Israel defende ataque ao Irã (atualizado em 21-11-2011)

Categoria (Gogue e Magogue) por Geração Maranata em 02-11-2011

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Atualizado em 21-11-2011

"Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque, e Tubal, e profetiza contra ele.
E dize: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu sou contra ti, ó Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal;
E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos vestidos com primor, grande multidão, com escudo e rodela, manejando todos a espada;
Persas (Irã), etíopes (Sudão), e os de Pute (Líbia) com eles, todos com escudo e capacete;
Gomer e todas as suas tropas; a casa de Togarma, do extremo norte, e todas as suas tropas, muitos povos contigo." (Ezequiel 38:1-6)

 

 

Irã espera ataque para enviar Israel ao "lixo da história"
 
21-11-2011
 
O comandante da força aérea da Guarda Revolucionária, o general Amir Ali Hadjizadeh, declarou que o Irã espera que Israel cometa o erro de atacar o país para enviar o país vizinho ao "lixo da história", informou a agência Fars.
 
"Uma de nossas grandes esperanças é que cometam tal ação, pois há muito tempo existe uma energia armazenada que esperamos utilizar para enviar os inimigos do Islã ao lixo da história", declarou o general, ao comentar as ameaças de ataques israelenses contra as instalações nucleares iranianas. "O desenvolvimento de nossas capacidades balísticas não cessará nunca", completou.
 
Nas últimas semanas, autoridades israelense ameaçaram atacar as instalações nucleares iranianas. O Irã advertiu Israel e os Estados Unidos contra qualquer ataque e ameaçou executar represálias não apenas contra Israel, mas contra os interesses americanos na região.
 
 
 
 
"Chegou o momento" para agir sobre o Irã, adverte Israel
20-11-2011
 
O governo de Israel considera que "chegou a hora" de agir contra o Irã, afirmou este domingo o ministro da Defesa, Ehud Barak, que em entrevista concedida nos Estados Unidos se negou a descartar um ataque militar para deter o programa nuclear da República Islâmica.
 
Depois que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) aprovou, na sexta-feira, uma resolução condenando as atividades nucleares do Irã, Barak assegurou em declarações à rede de TV americana CNN que a paciência de Israel estava se esgotando, razão pela qual foi questionado sobre as crescentes especulações sobre um ataque militar israelense. "Não acho que este seja um assunto para discutir publicamente. Mas posso dizer que o relatório da AIEA faz refletir muitos líderes do mundo, assim como a população, e o povo entende que chegou o momento", afirmou Barak.
 
A agência das Nações Unidas sobre energia atômica publicou no começo do mês um relatório no qual dizia haver informação "confiável" de que o Irã estava realizando "atividades relevantes para o desenvolvimento de um dispositivo nuclear explosivo". Na sexta-feira passada, sua junta de governadores aprovou uma resolução de condenação pelas atividades nucleares iranianas, mas não chegou a denunciar o Irã na ONU, nem estabeleceu nenhum prazo para cumprir seus compromissos.
 
As potências ocidentais acusam o Irã de querer desenvolver uma arma atômica. Enquanto isso, o governo iraniano assegura que seu programa nuclear tem fins estritamente pacíficos. Estados Unidos, França e Grã-Bretanha usaram o relatório da AIEA para aumentar a pressão contra o Irã, que já foi submetido a quatro rodadas de sanções por parte do Conselho de Segurança e a restrições adicionais por parte de europeus e americanos.
 
Mas a China, que depende em grande parte das importações de petróleo iraniano, e a Rússia, que também tem estreitos laços comerciais com o Irã e constrói sua única usina de energia nuclear, foram mais cautelosas.
 
 
 
 
Netanyahu tenta convencer ministros a atacar o Irã

02-11-2011

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel e seu ministro da Defesa, Ehud Barak, tentam convencer os membros do seu Governo a apoiarem um ataque a instalações de armas nucleares no Irã, noticia o jornal israelita Haaretz.

Na segunda-feira, Barak negou informações da imprensa de que teria decidido, em conjunto com Netanyahu, atacar o Irã, apesar da oposição dos comandantes das Forças Armadas e dos serviços de inteligência.

Ao mesmo tempo, no entanto, Barak afirmou que é preciso "atuar por todos os meios necessários e não descartar nenhuma opção".

O Haaretz afirma que Netanyahu, Barak e o ultradireitista ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, querem atacar o Irã, mas que os outros principais ministros do gabinete são contrários.

Para estes cinco ministros, Israel devem continuar tentando mobilizar os países ocidentais para exercer pressões econômicas contra o Irã, e não pode atacar militarmente o Irã sem um acordo com os Estados Unidos.

O Haaretz, que cita ministros e altos funcionários da Defesa e das Relações Exteriores, afirma que o governo israelense considera decisivo um relatório que será divulgado no dia 8 de novembro pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

Israel e as potências ocidentais acusam o Irã de tentar fabricar a bomba atômica, sob a fachada de um programa nuclear civil. Teerã nega que o programa tenha objetivos militares.

 

Aumenta temor em Israel com possibilidade de ataque ao Irã

02-11-2011

Especulações sobre um possível ataque de Israel ao Irã provocaram uma onda de duras críticas e alertas no país contra a eventual medida. O assunto tem tido grande destaque na mídia local, em particular depois de uma reportagem no jornal israelense Yediot Ahronot, assinada porum dos mais respeitados jornalistas do país, ter dito que o premiê, Binyamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Ehud Barak, têm um plano para atacar as instalações nucleares do Irã.

Vários políticos, analistas e militares se manifestaram contrários ao plano. Segundo a imprensa, todos os chefes das forças de segurança do país, entre eles o chefe do Estado Maior, general Benny Gantz, e o chefe do Mossad, Tamir Pardo, também são contra um ataque ao Irã. O ministro do Interior, Eli Ishai, que se opõe ao plano, disse que "não consegue dormir" por causa da possibilidade de Israel atacar o Irã. A declaração de Ishai foi vista como um sinal de que o plano existe, pois o ministro faz parte do gabinete de segurança do governo.

O ex-ministro da Defesa, Binyamin Ben Eliezer, disse à radio estatal de Israel que um ataque ao Irã "não seria menos perigoso do que a própria ameaça iraniana" e rejeitou veementemente qualquer plano nesse sentido.

Em entrevista à radio estatal de Israel, Eliezer condenou o plano e disse que espera que a "razão vigore". Tzipi Livni, líder do partido de oposição Kadima, disse em uma reunião do Parlamento nesta semana que "Netanyahu deve ouvir os conselhos dos chefes das forças de segurança (contra o ataque)".
 

Sem apoio

Analistas dizem que o plano poderia der executado "depois de Shalit e antes do inverno", em referência ao alto nível de aceitação popular de Netanyahu após a libertação do soldado israelense Gilad Shalit e ao fato de que o Exército prefere não realizar operações militares durante o período das chuvas do inverno, entre dezembro e fevereiro.

Netanyahu e Barak não confirmaram nem descartaram a decisão, mas seus últimos pronunciamentos deixaram margem para interpretações que geram preocupação em Israel.

Em uma declaração na terça-feira, Ehud Barak afirmou que Israel "é o país mais forte do Oriente Médio, desde Tripoli até Teerã, e pode vir a enfrentar situações em que terá que defender seus interesses sem o apoio de forças regionais ou de outras forças (EUA?)".

Segundo Ben Eliezer, um ataque de Israel ao Irã sem a concordância dos Estados Unidos e em uma situação de isolamento diplomático, seria "altamente perigoso" para Israel. O governo americano enviou vários emissários a Israel para deixar claro que se opõe a um plano de ataque ao Irã.

De acordo com Netanyahu, o programa nuclear iraniano representa uma ameaça "pesada e direta" contra Israel. O premiê israelense também já afirmou em diversas ocasiões que o significado de uma bomba atômica em poder do Irã seria de um "segundo Holocausto".

Sanções

De acordo com analistas militares, um bombardeio da Força Aérea israelense às instalações nucleares do Irã não poderá destruir o projeto nuclear do país, pois os alvos são numerosos e estão dispersos por todo o território iraniano, alguns deles enterrados profundamente em locais subterrâneos.

Eles afirmam ainda que se Israel bombardear o Irã, milhares de civis israelenses poderão morrer em consequência de um contra-ataque de mísseis iranianos, que seriam disparados principalmente contra a cidade de Tel Aviv. Um ataque ao Irã, segundo as análises, também teria um amplo impacto em todo o Oriente Médio e afetaria a economia mundial.

O ministério das Relações Exteriores de Israel iniciou uma campanha exortando a comunidade internacional a endurecer as sanções ao Irã. De acordo com o ministério, "as chances de frear o programa nuclear iraniano apenas com medidas diplomáticas estão se reduzindo".

Israel sugere a proibição de qualquer transação com o Banco Central do Irã, o boicote ao petróleo bruto do país e sanções contra suas empresas aéreas e marítimas.

No dia 8 de novembro, a Agência Internacional de Energia Atômica deverá publicar um relatório com novas informações sobre o programa nuclear iraniano.

 

Israel testa mísseis após alerta sobre programa do Irã

02-11-2011

Israel testou um míssil nesta quarta-feira, dois dias depois de o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ter alertado para a "ameaça direta e pesada" que o programa nuclear iraniano representa para o estado judaico.

"Israel realizou hoje o teste de disparo de um sistema de propulsão por foguete a partir da base Palmachim", disse um comunicado do Ministério de Defesa. "Isso havia sido planejado há algum tempo pela defesa e foi realizado conforme o programado."

O míssil voou em um ângulo alto em direção ao céu, com sua pluma visível ao longo do centro de Israel, segundo testemunhas que informaram a mídia local do lançamento antes do anúncio formal do ministério.

O ministério se recusou a dar detalhes sobre o sistema testado, mas o correspondente para assuntos militares da Rádio Israel, que é regularmente informado por funcionários de alto escalão sobre questões de defesa, disse que um "míssil balístico" havia sido lançado.

O termo geralmente se aplica a mísseis de longo alcance para lançar ogivas. Israel, que não confirma nem nega ter tais armas, conhecidas como Jericós, também vem aprimorando seu escudo aéreo Arrow, que usa mísseis interceptadores para abater mísseis balísticos acima da atmosfera.

A imprensa israelense tem realizado uma série de reportagens sobre supostos esforços do primeiro-ministro Netanyahu para garantir a aprovação do gabinete para uma ação militar contra o Irã. Alguns analistas dizem que a especulação visa convencer as potências mundiais a endurecer as sanções sobre Teerã.

Questionado sobre as especulações da mídia, um porta-voz do primeiro-ministro se recusou a comentar, afirmando que Netanyahu havia falado sobre o programa nuclear de Teerã em um discurso político na segunda-feira que abriu a sessão de inverno do Parlamento.

"Um Irã nuclear vai representar uma ameaça séria para o Oriente Médio e todo o mundo, e isso, claro, representa uma ameaça séria e pesada para nós," disse Netanyahu naquele discurso, repetindo comentários feitos por ele no passado.

Netanyahu não deu nenhuma indicação sobre qual ação Israel poderia tomar. Ele disse que todas as opções estão disponíveis para tentar impedir que o Irã construa armas nucleares. O Irã alega estar enriquecendo urânio para propósitos pacíficos.

Veja o vídeo neste link: http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4142862,00.html

 

Fontes:

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5g2A0HQ57l-0fMXook7yqN72izmXg?docId=CNG.0ca19e6375fc6bf9b75dd8be9b0d61d0.6c1

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE7A103L20111102

http://noticias.portugalmail.pt/artigo/20111102/israel-tenciona-atacar-irao

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5449037-EI308,00-Aumenta+temor+em+Israel+com+possibilidade+de+ataque+ao+Ira.html

 

 

 

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