Vídeo: O Homem no Buraco

Filed Under (Vídeos, Você é Salvo ?) by Geração Maranata on 31-10-2010

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por Geração Maranata

Qual é a religião verdadeira?

A palavra religião quer dizer religar: religar-nos a Deus.

Não existe uma coisa que nos ligue a Deus, mas existe uma Pessoa que nos religa a Deus: Jesus Cristo.

"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; Ninguém vem ao Pai senão por mim." João 14:6

"Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes." Romanos 5:1

"…fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho  e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação." Romanos 5:10

"Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo0". 1 – Coríntios 15:57

"E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus; Somente Jesus tem o poder de no religar a Deus. Nenhum outro ser pode fazer isso. Muitos são devotos de Maria e de muitos outros “santos” que a igreja católica ensinou serem intercessores por nós, mas a Bíblia reconhece apenas Jesus como nosso intercessor e nosso advogado." 2 – Coríntios 3:4

"Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem." 1 Timóteo 2:5

"Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo." I João 2:1

 

Nós não podemos nos auto-salvar, nem por nossa bondade, nem por boas obras:

"Não há justo, nem sequer um… Todos se extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só." Romanos 3:10,12

"O homem não é justificado por obras da lei, mas sim, pela fé em Cristo Jesus, temos também crido em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo, e não por obras da lei." Gálatas 2:16

"Não em virtude de obras de justiça que nós houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou." Tito 3:5

"Pela graça sois salvos, por s gentios, e eles à vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie." Efésios 2:8,9

"Não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados… mas com precioso sangue de Cristo." I Pedro 1:18,19

 

Novo Nascimento e Reencarnação

"Nascer… Morrer… Renascer… Renascemos quantas vezes forem necessárias para o nosso aperfeiçoamento espiritual." (frase muito usada pelos espiritualistas)

A passagem bíblica onde Nicodemos tem um encontro às escondidas com Jesus e faz-lhe várias perguntas é muito usada por grupos espiritualistas para fundamentar sua tese de reencarnação.

Jesus diz que "para se entrar no Reino de Deus é necessário nascer de novo" (João 3:3). Os espiritualistas usam esse texto para pregar a sua doutrina da reencarnação. Mas esse texto nada tem a ver com o nascer fisicamente e, muito menos, com reencarnação. O contexto explica o que Jesus queria dizer, reforçado com outras passagens bíblicas. Jesus estava a referir-Se a um nascimento espiritual.

Jesus, em uma entrevista com um dos teólogos da religião judaica, de nome Nicodemos que O procurara. E Jesus disse-lhe que ele precisava de nascer de novo para participar do Reino de Deus. Nicodemos questionou-O se isso significava "tornar a entrar no ventre materno?" – João3:4

Poderemos reformular a questão de Nicodemos, em termos espíritas: “Tenho que reencarnar?”. Jesus respondeu-lhe dizendo que o novo nascimento não é carnal (físico, material), mas espiritual (v. 6). É um nascimento operado pela “água”, uma referência à Palavra de Deus (Efésios 5:25-26) e pelo Espírito de Deus.

O Espírito Santo, usando a Palavra de Deus, a Escritura divinamente inspirada (II Timóteo 3:16-17), convence o homem do pecado, da justiça e do juízo (João 16:7-8) e da necessidade de aceitar pela fé, Jesus Cristo como Único e Suficiente Salvador. – Atos 4:10-12.

E o homem ao fazer isso será salvo e convertido numa nova criatura (II Coríntios 5:17; I Pedro 1:3 e 23; I João 5:18).

"Aquele que nasce do Espírito não vive mais segundo a carne, mas segundo Espírito" "… vivendo sob a ação e a orientação do Espírito Santo." (v. 8; Rm. 8:1-4).

Não Há Reencarnação !

” … aos homens está ordenado a morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo.” Hebreus 9:27

 

Leia também:

Fatos sobre espíritos guias

Espiritismo e Reencarnação – Entrevista com o escritor e Missionário Daniel Mastral

 

**Geração Maranata** Se for copiar cite a Fonte!

Uma refutação à pergunta da revista Galileu: “Quem mudou a Bíblia e por quê?”

Filed Under (Defesa da Fé) by Geração Maranata on 30-10-2010

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Nos primeiros séculos do cristianismo, os responsaveis por copiar o Novo Testamento eram voluntários que adaptavam o texto a suas crenças. (extraído da Revista "Galileu")

Não é a primeira vez, e não será a última, que esta revista e outras, como a Época, Superinteressante, etc, trazem desinformação sobre Deus, Cristo e a Bíblia.

Gastam muito tempo, energia e dinheiro e se empenham em fazer com que as pessoas engulam suas pseudos-verdades, sempre fundamentadas por "autoridades" no assunto. Por quê?

Em primeiro lugar eles estão aplicando o método de mudança de pensamento; segundo, as pessoas acreditam em tudo sem buscar informação sobre o assunto e terceiro porque $vende$.

"No princípio, era o verbo, ja dizia o evangelho de João no seu primeiro versículo. Mas será que era isso mesmo o que foi escrito originalmente? Pode ser que não. Só Deus sabe o quanto o verbo foi modificado na Bíblia ao longo dos séculos. Sem poder solucionar essa questão, sobrou para o homem a tarefa de desvendar o porquê dessas alterações. Para tanto, foi criada uma disciplina: a crítica textual. Com o lançamento no Brasil do livro "O que Jesus Disse? O que Jesus não Disse? – Quem Mudou a Bíblia e Por Quê", do norte- americano Bart Ehrman, essa ciência e as discussões sobre o texto do Novo Testamento voltam à baila.

Ehrman é chefe do Departamento de Estudos Religiosos da Universidade da Carolina do Norte e uma das maiores autoridades mundiais sobre a Bíblia e a vida de Jesus. Lançado no começo deste ano nos EUA, o livro que agora chega ao Brasil permaneceu mais de quatro meses na lista dos mais vendidos no "The New York Times Books Review". Além da curiosidade sobre tudo o que envolva Jesus Cristo, o sucesso da obra se deve à abordagem do autor, que teve a idéia de desenrolar para o público leigo o novelo de culturas, histórias, lendas e mistérios que se esconde sob a crítica textual." (extraído da matéria)

 

por Prof. João Flávio Martinez

Todo fim de ano é o mesmo apelo mercadológico com o nome e a pessoa de Jesus Cristo. Este ano, uma das primeiras revistas de grande circulação que resolveu destilar suas conjecturas sobre Jesus foi a Galileu. Com a pergunta: “Jesus foi mal interpretado?”, o articulista da matéria comenta as “mais novas descobertas” do escritor estadunidense Bart Ehrma. Segundo a revista, o escritor em lide escreveu um livro sobre toda a problemática – "O que Jesus Disse? O que Jesus não Disse?" No conteúdo da matéria temos cosmovisão agnóstica do autor do livro supracitado mais entrevistas feitas a teólogos liberais. Sinceramente, achei o escopo fraco e de uma pobreza franciscana na questão de argumentação! Apesar de todas as supostas revelações serem caducas e redundantes e algumas delas conhecidas até pelos pais da Igreja, entendi que seria importante uma palavra de esclarecimento aos mais leigos.

Lembro-me que alguns anos atrás a questão não era “o que Jesus disse ou não disse”, mas se Ele realmente havia existido como indivíduo histórico. Hoje, com tantas descobertas históricas, arqueológicas, geográficas, filológicas, entre outras, fica difícil argumentarem que o Cristo não existiu. Agora, então a questão seria outra – Já que Ele existiu, então, arvoram, deve ter sido apenas um homem notável e nada mais. E mais uma vez os escritos neotestamentários são devastados (e isso é bom, pois não tememos os fatos).

A verdade é que se aplicássemos as muitas outras fontes históricas os mesmos rigores de que a crítica racionalista e até mesmo a cristã usou no estudo dos evangelhos, um bom número de acontecimentos do passado sobre cuja autenticidade não se levanta dúvida, passaria para o terreno das lendas. No entusiasmo de suas descobertas a alta crítica submeteu o Novo Testamento a provas de autenticidade tão severas, que, se as aceitarmos em outros campos, um cento de verdades históricas, como o Código de Hamurabi, Homero e sua Ilíada, Sócrates e Platão com suas belas conjecturas filosóficas, tudo não passaria do campo da lenda.

Encontramos, é verdade, algumas aparentes divergências em certas narrações contidas nos Evangelhos. Tais divergências, porém, são apenas detalhes e para as mesmas sobram explicações dos exegetas. No caso das conjecturas da Revista Galileu, todas as supostas revelações já foram desnudadas e explicitadas em vários compêndios teológicos que podem ser encontrados em várias livrarias, inclusive livrarias seculares. Ou seja, a argumentação do articulista da revista prova que o mesmo não tem o mínimo de conhecimento teológico da área em que resolveu pesquisar. E isso foi o problemático do conteúdo da matéria, sendo que perguntas bem elaboradas teriam deitado por terra todas as supostas descobertas do autor do referido livro.

Antes das minhas considerações, vem-me a mente as palavras do conhecido historiador francês Joseph Calmette, citado pelo escritor Mario Curtis Giordani: “O historiador (pesquisador) digno deste nome, não pode, com efeito, pense o que pensar em seu fórum íntimo, nem adotar a linguagem do orador de panegírico pronunciando seu elogio do alto da cátedra sagrada, nem o ceticismo do ateu ou do materialista que afasta a priori do seu campo de visão toda a noção de espiritual”.

 

REFUTANDO AS ACUSAÇÕES DA REVISTA

1º ACUSAÇÃO:

“Copistas distorceram o Novo Testamento para justificar dogmas da Igreja Católica”.

Até parece que a dogmática católica precisa adulterar a Bíblia para defender ou promover uma doutrina exótica e antibíblica. A concepção católica da Bíblia é que a mesma é subjugada pela Igreja e como tal a cátedra Papal possui poderes superiores aos escritos apostólicos. O pensamento católico é o seguinte: “A Igreja canonizou a Bíblia e por isso tem autoridade superior aos escritos sagrados”.

Vejam algumas doutrinas Católicas que não possuem respaldo teológico bíblico:

a) Assunção de Maria;

b) Infalibilidade do papa;

c) Dogma da Imaculada Conceição;

d) Transubstanciação;

e) A "confissão auricular";

f) O celibato sacerdotal;

g) Idolatria;

h) Água benta e ramos bentos;

i) Mariolatria;

j) Velas nas Igrejas;

k) Reza pelos mortos;

l) Canonização de santos…

Para nenhuma dessas doutrinas antibíblica o catolicismo lançou mão de adulterar a Bíblia. Na verdade a leitura da Bíblia foi proibida aos leigos no concílio de Tolosa em 1222. Ou seja, a primeira acusação não procede às conjunturas fidedignas documentais e históricas

 

2º ACUSAÇÃO:

“Só Deus sabe o quanto o verbo foi modificado na Bíblia ao longo dos séculos”.

Atualmente sabe-se da existência de mais de 5.300 manuscritos gregos do Novo Testamento. Acrescente-se a esse número mais de 10.000 manuscritos da Vulgata Latina e, pelo menos, 9.300 de outras antigas versões, e teremos hoje mais de 24.000 cópias de porções do Novo Testamento (02). Nenhum outro documento da história se compara a isso. Temos subsídios suficientes para acreditarmos na confiabilidade da Bíblia como um dos documentos históricos mais importantes da historiografia humana.

Agora, as grandes questões: De que maneira os copistas do mundo todo, de diversas culturas atingidas pela bíblia, em tempos históricos diferentes, teriam orquestrado uma manipulação programada? Como a Igreja Romana teria domínio em todas as Igrejas do mundo para solicitar assim a tal adulteração? (Sem contar a histórica da rivalidade com a Igreja Patriarcal do Oriente). Como aceitarmos uma afirmativa de que não se pode saber a fidedignidade dos textos do Novo Testamento, se os manuscritos do século I ao século XV estão disponíveis ao mundo?

Já se sabe que a variação textual existente é de 5% e que tal variação não compromete a ortodoxia da Igreja, ou seja, o arvorado pela revista foi de uma leviandade sem tamanho! Se tal conjectura partiu do escritor norte-americano, então o seu livro é sem dúvida uma “obra-prima”.

 

3º ACUSAÇÃO:

“Textos foram inseridos na Bíblia”.

a) – Cláusula Joanina – o texto de I Jo. 5:7 – “Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um” (ARA).

É verdade que poucos são os manuscritos gregos até agora encontrados que contêm a Cláusula Joanina. Mas isto não provaria a sua inexistência. O fato de já terem sido encontrados alguns manuscritos gregos que citam o texto em estudo prova sua existência e nos dá a esperança certa de que outros também existiram, e, quem sabe, poderão até ser encontrados.

Para fortalecer seu argumento, os que omitem o referido texto costumam citar o fato de que Erasmo não a incluiu na 1ª edição de seu Novo Testamento Grego, porque não conhecia nenhum manuscrito grego que a contivesse. Mas, quando isto aconteceu, foi grande a reação dos que já conheciam a existência da Cláusula Joanina, mesmo em outras línguas. Para acalmar os ânimos, Erasmo prometeu que a incluiria nas próximas edições do Novo Testamento Grego, se viesse a conhecer algum manuscrito que a contivesse. Essa promessa foi cumprida na 3ª edição do Novo Testamento de Erasmo, por lhe haver sido apresentado o Manuscrito 61. A relutância de Erasmo para incluir a Cláusula Joanina na 1ª edição do seu Novo Testamento será um argumento a favor da sua inexistência? Ou, ao contrário, é mais uma razão ou prova de sua existência?

Um ponto importante que precisamos salientar é – “seria necessário acrescer este texto para que a doutrina da Trindade fosse corroborada?” É óbvio que não. A Bíblia é muito rica nessa questão e com ou sem esse texto não haveria nenhuma mudança. Tertuliano, no século II, já havia definido bem essa questão e para provarmos isso temos os escritos patrísticos.

Concluindo esse item, podemos ter a certeza que a problemática envolvendo o texto de I Jo. 5:7 nada tem a ver com manipulação do cristianismo.

b) – O texto de Mc. 16: 9-20:

O trecho em análise é citado por escritores dos séculos II e II, como Taciano e Irineu, e teve guarida na imensa maioria dos manuscritos gregos e outros. Sem dúvida, isso é uma prova contundente de que a Igreja aceitou esse texto desde o princípio como fidedigno (03 e 04).

Agora, e se o texto em foco não estivesse nos originais ou não fosse parte do evangelho de Marcos? Com certeza não iria me tornar ateu por causa disso. Também a doutrina cristã não seria alterada em um único milímetro. Eu gostaria de ter aqui espaço para mostrar ao leitor o trabalho que os críticos tiveram para arvorar a mutilação do evangelho de Marcos – é de dar dó! Bem, pra mim não há dúvidas de que o texto de Marcos é fiel aos originais.

c) – O Texto de Jo. 8:1-11

A narrativa tem todos os sinais de ser historicamente veraz. Obviamente é uma peça da tradição oral que circulava em certas porções da Igreja Ocidental, e que, subsequentemente, foi incorporada em vários manuscritos, em diversos lugares (04). Apesar disso, sua canonicidade, seu caráter inspirado e seu valor histórico, no entanto, não sofrem contestação – é fidedigno e bíblico. Tal passagem apenas corrobora com a natureza bendita de Jesus e mostra o ódio em que viviam os doutores da Lei.

Não consigo ver qual o impacto teológico sobre essa problemática, que é conhecida desde o século II. O que alguém ganharia acrescendo o tal texto? Em que isso muda os piedosos ensinamentos de Cristo? O que mais me chama a atenção em toda essa antiga celeuma é que o escritor Bart foi abalado por isso – Por quê? Afinal de contas todo seminarista quando estuda o evangelho de João aprende sobre isso. Há revistas dominicais, feitas pra leigos, que os autores comentam sobre o caso da mulher adultera. Então, em que essa “grande” revelação afetaria o cristianismo?

Bem da verdade, o Sr. Bart não escreveu tal livro para esclarecer, mas com uma índole mercadológica – apenas isso e nada mais, pois não acrescentou nada, mas nada mesmo!

d) – O Texto de Mc. 1:41:

Diz a revista: “Outro exemplo de modificação intencional apontado por Bart Ehrman… Ali é relatado que Jesus cura um leproso… Alguns manuscritos Jesus aparece irado e, em outros, sentindo compaixão… é claro que os escribas cristãos preferiram esta última versão… A Bíblia de Jerusalém… também apresenta a ira… Muitas pessoas se sentem ameaçadas pelas conclusões que apresento… Com isso, as pessoas compreenderam que a fé em Deus não se baseia nas palavras em um livro…”.

Realmente o texto no original indica que há uma incerteza filológica a respeito do texto de Marcos 1:41– irado ou cheio de compaixão. Provavelmente a confusão tenha surgido devido às palavras similares (cf. siríaco, etbraham, “ele teve dó”, com ethra`em, “ele se enraiveceu” (05)). O contexto nos mostra Jesus dispensando um milagre para um pobre leproso, um indivíduo que não tinha nenhum valor para sua sociedade, mas que recebeu atenção do carpinteiro de Nazaré – a tradução não poderia ser outra – “movido de compaixão” e não “irado”.

A revista diz que no verso 41, na Bíblia de Jerusalém, o texto diz que Jesus estava irado, mas não é verdade – “Movido de compaixão, estendeu a mão, tocou-o e disse-lhe: Eu quero, sê purificado” (texto extraído na íntegra da Bíblia de Jerusalém em português). Talvez haja uma nova tradução da Bíblia de Jerusalém ou houve uma breve confusão dos editores da Revista. Mas o fato é que os tradutores da Bíblia não foram manipuladores ao escolher, entre duas palavras parecidas, a que mais se aproximava do contexto. Não vejo nada de anormal aqui. A acusação do sr. Bart mais uma vez é fantasiosa e falsa. Também não veja nada de libertador nisso ou de significativo a ponto de fazer desmoronar a fé de alguém.

 

4º ) ACUSAÇÃO:

“Houve supressões intencionais de textos Bíblicos”

A Revista cita alguns textos bíblicos em quadrados coloridos (Mt. 6:9-13; Rm. 16:7; Lc. 2:33 e Lc. 23:33-34), onde é exposto o texto no original e abaixo uma suposta tradução suprimida de alguma “verdade comprometedora”. Em meu entendimento, o único texto que merece mais atenção é o de Romanos. Os demais são redundantes e qualquer pessoa virá que o defendido pela matéria não faz muito sentido.

– O texto de Rm. 16:7

Diz a revista: texto original – “Saudai Andrônicos e Júnia, meus parentes e companheiros de prisão, eminentes apóstolos”. Texto modificado – “Saudai a Andrônico e a Júnia, meus parentes; também companheiros de prisão, apóstolos eminentes”. Com essa leve alteração, os copistas livram os cristãos do constrangimento de ter Júnia, uma mulher, no meio de um grupo apostólico.

É pueril esse argumento! Explico:

1º) – Júnia é nome de mulher?

Parece evidente que Júnia era nome tanto de homem quanto de mulher no período neotestamentário. O problema é que não sabemos que gênero Paulo o usou em Romanos. Epifânio, o bispo de Salamina em Chipre, menciona Júnia de Romanos 16.7 como sendo um homem que veio a ocupar o bispado de Apaméia da Síria. Concorda com isto o testemunho de Orígenes (morto em 252 D.C.), que num comentário em latim à carta aos Romanos se refere a Júnia no masculino. Então, temos uma saudação a dois apóstolos e não a uma apóstola e um apóstolo. Diante do pressuposto perguntamos – pra que mudar o texto, se o grego pede o contexto no caso do nome em questão? E o que dizer dos testemunhos que apontam Júnia como um homem?

2º) – As traduções protestantes corroboram que Júnia era apóstolo – “Saudai a Andrônico e a Júnias, meus parentes e meus companheiros de prisão, os quais são bem conceituados entre os apóstolos, e que estavam em Cristo antes de mim” (ARA).

3º) – Até mesmo traduções católicas corroboram que Júnia era apóstolo – “Saudai Andrônico e Júnia, meus parentes e companheiros de prisão, apóstolos exímios que precederam na fé em Cristo” (Bíblia de Jerusalém). – “Saudai Andrônico e Júnia, meus parentes e companheiros de cativeiro. Eles são apóstolos eminentes e pertenceram a Cristo mesmo antes de mim”. (Bíblia Edições Loyola).

Mais uma vez a acusação da revista e do sr. Bart é sem fundamentação, aleivosa e risível.

 

Bart – Um agnóstico

Diz a revista: “A história registra o caso de pelo menos um cristão que abandonou suas idéia sobre religião e Jesus ao tomar contato com essas questões bíblicas. O nome dele é Bart Ehrman – minhas convicções mudaram… nos mais de 30 anos que passei estudando… Logo me tornei um cristão mais liberal. Hoje… sou agnóstico…”.

Em resposta a essa argumentação de Bart, a revista cita um outro estudioso, mais moderado, que afirma que os argumentos de Bart não alteram a fé de ninguém – “de forma geral, a maioria dessas modificações (supostas e questionáveis) ficam apenas na parte externa dos textos, como se fosse uma maquiagem. O importante é que a essência é a mesma. Portanto os cristãos podem continuar acreditando no que lêem… O texto que conhecemos hoje é o mais próximo possível do original” (parênteses meu).

Bart deveria dar ouvidos ao seu colega e pesquisador. E mesmo que a maioria das suas conjecturas estivessem certas (e já provamos que não estão), não justificaria seu abandono da fé. Outro ponto importante de salientarmos é que nenhuma das “descobertas” desse escritor são novas ou que não foram escrutinadas devidamente por outros exegetas. O que posso concluir é que esse escritor não se tornou agnóstico por causa das suas pesquisas, mas por falta de uma experiência intrínseca e subjetiva com Deus.

 

Conclusão

O Novo Testamento é tão bem documentado que se não tivéssemos nenhum manuscrito grego, ainda assim seria possível reproduzir o seu conteúdo com base na multiplicidade de citações e comentários, sermões, cartas etc. dos antigos pais da Igreja. O volume de material do Novo Testamento é quase constrangedor em relação a outras obras da Antiguidade. Por isso, não resta agora mais nenhuma dúvida de que as Escrituras, principalmente as histórias a respeito de Jesus, chegaram até nós praticamente com o mesmo conteúdo dos escritos originais.

Fico feliz pela provocação feita por matérias desse tipo, pois só assim a oportunidade de falar sobre o assunto aflora.

Quando constato o milagre que Deus fez para que todo esse material (manuscritos e pergaminhos) chegasse até nós, a estrutura da minha fé pessoal torna-se ainda mais robusta e saudável. Sabemos que esse não será o último ataque, mas na adversidade Deus move homens para descobrir a verdade.

Bibliografia Recomendável:

(01) – Mario Curtis Giordani, “História de Roma”, Ed. Vozes, 1º Edição de 1968;

(02) – J. Macdowel, “Evidências que Exigem um Veredito”, Ed. Candeia, 2º Edição de 1992;

(03) – S.E. Mcnair, “A Bíblia Explicada”, Ed. CPAD, 10º Edição de 1992;

(04) – “A Bíblia de Jerusalém”, Edições Paulinas, 1985;

(05) – R. N. Champlin, “O Novo Testamento Interpretado”, Ed. Agnos, Edição de 1998;

06 – Lee Strobel, “Em Defesa de Cristo”, Ed. Vida, 1º Edição de 2000.

 

Leia também:

"Técnicas para mudança de Mente e Comportamento"

http://www.cacp.org.br – Centro Apologético Cristão de Pesquisa

 

Métodos de Interpretação profética: Literal e Alegórica

Filed Under (Métodos de Interpretação Profética) by Geração Maranata on 29-10-2010

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por Geração Maranata

O estudioso de escatologia tem como questão mais importante o método de interpretação das profecias na Bíblia.

Os diferentes métodos de interpretação produziram as várias posições escatológicas existentes.

Por exemplo, a diferença básica entre Amilenistas e Pré-Milenistas não é se as Escrituras ensinam um Reino terreno, como ensina o Pré-Milenistas, mas como os versículos que ensinam esse Reino terreno devem ser interpretados. Portanto, antes de qualquer debate sobre as passagens proféticas e sobre as doutrinas escatológicas, é preciso estabelecer o método básico de interpretação.

 

I. O Método Alegórico

Um antigo método de interpretação que reavivou nestes últimos tempos é o método alegórico.

Qualquer declaração de supostos fatos que aceita interpretação literal e, no entanto, requer ou simplesmente admite interpretação moral ou figurada, é chamada alegoria. É para a narrativa ou para a história, o que as figuras de linguagem são para as palavras simples, adicionando ao sentido literal dos termos empregados um sentido moral ou espiritual.

Às vezes a alegoria é pura, ou seja, sem referência direta à sua aplicação, como na história do filho pródigo. Às vezes é mista, como no Salmo 80, em que simplesmente se insinua que os judeus são o povo que a videira tem por objetivo representar. (Salmo 80:17)

Alegorização é o método de interpretar um texto literário, considerando o sentido literal veículo para um sentido secundário, mais espiritual e mais profundo.

Nesse método, o significado histórico é negado ou desprezado, e a tônica recai inteiramente num sentido secundário, de modo que as palavras ou os acontecimentos primeiros têm pouco ou nenhum significado.

 

Os perigos do método alegórico

1) O primeiro grande perigo do método alegórico é que ele não interpreta as Escrituras. Existe uma liberdade ilimitada para a fantasia, basta que se aceite o princípio, e a única base da exposição encontra-se na mente do expositor.

2) A citação anterior deixa prever, também, um segundo grande perigo no método alegórico: a autoridade básica da interpretação deixa de ser a Bíblia e passa a ser a mente do intérprete. A interpretação pode então ser distorcida pelas posições doutrinárias do intérprete, pela autoridade da igreja à qual ele pertence, por seu ambiente social e por sua formação ou por uma enormidade de fatores.

3) Um terceiro grande perigo do método alegórico é que não há meios de provar as conclusões do intérprete.

Afirmar que o principal significado da Bíblia é um sentido secundário e que o principal método de interpretação é a "espiritualização" é abrir a porta para imaginação e especulação. Por essa razão, entende-se que o controle na interpretação se encontra no método literal.

Assim, os grandes perigos inerentes a esse sistema são a eliminação da autoridade das Escrituras, a falta de bases pelas quais se podem averiguar as interpretações, a redução das Escrituras ao que parece razoável ao intérprete e, por conseguinte, a impossibilidade de uma interpretação verdadeira das Escrituras.

 

II. O Método Literal

Em oposição direta ao método alegórico de interpretação encontra-se o método literal.

O método literal de interpretação é o que dá a cada palavra o mesmo sentido básico e exato que teria no uso costumeiro, normal, cotidiano, empregada de modo escrito, oral ou conceitual.

Chama-se método histórico-gramatical para ressaltar o conceito de que o sentido deve ser apurado mediante considerações históricas e gramaticais.

O sentido "literal" de uma palavra é o seu significado básico, costumeiro, social. O sentido espiritual ou oculto de uma palavra ou expressão é o que deriva do significado literal e dele depende para sua existência.

Interpretar literalmente significa nada mais, nada menos que interpretar sob o aspecto do significado normal, costumeiro. Quando o manuscrito altera seu significado, o intérprete imediatamente altera seu método de interpretação.

 

Evidências a favor do método literal

Em defesa da abordagem literal, podemos sustentar que:

a) O sentido literal das frases é a abordagem normal em todas as línguas.

b) Todos os sentidos secundários de documentos, parábolas, tipos, alegorias e símbolos dependem, para sua própria existência, do sentido literal prévio dos termos.

c) A maior parte da Bíblia tem sentido satisfatório se interpretada literalmente.

d) A abordagem literalista não elimina cegamente as figuras de linguagem, os símbolos, as alegorias e os tipos; no entanto, se a natureza das frases assim exigir, ela se presta prontamente ao segundo sentido.

e) Esse método é o único freio sadio e seguro para a imaginação do homem.

f) Esse método é o único que se coaduna com a natureza da inspiração. A inspiração completa das Escrituras ensina que o Espírito Santo guiou homens à verdade e os afastou do erro. Nesse processo, o Espírito de Deus usou a linguagem, e as unidades de linguagem (como sentido, não como som) são palavras e pensamentos. O pensamento é o fio que une as palavras. Portanto, nossa própria exegese precisa começar com um estudo de palavras e de gramática, os dois elementos fundamentais de toda linguagem significativa.

Visto que Deus concedeu Sua Palavra como revelação ao homem, teria de esperar que Sua revelação fosse dada de forma tão exata e específica que Seus pensamentos pudessem ser comunicados e entendidos corretamente quando interpretados segundo as leis da linguagem da gramática. Tomada como evidência, essa pressuposição favorece a interpretação literal, pois um método alegórico de interpretação turvaria o sentido da mensagem entregue por Deus ao homem.

O fato de que as Escrituras continuamente remetem para interpretações literais serve de prova adicional quanto ao método a ser empregado para interpretar a Palavra. Talvez uma das evidências mais fortes a favor do método literal seja o uso que o Novo Testamento faz do Antigo. Quando o Antigo Testamento é usado no Novo, só o é em sentido literal. Basta estudar as profecias que foram cumpridas na primeira vinda de Cristo — em Sua vida, em Seu ministério e em Sua morte — para comprovar esse fato.

Nem uma profecia sequer, dentre as que se cumpriram plenamente, foi cumprida de outro modo que não o literal. Embora possa ser citada uma profecia no Novo Testamento como prova de que certo acontecimento cumpre de modo parcial uma profecia (como em MT 2.17,18), ou para mostrar que um acontecimento está em harmonia com o plano preestabelecido de Deus (como em At 15), isso não torna necessário um cumprimento não literal, nem nega um cumprimento completo no futuro, pois tais aplicações da profecia não exaurem o seu cumprimento. Portanto, essas referências à profecia não servem de argumentos a favor de um método não literal.

Com base nessas considerações, conclui-se que há evidências de apoio à validade do método literal de interpretação.

 

As vantagens do método literal

Há várias vantagens neste método que o torna preferível em relação ao alegórico:

a) Baseia a interpretação em fatos. Procura estabelecer-se sobre dados objetivos — gramática, lógica, etimologia, história, geografia, arqueologia, teologia.

b) Exerce sobre a interpretação um controle semelhante ao que a experiência exerce sobre o método científico, a justificação é o controle das interpretações. Qualquer coisa que não se conforme aos cânones do método literal-cultural-crítico deve ser rejeitada ou vista com suspeita. Além disso, esse método oferece a única fiscalização fidedigna para a constante ameaça de aplicar uma interpretação de duplo sentido às Escrituras.

c) Tem obtido o maior sucesso na exposição da Palavra de Deus. A exegese não começou a sério até a igreja já ter mais de um milênio e meio de idade. Com o literalismo de Lutero e de Calvino, a luz da Escritura literalmente se acendeu.  Esse é o aclamado método da alta tradição escolástica do protestantismo conservador. É o método de Bruce, Lightfoot, Zahn, A. T. Robertson, Ellicott, Machen, Cremer, Terry, Farrar, Lange, Green, Oehler, Schaff, Sampey, Wilson, Moule, Perowne, Henderson Broadus, Stuart — para citar apenas alguns exegetas típicos.

Além dessas vantagens, pode-se acrescentar que este tipo de interpretação nos fornece uma autoridade básica por meio das quais, interpretações individuais podem ser postas a prova.

O método alegórico, que depende da abordagem racionalista do intérprete ou da conformidade a um sistema teológico predeterminado, deixa-nos sem uma verificação autorizada por base. No método literal, uma passagem da Escritura pode ser comparada a outra, pois, como Palavra de Deus, tem autoridade e é o padrão pelo qual toda verdade deve ser testada.

Com respeito a isso, pode-se observar que o método nos livra tanto da razão quanto do misticismo como requisitos da interpretação. Não é necessário depender de treinamento ou de capacidade intelectual, nem do desenvolvimento de percepção mística, e sim da compreensão do que está escrito em sentido comumente aceito. Somente sobre esse fundamento o leitor médio pode compreender e interpretar as Escrituras por si mesmo.

 

O método literal e a linguagem figurada

Todos reconhecem que a Bíblia está repleta de linguagem figurada. Com base nisso, muitas vezes afirma-se que o uso de linguagem figurada exige interpretação figurada.

No entanto, figuras de linguagem são usadas como meios de revelar verdades literais. O que é literalmente verdadeiro em determinado campo, com o qual se esta familiarizada; é transposto literalmente para outro campo, com o qual talvez não se esteja tão familiarizado, para ensinar alguma verdade nesse campo menos conhecido.

Se as palavras são empregadas em seu significado natural e primitivo, o sentido que expressam é o seu sentido literal estrito. Por outro lado, se são empregadas com um significado figurado e derivado, o sentido, embora ainda literal, é geralmente chamado metafórico ou figurado. Por exemplo, quando lemos em João 1.6 "Houve um homem […] cujo nome era João", é óbvio que os termos ali empregados são tomados estrita e fisicamente, pois o escritor fala de um homem real, cujo nome real era João. Por outro lado, quando João Batista, apontando para Jesus, disse: "Eis o Cordeiro de Deus" (Jo 1.29), também é claro que ele não usou a palavra "cordeiro" no mesmo sentido literal estrito que teria excluído toda metáfora ou figura de linguagem e denotado um cordeiro real: o que ele queria imediata e diretamente comunicar, isto é, o sentido literal de suas palavras, é que no sentido derivado e figurado Jesus podia ser chamado "Cordeiro de Deus". No primeiro caso, as palavras foram usadas em sentido literal estrito; no segundo, em sentido metafórico ou figurado.

O fato de os livros das Sagradas Escrituras terem sentido literal (estrito ou metafórico), isto é, sentido imediata e diretamente pretendido pelos escritores, é uma verdade tão clara em si mesma e ao mesmo tempo tão universalmente aceita, que seria inútil insistir nela aqui.

Será que alguma passagem das Sagradas Escrituras tem mais que um sentido literal? Todos admitem que, uma vez que os livros sagrados foram compostos por homens e para homens, seus autores naturalmente conformaram se a mais elementar regra dos relacionamentos humanos; que exige que apenas um sentido preciso seja imediata e diretamente pretendido pelas palavras de quem fala ou de quem escreve.

O literalista não nega a existência de linguagem figurada. Porém, ele nega que tais figuras devam ser interpretadas de modo que destruam a verdade literal pretendida pelo emprego das figuras. A verdade literal deve ser informada por meio dos símbolos.

 

Algumas objeções ao método literal

1) A linguagem da Bíblia muitas vezes contém figuras de linguagem. É o caso, sobretudo, da poesia.  Na poesia dos Salmos, no estilo elevado da profecia e mesmo na simples narrativa histórica surgem figuras de linguagem que obviamente não tinham o propósito de ser entendidas literalmente.

2) O grande tema da Bíblia é Deus e Seus atos redentores para com a humanidade. Deus é Espírito; os ensinos mais preciosos da Bíblia são espirituais, e essas realidades espirituais e celestiais são muitas vezes apresentadas sob a forma de objetos terrenos e relacionamentos humanos.

3) O fato de que o Antigo Testamento é ao mesmo tempo preliminar e preparatório ao Novo Testamento é tão óbvio que dispensa prova. Ao remeter os crentes de Corinto, a título de advertência, aos acontecimentos do Êxodo, o apóstolo Paulo declarou que aquelas coisas lhes haviam sobrevindo como "exemplos" (tipos). Isto é, prefiguravam coisas por vir. Isso confere a muito do que está no Antigo Testamento significância e importância especiais.  Tal interpretação reconhece, à luz do cumprimento no Novo Testamento, um sentido mais profundo e muito mais maravilhoso nas palavras de muitas passagens do Antigo Testamento do que aquele que, tomadas em seus antecedentes veterotestamentários, elas parecem possuir.

Em resposta ao primeiro desses argumentos, é necessário reconhecer o uso bíblico das figuras de linguagem. Como se ressaltou previamente, as figuras de linguagem podem ser usadas para ensinar verdades literais de maneira mais vibrante que as palavras corriqueiras, mas nem por isso exigem interpretação alegórica.

Com respeito ao segundo argumento, embora se reconheça que Deus é um ser espiritual, a única maneira pela qual Ele poderia revelar a verdade de um Reino, no qual ainda não entramos, seria traçando um paralelo entre esse Reino e o Reino em que agora vivemos. Por meio da transferência de algo que é literalmente verdadeiro no Reino conhecido para o Reino desconhecido, este nos será revelado. O fato de Deus ser espiritual não exige interpretação alegórica. E preciso distinguir entre o que é espiritual e o que é espiritualizado.

Por fim, com respeito à terceira objeção, embora se reconheça que o Antigo Testamento é preditivo, e que o Novo desenvolve o Antigo, a plenitude não é revelada no Novo por meio da alegorização do que é tipificado no Antigo; é revelada, isto sim, pelo cumprimento literal e pelo desenvolvimento da verdade literal dos tipos. Estes podem ensinar verdade literal, e o uso de tipos no Antigo Testamento não serve de apoio para o método alegórico de interpretação.

 

Livro pesquisado: Manual de Escatologia de Dwight Pentecost

O Sermão do Monte, segundo o evangelho de Lucas

Filed Under (Arrebatamento, Artigos, Segunda Vinda de Jesus) by Geração Maranata on 29-10-2010

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por Jack Kelley

Estudantes de profecias freqüentemente prestam mais atenção à versão de Mateus do Sermão do Monte por causa de sua maior extensão e detalhe. Mas ao ignorarmos o relato de Lucas, perde-se um terço da mensagem do Senhor. Isto porque os discípulos fizeram três perguntas ao Senhor:  em Mateus 24 Ele respondeu somente às duas últimas e a resposta de Lucas à sua primeira pergunta, que confirma toda a mensagem.

Eis o motivo. Quando um profeta revelava eventos que ocorreriam além do tempo de vida das pessoas a quem falava, o Senhor normalmente fornecia um cumprimento parcial de curto prazo para validar a profecia distante. É por isto que Ele disse ao povo que se o que um profeta disse não se realizasse, então eles não deveriam temê-lo, pois ele não teria falado pelo Senhor. (Deut 18:21-22)

Existem vários desses cumprimentos parciais nas Escrituras que serviriam como bons exemplos, mas talvez o mais claro venha de João 5:43. Falando a Israel, Jesus disse, "Eu vim em nome de meu Pai, e não me aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis." Ele se referia ao Anticristo, a quem muitos de Israel crerão ser o Messias quando aparecer em cena no início da 70ª Semana de Daniel. Mas logo antes de Jesus ser entregue para ser executado, Pilatos ofereceu libertá-Lo como sinal da misericórdia de Roma, tradicionalmente expressa na Páscoa. Ele deu ao povo uma escolha, o inocente Jesus que veio no nome de Seu Pai, ou um assassino condenado chamado Barrabás, que veio em seu próprio nome. O povo escolheu Barrabás. Isso foi o cumprimento parcial que validou a profecia do Senhor sobre Israle e o Anticristo na 70ª Semana.

Como veremos, a destruição de Jerusalém em 69/70 AD foi o cumprimento parcial que validou a Profecia do Senhor sobre o Tempo do Fim.

Vejamos Lucas 21:5-36

E, dizendo alguns a respeito do templo, que estava ornado de formosas pedras e dádivas, disse: "Quanto a estas coisas que vedes, dias virão em que não se deixará pedra sobre pedra, que não seja derrubada." E perguntaram-lhe, dizendo: "Mestre, quando serão, pois, estas coisas? E que sinal haverá quando isto estiver para acontecer?" (Lucas 21:5-7).

De acordo com Marcos 13:3, Pedro, João e André fizeram a pergunta. E em Mat 24:3 podemos ler a pergunta completa. "Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?"

Esta é a nossa primeira pista de que as coisas serão diferentes no relato de Lucas. Ele contém somente os discípulos fazendo a primeira pergunta.

Enquanto começamos, é importante entender que nenhum dos escritores do Evangelho pensava em si mesmo estritamente como historiador. Houvesse o Senhor desejado somente documentar a história, um único relato evangélico teria sido suficiente. Ao invés disso, a cada escritor foi designada uma audiência diferente, e sob a inspiração do Espírito Santo, eles adaptaram seu relato de acordo com as necessidades de cada audiência. Cada um também retratou Jesus um pouco diferentemente para mostrar um lado dEle em particular. Mateus escreveu para os Judeus mostrando-lhes que Jesus era seu Rei-Messias, o Leão de Judá. Marcos escreveu aos Romanos, descrevendo Jesus como o humilde Servo do Senhor. Lucas escreveu aos Gregos, retratando Jesus como o Filho do Homem, e João escreveu para a Igreja, identificando Jesus como o Filho de Deus.

Entre outras coisas, este foi o cumprimento de quatro profecias do Antigo Testamento sobre uma figura que Deus chamou de "O Ramo", uma referência messiânica. Em Jeremias 23:5 o Ramo é chamado de Rei. Em Zacarias 3:8 Ele é o Servo. Em Zacarias 6:12 Ele é o Homem e em Isaías 4:2 Ele é o Ramo do Senhor. Em cada caso a palavra Ramo está em maiúsculas. Os Cristãos primitivos às vezes eram chamados de Netzerim, o povo do Ramo.

Agora vamos à resposta do Senhor.

Disse então ele: "Vede não vos enganem, porque virão muitos em meu nome, dizendo: Sou eu, e o tempo está próximo. Não vades, portanto, após eles. E, quando ouvirdes de guerras e sedições, não vos assusteis. Porque é necessário que isto aconteça primeiro, mas o fim não será logo."

Então lhes disse: "Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; e haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu." (Lucas 21:8-11)

No início, Sua resposta se parece muito com as de Mateus e Marcos. Mas isto está para mudar.

"Mas antes de todas estas coisas lançarão mão de vós, e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e às prisões, e conduzindo-vos à presença de reis e presidentes, por amor do meu nome. E vos acontecerá isto para testemunho. Proponde, pois, em vossos corações não premeditar como haveis de responder; porque eu vos darei boca e sabedoria a que não poderão resistir nem contradizer todos quantos se vos opuserem. E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós. E de todos sereis odiados por causa do meu nome. Mas não perecerá um único cabelo da vossa cabeça. Na vossa paciência possuí as vossas almas." (Lucas 21:12-19)

Esta corrente de acontecimentos claramente descreve a vida dos Apóstolos nos primeiros dias da Igreja. Pedro e João testificaram diante do Sinédrio. Paulo esteve em ambos os lados desta profecia, primeiro atacando os Cristãos com uma vingança e depois de sua conversão dando testemunho aos líderes como Félix, Festo e Herodes Agripa. Dos discípulos originais, somente João morreu de causas naturais e todos eles sofreram através das mais terríveis formas de tortura sem jamais retirar uma única palavra de seu testemunho.

"Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação. Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; os que estiverem no meio da cidade, saiam; e os que nos campos não entrem nela. Porque dias de vingança são estes, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas. Mas ai das grávidas, e das que criarem naqueles dias! porque haverá grande aperto na terra, e ira sobre este povo. E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem." (Lucas 21:20-24)

Apesar de a maior parte desta passagem ser idêntica ao relato de Mateus, existem duas diferenças notáveis nos mostrando que não estão descrevendo o mesmo evento. Primeiro, em Mateus 24:15 o sinal de advertência de que é hora de fugir e a Abominação da Desolação no Lugar Santo. Aqui é o posicionamento do exército Romano ao redor de Jerusalém.

Normalmente seria muito tarde para fugir quando um exército pode ser visto cercando uma cidade. Mas em 68-69AD a situação política em Roma era instável, para dizer o mínimo. O ex-general dos exércitos Romanos no Oriente Médio era um homem chamado Tito Vespasiano. Ele recentemente havia passado seu comando para seu filho, também chamado Tito, para que pudesse se posicionar para ser o próximo Imperador. Isto aconteceu após a morte de Nero em 68, e Vespasiano foi nomeado Imperador em 1º de Julho de 69. Ele estivera preocupado de que precisaria de mais apoio militar para reforçar sua reivindicação, então, apesar de as legiões agora sob o comando de seu filho já terem iniciado seu cerco a Jerusalém, Vespasiano ordenou que retornassem a Roma. Quando eles começaram a se retirar para preparar a jornada, os crentes em Jerusalém que haviam sido ensinados sobre a advertência do Senhor se apressaram em escapar da cidade.

Mas antes que os Romanos pudessem sair, Tito Vespasiano enviou uma mensagem a seu filho de que as tropas não seriam necessárias e ordenou que retomassem o cerco a Jerusalém. Naquele momento todos os crentes já haviam escapado.

No mês que chamamos de Agosto de 69 AD os muros foram rompidos e o Templo foi capturado. A mobília interna pegou fogo e o calor fez com que o ouro que folheava as vigas de madeira do teto se derretesse. À medida que o ouro líquido escorria pelas paredes, ele correu para dentro das fendas entre as pedras. Quando o fogo apagou e as pedras esfriaram, os soldados Romanos derrubaram as ruínas pedra por pedra para pegar o ouro que havia escorrido entre elas e se solidificado. Nem uma pedra foi deixada sobre outra em cumprimento à profecia do Senhor.

Em 70 AD o exército Romano completou sua conquista da Terra Santa no cerco a Massada. Apesar de mais de um milhão de Judeus ter perecido, conforme a tradição, nem um único crente morreu na destruição de Jerusalém. (Alguns relatos históricos colocam a queda de Jerusalém e do Templo um ano antes em 68 AD mas existe um consenso geral de que aconteceu como eu descrevi.)

A segunda diferença entre os dois relatos é que enquanto o de Mateus termina na 2ª Vinda e tem o mundo todo em foco, o de Lucas descreve a diáspora Judaica e o subseqüente controle da cidade pelos Gentios. Em resumo, o relato de Lucas até agora se restringiu a descrever eventos relacionados à queda de Jerusalém. Ele estava descrevendo o cumprimento parcial de curto prazo dentro do tempo de vida da audiência do Senhor que valida o cumprimento total no Final dos Tempos.

"E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto as virtudes do céu serão abaladas. E então verão vir o Filho do homem numa nuvem, com poder e grande glória. Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima." (Lucas 21:25-28)

Repentinamente Lucas expande a visão para incluir o mundo todo e o Final dos Tempos. Aqueles que estiverem vivos na Terra quando os sinais que ele descreveu começarem a acontecer entenderão que o evento culminante será o retorno do Senhor. E aos crentes é dito que quando começarmos a ver esses sinais pela primeira vez, deveremos começar a olhar para céu em expectação, pois o Senhor está vindo ao nosso encontro. Note como a narrativa muda da terceira pessoa "homens desmaiando de terror" e "verão vir o Filho do homem" para a segunda pessoa "olhai para cima" e "vossa redenção". E também como o foco muda do final da seqüência, "verão vir o Filho do homem", para o seu começo, "quando estas coisas começarem a acontecer". Se você já não soubesse disso dos ensinos de Paulo, não poderia reconhecer que Lucas está dando pistas de dois eventos separados, o Arrebatamento e a 2ª Vinda.

E disse-lhes uma parábola: "Olhai para a figueira, e para todas as árvores; Quando já têm rebentado, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão. Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto."

"Em verdade vos digo que não passará esta geração até que tudo aconteça. Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar."

"E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia. Porque virá como um laço sobre todos os que habitam na face de toda a terra. Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem." (Lucas 21:29-36)

Como no relato de Mateus, a parábola da figueira não tem a intensão indicar Israel, mas a velocidade com que esses eventos se desdobrarão uma vez que comecem. A figueira era a última árvore a produzir folhas na primavera, assim eles sabiam quando viam as folhas da figueira que o verão estava realmente próximo. Da mesma forma, o período de tempo entre o começo dos sinais dos Tempos do Fim e o retorno do Senhor será relativamente curto.

Eu acho que esse resumo é direcionado tanto à geração viva durante a Queda de Jerusalém quanto à que está aqui no Final do Tempos. Trinta e cinco anos depois que o Senhor disse estas palavras os Romanos começaram sua campanha de três anos para completar a expulsão da nação Judaica. Muitos dos que receberam o ensino desta profecia pelos mesmos homens que a receberam direto da boca do Senhor ainda estavam vivos quando isso aconteceu. No Final dos Tempos, muitos dos que estiverem vivos quando estes sinais começarem a aparecer ainda estarão vivos na sua conclusão.

A última seqüência é especialmente significativa. "Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."

Observando o sinal dos exércitos Romanos cercando Jerusalém e orando por livramento, a primeira geração da igreja foi capaz de escapar da morte e destruição do julgamento de Jerusalém. Assim também, aguardando os sinais dos Tempos do Fim e orando por livramento, a última geração da igreja será capaz de escapar da morte e destruição do julgamento da Terra. O cumprimento parcial então confirmou o cumprimento final de tudo o que está para acontecer agora.

Fontes:

olharprofetico.com.br

gracethrufaith.com

 

A Bíblia poderá ser traduzida em todas as línguas até 2025

Filed Under (Sinais Proféticos) by Geração Maranata on 29-10-2010

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Com ajuda da tecnologia Bíblia pode ser traduzida nas 6.909 línguas existentes no mundo

Um esforço cristão de quase dois mil anos poderia ser concluído em 2025. Tradutores protestantes esperam ter a Bíblia, ou pelo menos parte dela, escrita em cada uma das 6.909 línguas faladas no mundo todo.

“Há 20 séculos estamos traduzindo a Bíblia e este período no qual estamos é o mais Produtivo”, disse Morrison Paul Edwards, que dirige a Wycliffe Bible Translators. Os computadores portáteis e satélites têm o crédito para acelerar as traduções de cerca 125 anos.

Anteriormente, uma família missionária Wycliffe ou a equipe passaria décadas aprendendo e transcrevendo um idioma em um canto remoto da Terra.

O homem responsável por levantar 1 bilhão de dólares necessários para o esforço, que chamou de Campanha do último Idioma (Last Language Campaign), acredita que Deus irá fornecer pessoas e dinheiro para.

“Com a provisão de Deus passamos por uma crise financeira e durante o mesmo ano com a crise financeira, temos o nosso melhor ano de todos em número de traduções já iniciadas,” disse Paul Edwards, diretor executivo da Campanha do último Idioma da Wycliffe, para o The Christian Post.

“Aparentemente, Deus está menos preocupado com o dinheiro e ele está mais preocupado em a sua Palavra ser liberada.”

A Campanha do último Idioma lançada em Novembro de 2008, com o objetivo de proporcionar a alfabetização, informação sobre saúde de salvar vidas, e Bíblia para todos os pequenos grupos de idioma do mundo. Desde o lançamento, a Wycliffe recebeu uma autorização total de US $ 184 milhões.

Rápida Velocidade de Translação com ajuda da tecnologia

Edwards disse que muitos fatores estão contribuindo para a velocidade rápida de tradução da Bíblia ao longo dos últimos anos.

Já em 1999, a Wycliffe estimou que levaria oito gerações, ou cerca de 140 a 150 anos, antes de ver a última tradução iniciada. Em 1999, o grupo teve em média 20 novas traduções começando a cada ano e faltavam cerca de 3.000 línguas.

Mas 10 anos depois, a Wycliffe tinha 109 traduções iniciadas em 2009. A média de nova tradução iniciada para os últimos 10 anos é de 75, observou Edwards.

O diretor da Campanha do último Idioma creditou tecnologia e novas abordagens para a tradução para o aumento da velocidade.

O software de computador permite que os tradutores, razoavelmente, prevejam com precisão o resto do parágrafo, após entrarem com algumas palavras fonéticas. Também um pequeno satélite, alimentado por bateria e um laptop permite que um tradutor verifique seu tradutor com um tradutor mestre em algum lugar do mundo, com pouco esforço.

Anteriormente, o tradutor tinha que levar à mão a tradução de um parágrafo a partir da selva rural, por horas, usando barcos e caminhões e, em seguida, voar 20-50 horas só de ida para obter isso checado. Agora, com o satélite movido a bateria e laptop, os tradutores podem apresentar apenas online a sua tradução e horas mais tarde um tradutor mestre responde “é extraordinária a compressão do tempo,” disse Edwards em reverência.

Os missionários contemporâneos, munidos com a tecnologia e utilizando os tradutores nativos, pode ser capaz de supervisionar as transcrições de várias línguas.

“Os Missionários Wycliffe não evangelizam, ensinam teologia ou realizam estudos bíblicos. Fornecem a linguagem escrita. Eles ensinam a ler e escrever na sua língua materna”. Os missionários desenvolvem alfabetos e traduzem a Bíblia.

Cerca de 350 milhões de pessoas, principalmente na Índia, China, África Subsaariana e na Papua Nova Guiné só falam esses idiomas.

Trabalhar na tradução necessita de cerca de 6.600 missionários de carreira e de curto prazo com a formação da Bíblia e da lingüística. Eles estão seguindo o mandamento do Novo Testamento de Jesus no Livro de Mateus: “Ide, pois, e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a observar todas as coisas que vos tenho ordenado de você”.

Mas os missionários têm que ir à campo com seus próprios recursos ou com o apoio de uma igreja. A missionária Katie Zartman tem 27 anos de campo missionário e é designer gráfico sénior na sede da Wycliffe na Flórida, no estado de Orlando (EUA).

Ela retornou recentemente de uma missão de duas semanas para o Senegal, em língua francesa da África Ocidental, onde ministrou um workshop sobre o layout e design para Saafis, uma pequena minoria do Senegal para que Wycliffe não é apenas traduzisse a Bíblia, mas também ajudasse a criar um pequeno corpo de literatura nativa.

“Metade das pessoas não estavam confiantes em suas habilidades básicas do computador quando eles começaram, mas conseguiram em duas semanas”, disse Zartman.

Doze participantes que utilizam software de código aberto (download grátis) completaram uma dúzia de rascunhos de livretos de 24 páginas na língua materna Saafi. A maioria eram histórias infantis.

“Uma vez que eles têm a Bíblia em sua língua isso é quase como um dicionário para que eles escrevam sobre suas tradições orais e cultura”, disse Zartman. “O Saafis vêem o perigo de ser engolido pelas culturas em torno deles. Agora eles podem criar seus próprios livros”.

O lugar de Oração em Vision 2025. Wycliffe Bible Translators acredita que todas as línguas faladas no mundo podem ter parte da Bíblia escrita em sua língua materna dentro de 15 anos

Wicliffe

A era moderna da tradução da Bíblia começou com William Cameron Townsend em 1942. Ele fundou a Wycliffe, em homenagem a don John Wycliffe, que traduziu a primeira Bíblia em Inglês em finais dos anos 1300. Anteriormente os ingleses tinham que ler a Bíblia em latim.

Até agora a Wycliffe e suas organizações, como o Summer Institute of Language (agora conhecido como SIL International), tem participação em mais de 700 traduções das Escrituras.

A SIL tem estatuto consultivo formal com as Nações Unidas e o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.

Edwards, um ex-fundraiser para a Universidade de Stanford e promotor do ministério do Colorado levantou mais de US $ 170 milhões em menos de dois anos para este grande impulso final, a última campanha de Idiomas.

Edwards disse que a Wycliffe está ajudando a preservar as línguas indígenas e culturas.

“Quinhentos anos atrás havia o dobro do número de línguas que temos agora”, disse Edwards.

Muitos outros idiomas estão à beira da extinção – falado por poucas pessoas idosas e sem filhos. No entanto, uma vez que uma língua é escrita não pode ser perdida completamente.

Os antropólogos foram mais céticos sobre o efeito dos missionários nas culturas indígenas. “Que bom que essas pessoas puderam fazer isso, mas eles devem ter algum interesse nisso”, disse o professor de Antropologia da Universidade do Colorado Paul Shankman. “Eles têm seus próprios objetivos”.

Nova abordagem

A Wycliffe também está usando uma nova abordagem com tradução com equipes de grupos ou clusters de tradução de línguas semelhantes ao mesmo tempo. Muitas equipes de tradução em todo o mundo estão trabalhando de cinco para 12 línguas semelhantes ao mesmo tempo, por isso, se um grupo de idiomas recebe um relato do Evangelho, então do mesmo modo fazem outros grupos de língua.

Outra inovação é não usar a cronologia para determinar o ponto de partida de tradução. Em vez disso, as equipes traduzem as histórias do Novo Testamento, que podem então ser rapidamente compartilhadas por contadores de história orais com os moradores. A ?linha de frente” tradutor também é alterada a partir de missionários ocidentais para um indígena.

“Nossa metodologia antiga era ? Uma equipe, para uma língua, por uma vida,” disse Edwards. “Nós poderíamos chamá-la de abordagem clássica.”

Mas agora, a Wycliffe tenta encontrar o maior número possível de clusters para a campanha. No entanto, algumas línguas ainda precisam ser traduzidas por “Uma equipe … por uma vida.”

“Nossa esperança e desejo quando olhamos para 2010-2011 é que as Igrejas norte-americanas possam acordar para escolher e dedicar-se a esse emocionante final,” disse Edwards. “Você pode citar um outro movimento contínuo de 2.000 anos que vai ter seu fechamento em nossa vida?”

Um terço das línguas faladas no mundo ainda não têm escrituras na sua língua materna.

Trazendo idéias estrangeiras

O Professor adjunto David Stoll do Middlebury College, em Vermont, que estudou a Wycliffe, tem escrito que as atividades de missionários Wycliffe, como os de todos os missionários, tornam-se intimamente ligados não apenas com as tradições religiosas, mas também com a expansão da cultura de fala Inglês, economia, tecnologia, medicina e objetivos políticos. Eles trazem todas estas coisas com eles.

“Se você não é capaz de satisfazer a liderança da aldeia não há nenhuma razão para que eles presumem que o que você está fazendo para trazer a eles – a língua escrita – é particularmente valioso “, disse Edwards.

A própria Bíblia não é pouca influência sobre a cultura. “Estou animada para traduzir a palavra de Deus em todas as línguas”, disse Zartman. “Todas as pessoas poderão ler a Bíblia em sua própria língua, assim Deus não será um conceito estranho”.

 

Fontes:

http://www.denverpost.com/

http://www.wycliffe.org/

http://portuguese.christianpost.com/

 

O Tempo Está Próximo!

Filed Under (Sinais Proféticos) by Geração Maranata on 21-10-2010

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por Norbert Lieth

"Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniqüidade, para trazer a justiça eterna, pa¬ra selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos. Sabe c entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas, as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determi¬nada, se derrame sobre ele" (Dn 9.24-27).

Em Daniel 9 encontramos os mais precisos dados cronológicos proféticos da Bíblia. A primeira vinda de Jesus é descrita com exatidão, com menção do dia certo em que Ele viria.

Entendo a cronologia, através dessas datas, veremos que a volta de Jesus deve estar bem próxima.

 

1. Do que trata o capítulo 9?

Essa passagem fala das setenta semanas de Israel e, em especial da 70a semana, que terá uma duração de 7 anos.

Tudo o que é descrito nesse capítulo não tem relação com a história mundial ou com história da Igreja, mas trata exclusivamente de Israel e de Jerusalém. Ao profeta Daniel, um judeu, é dito: "Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo (Israel) e sobre a tua santa cidade (Jerusalém)" (v.24).

Trata-se, portanto, da história que Deus escreve com Seu povo terreno durante um período de setenta semanas (de anos). Quando o final da 70a semana tiver sido alcançado, acontecerão seis coisas, que estão indicadas em Daniel 9.24:

1. "…para fazer cessar a transgressão…" Isso significa que o Messias virá e dará um fim à transgressão do Anticristo e do falso Profeta.

2. "…para dar fim aos pecados… " O Senhor, em Sua vinda, afastará completamente o pecado de Israel, assim como também está escrito em Romanos 11.26: "E, assim, todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador e ele apartai a Jacó as impiedades".

3. "…para expiar a iniqüidade…" Também essa expressão testemunha da expiação definitiva da culpa de Israel. O Senhor Jesus já expiou a iniqüidade de Israel há mais de 2000 anos na cruz do Calvário, mas Israel ainda não reconheceu essa expiação. Ela se tornará realidade para os judeus como nação apenas quando olharem para Aquele a quem traspassaram (Zc 12.10).

Não foi por acaso que um gentio proeminente escreveu no alto da cruz de Jesus: "Este é o Rei dos Judeus" (Lc 23.38), pois Ele carregou a culpa dos judeus. O que está escrito profeticamente em Isaias 53 será a confissão de culpa dos judeus quando Jesus voltar, um dia, ao monte das Oliveiras:

"Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" (IS 53.4-5).

Neste momento pensamos no'"Yom Kippur", o Grande Dia da Expiação em Israel. Apenas neste único dia do ano o sumo sacerdo¬te podia entrar no Santo dos Santos do Tabernáculo ou do Templo. Levando em suas mãos o sangue dos animais sacrificados, ele desaparecia de diante dos olhos da multidão reunida no átrio, entrava no Lugar Santo e, passando pelo véu, entrava no Santo dos Santos aspergindo o sangue sobre e diante do propiciatório para reconciliar Israel com Deus.

O povo todo ficava esperando lá fora até o sumo sacerdote voltar. Na bainha das vestes do sumo sacerdote estavam afixados pequenos sininhos de ouro que balançavam a cada passo. Por isso o povo sabia, quando o som ficava mais intenso, que o sumo sacerdote havia deixado o Santo dos Santos e logo estaria saindo pela porta do Lugar Santo até o átrio. Quando ele aparecia e confirmava ao povo que a expiação havia sido feita, um brado de grande alegria perpassava a multidão, pois agora eles sabiam: os pecados de um ano inteiro estavam expiados mais uma vez.

Esse acontecimento anual em Israel era um exemplo da obra futura de Jesus Cristo. Ele morreu na cruz do Calvário como o Cordeiro do sacrifício, sem mácula, pelos pecados do mundo todo. Com Seu sangue Ele entrou no Santo dos Santos de uma vez por todas e já se encontra há mais de dois mil anos junto do Pai celestial, assentado à Sua direita no trono de Deus. Em breve terá chegado o tempo em que Ele sairá do Santo dos Santos celestial e voltará de maneira visível para o mundo todo, trazendo a expiação para Seu próprio povo.

4. Então Ele também virá "…para trazer a justiça eterna…" Isto se refere ao tempo em que o Senhor vai reinar com justiça eterna. Quando Jesus tiver voltado, estabelecerá Seu Reino de paz de mil anos governando o mundo todo a partir de Jerusalém.

5. "…para selar a visão e a profecia…" Isso significa que todas as profecias divinas estarão se cumprindo. Tudo o que Deus disse e mandou anunciar por meio dos profetas através dos séculos estará sendo cumprido visivelmente diante dos olhos de todos. Deus é fiel, e cumpre Sua Palavra. Jesus disse: "Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" (Mt 24.35).

6. "…e para ungir o Santo dos Santos." Isso refere-se ao estabelecimento do Senhor Jesus Cristo como Rei eterno sobre todos os reis e Senhor dos senhores no novo templo, reconstruído em Jerusalém. Ele se assentará no "trono de Davi" e regerá o mundo com justiça a partir de Jerusalém.

Todos os pontos aqui alistados ainda não se cumpriram para lsrael. O Senhor ainda não voltou, pois Se encontra no santuário Celestial intercedendo por nós como sumo sacerdote.

Nos versículos seguintes temos a descrição do tempo (as 70 semanas) em que Israel se põe a caminho em direção ao alvo que acabamos de descrever. Figuradamente, é como se o Senhor tomasse um cronômetro em Suas mãos, marcasse uma hora, e o tempo começasse a correr. Ele diz a Daniel nos versículos 25-26:

"Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edifica Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. Depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que ha de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas".

O significado desses versículos pode ser dividido em oito itens:

1. O "cronômetro" divino que marca as setenta semanas para Israel começou a contar a partir do momento em que foi publicado o decreto que permitia aos judeus reconstruírem a cidade de Jerusalém "Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas (sete semanas de anos). Isso já se cumpriu

2. Até que veio o Ungido – Jesus Cristo – foram mais 62 semanas: "…e sessenta e duas semanas…" Também isso se cumpriu.

3. Então, "…depois das sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará", portanto, depois de um total de 69 semanas (7 + 62 = 69 semanas) o Ungido seria morto e já não estaria mais sobre a terra. "Ser morto", assassinado, indica a morte cruel que Jesus sofreu pela crucificação. Ele já não estava mais em Israel. Também isto se cumpriu. Em Isaías 53.8-9 lemos em relação à morte do Ungido:

"Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem dela cogitou? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; por cau-sa da transgressão do meu povo, foi ele ferido. Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca".

4. Em Daniel 9.26 está escrito ainda: "…e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio…" Esse "povo de um príncipe que há de vir" é uma alusão aos romanos que destruíram a cidade de Jerusalém e o santuário (o templo) no ano de 70 d.C. Também isto se cumpriu.

5. Longo tempo depois, terá início a última semana, a septuagésima, que ainda falta se cumprir. E agora vem o próprio príncipe (o Anticristo). Se "o povo de um príncipe" no passado foram os romanos (império romano) que destruíram Jerusalém e o templo, no fim dos tempos o reino romano restabelecido será o povo de onde virá o príncipe (o Anticristo) de Daniel 9.26. Isso ainda não se cumpriu, mas está próximo de seu cumprimento.

6. Acerca do Anticristo, Daniel 9.27 diz: "Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana". Isso quer dizer que o líder do reino romano restaurado se unirá a Israel através de uma aliança de paz de sete anos – na última das setenta semanas da profecia de Daniel.

7. "Fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador…" Isso significa que, no meio da última semana (que durará 7 anos), portanto depois de três anos e meio, o Anticristo quebrará a aliança que firmou com Israel. Por quê? Porque a respeito desse "homem da impiedade" está escrito que ele "se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus" (2 Ts 2.4).

Neste momento Israel irá reconhecer que o Anticristo não é o Messias, e o rejeitará. Com isso estará rompida a aliança entre o Anticristo e Israel. Então virão os últimos três anos e meio, a Grande Tribulação propriamente dita, o "abominável da desolação", do qual o Senhor Jesus também falou em Seu Sermão Profético, por exemplo em Mateus 24.15: "Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda)".

Depois destes três anos e meio as setenta semanas estarão cumpridas para Israel, o "cronômetro" pára, o céu se abre e o Senhor da Glória vem para salvar Israel e destruir o Anticristo "até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele" (v.27).

Então, em seguida se cumprirá aquilo que já vimos no versículo 24.

Entre a 69a e a 70a semana havia um segredo, um mistério ainda não revelado aos profetas da Antiga Aliança: a era da Igreja de Jesus, um tempo que Deus intercalou e que já dura quase 2.000 anos. Quando houver entrado "a plenitude dos gentios" (Rm 11.25), acontecerá o Arrebatamento da Igreja de Jesus dando início aos últimos sete anos, ou seja, a 70a semana de Daniel se inicia para Israel.

 

2. Cronologia dos eventos proféticos

Até aqui tudo se cumpriu como foi profetizado. Falta apenas a última, a 70a semana de sete anos.

3. Quão próximos estamos da 70a semana, a Grande Tribulação?

Primeiro devemos nos perguntar: de onde sabemos que a era da Igreja está terminando, que ela será arrebatada e que os últimos anos outra vez dizem respeito a Israel?

Em nossos dias também existem cálculos de diversos tipos, que devem ser levados a sério, e todos eles se referem ao tempo em que vivemos. Mas sabemos que precisamos ter muito cuidado e que não podemos confiar plenamente nesses cálculos. Ninguém sabe o dia nem a hora (Mt 24.36; 25.13)! Mas podemos confiar plenamente na Bíblia. Ela faz uma diferença entre espaço de tempo e momento (grego: kairos e chronos).

Não sabemos o momento do Arrebatamento, o dia e a hora. Mas podemos conhecer em que período de tempo ele vai acontecer, e é a esse período de tempo que devemos prestar atenção. O próprio Senhor Jesus disse:

"Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; pois que a vossa redenção se aproxima" (Lc 21,28).

Em relação aos sinais dos tempos Ele exortou dizendo:

"Sabeis, na verdade discernir o aspecto do céu e não podeis discernir os sinais dos tempos?" (Mt 16.3).

É como em um parto: o momento exato ninguém sabe, mas sabe-se a época aproximada em que o bebe vai nascer. Uma gravidez normal dura nove meses. Quando uma mulher se encontra no nono mês de gravidez, seu marido não lhe dirá: "Ainda temos muito tempo! Pode demorar mais alguns meses até que o nosso filho nasça!". Não, com certeza marido nenhum faz isso. Assim nós também podemos saber que nosso mundo está "grávido", maduro para o juízo, baseados em um sinal muito claro do fim dos tempos:

1. O maior e mais claro sinal do fim dos tempos é Israel. Jesus Cristo falou com muita clareza da figueira (Israel) como sendo o mais óbvio de todos os sinais antes de Sua Volta. Em Mateus 24.32-34 Ele diz:

"Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, "sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas. “Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça ".

Muito já foi discutido no sentido de descobrir o que o Senhor queria dizer com "esta geração não passará". Entendemos que essa expressão pode significar não apenas a geração do povo de Israel daquela época, que já passou há muito tempo.

Também o Senhor não pode ter se referido ao povo de Israel como tal, pois é um fato profético que o povo de Israel precisa ficar preservado até a volta do Senhor, senão Ele não poderia salvar essa nação das mãos de seu maior e último inimigo, que será o Anticristo.

Resta apenas uma alternativa: o Senhor fala claramente dos tempos finais e daqueles que vão passar por esse tempo.

Isso significa, portanto, que a geração que vivenciou a restauração de Israel ("Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam…"), também será a geração que passará pela Grande Tribulação e vivenciará a volta de Jesus.

Para isto existe uma passagem paralela no Antigo Testamento, em Ezequiel 36, onde o Senhor fala através do profeta:

"No dia em que eu vos purificar de todas as vossas iniqüidades, então, farei que sejam habitadas as cida¬des e sejam edificados os lugares desertos. Assim diz o Senhor Deus: Ainda nisto permitirei que seja eu solicitado pela casa de Israel: que lhe multiplique eu os homens como um rebanho. Co¬mo um rebanho de santos, o rebanho de Jerusalém nas suas fes¬tas fixas, assim as cidades desertas se encherão de rebanhos de homens; e saberão que eu sou o Senhor" (vv.33,37-38).

Nós – nossa atual geração – vemos Israel reconstruindo cidades, enchendo-se de gente e seu deserto florescendo!

Portanto a volta de Jesus para perdoar os pecados de Israel deve estar muito próxima, pois as profecias dizem respeito, como podemos ver com nossos próprios olhos, aos tempos de hoje!

Fazendo as contas a partir de 1948 (fundação do Estado de Israel) ou de 1967 (reconquista de Jerusalém por Israel) – "Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça" – então temos toda razão e a obrigação de nos perguntar se o cumprimento dessa profecia não poderia acontecer em breve.

 

Fonte: Livro “As Profecias de Daniel” de Norbert Lieth

Onde encontrar: www.chamada.com.br/livraria/autores/?cod=NL

 

Manuscritos Bíblicos encontrados no Mar Morto serão disponibilizados na web

Filed Under (Arqueologia) by Geração Maranata on 20-10-2010

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Documentos de 2 mil anos serão disponibilizados gratuitamente. Obras foram encontradas entre 1947 e 1956 no Mar Morto.

Traduções dos textos também serão colocadas à disposição. (Foto: Sebastian Scheiner/AP)

O departamento israelense de antiguidades e o Google anunciaram nesta terça-feira (19) o lançamento de um projeto para divulgar, na internet, os manuscritos do Mar Morto, que contêm alguns dos mais antigos textos bíblicos.

O plano, que custará US$ 3,5 milhões (2,5 milhões de euros) tem o objetivo de disponibilizar gratuitamente esses documentos, que possuem cerca de 2 mil anos.

“É a descoberta mais importante do século 20 e vamos compartilhá-la com a tecnologia mais avançada do século 21″, afirmou a responsável pelo projeto do departamento israelense, Pnina Shor, em uma coletiva de imprensa em Jerusalém.

A administração israelense captará imagens em alta definição utilizando uma tecnologia “multiespectral” desenvolvida pela Nasa. As imagens serão, posteriormente, publicadas na internet pelo Google em uma base de dados. As traduções dos textos também serão colocadas à disposição. Shor afirmou que as primeiras imagens estarão disponíveis nos próximos meses e o projeto terminará em cinco anos.

“Todos os que possuem uma conexão à internet poderão acessar algumas das obras mais importantes da humanidade”, disse o diretor do centro de pesquisa e desenvolvimento do Google em Israel, Yossi Mattias.

Descoberta arqueológica

Acredita-se que os 900 manuscritos encontrados entre 1947 e 1956 nas grutas de Qumran, no Mar Morto, constituem uma das descobertas arqueológicas mais importantes de todos os tempos. No material encontrado, há pergaminhos e papiros com textos religiosos em hebraico, aramaico e grego, assim como o Antigo Testamento mais velho que se conhece.

 

Leia mais:

Google, a Autoridade das Antigüidades de Israel e os Manuscritos do Mar Morto

A Autoridade das Antigüidades de Israel, o Centro de Desenvolvimento da em Israel a Fundação Leon Levy e a Fundação Arcadia lançam o primeiro projeto desse tipo – "A Biblioteca Digital dos Manuscritos do Mar Morto, em memória de Leon Levy." O que será a documentação completa na rede dos Manuscritos do Mar Morto.

19 de outubro de 2010 – por ocasião do seu 20 º aniversário, a Autoridade Israelense de Antiguidades lança um grande projeto para documentar os Manuscritos do Mar Morto – Biblioteca Digital dos Manuscritos do Mar Morto, em memória de Leon Levy. O projeto deverá incluir fotos mais importante descoberta arqueológica do século XX com inovadoras técnicas e upload de mais de 900 manuscritos (composto de milhares de peças), para a internet.

Entretanto, a Autoridade de Antiguidades de Israel esta manhã anunciou uma colaboração com o Centro de P & D do Google Israel, o que permitirá a elevação da grade de fotografias dos manuscritos, o navegador terá acesso ao conteúdo histórico.

O projeto foi possível graças a uma generosa doação da Fundação Leon Levy, uma contribuição adicional de Fundação Arcadia com mão de obra dando suporte, e permitirá que – pela primeira vez desde os 50 anos do século XX, seja feito o registro fotográfico de cerca de 30.000 fragmentos dos pergaminhos encontrados nos laboratório de conservação dos manuscritos da Autoridade das Antigüidades de Israel. Todas as peças serão fotografadas com as técnicas mais inovadoras disponíveis atualmente no mundo, serão disponibilizadas na rede.

A documentação tecnológica inovadora, que vai começar a estar disponível no começo de 2011, permitirá a foto (imagem) de cada seção de diferentes comprimentos de onda através de um sistema desenvolvido pela americana Chen Magoiz, com a performance de conservação de monitoramento ao longo dos anos, de forma precisa e não invasiva(sem tocar nos manuscritos). Criando imagens eletrônicas de qualidade comparável ao exame físico das secções dos manuscritos, evita a necessidade de exposições repetidas aos investigadores dos manuscritos e sua conservação para a posteridade. A tecnologia inovadora também encontrará seções re-escritas que "desapareceram de vista" ao longo dos anos, e agora – através de ondas de luz "além do visível", revela mais uma vez o seu conteúdo – um movimento que poderia abrir uma nova janela para o estudo dos pergaminhos.

Poderá ser feito upload de fotos com a ajuda do Google/Israel, e irá incluir a identificação dos pergaminhos, a sua transcrição em Utaragon. Os sistemas de busca permitem uma rápida verificação cruzada de todas as novas informações disponíveis que será lançada na rede.

Segundo Shuka Dorfman, diretor de Antiguidades de Israel: "Esta é uma ligação histórica com o progresso que fizemos, a fim de preservar a herança para as gerações futuras. Com a pesquisa detalhada e exaustiva, fomos capazes de recrutar os melhores cérebros e tecnológica para os meios de preservação do nosso património activo, de modo que o público possa, com um clique, expostor a história em toda a sua glória. Estamos orgulhosos de permitir o acesso imediato as mais importantes descobertas arqueológicas do século XX na Bíblia, a história do judaísmo e do cristianismo ".

Professor Yossi Matias, diretor do centro de pesquisa e desenvolvimento em Israel, o Google disse: "Estamos orgulhosos de participar do projeto que torna o rico acervo da Autoridade de Antiguidades de Israel acessível ao mundo inteiro. Este projecto vai enriquecer a preservar uma parte importante do património cultural mundial, tornando-o acessível a todos que navegam em qualquer lugar. Vamos continuar no esforço histórico para fazer com que todas as informações existentes sejam acessíveis de todos os arquivos e depósitos."

O anúncio foi feito esta manhã após três anos de pesquisa que a Autoridade das Antiguidades de Israel buscou as melhores tecnologias de imagem, sistemas de informação, medidas de conservação, e o aumento do orçamento necessário para iniciar o projeto em todo o mundo. Pnina Shor que gerencia o projeto em nome de Antiguidades da Autoridade, foi assistida pelas principais instituições e profissionais na área: Prof Steve Weiner, do Instituto Weizmann, Ze'ev Prof Eisenstadt Universidade Hebraica, o Dr. Gregory Berman – um ex-cientista sênior da NASA no Califórnia Institute of Technology, Diane van der Bryden, diretor do Departamento de Conservação da Biblioteca do Congresso em Washington, EUA, e professor Emilio Barcelona Marengo Universidade de Piemonte Oriental Manfredi, Itália.

Sobre Karen Leon Levy

Leon Levy Foundation é uma fundação privada sem fins lucrativos. O fundo foi criado em 2004, em homenagem a Leon Levy, um investidor lendário com um compromisso de muitos anos – em muitos projetos de caridade.

Sobre Fundação Arcadia

Arcadia Foundation, fundada por Isabel Rausinge Peter Baldwin, em curso desde 2001. Até hoje, a Fundação concedeu bolsas de estudo, totalizando 192 milhões de dólares.

Para saber mais:

www.arcadiafund.org.uk

www.leonlevy.org

 

Fontes:

www.g1.globo.com

www.cafetorah.com

 

Você é Salvo?

Filed Under (Você é Salvo ?) by Geração Maranata on 17-10-2010

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Por Paul David Washer

Texto base: Mateus 7:13–25:

Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;
14     E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.
15     Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.
16     Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?
17     Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.
18     Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.
19     Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.
20     Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
21     Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
22     Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
23     E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.
24     Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;
25     E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.

Grande parte das pessoas que hoje estão nas igrejas, no final acabará no inferno, até aqueles que professam Jesus Cristo como Senhor passarão a eternidade no inferno.

O cristianismo hoje e dia em muitos lugares esta sendo pregado como cultura, como investimento, como moda, e muitas pessoas estão sendo enganadas, tantos jovens como os adultos, tantas pessoas que acreditam que por terem simplesmente feito uma oração uma vez na vida elas irão para o céu. Elas olham ao redor e vêem pessoas tão mundanas quanto o mundo confessando a Cristo, e comparam-se uns com os outros e nada perturba o seu coração, pois eles encontram semelhanças entre si.

Eles pensam: Bem, eu sou igual a maioria das pessoas ao meu redor.

– eu vejo coisas na tv que não deveria ver

– eu rio das coisas que Deus abomina

– eu uso roupas sensuais

– eu falo como o mundo

– eu ando como o mundo

– eu amo as musicas do mundo

– eu amo tanto as coisas do mundo

Mas graças a Deus eu sou um cristão! Porque eu sou um cristão?

– Eu não pareço diferente da maioria das pessoas que me cercam.

Porque eu sou um cristão?

– Porque houve uma vez em minha vida que eu fiz uma oração e pedi pra Jesus entram em meu coração?

A resposta é NÃO!!!

A Bíblia diz que a salvação e pela fé e somente em Jesus Cristo. E a fé somente em Jesus Cristo é precedida e seguida por arrependimento. O abandono do pecado, uma abominação pelas coisas que Deus abomina, e um amor pelas coisas que Deus ama.

Um crescimento em santidade e um desejo de ser, andar e parecer com Jesus Cristo. Pare de se comparar com as pessoas que se dizem cristãs. Compare a si mesmo com as Escrituras.

A Bíblia diz em 1 Cor. 11:28 : EXAMINE A SI MESMO!

Teste a si mesmo a luz das escrituras para saber se você esta na fé, teste a si mesmo para saber se você é um cristão.

A sua volta no seu dia-a-dia, se você fizer uma pesquisa e perguntar quantas pessoas acreditam em Deus, você terá um resultado de 99% e pessoas que acreditam, mas 85% dessas pessoas não sabem quem é esse Deus.

Mateus 7:13 – Existem duas portas e só uma conduz a vida, só há um Deus, só há um mediador entre Deus e os homens e Seu nome é Jesus Cristo.

João 14:6 – “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, e ninguém pode chegar até o Pai a não ser por mim”

Louvado seja Deus por isso, que a única forma de qualquer ser humano nesta terra ser salvo, é por meio de Jesus Cristo e ponto final, ninguém mais.

A Bíblia diz em Romanos 3:23 – “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”

Nascemos todos impuros e sem amor por Deus, nós nunca buscaríamos a Deus, nunca iríamos a Deus.

Não é só uma questão de que você já pecou.  A questão é: Você nunca fez nada alem de pecar!

A Bíblia diz através profetas que até as nossas maiores obras são como trapos de imundícia perante Deus.

E por causa disso sabe o que merecemos? A ira de Deus.

Mas espere um pouco, Deus não pode odiar ninguém, Deus é amor!

Não meu amigo, Jesus Cristo ensinou, os profetas ensinaram, os apóstolos ensinaram isto: que a não ser a graça de Deus Revelada em Cristo nosso Senhor, a única coisa que resta para você e para mim é a ira de Deus.

Por causa da nossa rebelião e dos nossos pecados.

Mas Deus não pode odiar, porque Deus é amor!

– Mas eu digo: Deus tem que odiar, porque ele é amor!

Ex.: Eu amo crianças, portanto odeio aborto!

Se eu amo o que é santo, devo odiar o que não é santo. E Deus é um Deus santo. Muitas coisas que você adora fazer, Deus odeia.

Exemplo:

– Vamos a uma reunião de oração, mais antes de sair de casa você vê um programa na tv que Deus abomina, aí as pessoas perguntam na reunião porque o Espírito Santo não desceu sobre nós? Porque Deus é um Deus santo. Aí as pessoas criam aquele falso fogo e falso entusiasmo.

A única forma de você se reconciliar com o Deus Santo é pela morte do filho unigênito de Deus quando Ele foi pendurado naquela cruz.

Se você hoje é salvo não foi porque os romanos e judeus rejeitaram a Jesus. Você não foi salvo porque eles colocaram uma coroa de espinhos na sua cabeça. Você não foi salvo porque furaram o tórax de Jesus com uma lança, nem mesmo porque eles o pregaram na cruz.

Você sabe por que você é salvo ou se você é salvo? Porque quando Jesus Cristo estava pendurado naquela cruz ele levou seus pecados e o pecado de todo o povo de Deus, e toda a ira de Deus que deveria ter caído sobre você, caiu sobre seu único filho! Alguém tinha que pagar o preço, alguém tinha que morrer, foi Deus o Pai, que o esmagou, seu único filho de acordo com Isaias 53. “ao Senhor agradou moê-lo”

As pessoas dizem: “a cruz é um sinal de quanto o homem é valioso!” Isso não é verdade, a cruz é um sinal de quão depravados nós realmente somos! Que levou a morte do filho único de Deus. A única coisa que poderia salvar pessoas como nós. Sob a ira de seu próprio pai, pagando o preço, levantou dos mortos, poderoso para nos salvar.

Este é o evangelho de Jesus Cristo!

Agora o que você é chamado para fazer?

Você diz: “Entrar pela porta estreita.” Como você faz isso? Jesus disse: “O tempo é chegado, o Reino de Deus se aproxima”.

O que devemos fazer? Em Marcos ele nos diz: “Arrependa-se e creia no Evangelho”!

Agora você me diz: Eu fui salvo orando e pedindo para Jesus entrar em meu coração. Eu tenho certeza que você fez isso. Mas você não foi salvo por uma formula mágica, ou por causa de algumas palavras que você repetiu com alguém. Você foi salvo porque você se arrependeu e acreditou, e não foi uma coisa isolada, você o continua fazendo até hoje.

Conversão não é como uma vacina.

Ah! “Eu fiz isso, eu me arrependi e cri”

A questão é você continua se arrependendo de seus pecados? Você continua crendo?  “Porque aquele que começou a boa obra em vocês, também a terminara”

E você deve ir por essa única porta que é Jesus Cristo, mas as pessoas se esqueceram de um detalhe muito importante, não é só a porta que é estreita, mas também o caminho todo é estreito, Muitas pessoas oram aceitando Jesus, mas passam o resto de suas vidas andando como o mundo.

A Bíblia não ensina que uma pessoa pode ser um cristão genuíno e viver em constante carnalidade, perversidade e pecaminosidade, todos os dias de sua vida, a Bíblia ensina que um genuíno cristão recebe uma nova natureza o cristão de verdade tem um pai que o ama e que o disciplina.

Há muita gente assim!

Você conhece ao menos uma pessoa assim!

Eles vão cultuar a Deus, mas seus corações estão tão sujos, não há diferença, não há luz, tudo o que o mundo faz eles fazem também.

Isso não é cristianismo, eles não estão correndo perigo de perder o galardão, eles estão correndo perigo de ir para o inferno, eles não conhecem a Deus.

Não existe somente uma porta estreita, mais também um caminho estreito.

Um dos principais sinais para saber se você é um cristão de verdade é:

Você anda no caminho estreito? “Examine a si mesmo para saber se realmente esta na fé”

Não estou dizendo que um cristão não peca, porque se nós não pecamos, nós não conhecemos a Deus. Estou dizendo que se você é um cristão genuíno nascido de novo, um filho de Deus, então você anda pelo caminho da justiça como um estilo e vida, evitando tudo que Deus abomina, resistindo ao inimigo.

Caso você se desvie deste caminho de retidão o Pai virá até você e Ele irá discipliná-lo, Ele o colocara de volta naquele caminho.

E se você diz que entrou pela porta estreita e continua andando pelo caminho largo assim como todos que você conhece na sua escola, trabalho, na sua casa, assim como todos que são carnais e depravados. A Bíblia diz que você deve ficar terrivelmente amedrontado: Porque você não conhece a Deus!

Não devemos dizer as pessoas se elas são salvas, devemos dizer a elas como serem salvas. A salvação é uma obra sobrenatural de Deus e aqueles que genuinamente estão sendo convertidos e regenerados pelo poder do Espírito Santo serão novas criaturas.

A Bíblia diz em 2 Cor. 5:17 : “assim que, se alguém esta em Cristo, nova criatura é, as coisas velhas já se passaram, eis que tudo se fez novo”

Então nós encontramos na Bíblia que há uma porta estreita e um caminho estreito Mateus 7:15.

Um amigo de verdade é aquele que te diz a verdade. Tem pessoas que não gostam e ouvir a verdade; estão lá batendo a cabeça, fazendo coisas de forma errada, e não querem ouvir a verdade. Só há um amigo verdadeiro seu nome é Deus, e nós precisamos ser amigos de Deus, devemos estar preocupados mais com a glória de Deus do que com a dos homens.

A pessoa que te ama mais é a que vai te falar as maiores verdades.

Uma das características dos falsos profetas é que ele sempre fala o que você quer ouvir ele nunca vai estragar a festa, ele faz você continuar batendo palmas, pulando, vai fazer você ficar entretido; ele apresentará um cristianismo que parecerá que sua igreja é um centro de lazer, ele não fará você se preocupar com grandes assuntos como:

– Deus esta agindo na minha vida?

– Eu estou crescendo em santidade?

– Eu realmente nasci de novo?

Se todos nesta cidade dizem que são salvos, a Bíblia diz que isso não é verdade, porque está escrito que: “poucos vão entrar no Reino dos céus”

Como você sabe que é salvo?

Como você realmente sabe que é salvo?

Porque alguém te disse?

Porque você fez uma oração?

Porque você acreditou?

Como você sabe que acredita? Porque todos dizem que acreditam, como sabe que você não é igual aos outros?

Sabe como a Bíblia diz se você é salvo? Você sabe que é salvo porque a sua vida esta num processo constante de transformação, e seu estilo de vida é de alguém que anda nos caminhos de Deus, e quando você pára de andar neste caminho, como todos nós um dia já nos desviamos, Deus vem até você e te coloca de volta neste caminho.

Uma das evidencias de que você nasceu de novo é que Deus não te deixa falar como a sua carne quer falar; Deus não permite que você se vista como o mundo sensual permite que você se vista. Deus não permitira que você ande como o mundo, cheire como o mundo, fale como o mundo, escute coisas que o mundo escuta. Deus fará a diferença na sua vida.

Mateus 7:16 -18 – Como você reconhece um falso profeta? Como você reconhece um cristão genuíno?

 

PELOS SEU FRUTOS!

Veja sua vida, veja o jeito como você anda, veja o jeito que você fala, veja as paixões do seu coração. Jesus esta ai? Ou ele é só um acessório para sua vida? Ou é só uma coisa que você faz de sábado e domingo.

Ele é um acessório ou o centro da sua vida?

Qual o fruto que você está produzindo?

Você parece com o mundo?

Você age como o mundo?

Você experimenta as mesmas alegrias que o mundo experimenta?

Você consegue amar a rebeldia e gostar de ser rebelde?

Você consegue amar o pecado e gostar de cometê-los?

Se você gosta disso então você não conhece a Deus.

 

VOCE OS CONHECERA PELOS SEUS FRUTOS

Imagine Jesus ensinando esta passagem e você lá ouvindo, e Ele olha pra você e diz:

– Você encontra espinhos em pés de uva?

Você diz: – Claro que não Jesus, todo mundo sabe que na há espinhos nos pés de uva.

Jesus diz: Deixe-me fazer outra pergunta então: Você encontra uvas num espinheiro?

Você diz: – É claro que não Jesus isso é loucura! E se alguém disser que encontrou, ou a pessoa é louca ou a pessoa é mentirosa!

Jesus responde: Muito bem! Então aqueles que dizem que são meus discípulos mais dão maus frutos, não seria o mesmo de dizer que ou estão mentindo, ou estão loucos?

Como é que tantas pessoas hoje dizem ter um encontro com Deus e ainda assim não são transformados?

Quantas vezes vemos pessoas dedicando novamente suas vidas a Deus, mas quando voltam para a casa isso dura somente uma semana.

E dizem: oh! Foi um grande mover de Deus!

Mais eu digo que não foi. Se não durou é porque não foi, foi simplesmente emoção, foram tantas coisas, mais não foi um mover de Deus.

Deus esta trabalhando na sua vida?

 

VOCE OS CONHECERA PELOS SEUS FRUTOS

Mateus 7: 19 –20 – Em hebraico quando os judeus querem enfatizar algum trecho do texto não fazem como nós que sublinhamos ou colocamos em letra maiúscula, eles repetem varias vezes.

 

VOCES CONHECERAM PELOS SEUS FRUTOS

Toda arvore que não da uma boa fruta é cortada e jogada no fogo. Esse trecho esta falando sobre o juízo de Deus, o dia do Juízo que cairá sobre o mundo. O nosso coração pode ser enganado facilmente, mais o coração de Deus não, Ele sabe todas as coisas.

 

PELOS SEUS FRUTOS O CONHECEREIS.

Mateus 7: 21 – Sabe o que a sua oração para aceitar Jesus vale? Nada. È o que diz essa passagem.

A questão é: Você é um deles?

A maneira que mostra que você é um cristão genuíno é pelo estilo de vida, agir segundo a vontade do Pai, preocupado em fazer somente a vontade do Pai, e quando você desobedece a vontade do Pai, o Espírito Santo vem e te repreende pessoalmente, através da Palavra de Deus, ou através de um irmão em Cristo, e Deus te coloca no caminho novamente, Quem não já passou por isso?

Nós devemos policiar uns aos outros porque um irmão afia o outro.

Se você pode brincar com o pecado, se você pode amar o mundo, amar as coisas do mundo, sem estar envolvido com o mundo, fazendo as coisas do mundo, se seus heróis são pessoas do mundo, se você quer parecer com eles, agir como eles, se você faz as mesmas coisas que eles fazem; há uma grande chance de você não conhecer a Deus e de não pertencer a Ele.

Mateus 7:22 – A melhor coisa da face da terra não é conhecer a Cristo, a melhor coisa da face da terra é que Jesus Cristo te conheça.

Eu não posso entrar na Casa Branca, só porque eu fui até o portão e disse que conheço o presidente, mas eles me deixarão entrar se o Presidente disser que conhece me conhece.

Você conhece a Jesus? Ele te conhece?

Iniqüidade (hebraico = anomia = a = não/sem | nomia= lei) – SEM LEI.  “Afaste-se de mim vocês que vivem como se eu nunca tivesse lhes dado uma lei para obedecerem”

Mateus 7:24 – E os homens das fundações: São também um salvo e outro perdido;

O salvo ouve a palavra de Deus, e há usa como alicerce para todas as áreas de sua, sua família, sua escola, seu trabalho, seu casamento, seus filhos;

O Perdido ouve a palavra de Deus, mais não prepara a fundação, e tudo vem abaixo.

Sua vida esta em constante mudança?

Existem dois caminhos o estreito e o largo. Em qual você esta?

Há dois tipos de arvores: A arvore que da nos bons frutos e que vai para o céu; a arvore que da maus frutos e vai pra o inferno, será cortada e lançada no fogo.

Há aqueles que professam Jesus como Senhor e fazem a vontade do Pai que vão para o céu, há aqueles que professam Jesus como Senhor e não fazem a vontade do Pai que esta no céu, e eles irão para o inferno, não por falta de obras, mais por falta de fé demonstrada.

Você esta educando seus filhos na Palavra de Deus?

Você esta edificando seu futuro casamento na Palavra de Deus?

Você esta administrando suas finanças de acordo com a Palavra de Deus?

Você esta se separando das coisas do mundo como diz a Palavra de Deus?

Devemos nos focar no que a Palavra de Deus diz.

Como sua vida se apresentará diante do fogo ardente que é a santidade de Deus no dia final?

No dia final sua escolha permanecerá verdadeira?

 

Você é salvo?

O que a palavra de Deus te diz?

PELOS SEUS FRUTOS OS CONHECEREIS.

Paul Washer – www.heartcrymissionary.com

Recomendo: http://www.destinofinal.com.br/

Geração Maranata (se for reproduzir, informe a fonte)

A Fascinação do Cumprimento das Profecias Bíblicas

Filed Under (Artigos, Segunda Vinda de Jesus) by Geração Maranata on 14-10-2010

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por Geração Maranata

No livro de Daniel capítulo 8, pode-se ter uma noção do quanto a Palavra de Deus é confiável. Nesse capítulo podemos ver o cumprimento das profecias bíblicas, e esse cumprimento é simplesmente mais uma prova da existência de Deus e um desafio para se crer nEle. O próprio Deus desafia a humanidade quando diz:

"Quem há, corno eu, feito predições desde que estabeleci o mais antigo povo? Que o declare e o exponha perante mim! Que esse anuncie as coisas futuras, as coisas que hão de vir! Não vos assombreis, nem temais; acaso, desde aquele tempo não vo-Io fiz ouvir, não vo-Io anunciei? Vós sois as minhas testemunhas. Há outro Deus além de mim? Não, não há outra Rocha que eu conheça" (Is 44.7-8).

Está à procura de alguém em quem é possível confiar plenamente? Então você pode se dirigir a Jesus, pois Ele é real! Para fazer de Deus a nossa Rocha precisamos crer nEle, pois apenas saber de Sua existência não é o suficiente. Devemos crer e confiar! Deus sempre cumpre o que promete!

O Senhor diz que somente aquele que faz predições detalhadas é verdadeiramente Deus. E Sua pergunta: "Há outro Deus além de mim?" Ele próprio responde dizendo: "Não há outra Rocha que eu conheça ".

Existem dois grupos de pessoas:

1) Um dos grupos questiona, duvida e critica tentando honestamente chegar à verdade. Com essas pessoas pode-se dialogar, pois elas estão à procura de respostas às suas perguntas, e pela graça do Senhor elas chegam ao conhecimento de Jesus e crêem nEle para Salvação.

2) Mas existem pessoas que perguntam, questionam, criticam e duvidam por duvidar, na verdade não estão preocupadas em conhecer a Verdade. Com essas pessoas é difícil dialogar, pois não querem ajuda real e não se convencem da verdade, mesmo quando apresentada com toda a clareza.

 

Um panorama resumido do cumprimento da profecia bíblica

Daniel encontrava-se na cidadela de Susã e recebeu uma visão de animais, retratando o desenvolvimento da história mundial.

O carneiro

"Então, levantei os olhos e vi, e eis que, diante do rio, estava um carneiro, o qual tinha dois chifres, e os dois chifres eram altos, mas um, mais alto do que o outro; e o mais alto subiu por último. Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte, e para o sul; e nenhum dos animais lhe podia resistir, nem havia quem pudesse livrar-se do seu poder; ele, porém, fazia segundo a sua vontade e, assim, se engrandecia" (vv.3-4).

Daniel não sabia o que significava tudo aquilo, mas recebeu a explicação junto com a visão:

"Havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei entendê-la (ele abriu seu coração e procurou entender a verdade), e eis que se me apresentou diante uma como aparência de homem (a resposta divina às suas dúvidas já estava chegando). E ouvi uma voz de homem de entre as margens do Ulai, a qual gritou e disse: Gabriel, dá a entender a este a visão. …Aquele carneiro com dois chifres, que viste, são os reis da Média e da Pérsia" (vv. 15-16,20).

Em linguagem simbólica, temos aqui a figura de um carneiro com chifres desiguais, que a explicação divina diz ser o reino medo-persa. O que admira é sua descrição detalhada no versículo 3: "…um carneiro, o qual tinha dois chifres, e os dois chifres eram altos, mas um, mais alto do que o outro; e o mais alto subiu por último." O que fascina nessa descrição é o cumprimento histórico detalhado e exato dessa profecia. O chifre pequeno, que veio antes, é uma figura do império medo, e o segundo chifre, que veio depois, é uma ilustração da Pérsia. Essas imagens se juntam e formam um grande reino de abrangência mundial. Mesmo que a Pérsia tenha se tornado poderosa depois da Média (no ano 559 a.C), ela superou em muito os medos. A Pérsia expandiu seu reino com seu exército gigantesco de mais de dois milhões de soldados para o ocidente, para o norte e para o sul. O Senhor já havia profetizado essa expansão, e tudo cumpriu-se literalmente no decorrer da história.

 

O bode

"Estando eu observando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão; este bode tinnha um chifre notável entre os olhos; dirigiu-se ao carneiro que tinha os dois chifres, o qual eu tinha visto diante do rio; e correu contra ele com todo o seu furioso poder. Vi-o chegar perto do carneiro, e, enfurecido contra ele, o feriu e lhe quebrou os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir; e o bode o lançou por terra e o pisou aos pés, e não houve quem pudesse livrar o carneiro do poder dele" (vv.5-7).

A explicação dessa profecia é encontrada no versículo 21: “… bode peludo é o rei da Grécia…". É fantástico ver que o anjo, que transmitiu a Daniel o significado da visão, chama a terra simbolizada pelo bode de Grécia. O que é tão especial nesse fato? No do reino medo-persa ainda poderíamos encontrar uma explicação lógica, pois Daniel ainda vivenciou o início do estabelecimento desse reino. Mas o que chama a atenção nessa profecia sobre a Grécia é que ela foi feita aproximadamente 200 anos antes que esse país surgisse no cenário mundial. E a profecia cumpriu-se nos mínimos detalhes.

Na ocasião em que a profecia foi feita, ninguém nem sequer imaginava que a Grécia poderia entrar em cena. Com certeza muitos nem sequer sabiam onde se localizava esse país.

Voltando a atenção aos detalhes que foram preditos 200 anos antes:

a) "Este bode tinha um chifre notável entre os olhos" (v.5). Quem é esse chifre? "…é o rei da Grécia; o chifre grande entre os olhos é o primeiro rei" (v.21). Quem foi o primeiro grande rei da Grécia? Alexandre o Grande! Ele era pequeno de estatura (apenas 1,55m), mas era chamado de "o Grande" porque seu reino era enorme.

b) "Estando eu observando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra (pela história sabemos que Alexandre veio do ocidente com um exército pequeno e muito rápido), mas sem tocar no chão (em poucos anos Alexandre conquistou a Ásia Menor, a Síria, o Egito, a Mesopotâmia e depois os países até a Índia. Isso nunca havia acontecido em toda a história); este bode tinha um chifre notável entre os olhos; dirigiu-se ao carneiro que tinha os dois chifres, o qual eu tinha visto diante do rio; e correu contra ele com todo o seu furioso poder" (correu contra os persas, pois estes haviam tomado dos gregos duas cidades próximas a Atenas nas batalhas de Maratona e Salamis). Vi-o chegar perto do carneiro, e, enfurecido contra ele, o feriu e lhe quebrou os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir; e o bode o lançou por terra e o pisou aos pés, e não houve quem pudesse livrar o carneiro do poder dele" (vv.5-7).

Foi assim que a Grécia, sob o comando de Alexandre o Grande, venceu o império Medo-Persa.

c) "O bode se engrandeceu sobremaneira; e, na sua força, quebrou-se-lhe o grande chifre (Alexandre o Grande), e em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu"(v.8). Isso também é confirmado pela história. Alexandre o Grande realmente morreu subitamente na Babilônia no auge de seu poder, tinha apenas 32 anos de idade. Muitos afirmam que ele morreu de malária e das conseqüências do alcoolismo, outros dizem que foi envenenado. De qualquer maneira, o grande imperador morreu e “em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu".

Encontramos a explicação no versículo 22: "o ter sido quebra¬do, levantando-se quatro em lugar dele, significa que quatro reinos se levantarão deste povo, mas não com força igual à que ele tinha." E de fato, lendo hoje os livros que contam a história daquela época, nos deparamos com Alexandre, o Grande, que não teve filhos e cujo reino foi repartido entre quatro de seus generais após sua morte, o que é simbolizado pelos quatro chifres da visão do Daniel.

1. Ptolomeu recebeu o Egito e partes da Ásia Menor.

2. Cassandro recebeu territórios na Macedônia e na Grécia.

3. Lisímaco recebeu a Trácia e partes ocidentais da Ásia Menor.

4. Seleuco recebeu a Síria, a Mesopotâmia e Israel.

Esse reino grego foi dividido em quatro partes e jamais voltou a ter o mesmo poder que tinha sob Alexandre.  E tudo isso foi profetizado 200 anos antes!

"Quem há, corno eu, feito predições desde que estabeleci o mais antigo povo? Que o declare e o exponha perante mim! Que esse anuncie as coisas futuras, as coisas que hão de vir! (Is 44.7).

Mas a história continua.

 

O chifre pequeno

"De um dos chifres saiu um chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. O exército lhe foi entregue com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade e o que fez prosperou." (vv.9-12)

Esse texto fala do tristemente famoso imperador Antíoco Epifânio. Ele merece uma longa descrição no texto bíblico, pois é uma ilustração profética do Anticristo que virá no fim dos tempos.

Devemos ter em mente que as afirmações referentes a Antíoco Epifânio foram feitas com aproximadamente 380 anos de antecedência. Ele chegou ao poder em 175 a.C. Tudo o que foi escrito a seu respeito é confirmado integralmente pela história. Ele é o "chifre pequeno" oriundo de um dos quatro reinos já mencionados, que surgiram da divisão do reino de Alexandre o Grande, da região de Seleuco, a quem pertencia a Síria, Mesopotâmia e Israel. Mais tarde ele subjugou o sul (Egito), o leste e a terra gloriosa (Israel) (v.9).

Ele praticou uma abominação nunca vista no lugar Santíssimo do templo judeu. Ele próprio se intitulava Antíoco Epifânio (“o iluminado"). Os judeus chamavam-no de Antíoco Epimano (“o louco") por seus atos desvairados, e ele morreu como demente.

Leiamos mais uma vez a descrição de seus atos na Bíblia Viva:

"Chegou a desafiar o Comandante do exército do Céu, interrompendo os sacrifícios que eram oferecidos diariamente a Deus e manchando a pureza do seu templo. Apesar desses pecados terríveis, Deus não deixou o exército do Céu castigar o chifre. O resultado disso foi que a verdade e a justiça desapareceram e a maldade se espalhou" (vv.11-12).

– Durante seu reinado os judeus estavam proibidos de obedecer à Lei;

– Eles não podiam guardar o sábado;

– Seus filhos não podiam ser circuncidados;

– Suas festas anuais foram proibidas;

– Os sacrifícios foram banidos, e em seu lugar foram levantados altares a deuses estranhos em Jerusalém e oferecidos sacrifícios impuros;

– Os judeus foram obrigados a comer carne de porco;

– E o auge aconteceu a 16 de dezembro de 167 a.C.. Ele mandou fazer uma estátua de abominação e erigiu no altar do holocausto um altar para Zeus Olimpo, mandando sacrificar sobre ele um porco.

Milhares e milhares de judeus morreram da forma mais cruel por terem resistido às leis de Antíoco Epifânio. Ele morreu demente no ano de163 a.C. na Pérsia.

Na declaração do Senhor – acerca da duração da abominação desoladora – vemos mais uma vez o quanto a Palavra de Deus é digna de confiança:

"Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados? Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purifica¬do" (vv. 13-14).

O anjo falou que duraria "até duas mil e trezentas tardes e manhãs". É provável que não signifique 2300 dias, pois a afirmação refere-se ao sacrifício diário. E em Israel se sacrificava duas vezes ao dia, no sacrifício matutino e no vespertino, e isso perfaz 1150 dias (2300 sacrifícios = 1150 dias).

Esse é o tempo exato da profanação do templo, de 16 de dezembro de 167 até o momento em que o templo foi renovado por Judas Macabeu no final de 164 a.C até o início de 163 a.C, quando ele restabeleceu os sacrifícios judaicos. Judá reconquistou sua liberdade religiosa. O tempo determinado cumpriu-se literalmente!

Esse é um resumido panorama do cumprimento das profecias bíblicas que encontramos no capítulo 8 de Daniel.

 

 

Livro: "As Profecias de Daniel" de Norbert Lieth

Onde encontrar: http://www.chamada.com.br/livraria/autores/?cod=NL

Quando uma profecia é cumprida na história? Preterismo

Filed Under (Métodos de Interpretação Profética) by Geração Maranata on 12-10-2010

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por Geração Maranata

Há quatro pontos de vista sobre possíveis interpretações do tempo na profecia bíblica:

Presente (Historicismo)

Passsado (Preterismo)

Futuro (Futurismo)

Atemporal (Idealismo)

Nesta segunda série será abordado o Preterismo.

O Preterismo é uma das quatro possíveis interpretações do tempo na profecia bíblica. Ele tenta responder à pergunta:

“Quando uma profecia é cumprida na história?”

 

A palavra "preter" é um prefixo do latim praeter, que significa passado ou além de. O derivado "Preterista" significa aquele que encara o cumprimento do Apocalipse como coisa que já teve lugar no passado. O jejuíta Luis De Alcazar (1554-1613) foi o criador dessa escola.

O Preterismo é um método muito popular para o estudo do Apocalipse entre os eruditos críticos. Esta interpretação diz que as principais profecias do livro do Apocalipse cumpriram-se na destruição de Jerusalém (70 dc) e na queda do Império Romano, com a vitória da Igreja como resultado final em sua luta contra Roma.

Considera que o Apóstolo João escreveu o livro do Apocalipse antes da destruição do Templo em 70 d.C. e que estas profecias seriam fatos que aconteceram na mesma época de quando o livro foi escrito. Suas profecias foram cumpridas até o tempo de Constantino e até o começo do quarto século depois de Cristo.

Nota: Alguns estudiosos negam a autoria do Apóstolo João e propóe que seja outro João desconhecido.

O argumento usado pelos preteristas pressupõe que o livro foi escrito para confortar os cristãos e relatar as perseguições pelas quais estavam passando.    João – o apóstolo – tinha como endereço as igrejas do século I d.C. A grande maioria de seus teólogos defende que o provável período da escrita date à época de Nero como Imperador de Roma (54-68).   Os defensores dessa dessa interpretação difundiram, posteriormente, idéias pós-milenaristas.

O Preterismo interpreta de forma literal os seguintes versículos-chaves:

  • (Mt. 10:23) Quando forem perseguidos num lugar, fujam para outro. Eu lhes garanto que vocês não terão percorrido todas as cidades de Israel antes que venha o Filho do homem.
  • (Mt. 16:28) Garanto-lhes que alguns dos que aqui se acham não experimentarão a morte antes de verem o Filho do homem vindo em seu Reino.
  • (Mt. 23:35-36) E, assim, sobre vocês recairá todo o sangue justo derramado na terra, desde o sangue do justo Abel, até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem vocês assassinaram entre o santuário e o altar Eu lhes asseguro que tudo isso sobrevirá a esta geração.
  • (Mt. 24:34) Eu lhes asseguro que não passará esta geração até que todas estas coisas aconteçam.
  • (Mt. 26:63-64) Mas Jesus permaneceu em silêncio. O sumo sacerdote lhe disse: “Exijo que você jure pelo Deus vivo: se você é o Cristo, o Filho de Deus, diga-nos”. “Tu mesmo o disseste”, respondeu Jesus. “Mas eu digo a todos vós: Chegará o dia em que vereis o Filho do homem assentado à direita do Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu.

 

O Preterismo pode ser dividido em Preterismo Completo e Preterismo Parcial.

Preterismo Completo

O Preterismo Completo ou Total acredita que todas as profecias foram cumpridas com a destruição de Jerusalém, incluindo a ressurreição dos mortos e a Segunda Vinda Jesus. O Preterismo Completo também é conhecido por outros nomes: Preterismo Consistente, Escatologia de Pacto e Hiper-Preterismo.

O Preterismo Total sustenta que a Segunda Vinda de Jesus não deve ser interpretada como um regresso corporal futuro, mas uma "presença" manifesta através da destruição física de Jerusalém e seu Templo no ano 70 d. C. pelos exércitos de Roma, de forma similar a várias descrições no Antigo Testamento, onde Deus destruiu outras nações em julgamento justo.

O Preterismo Total também sustenta que a Ressurreição dos mortos não é uma ressurreição física, mas uma ressurreição das almas do "lugar dos mortos", conhecido como o Seol (Hebreu) ou Hades (Grego).

Neste caso, os mortos justos obtiveram um corpo espiritual e substancial para ser usado nos lugares celestiais, e os mortos injustos foram atirados ao Lago de Fogo.

Alguns proponentes do Preterismos Total acham que este julgamento é constante e acontece durante a morte da cada indivíduo (Hebreus 9:27): "E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo."

Os Novos Céus e Nova Terra também são equiparados com o cumprimento da Lei no ano 70 d. C. e devem ser interpretados da mesma maneira, pois o Cristão é considerado como uma "nova criação" quando este vem à fé em Cristo.

Síntese:

  • Todas as profecias já foram cumpridas.
  • A segunda vinda de Cristo, a ressurreição, o arrebatamento, o dia do Senhor e o dia do juízo ocorreram no ano 70 d.C.
  • Propõem que a “segunda vinda” e a “ressurreição do corpo” são espirituais.
  • É acusado de reintroduzir o ensino de Himeneu de que a ressurreição já aconteceu:"E a palavra desses roerá como gangrena; entre os quais são Himeneu e Fileto; Os quais se desviaram da verdade, dizendo que a ressurreição era já feita, e perverteram a fé de alguns." (2Tm. 2:17-18))

 

Preterismo Parcial

O Preterismo Parcial sustenta que algumas profecias já foram cumpridas, tais como: o governo do Anticristo, a Grande Tribulação e o Dia do Senhor como uma "vinda em julgamento" (Julgamento Final) de Cristo no ano 70 d. C., ocasião que o general Tito do Império Romano saqueou Jerusalém e destruiu o Segundo Templo, fazendo cessar o sacrifício diário de animais. Identifica a "Grande Babilônia" (Apocalipse 17-18) com a cidade pagã de Roma ou Jerusalém: "E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra."

O Preterismo Parcial é também conhecido por outros nomes como: Preterismo Ortodoxo, Preterismo Histórico e Preterismo Moderado.

A maioria (ainda que não todos) dos Preteristas Parciais acha que o termo “Últimos Dias” não se refere aos últimos dias do planeta Terra nem aos últimos dias da humanidade, mas aos últimos dias do pacto Mosaico que Deus estabeleceu exclusivamente com a nação de Israel. Assim como Deus veio em julgamento sobre várias nações no Antigo Testamento, Cristo também veio em julgamento contra aqueles que o rejeitaram em Israel.

O termo "Últimos Dias" deve ser distinguidos de o "Último Dia", pois este é considerado como cumprimento no futuro e inclui a Segunda Vinda de Jesus, a Ressurreição dos mortos, justos e injustos, o Julgamento Final, e a criação de um Novo Céu e Nova Terra literal (e não com referência a um pacto) livre da maldição do pecado e a morte que veio pela queda de Adão e Eva.

Os Preteristas Parciais acham que a nova criação, redimida, surgirá progressivamente enquanto Cristo reina em seu trono celestial, subjugando seus inimigos, e culminará na destruição da morte física, o "último inimigo" (1 Cor 15:20-24): "Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda. Depois virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver aniquilado todo o império, e toda a potestade e força."

A grande maioria dos Preteristas Parciais defende também o Amilenismo ou o Pós-Milenismo.

Síntese:

  • Algumas profecias foram cumpridas na geração dos dias de Jesus;
  • Cristo veio em julgamento sobre Jerusalém em 70 d.C. e que este foi um dia do Senhor e não “O dia do Senhor”;
  • Faz parte da crença cristã por muitos anos e de várias denominações que defendem que a queda de Jerusalém em 70 d.C. foi um cumprimento importante da profecia.
  • Cristo veio em julgamento contra Jerusalém na guerra judaica de 67-70 d.C., mas não veio corporalmente, que é justamente a segunda vinda (Atos 1:11):
  1. Ele veio em Pentecoste como o Espírito de Jesus (João 14:16-18);
  2. Ele veio em julgamento e ira contra Jerusalém em 66-70 d.C. Lucas 21:23, Ap. 6:16 (cf. Lucas 23:30);
  3. Ele retornará corporalmente em algum ponto no futuro, em cujo tempo os mortos em Cristo serão ressuscitados (Atos 1:11, 1Ts. 4:16);
  4. Em João 14:16-18 Jesus fala da sua vinda aos discípulos como a vinda do Espírito: “E eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Conselheiro para estar com vocês para sempre, o Espírito da verdade. O mundo não pode recebê-lo, porque não o vê nem o conhece. Mas vocês o conhecem, pois ele vive com vocês e estará em vocês. Não os deixarei órfãos; voltarei para vocês.”
  • Vêem a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. como cumprindo as profecias de Jesus com respeito à destruição de Jerusalém:
  1. Em Mt. 23:35-36, um pouco antes do sermão no Monte das Oliveiras (Mt. 24), Jesus diz que a vingança pelo sangue justo dos profetas derramado em Jerusalém “sobrevirá a esta geração”, querendo dizer a geração a qual Jesus está se dirigindo: “E, assim, sobre vocês recairá todo o sangue justo derramado na terra, desde o sangue do justo Abel, até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem vocês assassinaram entre o santuário e o altar. Eu lhes asseguro que tudo isso sobrevirá a esta geração.”

 

Outro tipo de interpretação Preterista vista por Albertus Pieters ( autor do livro "Studies in the Revelation of St. John"):

1. Ala direita

Essa escola Preterista é representada por Moses Stuart, Clarence Augustine Beckwith e J. P. M. Sweet.  Acreditam na inspiração do livro do Apocalipse e que a maior parte do livro já se cumpriu nos dias do Império Romano, ao tempo de Domiciano. Já o juízo final e o perfeito estado da humanidade ainda aguardam cumprimento. Entendem que o Apocalipse foi escrito para os dias da perseguição na Ásia Menor, e que a aplicação para o nosso tempo só é relevante do ponto de vista literário, ao menos em sua maior parte.

2. Ala esquerda

Essa Escola Preterista entende que o livro do Apocalipse não é literatura inspirada. Acreditam que o livro é igual a qualquer obra apocalíptica escrita naquela época e que só tem valor literário. Segundo esta interpretação, João nada sabia do futuro por inspiração; portanto, não esperam que se cumpram na vida da Igreja os acontecimentos ali registrados.

 

A Grande Tribulação refere-se à destruição de Jerusalém em 70 d.C.

Embora o período da Grande Tribulação em Mateus 24:21 ("Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver."seja interpretado freqüentemente como sendo mundial e ocorrendo no 'fim do mundo', a análise Preterista propõe outra interpretação:

  • O relato paralelo de Lucas 21:20-24 mostra que Mt. 24:21 refere-se à queda de Jerusalém em 70 d.C;
  • Ela foi localizada na região da Judéia – não foi mundial, pois aqueles na Judéia são ordenados a correr para as montanhas em todos os três relatos paralelos (Mt. 24:16, Marcos 13:14, Lucas 21:21);
  • O fato que Jesus diz que “jamais haverá” uma tribulação semelhante indica que ela não ocorre no final do mundo;
  • As referências a “esta geração” em Mt. 23:36 e Mt. 24:34 indicam que Ele estava falando sobre algo dentro do período de vida de alguns dos discípulos (também Lucas 23:28).

 

Visão Preterista do Fim dos Tempos

Trata o Apocalipse como uma imagem simbólica de conflitos da igreja primitiva que já se cumpriram. Em diferentes níveis esta visão combina a interpretação alegórica e simbólica com o conceito de que o Apocalipse não lida com eventos futuros específicos.

De acordo com a visão Preterista do fim dos tempos, os capítulos 6 a 18 de Apocalipse são simbólicos e alegóricos, não descrevendo eventos literais. Já o capítulo 19, deve ser entendido de forma literal: Jesus Cristo irá retornar literal e fisicamente. Então, o capítulo 20 é de novo interpretado alegoricamente. A seguir, os capítulos 21 e 22 são entendidos pelo menos parcialmente de forma literal, que haverá realmente um Novo Céu e uma Nova Terra.

 

Argumentos de Defesa

1 – Nenhuma literatura poderá ser devidamente compreendida sem que se entenda a sua formação, o seu fundo histórico. Compreende-se melhor o Apocalipse quando se conhece os bastidores da perseguição de Domiciano.

2 – O principal propósito do livro era "revelar" aos cristãos perseguidos o quanto Cristo estava próximo deles e a certeza duma rápida vitória de Sua causa sobre as artimanhas imperiais de Roma.

3 – Assim como o Cristo ressurreto venceu toda a oposição, da mesma forma, os cristãos alcançarão vitória igualmente sobre qualquer tribulação e em qualquer época (inclusive a nossa). Deus reina a partir de seu trono e Cristo tem as chaves da morte e do destino.

4 – Pode-se adotar este método sem se admitir que o propósito de Deus na cruz de Cristo irá falhar e que Ele recorrerá à espada para estabelecer seu Reino. As mesmas verdades e princípios contidos nos ensinos de Jesus e na pregação e escritos dos apóstolos são encontrados no Apocalipse, quando adotamos este método de interpretação.

 

Conclusão:

A interpretação Preterista resumiria o Apocalipse a um manual de história da Igreja sob os Césares, afirmando que todo o livro foi já cumprido nos dias do Império Romano.

Essa interpretação é acusada de ser muito abstrata e é rejeitada por muitos estudiosos em escatologia.

Este método é praticamente oposto ao método futurista. Os futuristas afirmam que nada do livro se cumpriu ainda.

 

Para saber mais: Livro “The Last Days according to Jesus” de R. C. Sproul

 

Fontes:

www.maxmode.blogspot.com/

www.gotquestions.org/portugues/Preterismo.html

www.a-milenismo.blogspot.com

www.monergismo.net.br

www.pt.wikilingue.com

 

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