Quais são os sinais que antecedem a Volta de Jesus? Humanismo Secular e Psicologia Humanista

Categoria (Apostasia, Sinais Proféticos) por Geração Maranata em 18-10-2011

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Por Geração Maranata

 

"Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer?" (Jeremias 17:9).

 

Humanismo: perspectiva histórica

O Humanismo secular tem se infiltrado em toda a sociedade e também, infelizmente, nas Igrejas Cristãs. 

O Humanismo é uma filosofia que coloca os seres humanos como o centro, os principais. Afirma que o homem pode resolver os seus próprios problemas e é o senhor do seu próprio destino. Não existe, portanto, problema algum que ele mesmo não possa resolver.

O termo Humanista surgiu no século XV na Itália e designava originalmente os professores de gramática e retórica.  Com a queda de Constantinopla em 1453 o Império Romano do Oriente desapareceu. Desde então, os eruditos migraram para o Ocidente onde passaram a introduzir a cultura grega(1), que mais tarde foi denominada Humanismo Renascentista. Este Humanismo  abriu o caminho para uma transformação da visão do mundo, uma renovação do conhecimento, uma reorganização da vida académica, uma liberdade para criticar tradições e instituições, e uma nova visão da condição humana.

(1) Veja como o palco do final dos tempos está sendo montado. É consenso que o cenário final será o mesmo dos tempos de Jesus, onde a cultura, a filosofia e o modo de viver grego dominavva: a chamada "helenização".

Foi o Humanismo Renascentista que propiciou a Reforma religiosa do século XVI, visto que possibilitava uma  nova  visão  crítica  da  autoridade  e  das  doutrinas da Igreja Romana, proporcionando também o estudo da Bíblia nas suas línguas originais.

O Humanismo europeu, inicialmente, contribuiu para a Reforma Protestante, inclusive muitos desses Humanistas, como Erasmo de Roterdão e João Calvino, foram cristãos e escreveram dentro de uma perspectiva Bíblica.  Porém, com o tempo, o Humanismo se transformou no que conhecemos hoje como Humanismo Secular.  A partir do século XIX, filósofos e ideólogos do marxismo deram ao Humanismo uma perspectiva estritamente humana, independente de Deus e com uma total hostilidade às considerações teológicas.

A característica do Humanismo Secular é a adesão ao ponto de vista filosófico conhecido como Materialismo ou Naturalismo (2). Os principais pressupostos desse tipo de Humanismo são: Deus não existe; o universo é regido por leis naturais excluindo qualquer interferência externa (ex, milagres); a vida é o resultado do acaso; os seres humanos são o resultado eventual da evolução natural; a morte é o fim da existência individual; a história humana é uma sucessão de acontecimentos vinculados por relações entre causas e efeitos; a moral é um assunto exclusivamente humano (daí essa degradação moral atual); etc.

(2) O Naturalismo é escola literária conhecida por sua radicalização do Realismo e foi a base do pensamento teórico evolucionista de Charles Darwin.

Hoje o Humanismo está entranhado na Sociedade e suas consequências mais visíveis são:

  • Hedonismo - busca do prazer como sentido fundamental para a vida;
  • Consumismo - obter bens materiais, econômicos, status político, etc são os objetivos perante a perspectiva de que não há nada mais que esperar (além dessa vida);
  • Relativismo moral -  "O que é verdade para ti não necessariamente o é para mim", ou seja, cada um deve determinar por si mesmo o que é o bem e o mal; 
  • Aceitação social de ações e formas de vida antes consideradas imorais – consequência direta do relativismo moral, sendo o adultério e a homossexualidade os exemplos mais óbvios; alguns dirão que adúlteros e homossexuais sempre houve, porém a existência de aceitação e promoção pública destas abominações é a marca do nosso século e da nossa geração;
  • Desprezo pela vida humana – a partir de uma perspectiva materialista não há problemas em defender ações como o aborto ou a eutanásia.

 

Humanismo e Psicologia

O Humanismo está ligado a um ramo da Psicologia, chamada Psicologia Humanista.

A Psicologia é o estudo científico dos processos mentais e de comportamento e aplica esse conhecimento nas várias esferas da atividade humana.

A Psicologia, como um todo, é Humanista por natureza.

O Humanismo é racionalista, ou seja, se baseia na razão, rejeitando a fé, o sobrenatural e a Bíblia. A Psicologia é a maneira pela qual o homem tenta compreender a alma, sem, no entanto, ter referência ou reconhecimento do espiritual.

A Bíblia trata da espiritualidade do homem, da sua queda em pecado e das conseqüências que se seguiram. O resultado da queda, o pecado, é o que nos separa de Deus e exige um Redentor para restaurar essa relação.

Já a Psicologia secular, se baseia na idéia de que o homem é basicamente bom e a resposta para seus problemas reside dentro de si mesmo. A psicoterapia leva o paciente a se aprofundar na sua própria mente, em suas emoções e lidar com todas elas, a fim de descobrir a causa das suas dificuldades. Porém a psicoterapia, ainda que associada ao aconselhamento Cristão, é baseada em necessidades. Necessidades de autoestima, de amor, de aceitação, de importância, etc, pois acredita-se que, se essas necessidades forem satisfeitas, as pessoas serão mais felizes.

Termos da Psicologia

Na Psicologia a autoestima é a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma, positiva ou negativa. 

O ‘Si mesmo’ e o ‘Eu’ são termos distintos na Psicologia. Enquanto o "Eu" é a instância interna conhecedora e portadora de consciência, o "Si Mesmo" é o conhecimento que o indivíduo tem sobre si próprio.  Então o “Eu” tem um aspecto descritivo chamado autoimagem e o “Si mesmo” um aspecto valorativo, a autoestima.

Outros dois termos são muitas vezes usados como sinônimos de autoestima e são os pilares que representam a dimensão intrapessoal:

Autoconfiança – uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho.

Autoaceitação – uma postura positiva com relação a si mesmo como pessoa. Inclui elementos como estar satisfeito e de acordo consigo mesmo,

 

A influência do Humanismo Secular e da Psicologia Humanista na Igreja

Seria ingenuidade pensar que a Igreja estaria imune às influências do Humanismo e da Psicologia Humanista que invadiu a Sociedade.

Além dos Cristãos serem influenciados do mesmo modo que a Sociedade, existem outros aspectos que afetam especialmente a Igreja:

  • Ênfase na função social da Igreja – É claro que a Bíblia nos exorta a ajudar aos necessitados, sendo esse um mandamento do Senhor (amar ao próximo) e é a marca da Igreja em todos os tempos, porém não se pode esquecer que a função primária da Igreja é a de levar a todos o Evangelho Salvador de Jesus Cristo. 
  • Evangelho da prosperidade – Ênfase no materialismo (um dos pilares do Humanismo) onde o cristão deve reinvindicar o direito a grandes posses materiais nessa terra, se esquecento que o nosso verdadeiro tesouro está nos céus.
  • Manipulação Psicológica – As emoções fazem parte da nossa natureza e elas têm um papel importante no "culto racional" (Romanos 12: 1-2), porém muitos pregadores estão recorrendo às técnicas de manipulação de massas ao invés do poder do Espírito Santo, que é quem convence do pecado, da justiça e do juízo. É por isso que vemos muitas pessoas emocionadas, parecendo tocadas pelo Espírito, mas na realidade não há verdadeiro quebrantamento nem mudança de vida.
  • Subestimação do pecado - Não tem sido raro ver que, o que a Bíblia chama pecado, se interpreta como problemas psicológicos sem se dar conta que a verdadeira raiz é de cunho espiritual. 
  • Teorias Psicológicas – Há uma proliferação de livros e seminários, baseados em teorias psicológicas usadas para melhorar a autoestima e promover o bem-estar por meios principal  ou  exclusivamente  psicológicos.  Quantas vezes não ouvimos alguém dizer que ir à Igreja faz bem, acalma, se sentem estimuladas, "recarrega as energias", etc..; quando na verdade a Igreja deveria ser o lugar onde o pecado é confrontado, onde as pessoas desejariam se tornar mais santas e converter seu coração e sua vida ao Senhor.
 
Com base neste último tópico, podemos observar que estamos vivemos num tempo que se tem valorizado demasiadamente o “auto”: autoestima, autoaceitação, autoafirmação, autoimagem, autoconfiança, etc, etc.
 
O “Eu” (ego) é o centro das atenções:
 
Está abalado? Afirme-se!
 
Está deprimido? Aceite-se!
 
Está desanimado? Encontre a alegria dentro de você!
 
Anseia felicidade? Confie em você!
 
Amar-se é a verdadeira chave para o sucesso.
 
Apaixone-se por você mesmo.
 
Adore-se.
 
Você é a pessoa mais importante desse mundo. 
 
 
Essas afirmações estão em todos os lugares. Inclusive nas Igrejas.   
 
Um dos sinais dos últimos dias seria o aumento do amor próprio (amantes de si mesmos) – 2 Timóteo 3:1-5 – e o esfriamento do amor (ao próximo) – Mt. 24:12.
 
O texto (excelente) a seguir discorre de forma muito clara e objetiva tudo que foi exposto até o momento, o qual compartilho da íntegra:

 

A psicologização do cristianismo como sedução dos últimos dias

Por Sandro Moraes

“Sabe, porém, isto, que nos últimos dias virão tempos difíceis; pois os homens serão amantes de si mesmos…” (2 Timóteo 3.1,2)

Tenho refletido muito no chamado evangelho “antropocêntrico” dos últimos dias e buscado evidências práticas que relacionem o evangelho da pós-modernidade ao cumprimento profético das palavras paulinas a Timóteo.

É uma realidade tão sutil que o evangelho centrado no homem “amante de si mesmo” é reproduzido por muitos com tanta reincidência que se torna assombroso pela incapacidade de multidões de discerni a tortuosidade.

O evangelho dos “amantes de si mesmos” é tão esmagador que tiraniza sem que o tiranizado perceba, visto que entorpecido pelo efeito embriagante e prazeroso do ego massageado, da sensação de bem-estar produzida pelo evangelho do “aceite-se a si mesmo”, mas que no final desemboca em caminhos de morte.

Nas músicas do universo gospel do evangelho da pós-modernidade há uma profusão de exemplos que, a despeito de serem numerosos, são imperceptíveis para muitos. Os adoradores adoram a Deus sem saber que não estão adorando o Criador e erguem às mãos ao alto.

São significativos os exemplos de letras cantadas nas igrejas que traduzem bem o espírito do nosso tempo:

“É impossível, mas Deus pode mudar o quadro da minha história”

“Uma nova história Deus tem pra mim, um novo tempo Deus tem pra mim”

“Os sonhos que Deus sonhou pra mim”

“Deus escreverá novas páginas da minha história”

“A minha sorte foi que Deus apostou em mim, acreditou em mim (?)

Mim, mim, mim, meu, meu, minha, eu, eu, eu…

Tento encontrar pelo menos nos salmos base escriturística para tantas canções voltadas para o homem, centradas na criatura cheia de desejos egoístas e materialistas, contudo cantadas como se fosse Deus quem estivesse sendo louvado.

Ao invés de erguermos as mãos para o alto, deveríamos apontá-las para nós mesmos, os verdadeiros adorados quando cantamos tais canções: louvores aos cínicos deuses-homens.

Que relação há entre esse estranho “evangelho” com o Evangelho da cruz que nos ensina:

“Então Jesus disse aos seus discípulos: Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Mateus 16.24)?           

O falso evangelho do “aceite-se a si mesmo”, antagônico ao verdadeiro Evangelho do “negue-se a si mesmo” nada mais é do que a cruz psicologizada, externada num “Cristo” trivializado. 

Não raro pregadores, até bem intencionados, elaboram seus sermões em torno de teorias psicológicas. Dos púlpitos reverberam expressões como autoestima elevada, autoamor ou amor próprio, autoimagem positiva, autogratificação, autorealização, etc, como necessidades que precisam ser desenvolvidas no homem interior.

Já vi isso muitas vezes. São termos da Psicologia Humanista introjetadas no Evangelho como se este não fosse suficiente para resolver os problemas humanos, precisando receber o reforço poderoso de teorias formuladas por humanistas hostis à Palavra de Deus.

Durante praticamente 20 séculos a Igreja não precisou dos préstimos da Psicologia para salgar e iluminar o mundo, mas agora ela é indispensável. O problema é que em muitos aspectos a Psicologia Humanista apresenta-se como religião rival ao Cristianismo.

E você sabe onde se originaram os tantos “autos” supramencionados? Originaram-se no coração do narcisista incorrigível Lúcifer.

Isaías 14.12-14: “Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo”.

Ezequiel 28.15,17a: “Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniqüidade em ti; Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; lancei-te por terra…”.

 

Religião Ego

Ao introduzir, não o ateísmo, mas o politeísmo querendo ser semelhante ao altíssimo, ou seja, igual a Deus, Lúcifer mostra que ninguém teve tanta autoestima, autoamor, autosatisfação e autoimagem positiva quanto ele próprio. Ao introduzir o “eu quero” para rivalizar com a vontade soberana de Deus, Lúcifer, transformado em Satanás, inaugura a “religião ego” e introduz esse arsênico na raça humana no Éden ao propor a Eva que se ela comesse do fruto da árvore proibida seria como Deus, conhecedora do bem e do mal. O desejo de ser Deus que permeia tantas religiões encheu o coração do querubim da guarda ungido e posteriormente envenenou a mente humana.

 

Ídolo detestável adulado

Curiosa é a nossa relação com o ego. Ao conhecermos o autêntico Evangelho da cruz entendemos que devemos negar esse ídolo detestável, ou seja, negar a nós mesmos. Porém lutaremos contra a carne até recebermos os corpos incorruptíveis, glorificados após o arrebatamento quando o ego será finalmente mortificado. Até lá, com muita freqüência teremos uma relação paradoxal de amor e ódio com esse ídolo interior.

Num momento o negamos, em outro o adulamos e o massageamos. Esse ídolo que mata a todos como se estivesse doando vida, que jaz no peito de cada um é o demônio interior de todos os homens, ídolo perante o qual todos nos curvamos, mas que precisa ser rejeitado: o ego, miserável ego que se obstina em rivalizar com a vontade de Deus.

E para negá-lo necessitamos seguir o exemplo de Cristo Jesus, tendo em nós o mesmo sentimento que houve nEle que “a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo; a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz”. (Filipenses 2.5-11).

Precisamos tomar sobre nós o jugo de Cristo e aprender dele que é manso e humilde de coração e em quem encontramos descanso para nossas almas (Mateus 11.29).

Temos que olhar para aquele que desceu do céu, não para fazer a própria vontade, mas a vontade daquele que o enviou: o Pai celeste.

Que relação há entre autoestima elevada e autoamor ou autoimagem positiva com negar-se a si mesmo, ou seja, negar todo desejo pecaminoso contrário a Deus?

Que relação há entre nos esvaziarmos ou sermos mansos e humildes com os termos da psicologia humanista?

Nenhuma. Nos esvaziamos e nos negamos quando entronizamos Cristo no lugar do ego outrora entronizado no centro de nossas vidas. E só então podemos dizer como o apóstolo Paulo: “agora vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim”. (Gl 2:20)

 

O problema da autoestima

Nenhum ser humano sofre de baixa autoestima. Até o suicida tem autoestima elevada. Por amar tanto a si próprio, entende que não é merecedor de tanto sofrimento e tortura existencial e decide abreviar a sua vida para cessar o sofrimento.

A grande prova de que o homem pecador ama tanto a si mesmo é que o segundo grande mandamento de Cristo é: “ame ao próximo como a si mesmo”. Já nos amamos naturalmente, por isso Jesus nos ensinou a dividirmos esse amor com o próximo.

O ser humano pecador não precisa cultivar a autoestima, pois isso ele já faz naturalmente ao longo de uma vida.

Isso se chama egocentrismo. Necessita sim negar essa autoestima elevada seguindo o exemplo dos heróis da fé.

Paulo disse acerca de si mesmo, reconhecendo sua real condição, que era o principal dos pecadores (1 Timóteo 1.15);

Um homem miserável, desventurado (Romanos 7.24);

O menor de todos os santos (Efésios 3.8);

O profeta Isaías vociferou acerca de si próprio: “ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros” (Isaías 6.5);

Paulo exortou os filipenses (e a todos nós) a serem humildes considerando cada um os outros superiores a si mesmos (Filipenses 2.3);

E em Romanos 12.3 está registrado para a nossa edificação: “Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um”.

Portanto, conforme as Escrituras o nosso problema não é de baixa autoestima ou autoimagem distorcida. O problema básico do homem é a elevada autoestima, a autoimagem muito positiva, o amorpróprio, pecado.

O chamamento de Cristo é para nos esvaziarmos, negar a nós mesmos, que significa dizer negar o ego, e nos humilharmos debaixo da poderosa mão de Deus que nos capacita a sermos humildes como resultado da ação do Espírito Santo na vida de todo aquele que crê.

O Espírito gera em nós frutos antagônicos ao ídolo ego.

 

Confrontando a nova psicoespiritualidade

Muitas igrejas estão concedendo cada vez mais honra e crédito a Psicologia (Humanista).

Só as Escrituras não são mais suficientes.

Tomam de empréstimos termos da religião rival quando deveriam se despir daquilo que acolheram em seu seio. Para um retorno ao Cristianismo Bíblico, nós, como Igreja, temos que nos purificar das teorias e terminologias da Psicologia Humanista.

Até a vitória em Cristo propagada em muitos púlpitos é a vitória da carne, dos desejos para que bênçãos se transformem em materializações mercantilistas.

Fuja!

Melhor, combata essa nova psicoespiritualidade disseminada em muitos livros, canções e sermões, travestida de verdadeiro Evangelho sendo realisticamente o falso evangelho psicológico dos amantes de si mesmo, o evangelho desprovido da cruz  centrado no homem e não em Cristo.

Fuja dos sermões psicologizados elaborados para agradar e massagear o ego, garantindo igreja cheia, mas afastando a todos os ouvintes não-bereanos e não-salvos da verdade que liberta.

O Humanismo e a Palavra de Deus excluem-se mutuamente.

Profeticamente falando, a “psicologia cristã” coopera para a formação da Igreja apóstata e para a futura religião do antiCristo.

Ela não é para aqueles que têm a mente de Cristo que sabem que a felicidade não habita na autoestima como ensina a psicologia, mas em Cristo, autor e consumador da nossa fé.

Fonte: http://nocaminhodagraca.blogspot.com/2010/08/psicologizacao-do-cristianismo-como.html

 

Leia também:

O novo movimento Humanista: Transhumanismo – Imortalidade através da Ciência

Quais são os sinais que antecedem a Volta de Jesus? Sociedade

Seduzidos pelo Corrupto Amor Próprio (blog discernimentocristao.wordpress.com)

Autoestima para Cristãos? (site chamada.com.br)

 

 

Fontes Pesquisadas:

http://cpr.org.br/McGriff-05.htm

http://cpadnews.com.br/blog/valmirnascimento/?POST_1_58_A+SEDU%E7%E3O+DA+AUTO-AJUDA+-+PARTE+1.html

http://www.gotquestions.org/portugues/psicologia-aconselhamento-biblico.html

http://pt.scribd.com/doc/30775658/O-Humanismo-Secular-A-sua-influencia-na-sociedade-e-na-igreja

http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia_humanista

http://pt.wikipedia.org/wiki/Humanismo

** Geração Maranata ** Se for copiar cite a fonte!

 

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