Vulcão mais mortal do planeta pode entrar em erupção novamente

Categoria (Sinais Proféticos) por Geração Maranata em 01-10-2011

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Por Geração Maranata

 

Tocai a trombeta em Sião, e clamai em alta voz no meu santo monte; tremam todos os moradores da terra, porque o dia do SENHOR vem, já está perto; Dia de trevas e de escuridão; dia de nuvens e densas trevas … E mostrarei prodígios no céu, e na terra, sangue e fogo, e colunas de fumaça. Joel 2:30 (Joel 2:1,2a,30)

E abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço, como fumaça de uma grande fornalha; e com a fumaça do poço escureceram-se o sol e o ar. (Apocalipse 9:2)

 

Associated Press | AP  –  Qua, 19 de setembro de 2011

Indonésios temem nova erupção de vulcão que matou 90 mil pessoas

A última vez que o vulcão mais mortal do planeta explodiu foi em 1815, matando 90 mil pessoas. Ele também foi responsável por um inverno vulcânico que causou a pior fome em todo o mundo no século 19. 

Agora, ele pode explodir novamente.

Seu nome é Monte Tambora e está localizado na ilha de Sumbawa, na Indonésia. Apesar de não ter sido a explosão vulcânica mais poderosa da história, foi a que causou mais mortes diretas e indiretas.

Quando a explosão aconteceu em abril de 1815, Sumbawa foi destruída. A caldeira, em seguida, entrou em colapso, após alguns meses de atividade pesada. A maioria da população da ilha foi morta e sua vegetação foi reduzida a cinzas. Algumas árvores foram arrancadas e empurradas para dentro do mar, juntamente com cinzas, criando 3 quilômetros de jangadas gigantes. Tsunamis foram gerados pela explosão e afetaram as ilhas que ficavam nas proximidades.

A erupção do Tambora deixou uma cratera de 11 quilômetros de largura e um quilômetro de profundidade, espalhando cerca de 400 milhões de toneladas de gases sulfúrico na atmosfera e levando a "ano sem verão" nos EUA e na Europa.  Foi várias vezes mais poderoso do que explosão do Krakatoa em 1883 – segunda pior da história – apesar de não ter a mesma fama internacional, porque a notícia se espalhou através dos barcos nos oceanos, disse o pesquisador Indyo Pratomo.  Em contrapartida, a erupção do Krakatoa ocorreu quando o telégrafo já era popular, transformando-se em primeira notícia global.

O poder de destruição do Tambora afetou o mundo inteiro.  Cinzas subiram em uma coluna que atingiu 43 quilômetros de altura, até a estratosfera. As partículas mais pesadas eventualmente caíram, mas um véu de aerossóis de sulfato permaneceu na estratosfera por anos, escurecendo a luz do sol em toda parte. Isso afetou todo o clima global em grande escala, e iniciou uma cadeia de eventos que matou milhões no Hemisfério Norte. 

Pouco se sabia sobre o impacto global do Tambora, até a década de 1980, quando as amostras de gele da Groenlândia – que através da leitura dos anéis das árvores – revelou uma concentração incrível de camada de enxofre que remonta a 1816, disse o geólogo Jelle de Boer, co-autor de "Vulcões na História Humana: Os efeitos de longo alcance da grande erupção".

Gases tinham combinado com o vapor de água e formaram pequenas gotículas de ácido que permaneceram durante anos na atmosfera, circundando a Terra e alguns refletindo a radiação solar de volta para o espaço.

 

Inverno vulcânico mortal

No ano seguinte à explosão vulcânica não houve verão e as temperaturas desceram uma média de 0,5 grau Celsius. Não parece muito, mas o enxofre liberado pelo vulcão causou estragos em culturas agrícolas e morte da pecuária em todos os lugares. 

Os Estados Unidos experimentaram geadas extremas e neve pesada em pleno mês de Julho (verão nos EUA), arruinando tudo nos campos. O mesmo aconteceu em outros lugares, causando uma grande fome em todo o mundo.

Essa fome ajudou a espalhar uma nova cepa da cólera na Ásia e uma epidemia de tifo no sudeste da Europa e no Mediterrâneo oriental. 

Especialistas estão dizendo agora que o Monte Tambora está pronto para entrar em erupção novamente. Um fluxo constante de terremotos está agitando a ilha. Eram menos de cinco no mês de abril e agora aumentaram para mais de 200.

“Começou a expelir cinzas e fumaça no ar, algo tão alto quanto 1.400 metros. É algo que nunca vi antes”, diz Gede Suantika, do Centro de Vulcanologia do governo indonésio.

Autoridades elevaram o alerta para o segundo nível mais alto há duas semanas e estabeleceram um perímetro de perigo de cerca 3 quilômetros e seus habitantes estão evacuando a área sob as ordens do governo. A maioria das pessoas de lá conhece a história de 1815 e não precisa de qualquer ordem para começar a correr. Na verdade, as pessoas de fora da zona de perigo também estão fugindo por puro medo.

Não se espera uma repetição de 1815 ainda – é preciso muito mais de 200 anos para esse tipo de pressão enorme venha a acontecer novamente, acredita Boer, que leciona na Universidade Wesleyan, em Connecticut.

A atividade atual, segundo o vulcanologista islandês Haraldur Sigurdsson, pode ser parte do nascimento de um “filho” do Tambora, no processo de formação de um novo vulcão. A explicação, porém, pouco conforta os moradores da região.

A verdade é que ninguém sabe ao certo se o Monte Tambora vai explodir com a mesma intensidade de 1815, ou quando vai explodir. Mas sabemos que ele está despertando, o que certamente não é bom.

 

Fontes:

http://gizmodo.com/5842066/the-deadliest-volcano-in-the-planet-is-ready-to-explode-again

http://news.yahoo.com/farmers-flee-worlds-deadliest-volcano-rumbles-100259369.html

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/09/indonesios-temem-nova-erupcao-de-vulcao-que-matou-90-mil-pessoas.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Monte_Tambora

 

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