Irã pretende destruir Israel até 2014

Categoria (Gogue e Magogue, Sinais Proféticos) por Geração Maranata em 12-02-2012

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por Geração Maranata

O Irã deve atacar Israel
 
 
O aiatolá Ali Khamenei libera documento que fornece justificação legal, religiosa para a aniquilação do povo judeu.
 
 
O líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, apresentou uma justificativa legal e religiosa para a destruição de Israel e o povo judeu, em um documento publicado no site conservador persa Alef. O documento começou a circular na internet esta semana.
 
O documento, escrito pelo especialista em estratégia Alireza Forghani, apresentou as razões pelas quais, "Em nome de Allah, o Irã deve atacar Israel em 2014."
 
Chamando Israel de "tumor canceroso do Oriente Médio", Forghani lembrou a seus leitores que "Todos os nossos problemas são devidos a Israel!".
 
"Todo muçulmano é obrigado a armar-se contra Israel", insistiu ele, o raciocínio de que se o mundo muçulmano não atacar Israel no futuro próximo "a oportunidade pode ser desperdiçada e depois não será possível pará-los."
 
O documento explica que a guerra contra Israel deve ser realizada em nome da "jihad defensiva" – "Que quer obter o domínio sobre os muçulmanos e matá-los", ou a protecção do Islã contra os agressores.
 
Ele também esclareceu que, embora Israel ainda não tenha atacado o Irã, a ocupação de terras palestinas já justifica um ataque ao Islã determina que "as fronteiras políticas [do mundo] não se pode dividir os muçulmanos e a terra é dividida em duas partes – os países muçulmanos e países não-muçulmano."
 
Forghani assinalou que Israel é o único país no mundo com uma maioria judaica, baseando-se nos últimos resultados do Israel Central Bureau of Statistics's.
 
Ele postulou que, desde que Israel exige o apoio dos EUA e ocidentais a fim de atacar o Irã, deve aproveitar a "passividade" deste último (ocidentais) para "varrer Israel do mapa".
 
O documento prevê também uma "descrição concisa de mísseis balísticos de médio e longo alcance que possam atingir o território deste tumor canceroso regional" e destruir Israel em "menos de nove minutos."
 
 
Nota: Por que o Irã estimou o ano de 2014 para atacar Israel?  Esse ano é interessante, pois está previsto que ocorra alguns eventos raros nos céus, leia o post: Sinais no Céu e as Festas Judaicas.
 
Outras notícias relacionadas:
 
O regime sionista é um tumor cancerígeno que será removido

 

Fonte:  http://www.ruajudaica.com/

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, reiterou a ameaça existencial a Israel em seu discurso desta manhã na Universidade de Teerã, assistido por milhares de pessoas, em que disse que “o regime sionista é um tumor cancerígeno e será removido”. Khamenei também abordou a Primavera Árabe, dizendo acreditar que os palestinos em breve seguirão o exemplo do mundo árabe. Ele prometeu que "o Irã poderia ajudar qualquer país ou organização que lute contra o regime sionista, que agora é mais fraco do que nunca", disse ele. Khamenei, que tem a palavra final sobre todos os assuntos de Estado, disse que o Irã ajudou o Hezbollah e os palestinos do Hamas em suas lutas contra Israel. A multidão reunida no evento recebeu a declaração gritando "Morte a Israel".

 

Irã expõe argumento legal para desferir ataque genocida contra “tumor cancerígeno”

 
por Reza Kahlili
 
O governo iraniano, por meio de um site autorizado, expôs a justificativa legal e religiosa para destruir Israel e matar seu povo.
 
A doutrina inclui a eliminação de assentamentos israelenses e dos judeus ao redor do mundo.
 
Chamando Israel de um perigo para o islamismo, o site conservador Alef, que tem ligações com o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, afirmou que a oportunidade não deve ser perdida para remover “essa substância que estraga tudo”. É uma “justificativa jurisprudencial” matar todos os judeus e aniquilar Israel, e nesse ponto, o governo islâmico do Irã deve assumir a liderança.
 
Aiatolá Ali Khamenei
 
O artigo, escrito por Alireza Forghani, um analista e especialista em estratégia no campo do aiatolá Khamenei, já foi divulgado na maioria dos sites estatais iranianos, incluindo a agência Fars News, da Guarda Revolucionária, mostrando que o regime endossa a doutrina.
 
Como Israel irá (pretende) atacar as instalações nucleares do Irã (leia o post Israel defende ataque ao Irã), há uma justificativa para lançar um ataque cataclísmico preventivo contra o Estado de Israel, argumenta a doutrina.
 
Na sexta-feira, em um importante discurso durante as orações, Khamenei anunciou que o Irã irá apoiar qualquer nação ou grupo que atacar Israel, o “tumor cancerígeno”. Embora essa afirmação pareça um equívoco para alguns no ocidente, há fundamento por trás dela.
 
O Ministério da Defesa do Irã anunciou neste fim de semana que realizou o teste de fogo de um míssil de dois estágios e combustível sólido, e se vangloriou de ter lançado com sucesso um novo satélite em órbita, lembrando o Ocidente que seus engenheiros dominaram a tecnologia de mísseis balísticos intercontinentais, ao mesmo tempo em que o Estado Islâmico avança o seu programa de armas nucleares.
 
O comandante da Guarda Revolucionária, o general de brigada Seyyed Mehdi Farahi, afirmou em agosto que o míssil Safir, capaz de transportar um satélite ao espaço, pode facilmente ser lançado paralelamente à órbita da Terra, o que o transformaria em um míssil balístico intercontinental. Os analistas ocidentais não acreditavam que isso iria acontecer até 2015. Historicamente, orbitar um satélite é critério para atribuir a uma nação a capacidade de lançar esse tipo de míssil.
 
Forghani detalha o dever islâmico da jihad conforme está exposto no Alcorão em nome de Alá e afirma que a “jihad principal”, de acordo com alguns juristas xiitas, só pode acontecer quando o “messias” Mahdi, o imame secreto, 12º imame de acordo com os xiitas, retornar. Os xiitas acreditam que o retorno do Mahdi irá preceder o Armagedom. (grifo meu)
 
Na falta do imame secreto, afirma Forghani, a “jihad defensiva” poderia acontecer quando o islã for ameaçado, e os muçulmanos devem defender o islã e matar seus inimigos. Para justificar tal ação, Alef cita o primeiro imame xiita, Ali, que afirmava que “Iniciar uma guerra contra inimigos com quem a guerra é inevitável e que tenham grande probabilidade de atacar muçulmanos no futuro próximo é uma necessidade e um dever dos muçulmanos”.  Nesse aspecto, o aiatolá Khamenei emitiu uma fatwa em que autorizou o cumprimento da jihad principal em uma era de ausência do imame secreto sob a autorização de Vali Faghih.
O artigo então cita o Alcorão (Al Bácara 2:191-193): “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição [de muçulmanos] é mais grave do que o homicídio [de infiéis]… E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Alá”.
 
É dever de todos os muçulmanos participar dessa jihad defensiva, afirma Forghani. A fatwa emitida pelo último Aiatolá Ruhollah Khomeini deixou claro que qualquer dominação política por infiéis sobre muçulmanos autoriza estes a defender o islamismo por todos os meios. O Irã agora possui os meios para lançar destruição contra Israel, e em breve terá ogivas nucleares para seus mísseis balísticos intercontinentais.
 
Para atacar o Irã, conforme o artigo, Israel precisa da aprovação e do apoio dos EUA, e sob o atual clima passivo dos EUA, a oportunidade não deve ser perdida para varrer Israel antes que Israel ataque o Irã.
Sob essa doutrina preventiva, vários pontos zero de Israel devem ser destruídos e o seu povo aniquilado. Forghani cita o último censo da Agência Central de Estatísticas de Israel, que mostra que o país possui uma população de 7,5 milhões de cidadãos, dos quais a maioria de 5,7 milhões é de judeus. Ao se detalhar os distritos com a maior concentração de judeus, o censo indica que três cidades: Telavive, Jerusalém e Haifa possuem mais de 60% de população judaica, que o Irã poderia definir como alvo dos seus mísseis Shahab 3, matando todos os seus habitantes.
 
Forghani sugere que o míssil iraniano Sejil, que é de dois estágios com uma trajetória e velocidade que são impossíveis de interceptar, devem mirar instalações israelenses, tais como: a usina nuclear Rafael, que é o principal centro de engenharia nuclear de Israel; a usina nuclear Eilun; outro reator israelense em Nebrin; e o reator Dimona no centro de pesquisa nuclear em Neqeb, o mais importante reator nuclear do país por produzir 90% do urânio enriquecido das suas armas nucleares.
 
Outros alvos, de acordo com o artigo, incluem aeroportos e bases da força aérea como a de Sedot Mikha, que contêm os mísseis balísticos Jericho, localizada no sudoeste da base aérea de Tel Nof, onde se encontram os aviões equipados com armas nucleares. Alvos secundários incluem usinas nucleares, estações de tratamento de água e esgoto, recursos energéticos e infraestruturas de transporte e comunicação.
Finalmente, afirma Forghani, os mísseis Shahab 3 e Ghadr podem mirar assentamentos urbanos até que os israelenses sejam exterminados.
 
Forghani afirma que Israel poderia ser destruído em menos de nove minutos e que o Khamenei, como autoridade máxima, o Velayete Faghih (jurista islâmico), também acredita que Israel e os EUA não apenas devem ser derrotados como exterminados.
 
Os radicais no poder do Irã hoje não apenas possuem mais de 1000 mísseis balísticos, mas estão a ponto de poder lançar um míssil intercontinental, além de possuírem urânio enriquecido suficiente para seis bombas nucleares, pois eles continuam com alta produção de urânio enriquecido, apesar das quatro rodadas de sanções da ONU ao país.
 
O documentário secreto produzido pelo Irã “A Vinda Está Próxima” indica claramente que esses radicais acreditam que a destruição de Israel irá desencadear a chegada do último messias islâmico, e que até Jesus Cristo (que irá se converter ao islamismo) irá atuar como seu representante, rezando a Alá e posto atrás do 12º imame. (Leia o post 'Discurso do presidente do Irã na ONU – Nova Ordem Mundial Espiritual')
 
 
Herdeiros superam Hitler em ousadia
por Osias Wurman
 
 
Desde o Holocausto ninguém ousou confessar tão abertamente a intenção de praticar um novo genocídio contra o povo judeu.
 
Assim fez o líder supremo do Irã, aiatolá Kamenei, ao afirmar na TV iraniana que “no futuro, apoiaremos todo aquele que se opor ao regime sionista”. Para o aiatolá, Israel “é um tumor cancerígeno que deve ser cortado. E ele será cortado com a ajuda de Deus”. Kamanei publicou documento doutrinário onde enfatiza que “a aniquilação de Israel e de todos os judeus é legal e moralmente justificada”.
 
As ameaças de Kamenei estão fundamentadas e detalhadas, segundo seus fanáticos seguidores, no site da Internet vinculado ao líder fundamentalista, intitulado ALEF, em detalhado dossiê escrito por Alireza Forghani, um analista e estrategista de Kamenei, e republicado na maioria dos sites estatais conservadores dando respaldo oficial ao que está no documento.
 
O relatório mostra onde estão as cidades com mais alta concentração judaica em Israel, onde os judeus totalizam 5,7 dos 7,5 milhões de israelenses.
 
Acima publicam o mapa do local onde se encontram as instalações nucleares de Israel, segundo o relatório, afirmando que 60% da população judaica poderia ser alcançada pelos mísseis iranianos Shahab3. Ainda no relatório é dito que os mísseis Sejil, de difícil interceptação, cuidariam de atacar as instalações estratégicas israelenses em Dimona, Nahal Sorek e a fábrica de armas da Rafael em Eilun e Nebrin.
 
 
As bases da Força Aérea, os aeroportos, centrais elétricas e estações de água também seriam alvos dos mísseis iranianos, segundo consta claramente no relatório. O macabro documento acaba afirmando que os foguetes Ghadar seriam responsáveis em destruir os assentamentos urbanos, “até que o Estado Judeu seja apagado do mapa”. Hitler e seus asseclas não tiveram tamanha ousadia em afirmar abertamente que desejavam aniquilar fisicamente um povo. Enquanto a ONU, a União Européia e os EUA aplicam sansões econômicas ao Irã, este responde com uma ameaça existencial ao povo de Israel.

 

Documento iraniano defende ataque a Israel até o ano de 2014

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5609843-EI308,00-Documento+iraniano+defende+ataque+a+Israel+ate+o+ano+de.html

Um documento publicado pelo website persa Alef na última passada no Irã veio ao encontro aos temores alardeados pelo Ministério de Relações Exteriores de Israel. Alireza Forghani, estrategista do aiatolá Ali Khamenei, defendeu em um artigo escrito em farsi as razões pelas quais, "em nome de Alá, o Irã deve atacar Israel até 2014". O texto foi reproduzido em outros sites governamentais do Irã, inclusive pela agência Fars (o texto está disponível aqui). Por outro lado, apesar de sua proximidade com o supremo líder religioso, Forghani procura pontuar que se trata de sua opinião pessoal e não a do governo iraniano.

No texto, Forghani se refere a Israel como "um tumor cancerígeno no Oriente Médio" e diz aos leitores que "todos os problemas" dos iranianos "são culpa de Israel". "Todo muçulmano é obrigado a se preparar contra Israel", diz. Se o mundo muçulmano não atacar Israel no futuro próximo, "a oportunidade pode se perder e talvez não seja possível pará-los". O documento estabelece que uma guerra contra Israel deve ser levada a cabo em nome de "uma jihad defensiva" para proteger o Islã. Para o estrategista iraniano a "ocupação das terras palestinas" justificam o ataque a Israel, uma vez que "as fronteiras políticas não podem separar muçulmanos e a Terra está dividida em duas partes – países muçulmanos e não-muçulmanos". Forghani provê uma descrição de mísseis de longo e médio alcance que poderiam destruir Israel em "menos de nove minutos".

Um diplomata israelense consultado pelo Terra lamentou o artigo, apesar de avaliar não ser "novidade" o fato de, que para o regime iraniano, Israel não seja um país legítimo. "Eles consideram nosso país como um câncer que deve ser retirado do Oriente Médio. Ahmadinejad e a elite governamental iraniana repetem a todo momento que Israel deve ser destruído", afirmou o representante israelense do Ministério de Assuntos Exteriores em Jerusalém. "E exatamente por isso acreditamos que o Irã é uma ameaça e sua política e programa nuclear atômico devem ser bloqueados", defendeu o funcionário.

Nas últimas semanas o governo israelense do premiê Benjamin Netanyahu tem insistido que a comunidade internacional tome medidas contra o avanço do programa nuclear iraniano, que consideram ter fins bélicos. O vice-ministro de Relações Exteriores de Israel, Dany Ayalon, pediu esta quinta-feira à Colômbia, como atual representante do comitê que monitora as sanções contra Irã e Sudão e como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU, que implemente um embargo à exportação de petróleo iraniano como forma de pressionar o regime a paralisar seu controverso programa nuclear.

Especialistas têm alertado para o risco de conflito entre Israel e Irã, uma vez que ambos os países vem aumentando a guerra retórica e psicológica travada nos meios de comunicação. Existe o temor de que Israel realize um ataque preventivo para se defender das ameaças de destruição propagadas pelo Irã. No último domingo, o presidente norte-americano, Barack Obama, tentou acalmar os ânimos. "Não acredito que Israel já tenha tomado uma decisão", disse Obama.

Para o analista político iraniano, Trita Parsi, a solução seria aceitar o enriquecimento limitado de urânio em solo iraniano sob o estrito controle das inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), "com uma transparência e regime de verificação que torne a militarização do programa praticamente impossível". No entanto, Parsi avalia que existe uma falta de vontade política tanto em Teerã, quanto na Washington em ano de eleições, para resolver o aumento da tensão entre Israel e Irã.

"É o que levou Obama a ceder ao Congresso e a Israel, e a adotar uma política equiivocada, e o que levou a liderança dividida em Teerã a ter mais medo do compromisso (político) do que uma escalada (do conflito)", conclui Parsi.

 

 

 

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