Os Nephilins – Três Teorias

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por Geração Maranata

"Quando os homens começaram a se multiplicar na terra e lhes nasceram filhas, os seres divinos viram quão belas eram as filhas dos homens e tomaram esposas dentre aquelas que os agradavam. Foi então, e também depois, que os Nephilim apareceram sobre a terra – quando os seres divinos coabitaram com as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Eles foram os heróis de antigamente, os homens de renome." (Gêneses 6.2-4 – de uma tradução Judaica da Torah)

 

O assunto Nephilim é tema em vários livros de ficção ou não-ficção e é garantido o sucesso literário se, junto ao tema, for insinuado pirâmides, OVNIs, fim do mundo, etc. Mas quem realmente eram os Nephilim, e por que todos são fascinados por eles?

Nephilim do hebraico נפיל n ̂ephiyl ou נפל n ̂ephil ou (plural) נפלים e procedente da raiz נפל naphal, que significa "cair, deitar, ser lançado ao chão, falhar".  Então Nephilim significa "caídos", por vezes é traduzida como "gigante" porque a palavra Grega para Nephilim é "gigantes". Quem eles eram depende em grande parte de como se interpreta a passagem acima.

Existem três escolas de pensamento a respeito:

1) A frase "filhos de Deus" se refere a realeza, explicando que os reis eram freqüentemente considerados como deuses por seus súditos. De acordo com esta visão, esses reis saíram por seus reinos catando todas as mulheres belas e as colocavam em haréns para o seu próprio prazer pessoal.  De acordo com esta abordagem os “filhos de Deus” eram os nobres, aristocratas e reis.

Estes nobres eram déspotas ambiciosos que cobiçavam poder e riquezas, e desejaram tornar-se “homens de renome” ou seja, célebres. Seu pecado não foi o casamento misto entre dois grupos , ou entre dois mundos (anjos e homens), ou entre duas comunidades religiosas (descendentes de Sete e de Caim), ou de duas classes sociais (plebe e realeza) – mas esse pecado foi a poligamia.  Era o mesmo tipo de pecado que Lameque, o descendente de Caim, praticava, o pecado da poligamia, particularmente expresso na forma de um harém, instituição característica das cortes dos déspotas do Antigo Oriente Médio. Neste tipo de transgressão, os “filhos de Deus” com freqüência violavam a responsabilidade sagrada de suas funções como guardiães das ordenanças gerais de Deus para a conduta humana.

Isso não oferece explicação para o tipo de semente que tal comportamento poderia ter produzido, preferindo, ao contrário, desconectar o nascimento de gigantes da prática de coletar haréns de belas mulheres. Uma pequena minoria de estudiosos Judeus defendeu esse ponto de vista em algum tempo, mas a maioria o rejeitou.

 

2) Os "filhos de Deus" se referem à linhagem de Sete, o terceiro filho de Adão e Eva que permaneceu fiel a Deus, enquanto "filhas dos homens" se referem à mulheres descendentes do primeiro filho, Caim, a linhagem rebelde. Esta interpretação apareceu por volta de 400 AD e foi o primeiro desafio à visão de "anjos" que a maioria tanto de Judeus quanto de Cristãos defendiam antes daquele tempo. Atualmente alguns estudiosos proeminentes ainda ensinam esta visão.

Não há consenso claro sobre como surgiu essa visão, mas o Século V parece ser o ponto de acordo quanto ao tempo. Alguns dizem que foi porque a Igreja estava se afastando da crença no sobrenatural em 400 AD, enquanto outros dizem que a adoração dos anjos estava se tornando mais popular naquele tempo. Ambos os pontos de vista concluem que a visão de "anjos" se tornara um embaraço na Igreja, então uma interpretação alternativa foi procurada:  os “Nefilins” são os homens ímpios e violentos que foram gerados pela união entre os Cainitas com os Piedosos Setitas.

Agostinho de Hipona (354-430 DC) teria decidido essa questão e encerrado a discussão dos anjos caídos entendendo que Gênesis 6 tratava-se da união da linhagem "piedosa" de Sete com a vil linhagem de Caim, dada a força da igreja em suprimir o que lhe interessava na época, a teoria da linhagem piedosa de Sete acabou prevalecendo.

O principal suporte para esta interpretação é o contexto dos capítulos 4 e 5. O capítulo quatro descreve a ímpia geração de Caim, enquanto que o capítulo cinco nos mostra a piedosa linhagem de Sete. Em Israel, a separação era uma parte essencial da responsabilidade religiosa daqueles que verdadeiramente adoravam a Deus. O que teve lugar no capítulo seis foi uma transgressão dessa separação que ameaçou a descendência piedosa através da qual nasceria o Messias. Essa transgressão foi a causa do dilúvio que viria a seguir. Ele destruiu o mundo impiedoso e preservou o justo Noé e sua família, através dos quais a promessa de Gênesis 3:15 seria cumprida.

Embora esta interpretação tenha as características recomendáveis à explicação da passagem sem criar qualquer problema teológico, o que ela oferece em termos de ortodoxia (posição doutrinária), o faz às custas de uma prática exegética (interpretação, explicação) aceitável.

Primeiro e mais importante, esta interpretação não fornece definições que surjam da passagem ou mesmo que se adaptem bem ao texto. Em lugar algum os descendentes de Sete são chamados de “filhos de Deus”.

O contraste entre a piedosa linhagem de Sete e a ímpia linhagem de Caim pode estar sendo superenfatizado. Não temos como afirmar com absoluta certeza que toda a linhagem de Sete foi piedosa. Enquanto todos os descendentes da linhagem de Caim parecem ser todos ímpios, apenas alguns Setitas são chamados de piedosos. O que Moisés indica no capítulo cinco é que Deus preservou um remanescente justo através do qual Suas promessas a Adão e Eva seriam cumpridas. Têm-se a distinta impressão de que poucos foram piedosos nestes dias (6:5-7, 12). Parece que apenas Noé e sua família poderiam ser chamados justos na época do dilúvio.

Outro problema é que “as filhas dos homens” dificilmente poderiam ser restritas apenas às filhas dos Cainitas. No verso um Moisés escreveu “Como se foram multiplicando os homens na terra, e lhes nasceram filhas” (Gn. 6:1).   É difícil concluir que estes “homens” não sejam os homens em geral ou a raça humana. Segue-se que a referência às suas “filhas” seria igualmente geral. Concluir que as “filhas dos homens” no verso dois é algo diferente, um grupo mais restrito, é ignorar o contexto da passagem.  Por estas e outras razões,  conclui-se que esta opinião não pode ser aceitável,  exegeticamente falando.

Então há o fato de que a frase exata traduzida como "filhos de Deus" somente aparece 5 vezes no Antigo Testamento: Gêneses 6.2 e 6.4, a passagem inicial  e  Jó 1.6, 2.1 e 38.7. Todas as referências de Jó claramente descrevem anjos. (Uma variação da frase em Daniel 3.25 também descreve uma criatura parecida com anjo, que alguns identificam como o Senhor Jesus em uma aparição do Antigo Testamento.)

Alguns têm dúvida também porque seriam chamados em filhos de Deus em Gênesis 6, uma vez que eram anjos decaídos, isso explica-se pelo simples fato de o termo ser usado para as criaturas que foram criados diretamente por Deus, e não deixaram de ser criados por Deus depois de decaídos, igualmente o Adão decaído não deixou de ser filho de Deus e Lucas, 3:38 confirma esse entendimento. Leia:23: E o mesmo Jesus começava a ser de quase trinta anos, sendo (como se cuidava) filho de José, e José de Heli, …  37 E Lameque de Metusalém, e Metusalém de Enoque, e Enoque de Jarete, e Jarete de Maleleel, e Maleleel de Cainã,  38 E Cainã de Enos, e Enos de Sete, e Sete de Adão, e Adão (filho) de Deus."

O único homem do antigo testamento chamado de 'filho de Deus' foi Adão (Lucas, 3:38), porque fora criado à imagem e semelhança de Deus, enquanto os descendentes de Adão foram todos criados à semelhança do próprio Adão decaído e não de Deus: "E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e pôs-lhe o nome de Sete." (Gen 5:3).

Como eram chamados os homens que temiam ao Senhor?

"Louvai ao SENHOR. Louvai o nome do SENHOR; louvai-o, servos do SENHOR. Salmos 135:1"

"Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás; esta é a herança dos servos do SENHOR, e a sua justiça que de mim procede, diz o SENHOR. Isaias 54:17"

Podemos concluir que todas as criaturas criadas diretamente por Deus são considerados seus filhos e os homens considerados servos de Deus no Antigo Testamento, enquanto no Novo Testamento são considerados filhos de Deus aqueles que são nascidos de novo em Cristo Jesus.

Nota:  Todas as passagens o termo "filhos de Deus" está em um contexto de anjos e não de humanos. No hebraico antigo quando se  pronunciava o termo "Bene Elohim" (בן bem  – אלהים ’elohiym) certamente não seria entendido outra coisa senão 'anjos' ou "feitos por Deus", seria a melhor leitura. E "filhas dos homens" em hebraico בת bath  – אדם ’adam aw-dawm’ traduzido como "filha do homem Adão" e ainda a palavra adam significa "vermelho" uma alusão ao barro do qual o homem Adão foi criado, então uma tradução melhor e compreensível seria –  "feitas (as filhas) pelo homem"

 

3) E isso traz à terceira interpretação, ao qual o relato Bíblico deve ser tomado literalmente e não alegoricamente. A frase "filhos de Deus" se refere a anjos, ainda que desobedientes, chamados de seres divinos (na traduçao Hebraica acima) que tomaram a forma humana e entraram em união sexual com mulheres humanas. Seus descendentes foram os Nephilim, ou caídos, seres enormes e poderosos que devem na verdade ter dominado o mundo antediluviano.

Os estudiosos que rejeitam esta opinião prontamente reconhecem o fato de que o termo preciso é claramente definido na Escritura. A razão para rejeitar a interpretação dos anjos caídos é que tal opinião é tida como uma afronta à razão e às Escrituras.   Alegam que a principal passagem problemática é aquela encontrada no Evangelho de Mateus, onde Jesus disse: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus. Porque, na ressurreição, nem casam, nem se dão em casamento; são, porém, como os anjos no céu.” (Mt. 22:29-30).

A alegação é que Jesus disse que os anjos não têm sexo, mas, isto é mesmo verdade? Jesus comparou os homens no céu aos anjos no céu. Não é dito nem que homens nem que os anjos sejam sem sexo no céu, mas que no céu não haverá casamento.

Quando encontramos anjos descritos no livro de Gênesis, fica claro que eles podem assumir a forma humana. O escritor de Hebreus menciona que os anjos podem ser hospedados sem o conhecimento do homem (Hb. 13:2). Certamente os anjos devem ser bem convincentes como homens. Os homens homossexuais de Sodoma eram muito capazes para julgar a sexualidade. Eles foram atraídos pela “masculinidade” dos anjos que vieram destruir a cidade (Gn. 19:1 e especialmente o verso 5).

No Novo Testamento, duas passagens parecem se referir a este incidente em Gênesis 6, e dão base à opinião dos anjos:

Ora, se Deus não poupou a anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno os entregou a abismos de trevas, reservando-os para o juízo.” (II Pe. 2:4)

E a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do Grande Dia.” (Jd. 6)

Os Nefilins são claramente mencionados como resultado dessa união entre os anjos caídos e as mulheres. Enquanto estudos da palavra produzem numerosas sugestões para o significado deste termo, a sua definição bíblica vem de apenas um outro único momento nas Escrituras, Números 13:33:

Também vimos ali gigantes (Nefilins) (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos.”

Então os Nefilins seriam uma raça de super-humanos que são o produto desta invasão angelical da terra.

Esta opinião não apenas se adapta ao uso bíblico da expressão “filhos de Deus”, como também é a mais adequada ao contexto da passagem. Os efeitos da queda foram vistos na ímpia descendência de Caim (capítulo 4). Ainda que Caim e seus descendentes estivessem “no bolso de Satanás”, Satanás conhecia as palavras de Deus em Gn. 3:15, de que através da descendência da mulher Deus iria trazer o Messias que o destruiria. Não sabemos se toda a linhagem de Sete foi temente a Deus. De fato, até podemos supor o contrário. Somente Noé e sua família pareciam justos à época do dilúvio.

 

Tradição Judaica

De acordo com a tradição judaica, além de serem muito grandes e fortes, os Nephilim tinha enorme capacidade psíquica. Eles realizavam experiências fora do corpo, levitação, controle da mente, viajem no tempo, leitura da mente e visão remota. Eles tinham o poder de pronunciar e remover maldições e doenças e tinham formas de conhecer e predizer o futuro. Tendo se alinhado com Satanás, a fonte de seus poderes, eles controlaram e escravizaram a humanidade e perverteram a criação de Deus quase além da possibilidade de redenção.

Eles também eram extremamente inteligentes. Sabiam tudo sobre ciência, arquitetura e engenharia. Alguns acreditam que eles combinaram esses atributos com seus poderes de levitação para construir a Grande Pirâmide e outros grandes monumentos em todo o mundo ante-diluviano. Eles sacrificavam seres humanos por todo o planeta em templos e pirâmides que construíram na América Central e do Sul, no Oriente Longinqüo, nas Ilhas Britânicas, no Egito e em outros lugares. Eles bebiam sangue e assassinavam bebês, e quase que certamente estavam mexendo com o código genético humano e animal para perverter a criação e tornar a nossa redenção impossível. Eles eram os heróis de antigamente, os poderosos homens de renome, memorializados em todas as mitologias e a principal razão porque Deus teve que destruir o mundo e todos os seus habitantes no Dilúvio.

O fato de que a Bíblia descreve Noé como sendo perfeito em suas gerações e de que sua família foi a única a ser salva indica que a linhagem de sangue de Noé não havia sido contaminada geneticamente e era possivelmente a única descendência humana pura restante da qual um Redentor poderia vir (Gên 6.9). Se é assim, isso explica porque toda a população do mundo teve que ser destruída, senão a linhagem de Noé eventualmente seria contaminada também. (*)

(*) Nota: os relatos acima citados provavelmente foram inspirados no livro apócrifo de Enoque.

 

E Também Depois

No tempo de Abraão havia uma grande população de Nephilim no mundo novamente, a maioria localizada no Oriente Médio desde a ponta sul do Mar Morto até a Síria ao norte. Como os Nephilins originais pereceram todos no grande Dilúvio, Satanás aparentemente começou um novo programa de procriação ajustado específicamente para impedir os Israelitas de ocupar a Terra Prometida.

Veja estas referências.

Em Gêneses 14.5-6 uma coalizão de 5 reis da região da margem sul do Mar Morto derrotou três grupos de guerreiros conhecidos como os refains, os zuzins, também conhecidos como zanzumins, e os emins. Os refains eram descendentes de Rapha, que significa 'gigante' em Hebraico. O nomem zuzim significa criaturas errantes e emim significa os terríveis.

Em Deuteronômio 1.26-28 e 2.10-11 encontramos referências aos anaquins (gigantes de pescoço longo) e emins novamente, ambos identificados com descendentes de Rapha, o gigante.

Em Deuteronômio 3.11 é feita referência a Ogue, o Rei de Basã, um descendente de Rapha cuja cama media 4 metros de comprimento e 2,5 metros de largura.

Em Números 13.33 o relato dos espias incluía a visão de Nephilim, dizendo que os descendentes de Anaque vêm dos Nephilim. O medo dos Nephilim foi o que fez 10 dos 12 espias darem um relatório negativo, persuadindo os Israelitas a não entrarem na Terra Prometida. Tudo isso aconteceu no tempo de Moisés.

Em Josué 14.15 no fim da conquista da terra, Calebe recebe Hebrom, antes conhecida como Quiriate-Arba porque foi fundada por Arba, chamado de o maior dos anaquins.

E, é claro, em 1 Samuel 17 e 2 Samuel 21.15-22 há a derrota de Golias e seus quatro irmãos, todos descendentes de Rapha, no tempo do Rei Davi.

 

Uma História Paralela

Em nossa atenção à conquista por Israel da Terra Prometida, é fácil ignorar o fato de que Deus também deu aos descendentes de Esaú e Ló (Moabe e Amom) conceções de terras. As deles ficavam no lado oriental Vale do Rio Jordão, na atual Jordânia. Assim como com Israel, seu alvo era livrar as terras que lhes foram dadas dos Nephilim que habitavam lá. Em adição, Ele fez os Caftorins (Filisteus) eliminar o ramo chamado de Avins (corruptores) em Gaza (Deut. 2.2-23).

Dessa forma o Senhor julgou os Nephilim uma segunda vez, capacitando sobrenaturalmente Seu povo para derrotar as mais fortes e temíveis forças de Satanás, e admoestando-os a matar todo homem, mulher e criança, de forma a não deixar vivos remanescentes dessas abominações para repovoar o mundo uma terceira vez. Levou até o tempo do Rei Davi para tudo isso ser alcançado.

Por milhares de anos os Nephilim sobreviveram somente na mitologia, às vezes conhecidos como semi-deuses ou Titãs. Hércules é um exemplo de ser mitológico cujo pai era um deus e cuja mãe era humana. A propósito, a palavra titã vem de Shaitan, um derivado Babilônico da palavra Hebraica Satan.

 

O Fim dos Tempos

"E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem" (Mateus 24.37).

Como eram os dias de Noé? De acordo com 2 Pedro 2.4 esses foram os dias em que os anjos caíram e foram julgados. Judas 6 também descreve anjos que saíram de sua habitação natural (o céu) e foram acorrentados em trevas. Esses versos se referem aos anjos que foram os pais dos Nephilim.

Parece que isso acontecerá novamente, logo antes da 2ª Vinda, como Jesus disse.  É aí que os cultos de OVNIs e outros lançam suas conjecturas. Eles falam de avistamentos de OVNIs (há um a cada 10 minutos em alguma parte do mundo) como sinais apontando para o retorno dos Nephilim. Uma pessoa de cada 5 declara ter visto um OVNI e uma em cada 100 declara ter tido algum tipo de encontro alienígena, de observação a inspeção e a abdução. O denominador comum em abduções confirmadas parece ser um incomum interesse no sistema reprodutivo humano. Estarão os assim chamados extraterrestres usando humanos para criar uma raça híbrida, meio humana e meio "alien"? Resultará isso em um retorno dos Nephilim, uma raça super poderosa de seres criados para ajudar as forças de Satanás a tomar o Planeta Terra novamente?

 

Ferro e Barro

"A Bíblia não prediz isso claramente, apesar de alguns lerem isso em passagens do Apocalipse onde João parece estar descrevendo seres de outro mundo. Mas há uma pequena pista na tradução Versão King James do Livro de Daniel. Ela está no capítulo 2, a descrição de Daniel da estátua polimetálica que o Rei Nabucodonozor havia visto em um sonho. Daniel interpretou a estátua do sonho como uma representação de reinos mundiais futuros entre então (600 AC) e o Milênio. A cabeça de ouro era Babilônia, então no poder. O peito e os braços de prata simbolizavam o reino que se seguiria a Babilônia (Pérsia), o abdomem e as coxas de bronze eram o reino seguinte (Grécia) e as pernas de ferro um depois desse (Roma). Na base, estavam pés de ferro misturado com barro, o que muitos vêem como o Império Romano revivido no final dos tempos.

E é aqui que fica interessante. A tradução de King James do verso 43 diz, "E onde viste ferro misturado com barro de lodo, eles se misturarão com a semente dos homens: mas não se prenderão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro" (Daniel 2.43).

Quem são eles, os que se misturam com a semente dos homens? Parece que eles não são humanos ou a passagem não faria sentido. Estarão não-humanos criando uma raça híbrida para algum propósito ainda desconhecido? Estarão eles habitando silenciosamente entre nós agora mesmo, como alguns defendem? Será o Anticristo o exemplo definitivo dos Nephilim, ou terá ele forças Nephilim ao seu comando durante a Grande Tribulação? Somente o tempo dirá."  (conjecturas do escritor Jack Kelley)

 

Mas uma coisa nós podemos saber com certeza agora mesmo. Havia um 5º reino no sonho de Nabucodonozor Ele era simbolizado por uma pedra cortada não por mãos humanas e caiu sobre a estátua e a reduziu a um pó tão fino que o vento eliminou todo e qualquer traço dele (Dan 2.34-35 e 44-45).

Este é o Reino do nosso Senhor Jesus, e quando vier Ele destruirá todo o remanescente dos reinos anteriores da humanidade. Seu Reino jamais será derrotado nem dado a outro, pois Ele reinará para sempre e sempre, e nós estaremos lá com Ele.

Maranata!

 

Leia Também: Como nos Dias de Noé

Para saber mais: http://www.caiofabio.net/2009/conteudo.asp?codigo=06003

 

Fontes pesquisadas:

www.olharprofetico.com.br

www.wikipedia.org

Dicionário Bíblico Strong

www.bible.org/series/genesis- paraíso – patriarcas

www.estudosgospel.com.br/…/anjos-caidos-gigantes-e-os-filhos-de-deus.html

 

Zeitgeist – Parte II: Astrologia e Mitologia

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por Geração Maranata

Um pouco sobre Astrologia e Mitologia

 

Os povos antigos sempre divinizaram os astros prestando cultos de fertilidade que quase sempre terminavam em imoralidade e orgias. Foi assim no Egito, em Roma, na Grécia, na Babilônia, na Assíria, no povo Celta, entre os Maias, Aztecas, etc, etc…

Se olharmos e estudarmos as religiões mitológicas das grandes civilizações veremos que se trata da mesma religião com algumas variações de nomes dos deuses e na forma dos cultos, mas o padrão é o mesmo, ou seja, mitos baseados no cultos dos astros, onde cada planeta e signo do zodíaco é representado por uma divindade.

Na Bíblia no livro de Deuteronômio 4:19 diz o seguinte:

“…e não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus, e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que o SENHOR, teu Deus, repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus”, ou seja, para que os israelitas não fizessem como os outros povos faziam. Quando a Bíblia menciona exercito dos céus está justamente fazendo referência ao culto astrológico praticado por todos os outros povos aos redor dos israelitas.

 

Tudo começou com os sumerianos…

Estudos mostram que as representações dos signos zodiacais foram assimiladas dos caldeus ou babilônios, que por sua vez, basearam-se num saber mais antigo ainda: os Sumérios.

A palavra zodíaco vem de uma palavra grega para “ciclo animal” e obedece a mesma ordem dada pelos sumérios, por volta de 4000 anos A.C., que lhes chamavam de UL.HE, “O Brilhante Rebanho”.

Todas as evidências apontam para o surpreendente fato de que os sumérios, civilização considerada mais antiga do mundo, possuíam um conhecimento astronômico maior e mais completo que seus sucessores e que só podem ser rivalizados pelo conhecimento atingido na presente era espacial.  Tal conhecimento deveria ser impossível para época.

Os sumérios possuíam um grande conhecimento que dificilmente foi adquirido por eles mesmos, outra constatação é que boa parte desse conhecimento NÃO TINHA USO PRÁTICO PARA ELES.

Por exemplo: quem na antiga Suméria precisava realmente estabelecer um equador celestial ? ou deixar uma variedade de textos elaborados que tratam das medições de distâncias interestelares?

A pergunta que surge imediatamente é: Como os Sumérios, sem os modernos instrumentos atuais, situados no berço da humanidade e recém saídos das cavernas, puderam elaborar tão complexo e sofisticado sistema astrológico sem informações anteriores?

Como eles poderiam, através de meras observações do céu a olho nu, considerando que não poderiam conhecer a verdadeira natureza dos astros, pois eram somente um bando recém saído das cavernas, conhecer o Grande Ano de 25.920 anos que perfazem o total das casas percorridas pelo sol no zodíaco?

 

DA MESMA FORMA ACONTECEU COM OS EGÍPCIOS

O complexo de Gizé é um pesadelo para os acadêmicos. O pensamento comum quer nos fazer crer que a Grande Pirâmide e suas medidas perfeitas, são o produto de um povo recém saído das plantações de arroz para o mundo dos cálculos avançados e problemas técnicos de construção de pirâmides que exigem soluções às quais nossos arquitetos nem conseguem imaginar.

As relações matemáticas encontradas na pirâmide e os conhecimentos técnicos e astronômicos para as medidas ali achadas, levam a mesma conclusão do caso dos Sumérios: são culturas por demais diferentes de outros povos de suas épocas, que mostram um nível de evolução de pensamento e ciência além do que se possa imaginar natural.

Observa-se também notável semelhança no modo como encaram suas relações com os seus deuses, dos quais dizem ter recebido toda sua ciência e arte.

A resposta não pode estar em outro lugar senão na religião desses dois povos.

As evidências de que o panteão grego, e, portanto romano, que possui fartas semelhanças com o egípcio, derivaram do panteão indo-ariano, o qual ramificou-se para várias partes do mundo antigo a partir do norte do Irã ou da área do Cáucaso.

Um desses grupos chegaria ao vale do Indo e seriam conhecidos como os arianos, os homens nobres, que trouxeram consigo os Vedas (escritos sagrados Hindu).

Outros se fixaram na Anatólia (Ásia Menor), se tornando os recé-redescoberto povo Hitita. Decifradas a escrita e os monumentos hititas foi fácil ligar sua cosmogonia e seu panteão ao culto astrológico desses povos que parecem tão distintos entre si, mas que tem na verdade, um ÚNICO denominador, um centro do qual toda essa cultura irradiou: os Sumérios.

A sociedade humana, depois dos Sumérios, basicamente, não apresentou nenhuma inovação tecnológica, matemática, astrológica ou arquitetônica, nenhuma expressão artística ou cultural diferente daquelas que já existiam. Dos Sumérios até o século XIX, o homem andou de cavalo.

O saber dos Sumérios acerca da natureza dos cosmos e das leis que regem os ciclos do planeta, só foi suplantado em nossos dias.

Tudo aponta para as lendas e tradições desse povo que diz que seus deuses desceram dos céus e os ensinaram todas as artes.

Neste ponto entra a Bíblia – a Bíblia cita em Gênesis 6, em paralelo, aos textos das mais antigas civilizações, sobre como o gênero humano se degradou em maldade e violência mesmo tendo se misturado à semente dos chamados “deuses”.

“ Como se foram multiplicando os homens na terra, e lhes nasceram filhas,  vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram.  Então, disse o SENHOR: O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos.  Ora, naquele tempo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na antiguidade.“

A palavra traduzida por gigantes é “Nephilim”, que significa “Aqueles que caíram” ou “Que foram lançados por terra”.

O paralelo Sumério para isto também existe: os Annunaki, ou “os cinqüenta que foram do céu à terra”, conhecidos também como os “cinqüenta grandes príncipes”, ou "supervisores dos trabalhos da raça humana".

“Filhos de DEUS” na tradução hebraica é “ben-elohyn”, sendo que elohyn é o plural de deus, ou seja, “deuses”.

Isso parece descrever uma humanidade diferente da humanidade comum. Essa mistura teria gerado um povo poderoso demais e violento demais, que, com as armas descritas nos antigos relatos, poderia tornar a Terra inabitável por muitos anos.

Seriam os Titãs descritos nos mitos gregos, uma raça que facilmente se rebelava contra seus criadores.

'Zecharia Sitchin' um estudioso do povo sumeriano e do hebraico, fez um paralelo da Bíblia com os escritos sumérios, e declara que a Bíblia está em conformidade com o registro antropológico e os relatos sumério-acadianos referente ao dilúvio e a ordem de reconstrução das cidades após o dilúvio.

Antropologicamente é aceito que os primeiros indícios de uma humanidade agrícola como a conhecemos ficou um bom tempo restrita à região montanhosa a leste da Mesopotâmia antes de migrar para as regiões de planície, o que concorda com o relato Sumério e o texto bíblico.

O nome da terra montanhosa a Oriente da Suméria, E.Lam, significa “terra onde a vegetação germinou".

Gênesis 11, 1 : “ Ora, em toda a terra havia apenas uma linguagem e uma só maneira de falar. 2 Sucedeu que, partindo eles do Oriente, deram com uma planície na terra de Sinear; e habitaram ali.”

Sinear quer dizer “Terra entre dois rios”. Dali, os povos foram divididos em línguas diferentes no incidente da Torre de Babel, fato também contado na “mitologia” suméria. A origem comum das línguas parece um fato, mas a origem da sua divisão e multiplicação continua um mistério.

Após a dispersão dos povos pela Terra, coube a Ninrod, que significa “Rebelião” ou “Rebelde”, descrito como poderoso caçador, segundo a Bíblia, voltar a erigir as cidades antigas. As tábuas sumérias estão danificadas no ponto onde estaria o nome do primeiro rei humano depois do dilúvio, mas o nome das cidades fundadas por Ninrod não parece deixar duvidas de que ele foi aquele que usurpou o direito de ser “Rei dos homens”, liderando-os numa empreitada maliciosa, por isso seu nome em hebraico ficou como “Rebelde”.

Babel é ‘confusão’ em hebraico, porque ali foram confundidas as línguas, mas na língua babilônica, derivada da sumerio-acadia, Babel significa “Portal dos deuses”.

Ninrod não queria simplesmente construir uma torre, mas um lugar em que pudesse estabelecer comunicação com seus deuses e ficar ainda mais poderoso sobre a Terra, quem sabe ter acesso aos mesmos poderes que os homens de renome da antiguidade possuíam?

 

Abraão

Quando olhamos para a Bíblia, pensamos que a origem judaica se deu com Moisés, no formador do estado de Israel, porém foi em Abraão que tudo começou, Abraão vivia na cidade de Ur dos caldeus.

Ur, foi um dos berços da civilização Suméria, lá foram encontradas as barras de argila com o código de leis de Ur-Nammu, mais de um milênio antes de Hamurabi, 2350 a.C.

Essas leis, ditadas pelo deus Nannar fez com que houvesse igualdade de justiça para todos os cidadãos. Urnammu decretou “pesos e medidas honestos e constantes”, mesma terminologia usada milênios mais tarde na Lei de Moisés.

Abraão, um caldeu, criado na tradição e conhecimento daquele povo, a mando do DEUS Criador dos céus e da Terra, deixa a civilização para perigrinar pela jovem Terra desconhecida de então.

“Sai da tua terra, Abrão”, disse DEUS. “Deixa esse lugar e seu povo, suas tradições e idolatria, sua confusão e suas lutas, porque EU SOU SANTO, ou seja, SEPARADO, e você deve ser como Eu Sou. Não quero mais você misturado a eles, mas de ti farei uma nova semente.”

De Abraão saiu toda a nação Judaica.

 

Nephilim – deuses (demônios) da antiguidade

Abraão saiu de Ur, abandonando seus deuses e sua religião astrológica.

Há basicamente duas visões da criação do mundo e da vida humana nos dias de hoje para se opor a seleção natural do acaso dos darwinistas:

1ª – A visão naturalista e cosmológica de deuses, essencialmente iguais a nós, mais evoluídos, que vieram e plantaram a vida por aqui e são responsáveis pelo grande inicio da era humana. Seriam também os extra-terrestres. Essa visão tende a exaltar o homem como um deus em formação.

Quem seriam esses deuses, os Nephilim, os deuses dos antigos panteões, os E.Ts.?

Ao ler todos os relatos bíblicos e as hipóteses de gente que pesquisou a fundo os textos antigos como o próprio Sitchin, chegamos a uma encruzilhada. Embora haja muitos pontos em comum entre a descrição bíblica e os relatos sumerio/babilônicos, apenas UMA dessas versões deve estar correta.

Sitchin observa que na Babilônia houve um esforço incomum para suprimir dos textos religiosos os nomes de deuses mais antigos, como Anu e Enlil, antes protagonistas, pelo nome de um jovem deus chamado Marduk, que se tornou o supremo benfeitor da humanidade.

Quantas vezes isso pode ter acontecido?

Porque o Deus de Abraão, mesmo este sendo um caldeu, é tão diferente dos outros deuses?

Não era ele conhecido naquelas terras?

Porque Abraão crê no DEUS Único dos hebreus, o criador dos céus e da terra, em detrimento dos outros deuses sumerianos?

É como se o DEUS de Abraão fosse BANIDO da historia da formação da civilização mesopotâmica, provavelmente por aqueles que outorgaram a si o direito de serem chamados de deuses pelos homens, os Nephilim, que decaíram de suas antigas formas por terem desobedecido suas ordens e abandonado seus postos, como está descrito em Judas (não o Judas Iscariotes que traiu Jesus) verso 6: “ e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia”, e adquirindo corpos preparados para tal, decaíram em toda espécie de luxúria e imundícia pecaminosa, fazendo a humanidade desviar e praticar o caminho do conhecimento de praticas divinatórias através dos astros e cometer todo tipo de idolatria.

Através de rituais puderam criar uma raça de gigantes sobre a terra, uma raça violenta, que contaminou quase que irremediavelmente a matriz humana; após o dilúvio, só voltamos a ver referências de gigantes novamente entre os cananeus, um povo que praticava o culto astrológico e rituais terríveis de sacrifícios de crianças em honra do panteão.

Essa cosmovisão tende a exaltar as cosmogonias pagãs, suas constelações, seus ‘aeons’, os ciclos da natureza e uma assim chamada ‘Luz Interior’, como forma do homem encontrar a verdadeira 'chama' de Prometeu dentro de si, algo que entre os círculos teosóficos e maçônicos é chamado de “luz de Lúcifer”, nesse contexto, não o acusador da humanidade (o diabo), mas seu maior benfeitor, aquele que sempre quis levar a raça humana adiante.

Na verdade o DEUS hebreu seria o verdadeiro vilão da historia, assim como acreditavam os gnósticos, precursores do teosofismo e do neopaganismo.

Hitler, durante seu curto reinado, era obcecado em obter o aperfeiçoamento da raça ariana, dizendo que nela se encontrava o DNA do super-homem, mito importado pela Teosofia de crenças orientais, tibetanas e hinduístas.

Hitler levou ao pé da letra a teoria da seleção natural misturando-a com sua cosmogonia pagã, tentando suprimir raças que para ele não eram completamente humanas e que deveriam deixar de existir para que o verdadeiro homem, o super-homem ariano, surgisse de uma raça de senhores absolutos da Terra.

Curioso que os nazistas escolheram como símbolo a suástica hinduísta, um símbolo dos senhores arianos que governavam a Terra antes do dilúvio, em franca oposição aos símbolos judaico-cristãos.

O que na verdade se queria era evocar eram forças antigas.

 

2º- A visão judaico-cristã, oriunda de Abraão, única crença realmente monoteísta da antiguidade, propõe que o homem decaiu do seu estado original e deve se achegar ao DEUS Único e Eterno por meio da obediência e arrependimento de um modo de vida egoísta e mundano; o objetivo principal na chamada de Abraão seria o de constituir uma semente piedosa sobre a Terra, uma descendência que gerasse um povo sábio em palavras e obras e que pudesse ser receptáculo e testemunha do maior advento de todos os tempos: a vinda em carne do VERBO divino, o agente da Criação, o principio e fim de todas as coisas, Jesus Cristo.

A conquista de Canaã por Israel e a ordenança de Deus para riscar totalmente os Cananitas, pode transparecer uma “limpeza étnica” nos dias de hoje, mas visto tratar-se de uma ordem excepcional em todo Velho Testamento, que prescrevia até mesmo leis piedosas para se tratar com hospitalidade o estrangeiro em Israel, devemos analisar os fatos sob outro prisma.

Levou quatrocentos e trinta anos para que sobreviesse julgamento das obras más dos cananeus. Isto demonstra uma longanimidade excelente para com o transgressor e uma capacidade de julgamento muito além da compreensão dos fatos pelo homem, visto que a Bíblia declara que DEUS perdoou a perversa cidade de Ninive, capital do perverso imperio Assírio pagão, pela pregação do profeta Jonas, de outra forma destinada a destruição total, vemos que a iniqüidade dos cananeus era realmente de um tipo potencialmente mau.

Antes, porem, do povo hebreu sair do Egito, o DEUS hebreu usou Moisés e seu povo para julgar os deuses e a religião idolatra egípcia, que fazia da dinastia faraônica falsas divindades a serem adoradas na Terra:

Gênesis 12,12 – "Executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o SENHOR”.

Vemos que o DEUS hebreu quis se revelar como uma divindade separada (significado de “kadosh”, em hebraico, santo) de todas as outras que existiam e alheio às suas praticas de ciências naturais e mágicas, que levava o homem a perscrutar seu destino nos astros.

São várias as determinações no livro de Levitico, capítulos 17 a 20, sobre costumes dos povos cananitas que não deveriam voltar a ser praticados novamente para que a terra não fosse contaminada com maldição. Entre eles estava a prática de feitiçaria, incesto, zoofilia, sacrifícios humanos, etc…

O povo hebreu falhou em cumprir a determinação dada a eles e veio a se contaminar inúmeras vezes com os costumes dos chamados filisteus, sendo por fim deportados para a Babilônia, permanecendo cativos durante setenta anos. Sua repatriação só foi possível porque a plenitude do plano do DEUS de Abraão ainda não havia acontecido: a vinda do Messias, o Ungido.

 

CONCLUSÃO

Uma ultima exposição dos opostos: o simbolismo do doze na Bíblia parece ter sido colocado ali propositalmente para contrapor o sagrado doze dos panteões astrológicos dos povos antigos, pois na Bíblia, doze nunca foi número de estrelas ou planetas, para que o homem não viesse a confiar nos astros, mas o número sempre é relacionado ao homem na Terra como agente de mudança e de justiça divina.

Assim foi com as doze tribos, assim foi com os apóstolos; DEUS parece dizer, “não são os astros ou seus deuses que podem mudar algo aí a na Terra, mas quem escolhe andar do meu lado”.

 

Para saber mais, baixe o ebook: "ZEITGEIST"

Fontes:

www.trincheiraespiritual.blogspot.com (Extraído com adaptações)

www.wikepedia.com

 

Como nos dias de Noé

Filed Under (Sinais Proféticos) by Geração Maranata on 13-09-2009

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por Geração Maranata

“E ACONTECEU que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. Então disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos. Havia naqueles dias gigantes (Nephilim) na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.” Gênesis 6.1-4

 

Frequentemente visualizamos os Dias de Noé de um ponto de vista da Escola Dominical. Um tipo de historinha bonitinha com os animais embarcando na arca aos pares, enquanto Noé observa. Porém, um cuidadoso exame da história Bíblica vemos uma imagem bem diferente.

“E ACONTECEU que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. Então disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos. Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama. E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração. E disse o Senhor: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito.” Gênesis 6.1-7

Deus olhou a humanidade e não gostou do que viu, Ele sofreu! Seu coração estava cheio de dor quando declarou que iria destruir, eliminar, aniquilar a humanidade, e a população animal da terra. Ele viu a malignidade da humanidade e, exceto por Noé e sua família, tudo seria exterminado.

Então, a contagem regressiva começou. Deus deu à criação 120 anos de advertências.

Mas o que realmente estava acontecendo? Com o que os dias de Noé realmente se pareciam? Como era a vida antes do dilúvio?

Alguns dias antes de Jesus ser crucificado, Seus discípulos lhe pediram: “Dize-nos, quando essas coisas acontecerão e quais serão os sinais da Tua vinda e do final dos tempos?”

Eles queriam saber quando Jesus voltaria e quais seriam os sinais antes de seu retorno. Jesus respondeu: “E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem. Então, estando dois no campo, será levado um, e deixado o outro; Estando duas moendo no moinho, será levada uma, e deixada outra. Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor.” Mateus 24.37-42

Então, claramente, Jesus nos dá um pré-requisito para entender o tempo de Sua Segunda Vinda: o entendimento dos tempos de Noé. Gênesis, capítulo 6, desdobra a história do Dilúvio. É mais do que simplesmente um acontecimento histórico, existe, sob exame profundo das Escrituras, algumas implicações realmente perturbadoras. Nós temos anjos caídos tendo relações com mulheres da terra, produzindo enormes e demoníacos super-seres!

 

Os Nephilim?

Mas o que realmente ocasionou o Dilúvio? Foi o aparecimento de uma raça de seres chamados de Nephilim!

Gênesis 6 indica que os “filhos de Deus” (B’nai Elohim) tomaram esposas entre as “filhas dos homens”, as quais deram à luz aos “Nephilim”. O que estava acontecendo?

B’nai Elohim é um termo que se refere aos anjos. Ele ocorre quatro vezes no Velho Testamento onde foi traduzido como “Anjos do Senhor” na antiga tradução Septuaginta. A intrusão de certos anjos na raça humana resultou em uma semente não natural denominada Nephilim, que deriva do Hebraico naphal (cair), ou Os Caídos. (A Septuaginta Grega traduz esse termo como “gigantes”, que, na verdade, quer dizer “nascidos na terra”. Isso é frequentemente confundido com a palavra portuguesa “gigantes” – o que eles não deixavam de ser, incidentalmente).

“Os B’nai Eloim viram as filhas de Adão, que elas eram extensões apropriadas. E eles tomaram esposas para si de todas aquelas que escolheram… Os Nephilim estavam na terra naqueles dia, e mesmo depois disso, quando os B’nai Elohim vieram às filhas de Adão, e eles as engravidaram – eles eram Os Poderosos que existiam desde os tempos antigos, os homens de renome.” Gênesis 6 – Bíblia Interlinear Hebraica.

A palavra traduzida como “gigantes”, na versão King James da Bíblia, é, em Hebraico, Nephilim, que significa “Aqueles que caíram, ou os caídos”. Judas, o irmão de Jesus, os descreve como “anjos que deixaram seu estado original no Céu”. Esses anjos caídos vieram à terra para um propósito sério.

Os “caídos” procuraram se misturar com a linhagem de Adão por causa da promessa de enviar um redentor através de seus descendentes. O Hebraico diz que os Filhos de Deus viram que as mulheres eram uma “extensão” adequada, pois eles buscavam extender a si mesmos do mundo espiritual para este mundo, bem como extender-se aos “filhos da promessa”, a linhagem de Adão. Satanás tentou impedir o nascimento, no futuro distante, do Messias.

O acasalamento de seres humanos com anjos resultou em criaturas híbridas, espíritos maus com corpos humanos. Os híbridos humano-anjos começaram a corromper e destruir a raça humana, resultando no Dilúvio, “o fim de toda carne”, exceto Noé e sua família.

A Bíblia usa outros nomes para descrever esses degradados anjos caídos e seus descendentes, além da palavra Nephilim. Eles são:

. Rephaim – da raiz rapha = espíritos, sombras Gen. 14.5
. Anakim – raça de gigantes Num. 13.33 – Descendentes dos Nephilim
. Emim – os desertores arrogantes, terrores, raça de gigantes Gen. 14.5
. Zuzim – os ímpios, coisas errantes Gen. 14.5
. Zazummins – os conspiradores ímpios Deut. 2.20
. Zophim – observadores, anjos que desceram Num. 23, diferente de ‘Observadores Sagrados’ alinhados a Deus
. Sepherim – os muitos …

Por mais de mil anos os Nephilim corromperam a terra e oprimiram a humanidade. A Bíblia declara que os gigantes existiam antes do dilúvio, e mesmo depois daquele tempo, Gen. 6:4. Isso contradiz a tradição, mas é historicamente sustentado por histórias em Êxodo, onde os Nephilim são encontrados em Canaã pelos Israelitas.

O Livro Apócrifo de Enoque, primeiro século A.C., manuscrito extra-bíblico citado por Judas e João, detalha eventos dos anjos caídos. Ele descreve sua punição e até seus nomes. Alguns dos Nephilim pereceram, os seus corpos pelo menos, sob as águas do Dilúvio. Os líderes desse ato de rebelião foram acorrentados até o dia do Juízo Final em vários pontos da terra. Judas e João também relatam essa história. Jó 26.5 diz que “Os mortos tremem debaixo das águas”. Isto parece indicar que homens foram mortos sob as águas do Dilúvio.

O texto original Hebraico relata algo muito mais misterioso. A tradução literal é “Os Rafa se contorcem debaixo da água”. A palavra Rafa só é encontrada nas Escrituras identificando os “anjos caídos”, e nunca é usada para indicar os “mortos humanos” em lugar algum do Velho Testamento. A base histórica para a interpretação de Gen. 6 como uma história de anjos caídos é consistente. Philo, Josepho, Epiphanio, Hilário, são alguns dos muitos exemplos.

O Livro de Jubileus destaca que Jared ou Yeh-red, um patriarca do Velho Testamento, era assim chamado porque em seus dias anjos desceram à terra – Yaw-rad “descer”. É interessante notar que “Jordânia” vem da mesma palavra raiz indicando “descer, ou cair”. – Yar-dane = “o lugar dos caídos”. A Jordânia, “o lugar dos caídos”, está localizada na antiga divisa de Israel.

Israel é atualmente um dos principais locais de avistamento de OVNIS, e dos anjos caídos disfarçados de “extraterrestres”.

O Livro de Enoque explica que os Filhos de Deus desceram primeiramente sobre o monte chamado Hermon que, em Hebraico, significa 'desolação', na terra da Jordânia, o lugar dos caídos. Desolação é exatamente o que Satanás e seus anjos desejavam causar à terra destruindo os descendentes de Adão – desolação tem sido o plano dos anjos rebeldes desde o início.

Foi a infusão desses seres estranhos na classe humana que provocou o Dilúvio de Noé. A inundação foi precedida por quatro gerações de profetas/pregadores advertindo sobre o julgamento por vir: Enoque, Matusalém, Lameque e Noé.

Parece que era parte do estratagema de Satanás corromper a linhagem de Adão para evitar o cumprimento da redenção Messiânica. Noé era aparentemente único no fato de que sua genealogia ainda não estava corrompida.

Os estranhos eventos que levaram ao Dilúvio também são aludidos em antigas mitologias. As lendas dos “Titãs” Gregos – parte terrestres, parte celestiais – englobam essas mesmas lembranças. (A palavra Grega titã está linguisticamente ligada a sheitan no Caldeu e a satan no Hebraico).

Mas, de onde esses pecaminosos anjos “caídos” vieram?

 

Anjos Caídos

“Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Deus: Tu eras o selo da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardônia, topázio, diamante, turquesa, ônix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti. Na multiplicação do teu comércio encheram o teu interior de violência, e pecaste; por isso te lancei, profanado, do monte de Deus, e te fiz perecer, ó querubim cobridor, do meio das pedras afogueadas. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti. Pela multidão das tuas iniqüidades, pela injustiça do teu comércio profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu e te tornei em cinza sobre a terra, aos olhos de todos os que te vêem. Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste, e nunca mais subsistirá.” Ezequiel 28.11-19

“Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações!” Isaías 14.12. Jesus disse, “Eu via Satanás, como raio, cair do céu.” Lucas 10.18.“… no monte santo de Deus estavas… “ Ezequiel 28.14.

Isso mesmo, Lúcifer, que se tornou Satanás, foi expulso do Céu e quando saiu, um terço dos anjos saiu com ele. Esses eram os anjos Caídos.

Os estranhos eventos de Gênesis 6 também são citados no Novo Testamento. Pedro se refere aos eventos antecedendo à grande inundação:

“Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo;” II Pedro 2.4

(Pedro usa o termo tartarus, aqui traduzido por inferno. Essa é uma palavra grega para “a escura habitação da aflição, a caverna da escuridão no mundo oculto”. A Ilíada de Homero retrata o Tartarustão abaixo do Hades quanto a terra está abaixo do Céu…”)

Também em Judas, eles são citados:

“E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia; Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.” Judas 1.6-7

As Escrituras advertem a respeito de se meter com o mundo espiritual. A punição que sobreveio aos anjos que pecaram serviu para enfatizar a natureza séria da apostasia: seres de uma ordem superior à nossa arremessados em escuro lugar de confinamento onde permaneceram por milhares de anos.

Deus não mudou Sua atitude para com eles; o tempo não mitigou a seriedade de seus pecados. Aos falsos mestres está prescrita condenação.

Então acabou, certo? Não, o Dilúvio não pôs fim à intrusão dos anjos caídos nem os planos de Satanás de torcer os planos de Deus…

 

O Retorno dos Nephilim

“Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.” Gênesis 6.4

Gênesis 6.4 nos deixa as assombrosas, quase aterrorizantes três palavras: “… e também depois …”. Poderiam os Nephilim ter sobrevivido ao Dilúvio? Poderiam esses seres produzidos a partir da união de anjos caídos com mulheres terrenas, uma raça híbrida chamada Nephilim, ainda estar por aí? Conforme Gênesis 6.4 eles ainda existiam após o Dilúvio.

Após a grande inundação, descobrimos que a Bíblia menciona diversas ocorrências de “gigantes” aparecendo, especialmente a raça gigante de Canaã. Na verdade, a Bíblia menciona várias dessas tribos: os Rephaim, os Emim, os Horim e os Zazummim, que eram gigantes.

“Os emins dantes habitaram nela; um povo grande e numeroso, e alto como os gigantes. Também estes foram considerados gigantes como os anaquins; e os moabitas os chamavam emins. Outrora os horeus também habitaram em Seir; porém os filhos de Esaú os lançaram fora, e os destruíram de diante de si, e habitaram no seu lugar, assim como Israel fez à terra da sua herança, que o Senhor lhes tinha dado.” Deuteronômio 2.10-12

O Reino de Ogue, o rei de Basã, era a “terra dos gigantes”.

“Porque só Ogue, o rei de Basã, restou dos gigantes; eis que o seu leito, um leito de ferro, não está porventura em Rabá dos filhos de Amom? De nove côvados, o seu comprimento, e de quatro côvados, a sua largura, pelo côvado comum.” Deuteronômio 3.11

“Todo o reino de Ogue em Basã, que reinou em Astarote e em Edrei; este ficou do restante dos gigantes que Moisés feriu e expulsou.” Josué 13.12

Também encontramos Arba:

“E antes o nome de Hebrom era Quiriate-Arba, porque Arba foi o maior homem entre os anaquins.” Josué 14.15

Anak e seus 7 filhos, os Anakim, também eram gigantes, assim como Golias e seus quatro irmãos.

“Então saiu do arraial dos filisteus um homem guerreiro, cujo nome era Golias, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo. Trazia na cabeça um capacete de bronze, e vestia uma couraça de escamas; e era o peso da couraça de cinco mil siclos de bronze. E trazia grevas de bronze por cima de seus pés, e um escudo de bronze entre os seus ombros. E a haste da sua lança era como o eixo do tecelão, e a ponta da sua lança de seiscentos siclos de ferro, e diante dele ia o escudeiro.” I Samuel 17.4-7

“E Isbi-Benobe, que era dos filhos do gigante, cuja lança pesava trezentos siclos de cobre, e que cingia uma espada nova, intentou ferir a Davi. Porém, Abisai, filho de Zeruia, o socorreu, e feriu o filisteu, e o matou. Então os homens de Davi lhe juraram, dizendo: Nunca mais sairás conosco à peleja, para que não apagues a lâmpada de Israel. E aconteceu depois disto que houve em Gobe ainda outra peleja contra os filisteus; então Sibecai, o husatita, feriu a Safe, que era dos filhos do gigante. Houve mais outra peleja contra os filisteus em Gobe; e El-Hanã, filho de Jaaré-Oregim, o belemita, feriu Golias, o giteu, de cuja lança era a haste como órgão de tecelão. Houve ainda também outra peleja em Gate, onde estava um homem de alta estatura, que tinha em cada mão seis dedos, e em cada pé outros seis, vinte e quatro ao todo, e também este nascera do gigante. E injuriava a Israel; porém Jônatas, filho de Simei, irmão de Davi, o feriu.” II Samuel 21.16-22

De certa forma, a história de “Davi e Golias” recebe uma nova luz quando você descobre que Golias era um Nephilim e que tinha quatro irmãos. Depois que Deus revelou a Abraão que a terra de Canaã lhe seria dada, Satanás teve mais de 400 anos para plantar seu campo minado de Nephilim!

Quando Moisé enviou seus doze espias para reconhecer a Terra de Canaã, eles voltaram com o relato de gigantes na terra. (O termo usado foi Nephilim).

“Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.” Números 13.33

Seu medo daquelas criaturas aterrorizantes resultou em serem relegados a vagar no deserto por 38 anos.

Quando Josué e a nação de Israel entraram mais tarde na terra de Canaã, foram instruídos a destruir todo homem, mulher e criança de certas tribos.

“E tudo quanto havia na cidade destruíram totalmente ao fio da espada, desde o homem até à mulher, desde o menino até ao velho, e até ao boi e gado miúdo, e ao jumento.” Josué 6.21

Parece que na Terra de Canaã, havia novamente um problema de “herança genética”. Esses Raphaim, Nephilim, e outros parecem terem-se estabelecido como uma guarda avançada para obstruir a tomada por Israel da posse da Terra Prometida.

Terá esse também sido um plano de Satanás?

“E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do homem.” Lucas 17.26

Então, o que realmente Lucas 17.26 quer dizer?

“E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo porquanto as virtudes do céu serão abaladas.” Lucas 21.25,26

Que coisas estarão vindo sobre a terra? Será possível que a Bíblia está se referindo aos OVNIS e seus ocupantes? Poderia isso ser parte do cenário do Fim dos Tempos chamado “Grande Decepção”? Estarão os Nephilim envolvidos e presentes hoje?

 

Barro de Lodo

“Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.” Daniel 2.43

O famoso sonho de Nabucodonosor em Daniel capítulo 2, parece explanar toda a história gentílica até que Deus finalmente intervenha e estabeleça Seu próprio Reino.

Os vários metais que compõem a imagem no sonho são bem conhecidos pelos estudiosos das profecias. Mesmo a nossa expressão comum “pés de barro”, vem dessa passagem clássica.

Mas o que representa o “barro de lodo” nesta imagem? Parece estar estranhamente misturado – mas não completamente – ao ferro no sonho. O termo “barro de lodo” refere-se a um barro feito de pó, uma expressão idiomática Bíblica que sugere morte. Daniel interpreta isso para nós no verso 43:

“Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.”

Misturar-se com a semente humana! Uma coisa que muitas abduções alienígenas têm em comum, é que seres tentaram “cruzar” com os humanos ou fazer experiências com seus órgãos reprodutivos. A tática de Satanás nos tempos de Noé era tomar o mundo pela força física bruta através do intercruzamento com os humanos e da criação de uma raça de gigantes. Também incluído nesse intercruzamento estava o plano de corromper o código genético humano, para que o Messias não pudesse nascer. O plano quase funcionou. Provavelmente, se não fosse pelo Dilúvio de Noé, a esmagadora população de gigantes teria dominado a terra. Eu sei que isso parece fantástico demais, mas leia o capítulo 6 de Gênesis e tire suas próprias conclusões.

Agora, a tática de Satanás para dominar mudou.

Ele planeja enganar tantos quantos possa. Experiências genéticas são mais encobertas do que então; ao invés de criar gigantes (que se sobressaem), os anjos caídos estão tentando se tornar tão humanos quanto possível (misturar-se).

Quanto mais diluída é a semente humana, mais fácil é possuir, manipular e enganar as pessoas – quanto mais reinos maus no mundo, especialmente em posições de poder.

“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” Efésios 6.12

“Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência.” Efésios 2.2

O que podemos fazer? Como podemos nos proteger? Como evitar sermos enganados?

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” Efésios 6.10-12

 

Leia também outras teorias a respeito dos Nephilim em: Os Nephilins: Três Teoriais

Se você não tem certeza de que é salvo (não aceitou Jesus como seu Senhor e Salvador), procure conhecer mais a respeito de Jesus! Leia o artigo "O Simples plano de Deus para a Salvação"

Extraído com adaptações de olharprofetico.com.br

ZEITGEIST – Jesus um Plágio?

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por Geração Maranata

"E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira." (2Tess 2:11)

 

Sobre o Documentário

 

A palavra Zeitgeist é um termo alemão cuja tradução significa espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos.

Zeitgeist, o Filme (Zeitgeist, the Movie, no original) foi publicado em 2007 por Peter Joseph (então com 29 anos, criador também do Movimento Zeitgeist que possui vários seguidores), e aborda entre outros temas o Cristianismo.

O filme foi lançado e disponibilizado livremente pela Google Video em Junho do mesmo ano para conhecimento global; em poucas semanas o filme foi visto, sempre alojado nos servidores da Google, mais de 8 Milhões de vezes, isso até Novembro de 2007.

O sucesso foi tanto, que Peter Joseph foi convidado pelos responsáveis do "4th Annual Artivist Film Festival & Artivist Awards" a apresentar a sua polêmica obra caseira ao circuito cinematográfico.

A primeira parte "The Greatest Story Ever Told", tem a pretensão de investigar e analisar, aquilo que o autor considera ser a maior encenação da história da humanidade: a existência de um Cristo e as religiões em si.

Peter Joseph levanta a tese de que Jesus é um personagem híbrido, ou seja, uma mistura astrológica, mitológica e literária. Toda a sua história foi baseada numa lenda criada por uma civilização bastante anterior ao "ano 0" e que foi adaptada e remodelada de acordo com a época e as necessidades de diversos povos.

Apesar de o Documentário conter uma série de equívocos, erros históricos, afirmações que não podem ser provadas, nenhuma citação de fonte, e muita, mas muita mentira, o fato é que muitas pessoas receberam muito bem o que foi dito e ainda mais, acreditaram piamente em tudo sem questionar e sem se dar o trabalho de pesquisar se as informações são verídicas ou não.

Somente alguns poucos — até porque as referências são muitas e obrigariam ao telespectador a um grande trabalho de investigação — persistirão em buscar a verdade, isto é, se aquilo que o autor de Zeitgeist disse se traduz em fatos verificáveis no registro histórico ou mitológico.

O que também causa espanto é que uma empresa do porte da Google patrocine um filme-documentário recheado de teoria da conspiração, relatos que não podem ser comprovados, erros incríveis de história, mitologia e o pior de tudo: mentiras.

 

Refutando o Documentário

Vamos analisar a possibilidade de Jesus Cristo ser um mero plágio de outras religiões. As alegações são as “semelhanças” entre informações que temos de Jesus encontradas na Bíblia, com informações a respeito de diversos “deuses”, como Mitra (persa/romano), Horus (egípcio), Dionísio (grego), Krishna (hindu/indiano), Attis (Frígia/Roma), entre outros.

 

O que diz o documentário:

Horus (Egípcio) 3000 a.C.

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma “virgem”, a deusa Ísis com Osíris;

Nascimento acompanhado por uma estrela;

Estrela seguida por 3 reis;

Aos 12 anos, era uma criança prodígio;

Batizado aos 30 anos;

Começou seu ministério aos 30;

Tinha 12 discípulos e viajou com eles;

Operou milagres e andou sobre as águas;

Era “chamado” de Filho de Deus, Luz do Mundo, A Verdade, Filho adorado de Deus, Bom Pastor, Cordeiro de Deus, etc;

Foi traído, crucificado, enterrado e ressuscitou 3 dias depois.

 

Mitra (Persa – Romano) 1200 a.C

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma virgem;

Teve 12 discípulos;

Praticou milagres;

Morreu crucificado;

Ressuscitou no 3º dia;

Era chamado de “A Verdade”, “A Luz”

Veio para lavar os pecados da humanidade;

Foi batizado;

Como deus, tinha um “filho”, chamado Zoroastro.

 

Attis (Frígia – Roma) 1200 a.C.

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma virgem;

Foi crucificado, morreu e foi enterrado;

Ressuscitou no 3º dia;

 

Krishna (Hindu – Índia) 900 a.C

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma virgem;

Uma estrela avisou a sua chegada;

Fez milagres;

Após morrer, ressuscitou.

 

Dionísio (Grego) 500 a.C

Nasceu de uma virgem;

Foi peregrino (viajante);

Transformou água em vinho;

Chamado de Rei dos reis, Alpha e ômega;

Após a morte, ressuscitou;

Era chamado de “Filho pródigo de Deus”

 

O que esses deuses têm em comum ?

O Sol

Todos os deuses de mistérios possuem influências astrológicas, onde o deus maior é o Sol, chamado de a luz do mundo e “salvador”. É fácil associar o Sol a uma divindade, pois suas características são muito boas para um “salvador”: traz vida, aquece, dá luz, etc.

O Solstício de inverno

Um fenômeno conhecido desde a antiguidade são os solstícios. No dia 22 de dezembro ocorre o início do solstício de inverno (no hemisfério norte), no qual o sol tem o seu ponto mais baixo no horizonte, devido à inclinação do eixo terrestre. Este ponto mais baixo permanece por um período de três dias, e no dia 25 de dezembro, o sol sai deste ponto, subindo 1 grau e voltando, gradativamente, ao seu ponto mais alto, completando e finalizando assim o solstício de verão.

A Estrela Sirius e Constelação de três reis

A estrela que brilha mais forte no céu é chamada de estrela Sirius, que no dia 25 de dezembro fica alinhada à constelação de 3 reis (Marias aqui no Brasil). Este alinhamento aponta diretamente ao sol.

Sendo assim, o sol, saindo do solstício de verão “renasce”, movendo-se 1 grau para o norte depois de três dias (22-25) e quando renasce, é sinalizado pela estrela Sirius, seguida pela constelação de três reis, formando assim um alinhamento entre os três.

Entende-se que as mitologias surgiram, ou tiveram como base, estes fenômenos. O Sol, renascendo, é sinalizado pela estrela, que, formando um alinhamento com a constelação de reis e o sol, nos mostra a constelação seguindo a estrela e indo em direção ao Sol. Temos aí a mitologia criada: o salvador foi sinalizado por uma estrela e que três reis foram até o salvador seguindo a estrela. Tal informação se assemelha com o relato do nascimento de Jesus.

Cruzeiro do Sul

O mesmo fenômeno é comparado com a crucificação, quando o Sol termina o solstício de verão e fica neste período por três dias (enterrado) e ressurge (ressuscita) ao 3º dia. Tal comparação com a crucificação é devido a outro alinhamento estelar, este, com o cruzeiro do sul no dia 22, ou seja, o sol é crucificado com o cruzeiro e ressurge no 3º dia (ressuscita) dia 25.

 

Jesus é um Plágio desses deuses?

As informações apresentam apenas o que lhes convém, para embasar suas alegações. Apresentam somente as pseudas-semelhanças, e ignoram completamente as diferenças.

 

Os Três Reis Magos

Não se sabe ao certo porque os homens vindos do oriente foram denominados como reis, porém uma coisa é certa, não é o que está escrito na Bíblia. Ela não afirma em nenhum momento que tais homens eram reis, mas afirma que eles eram sábios (traduzidos como magos) viajantes. Seguem vários trechos bíblicos em seus vários tipos de traduções:

NVI (Nova Versão Internacional): Mateus 2:1 – Depois que Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, magos vindos do oriente chegaram a Jerusalém

Almeida Corrigida e Fiel: Mateus 2:1 – E, TENDO nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém,

NTLH (Novo Testamento na Linguagem de Hoje): Mateus 2:1 - Jesus nasceu na cidade de Belém, na região da Judéia, quando Herodes era rei da terra de Israel. Nesse tempo alguns homens que estudavam as estrelas vieram do Oriente e chegaram a Jerusalém.

King James: Mateus 2:1 – Now when Jesus was born in Bethlehem of Judaea in the days of Herod the king, behold, there came wise men from the east to Jerusalem.

Outra questão é a quantidade de 'reis'. Não há informação de que foram três (3) homens até Jesus seguindo a estrela. Este número foi obtido devido ao número de presentes, que foram três: Ouro, Incenso e Mirra.

 

A Estrela de Belém

Os homens que foram levados pela estrela, possivelmente eram astrólogos e astrônomos. Sabemos que eram astrólogos primeiramente porque sua religião era possivelmente persa zoroástrica (porque vinham do oriente) e seguiam a estrela porque entendiam que era o sinal de um rei.

Tal interpretação do sinal foi obtida justamente por conhecerem o fenômeno da estrela Sirius apontando para o sol, mas desta vez com um diferencial, ela ia em direção a um rei humano. Portanto, sabemos que eles estudavam as estrelas e conheciam muito bem a estrela Sirius.

De acordo com o texto, a estrela Sirius sempre esteve presente na mitologia de muitos povos, principalmente os egípcios. Então, a estrela Sirius, sempre esteve lá e os magos que foram a Jesus certamente a conheciam.

Então como os críticos explicão este texto?

Mateus 2: 7 – Então Herodes chamou os magos secretamente e informou-se com eles a respeito do tempo exato em que a estrela tinha aparecido.

Vejam que os magos foram atrás da estrela porque ela era NOVA. De acordo com o versículo 16, sabemos que tal estrela havia aparecido num período máximo de dois anos.

Como poderiam estes homens estudados em astronomia e astrologia confundirem-se, seguindo uma estrela achando que era a Sirius? Isso é de certa forma improvável.

Outro detalhe é que tal estrela não seguia uma seqüência rotacional planetária como qualquer outra estrela e constelação. Os homens seguiram a estrela por um período de aproximadamente dois anos, em um único sentido talvez, até chegar a Jesus. Se tal estrela fosse a Sirius, eles teriam dado duas voltas no mesmo lugar e nunca teriam chegado a Belém. Ou seja, tal estrela não seguia o padrão rotacional do planeta. Ela era independente dele.

A comparação do relato bíblico dos homens do oriente com a mitologia acerca da estrela Sirius com a constelação de três reis é infundada, pois as semelhanças são muito superficiais comparadas com as diferenças.

Os homens que presentearam Jesus não eram reis, não eram três (3) e não seguiam a estrela Sirius, mas uma estrela nova que havia surgidno nos céus há dois anos no máximo. Jesus também foi visitado por pessoas pobres no seu nascimento, diferente dos deuses que eram cercados apenas de outros deuses ricos e poderosos.

 

Nascimento Virginal

Esta semelhança é incontestável, ou seja, nasceu de uma virgem. Mas vamos prestar atenção nos dois deuses de mistérios que mais se “assemelham” com Jesus. Mitra e Horus.

Para se ter um nascimento virginal, obrigatoriamente, a mulher não pode ter tido qualquer tipo de relação sexual. Então como se explica a união entre os deuses mãe e pai de Horus e de Mitra?

É preciso muita criatividade para afirmar que Isis era virgem quando concebeu Horus, porque nunca foi dito no relato mitológico de que ela era virgem, mas viúva de Osíris quando concebeu o deus-ídolo falcão Horus! Como ela teria engravidado? O relato do mito diz que Isis praticava artes mágicas e a usou para retirar de Osíris (ja morto) o sêmen necessário para fecundá-la.

Já Mitra nasceu a partir de uma rocha (chamada 'petra generatrix'), ou seja, não há relato de que ele nasceu de uma mulher, quanto mais de uma virgem.

Outro fato é o que se sabe sobre estes deuses são através de desenhos. Não se tem notícias de nada escrito por seus seguidores. Como então desenhar uma mulher virgem? A única diferença entre uma virgem e uma não-virgem é interna. Então de onde tiraram a informação de que as suas mães eram virgens?

 

Jesus e seus 12 anos

O único relato que temos de Jesus acerca de sua infância está em Lucas 2:42, que conta o “problema” que Jesus causou a seus pais. Jesus acabou ficando em Jerusalém e três dias depois seus pais voltaram para a cidade onde o encontraram ensinando aos sacerdotes e debatendo com eles

O fato é que esta semelhança não foi até hoje encontrada em nenhum escrito, desenho ou relevo egípcio que diga que Hórus, ou qualquer outro deus um dia teve 12 anos.

 

Batismo e ministério aos trinta anos

Os críticos alegam que essa informação acerca de Jesus também corresponde a um plágio derivado da religião egípcia e que Horus também teria sido batizado e começado seu ministério aos 30 anos.

Hórus nasceu como deus e foi adorado como deus desde o seu nascimento. A data do seu surgimento é tão antiga que impossibilita o “batismo”, pois tal prática não existia na época (nada na história da arqueologia afirmou o batismo em data tão antiga). Hórus não teve um ministério. Ele não precisava disso. Ele nasceu deus e sempre foi adorado como tal.

O documentário afirma que todos os deuses de mistério (como Cristo) foram crucificados, enterrados e ressuscitaram ao 3º dia, tinham 12 discípulos, foram batizados aos 30 anos, etc.

Um fato que não é exposto é que não foram encontradas até hoje evidências na mitologia desses deuses, que eles ensinavam, que tinham 12 discípulos, que foram crucificados, que realizaram milagres e que ressuscitaram 3 dias depois de mortos ou que foram batizados. Nada no históricos ou na arqueologia provou algo em relação a isso datado antes do nascimento de Jesus.

Um exemplo é o deus Mitra. As informações dadas pelo autor sobre esse deus é que ele nasceu de uma virgem, perdoou pecados, morreu crucificado e ressuscitou 3 dias depois. Porém as 'evidências' encontradas são datadas superiores a 300 anos d.C, ou seja, os desenhos (sempre desenhos!) foram feitos pelo menos 300 anos DEPOIS da morte de Jesus. Os detalhes são tão parecidos que evidenciam o paganismo adotando detalhes do Cristianismo. Isso seria muito comum em se tratando de uma religião politeísta onde seus deuses se associam com outros e vice-versa. Na verdade o que vemos é o Mitraísmo plagiando o Cristianismo!!

 

Crucificação

Não há um só relato que diga que Horus tenha sido alguma vez crucificado, muito menos morto e depois de três dias ressuscitado! Também as evidências que revelam que a informação de que Mitra teria sido crucificado, morrido, ressuscitado e ascendido, surgiu apenas por volta de 400 d.C., ou seja, a crença na crucificação e ressurreição de Mitra provavelmente foi baseada no Cristianismo, pois o politeísmo tem a prática de associação de deuses e utilização de mesmas mitologias.

A Crucificação era um método de execução tipicamente romano, primeiramente reservado a escravos. Crê-se que foi criado na Pérsia, sendo trazido no tempo de Alexandre para o Ocidente, sendo então copiado dos cartagineses pelos itálicos. Neste ato combinavam-se os elementos de vergonha e tortura, e por isso o processo era olhado com profundo horror. O castigo da crucificação começava com flagelação, depois do criminoso ter sido despojado de suas vestes. No azorrague os soldados fixavam os pregos, pedaços de ossos, e coisas semelhantes, podendo a tortura do açoitamento ser tão forte que às vezes o flagelado morria em conseqüência do açoite. O flagelo era cometido o réu estando preso a uma coluna. As palavras em grego e latim para "crucificação" se aplicam a diferentes formas agonizantes de execução, do empalamento em estacas, fixado em árvores, em postes, em patíbulos ou vigas transversas. Se em viga transversa, esta seria carregada pelo condenado sobre seus ombros até o local da execução. Fonte: Wikipédia

Seria um absurdo dizer que a crucificação é pura mitologia. Até a pouco tempo, a história da crucificação de Cristo utilizando pregos, era contestada por diversos estudiosos. Alguns críticos dizem que a crucificação está ligada com o cruzeiro do sul, e que isso é mitologia. Porém a arqueologia diz diferente.

A crucificação é fato. Esse método de punição era largamente difundido em Roma. Vários corpos já foram encontrados com sinais de crucificação, porém nunca havia sido encontrado um com marcas de prego. Assim sendo, a crucificação de Cristo, supostamente era falsa.

Então ocorreu uma revolucionária descoberta arqueológica em junho de 1968. Foram descobertos 4 túmulos em cavernas no local de Giv'at ha-Mivtar, ao norte de Jerusalém, perto do monte Scopus. Este grupo de túmulo escavados em pedra calcária (assim como o de Jesus) datam do período do 2º século antes de Cristo até 70 depois de Cristo. Ou seja, Inclui o ano 7 a.C (nascimento de Cristo) ao ano 26 d.C. (morte dEle). No total, foram encontrados ossos de 35 pessoas.

Em uma das urnas encontradas com os ossos, a umidade havia conservado melhor as ossadas, evidenciando marcas de morte por violência em 5 corpos: Por pancada de clava, por flecha e por crucificação. Os ossos foram examinados pelo Dr. N.Hass, do departamento de Anatomia da universidade hebraica e da faculdade de medicina de Hadassah.

No ossuário nº 4 (dos 15 encontrados) gravado com o nome Yohanan Ben Ha'galgal, foram encontrados os ossos de um homem adulto e de uma criança. Um grande prego de 20 cm tinha sido cravado no osso do calcanhar, e a duas pernas estavam fraturadas. Haas relata: "os ossos dos dois calcanhares foram transfixados por um grande prego de ferro. As tíbias tinham sido fraturadas intencionalmente. A morte foi causada por crucificação. (fraturas – exatamente igual aos ladrões junto a Cristo).

Agora o interessante: Os primeiros registros de crucificação foram encontrados em evidências persas, provenientes de pelo menos 1000 anos DEPOIS do surgimento do deus Mitra, adorado na pérsia. A crucificação só chegou ao Egito DEPOIS que este foi conquistado por Alexandre o Grande. Alexandre aprendeu com os persas o processo de crucificação e levou para todo o seu império. O surgimento do deus Horus é muito mais antigo que Alexandre. Então, como ele pode ser crucificado, sendo que os egípcios nem sabiam o que era isso? Além do problema ignorado pelos críticos sobre a ausência de evidências arqueológicas anteriores ao cristianismo que diziam que tais deuses teriam morrido crucificados. Arqueologicamente falando, o primeiro relato documentado de um deus sendo morto por crucificação foi Jesus Cristo.

A mesma história se repete com outros deuses de mistérios. Isso tudo leva a pensar que, na verdade, tais detalhes destes deuses ou foram adotados do cristianismo, por não possuírem evidências anteriores a Jesus, ou foram forjadamente inseridos nas características destes deuses, justamente para desacreditar a fé cristã, assim como fazem cientistas evolucionistas para desacreditar a ciência criacionista (lei da Biogenética de Haeckel por exemplo).

Então quem está plagiando quem?

 

Adjetivos

Outro tipo de informação atribuída aos deuses de mistérios são os adjetivos largamente difundidos e ligados a Jesus Cristo, tais como: Luz do mundo; Salvador; Filho de Deus; Cordeiro de Deus; Alfa e ômega; Bom pastor; A verdade; Rei dos reis;

Luz do mundo – Este adjetivo é facilmente aplicado aos deuses, pois eles são associados ao sol.

Salvador – Outro adjetivo facilmente atribuído ao sol. O sol salva a vida existente na terra.

Filho de Deus – adjetivo obviamente atribuído a qualquer divindade que fosse gerada por um deus.

Cordeiro de Deus – Não existe nenhum registro mostrando que os deuses possuíam tais adjetivos. São exclusivos de Jesus. Cordeiro de Deus é uma analogia ao cordeiro sacrificado num ritual judaico. O paganismo não sacrificava cordeiros em alusão a seus deuses, mas sim touros, como por exemplo o mitraísmo.

Alfa e ômega - Já o alfa e ômega é outro termo utilizado apenas por João e a informação de que Dionísio era o alfa e ômega não tem sustentação arqueológica. O que causa essa especulação é que este título tem origem na Grécia, e João esteve cativo lá. Como ele escreveu seu evangelho aos gregos, pode ter usado o termo para exemplificar que Deus era o princípio e o fim. Apenas uma ilustração criada por João.

Bom pastor – Tal adjetivo pode ser conferido a qualquer entidade que queira se mostrar benévola, caridosa, servil, amável, etc. Mas sabemos que os deuses de mistérios não eram assim. Eram deuses tiranos, corruptíveis (deuses gregos), narcisistas, humilhadores e raras eram as vezes que tinham compaixão dos homens.

A Verdade – Tal título também pode ser visto como exclusivo de Jesus. O que ocorre aqui é um enxerto na descrição dos deuses, visando o descrédito de Jesus. Não existe nada, nenhum texto ou desenho que afirme que tais deuses se diziam ser “A Verdade”. Apenas escritos recentes sobre tais deuses dizem isso.

Rei dos reis – Tal descrição é comum em divindades. É um adjetivo facilmente aplicável a qualquer deus. A diferença é que Jesus reina sobre todos os reis do mundo. Já os deuses de mistérios sempre eram regionais.

A Remissão de Pecados – Outra fraude que é aplicada aos deuses é a “remissão” dos pecados. O termo pecado tem sua origem no povo hebreu. Talvez uma forma diferente de pecado era conhecida pelos outros povos, mas o termo pecado (desobediência às leis, tendo como conseqüência a morte espiritual) era conhecido apenas pelo povo hebreu. O que ocorria em outras religiões era o erro de alguém que pedia perdão ao seu deus, mas não tinha consciência do que era o “pecado” (morte espiritual). Este ato foi registrado pela primeira vez em Genesis e não há registro mais antigo utilizando o termo “pecado”. Entre outras palavras, os deuses não perdoavam ou redimiam pecados. Tal atitude era exclusiva de Deus (Jesus).

Trindade - A doutrina cristã da Trindade não tem origem pagã. As religiões pagãs eram POLITEÍSTAS e PANTEÍSTAS, mas os trinitários são monoteístas. Os trinitários não são TRITEÍSTAS que acreditam em três deuses separados; eles são monoteístas que acreditam num deus manifesto em três pessoas distintas.

Jesus x Horus

Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro

Essa data foi criada pela Igreja católica no século III, época do imperador romano Constantino, que havia se convertido ao Cristianismo e resolveu cristianizar o povo.

Como a Igreja não conseguiu suprimir de vez os cultos pagãos, usou do artifício utilizado até hoje, o sincretismo, que é a assimilação das festas pagãs, então trocou-se as divindades por santos católicos.

Jesus nasceu no mês de Abib (calendário judaico) que corresponde ao mês de março/abril do nosso calendário. O próprio deus Horus, segundos os especialistas egípcios, não nasceu neste dia, a data provável é outubro/novembro que é o mês Khoiak, mas seu aniversário era comemorado no solstício de inverno que caía no dia 25 de dezembro.

Concepção virginal

Na mitologia grega Ísis não era tida como virgem quando concebeu Horus, mas sim viúva de seu marido Osíris. Conta a lenda que Isis era praticante de artes mágicas e se utilizou dela para engravidar:

Crucificação e ressurreição

Não há nenhum relato que Horus, ou qualquer outro deus, tenha sido alguma vez crucificado, muito menos morto e que depois de três dias ressuscitou.

Vitória sobre as trevas

Relação ente o relato da batalha entre Horus e Set e o encontro de JESUS e satanás no deserto. Segue o relato da batalha de Horus, que por si mesmo responde a questão:  durante a batalha entre os deuses, Horus rasga um dos testículos de Set, enquanto Set (às vezes chamado Seth) arranca fora um dos olhos de Horus. Set depois tenta provar seu domínio iniciando um “relacionamento” (não fica claro que tipo de relacionamento é esse, mas deduz-se que seja de cunho sexual) com Horus. Este pega o sêmen de Set em sua mão e lança isto em um rio próximo. Horus se masturba depois e esparrama o sêmen dele em cima de uma alface que Set consome. Set e Horus comparecem perante os deuses para proclamar o direito deles de reger o Egito. Quando Set faz suas reivindicações para dominar sobre Horus, o sêmen dele é achado no rio. Quando o domínio de Horus é considerado, o sêmen dele é achado dentro de Set e assim a Horus é concedido predomínio em todo o Egito.

Os doze discípulos de Horus:

Não há relato nos mitos egípcios que Horus tivesse doze discípulos e que estes o seguiam praticando milagres. Na verdade, essa “evidência” é tirada de representações do deus-falcão nas quais ele se encontra rodeada pelos doze signos zodiacais, visto que se trata de um deus-simbólico da religião de símbolos astrológicos tão populares na Antiguidade.

 

Erros de citações bíblicas:

- As doze tribos de Israel não são formadas só pelos irmãos de José, mas sim os dez irmãos e os dois filhos de José (Manasses e Efraim)

- O número de Juízes da Bíblias não são 12 e sim 14.

- Na Bíblia há registros de inúmeros profetas e não doze como informa o documentário.

- Israel não teve só 12 reis, mas sim 40, sendo 20 no reino do norte e 20 no reino do sul.

Jesus x Krishna

O nome Krishna significa em sânscrito “negro”, por causa do tom de pele (azul-escuro).

Cristo ou Messias significa “Ungido” e “Escolhido”.

Não há relato de nascimento virginal de Krishna mesmo porque é declarado na mitologia que seus pais geraram sete outros filhos antes dele. Sua mãe, Devaki, era casada com Vasudeva, um nobre nos tribunais da localidade de Mathura, e não um camponês ou carpinteiro. A profecia que diz respeito a concepção virginal do Messias, se encontra em Isaias 7:14, que foi escrito por volta do ano 700 a.c., mais ou menos 100 anos antes de Krishna; a lenda conta que um governante tirânico de nome Kansa decidiu matar não todas as crianças de uma cidade, mas somente os filhos de Devaki por causa de uma profecia de que um deles iria matá-lo; por conta disso, seus pais foram presos e Krishna nasceu não num estábulo ou coisa parecida, mas dentro da prisão, de onde foi posteriormente trocado por outra criança e dado a um pai adotivo; não há nenhum relato original de uma estrela apontando o nascimento dele e também, como se deveria esperar, de nenhuma visita de pastores de ovelhas na cadeia para adorá-lo.

Não há referencia alguma sobre morte por crucificação, mas por um acidente numa caçada, na qual um caçador o alvejou por engano; ele nem chegou a ser enterrado e segundo a lenda, ressuscitou imediatamente e somente o caçador viu isso.

Jesus x Attis

Outro deus mitológico cuja existência histórica não pode ser atestada e a análise do mito não permite correlação alguma com o Cristianismo.

Ele não ensinou nada que tenha a ver com Cristo e, como os outros pretensos salvadores, nunca foi crucificado, nem ressuscitou ao terceiro dia.

Não se encontra nesses mitos nenhum indicio do sacrifício expiatório que Cristo disse que veio realizar através de sua morte, ou seja, de que forma eles podem alegar que esses são “salvadores” como JESUS disse que era?

Nenhum desses personagens disse sequer uma vez que perdoava os pecados de uma pessoa como JESUS disse que fazia.

Nenhum deles disse que veio para dar sua vida em resgate do pecador como Cristo disse que veio.

O próprio conceito de pecado e pecador não existia nessas culturas sendo praticamente exclusivo do judaísmo.

 

Conclusão

As supostas similaridades das outras divindades são muito ridículas. Como por exemplo, achar alguma semelhança entre Cristo e seus ensinamentos com Dionísio, o deus grego do vinho e das orgias sexuais.

A grande responsável pela paganização do Cristianismo foi a própria e única Igreja da época, chamada Igreja Católica, que a partir do século III inseriu vários costumes e práticas pagãs, afastando-se do verdadeiro Cristianismo.

O que se viu foi um sincretismo que mesclou judaísmo, cristianismo e mitraísmo romano. Deste último, a igreja Romana copiou a hierarquia clerical e roupas para a distinção entre leigos e sacerdotes, entre eles: a mitra, estolas, etc. o nome Pontífice Máximo era designado ao sumo-sacerdote pagão de Roma.

No final do século IV iniciou-se a adoração a Maria e aos santos e mártires, dando início a substituição ao panteão grego/romano de deuses e semi-deuses.

Por volta do século VIII, o uso de imagens já estava difundido tornando o “Cristianismo” de Roma em nada diferente das religiões pagãs antigas.

 

E agora, o que você diz? Vai continuar acreditando na mentira?

"Uma mentira contata várias vezes faz com que as pessoas passem a acreditar que ela seja verdadeira"

Essa é a estratégia. Não se deixe envolver pelo engano.

 

Semelhança entre a "Maria" Católica e a divindade egípcia Ísis.

Continua … Parte II:   Astrologia e Mitologia

Para saber mais: Baixe o ebook "ZEITGEIST"

 

Bibliografia:

www.alwaysbeready.com

www.dc.golgota.org

www.oartigo.com

www.trincheiraespiritual.blogspot.com

www.wikepedia.com

Projeto Vênus: Um Novo Céu e uma Nova Terra?

Filed Under (Governo Mundial, Sinais Proféticos) by Geração Maranata on 30-06-2011

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por Geração Maranata

"E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe." (Apo 21:1)

"Porque, eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão." (Is 65:17)

"Porque, como os novos céus, e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante da minha face, diz o SENHOR, assim também há de estar a vossa posteridade e o vosso nome" (Is 66:22)

 

Semelhante aos cientistas que prometem Imortalidade através da ciência, onde o ser humano poderá viver até 1.000 anos, o Projeto Vênus propõe a criação de um paraíso na Terra, um novo Éden.

Seria o ‘Milênio bíblico’ na visão Humanista.

Quem sabe se esses projetos não farão parte ou serão apropriados para formar o grande engano que será impetrado pelo futuro líder mundial, o anticristo?

Afinal será isso que ele prometerá: paz, fim da fome e miséria, saúde, segurança, etc…

Quando surgir o líder que tenha o poder de garantir coisas semelhantes a essa, certamente terá a aprovação e até mesmo a ‘adoração’ das pessoas, cansadas deste mundo cheio de violência e injustiça social.

 

“O Projeto Vênus é um esboço para a gênese de uma nova civilização global.” (thevenusproject.com)

“O Projeto Vênus não pode ser posto em prática em escala global até que o sistema econômico mundial deixe de suprir as necessidades das pessoas.” (movimentozeitgeist.com.br)

 

O Projeto Vênus apresenta uma proposta para redesenhar o futuro da humanidade, estabelecer uma nova forma de viver, onde o ser humano irá usufruir de uma vida repleta de abundância, onde as pessoas poderão viver vidas mais longas, com mais saúde e com mais significado, onde haverá uma nova era de paz e sustentabilidade para todos.

O Projeto está aliado ao ‘The Zeitgeist’, cientistas e intelectuais ateus que juntos apóiam a idéia de uma nova sociedade única com um só governo que tomará conta de tudo.

Polícia, prisões, atividades bancárias, publicidade, corretores de títulos, exército e governos não seriam mais necessários quando os bens, serviços, assistência médica e educação estão disponíveis para todas as pessoas.

O Projeto Venus substituiria os políticos com uma sociedade cibernetizada na qual todas as entidades físicas seriam o mais rápido possível geridas e operadas por sistemas computadorizados.

A única área em que os computadores não operariam ou administrariam seria na vigilância dos seres humanos, pois isso seria completamente desnecessário e considerado socialmente ofensivo. Uma sociedade que usa a tecnologia sem preocupação social não tem base de sobrevivência.

Objetivo

O mundo não está muito bem de saúde e os seus habitantes também não. Urge encontrar soluções. (Condicionamento para as pessoas acharem que realmente tem que haver mudanças, é a conhecida 'Ordo ab Chao' – Ordem através Caos)

O Projeto Vênus tem como objetivo melhorar a qualidade de vida, mostrar uma nova direção para a cultura mundial, combater problemas como: desemprego, violência, crime, substituição dos homens pela tecnologia, alta densidade demográfica e desequilíbrio do meio-ambiente.

O nome da organização tem origem na cidade de Venus, Flórida (daí o nome Projeto Vênus, apesar de que há outros motivos para o nome, como verá adiante), onde o centro de pesquisa da organização está situado. Neste lugar se concentra o projeto de uma nova civilização, onde será reestruturado o futuro e criada as bases de uma nova humanidade.

Crime, poluição, prisão, falência, corrupção, o Projeto Vênus apresenta uma proposta para solucionar todos esses problemas, e isso está em perfeita concordância com os aspectos espirituais e os ideais encontrados na maioria das religiões em todo o mundo. O que distingue o Projeto Vênus é que ele se propõe a traduzir esses ideais em realidade.

Para o sucesso do projeto é fundamental a eliminação da economia vigente baseada em dinheiro, em favor de uma economia baseada em recursos.

A economia baseada no lucro (o atual sistema monetário) gera escassez, pobreza, crime, corrupção e guerra. Impede o desenvolvimento da tecnologia, que deveria ser utilizada para benefício da sociedade e não em prol da poluição, da construção de armas, do consumo, da alienação, etc. Ou seja, se a tecnologia fosse utilizada fora do âmbito do lucro, sobraria espaço para uma maior abundância e distribuição de recursos. A conseqüência seria uma drástica diminuição da corrupção, da ganância e egoísmo que caracterizam as sociedades desenvolvidas contemporâneas.

Como se conseguirá esse prodígio?

Substituindo a economia baseada no dinheiro por uma economia baseada nos recursos. Esta visão está baseada da observação de que os processos resultantes do sistema monetário, como o trabalho e a competição, corrompem a sociedade e afastam as pessoas do seu verdadeiro potencial. É nesta sociedade de cooperação e altamente tecnológica que o Projeto Vênus vê o escape da sociedade ao atual panorama eco-sociológico.

O sistema monetário e os processos associados a ele, tal como a venda do próprio trabalho e a competição, são danosas à sociedade e limitam o verdadeiro potencial da maioria das pessoas.

Profissões baseadas no sistema monetário, como por exemplo, advogados, banqueiros, vendedores de seguro, equipes de marketing e publicidade, vendedores e corretores de valores deverão ser eliminados.

"O que causará o colapso dos sistemas monetários do mundo será a infusão da automatização e a terceirização do trabalho. Isso inclui não apenas os trabalhadores de linhas de montagem, mas também médicos, engenheiros, arquitetos e semelhantes. Quando trabalhadores e profissionais perdem o seu poder de compra, as indústrias que dependem deles não conseguem mais funcionar. Isso trará um fim ao sistema monetário. Não é tanto uma questão dos donos abrirem mão de suas indústrias quanto o fato de que as pessoas não terão mais o poder de compra para sustentar este sistema.  Esse colapso já está em andamento numa escala global…" (movimentozeitgeist.com.br)

Metas

  • Realizar a declaração dos recursos mundiais como patrimônio comum de todas as pessoas. (a Amazônia seria internacionalizada)
  • Transcender as divisões artificiais que hoje arbitrariamente separam as pessoas.
  • Substituir economias nacionalistas baseadas em dinheiro por uma economia baseada em recursos.
  • Ajudar na estabilização da população mundial através da educação e do uso voluntário de contraceptivos.
  • Regenerar e restaurar o meio ambiente de acordo com o melhor de nossa capacidade.
  • Reprojetar cidades, sistemas de transporte, agroindústrias, e fábricas para que sejam energeticamente eficientes, limpas e capazes de servir convenientemente às necessidades de todas as pessoas.
  • Livrar-se gradualmente das entidades corporativas e dos governos, (locais, nacionais, ou supranacionais) como meios de gestão social. Obs.: Seus proponentes deixam claro que a abordagem para um governo global não tem absolutamente nada em comum com os presentes objetivos da elite de formar um governo mundial dirigida por ela e pelas grandes corporações. A visão de globalização autoriza todas as pessoas do planeta a ser as melhores que puderem, não a viver sobre submissão abjeta de um corpo governamental corporativo.
  • Compartilhar e aplicar novas tecnologias para o benefício de todas as nações.
  • Desenvolver e usar fontes de energia limpas e renováveis.
  • Produzir a mais alta qualidade em produtos para o benefício das pessoas do mundo inteiro.
  • Exigir estudos sobre o impacto ambiental antes da construção de quaisquer megaprojetos.
  • Encorajar o mais amplo espectro de criatividade e incentivo a empreendimentos construtivos.
  • Superar o nacionalismo, o fanatismo e o preconceito através da educação. (fanatismo leia-se: Religião)
  • Eliminar o elitismo seja técnico ou de qualquer outra forma.
  • Delinear metodologias através de pesquisas meticulosas em vez de opiniões aleatórias.
  • Melhorar a comunicação nas escolas para que a nossa língua seja relevante às condições físicas do mundo. (uma língua mundial?)
  • Fornecer não só as necessidades básicas de sobrevivência, como também desafios que estimulem a mente ao mesmo tempo em que enfatizam a individualidade em detrimento da uniformidade.
  • Finalmente, preparar as pessoas intelectual e emocionalmente para as mudanças e desafios que vêm pela frente. (um tipo de ‘Mudança de Mente e Comportamento’)

Etapas

1)   A primeira fase já está em andamento. A construção de um centro de pesquisa de 101.171,83 m² está completa.  Vídeos, panfletos, e um livro (‘O melhor que o dinheiro não pode comprar: além da política, pobreza e guerra’) estão sendo divulgados para aumentar o conhecimento público sobre este projeto e suas muitas propostas.

2)   Produção de um longa-metragem que irá retratar como funcionaria um mundo que aderisse às propostas desenvolvidas pelo Projeto Vênus: uma sociedade pacífica em que todas as pessoas formam uma família global no planeta Terra

3)   Construção de uma cidade para pesquisas experimentais. Essa nova cidade será dedicada a trabalhar para atingir as metas e objetivos do Projeto Vênus (ver tópico anterior).

4)   Parque temático: irá fornecer casas inteligentes, sistemas de transporte não poluentes e de alta eficiência, tecnologia computacional avançada, e muitas outras inovações que poderão acrescer valor às vidas de todas as pessoas – em um período curtíssimo de tempo.

A maioria das cidades antigas seria demolida e seus recursos minerados. Elas são ineficientes demais para serem mantidas. Algumas cidades serão reservadas como cidades-museus.

As cidades circulares multi-dimensionais e inovadoras usam os mais sofisticados recursos e técnicas de construção. O arranjo circular geometricamente elegante, cercado por parques e jardins, é projetado para operar com o mínimo de gasto de energia enquanto obtém o mais alto padrão de vida possível.

A cidade usaria tecnologia totalmente limpa em harmonia com a ecologia local.

Governo

Em relação à necessidade de um governo, haverá apenas durante a transição de uma sociedade monetária para uma economia computadorizada baseada em recursos. (E depois? Quem será responsável por repartir o bolo e dividi-lo em pates iguais?)

 

Comunismo

O Projeto Vênus difere do comunismo, pois este não previu os métodos e vantagens de uma economia baseada em recursos. Pelo contrário, o comunismo usou dinheiro e trabalho, teve estratificação social e oficiais eleitos para manter as tradições comunistas.   O comunismo usa dinheiro, bancos, exércitos, polícia, prisões, personalidades carismáticas, estratificação social e é administrado por líderes designados.

O comunismo não tem nenhum plano ou metodologia para pôr em prática os seus ideais juntamente com o capitalismo, fascismo e socialismo e juntos irão, no final, ficar na história como experimentos sociais que fracassaram.

Uma das preocupações do comunismo é a condição de trabalho e a classe trabalhadora. As maiores preocupações do Projeto Venus são produzir bens usando mão-de-obra limitada e eventualmente eliminar o trabalho ao mesmo tempo em que concede às pessoas todas as amenidades de uma sociedade próspera e energética

Nota: Vários blogs que abordam o assunto 'governo mundial' propõem o seguinte: para que um novo modelo de governo mundial seja aceito, seria necessário que antes seja apresentado pelo menos dois outros, opostos entre si, que não dêem certo.  Seria o conceito de Tese, Antítese e Síntese, ou seja, Capitalismo, Comunismo e ?? (o novo governo a ser implantado, contrapondo aos dois outros que se mostraram ineficientes).

 

Jacque Fresco

O Projeto Venus foi iniciado em 1975 por Jacque Fresco e Roxanne Meadows em Venus, Florida. Seu centro de pesquisa é uma propriedade de 21 acre (85,000 m2) que contêm várias construções de seu design, onde eles trabalham em livros e filmes para demonstrar seus conceitos e idéias  Fresco e Roxanne imaginaram cidades circulares, edifícios geométricos nos oceanos, naves habitadas no espaço, arquiteturas visionárias e amigáveis ao meio- ambiente.

Fresco produziu um extenso número de modelos em pequena escala baseados em seus desenhos, bem como várias edificações construídas com base em seus conceitos de simplicidade, sustentabilidade e estética. Com edifícios em forma de domo (forma arquitetônica também chamada de cúpula) altamente resistentes e eficientes, separados por lagos, jardins e trilhas projetados de maneira  que de uma construção não seja possível ver a outra, dando a oportunidade à freqüentes visitantes de vislumbrar um pouco do mundo do amanhã de Fresco. O Projeto Venus foi incorporado em 1995.

Quando era criança, Jacque Fresco teve a visão de uma forma que desde então é a base das suas inúmeras maquetes de cidades, meios de transporte, meios de construção, veículos espaciais e, inclusive, modelos sociais. Essa forma é a engrenagem.

 

Documentário

O Projeto Vênus está, em parte, associado ao movimento Zeitgeist (“espírito do tempo”), cuja obra culminou na edição de dois filmes (Zeitgeist, O Filme e Zeitgeist Addendum), ambos refletindo a visão de Peter Joseph sobre o clima intelectual e cultural da nossa época.

O Projeto Vênus é apresentado no documentário Zeitgeist: Addendum. O filme foi premiado no 5º Festival Anual de filmes ativistas, em Los Angeles, California em 2 de Outubro de 2008, vencendo seu maior prêmio, e ele foi lançado online gratuitamente no Google Video em 4 de Outubro de 2008.

O filme aborda várias questões: o Sistema de Reserva Federal dos Estados Unidos (como emissor de moeda), a CIA (agência de inteligência a serviço do governo), as corporações (mundo empresarial), governos e outras instituições financeiras, e mesmo religiões, concluindo que todas (incluindo o Cristianismo) essas instituições são corruptas e nocivas para a humanidade porque a sociedade é baseada em uma economia de escassez com base no uso do dinheiro, que deve ser substituído eventualmente. No final, o filme propõe a utilização da tecnologia como solução e o modelo apresentado seria o Projeto Vênus.

Nota: Neste ano (2011) foi lançado o terceiro filme: Zeitgeist: Moving Forward.

'Zeitgeist, O Filme' afirma que Jesus é um plágio das religiões, leia aqui uma refutação ao documentário.  

 

O Movimento Zeitgeist

Trata-se de um movimento social de escala mundial, que busca conceitos para uma mudança social. O Movimento é o braço ativista do Projeto Vênus e conta com mais de 400 mil membros (dados de 2010).

O Movimento Zeitgeist declarou 15 de março como o Dia Zeitgeist. Neste dia eventos locais acontecem em todo o mundo para partilhar informação e aprender com todas as pessoas interessadas.

 

Curiosidades

São muitas as curiosidades envolvendo esse Projeto e não pude deixar de publicá-las:

1) A cidade de Venus, Flórida é uma comunidade sem personalidade jurídica, com um corpo de bombeiros voluntários e um acampamento para gays, um dos poucos do estado

2) Venus está localizada nas Coordenadas 27° – 81° (27,0669, -81,3569). Elevação de 108 pés. Localizado na Route 27. (Somando os dígitos de cada números em negrito, teremos quatro números nove)

3) O modelo da cidade idealizada por Jacque Fresco lembra muito a cidade do filme espírita brasileiro ‘Nosso Lar’:

Nosso Lar: Cidade circular, no centro o governo centralizado e casas ao redor. O governo é comandado por humanos e tem uma maquete cibernética da Terra no meio.

Projeto Vênus: Cidade circular, no centro o governo cibernético (Sem estratificação social ou líderes), e casas ao redor, além da parte da plantação de alimentos e produção de energia verde,. No centro de cada cidade, um governo cibernético informa previsão do tempo, fluxo de migração, controle da biodiversidade dentre outros dados necessários (simbolizado por uma Terra holográfica).

Jacque Fresco iniciou o Projeto Vênus em 1975 e o livro, que deu origem ao filme, foi escrito em 1944. Chico Xavier foi o escritor do livro "Nosso Lar" e, segundo ele, apenas psicografou, o real escritor é o espírito André Luiz (personagem principal do livro).  

Os desenhos minuciosos e detalhados do mapa da cidade "Nosso Lar" assim como a arquitetura das edificações, ministérios e casas, foram criados pela médium "Heigorina Cunha" através de suas observações realizadas durante suas saídas do corpo (o tal desdobramento) em março de 1979 (4 anos depois do início do Projeto Vênus), conduzidas e orientadas pelo espírito "Lucius".

Seus desenhos foram esclarecidos e confirmados por Chico Xavier de que se tratava realmente da cidade “Nosso Lar” e mais tarde serviram de inspiração para criar o visual arquitetônico da cidade que se vê no filme.

No título do Filme aparece uma estrela que pode muito bem ser o planeta Vênus que é conhecido por estrela d'alva ou estrela da manhã.

Aliás, lembram do versículo em Isaías?:   "Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações!" (Is 14:12)

 

4) O blog israelsousa achou outras coincidências interessantes. Ele percebeu que o filme ‘Contato’ mostra uma cidade do planeta Vênus, muito semelhante ao do Projeto Vênus.

 

5) Outra coincidência é a suposta cidade perdida de Atlântida que, segundo os que acreditam que ela existiu, também teria o mesmo formato da cidade do Projeto Vênus.

Atlântida

 

6) Os adeptos da ufologia propõem um símbolo que possibilitaria uma comunicação entre os UFOS do planeta Vênus e os habitantes da Terra. O símbolo de contato com os Venusianos consiste de um círculo perfeito, tendo 9 cruzes – ou 9 pessoas deitadas, de braços abertos – (olha o número nove aparecendo novamente) dentro dele, todas com a cabeça voltada para o centro desse círculo. (site gnosisonline)

 

7) Algumas imagens dos supostos 'Crop Circle' ou Círculos Ingleses também lembram a forma da cidade proposta pelo Projeto Vênus.

 

8) Uma última observação: a Praça São Pedro no Vaticano:

 

Conclusão

"Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça" (2 Pe 3:13)

O problema deste Projeto é que o simples fato de disponibilizar mecanismos que venham diminuir ou erradicar a desigualdade e injustiça social, possibilitando que todos tenham o mesmo padrão de vida, pode sim diminuir crimes, corrupções, etc, mas nunca irá regenerar o homem, pois este já nasce com uma natureza pecaminosa, com tendência para o mal. 

Pensar que este paraíso com todas as propostas implantadas irá satisfazer o ser humano e fazê-lo ‘bonzinho’ é pura ilusão.

A terra só será habitada por pessoas com sua essência mudada, quando o Senhor, na manifestação da sua Vinda, transformar vivos e mortos, ou seja, os que têm seu nome escrito no Livro da Vida.

Inclusive a criação será mudada, ao ponto do lobo apascentar com o cordeiro e o leão comer palha com o boi.

Somente Deus tem o poder de recriar a terra e céu.

Temos a promessa de que o Senhor irá transformar e redimir toda a criação.

O que irá trazer a mudança radical será o relacionamento das pessoas com o Senhor, como está escrito:

“E irão muitos povos, e dirão: Vinde, subamos ao monte do SENHOR, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do SENHOR.” (Isa 2:3)

“E acontecerá que, todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrarem a festa dos tabernáculos.” (Zac 14:16)

“Todos os limites da terra se lembrarão e se converterão ao Senhor, e diante dEle adorarão todas as famílias das nações. Porque o domínio é do Senhor, e Ele reina sobre as nações.” (Salmos 22:27 e 28)

Temos um vislumbre da nova Terra que o Senhor irá criar no capítulo 65 de Isaías:

21 E edificarão casas, e as habitarão; e plantarão vinhas, e comerão o seu fruto: As pessoas desfrutarão o fruto do seu trabalho;

22a Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam: construirão suas próprias moradas.

22b …porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus eleitos gozarão das obras das suas mãos: poderão ter uma vida excepcionalmente longa;

23 Não trabalharão debalde, nem terão filhos para a perturbação; porque são a posteridade bendita do SENHOR, e os seus descendentes estarão com eles: Os seres humanos serão férteis e terão descendentes para honra.

25 O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, e o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o SENHOR: A qualidade de vida, a intimidade entre Deus e os seres humanos será tal que transformará o eco-sistema invertendo a ordem natural de violência entre o lobo e o cordeiro, ou o leão e o boi, para dar lugar à paz.

Só o poder transformador de Deus pode fazer a diferença. Sem Deus não haverá mudança real, porque somente Ele é quem cria e recria e regenera o homem.

Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles (Apo 21:3)

Maranata!

 

Leia também: Fundação Keshe: um convite à Paz Mundial

 

Para saber mais:

www.thevenusproject.com/pt_BR

www.movimentozeitgeist.com.br

www.thevenusprojectdesign.org

http://www.youtube.com/watch?v=lTYI3BlAx54

"O Projeto Venus" Versão Oficial – com música Hip Hop a partir do álbum "Zeitgeist: The Spirit Of The Age", baseado no Grupo Espiritual Hip Hop 'The Lost Children Of Babylon' (LCOB), Filadélfia – (nome do grupo traduzido: 'As crianças perdidas da Babilônia')

 

Fontes pesquisadas:

www.thevenusproject.com

www.movimentozeitgeist.com.br

www.pt.wikipedia.org

www.devanil.com/?p=8

www.israelsousa.mossol.com

 

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