Messias que o destruiria. Não sabemos se toda a linhagem de Sete foi temente a Deus. De fato, até podemos supor o contrário. Somente Noé e sua família pareciam justos à época do dilúvio.
Tradição Judaica
De acordo com a tradição judaica, além de serem muito grandes e fortes, os Nephilim tinha enorme capacidade psíquica. Eles realizavam experiências fora do corpo, levitação, controle da mente, viajem no tempo, leitura da mente e visão remota. Eles tinham o poder de pronunciar e remover maldições e doenças e tinham formas de conhecer e predizer o futuro. Tendo se alinhado com Satanás, a fonte de seus poderes, eles controlaram e escravizaram a humanidade e perverteram a criação de Deus quase além da possibilidade de redenção.
Eles também eram extremamente inteligentes. Sabiam tudo sobre ciência, arquitetura e engenharia. Alguns acreditam que eles combinaram esses atributos com seus poderes de levitação para construir a Grande Pirâmide e outros grandes monumentos em todo o mundo ante-diluviano. Eles sacrificavam seres humanos por todo o planeta em templos e pirâmides que construíram na América Central e do Sul, no Oriente Longinqüo, nas Ilhas Britânicas, no Egito e em outros lugares. Eles bebiam sangue e assassinavam bebês, e quase que certamente estavam mexendo com o código genético humano e animal para perverter a criação e tornar a nossa redenção impossível. Eles eram os heróis de antigamente, os poderosos homens de renome, memorializados em todas as mitologias e a principal razão porque Deus teve que destruir o mundo e todos os seus habitantes no Dilúvio.
O fato de que a Bíblia descreve Noé como sendo perfeito em suas gerações e de que sua família foi a única a ser salva indica que a linhagem de sangue de Noé não havia sido contaminada geneticamente e era possivelmente a única descendência humana pura restante da qual um Redentor poderia vir (Gên 6.9). Se é assim, isso explica porque toda a população do mundo teve que ser destruída, senão a linhagem de Noé eventualmente seria contaminada também. (*)
(*) Nota: os relatos acima citados provavelmente foram inspirados no livro apócrifo de Enoque.
E Também Depois
No tempo de Abraão havia uma grande população de Nephilim no mundo novamente, a maioria localizada no Oriente Médio desde a ponta sul do Mar Morto até a Síria ao norte. Como os Nephilins originais pereceram todos no grande Dilúvio, Satanás aparentemente começou um novo programa de procriação ajustado específicamente para impedir os Israelitas de ocupar a Terra Prometida.
Veja estas referências.
Em Gêneses 14.5-6 uma coalizão de 5 reis da região da margem sul do Mar Morto derrotou três grupos de guerreiros conhecidos como os refains, os zuzins, também conhecidos como zanzumins, e os emins. Os refains eram descendentes de Rapha, que significa 'gigante' em Hebraico. O nomem zuzim significa criaturas errantes e emim significa os terríveis.
Em Deuteronômio 1.26-28 e 2.10-11 encontramos referências aos anaquins (gigantes de pescoço longo) e emins novamente, ambos identificados com descendentes de Rapha, o gigante.
Em Deuteronômio 3.11 é feita referência a Ogue, o Rei de Basã, um descendente de Rapha cuja cama media 4 metros de comprimento e 2,5 metros de largura.
Em Números 13.33 o relato dos espias incluía a visão de Nephilim, dizendo que os descendentes de Anaque vêm dos Nephilim. O medo dos Nephilim foi o que fez 10 dos 12 espias darem um relatório negativo, persuadindo os Israelitas a não entrarem na Terra Prometida. Tudo isso aconteceu no tempo de Moisés.
Em Josué 14.15 no fim da conquista da terra, Calebe recebe Hebrom, antes conhecida como Quiriate-Arba porque foi fundada por Arba, chamado de o maior dos anaquins.
E, é claro, em 1 Samuel 17 e 2 Samuel 21.15-22 há a derrota de Golias e seus quatro irmãos, todos descendentes de Rapha, no tempo do Rei Davi.
Uma História Paralela
Em nossa atenção à conquista por Israel da Terra Prometida, é fácil ignorar o fato de que Deus também deu aos descendentes de Esaú e Ló (Moabe e Amom) conceções de terras. As deles ficavam no lado oriental Vale do Rio Jordão, na atual Jordânia. Assim como com Israel, seu alvo era livrar as terras que lhes foram dadas dos Nephilim que habitavam lá. Em adição, Ele fez os Caftorins (Filisteus) eliminar o ramo chamado de Avins (corruptores) em Gaza (Deut. 2.2-23).
Dessa forma o Senhor julgou os Nephilim uma segunda vez, capacitando sobrenaturalmente Seu povo para derrotar as mais fortes e temíveis forças de Satanás, e admoestando-os a matar todo homem, mulher e criança, de forma a não deixar vivos remanescentes dessas abominações para repovoar o mundo uma terceira vez. Levou até o tempo do Rei Davi para tudo isso ser alcançado.
Por milhares de anos os Nephilim sobreviveram somente na mitologia, às vezes conhecidos como semi-deuses ou Titãs. Hércules é um exemplo de ser mitológico cujo pai era um deus e cuja mãe era humana. A propósito, a palavra titã vem de Shaitan, um derivado Babilônico da palavra Hebraica Satan.
O Fim dos Tempos
"E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem" (Mateus 24.37).
Como eram os dias de Noé? De acordo com 2 Pedro 2.4 esses foram os dias em que os anjos caíram e foram julgados. Judas 6 também descreve anjos que saíram de sua habitação natural (o céu) e foram acorrentados em trevas. Esses versos se referem aos anjos que foram os pais dos Nephilim.
Parece que isso acontecerá novamente, logo antes da 2ª Vinda, como Jesus disse. É aí que os cultos de OVNIs e outros lançam suas conjecturas. Eles falam de avistamentos de OVNIs (há um a cada 10 minutos em alguma parte do mundo) como sinais apontando para o retorno dos Nephilim. Uma pessoa de cada 5 declara ter visto um OVNI e uma em cada 100 declara ter tido algum tipo de encontro alienígena, de observação a inspeção e a abdução. O denominador comum em abduções confirmadas parece ser um incomum interesse no sistema reprodutivo humano. Estarão os assim chamados extraterrestres usando humanos para criar uma raça híbrida, meio humana e meio "alien"? Resultará isso em um retorno dos Nephilim, uma raça super poderosa de seres criados para ajudar as forças de Satanás a tomar o Planeta Terra novamente?
Ferro e Barro
"A Bíblia não prediz isso claramente, apesar de alguns lerem isso em passagens do Apocalipse onde João parece estar descrevendo seres de outro mundo. Mas há uma pequena pista na tradução Versão King James do Livro de Daniel. Ela está no capítulo 2, a descrição de Daniel da estátua polimetálica que o Rei Nabucodonozor havia visto em um sonho. Daniel interpretou a estátua do sonho como uma representação de reinos mundiais futuros entre então (600 AC) e o Milênio. A cabeça de ouro era Babilônia, então no poder. O peito e os braços de prata simbolizavam o reino que se seguiria a Babilônia (Pérsia), o abdomem e as coxas de bronze eram o reino seguinte (Grécia) e as pernas de ferro um depois desse (Roma). Na base, estavam pés de ferro misturado com barro, o que muitos vêem como o Império Romano revivido no final dos tempos.
E é aqui que fica interessante. A tradução de King James do verso 43 diz, "E onde viste ferro misturado com barro de lodo, eles se misturarão com a semente dos homens: mas não se prenderão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro" (Daniel 2.43).
Quem são eles, os que se misturam com a semente dos homens? Parece que eles não são humanos ou a passagem não faria sentido. Estarão não-humanos criando uma raça híbrida para algum propósito ainda desconhecido? Estarão eles habitando silenciosamente entre nós agora mesmo, como alguns defendem? Será o Anticristo o exemplo definitivo dos Nephilim, ou terá ele forças Nephilim ao seu comando durante a Grande Tribulação? Somente o tempo dirá." (conjecturas do escritor Jack Kelley)
Mas uma coisa nós podemos saber com certeza agora mesmo. Havia um 5º reino no sonho de Nabucodonozor Ele era simbolizado por uma pedra cortada não por mãos humanas e caiu sobre a estátua e a reduziu a um pó tão fino que o vento eliminou todo e qualquer traço dele (Dan 2.34-35 e 44-45).
Este é o Reino do nosso Senhor Jesus, e quando vier Ele destruirá todo o remanescente dos reinos anteriores da humanidade. Seu Reino jamais será derrotado nem dado a outro, pois Ele reinará para sempre e sempre, e nós estaremos lá com Ele.
Maranata!
Leia Também: Como nos Dias de Noé
Para saber mais: http://www.caiofabio.net/2009/conteudo.asp?codigo=06003
Fontes pesquisadas:
www.olharprofetico.com.br
www.wikipedia.org
Dicionário Bíblico Strong
www.bible.org/series/genesis- paraíso – patriarcas
www.estudosgospel.com.br/…/anjos-caidos-gigantes-e-os-filhos-de-deus.html
Filed Under (Apostasia, Defesa da Fé) by Geração Maranata on 05-09-2010

por Geração Maranata
Um pouco sobre Astrologia e Mitologia
Os povos antigos sempre divinizaram os astros prestando cultos de fertilidade que quase sempre terminavam em imoralidade e orgias. Foi assim no Egito, em Roma, na Grécia, na Babilônia, na Assíria, no povo Celta, entre os Maias, Aztecas, etc, etc…
Se olharmos e estudarmos as religiões mitológicas das grandes civilizações veremos que se trata da mesma religião com algumas variações de nomes dos deuses e na forma dos cultos, mas o padrão é o mesmo, ou seja, mitos baseados no cultos dos astros, onde cada planeta e signo do zodíaco é representado por uma divindade.
Na Bíblia no livro de Deuteronômio 4:19 diz o seguinte:
“…e não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus, e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que o SENHOR, teu Deus, repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus”, ou seja, para que os israelitas não fizessem como os outros povos faziam. Quando a Bíblia menciona “exercito dos céus” está justamente fazendo referência ao culto astrológico praticado por todos os outros povos aos redor dos israelitas.
Tudo começou com os sumerianos…
Estudos mostram que as representações dos signos zodiacais foram assimiladas dos caldeus ou babilônios, que por sua vez, basearam-se num saber mais antigo ainda: os Sumérios.
A palavra zodíaco vem de uma palavra grega para “ciclo animal” e obedece a mesma ordem dada pelos sumérios, por volta de 4000 anos A.C., que lhes chamavam de UL.HE, “O Brilhante Rebanho”.
Todas as evidências apontam para o surpreendente fato de que os sumérios, civilização considerada mais antiga do mundo, possuíam um conhecimento astronômico maior e mais completo que seus sucessores e que só podem ser rivalizados pelo conhecimento atingido na presente era espacial. Tal conhecimento deveria ser impossível para época.
Os sumérios possuíam um grande conhecimento que dificilmente foi adquirido por eles mesmos, outra constatação é que boa parte desse conhecimento NÃO TINHA USO PRÁTICO PARA ELES.
Por exemplo: quem na antiga Suméria precisava realmente estabelecer um equador celestial ? ou deixar uma variedade de textos elaborados que tratam das medições de distâncias interestelares?
A pergunta que surge imediatamente é: Como os Sumérios, sem os modernos instrumentos atuais, situados no berço da humanidade e recém saídos das cavernas, puderam elaborar tão complexo e sofisticado sistema astrológico sem informações anteriores?
Como eles poderiam, através de meras observações do céu a olho nu, considerando que não poderiam conhecer a verdadeira natureza dos astros, pois eram somente um bando recém saído das cavernas, conhecer o Grande Ano de 25.920 anos que perfazem o total das casas percorridas pelo sol no zodíaco?
DA MESMA FORMA ACONTECEU COM OS EGÍPCIOS
O complexo de Gizé é um pesadelo para os acadêmicos. O pensamento comum quer nos fazer crer que a Grande Pirâmide e suas medidas perfeitas, são o produto de um povo recém saído das plantações de arroz para o mundo dos cálculos avançados e problemas técnicos de construção de pirâmides que exigem soluções às quais nossos arquitetos nem conseguem imaginar.
As relações matemáticas encontradas na pirâmide e os conhecimentos técnicos e astronômicos para as medidas ali achadas, levam a mesma conclusão do caso dos Sumérios: são culturas por demais diferentes de outros povos de suas épocas, que mostram um nível de evolução de pensamento e ciência além do que se possa imaginar natural.
Observa-se também notável semelhança no modo como encaram suas relações com os seus deuses, dos quais dizem ter recebido toda sua ciência e arte.
A resposta não pode estar em outro lugar senão na religião desses dois povos.
As evidências de que o panteão grego, e, portanto romano, que possui fartas semelhanças com o egípcio, derivaram do panteão indo-ariano, o qual ramificou-se para várias partes do mundo antigo a partir do norte do Irã ou da área do Cáucaso.
Um desses grupos chegaria ao vale do Indo e seriam conhecidos como os arianos, os homens nobres, que trouxeram consigo os Vedas (escritos sagrados Hindu).
Outros se fixaram na Anatólia (Ásia Menor), se tornando os recé-redescoberto povo Hitita. Decifradas a escrita e os monumentos hititas foi fácil ligar sua cosmogonia e seu panteão ao culto astrológico desses povos que parecem tão distintos entre si, mas que tem na verdade, um ÚNICO denominador, um centro do qual toda essa cultura irradiou: os Sumérios.
A sociedade humana, depois dos Sumérios, basicamente, não apresentou nenhuma inovação tecnológica, matemática, astrológica ou arquitetônica, nenhuma expressão artística ou cultural diferente daquelas que já existiam. Dos Sumérios até o século XIX, o homem andou de cavalo.
O saber dos Sumérios acerca da natureza dos cosmos e das leis que regem os ciclos do planeta, só foi suplantado em nossos dias.
Tudo aponta para as lendas e tradições desse povo que diz que seus deuses desceram dos céus e os ensinaram todas as artes.
Neste ponto entra a Bíblia – a Bíblia cita em Gênesis 6, em paralelo, aos textos das mais antigas civilizações, sobre como o gênero humano se degradou em maldade e violência mesmo tendo se misturado à semente dos chamados “deuses”.
“ Como se foram multiplicando os homens na terra, e lhes nasceram filhas, vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram. Então, disse o SENHOR: O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos. Ora, naquele tempo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na antiguidade.“
A palavra traduzida por gigantes é “Nephilim”, que significa “Aqueles que caíram” ou “Que foram lançados por terra”.
O paralelo Sumério para isto também existe: os Annunaki, ou “os cinqüenta que foram do céu à terra”, conhecidos também como os “cinqüenta grandes príncipes”, ou "supervisores dos trabalhos da raça humana".
“Filhos de DEUS” na tradução hebraica é “ben-elohyn”, sendo que elohyn é o plural de deus, ou seja, “deuses”.
Isso parece descrever uma humanidade diferente da humanidade comum. Essa mistura teria gerado um povo poderoso demais e violento demais, que, com as armas descritas nos antigos relatos, poderia tornar a Terra inabitável por muitos anos.
Seriam os Titãs descritos nos mitos gregos, uma raça que facilmente se rebelava contra seus criadores.
'Zecharia Sitchin' um estudioso do povo sumeriano e do hebraico, fez um paralelo da Bíblia com os escritos sumérios, e declara que a Bíblia está em conformidade com o registro antropológico e os relatos sumério-acadianos referente ao dilúvio e a ordem de reconstrução das cidades após o dilúvio.
Antropologicamente é aceito que os primeiros indícios de uma humanidade agrícola como a conhecemos ficou um bom tempo restrita à região montanhosa a leste da Mesopotâmia antes de migrar para as regiões de planície, o que concorda com o relato Sumério e o texto bíblico.
O nome da terra montanhosa a Oriente da Suméria, E.Lam, significa “terra onde a vegetação germinou".
Gênesis 11, 1 : “ Ora, em toda a terra havia apenas uma linguagem e uma só maneira de falar. 2 Sucedeu que, partindo eles do Oriente, deram com uma planície na terra de Sinear; e habitaram ali.”
Sinear quer dizer “Terra entre dois rios”. Dali, os povos foram divididos em línguas diferentes no incidente da Torre de Babel, fato também contado na “mitologia” suméria. A origem comum das línguas parece um fato, mas a origem da sua divisão e multiplicação continua um mistério.
Após a dispersão dos povos pela Terra, coube a Ninrod, que significa “Rebelião” ou “Rebelde”, descrito como poderoso caçador, segundo a Bíblia, voltar a erigir as cidades antigas. As tábuas sumérias estão danificadas no ponto onde estaria o nome do primeiro rei humano depois do dilúvio, mas o nome das cidades fundadas por Ninrod não parece deixar duvidas de que ele foi aquele que usurpou o direito de ser “Rei dos homens”, liderando-os numa empreitada maliciosa, por isso seu nome em hebraico ficou como “Rebelde”.
Babel é ‘confusão’ em hebraico, porque ali foram confundidas as línguas, mas na língua babilônica, derivada da sumerio-acadia, Babel significa “Portal dos deuses”.
Ninrod não queria simplesmente construir uma torre, mas um lugar em que pudesse estabelecer comunicação com seus deuses e ficar ainda mais poderoso sobre a Terra, quem sabe ter acesso aos mesmos poderes que os homens de renome da antiguidade possuíam?
Abraão
Quando olhamos para a Bíblia, pensamos que a origem judaica se deu com Moisés, no formador do estado de Israel, porém foi em Abraão que tudo começou, Abraão vivia na cidade de Ur dos caldeus.
Ur, foi um dos berços da civilização Suméria, lá foram encontradas as barras de argila com o código de leis de Ur-Nammu, mais de um milênio antes de Hamurabi, 2350 a.C.
Essas leis, ditadas pelo deus Nannar fez com que houvesse igualdade de justiça para todos os cidadãos. Urnammu decretou “pesos e medidas honestos e constantes”, mesma terminologia usada milênios mais tarde na Lei de Moisés.
Abraão, um caldeu, criado na tradição e conhecimento daquele povo, a mando do DEUS Criador dos céus e da Terra, deixa a civilização para perigrinar pela jovem Terra desconhecida de então.
“Sai da tua terra, Abrão”, disse DEUS. “Deixa esse lugar e seu povo, suas tradições e idolatria, sua confusão e suas lutas, porque EU SOU SANTO, ou seja, SEPARADO, e você deve ser como Eu Sou. Não quero mais você misturado a eles, mas de ti farei uma nova semente.”
De Abraão saiu toda a nação Judaica.
Nephilim – deuses (demônios) da antiguidade

Abraão saiu de Ur, abandonando seus deuses e sua religião astrológica.
Há basicamente duas visões da criação do mundo e da vida humana nos dias de hoje para se opor a seleção natural do acaso dos darwinistas:
1ª – A visão naturalista e cosmológica de deuses, essencialmente iguais a nós, mais evoluídos, que vieram e plantaram a vida por aqui e são responsáveis pelo grande inicio da era humana. Seriam também os extra-terrestres. Essa visão tende a exaltar o homem como um deus em formação.
Quem seriam esses deuses, os Nephilim, os deuses dos antigos panteões, os E.Ts.?
Ao ler todos os relatos bíblicos e as hipóteses de gente que pesquisou a fundo os textos antigos como o próprio Sitchin, chegamos a uma encruzilhada. Embora haja muitos pontos em comum entre a descrição bíblica e os relatos sumerio/babilônicos, apenas UMA dessas versões deve estar correta.
Sitchin observa que na Babilônia houve um esforço incomum para suprimir dos textos religiosos os nomes de deuses mais antigos, como Anu e Enlil, antes protagonistas, pelo nome de um jovem deus chamado Marduk, que se tornou o supremo benfeitor da humanidade.
Quantas vezes isso pode ter acontecido?
Porque o Deus de Abraão, mesmo este sendo um caldeu, é tão diferente dos outros deuses?
Não era ele conhecido naquelas terras?
Porque Abraão crê no DEUS Único dos hebreus, o criador dos céus e da terra, em detrimento dos outros deuses sumerianos?
É como se o DEUS de Abraão fosse BANIDO da historia da formação da civilização mesopotâmica, provavelmente por aqueles que outorgaram a si o direito de serem chamados de deuses pelos homens, os Nephilim, que decaíram de suas antigas formas por terem desobedecido suas ordens e abandonado seus postos, como está descrito em Judas (não o Judas Iscariotes que traiu Jesus) verso 6: “ e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia”, e adquirindo corpos preparados para tal, decaíram em toda espécie de luxúria e imundícia pecaminosa, fazendo a humanidade desviar e praticar o caminho do conhecimento de praticas divinatórias através dos astros e cometer todo tipo de idolatria.
Através de rituais puderam criar uma raça de gigantes sobre a terra, uma raça violenta, que contaminou quase que irremediavelmente a matriz humana; após o dilúvio, só voltamos a ver referências de gigantes novamente entre os cananeus, um povo que praticava o culto astrológico e rituais terríveis de sacrifícios de crianças em honra do panteão.
Essa cosmovisão tende a exaltar as cosmogonias pagãs, suas constelações, seus ‘aeons’, os ciclos da natureza e uma assim chamada ‘Luz Interior’, como forma do homem encontrar a verdadeira 'chama' de Prometeu dentro de si, algo que entre os círculos teosóficos e maçônicos é chamado de “luz de Lúcifer”, nesse contexto, não o acusador da humanidade (o diabo), mas seu maior benfeitor, aquele que sempre quis levar a raça humana adiante.
Na verdade o DEUS hebreu seria o verdadeiro vilão da historia, assim como acreditavam os gnósticos, precursores do teosofismo e do neopaganismo.
Hitler, durante seu curto reinado, era obcecado em obter o aperfeiçoamento da raça ariana, dizendo que nela se encontrava o DNA do super-homem, mito importado pela Teosofia de crenças orientais, tibetanas e hinduístas.
Hitler levou ao pé da letra a teoria da seleção natural misturando-a com sua cosmogonia pagã, tentando suprimir raças que para ele não eram completamente humanas e que deveriam deixar de existir para que o verdadeiro homem, o super-homem ariano, surgisse de uma raça de senhores absolutos da Terra.
Curioso que os nazistas escolheram como símbolo a suástica hinduísta, um símbolo dos senhores arianos que governavam a Terra antes do dilúvio, em franca oposição aos símbolos judaico-cristãos.
O que na verdade se queria era evocar eram forças antigas.
2º- A visão judaico-cristã, oriunda de Abraão, única crença realmente monoteísta da antiguidade, propõe que o homem decaiu do seu estado original e deve se achegar ao DEUS Único e Eterno por meio da obediência e arrependimento de um modo de vida egoísta e mundano; o objetivo principal na chamada de Abraão seria o de constituir uma semente piedosa sobre a Terra, uma descendência que gerasse um povo sábio em palavras e obras e que pudesse ser receptáculo e testemunha do maior advento de todos os tempos: a vinda em carne do VERBO divino, o agente da Criação, o principio e fim de todas as coisas, Jesus Cristo.
A conquista de Canaã por Israel e a ordenança de Deus para riscar totalmente os Cananitas, pode transparecer uma “limpeza étnica” nos dias de hoje, mas visto tratar-se de uma ordem excepcional em todo Velho Testamento, que prescrevia até mesmo leis piedosas para se tratar com hospitalidade o estrangeiro em Israel, devemos analisar os fatos sob outro prisma.
Levou quatrocentos e trinta anos para que sobreviesse julgamento das obras más dos cananeus. Isto demonstra uma longanimidade excelente para com o transgressor e uma capacidade de julgamento muito além da compreensão dos fatos pelo homem, visto que a Bíblia declara que DEUS perdoou a perversa cidade de Ninive, capital do perverso imperio Assírio pagão, pela pregação do profeta Jonas, de outra forma destinada a destruição total, vemos que a iniqüidade dos cananeus era realmente de um tipo potencialmente mau.
Antes, porem, do povo hebreu sair do Egito, o DEUS hebreu usou Moisés e seu povo para julgar os deuses e a religião idolatra egípcia, que fazia da dinastia faraônica falsas divindades a serem adoradas na Terra:
Gênesis 12,12 – "Executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o SENHOR”.
Vemos que o DEUS hebreu quis se revelar como uma divindade separada (significado de “kadosh”, em hebraico, santo) de todas as outras que existiam e alheio às suas praticas de ciências naturais e mágicas, que levava o homem a perscrutar seu destino nos astros.
São várias as determinações no livro de Levitico, capítulos 17 a 20, sobre costumes dos povos cananitas que não deveriam voltar a ser praticados novamente para que a terra não fosse contaminada com maldição. Entre eles estava a prática de feitiçaria, incesto, zoofilia, sacrifícios humanos, etc…
O povo hebreu falhou em cumprir a determinação dada a eles e veio a se contaminar inúmeras vezes com os costumes dos chamados filisteus, sendo por fim deportados para a Babilônia, permanecendo cativos durante setenta anos. Sua repatriação só foi possível porque a plenitude do plano do DEUS de Abraão ainda não havia acontecido: a vinda do Messias, o Ungido.
CONCLUSÃO
Uma ultima exposição dos opostos: o simbolismo do doze na Bíblia parece ter sido colocado ali propositalmente para contrapor o sagrado doze dos panteões astrológicos dos povos antigos, pois na Bíblia, doze nunca foi número de estrelas ou planetas, para que o homem não viesse a confiar nos astros, mas o número sempre é relacionado ao homem na Terra como agente de mudança e de justiça divina.
Assim foi com as doze tribos, assim foi com os apóstolos; DEUS parece dizer, “não são os astros ou seus deuses que podem mudar algo aí a na Terra, mas quem escolhe andar do meu lado”.
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Fontes:
www.trincheiraespiritual.blogspot.com (Extraído com adaptações)
www.wikepedia.com
Filed Under (Gogue e Magogue) by Geração Maranata on 02-09-2010
 povos que invadirão Israel
Geração Maranata
Muitas das nações sobre as quais ouvimos nas notícias atualmente existiram em tempos antigos, mas com nomes diferentes. Ao usar os antigos nomes dos países sobre os quais profetizou, O Senhor tornou possível usar as Escrituras para interpretar as Escrituras. Muitas das informações abaixo podem ser conseguidas referenciando Gêneses 10, a assim chamada Tábua das Nações, em uma boa Bíblia de estudos. Aprender os nomes modernos das nações cujas famílias fundadoras são listadas ali realmente ajuda a conectar a profecia bíblica com os eventos atuais.
Gogue
Eu creio que Gogue seja um ser sobrenatural (aparecendo na batalha de Ezequiel 38 e na batalha final no final do Milênio), talvez a contrapartida de Satanás para o Arcanjo Miguel. Há uma referência obscura na tradução Septuaginta de Amós 7.1 a um Gogue, Rei dos Gafanhotos, o que quer que seja. Você não encontrará nenhuma pista disso nas traduções em Português a partir do Hebraico. Você só pode chegar lá através da tradução Grega (Septuaginta). Mas fisicamente sem conexão a nenhum território ou povo como no caso de Magogue e outros relacionados em Ezequiel 38, e com aparições bíblicas tão distantes no tempo entre uma e outra, há boas razões para crer que Gogue seja um ser não-humano, um dos de Satanás.
Magogue
Em contraste, existem mais de 130 referências históricas ligando Magogue aos antigos Scitas (eles derrotaram Saul na batalha de Bete-Sean e pregaram o seu corpo no portão da cidade). A Grande Muralha da China era conhecida como "O Baluarte de Magogue" em tempos antigos e foi construída para proteger a China de Magogue. Alguns vêem uma grande similaridade entre o que é conhecido sobre os Scitas e as hordas Mongóis de Genghis Kahn. Magogue era filho de Jafé e habitou a Àsia central. Seus descendentes, os Scitas, são os ancestrais do povo Russo de hoje.
Meseque e Tubal
Estes dois eram irmãos de Magogue e estão ligados à mesma área geral, mas mais provavelmente são o povo Turco. Josepho associou Meseque com a Capadócia, lar do antigo Império Hitita, na Turquia oriental.
Pérsia
Esta é mais fácil porque seu nome mudou para Irã em nossa memória.
Cushe e Pute
Estes dois eram filhos de Cão e irmãos de Mizraim (que significa "dois Egitos") e Canaã. De forma estreita eles são chamados de Etiópia (Cushe) e Líbia (Pute), mas ambos tinham posse de um território muito maior no passado. A palavra Cushe tem uma raiz Hebraica que significa negro, e pode ser representativa das raças negras da África, enquanto Pute pode representar a parte norte do continente; Algéria, Tunísia, Marrocos, Mauritânia, etc. Note que todos são filhos de Cão e, portanto, não Semitas. O denominador comun entre as nações Africanas é a religião (Islã) não a raça (Árabe).
Gômer
Outro filho de Jafé e irmão de Magogue, Gômer habitou os vales do Reno e do Danúbio, e pode ser associado com a Europa Oriental de hoje.
Bete Togarma
Bete significa casa em Hebraico. Togarma era filho de Gômer. Os Armênios de hoje cham a si mesmos de Casa de Togarma. Os Turcos (mas não os Curdos, que são os antigos Medos da famosa Medo-Pérsia) também são incluídos.
Seba e Dedã
Estes dois são primeiramente mencionados como netos de Cushe em Gêneses 10.7. Mais tarde, em Gêneses 25.3, lemos sobre dois netos de Abraão também chamados Seba e Dedã, nascidos de Jocsã, filho de Abraão com sua 2ª esposa, Quetura. Não está claro qual par de netos está sendo referido, mas comentários, apesar disso, identificam estes dois como representando possivelmente as nações da Pnínsula Árabe, notadamente a Arábia Saudita.
De acordo com os arqueólogos W. F. Albright e Wendell Philips, Seba ficava na extremidade sudoeste da Península Arábica do outro lado do Mar Vermelho em relação à atual Etiópia. Seba é conhecida na história como Sabá no sul da Arábia, os Sabaenses da geografia clássica, que negociavam especiarias com outros povos do mundo antigo. Dedã era provavelmente o habitat dos Árabes na parte norte do Deserto da Arábia, que é a atual Arábia Saudita. A antiga capital da Arábia Saudita ainda é chamada de Dedã em muitos mapas hoje em dia.
Társis
Társis era filho de Javan, que se estabeleceu na área do sul da Grécia. Existem três escolas de pensamento no que se refere a Társis. Um ponto de vista coloca Társis a Oeste, acessível a partir do grande porto de Salomão em Ezion Geber, no Mar Vermelho. Como Javan e sua família viajaram para o norte e para oeste de Babel na confusão das linguas, isto parece improvável. Grande embarcações marítimas eram freqüentemente apelidadas de "Navios de Társis" e muito provavelmente foi assim que Társis veio a ser ligada com Ezion Geber, já que tanto Salomão quanto Ezequias construíram tais navios lá. Outros a vêem como referência à antiga Tartessus, um porto marítimo no sul da Espanha, perto de Gibraltar. Outros ainda relembram as embarcações marítimas dos Fenícios, que operavam "Navios de Társis" perto de Cades e navegavam para o norte até a Inglaterra em busca de estanho, um metal utilizado na fabricação de bronze e outras ligas, que eles mineravam em Cornwall. Alguns crêem que o nome Britânia é na verdade derivado de uma palavra Fenícia que significa "fonte de estanho". Se for assim, como os "Navios de Társis" traziam estanho para o velho mundo, esta referência pode ser à Grãbretanha transformando os "leões" (KJV) ou "vilas" (NVI) de Társis em colônias Britânicas, das quais os EUA são a mais proeminente hoje. O fato de que o leão é o símbolo do Império Britânico apoia este ponto de vista.
Resumo
Novamente, é instrutivo ver o motivador comum como sendo a religião, não a raça. Alguns anos atrás, um editorial no Jerusalem Post delineou o plano "Árabe" como sendo composto de duas fases. Fase um era ganhar tanto quanto possível através do barato processo de negociações enquanto simultaneamente se enfraquecia Israel e se fortalecia a coalisão Muçulmana. Fase dois, depois de nenhum ganho negociado poder ser feito, era ir à guerra pelo restante.
Extraído do site Olhar Profético
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