Mudança de Mente e Comportamento – Legalização da Maconha

Categoria (Apostasia) por Geração Maranata em 15-11-2010

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por Geração Maranata

A Legalização da Maconha  é mais um dos temas que se encaixa na teoria "Técnicas para Mudança de Mente e Comportamento" (Leia o artigo).

É só ver os noticiários, as opiniões de especialistas, autoridades, políticos, artistas e pessoas de vários segmentos da sociedade, que defendem a legalização.

Parece coisa de teoria da conspiração, mas não é.  É fato.

 

Condicionamento para aceitar a legalização das drogas

I – Algo muito ofensivo, que nem deveria ser discutido em público, é defendido por um especialista respeitado em um foro respeitável:

- Em 1988, o ex-Secretário de Estado George Schultz, servindo na Administração Reagan (EUA), chocou o mundo quando propôs a legalização das drogas.

- No Brasil:   O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da seccional do Rio de Janeiro, Wadih Damous, defendeu a legalização das drogas. Para ele, a proposta apresentada pelo governador Sérgio Cabral é válida para tentar coibir a ação de traficantes. Wadih garantiu ainda que a idéia será debatida em breve na seccional da ordem de seu Estado. Na opinião do presidente da OAB, descrimalizar o consumidor e endurecer as regras para o tráfico seria um duro golpe para os traficantes. "Se eu quero consumir e posso adquirir a droga legalmente, não tem porque comprar drogas ilegalmente com traficantes. Por isso, acho a proposta muito interessante e merece ser debatida" (grifo meu), disse o presidente da instituição.Wadih fez questão de lembrar que esta é uma posição pessoal sua, e não oficial da Ordem do Estado. "A proposta desafia um grande debate e será debatida no Rio. É uma contribuição importante que o governador Sérgio Cabral está dando para esse debate, como combate inteligente a criminalidade", finalizou. (Fonte: Redação Terra)

Quem mais defende: Além do presidente da OAB e o Governador do Rio de Janeiro:

- Fernando Gabeira (político) – dispensa fonte

- Fernando Henrique Cardoso (ex-presidente) – FHC e intelectuais pedem legalização da maconha. Matéria da Revista Época: "Maconha: é hora de legalizar?"

- Três ex-presidentes latino-americano e ex-professores universitários, que encabeçam uma comissão de 17 especialistas e personalidades: o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, do Brasil e os economistas César Gaviria, da Colômbia e Ernesto Zedillo, do México. (Fonte: Revista Época)

- José Padilha, cineasta e diretor do Filme 'Tropa de Elite'. (Fonte: Folha Online – Padilha se diz a favor da legalização da Machonha)

- Carlos Minc – Ministro do Meio Ambiente (Fonte: oglobo.globo.com – minc-compara-maconha-ao-cigarro-defende-legalizacao)

- Wagner Moura, ator – o Comandante Nascimento do filme 'Tropa de Elite". (Fonte:  gazetaonline.globo.com " Eu sou a favor da legalização das drogas, a começar pela maconha”)

- Gilberto Gil, ex-ministro. (Fonte: oglobo.globo.com/blogs/sobredrogas)

- Sting, cantor. (Fonte: celebridades.uol.com.br "Sting pede liberação da maconha" )

- Bill Maher – ator e apresentador. (Fonte: diversao.terra.com.br – "Ator de 'Se Beber Não Case' fuma maconha em entrevista".

- George Soros, multimilionário. (Fonte: ultimosegundo.ig.com.br – Soros doa US$ 1 milhão para campanha de legalização da maconha)

- Jeffrey Miron,  economista da Harvard University. (Fonte: epocanegocios.globo.com "Economista de Harvard: cinco motivos para legalizar a maconha")

- Stevens Rehen, especialista em células-tronco. (Fonte: veja.abril.com.br "'Não há justificativa científica para proibir a maconha")

- etc, etc, etc

 
II e III –  O Público: de chocados para o Debate:

Vários especialistas renomados nas mais diversas áreas começam a debater. Grupos podem ser criados e organizados, uns de apoio e outros de oposição.

Exemplo de segmentos favoráveis e contra:

A favor:

- A organização não-governamental estadunidense Norml (http://norml.org), que defende a legalização da maconha, passará a ter sede no Brasil a partir das próximas semanas. A intenção do grupo é pressionar o Congresso pela legalização da droga. As informações são do jornal O Estado de São Paulo. Em depoimento ao jornal, um dos gerentes da Norml, Ross Belvilly, 42 anos, falou sobre como a ONG pretende atuar: "Nossas ações serão, basicamente, acompanhar o noticiário sobre maconha no País, organizar eventos e protestos, além de pressionar os legisladores para aprovar a legalização da maconha", disse, acrescentando que espera firmar contatos em outras cidades, já que a Norml terá sede no Rio de Janeiro. O discurso da Norml deverá ser voltado não para o uso medicinal da maconha, mas para a violência causada pelo tráfico e a venda ilegal. Além disso, a ONG deverá ter atuação filantrópica. (Fonte: noticias.terra.com.br)

- Luiz Eduardo Soares, que foi secretário nacional de Segurança, no início do primeiro governo Lula: “Nosso problema não são as drogas; é o tráfico – e só existe por causa da penalização”.

- Conselho Municipal de Zurique aprovou a distribuição controlada de maconha para uso recreativo.

- Comissão Latino Americana sobre Drogas e Democracia pede leis mais brandas. Obs: essa Comissão foi criada pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso do Brasil, César Gaviria da Colômbia e Ernesto Zedillo do México e integrada por 17 personalidades independentes.

- O Reino Unido rebaixou a maconha da categoria “B” para a categoria “C”, drogas mais leves, que inclui anestésicos, tranquilizantes e estimulantes, levando a uma descriminalização na prática.

- Portugal aprovou uma lei que descriminalizou o uso de todas as drogas. Quem é pego com pequenas quantidades (até dez doses) recebe uma multa e tem a droga confiscada mas não fica com fichado.

- Austrália do Sul descriminalizou o uso da maconha

- www.cannabismedicinal.org.br

- www.marchadamaconha.org

- L.E.A.P. (Law Enforcement Against Prohibition) é uma das mais fortes organizações defendendo a mudança na política de proibição de drogas nos EUA, principalmente a de drogas leves como a maconha.

- www.legalizecannabis.ning.com

- www. cannabis.com

* cannabis sativa é o nome científico da maconha.

Contra:

- É um erro, diz Juan Gabriel Tokatlian, talvez o maior especialista latino-americano no assunto, professor da Universidade argentina de San Andrés. “Depois de muito tempo creio que é essencial superar em primeiro lugar o debate, estéril e ideológico, entre proibição e legalização”.

- O dinamarquês Bo Mathiasen, representante para o Brasil e o Cone Sul do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime: “A aparente contradição entre legalização ou não legalização tende a tirar a discussão do foco realmente fundamental e que, em última análise, revela muito mais convergências do que divergências: a busca por uma abordagem equilibrada entre as ações de prevenção, de tratamento e de repressão ao crime organizado”.

-  Lucía Dammert, doutora em Sociologia – "no mundo todo, os mortos por uso de drogas são 200 mil. As vítimas do tabaco – legalizado há muito tempo – são cinco milhões ou 25 vezes mais.  Legalizar as drogas, como é legalizado o tabaco (e, de quebra, o álcool), não levaria a uma explosão de consumo?" (Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/clovisrossi/ult10116u620386.shtml)

- Religiões Cristãs

 

IV – Repetição prolongada do assunto; V – As pessoas não ficam mais chocadas com o assunto; VI – As pessoas começam a debater posições;

Conflitos em todas as áreas começam a acontecer é necessário chegar a um consenso. Dependendo do assunto, pode-se propor uma assembléia formada por representantes da sociedade.

Pesquisando sobre a "legalização da maconha" no Google, encontrei 757.000 resultados, alguns são formadores de opinião, como as revistas Época e Galileu:

- Arizona libera maconha para fins medicinais – Estadão

- Arizona se torna 15º estado americano a autorizar uso medicinal da maconha – O Globo

- Legalização da maconha suscita divergências na política alemã? – DW-World Brazil

- Americanos têm muito para decidir (sobre o plebiscito da Legalização da Maconha)- R7

- Quase metade dos EUA apóia legalização da maconha – noticias.terra.com.br

- Justiça garante realização da Marcha da Maconha – O Globo

- 'Maconheiras de salto alto' lutam pela legalização na Califórnia – G1

- Maconha: é hora de legalizar? – Revista Época

- Legalização da Maconha no Brasil – Revista Galileu

- Debate internacional avança sobre uso descriminalizado da maconha – operamundi.uol.com.br

- Por uma Agência Brasileira de Cannabis Medicinal – Primeiro Simpósio internacional para a discussão sobre os benefícios de criar uma Órgão que administre o uso medicinal da Cannabis Sativa no Brasil – cannabismedicinal.org.br

- Estudo publicado em janeiro reabre discussão sobre legalização da maconha no cenário internacional – publicação do estudo Cannabis Policy – Moving Beyond Stalemate (Política para a Cannabis – Superando o Impasse) pela Fundação Berkeley e a Oxford University Press reabriu o debate sobre a legislação internacional e o uso da maconha.

Redes Sociais:

Twitter:

- Campanha Para Legalização da Maconha É Trend Topic No Twitter. Últimos Twitters sobre o assunto:

- RT @Girls420Brasil: #LegalizeCannabis @menteagussada @legalize_jaa @CannabisCulture @cultivo_natural @legalizabrasil @nmirito @RadioLegalize #LegalizeCannabis

- RT @Girls420Brasil: #LegalizeCannabis @menteagussada @legalize_jaa @CannabisCulture @cultivo_natural @legalizabrasil @nmirito @RadioLegalize #LegalizeCannabis

- RT @hempadao: A polícia registra saldo positivo no combate ao tráfico? Mais apreensão quer dizer maior fluxo! Política de enxugar gelo.. #LegalizeCannabis

-  Ajude a por o #LegalizeCannabis entre os TT's, add a marca ao seu avatar! – http://twb.ly/cnm2Wz

- RT @Ber13_ @TioCircus Sem hipocrisia…sem mentira… sem MASCARAS… eh nois pela liberdade de ESCOLHA! #LegalizaBrasil #LegalizeCannabis

Orkut:

Encontrei 470 Comunidades só com a palavra 'Cannabis', todas à favor da legalização.

 

O que se diz sobre o uso da Maconha ?

O próprio 'Cannabis Policy' deixa claro que "a maconha causa perda cognitiva, piora o rendimento e aumenta a evasão escolar. Também aumenta as chances de surtos psicóticos, esquizofrenia e infarto em pacientes com condições pré-existentes."

Fica a pergunta: Como falar em legalização de uma droga, que o próprio Órgão defensor admite que é nociva ?

"Está provado que a droga não aumenta a sensibilidade do tato, ouvidos e vista, como se pensava. Ela não é usada na medicina, pois para um benefício, apresenta 10 (dez) efeitos nocivos. A maconha provoca perda da memória, alteração da concepção do tempo, diminui a atenção, reduz o tempo da reação, a capacidade de aprender, afeta a percepção e a coordenação dos movimentos. Os efeitos imediatos para quem fuma maconha: olhos lacrimejantes e vermelhos, hiportemia, garganta e boca secas e aceleração da batida do coração. Usada em doses mínimas podem surgir sensações de euforia, relaxamento, alteração na identidade e acesso de riso. A maconha pode provocar reações de pânico e ansiedade depois de fumada e esses sintomas só desaparecem depois de várias horas. Seu uso contínuo pode desenvolver uma tolerância psíquica à droga. Pesquisas científicas demonstram no homem as seguintes alterações a nível de espermatozóides: redução do seu número, diminuição de mobilidade e aparecimento de exemplares de formato anormal. Outras pesquisas evidenciam que a maconha pode reduzir a produção de hormônio masculino (testoterona) . Afeta ainda o crescimento nas pessoas jovens. Outro grande perigo que pode representar esta droga é estar contaminada com o fumo " aspergillus fumigatuz", capaz de provocar micose a nível de epiderme e tumores no pulmão, fígado, meninge e coração. A maconha reduz a defesa do organismos às doenças. Mesmo consumida em doses mínimas, prejudica a capacidade de dirigir veículos motorizados, pois ataca a concentração, atenção, diminuindo as faculdades de percepção e movimento. A legalizado em 1976 na holanda, o consumo creceu de 3% para 12% em 1991. Nos EUA, onde a repressão aumentou, o consumo subiu muito mais. Chegou a 50% dos alunos de 2o grau". (Fonte: drashirleydecampos.com.br)

"Usuários de maconha têm duas vezes mais problemas mentais – Um estudo realizado na Holanda, onde o uso da maconha é descriminalizado, aponta que usuários da droga têm o dobro do potencial de adquirir problemas mentais do que pessoas que não fumam o entorpecente.O estudo, que foi realizado entre 2007 a 2009, com 18,5 mil pessoas, constatou que 20% dos usuários de maconha do sexo masculino se queixaram de problemas mentais, comparados a 10% entre os não usuários. Os fumantes da maconha se queixaram de problemas como ansiedade, tristeza, melancolia e impaciência. A proporção foi a mesma para as mulheres – 28% das usuárias se queixaram de problemas mentais, comparados a 14% entre as não usuárias. O estudo constatou que 4% das pessoas com idades entre 15 e 65 anos haviam fumado maconha pelo menos uma vez nos últimos 30 dias. A Holanda descriminalizou o consumo e posse de menos de cinco gramas de maconha em 1976 com uma política de "tolerância" oficial". (Fonte: R7)

 

A Holanda e o conceito de "liberação contida"

O uso de entorpecentes cresceu exponencialmente após a adoção de medidas liberalizantes. Já na Suíça foi um desastre os tais territórios autorizados de consumo de drogas. Apesar do desenho estratégico e do rigoroso controle social do Estado nesses países, as tentativas fracassaram.

Os cafés holandeses não podem vender por dia mais do que cinco gramas de maconha por pessoa. O estoque desses estabelecimentos não pode ultrapassar 500 gramas. As drogas não podem ser vendidas a menores de 18 anos e apenas maconha e haxixe são permitidos no interior das lojas. A Holanda não legalizou formalmente as drogas, mas, pelas diretrizes do governo, a posse de pequenas quantidades de certas drogas leves não é crime.

O resultado na Holanda não foi dos mais promissores. Cerca de 5 mil dos 25 mil dependentes lá existentes são responsáveis pela metade dos crimes leves. O uso da maconha subiu 400% em razão da liberação.

Além dos mais, no âmbito econômico a experiência da Holanda demonstra que a liberação da maconha é imprudente, isso porque, com a liberação do comércio de drogas, Amsterdã atraiu “os turistas de entorpecentes”. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa.

A Revista Veja, edição 2050, de 05 de março de 2008, publicou o sugestivo título: “Mudanças na Vitrine: Farta de ser tolerante Amsterdã troca bordéis em bairro degradados por lojas e ateliês de arte”.

A Holanda descriminalizou o consumo de maconha em 1976 e legalizou a prostituição em 2000. O resultado foi a degradação da capital do país:

- Amsterdã tem 14 prostitutas para cada 1.000 habitantes, quatro vezes mais que em Paris

- O tráfico de mulheres aumentou 260% nos primeiros três anos da legalização dos bordéis

- As prisões por posse ou comércio de cocaína, heroína e ecstasy (drogas proibidas na Holanda) cresceram 21% entre 2002 e 2006

- 67% da população de Amsterdã é a favor de medidas para restringir a prostituição

(Fonte: http://transitoeconhecimento.wordpress.com)

 

Conclusão

"Três consequências advirão de tal permissividade: a diminuição do estigma social, a redução do preço e o aumento do consumo. Uma porção de maconha custará o mesmo que um saquinho de chá e em qualquer esquina ou no pátio de uma escola não haverá problema em fumar um baseado. Imaginem um piloto de avião que resolve, antes do voo, fazer uso de maconha ou cheirar cocaína?

Liberar a droga significa escancarar, ainda mais, a perigosa porta de entrada para o caminho da destruição, por onde ingressarão mais e mais jovens." (Milton Corrêa é tenente coronel da PMERJ na reserva)

 

Para saber mais:

http://www.ensinodominical.com.br/a-liberacao-da-maconha-no-brasil

http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2008/04/16/maconha_perigosa_passeata-426868366.asp (artigo de Milton Corrêa)

http://www.aggio.jor.br/jornal23/drogas.htm

http://www.areaseg.com/toxicos/maconha.html

 

**Geração Maranata** Se for copiar cite a Fonte!

 

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