Irã pretende destruir Israel até 2014

Filed Under (Gogue e Magogue, Sinais Proféticos) by Geração Maranata on 12-02-2012

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por Geração Maranata

O Irã deve atacar Israel
 
 
O aiatolá Ali Khamenei libera documento que fornece justificação legal, religiosa para a aniquilação do povo judeu.
 
 
O líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, apresentou uma justificativa legal e religiosa para a destruição de Israel e o povo judeu, em um documento publicado no site conservador persa Alef. O documento começou a circular na internet esta semana.
 
O documento, escrito pelo especialista em estratégia Alireza Forghani, apresentou as razões pelas quais, "Em nome de Allah, o Irã deve atacar Israel em 2014."
 
Chamando Israel de "tumor canceroso do Oriente Médio", Forghani lembrou a seus leitores que "Todos os nossos problemas são devidos a Israel!".
 
"Todo muçulmano é obrigado a armar-se contra Israel", insistiu ele, o raciocínio de que se o mundo muçulmano não atacar Israel no futuro próximo "a oportunidade pode ser desperdiçada e depois não será possível pará-los."
 
O documento explica que a guerra contra Israel deve ser realizada em nome da "jihad defensiva" – "Que quer obter o domínio sobre os muçulmanos e matá-los", ou a protecção do Islã contra os agressores.
 
Ele também esclareceu que, embora Israel ainda não tenha atacado o Irã, a ocupação de terras palestinas já justifica um ataque ao Islã determina que "as fronteiras políticas [do mundo] não se pode dividir os muçulmanos e a terra é dividida em duas partes – os países muçulmanos e países não-muçulmano."
 
Forghani assinalou que Israel é o único país no mundo com uma maioria judaica, baseando-se nos últimos resultados do Israel Central Bureau of Statistics's.
 
Ele postulou que, desde que Israel exige o apoio dos EUA e ocidentais a fim de atacar o Irã, deve aproveitar a "passividade" deste último (ocidentais) para "varrer Israel do mapa".
 
O documento prevê também uma "descrição concisa de mísseis balísticos de médio e longo alcance que possam atingir o território deste tumor canceroso regional" e destruir Israel em "menos de nove minutos."
 
 
Nota: Por que o Irã estimou o ano de 2014 para atacar Israel?  Esse ano é interessante, pois está previsto que ocorra alguns eventos raros nos céus, leia o post: Sinais no Céu e as Festas Judaicas.
 
Outras notícias relacionadas:
 
O regime sionista é um tumor cancerígeno que será removido

 

Fonte:  http://www.ruajudaica.com/

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, reiterou a ameaça existencial a Israel em seu discurso desta manhã na Universidade de Teerã, assistido por milhares de pessoas, em que disse que “o regime sionista é um tumor cancerígeno e será removido”. Khamenei também abordou a Primavera Árabe, dizendo acreditar que os palestinos em breve seguirão o exemplo do mundo árabe. Ele prometeu que "o Irã poderia ajudar qualquer país ou organização que lute contra o regime sionista, que agora é mais fraco do que nunca", disse ele. Khamenei, que tem a palavra final sobre todos os assuntos de Estado, disse que o Irã ajudou o Hezbollah e os palestinos do Hamas em suas lutas contra Israel. A multidão reunida no evento recebeu a declaração gritando "Morte a Israel".

 

Irã expõe argumento legal para desferir ataque genocida contra “tumor cancerígeno”

 
por Reza Kahlili
 
O governo iraniano, por meio de um site autorizado, expôs a justificativa legal e religiosa para destruir Israel e matar seu povo.
 
A doutrina inclui a eliminação de assentamentos israelenses e dos judeus ao redor do mundo.
 
Chamando Israel de um perigo para o islamismo, o site conservador Alef, que tem ligações com o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, afirmou que a oportunidade não deve ser perdida para remover “essa substância que estraga tudo”. É uma “justificativa jurisprudencial” matar todos os judeus e aniquilar Israel, e nesse ponto, o governo islâmico do Irã deve assumir a liderança.
 
Aiatolá Ali Khamenei
 
O artigo, escrito por Alireza Forghani, um analista e especialista em estratégia no campo do aiatolá Khamenei, já foi divulgado na maioria dos sites estatais iranianos, incluindo a agência Fars News, da Guarda Revolucionária, mostrando que o regime endossa a doutrina.
 
Como Israel irá (pretende) atacar as instalações nucleares do Irã (leia o post Israel defende ataque ao Irã), há uma justificativa para lançar um ataque cataclísmico preventivo contra o Estado de Israel, argumenta a doutrina.
 
Na sexta-feira, em um importante discurso durante as orações, Khamenei anunciou que o Irã irá apoiar qualquer nação ou grupo que atacar Israel, o “tumor cancerígeno”. Embora essa afirmação pareça um equívoco para alguns no ocidente, há fundamento por trás dela.
 
O Ministério da Defesa do Irã anunciou neste fim de semana que realizou o teste de fogo de um míssil de dois estágios e combustível sólido, e se vangloriou de ter lançado com sucesso um novo satélite em órbita, lembrando o Ocidente que seus engenheiros dominaram a tecnologia de mísseis balísticos intercontinentais, ao mesmo tempo em que o Estado Islâmico avança o seu programa de armas nucleares.
 
O comandante da Guarda Revolucionária, o general de brigada Seyyed Mehdi Farahi, afirmou em agosto que o míssil Safir, capaz de transportar um satélite ao espaço, pode facilmente ser lançado paralelamente à órbita da Terra, o que o transformaria em um míssil balístico intercontinental. Os analistas ocidentais não acreditavam que isso iria acontecer até 2015. Historicamente, orbitar um satélite é critério para atribuir a uma nação a capacidade de lançar esse tipo de míssil.
 
Forghani detalha o dever islâmico da jihad conforme está exposto no Alcorão em nome de Alá e afirma que a “jihad principal”, de acordo com alguns juristas xiitas, só pode acontecer quando o “messias” Mahdi, o imame secreto, 12º imame de acordo com os xiitas, retornar. Os xiitas acreditam que o retorno do Mahdi irá preceder o Armagedom. (grifo meu)
 
Na falta do imame secreto, afirma Forghani, a “jihad defensiva” poderia acontecer quando o islã for ameaçado, e os muçulmanos devem defender o islã e matar seus inimigos. Para justificar tal ação, Alef cita o primeiro imame xiita, Ali, que afirmava que “Iniciar uma guerra contra inimigos com quem a guerra é inevitável e que tenham grande probabilidade de atacar muçulmanos no futuro próximo é uma necessidade e um dever dos muçulmanos”.  Nesse aspecto, o aiatolá Khamenei emitiu uma fatwa em que autorizou o cumprimento da jihad principal em uma era de ausência do imame secreto sob a autorização de Vali Faghih.
O artigo então cita o Alcorão (Al Bácara 2:191-193): “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição [de muçulmanos] é mais grave do que o homicídio [de infiéis]… E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Alá”.
 
É dever de todos os muçulmanos participar dessa jihad defensiva, afirma Forghani. A fatwa emitida pelo último Aiatolá Ruhollah Khomeini deixou claro que qualquer dominação política por infiéis sobre muçulmanos autoriza estes a defender o islamismo por todos os meios. O Irã agora possui os meios para lançar destruição contra Israel, e em breve terá ogivas nucleares para seus mísseis balísticos intercontinentais.
 
Para atacar o Irã, conforme o artigo, Israel precisa da aprovação e do apoio dos EUA, e sob o atual clima passivo dos EUA, a oportunidade não deve ser perdida para varrer Israel antes que Israel ataque o Irã.
Sob essa doutrina preventiva, vários pontos zero de Israel devem ser destruídos e o seu povo aniquilado. Forghani cita o último censo da Agência Central de Estatísticas de Israel, que mostra que o país possui uma população de 7,5 milhões de cidadãos, dos quais a maioria de 5,7 milhões é de judeus. Ao se detalhar os distritos com a maior concentração de judeus, o censo indica que três cidades: Telavive, Jerusalém e Haifa possuem mais de 60% de população judaica, que o Irã poderia definir como alvo dos seus mísseis Shahab 3, matando todos os seus habitantes.
 
Forghani sugere que o míssil iraniano Sejil, que é de dois estágios com uma trajetória e velocidade que são impossíveis de interceptar, devem mirar instalações israelenses, tais como: a usina nuclear Rafael, que é o principal centro de engenharia nuclear de Israel; a usina nuclear Eilun; outro reator israelense em Nebrin; e o reator Dimona no centro de pesquisa nuclear em Neqeb, o mais importante reator nuclear do país por produzir 90% do urânio enriquecido das suas armas nucleares.
 
Outros alvos, de acordo com o artigo, incluem aeroportos e bases da força aérea como a de Sedot Mikha, que contêm os mísseis balísticos Jericho, localizada no sudoeste da base aérea de Tel Nof, onde se encontram os aviões equipados com armas nucleares. Alvos secundários incluem usinas nucleares, estações de tratamento de água e esgoto, recursos energéticos e infraestruturas de transporte e comunicação.
Finalmente, afirma Forghani, os mísseis Shahab 3 e Ghadr podem mirar assentamentos urbanos até que os israelenses sejam exterminados.
 
Forghani afirma que Israel poderia ser destruído em menos de nove minutos e que o Khamenei, como autoridade máxima, o Velayete Faghih (jurista islâmico), também acredita que Israel e os EUA não apenas devem ser derrotados como exterminados.
 
Os radicais no poder do Irã hoje não apenas possuem mais de 1000 mísseis balísticos, mas estão a ponto de poder lançar um míssil intercontinental, além de possuírem urânio enriquecido suficiente para seis bombas nucleares, pois eles continuam com alta produção de urânio enriquecido, apesar das quatro rodadas de sanções da ONU ao país.
 
O documentário secreto produzido pelo Irã “A Vinda Está Próxima” indica claramente que esses radicais acreditam que a destruição de Israel irá desencadear a chegada do último messias islâmico, e que até Jesus Cristo (que irá se converter ao islamismo) irá atuar como seu representante, rezando a Alá e posto atrás do 12º imame. (Leia o post 'Discurso do presidente do Irã na ONU – Nova Ordem Mundial Espiritual')
 
 
Herdeiros superam Hitler em ousadia
por Osias Wurman
 
 
Desde o Holocausto ninguém ousou confessar tão abertamente a intenção de praticar um novo genocídio contra o povo judeu.
 
Assim fez o líder supremo do Irã, aiatolá Kamenei, ao afirmar na TV iraniana que “no futuro, apoiaremos todo aquele que se opor ao regime sionista”. Para o aiatolá, Israel “é um tumor cancerígeno que deve ser cortado. E ele será cortado com a ajuda de Deus”. Kamanei publicou documento doutrinário onde enfatiza que “a aniquilação de Israel e de todos os judeus é legal e moralmente justificada”.
 
As ameaças de Kamenei estão fundamentadas e detalhadas, segundo seus fanáticos seguidores, no site da Internet vinculado ao líder fundamentalista, intitulado ALEF, em detalhado dossiê escrito por Alireza Forghani, um analista e estrategista de Kamenei, e republicado na maioria dos sites estatais conservadores dando respaldo oficial ao que está no documento.
 
O relatório mostra onde estão as cidades com mais alta concentração judaica em Israel, onde os judeus totalizam 5,7 dos 7,5 milhões de israelenses.
 
Acima publicam o mapa do local onde se encontram as instalações nucleares de Israel, segundo o relatório, afirmando que 60% da população judaica poderia ser alcançada pelos mísseis iranianos Shahab3. Ainda no relatório é dito que os mísseis Sejil, de difícil interceptação, cuidariam de atacar as instalações estratégicas israelenses em Dimona, Nahal Sorek e a fábrica de armas da Rafael em Eilun e Nebrin.
 
 
As bases da Força Aérea, os aeroportos, centrais elétricas e estações de água também seriam alvos dos mísseis iranianos, segundo consta claramente no relatório. O macabro documento acaba afirmando que os foguetes Ghadar seriam responsáveis em destruir os assentamentos urbanos, “até que o Estado Judeu seja apagado do mapa”. Hitler e seus asseclas não tiveram tamanha ousadia em afirmar abertamente que desejavam aniquilar fisicamente um povo. Enquanto a ONU, a União Européia e os EUA aplicam sansões econômicas ao Irã, este responde com uma ameaça existencial ao povo de Israel.

 

Documento iraniano defende ataque a Israel até o ano de 2014

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5609843-EI308,00-Documento+iraniano+defende+ataque+a+Israel+ate+o+ano+de.html

Um documento publicado pelo website persa Alef na última passada no Irã veio ao encontro aos temores alardeados pelo Ministério de Relações Exteriores de Israel. Alireza Forghani, estrategista do aiatolá Ali Khamenei, defendeu em um artigo escrito em farsi as razões pelas quais, "em nome de Alá, o Irã deve atacar Israel até 2014". O texto foi reproduzido em outros sites governamentais do Irã, inclusive pela agência Fars (o texto está disponível aqui). Por outro lado, apesar de sua proximidade com o supremo líder religioso, Forghani procura pontuar que se trata de sua opinião pessoal e não a do governo iraniano.

No texto, Forghani se refere a Israel como "um tumor cancerígeno no Oriente Médio" e diz aos leitores que "todos os problemas" dos iranianos "são culpa de Israel". "Todo muçulmano é obrigado a se preparar contra Israel", diz. Se o mundo muçulmano não atacar Israel no futuro próximo, "a oportunidade pode se perder e talvez não seja possível pará-los". O documento estabelece que uma guerra contra Israel deve ser levada a cabo em nome de "uma jihad defensiva" para proteger o Islã. Para o estrategista iraniano a "ocupação das terras palestinas" justificam o ataque a Israel, uma vez que "as fronteiras políticas não podem separar muçulmanos e a Terra está dividida em duas partes – países muçulmanos e não-muçulmanos". Forghani provê uma descrição de mísseis de longo e médio alcance que poderiam destruir Israel em "menos de nove minutos".

Um diplomata israelense consultado pelo Terra lamentou o artigo, apesar de avaliar não ser "novidade" o fato de, que para o regime iraniano, Israel não seja um país legítimo. "Eles consideram nosso país como um câncer que deve ser retirado do Oriente Médio. Ahmadinejad e a elite governamental iraniana repetem a todo momento que Israel deve ser destruído", afirmou o representante israelense do Ministério de Assuntos Exteriores em Jerusalém. "E exatamente por isso acreditamos que o Irã é uma ameaça e sua política e programa nuclear atômico devem ser bloqueados", defendeu o funcionário.

Nas últimas semanas o governo israelense do premiê Benjamin Netanyahu tem insistido que a comunidade internacional tome medidas contra o avanço do programa nuclear iraniano, que consideram ter fins bélicos. O vice-ministro de Relações Exteriores de Israel, Dany Ayalon, pediu esta quinta-feira à Colômbia, como atual representante do comitê que monitora as sanções contra Irã e Sudão e como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU, que implemente um embargo à exportação de petróleo iraniano como forma de pressionar o regime a paralisar seu controverso programa nuclear.

Especialistas têm alertado para o risco de conflito entre Israel e Irã, uma vez que ambos os países vem aumentando a guerra retórica e psicológica travada nos meios de comunicação. Existe o temor de que Israel realize um ataque preventivo para se defender das ameaças de destruição propagadas pelo Irã. No último domingo, o presidente norte-americano, Barack Obama, tentou acalmar os ânimos. "Não acredito que Israel já tenha tomado uma decisão", disse Obama.

Para o analista político iraniano, Trita Parsi, a solução seria aceitar o enriquecimento limitado de urânio em solo iraniano sob o estrito controle das inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), "com uma transparência e regime de verificação que torne a militarização do programa praticamente impossível". No entanto, Parsi avalia que existe uma falta de vontade política tanto em Teerã, quanto na Washington em ano de eleições, para resolver o aumento da tensão entre Israel e Irã.

"É o que levou Obama a ceder ao Congresso e a Israel, e a adotar uma política equiivocada, e o que levou a liderança dividida em Teerã a ter mais medo do compromisso (político) do que uma escalada (do conflito)", conclui Parsi.

 

 

 

Israel defende ataque ao Irã (atualizado em 21-11-2011)

Filed Under (Gogue e Magogue) by Geração Maranata on 02-11-2011

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Atualizado em 21-11-2011

"Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque, e Tubal, e profetiza contra ele.
E dize: Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu sou contra ti, ó Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal;
E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos vestidos com primor, grande multidão, com escudo e rodela, manejando todos a espada;
Persas (Irã), etíopes (Sudão), e os de Pute (Líbia) com eles, todos com escudo e capacete;
Gomer e todas as suas tropas; a casa de Togarma, do extremo norte, e todas as suas tropas, muitos povos contigo." (Ezequiel 38:1-6)

 

 

Irã espera ataque para enviar Israel ao "lixo da história"
 
21-11-2011
 
O comandante da força aérea da Guarda Revolucionária, o general Amir Ali Hadjizadeh, declarou que o Irã espera que Israel cometa o erro de atacar o país para enviar o país vizinho ao "lixo da história", informou a agência Fars.
 
"Uma de nossas grandes esperanças é que cometam tal ação, pois há muito tempo existe uma energia armazenada que esperamos utilizar para enviar os inimigos do Islã ao lixo da história", declarou o general, ao comentar as ameaças de ataques israelenses contra as instalações nucleares iranianas. "O desenvolvimento de nossas capacidades balísticas não cessará nunca", completou.
 
Nas últimas semanas, autoridades israelense ameaçaram atacar as instalações nucleares iranianas. O Irã advertiu Israel e os Estados Unidos contra qualquer ataque e ameaçou executar represálias não apenas contra Israel, mas contra os interesses americanos na região.
 
 
 
 
"Chegou o momento" para agir sobre o Irã, adverte Israel
20-11-2011
 
O governo de Israel considera que "chegou a hora" de agir contra o Irã, afirmou este domingo o ministro da Defesa, Ehud Barak, que em entrevista concedida nos Estados Unidos se negou a descartar um ataque militar para deter o programa nuclear da República Islâmica.
 
Depois que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) aprovou, na sexta-feira, uma resolução condenando as atividades nucleares do Irã, Barak assegurou em declarações à rede de TV americana CNN que a paciência de Israel estava se esgotando, razão pela qual foi questionado sobre as crescentes especulações sobre um ataque militar israelense. "Não acho que este seja um assunto para discutir publicamente. Mas posso dizer que o relatório da AIEA faz refletir muitos líderes do mundo, assim como a população, e o povo entende que chegou o momento", afirmou Barak.
 
A agência das Nações Unidas sobre energia atômica publicou no começo do mês um relatório no qual dizia haver informação "confiável" de que o Irã estava realizando "atividades relevantes para o desenvolvimento de um dispositivo nuclear explosivo". Na sexta-feira passada, sua junta de governadores aprovou uma resolução de condenação pelas atividades nucleares iranianas, mas não chegou a denunciar o Irã na ONU, nem estabeleceu nenhum prazo para cumprir seus compromissos.
 
As potências ocidentais acusam o Irã de querer desenvolver uma arma atômica. Enquanto isso, o governo iraniano assegura que seu programa nuclear tem fins estritamente pacíficos. Estados Unidos, França e Grã-Bretanha usaram o relatório da AIEA para aumentar a pressão contra o Irã, que já foi submetido a quatro rodadas de sanções por parte do Conselho de Segurança e a restrições adicionais por parte de europeus e americanos.
 
Mas a China, que depende em grande parte das importações de petróleo iraniano, e a Rússia, que também tem estreitos laços comerciais com o Irã e constrói sua única usina de energia nuclear, foram mais cautelosas.
 
 
 
 
Netanyahu tenta convencer ministros a atacar o Irã

02-11-2011

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel e seu ministro da Defesa, Ehud Barak, tentam convencer os membros do seu Governo a apoiarem um ataque a instalações de armas nucleares no Irã, noticia o jornal israelita Haaretz.

Na segunda-feira, Barak negou informações da imprensa de que teria decidido, em conjunto com Netanyahu, atacar o Irã, apesar da oposição dos comandantes das Forças Armadas e dos serviços de inteligência.

Ao mesmo tempo, no entanto, Barak afirmou que é preciso "atuar por todos os meios necessários e não descartar nenhuma opção".

O Haaretz afirma que Netanyahu, Barak e o ultradireitista ministro das Relações Exteriores, Avigdor Lieberman, querem atacar o Irã, mas que os outros principais ministros do gabinete são contrários.

Para estes cinco ministros, Israel devem continuar tentando mobilizar os países ocidentais para exercer pressões econômicas contra o Irã, e não pode atacar militarmente o Irã sem um acordo com os Estados Unidos.

O Haaretz, que cita ministros e altos funcionários da Defesa e das Relações Exteriores, afirma que o governo israelense considera decisivo um relatório que será divulgado no dia 8 de novembro pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

Israel e as potências ocidentais acusam o Irã de tentar fabricar a bomba atômica, sob a fachada de um programa nuclear civil. Teerã nega que o programa tenha objetivos militares.

 

Aumenta temor em Israel com possibilidade de ataque ao Irã

02-11-2011

Especulações sobre um possível ataque de Israel ao Irã provocaram uma onda de duras críticas e alertas no país contra a eventual medida. O assunto tem tido grande destaque na mídia local, em particular depois de uma reportagem no jornal israelense Yediot Ahronot, assinada porum dos mais respeitados jornalistas do país, ter dito que o premiê, Binyamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Ehud Barak, têm um plano para atacar as instalações nucleares do Irã.

Vários políticos, analistas e militares se manifestaram contrários ao plano. Segundo a imprensa, todos os chefes das forças de segurança do país, entre eles o chefe do Estado Maior, general Benny Gantz, e o chefe do Mossad, Tamir Pardo, também são contra um ataque ao Irã. O ministro do Interior, Eli Ishai, que se opõe ao plano, disse que "não consegue dormir" por causa da possibilidade de Israel atacar o Irã. A declaração de Ishai foi vista como um sinal de que o plano existe, pois o ministro faz parte do gabinete de segurança do governo.

O ex-ministro da Defesa, Binyamin Ben Eliezer, disse à radio estatal de Israel que um ataque ao Irã "não seria menos perigoso do que a própria ameaça iraniana" e rejeitou veementemente qualquer plano nesse sentido.

Em entrevista à radio estatal de Israel, Eliezer condenou o plano e disse que espera que a "razão vigore". Tzipi Livni, líder do partido de oposição Kadima, disse em uma reunião do Parlamento nesta semana que "Netanyahu deve ouvir os conselhos dos chefes das forças de segurança (contra o ataque)".
 

Sem apoio

Analistas dizem que o plano poderia der executado "depois de Shalit e antes do inverno", em referência ao alto nível de aceitação popular de Netanyahu após a libertação do soldado israelense Gilad Shalit e ao fato de que o Exército prefere não realizar operações militares durante o período das chuvas do inverno, entre dezembro e fevereiro.

Netanyahu e Barak não confirmaram nem descartaram a decisão, mas seus últimos pronunciamentos deixaram margem para interpretações que geram preocupação em Israel.

Em uma declaração na terça-feira, Ehud Barak afirmou que Israel "é o país mais forte do Oriente Médio, desde Tripoli até Teerã, e pode vir a enfrentar situações em que terá que defender seus interesses sem o apoio de forças regionais ou de outras forças (EUA?)".

Segundo Ben Eliezer, um ataque de Israel ao Irã sem a concordância dos Estados Unidos e em uma situação de isolamento diplomático, seria "altamente perigoso" para Israel. O governo americano enviou vários emissários a Israel para deixar claro que se opõe a um plano de ataque ao Irã.

De acordo com Netanyahu, o programa nuclear iraniano representa uma ameaça "pesada e direta" contra Israel. O premiê israelense também já afirmou em diversas ocasiões que o significado de uma bomba atômica em poder do Irã seria de um "segundo Holocausto".

Sanções

De acordo com analistas militares, um bombardeio da Força Aérea israelense às instalações nucleares do Irã não poderá destruir o projeto nuclear do país, pois os alvos são numerosos e estão dispersos por todo o território iraniano, alguns deles enterrados profundamente em locais subterrâneos.

Eles afirmam ainda que se Israel bombardear o Irã, milhares de civis israelenses poderão morrer em consequência de um contra-ataque de mísseis iranianos, que seriam disparados principalmente contra a cidade de Tel Aviv. Um ataque ao Irã, segundo as análises, também teria um amplo impacto em todo o Oriente Médio e afetaria a economia mundial.

O ministério das Relações Exteriores de Israel iniciou uma campanha exortando a comunidade internacional a endurecer as sanções ao Irã. De acordo com o ministério, "as chances de frear o programa nuclear iraniano apenas com medidas diplomáticas estão se reduzindo".

Israel sugere a proibição de qualquer transação com o Banco Central do Irã, o boicote ao petróleo bruto do país e sanções contra suas empresas aéreas e marítimas.

No dia 8 de novembro, a Agência Internacional de Energia Atômica deverá publicar um relatório com novas informações sobre o programa nuclear iraniano.

 

Israel testa mísseis após alerta sobre programa do Irã

02-11-2011

Israel testou um míssil nesta quarta-feira, dois dias depois de o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ter alertado para a "ameaça direta e pesada" que o programa nuclear iraniano representa para o estado judaico.

"Israel realizou hoje o teste de disparo de um sistema de propulsão por foguete a partir da base Palmachim", disse um comunicado do Ministério de Defesa. "Isso havia sido planejado há algum tempo pela defesa e foi realizado conforme o programado."

O míssil voou em um ângulo alto em direção ao céu, com sua pluma visível ao longo do centro de Israel, segundo testemunhas que informaram a mídia local do lançamento antes do anúncio formal do ministério.

O ministério se recusou a dar detalhes sobre o sistema testado, mas o correspondente para assuntos militares da Rádio Israel, que é regularmente informado por funcionários de alto escalão sobre questões de defesa, disse que um "míssil balístico" havia sido lançado.

O termo geralmente se aplica a mísseis de longo alcance para lançar ogivas. Israel, que não confirma nem nega ter tais armas, conhecidas como Jericós, também vem aprimorando seu escudo aéreo Arrow, que usa mísseis interceptadores para abater mísseis balísticos acima da atmosfera.

A imprensa israelense tem realizado uma série de reportagens sobre supostos esforços do primeiro-ministro Netanyahu para garantir a aprovação do gabinete para uma ação militar contra o Irã. Alguns analistas dizem que a especulação visa convencer as potências mundiais a endurecer as sanções sobre Teerã.

Questionado sobre as especulações da mídia, um porta-voz do primeiro-ministro se recusou a comentar, afirmando que Netanyahu havia falado sobre o programa nuclear de Teerã em um discurso político na segunda-feira que abriu a sessão de inverno do Parlamento.

"Um Irã nuclear vai representar uma ameaça séria para o Oriente Médio e todo o mundo, e isso, claro, representa uma ameaça séria e pesada para nós," disse Netanyahu naquele discurso, repetindo comentários feitos por ele no passado.

Netanyahu não deu nenhuma indicação sobre qual ação Israel poderia tomar. Ele disse que todas as opções estão disponíveis para tentar impedir que o Irã construa armas nucleares. O Irã alega estar enriquecendo urânio para propósitos pacíficos.

Veja o vídeo neste link: http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4142862,00.html

 

Fontes:

http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5g2A0HQ57l-0fMXook7yqN72izmXg?docId=CNG.0ca19e6375fc6bf9b75dd8be9b0d61d0.6c1

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE7A103L20111102

http://noticias.portugalmail.pt/artigo/20111102/israel-tenciona-atacar-irao

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5449037-EI308,00-Aumenta+temor+em+Israel+com+possibilidade+de+ataque+ao+Ira.html

 

 

 

Russia planeja construir 5.000 abrigos subterrâneos

Filed Under (Gogue e Magogue) by Geração Maranata on 17-09-2011

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This entry is part 6 of 6 in the series Gogue e Magogue

por Geração Maranata

Alguns teólogos acreditam que a Rússia representa o Magogue Bíblico (o filho de Jafé) que habitou na Àsia central. Seus descendentes, os Citas, são os ancestrais do povo Russo de hoje.

A profecia de Ezequiel 38 diz que "no fim dos anos" os povos da terra de Magogue, Meseque e Tubal , junto com os Persas, Etíopes(ou Cuxe), Pute(ou Líbia) e Togarma e muitos outros povos irão invadir a "terra que se recuperou da espada" (Israel).

"No fim dos anos virás à terra que se recuperou da espada, e que foi congregada dentre muitos povos, junto aos montes de Israel, que sempre se faziam desertos; mas aquela terra foi tirada dentre as nações, e todas elas habitarão seguramente. Então subirás, virás como uma tempestade, far-te-ás como uma nuvem para cobrir a terra, tu e todas as tuas tropas, e muitos povos contigo.” Ezequiel 38.8

 

Leia mais sobre o assunto em : Um Olhar Aprofundado nos Equivalentes Modernos aos Nomes Bíblicos em Ezequiel 38

Descoberta arqueológica evidenciando que povo Russo descende dos Citas:

 

Rússia: A descoberta de guerreiros citas no Vale dos Reis

Arqueólogos encontram sepulturas e vestígios citas na Sibéria

Os arqueólogos que fazem escavações no Vale dos Reis, famoso sítio na Província de Tuva, no sul da Sibéria, descobriram sepulturas e vestígios de antigos guerreiros citas. Os citas eram um antigo povo iraniano de pastores nômades e equestres que dominaram a região hoje ocupada pelos países banhados pelo mar Cáspio.

Segundo os arqueólogos, o material encontrado data de mais de dois mil anos, e algumas peças como arcos, flechas e facas foram achadas em bom estado, considerando-se o período em que foram fabricadas. Os arqueólogos também encontraram vários objetos de couro, com diversos ornamentos. Para os pesquisadores, foi uma grande surpresa, devido ao fato de que o couro se degrada com facilidade e não costuma se conservar por tanto tempo. Foram também encontrados alguns brincos de ouro, muito populares entre os guerreiros citas, para quem o ouro era um metal sagrado.

Fonte: http://www.diariodarussia.com.br/fatos/noticias/2011/09/09/russia-a-descoberta-de-guerreiros-citas-no-vale-dos-reis/

 

Russia planeja construir abrigos 5.000 abrigos subterrâneos

A Rússia está planejando a construção de cerca de 5.000 novos abrigos de bomba nuclear na capital Moscou, até o final de 2012 para proteger os moradores contra um possível ataque nuclear.

Autoridades russas acreditam que os abrigos antibomba são necessários, pois poderão proteger cerca de metade da população de Moscou, informou o canal de TV Russia Today

A tarefa teria sido dada a Arquitetos que deverão projetar um modelo típico e fácil de construir.  Esses abrigos ficarão localizados por toda a cidade, 10 a 15 metros abaixo do solo, onde deverão ser construídos blocos de apartamentos, shopping centers, complexos desportivos e parques, de modo que as pessoas possam alcançá-los dentro de um minuto no caso de um ataque.

Moscou realizou sua primeira construção em massa de abrigos antibombas nuclear em 1930, desde quando 7.000 deles foram construídos.

Algumas estações de metrô da Rússia também foram construídas com uma maior profundidade no subsolo, para que pudessem ser usadas como abrigos anti-aéreos.

No entanto, no início de 1990, muitos abrigos foram privatizadas por empresas comerciais que as usavam como armazéns, estacionamentos e até mesmo restaurantes.

Enquanto isso, a China anunciou planos similares de construção de abrigos anti-bomba nuclear, há alguns anos atrás.

O escritório de Defesa Civil de Xangai anunciou a conclusão de um enorme abrigo subterrâneo, que pode acomodar até 200 mil pessoas ao mesmo tempo .

Fonte: http://www.presstv.ir/detail/187699.html (Press TV é um canal televisivo de notícias internacional, em inglês, financiado pelo Governo do Irã (os Persas bíblico).

 

Continua o Alinhamento de Ezequiel 38 e 39

Como que irresistivelmente impelidos pela velocidade com que as profecias se vão desenrolando para os "últimos dias", dois dos principais protagonistas no desempenho dos principais acontecimentos relacionados com a invasão final de Israel descrita em Ezequiel 38 e 39 encontraram-se na semana passada para juntamente com outros países discutirem uma "nova ordem internacional" anti-ocidental.

Trata-se obviamente da Rússia e do Irã, que se vão aproximando um do outro e fazendo alianças que acabarão por se voltar contra eles próprios.

No dia 15/06/2011 o presidente russo Dmitry Medvedev encontrou-se com o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad e outros líderes da Ásia central e oriental na cimeira da "Organização de Cooperação de Shangai" (SCO) realizada Astana, capital do Cazaquistão. Formada em 2001, a SCO é amplamente vista como uma rival à NATO. Na cimeira, o ditador iraniano entregou um empolado discurso contra os "escravizadores e colonizadores" do Ocidente, e apelou a uma nova ordem internacional, incluindo a construção de uma aliança política e militar anti-Ocidental.

"Creio que podemos juntos reformar a forma como o mundo é governado" – declarou Ahmadinejad, segundo relatos da Agence France Press. E prosseguiu: "Nós podemos restaurar a tranquilidade do mundo". Segundo relatos, o ditador dirigiu-se então aos líderes da Rússia e da Ásia, perguntando-lhes: "Algum de nós já usou uma bomba atómica contra os cidadãos indefesos de qualquer outro país? Algum dos nossos países tomou parte na criação do 11 de Setembro sob cujo pretexto o Afeganistão e o Iraque foram invadidos e mais de um milhão de pessoas foram mortos ou feridos?"

Uma reportagem da Associated Press cita Ahmadinejad apelando à Rússia, China e países da Ásia central para "formarem uma frente unida contra o Ocidente". Perguntou ainda: "Qual dos nossos países (desempenhou um papel) na tenebrosa era da escravidão, ou na destruição de centenas de milhões de seres humanos?"

Esta aliança "tenebrosa" faz-nos pensar na aliança futura prevista em Ezequiel 38 e 39 e que virá contra Israel para tentar destruir o povo judeu naquilo a que a Bíblia chama de "últimos dias" da história.

Quando consideramos o quão próximos a Rússia e o Irã atualmente se encontram desta realidade, juntamente com o Sudão, a Líbia e a Argélia, por exemplo, não será difícil visionar o cumprimento destas profecias ainda para os nossos dias, ou para os anos mais próximos.

Não podemos especular, apenas tirar conclusões que nos parecem óbvias. E com a velocidade em que os acontecimentos se estão desenrolando por todo o Médio Oriente, nada mais nos poderá surpreender, unicamente a intensidade com que os mesmos se vão desencadeando.

Aguardemos para ver. Estejamos preparados para estes "últimos dias" afim de não sermos apanhados desprevenidos.

Fonte: http://shalom-israel-shalom.blogspot.com/2011/06/continua-o-alinhamento-de-ezequiel-38.html

 

 

 

 

Gogue e Magogue – Parte IV

Filed Under (Gogue e Magogue) by Geração Maranata on 05-09-2010

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por Randy Thomas

Continuação

A Batalha Pertence ao Senhor

Deus declara através de Seu profeta Ezequiel que derrotará a Rússia e seus aliados no maior desastre militar da história. De acordo com Ezequiel 39.2, cinco sextos do exército comandado pela Rússia (85%) será aniquilado por Deus sobre as montanhas de Israel. O Senhor iniciará o maior terremoto já experimentado até então na história, com centro nas montanhas de Israel, mas afetando as cidades ao redor do globo. Ademais, a destruição sobrenatural será acompanhada pelos julgamentos adicionais de Deus, incluindo “peste, chuva inundante, grandes pedras de saraiva, fogo e enxofre” (38.22). O Senhor trará tamanha confusão e caos sobre o inimigo, que “a espada de cada um se voltará contra seu irmão” (verso 21). A devastação e perda de vidas humanas será tão grande que “a casa de Israel os enterrará durante sete meses” (Ezequiel 39.12). As armas e suprimentos de combustível capturados proverão combustível para as cidades e vilas de Israel por sete anos (verso 9).

É interessante notar que novas armas Russas estão sendo produzidas utilizando um novo material chamado “lignostone”. Preparado de um material de madeira comprimido, esse material foi desenvolvido na Holanda para ser usado como combustível. Entretanto, os laboratórios bélicos Soviéticos descobriram que essa substância única, chamada lignostone, é tão forte quanto o aço, leve, moldável, e quase invisível ao radar. Essas características únicas encorajaram os militares Soviéticos a utilizarem esse material vários veículos militares e armamentos. Uma das características da lignostone é que ela queima a temperaturas muito altas e pode ser prontamente utilizada como um combustível alternativo. O uso de lignostone, e o fato de que as unidades militares móveis Russas podem levar grandes quantidades de combustível (em containers de 100 metros de lado) para seus tanques e helicópteros, pode explicar a profecia de que a derrota desse exército proverá vasta fonte de combustível para Israel por um período de sete anos.

A profecia registrada em Ezequiel 38.21 e 39.21-22 indica que o propósito de Deus nessa intervenção extraordinária na história é para glorificar e santificar Seu Santo Nome aos olhos de Israel e das nações Gentias. A impressionante destruição associada com essa vitória sobre o exército comandado pela Rússia não ficará confinada somente aos exércitos invasores. Deus declarou, “E enviarei um fogo sobre Magogue e entre os que habitam seguros nas ilhas; e saberão que eu sou o Senhor.” (Ezequiel 39.6). A Rússia (Magogue) será devastada pela ira de Deus, bem como as nações que “habitam seguros nas ilhas”, que pode se referir à Europa e América.

A Rússia pré-posicionou suprimentos militares no Líbano, Iraque, Síria, Líbia e Egito na preparação para a invasão Russo-Árabe de Israel. É mais fácil e mais eficiente para a Rússia enviar por avião grande número de homens com armamentos leves para a Síria, Egito e Líbano para pegar as armas pré-posicionadas, do que enviar suprimentos militares pelo ar para eles. Equipamentos militares normalmente pesam de cinco a dez vezes mais que o soldado que o utilizará. A mesma lógica motivou os militares Norte Americanos a pré-posicionarem enormes quantidades de suprimentos militares na Europa para que estivessem disponíveis às tropas Americanas e Canadenses que voariam para a Alemanha e França no evento de uma invasão Russa à Europa Ocidental. A OLP, Iraque, Jordânia, Líbia e Síria estão elas mesmas tão fortemente armadas que têm pouca utilidade prática para esse equipamento adicional.

O autor profético, Grant Jeffrey, dá um possível vislumbre sobre o tempo da invasão de Magogue. Ele escreve: “Apesar das Escrituras não indicarem o ano em que essa invasão futura e a derrota da Rússia ocorrerão, o profeta Ageu nos dá uma forte indicação de qual será o dia, na verdade. Ageu revela que no vigésimo quarto dia do nono mês (Chisleu) do calendário Judaico, o dia anterior aoHanukkah, Deus salvará Israel, como o fez duas vezes antes nesse dia: (1) a derrota do exército Sírio e a retomada do Templo em 165 a.C. e (2) a captura de Jerusalém das mãos dos Turcos pelos Britânicos em 1917, durante as batalhas finais da 1ª Gerra Mundial”.

O profeta Ageu declara:

“E veio a palavra do Senhor segunda vez a Ageu, aos vinte e quatro dias do mês, dizendo: Fala a Zorobabel, governador de Judá, dizendo: Farei tremer os céus e a terra; E transtornarei o trono dos reinos, e destruirei a força dos reinos dos gentios; e transtornarei os carros e os que neles andam; e os cavalos e os seus cavaleiros cairão, cada um pela espada do seu irmão.” (Ageu 2.20-22).

A descrição de Ageu e a exata linguagem de sua profecia são sobrenaturalmente parecidas com a linguagem de Ezequiel 38 e 39 que descreve a derrota da Rússia. O interessante é que Ageu nomeia o exato dia do ano em que isso ocorrerá. Uma vez que tantas outras profecias se cumpriram tão precisamente até ao dia, há uma forte possibilidade de que este evento profético também ocorrerá na data apontada de seu aniversário no calendário Bíblico. “Eis que vem, e se cumprirá, diz o Senhor Deus; este é o dia de que tenho falado.” (Ezequiel 39.8). O encontro de Deus com a Rússia está marcado; não será adiado.

A Rússia e seus aliados têm o seu encontro com o destino, nós também temos o nosso destino “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.” (Romanos 3.23) e “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.” (Romanos 6.23), mas diferentemente da Rússia e seus aliados, você pode mudar o seu destino!

Estudo extraído do site Olharprofético

Um Olhar Aprofundado nos Equivalentes Modernos aos Nomes Bíblicos em Ezequiel 38

Filed Under (Gogue e Magogue) by Geração Maranata on 02-09-2010

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Geração Maranata

Muitas das nações sobre as quais ouvimos nas notícias atualmente existiram em tempos antigos, mas com nomes diferentes. Ao usar os antigos nomes dos países sobre os quais profetizou, O Senhor tornou possível usar as Escrituras para interpretar as Escrituras. Muitas das informações abaixo podem ser conseguidas referenciando Gêneses 10, a assim chamada Tábua das Nações, em uma boa Bíblia de estudos. Aprender os nomes modernos das nações cujas famílias fundadoras são listadas ali realmente ajuda a conectar a profecia bíblica com os eventos atuais.

Gogue

Eu creio que Gogue seja um ser sobrenatural (aparecendo na batalha de Ezequiel 38 e na batalha final no final do Milênio), talvez a contrapartida de Satanás para o Arcanjo Miguel. Há uma referência obscura na tradução Septuaginta de Amós 7.1 a um Gogue, Rei dos Gafanhotos, o que quer que seja. Você não encontrará nenhuma pista disso nas traduções em Português a partir do Hebraico. Você só pode chegar lá através da tradução Grega (Septuaginta). Mas fisicamente sem conexão a nenhum território ou povo como no caso de Magogue e outros relacionados em Ezequiel 38, e com aparições bíblicas tão distantes no tempo entre uma e outra, há boas razões para crer que Gogue seja um ser não-humano, um dos de Satanás.

Magogue

Em contraste, existem mais de 130 referências históricas ligando Magogue aos antigos Scitas (eles derrotaram Saul na batalha de Bete-Sean e pregaram o seu corpo no portão da cidade). A Grande Muralha da China era conhecida como "O Baluarte de Magogue" em tempos antigos e foi construída para proteger a China de Magogue. Alguns vêem uma grande similaridade entre o que é conhecido sobre os Scitas e as hordas Mongóis de Genghis Kahn. Magogue era filho de Jafé e habitou a Àsia central. Seus descendentes, os Scitas, são os ancestrais do povo Russo de hoje.

Meseque e Tubal

Estes dois eram irmãos de Magogue e estão ligados à mesma área geral, mas mais provavelmente são o povo Turco. Josepho associou Meseque com a Capadócia, lar do antigo Império Hitita, na Turquia oriental.

Pérsia

Esta é mais fácil porque seu nome mudou para Irã em nossa memória.

Cushe e Pute

Estes dois eram filhos de Cão e irmãos de Mizraim (que significa "dois Egitos") e Canaã. De forma estreita eles são chamados de Etiópia (Cushe) e Líbia (Pute), mas ambos tinham posse de um território muito maior no passado. A palavra Cushe tem uma raiz Hebraica que significa negro, e pode ser representativa das raças negras da África, enquanto Pute pode representar a parte norte do continente; Algéria, Tunísia, Marrocos, Mauritânia, etc. Note que todos são filhos de Cão e, portanto, não Semitas. O denominador comun entre as nações Africanas é a religião (Islã) não a raça (Árabe).

Gômer

Outro filho de Jafé e irmão de Magogue, Gômer habitou os vales do Reno e do Danúbio, e pode ser associado com a Europa Oriental de hoje.

Bete Togarma

Bete significa casa em Hebraico. Togarma era filho de Gômer. Os Armênios de hoje cham a si mesmos de Casa de Togarma. Os Turcos (mas não os Curdos, que são os antigos Medos da famosa Medo-Pérsia) também são incluídos.

Seba e Dedã

Estes dois são primeiramente mencionados como netos de Cushe em Gêneses 10.7. Mais tarde, em Gêneses 25.3, lemos sobre dois netos de Abraão também chamados Seba e Dedã, nascidos de Jocsã, filho de Abraão com sua 2ª esposa, Quetura. Não está claro qual par de netos está sendo referido, mas comentários, apesar disso, identificam estes dois como representando possivelmente as nações da Pnínsula Árabe, notadamente a Arábia Saudita.

De acordo com os arqueólogos W. F. Albright e Wendell Philips, Seba ficava na extremidade sudoeste da Península Arábica do outro lado do Mar Vermelho em relação à atual Etiópia. Seba é conhecida na história como Sabá no sul da Arábia, os Sabaenses da geografia clássica, que negociavam especiarias com outros povos do mundo antigo. Dedã era provavelmente o habitat dos Árabes na parte norte do Deserto da Arábia, que é a atual Arábia Saudita. A antiga capital da Arábia Saudita ainda é chamada de Dedã em muitos mapas hoje em dia.

Társis

Társis era filho de Javan, que se estabeleceu na área do sul da Grécia. Existem três escolas de pensamento no que se refere a Társis. Um ponto de vista coloca Társis a Oeste, acessível a partir do grande porto de Salomão em Ezion Geber, no Mar Vermelho. Como Javan e sua família viajaram para o norte e para oeste de Babel na confusão das linguas, isto parece improvável. Grande embarcações marítimas eram freqüentemente apelidadas de "Navios de Társis" e muito provavelmente foi assim que Társis veio a ser ligada com Ezion Geber, já que tanto Salomão quanto Ezequias construíram tais navios lá. Outros a vêem como referência à antiga Tartessus, um porto marítimo no sul da Espanha, perto de Gibraltar. Outros ainda relembram as embarcações marítimas dos Fenícios, que operavam "Navios de Társis" perto de Cades e navegavam para o norte até a Inglaterra em busca de estanho, um metal utilizado na fabricação de bronze e outras ligas, que eles mineravam em Cornwall. Alguns crêem que o nome Britânia é na verdade derivado de uma palavra Fenícia que significa "fonte de estanho". Se for assim, como os "Navios de Társis" traziam estanho para o velho mundo, esta referência pode ser à Grãbretanha transformando os "leões" (KJV) ou "vilas" (NVI) de Társis em colônias Britânicas, das quais os EUA são a mais proeminente hoje. O fato de que o leão é o símbolo do Império Britânico apoia este ponto de vista.

Resumo

Novamente, é instrutivo ver o motivador comum como sendo a religião, não a raça. Alguns anos atrás, um editorial no Jerusalem Post delineou o plano "Árabe" como sendo composto de duas fases. Fase um era ganhar tanto quanto possível através do barato processo de negociações enquanto simultaneamente se enfraquecia Israel e se fortalecia a coalisão Muçulmana. Fase dois, depois de nenhum ganho negociado poder ser feito, era ir à guerra pelo restante.

Extraído do site Olhar Profético

 

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Gogue e Magogue – Parte III

Filed Under (Gogue e Magogue) by Geração Maranata on 30-08-2010

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Um estudo de Randy Thomas

Continuação  …

A Invasão

“Prepara-te, e dispõe-te, tu e todas as multidões do teu povo que se reuniram a ti, e serve-lhes tu de guarda.” Ezequiel 38.7

Magogue (Rússia) deverá ser tanto o líder quanto o provedor. Não é coincidência que a Rússia seja hoje o maior fornecedor de armas e tecnologia para os mesmos aliados listados.

“Depois de muitos dias serás visitado. No fim dos anos virás à terra que se recuperou da espada, e que foi congregada dentre muitos povos, junto aos montes de Israel, que sempre se faziam desertos; mas aquela terra foi tirada dentre as nações, e todas elas habitarão seguramente.” Ezequiel 38.8

Magogue (Rússia) liderará a invasão contra Israel. Após estarem dispersados por mais de 2.000 anos, Deus, miraculosamente, reuniu o povo de volta à sua terra prometida, assim como a Bíblia predisse. (veja Israel – O Relógio de Deus)

“Então subirás, virás como uma tempestade, far-te-ás como uma nuvem para cobrir a terra, tu e todas as tuas tropas, e muitos povos contigo.” Ezequiel 38.9

Todos os aliados de Magogue são Islâmicos e estão unidos em seu ódio por Israel. Estarão unidos em sua negação comum à existência de Israel como nação e no compromisso com sua total aniquilação.

“Assim diz o Senhor Deus: E acontecerá naquele dia que subirão palavras no teu coração, e maquinarás um mau desígnio, E dirás: Subirei contra a terra das aldeias não muradas; virei contra os que estão em repouso, que habitam seguros; todos eles habitam sem muro, e não têm ferrolhos nem portas;” Ezequiel 38.10-11

Hoje, Israel não está vivendo uma vida pacífica. Cada Israelense tem que estar constantemente alerta e preparado para um ataque ou ato terrorista. Isso indica que no tempo da invasão de Magogue, eles estarão vivendo sob algum tipo de acordo de paz. Estarão vivendo sob um falso senso de segurança – Israel baixará sua guarda.

“A fim de tomar o despojo, e para arrebatar a presa, e tornar a tua mão contra as terras desertas que agora se acham habitadas, e contra o povo que se congregou dentre as nações, o qual adquiriu gado e bens, e habita no meio da terra.” Ezequiel 38.12

Há somente cerca de 50 anos atrás, Israel era um deserto devastado, você teria que andar quilômetros só para ver uma árvore. Agora é conhecida como “A Fruteira da Europa”. Um país com cerca do tamanho de Sergipe, é hoje o quarto maior exportador de frutas no mundo.

“Sebá e Dedã, e os mercadores de Társis, e todos os seus leõezinhos te dirão: Vens tu para tomar o despojo? Ajuntaste a tua multidão para arrebatar a tua presa? Para levar a prata e o ouro, para tomar o gado e os bens, para saquear o grande despojo?” Ezequiel 38.13

Sheba e Dedan eram cidades no que hoje é a Arábia Saudita. Elas não eram parte da invasão, mas questionam o motivo da invasão. A Arábia Saudita está temerosa de um ataque pelo Irã e  o Irã deseja controlar todo o Islã. Atacando a Arábia Saudita, eles não somente teriam todo o petróleo, mas também ganhariam o controle de Meca. Assim, controlariam Meca e Medina, os dois locais mais sagrados para o Islã. Não admira que Sheba e Dedan estejam evitando se juntar a essa invasão.

Quem é Társis? Tarshish (Társis) aparece primariamente com um dos filhos de Javan, irmão de Magogue, ambos filhos de Jafé (I Crônicas 1.7). As Escrituras identificam claramente Tarshish como uma distante ilha mercante à distância de três anos. Jonas, ao fugir de seu chamado a Nínive, embarcou em um navio para Társis. Ainda que isso não seja concreto, a maioria dos estudiosos da Bíblia crê que as Ilhas Britânicas sejam a Társis dos dias de hoje. Társis era conhecida como fonte de estanho. Britannia significa fonte de estanho. O povo de Wessex já tirava proveito de negócios com o Oriente do Mediterrâneo por volta de 1.500 a.C. Alguns até mesmo sugerem que os “jovens leões” associados com Társis são as colônias fundadas pelos Britânicos. Isso incluiria os Estados Unidos. Israel é aliado dos EUA. Poderia alguma coisa acontecer aos EUA que evitasse que eles corressem para o lado de Israel?

“Portanto, profetiza, ó filho do homem, e dize a Gogue: Assim diz o Senhor Deus: Porventura não o saberás naquele dia, quando o meu povo Israel habitar em segurança? Virás, pois, do teu lugar, do extremo norte, tu e muitos povos contigo, montados todos a cavalo, grande ajuntamento, e exército poderoso,” Ezequiel 38.14-15

O extremo norte é literalmente “as mais distantes” partes do norte. Qualquer mapa mostrará que a Rússia está bem ao norte de Israel. A referência aos cavalos, vem da palavra Hebraica “em>soos”, que significa “saltador”. Também pode ser traduzida como “pássaro” ou “carroceiro”. Ezequiel deu seu melhor ao tentar descrever um exército armado moderno. O principal tanque de guerra de Israel é o Merkeva, ou “Carruagem”.

“E subirás contra o meu povo Israel, como uma nuvem, para cobrir a terra. Nos últimos dias sucederá que hei de trazer-te contra a minha terra, para que os gentios me conheçam a mim, quando eu me houver santificado em ti, ó Gogue, diante dos seus olhos.” Ezequiel 38.16

Lei atentamente o que Deus diz, a invasão de Magogue se dará contra o povo de Deus e contra a terra de Deus. A terra não pertence a Israel ou aos Palestinos, mas somente a Deus. Não sei quanto a você, mas eu estou apostando em Deus!

“Assim diz o Senhor Deus: Não és tu aquele de quem eu disse nos dias antigos, por intermédio dos meus servos, os profetas de Israel, os quais naqueles dias profetizaram largos anos, que te traria contra eles? Sucederá, porém, naquele dia, no dia em que vier Gogue contra a terra de Israel, diz o Senhor Deus, que a minha indignação subirá à minha face.” Ezequiel 38.17-18

Deus não apresenta nenhuma surpresa. Ele dá a todos suficientes advertências. Através de Seus profetas, temos sabido da invasão de Magogue por cerca de 2.500 anos. Deus intervirá, não porque Israel mereça Sua ajuda, mas porque Sua reputação está em jogo! Magogue está atirando areia na face de Deus, Deus diz “já chega!”

“Porque disse no meu zelo, no fogo do meu furor, que, certamente, naquele dia haverá grande tremor sobre a terra de Israel; De tal modo que tremerão diante da minha face os peixes do mar, e as aves do céu, e os animais do campo, e todos os répteis que se arrastam sobre a terra, e todos os homens que estão sobre a face da terra; e os montes serão deitados abaixo, e os precipícios se desfarão, e todos os muros desabarão por terra.” Ezequiel 38.19-20

Já tivemos alguns terremotos ruins, mas nada se compara ao terremoto descrito acima. O mundo inteiro sentirá esse terremoto, e todo o mundo saberá que a mão de Deus está por trás dele.

“Porque chamarei contra ele a espada sobre todos os meus montes, diz o Senhor Deus; a espada de cada um se voltará contra seu irmão. E contenderei com ele por meio da peste e do sangue; e uma chuva inundante, e grandes pedras de saraiva, fogo, e enxofre farei chover sobre ele, e sobre as suas tropas, e sobre os muitos povos que estiverem com ele.” Ezequiel 38.21-22

Isso pode ser literalmente Deus derramando fogo sobre Magogue, ou pode ser nuclear. Israel possui tecnologia nuclear e de nêutrons. Se forçados, utilizarão todos os meios para se proteger. Ou, simplesmente usarão a “opção de Sansão”, e tentarão levar todos com eles se sentirem que não têm outra opção. Um terremoto dessa magnitude poderia liberar o caminho para Israel construir seu Terceiro Templo e a batalha poderia inaugurar o reino do Anticristo.

Continua …

Gogue e Magogue – Parte II

Filed Under (Gogue e Magogue) by Geração Maranata on 28-08-2010

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por Randy Thomas

Continuação …

Os Aliados

Identificamos Gogue e Magogue, mas quem são os outros membros que compõem essa massiva aliança militar que descerá sobre a pequena nação de Israel?

“E dize: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu sou contra ti, ó Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal; E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos vestidos com primor, grande multidão, com escudo e rodela, manejando todos a espada; Persas, etíopes, e os de Pute com eles, todos com escudo e capacete; Gômer e todas as suas tropas; a casa de Togarma, do extremo norte, e todas as suas tropas, muitos povos contigo.” Ezequiel 38.3-6

Essa invasão de Magogue inclui uma série de aliados listados pelos seus nomes tribais:

Meshech: Meseque foi o sexto filho de Jafé, o filho de Noé. Ele é identificado com os antigos Mushki dos Assírios e os Muschoi dos escritores clássicos Gregos. Inscrições Assírias os descreve como habitantes da Frigia no norte da Anatólia (Turquia moderna). Heródoto identifica os Mushki com as montanhas a sudeste do Mar Negro, a parte nordeste da Turquia moderna. Josefo também identifica os descendentes de Meshech como habitantes da Turquia oriental. Alguns também ligam os Muschkoi com Mushkovi, o antigo nome da Rússia.

Tubal: Tubal foi o quinto filho de Jafé e irmão de Meseque. Inscrições Assírias do século IX a.C. referem-se a Tubal a oeste de Meshechno leste da Anatólia. Heródoto também os coloca juntos no litoral sudeste do Mar Negro. Alguns associam Tubal com o nome Tobolsk da Rússia. Assim temos a Rússia e a maioria das nações que compunham a União Soviética.

Pérsia: a Pérsia inclui os descendentes de Elam, o primeiro filho de Sem, e é hoje o moderno Irã. O Irã era chamado de Pérsia até mudar de nome em 1935. O Irã é o principal aliado na lista de Ezequiel e o atual principal exportador do “Fundamentalismo Islâmico”. Então, a Pérsia cobre os atuais Irã e Iraque.

CushCush refere-se à terra que se estende ao sul do Egito, usualmente traduzido nas Bíblias Portuguesas como “Etiópia”. Originalmente, Cush se referia a um pedaço de território se estendendo entre a segunda e a terceira cataratas do Nilo. Mais tarde, veio a referir-se a uma área maior conhecido como Núbia. Atualmente é visto como a área a que se refere como “África Negra”.

Há uma dúzia de materiais estratégicos essenciais ao mundo militar e industrial modernos que estão disponíveis em apenas duas regiões do mundo, Rússia e África. O Zaire, por exemplo, tem 95% da reservas mundiais conhecidas de cromo, 52% do cobalto, 53% do magnésio, 64% do vanádio e 86% da platina. Esse é o motivo pelo qual o Zaire é chamado de o “Golfo Pérsico dos Minerais”. Os Estados Unidos são quase totalmente dependentes de importações desses materiais críticos. É interessante notar que a África do Sul e a Rússia controlam acima de 90% do suprimento mundial de platina, acima de 90% do cromo e acima de 95% de vanádio. A Rússia é auto-suficiente em 26 dos 36 minerais considerados essenciais para uma sociedade industrial, importando somente três minerais importantes, a bauxita, o bário e o fluoreto. Então, temos a Etiópia e partes da África Central e do Sul.

Put: Pute, o próximo aliado de Magogue em Ezequiel 38, é o terceiro filho de Cão, o filho de Noé. Josefo o identifica como o fundador da Líbia, cujos habitantes eram chamados de Putitas. Pute é associado com a África do Norte, populada pelos Berbes e tribos distintas deCush. Pute abrangia a área da Líbia dos nossos dias à Mauritânia e ao Mahgreb: Algéria, Tunísia e Marrocos. Então, temos Líbia, Algéria, Tunísia e Marrocos.

Gomer: O próximo aliado mencionado é Gômer. No Talmude Babilônico o Gômer Bíblico, o pai de Ashkenaz, é escrito “Germania”. Gômer também está associado com os Cimérios, que eventualmente se estabeleceram nos vales do Reno e do Danúbio. Então, Gômer cobre as atuais Alemanha e Áustria.

Togarmah: Togarma é um dos filhos de Gômer. O Assírios os chamavam de Til-Garimmu, um nome derivado da cidade Hitita de Tegarama e trazida aos tempos clássicos como Gaureama, atualmente conhecida como Gurum, 110 quilômetros a oeste de Mylayta. A cidade foi destruída por Senaqueribe em 695 a.C. Os Armênios ainda se referem a si mesmos com “a Casa de Togarma”, mesmo nos dias atuais. Então, Togarma é atualmente a área que cobre a Turquia e o Turquestão.

Todos os aliados de Magogue (Rússia) estão bem definidos e têm uma coisa em comum, são Muçulmanos. O intenso ódio dos Muçulmanos contra Israel os unirá em uma causa comum, exterminar completamente Israel da face da terra. O desmonte da União Soviética liberou as Repúblicas da Ásia Central: Kazaquistão, Turcomenistão, Uzbequistão, Tadjiquistão e Kirgstão, para unirem-se a seus irmãos Islâmicos na invasão de Magogue. Essas cinco repúblicas independentes são Islâmicas, têm armas nucleares, e podem ser o “anzol no queixo” que arrastará Magogue para a batalha.

Continua …

Gogue e Magogue – Parte I

Filed Under (Gogue e Magogue) by Geração Maranata on 28-08-2010

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por Randy Thomas

“VEIO a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque, e Tubal, e profetiza contra ele. E dize: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu sou contra ti, ó Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal; E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos vestidos com primor, grande multidão, com escudo e rodela, manejando todos a espada; Persas, etíopes, e os de Pute com eles, todos com escudo e capacete; Gômer e todas as suas tropas; a casa de Togarma, do extremo norte, e todas as suas tropas, muitos povos contigo. Prepara-te, e dispõe-te, tu e todas as multidões do teu povo que se reuniram a ti, e serve-lhes tu de guarda. Depois de muitos dias serás visitado. No fim dos anos virás à terra que se recuperou da espada, e que foi congregada dentre muitos povos, junto aos montes de Israel, que sempre se faziam desertos; mas aquela terra foi tirada dentre as nações, e todas elas habitarão seguramente. Então subirás, virás como uma tempestade, far-te-ás como uma nuvem para cobrir a terra, tu e todas as tuas tropas, e muitos povos contigo.”Ezequiel 38.1-9

“E enviarei um fogo sobre Magogue e entre os que habitam seguros nas ilhas; e saberão que eu sou o Senhor.” Ezequiel 39.6

No futuro próximo, uma nuvem escura descerá sobre a pequena nação de Israel. Essa nuvem é um exército enorme formado de uma aliança militar liderada pela Rússia e seus aliados que incluem: Irã, Iraque, Afeganistão, Etiópia, Sudão, Líbia, Áustria, Alemanha, partes da Europa Oriental, Sudoeste da Europa, Turquia e várias outras nações. Está tudo na Bíblia e foi predito milhares de anos atrás pelo profeta Ezequiel. Essa é a famosa invasão de Magogue, ela acontecerá, as alianças estão se realizando.

 

Identificando Gogue e Magogue

“VEIO a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque, e Tubal, e profetiza contra ele. E dize: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu sou contra ti, ó Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal; E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos vestidos com primor, grande multidão, com escudo e rodela, manejando todos a espada;” Ezequiel 38.1-4

Assim começa o famoso capítulo 38 de Ezequiel…

Após o grande Dilúvio, Noé e seus três filhos repovoaram toda a terra.   Todos nós somos descendentes de Noé e seus três filhos: Sem, Cão e Jafé.  Em Gênesis, capítulo 10, a Bíblia lista os 70 grupos tribais originais. Os estudiosos da Bíblia normalmente se referem a isso como A Tábua das Nações.    Para entender apropriadamente Ezequiel 38 e 39, precisamos identificar Gogue, Magogue e seus aliados. A Bíblia é sempre a melhor fonte para entender a profecia. Assim é com a Tábua das Nações que começamos a conhecer a identidade de Gogue e Magogue.

 

Magogue era um dos filhos de Jafé.

“Os filhos de Jafé são: Gomer, Magogue, Madai, Javã, Tubal, Meseque e Tiras.” Gênesis 10.2

A maioria dos experts identifica Magogue como estando associado com os povos antigos conhecidos como “Scythians”. O historiador antigo, Flávio Josefo, claramente identifica Magogue: “Magogue fundou os Magoguianos, assim chamados por causa dele, mas que eram chamados pelos Gregos de Scythians.” Outra fonte confiável vem de Heródoto, conhecido como o “Pai da História”. Heródoto escreve sobre as práticas bizarras e selvagens dos descendentes de Magogue, conhecidos como Scythians. Eles bebiam o sangue do primeiro inimigo que matassem; levavam as cabeças de seus inimigos para seus chefes; eles escalpelavam seus inimigos e usavam seus escalpos como “guardanapos”; usavam a pele de seus inimigos para cobrir suas aljavas; bebiam no crânio de seus inimigos; praticavam a irmandade de sangue bebendo o sangue um do outro misturado com vinho. Os Scythians “banhavam-se” no vapor de sementes de maconha aquecidas. Quando seu rei morria, eles sacrificavam uma de suas concubinas e vários servos. Após um ano, comemoravam sua morte sacrificando cinqüenta servos e cinqüenta cavalos.

Conhecemos os descendentes de Magogue através de seu nome Grego, Scythians. Na mitologia Grega, os Scythians descendiam de Scythes, o mais novo dos três filhos de Hércules, de se deitar com uma meio-víbora e meio-mulher. O nome Scythian cobre várias tribos nômades das estepes Russas, uma área fértil da Ucrânia, ao norte do Mar Morto. Outras tribos aparentadas ocuparam a área a leste do Mar Cáspio. A área abrangida pelos Scythians se extendia do meio-Volga até os Urais do norte e além. Eles colonizaram a Média, Parta, Pérsia, Ásia Central e até à fronteira da China. Escritores Árabes confirmam que na língua Árabe a Grande Muralha da China é chamada de “a muralha de Al Magogue”, porque a muralha foi construída para barrar os exércitos invasores de Magogue. No total, uma área de cerca de 3.200 quilômetros quadrados. Então, claramente esta era a antiga União Soviética, atual Rússia.

Quem, então, é Gogue? Ele é, obviamente, o líder de Magogue, é o “príncipe de RoshMesechTubal. Então, Gogue será o líder desse Exército comandado pela Rússia. A Bíblia não nos diz exatamente quem é Gogue. Chuck Missler, professor de Bíblia e autoridade internacional sobre a Rússia e o Oriente Médio, lança mais luz sobre a identidade de Gogue. Em seu livro, ‘A Invasão de Magogue’, ele descobriu uma provocante referência a Gogue no Livro de Amós, que tem sido largamente negligenciada. A tradução tradicional de Amós 7.1 diz o seguinte:

“O SENHOR Deus assim me fez ver, e eis que ele formava gafanhotos no princípio do rebento da erva serôdia, e eis que era a erva serôdia depois de findas as ceifas do rei.” Amós 7.1

Nossa Bíblia em português toma sua tradução do texto Masorético, uma fonte do século IX. Entretanto, uma tradução mais antiga do Velho Testamento para o Grego, conhecida como Septuaginta, incorpora uma leitura diferente de Amós 7.1:

“Assim me mostrou o SENHOR, e eis um bando de gafanhotos estava vindo, e eis que um dos gafanhotos devastadores era Gogue, o Rei.” Amós 7.1 (LXX)

A identificação de Gogue como rei dos gafanhotos teria profundas implicações. Provérbios 30.27 revela que “os gafanhotos não têm rei”, o que implica que os gafanhotos de Amós 7.1 não devem ser gafanhotos naturais, mas um expressão para outra coisa. Encontramos uma passagem similar em Apocalipse 9, onde os gafanhotos são descritos como tendo um rei, e são claramente demoníacos em natureza.

“E da fumaça vieram gafanhotos sobre a terra; e foi-lhes dado poder, como o poder que têm os escorpiões da terra. E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm nas suas testas o sinal de Deus. E foi-lhes permitido, não que os matassem, mas que por cinco meses os atormentassem; e o seu tormento era semelhante ao tormento do escorpião, quando fere o homem. E naqueles dias os homens buscarão a morte, e não a acharão; e desejarão morrer, e a morte fugirá deles. E o parecer dos gafanhotos era semelhante ao de cavalos aparelhados para a guerra; e sobre as suas cabeças havia umas como coroas semelhantes ao ouro; e os seus rostos eram como rostos de homens. E tinham cabelos como cabelos de mulheres, e os seus dentes eram como de leões. E tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído das suas asas era como o ruído de carros, quando muitos cavalos correm ao combate. E tinham caudas semelhantes às dos escorpiões, e aguilhões nas suas caudas; e o seu poder era para danificar os homens por cinco meses. E tinham sobre si rei, o anjo do abismo; em hebreu era o seu nome Abadom, e em grego Apoliom.” Apocalipse 9.3-11

Abadon, do hebraico  אבדון e grego Αβαδδων e significa:

. ruína, destuição (Jó 31.12);

. lugar de destruição, o Abismo, reino dos mortos (Jó 26.6, Provérbios 15.11);
. ocorre personificado (Apocalipse 9.11) como Abadon e é escrito em Grego como Apoliom, denotando o anjo príncipe do inferno. A Vulgata traduz o Grego Apoliom pelo Latim Exterminans (isto é, “destruidor”). A identificação de Abadon com Asmodeu, demônio da impureza, foi declarada, mas não provada.

Em Jó 26.6 e Provérbios 15.11, a palavra ocorre em conjunto com Sheol.

Assim, agora temos Gogue, regente da terra de Magogue (Rússia), rei dos gafanhotos, líder da invasão comandada pela Rússia a Israel, associado com o anjo príncipe do inferno, Satanás! Então, claramente, essa invasão Russa é, na verdade, outra tentativa de Satanás de subverter o plano de Deus.

Continua …

 

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