Harry Potter = Jesus Cristo? mais uma blasfêmia nas livrarias

Filed Under (Apostasia) by Geração Maranata on 09-04-2011

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Escritor comete blasfêmia ao lançar livro que compara o bruxo infantil Harry Potter a Jesus Cristo

 

O livro, lançado no final de dezembro de 2010, explora as possíveis semelhanças e as relações entre Jesus e Harry Potter. Sua conclusão é que a única (grifo meu) diferença entre Harry Potter e Jesus Cristo é que Jesus tem tradicionalmente sido considerado por seus seguidores um personagem histórico.

Segundo a editora, o livro “não é principalmente sobre Harry Potter, mas sobre a história religiosa, a mitologia astrológica, o simbolismo esotérico e a tradição literária de Jesus Cristo”. O título apenas se refere ao argumento central deste livro: Jesus Cristo e Harry Potter têm muito em comum. O aspecto principal é o fato de que ambos são construções literárias, ou em outras palavras, personagens de ficção.

Derek Murphy, que estudou teologia na ilha de Malta e está agora na Ásia, fazendo doutorado em literatura comparada, afirma: “Eu sempre fui um grande fã de Harry Potter. Como eu estava fazendo minha pesquisa sobre religião e literatura esotérica, descobri tantos paralelismos entre Harry, Jesus e as fontes ainda mais antigas. Fiz a minha tese de mestrado sobre a influência mística tanto em Harry Potter quanto na literatura bíblica. O mais fascinante, especialmente à luz da controvérsia em torno dos livros de Harry Potter (que promoveriam a feitiçaria e o satanismo entre as crianças, etc), é que estas semelhanças vêm sobretudo de fontes pré-cristãs”.

O fato de no final da saga, que reúne sete volumes, onde Harry acaba morrendo, uma morte sacrifical e ressuscita para derrotar de uma vez por todas seu arqui-inimigo, Valdemort, contribui muito para as comparações e paralelos.

Cerca de uma dúzia de outros livros sobre a relação entre Jesus e Harry Potter já foram publicados. A maioria é de autores cristãos ansiosos em ajudar a suavizar a tensão entre a popularidade de Harry e as comunidades conservadoras que desejam denunciá-lo como agente do mal. ”Jesus Potter, Harry Christ” porém, é um livro para mudar esse jogo, defendendo que as semelhanças entre Jesus e Harry não fazem Harry mais “santo” – apenas tornar Jesus mais obviamente fictício. (grifo meu)

”A verdadeira questão que precisamos fazer não é se Harry Potter é uma ‘figura de Cristo’ (semelhante a um salvador histórico religioso), mas se Jesus Cristo é uma” figura de Potter “(um redentor, criado a partir de símbolos mitológicos e filosóficos)", argumenta o livro.

O livro foi lançado no dia 21 de dezembro (solstício de inverno e aniversário do autor).

Sobre o Autor

Derek Murphy, um escritor e artista de Portland, Oregon, cujo interesse na história cristã começou como um estudante de teologia na ilha mediterrânea de Malta.

A insatisfação crescente de Derek com o dogma cristão e da crescente certeza de que a evidência histórica não oferece suporte a aos primórdios do cristianismo, levou-o à exploração de teorias alternativas. Depois de viver na Itália e na Espanha, e depois passando para a Ásia, em 2005 ele publicou Little Dead Fish: A História acidental de Jesus Cristo.

Harry Potter, Jesus Cristo contem muito de sua pesquisa, focando a inclusão dos antigos símbolos mitológicos e motivos astronômicos na religião contemporânea e da literatura infantil.

Ele está agora em Taiwan terminando seu PhD (doutorado) em Literatura Comparada e trabalhando em seu segundo livro.

O Livro

As polêmicas envolvendo os livros de Harry Potter e o Cristianismo existem desde o lançamento do primeiro livro, “Pedra Filosofal“, em 1997. Vários escritores a partir daí tentam através de livros mostrar e explicar a existência de uma conexão entre “Potter” e “Religião”. O livro de Derek tem a finalidade, mais especificamente, de tentar estabelecer uma ligação entre “Potter” e “Jesus Cristo” e suas influências para JK Rowling.

O livro explora as raízes da polêmica religiosa em torno da série Harry Potter, traça as semelhanças intrigantes entre Jesus e Harry, e revela 'surpreendentes segredos da história cristã'.

Jesus Potter Harry Cristo será lançado pela editora Holy Blasfemy (olha o nome da editora!) e conterá 450 páginas.

Algumas das semelhanças sugeridas pelo livro:

 

  • Harry nasceu como fora predito em profecia, para destruir o mal. Somente ele poderia destruir Voldemort. Jesus nasceu, como fora predito em profecia, para destruir o mal. Somente ele poderia destruir Satanás.
  • Harry nasceu em um período em que o governo de Voldemort estava vigente. Os bons bruxos, tornaram-se maus, aliaram-se ,corromperam-se com Voldemort. Segundo o livro 1: Ninguém sabia em quem confiar.  Jesus nasceu em um período em que o reino de Satanás parecia dominante.Os mestres fariseus aliaram-se a Satanás, corromperam-se por ele, e muitos dentre o povo aderiu o sistema. Segundo a Bíblia: As pessoas estavam seguindo doutrinas humanas.
  • Harry fora encontrado por Hagrid, que fora informado por Dumbledore, em uma casa completamente destruída, indigna de receber aquele que viria para destruir o mal. Harry estava sendo perseguido por Lord Voldemort. Seus pais fugiam para protegê-lo. Depois disso Harry viveu longe de Voldemort, exceto por sonhos que o faziam vislumbrar cenas daquele dia.  Jesus fora encontrado pelos magos, que foram informado pelos anjos, em um estábulo, morada de animais, local indigno de comportar aquele que viria para livrá-los do mal. Jesus estava sendo perseguido por Herodes. Seus pais fugiam para protegê-lo. Jesus cresceu como uma criança cresce, longe do inimigo, porem, ia a sinagoga, e lá ouvia falar do Cristo que morreria, tinha pequenos vislumbres.
  • Harry habitara com seus tios, os Dusleys, que eram pessoas mesquinhas, orgulhosas, perversas, ressentidas, mentirosas. Harry, apesar de crescer neste ambiente, não fora influenciado por ele.  Jesus habitara em Nazaré. Natanael perguntara: “PODE ALGO BOM VIR DE NAZARÉ?” Apesar dá má influência das pessoas orgulhosas, mentirosas, perversas de Nazaré, Jesus não fora influenciado por ela.
  • Harry sabia que iria morrer para libertar o mundo mágico do poder exercido por Voldemort e sua influência.  Jesus sabia que iria morrer para libertar o mundo dos homens do poder exercido por Satanás e sua influência.
  • Harry possuía uma cicatriz a qual estava destinado a possuir para sempre. Uma cicatriz que foi resultado de uma investida que deveria matá-lo, como fora predito: um teria que morrer para matar o outro. Porém, miraculosamente, Harry permaneceu vivo, com uma cicatriz que viria a ser útil.  Jesus possuía, após a ressurreição, uma cicatriz a qual permaneceria para sempre. Uma cicatriz que foi o resultado da investida de Satanás, como fora profetizado em Gênesis, um teria que morrer para destruir o outro. Jesus permanecera vivo, com suas cicatrizes.
  • Harry ressucitara.  Jesus ressucitara.
  • Harry possuía seguidores, discípulos, amigos. Jesus possuía seguidores, discípulos, amigos.
  • Harry tinha um inimigo que também possuía seguidores. Jesus tinha um inimigo que também possuíam seguidores.

Nota: comparações feitas pelo blog harryejesus.blogspot.com, simpatizante do bruxo.

O que é Abordado:

  • Bases astrológicas para o simbolismo religioso
  • A história da crítica bíblica que levou à percepção moderna de Jesus Cristo
  • A controvérsia sobre a igreja primitiva se Jesus veio em carne
  • Evidência bíblica de que o cristianismo era originalmente um culto de iniciação
  • Por que os mártires estavam dispostos a morrer por Jesus Cristo
  • Figuras da mitologia que prefigurou motivos cristãos e seus símbolos
  • Os rituais pagãos, crenças e costumes que se entrelaçou com a prática cristã
  • Exatamente como Jesus desenvolveu a partir de um construção literária em uma figura histórica

Conclusão

Muitos cristão querem 'forçar a barra' para 'santificar' a saga de Harry Potter.  Isso é um dos sintomas da Igreja doente deste últimos dias.

Veja o que o site GNotícias escreveu em uma das suas reportagens:

"A princípio, o mundo da religião não ficou particularmente entusiasmado com a chegada do menino Potter… Mas, nos últimos anos, escritores e pensadores religiosos passaram a se entusiasmar por Harry – tanto a Christianity Today, uma revista evangélica, quanto L’Osservatore Romano, o jornal do Vaticano, elogiaram o último filme. O Christian Broadcasting Network, canal de Pat Robertson, apresenta em seu website uma seção especial sobre A Controvérsia de Harry Potter, que reconhece que “importantes pensadores cristãos têm opiniões muito diferentes sobre os produtos Harry Potter e como os cristãos devem responder a eles”. (noticias.gospelmais.com.br)

O fato é que a autora plagiou parte da história de Cristo e adaptou ao seu personagem para forçar a semelhança.

Porém há também alguns depoimentos da autora de Harry Potter, JK Rowling, que diz o seguinte:

"E eu realmente amo escrever diálogos. Os diálogos vêm a mim como se eu estivesse apenas ouvindo uma conversa. " (fonte: www.januarymagazine.com)

"Eu vejo uma situação e depois eu tento descrevê-la tão vividamente quanto eu posso." (fonte: www.januarymagazine.com)

"Harry como um personagem veio completamente formado, assim também surgiu a idéia para seus companheiros, os personagens Ron e Hermione, sendo ela o cérebro do trio”. "Tudo começou com Harry, então todos esses personagens e situações inundaram (ou chegaram em enormes quantidades) a minha cabeça." (http://vamosfalardecinema.wordpress.com/2010/05/08/harry-potter-e-as-reliquias-da-morte)

O que transparece, ante as informações sobre a inspiração para escrever o livro, é que Rowling recebeu do mundo espiritual as instruções. Ela apenas tomava nota das coisas que via e ouvia em visões.

Sabe-se pela Bíblia que a comunicação com o mundo espiritual (espíritos), chama-se feitiçaria.  Então como pode um livro sobre bruxaria e inspirada por feitiçaria ter alguma relação com Jesus Cristo?

Estamos vivendo tempos difíceis, mais do que nunca precisamos de discernimento para distinguir o engano, o falso do verdadeiro e as táticas do diabo.

 

 

Leia também:

Desmacarando Harry Potter

Harry Potter e o Cristianismo

Fontes:

www.creio.com.br

www.ogalileo.com.br

www.harryejesus.blogspot.com

 

Estrada para a Salvação

Filed Under (Você é Salvo ?) by Geração Maranata on 07-03-2011

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A epístola de Romanos foi escrita pelo apóstolo Paulo aos romanos com o intuito de explicar o plano de salvação e o evangelho de Jesus Cristo.  Essa epístola é considerada uma síntese da Teologia Sistemática.

A idéia central da carta é a Justiça e Paulo usa bastante o Velho Testamento para explicar a justiça de Deus.

Paulo usa várias pessoas e eventos do Antigo Testamento como ilustrações, exemplos:

- Abraão creu e isso foi-lhe imputado como justiça por sua fé, e não por suas obras (Romanos 4:1-5).

- Paulo se refere a Davi (Romanos 4:6-9) e reiterou a verdade do que ele disse: "Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado."

- Paulo cita Adão para explicar aos Romanos a doutrina do pecado herdado.  (Romanos 5:12-19)

- Usa história de Sara e Isaque, o filho da promessa, para ilustrar o princípio cristão: os filhos da promessa da graça divina através de Cristo.

- Paulo narra a história da nação de Israel (Romanos 9-11) e declara que Deus não os rejeitou completamente e definitivamente (Romanos 11:11-12), mas permitiu-lhes "tropeçar" somente até que o número total dos gentios seja trazido à salvação.

 

O livro de Romanos nos diz sobre Deus, quem Ele é e o que tem feito.

Ele nos fala de Jesus Cristo e o que sua morte alcançou.

Ele nos diz quem nós somos e o que somos sem Cristo e quem somos depois de termos confiado nEle.

Paulo recorda que Deus não exige que os homens endireitem suas vidas antes de virem a Cristo. Enquanto éramos ainda pecadores, Cristo morreu na cruz por nossos pecados.

 

A Estrada da Salvação

O livro de Romanos é uma verdadeira 'Estrada da Salvação", pois apresenta uma coleção de versículos que dá as noções básicas do que é a Salvação:

- O pecado é universal

- O pecado é castigado

- Como alcançar a vida eterna

- O método de Salvação

- A esperança de Paz e Salvação

 

O Evangelho da Graça: Presente de Deus para nossa salvação

Graça significa “favor divino não merecido.”

O termo grego no original é charis, que deriva do verbo charizomai. Esta palavra significa “mostrar favor para” e assume a bondade do doador e a indignidade do receptor. Quando charis é usada para indicar a atividade de Deus, significa “favor não merecido.”

1) Deus é o Criador de tudo:

Romanos 1:20-21: "Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são por isso indesculpáveis, porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-do-lhes o coração insensato."

Para aceitar o presente de Deus é só uma questão de se arrepender dos pecados e entregar o resto da vida para Jesus Cristo.

Isso deve ser uma decisão voluntária e um sincero passo de fé.

 

2) Todos nós somos pecadores e precisamos de perdão. Não merecemos a graça de Deus. Nós fazemos coisas que são desagradáveis a Deus. Não há ninguém que seja inocente.

Romanos 3:23 "Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus."

Romanos 3:10-18 nos dá uma imagem detalhada de como é o pecado nas nossas vidas: "Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer."

 

3) Deus nos providenciou O Caminho para sermos salvos dos nossos pecados e Ele demonstrou Seu amor através da morte de Seu Filho, Jesus Cristo.

Romanos 5:8 "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores."

 

4) Conseqüências do Pecado –  Se insistirmos em continuar na situação de pecador diante de Deus, certamente iremos morrer, mas se aceitarmos Jesus como nosso Senhor e Salvador, e arrepender-nos dos nossos pecados, teremos vida eterna.

Romanos 6:23 "porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor."

A punição que nós ganhamos pelos nossos pecados é a morte – não apenas morte física, mas morte eterna!

 

5) Jesus Cristo morreu por nós e a sua morte pagou o preço dos nossos pecados. A ressurreição de Jesus prova que Deus aceitou a morte de Jesus como pagamento pelos nossos pecados.

Romanos 5:8 “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.”

 

6) Ao confessarmos que Jesus Cristo é Senhor e acreditar em nossos corações que Deus O ressuscitou dos mortos seremos salvos!

Romanos 10:9-10 "Se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa a respeito da salvação."

Por causa da morte de Jesus em nosso favor, tudo o que nós temos a fazer é acreditar Nele, acreditando na Sua morte como pagamento pelos nossos pecados.

 

7) Não existe rituais religiosos é só invocar o nome do Senhor e seremos salvos!

Romanos 10:13 "Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo."

Jesus morreu para pagar a pena pelos nossos pecados e nos resgatar da morte eterna. A salvação, o perdão dos pecados, está disponível para qualquer um que confiar em Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador.

 

8) Através de Jesus Cristo nós podemos ter uma relação de paz com Deus.

Romanos 5:1: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.”

Romanos :1 “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.”

 

9) Por causa da morte de Jesus em nosso lugar, nós nunca seremos condenados pelos nossos pecados. Finalmente, nós temos esta preciosa promessa de Deus

Romanos 8:38-39: “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”

 

10) Devemos fazer nossa decisão no coração e tornar Jesus Cristo o Senhor da nossa vida.

Romanos 11:36 "Porque dele e por meio dele e para ele são todas as cousas. A ele, pois, a glória eternamente."

"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" – João 3:16

"Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" – João 14:6

 

    Conclusao

    O livro de Romanos deixa claro que não há nada que possamos fazer para nos salvar. Toda "boa" obra que já fizemos é como um trapo imundo diante de Deus: "Pois todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo de imundície; todos nós murchamos como a folha; e as nossas iniqüidades, como o vento, nos arrebatam." (Isaías 64:6)

    Quando entregamos nossas vidas a Cristo, não somos mais controlados por nossa natureza pecaminosa, mas pelo Espírito Santo. Quando confessamos que Jesus é o Senhor, e cremos que Ele ressuscitou dos mortos, somos salvos. Passamos a ser nova criatura, nascemos novamente: "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." (II Coríntios 5:17). Essa é a condição para nossa Salvação: Ser nova criatura.  Foi isso que Jesus disse a Nicodemos: "Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus." (João 3:5)

    Precisamos viver uma vida oferecida a Deus como sacrifício vivo para Ele. "Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." (Romanos 12:1)

    A adoração do Deus que nos salvou deve ser o nosso maior desejo. "Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem." (João 4:23)

    Proclamar o Evangelho da Graça não deve ser motivo de vergonha: "Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê…" (Romanos 1:16). Devemos ser fiéis e proclamá-lo!

     

    Oração de Confissão:

    "Pai, eu sei que tenho transgredido suas leis e meus pecados têm me separado de Ti. Eu realmente sinto muito; agora quero me afastar da minha vida de pecado e me aproximar de Ti. Por favor me perdoe e me ajude a evitar a pecar de novo. Eu creio que Seu Filho Jesus Cristo morreu pelos meus pecados, ressuscitou dos mortos, hoje vive e escuta minha oração. Eu convido Jesus a ser o Senhor da minha vida para reinar em meu coração de hoje em diante. Por favor envie o Espírito Santo para me ajudar a obedecer a Ti e fazer a Sua vontade pelo resto da minha vida. Em nome de Jesus. Amém."

       
      Leia também:
      -
      Fontes:
      www.gotquestions.org/Portugues/Livro-de-Romanos.html
      www.gotquestions.org/…/Romanos-Estrada-Salvacao.html
      **Geração Maranata** Cite a fonte de for copiar

      O que a Bíblia diz sobre nosso destino?

      Filed Under (Você é Salvo ?) by Geração Maranata on 26-02-2011

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      por William MacDonald

      Introdução

      Cedo ou tarde, toda pessoa que raciocina ficará curiosa em saber para onde irá depois da morte e onde passará a eternidade.

      Ao buscar respostas para as questões mais importantes da vida, precisamos consultar uma autoridade no assunto. A escolha se reduz a duas possibilidades: a opinião humana ou a Palavra Deus. É o que as pessoas supõem ou o que Deus diz.

      Em questões de vida ou morte a autoridade precisa ser infalível. Não pode haver margem de erro. A opinião humana certamente não está qualificada para nos dar as respostas. Assim como os rostos das pessoas são tão diferentes, assim também as suas opiniões.

      Somente a Bíblia, a Palavra de Deus, é infalível. Ela é a verdade. Mas como sabemos que ela é infalível?

      Sabemos pelas suas profecias cumpridas. Apenas em relação a Cristo existem mais de 60 profecias que foram cumpridas quando Ele aqui esteve. Além disso, há centenas de profecias acerca de Israel e das demais nações que já se transformaram em história. A probabilidade de tudo isso acontecer por acaso é pequena demais para ser levada em consideração.

      - Pelo menos 40 homens em regiões diferentes, em épocas diferentes e em três línguas distintas, ao longo de um período de 1600 anos, escreveram a Palavra Sagrada. Eles não tinham qualquer maneira de colaborar entre si, no entanto, a Bíblia tem um tema unificado. A história que ela conta é consistente. Que outro livro tem um planejamento tão inteligente?

      - As Escrituras são inigualáveis no seu poder de transformar a vida das pessoas, de levá-las do pecado e da vergonha para a decência e a integridade.

      - As palavras da Bíblia são aplicáveis a todas as épocas; são atuais como o noticiário da hora.

      - Elas têm uma atração universal; falam às pessoas de todas as raças, línguas, tribos e nações.

      - São inesgotáveis, providenciando material para estudo sem fim e dando aos homens conforto e orientação.

      - Pense em toda literatura que a Palavra de Deus originou! Dicionários bíblicos, comentários, concordâncias, poesias e sermões. Ela inspirou grandes movimentos sociais como a abolição da escravatura, os direitos civis e a justiça social e inspirou a criação de instituições beneficentes como hospitais, escolas, orfanatos, abrigos para pobres e idosos e agências mundiais para aliviar a miséria e a fome. Ela exerceu uma influência positiva na sociedade humana onde quer que tenha chegado.

      - Ela é pura, expondo o pecado e advertindo contra ele. Ela não se rebaixa à cultura popular, mas procura elevá-la.

      - Ela é um livro vivo. Algumas pessoas realmente a temem, enquanto outras morreriam por ela.

      - A Bíblia afirma ser inspirada por Deus. Isso significa que suas palavras são as palavras de Deus. Se não fossem, ela seria uma fraude! Ainda que muitos a rejeitem, por fim reconhecerão que seus ensinos são a verdade.

      - A Bíblia Sagrada resistiu a séculos de esforço para queimá-la e bani-la. Mas ela sobreviveu. Quando os governos a proíbem, contrabandistas se arriscam à prisão e à morte para espalhá-la entre o povo.

      - Nenhum outro livro é lido por tanta gente em tantas línguas diferentes.

      - Esse livro maravilhoso registra a vida de uma Pessoa perfeita. Um simples homem não poderia inspirar um relato assim. O cético francês Renan disse que seria necessário um Cristo para inventar a Cristo.

      Na literatura ao longo dos séculos a Bíblia se sobressai sem paralelo; ela é singular. Todos os que experimentaram seu poder transformador em suas vidas dificilmente negarão que ela é a Palavra do Deus vivo. Ou, como alguém já comentou, quem sentiu a sua força certamente não negará sua fonte.

      Portanto, temos razões fortíssimas para aceitar a Bíblia como autoridade final.

      Vamos pensar no que a Bíblia diz sobre o fim da vida e o que vem depois da morte.

      Ela afirma que a morte é certa, pois “aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo”. Quem poderia questionar essa realidade?

      Todos os cemitérios e funerárias são um testemunho silencioso de que a morte é bem real. Gerações vêm, gerações se vão. “Cada um pensa que será eterno, e então se torna num rosto ausente” (Will Houghton). A morte é inevitável.

      A Bíblia não só diz que as pessoas terão que morrer. Ela acrescenta que “… depois disso” terá de “enfrentar o juízo”. Note a expressão “depois disso”. A morte não é o fim. Existe um depois, existe um além-túmulo. Após a morte, um julgamento e uma eternidade de sofrimento sem fim esperam pelos que não estão preparados para se encontrar com Deus. A Bíblia garante que, se alguém não estiver inscrito no Livro da Vida, será lançado no lago de fogo.4

      A Bíblia também fala que há somente dois lugares onde a pessoa poderá passar a eternidade – o céu ou o inferno. O Deus que não mente fala só desses dois destinos para a raça humana. Homens ou mulheres podem decidir não acreditar, mas isso não altera os fatos.

      Já que todos terão que morrer, e já que todos passarão a eternidade no céu ou no inferno, a coisa mais importante nesta vida é assegurar que o céu será nosso endereço final e definitivo.

      É possível ter certeza disso? Como?

      Sim, é possível estarmos absolutamente seguros:

      "Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus." (1João 5:12)

       

      Faça o download do livro: Livro Destino Final (952).

       

      veja também: http://www.destinofinal.com.br

       

      Livro ‘The Final Testament of the Holy Bible’ – a blasfêmia de James Frey

      Filed Under (Apostasia) by Geração Maranata on 12-02-2011

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      por Geração Maranata

      "Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes." (II Tm 3:1-5)

      James Frey é um escritor norte-americano considerado polêmico: já foi chamado de mentiroso, vigarista e de cometer fraude. Por outro lado, há quem o considere um gênio, revolucionário e (pasmem!) salvador (de que eu não sei).

      Estreou na literatura em 2003 com a publicação do livro "Um Milhão de Pedacinhos", um tipo de "autobiografia", onde ele confessou que usou drogas, se enrolou com a polícia, sofreu muito e por fim se redimiu. O livro agradou e virou um best-seller, tanto que chegou a ser entrevistado pela famosa apresentadora Oprah Winfrey que recomendou o livro pela mensagem que apresentava: o homem que conseguiu superar o vício e o crime.

      Acontece que, algum tempo depois, um site chamado "Smoking Gun", fez algumas investigações e conseguiu provar que muito do que Frey escreveu era exagero e mentiras, portanto seu livro de "memórias" não passava de fantasia e pura ficção. A apresentadora Oprah, que havia indicado o livro aos quatro ventos, ficou tão indignada, que Frey teve que voltar ao programa para que ela o desmentisse em público. A partir daí Frey, teve que enfrentar vários processos e acabou perdendo seu contrato com editoras por causa de suas controvérsias. Mais tarde, aventurou-se a escrever roteiros para uma série de televisão sobre a indústria pornô para a rede HBO.

      Não satisfeito com toda a má fama que conseguiu adquirir, Frey resolveu apelar e entrar para o grande grupo que tem se formado nesta geração: os "blasfemadores, irreverentes, caluniadores, atrevidos" (II Tm 3:1-5).

      Desde 2008 ele vem trabalhando em um novo livro, que já foi chamado “Illumination” e mudado para o título: "The Final Testament of the Holy Bible". O lançamento está previsto para a Páscoa de 2011 (certamente para acentuar a afronta). Isso me faz lembrar de outro escritor que também lançou um livro sobre Jesus na Páscoa de 2010, estou falando de Philip Pullman, o autor da "Bússola de Ouro". O livro foi lançando no Reino Unido com o título "The Good Man Jesus and the Scoundrel Christ" (Traduzindo: O bom homem Jesus e o patife Cristo), leia o artigo do site guiame.

      O assunto que Frey escolheu abordar segue a linha do também escritor Jeffrey Archer, que também em 2010, lançou o livro "O Evangelho Segundo Judas", que conta a história de Jesus sob a ótica de Judas. No início deste ano (2011) outro escritor Michel Faber publicou "O Evangelho de Fogo" que conta a história de um estudioso que descobre, em um Museu do Iraque que havia sido saqueado, nove rolos de papiro que estavam escondidos durante dois mil anos. Traduzidos do aramaico, estes rolos revelam ser um quinto Evangelho, escrito por uma testemunha ocular dos últimos dias de Jesus Cristo. Entre outras bobagem é revelado que as últimas palavras de Jesus foram: “Por favor, acabem comigo!” e quanto à ressurreição de Jesus, resumindo: discípulos tiveram alucinações.

      "The Final Testament of the Holy Bible" ainda não foi lançado oficialmente, mas já está criando polêmica, principalmente entre cristãos (sempre nós!).

      Falando à revista on-line The Rumpus.net, Frey disse que o livro seria "O terceiro livro da Bíblia". "Minha idéia é: como o Messias seria se estivesse andando pelas ruas de Nova York hoje? O que ele iria acreditar? O que ele pregaria? Como ele vivevia? Com quem?"

      O que o livro aborda: Jesus moraria em Nova York; faria sexo com homens e mulheres (bisexual !); engravidaria uma adolescente (pedófilo !) e depois a obrigaria a abortar (Jesus defendendo o aborto); ganharia a vida celebrando casamentos gays; curaria os doentes, mas praticaria a eutánia (defesa da eutnásia); dividiria um apartamento no Brooklyn com uma prostituta; desafiaria o governo (subversivo) e condenaria aquilo que é considerado santo (o que a Bíblia chama de quem é profano). Quanto à Bíblia, ele a trataria como bobagens que não merecem a menor credibilidade.

      A história é escrita pela perspectiva de 13 pessoas, familiares, amigos e seguidores de Jesus – incluindo um velho rabino, um jovem sem-teto e um médico. . “É uma tentativa séria (!!!) de escrever uma história válida sobre um Messias. É um hipotético terceiro livro da Bíblia. Uma versão de como poderia ser se o Messias aguardado pelos judeus, ou o Jesus Cristo dos cristãos, aparecesse nas ruas da Nova York contemporânea”, diz Frey. “O livro aborda idéias sobre Deus e a religião, o que isso significa, se essas idéias são válidas. Pessoalmente, acredito que se o Messias viesse para a Terra, ele não seria uma pessoa intolerante, que condenaria pessoas ao inferno pelo modo como viveram ou a quem eles amaram”.

      Frey diz que consultou diferentes especialistas, religiosos seculares: rabinos, padres católicos, pastores evangélicos, neurocirurgiões, advogados e psiquiatras.

      Ele acredita que falar de sexo na vida de Cristo inevitavelmente criará polêmica. Então por que abordar o tema sexo é tão importante para ele? a 'singela' resposta: “O sexo é parte do amor. Então, se alguém está pregando o evangelho do amor, o sexo precisa fazer parte disso. E eu não acredito que o sexo seria limitado a uma relação entre homens e mulheres. Jesus faz sexo com as pessoas que ele ama. Por isso, no meu livro, o Messias tem relações sexuais com homens e mulheres… Acredito que ele iria desmentir boa parte dos absurdos sobrenaturais na Bíblia, o universo sendo criado em uma semana, anjos com asas voando como super-heróis, um Deus barbudo com voz de trovão”.

      O livro ainda não foi lançado, mas vejam as 'chamadas' para atrair atenção do público leitor:

      1- "O Testamento Final da Bíblia Sagrada é o incrível e novo romance de James Frey e está disponível para pré-encomenda agora (www.amazon.co.uk/Final-Testament-Holy-Bible)"

      2 – “They say the Messiah is alive.

      He is living in New York.

      Sleeping with men.

      Impregnating women.

      Euthanasing the dying, healing the sick.

      Defying the government and condemning the Holy.

      If you met him.

      And he changed your life.

      Would you believe?”

      Traduzindo:

      Eles dizem que o Messias está vivo.

      Ele está morando em Nova York.

      Dormindo com os homens.

      Engravidando mulheres.

      Eutanásia aos moribundos, curando os enfermos.

      Desafiando o governo e condenando o Santo.

      Se você o conhecer

      E ele mudará sua vida.

      Será que você acredita?

      3 – Veja os comentários da mídia e de futuros leitores (a maioria foi uma tradução de comentários de sites e blogs):

      1 – Eu, por infinitos motivos, não vejo a hora de devorar.

      2 – Estou ansioso para deitar no meu sofá com um exemplar deste livro na minha mão … é isso que eu chamo de felicidade.

      3 – É impressionante. Seus outros livros mudaram minha vida. Nunca pensei que iria contar os dias para um lançamento de um livro.

      4 – Você acha que eu possa estar interessado no conteúdo deste livro? Ele é o cara que escreveu um milhão de pedacinhos, um livro belíssimo.

      5 – Eu adorei o livro “Million Little Pieces”, mal posso esperar para ler seu novo livro .. liberdade de expressão é um direito nosso e expressando e manifestando a sua opinião (dele no caso) também é nosso direito. Eu o admiro.. obrigado!

      6 – Jesus é um mito de vocês. É um contos de fadas cristão. Opa, eu uso a palavra conto de fadas? (hehehe). Se o desgraçado existe, que ele me mate por blasfêmia.Tick tock, tick tock, oh estou até aqui agora.

      7 – O Autor mais conhecido da América – (Revista Time)

      8 – Bonito, triste, forte, irresistível – (Elle)

      9 – James Frey é provavelmente um dos escritores mais elegantes e importantes que surgiram nos últimos anos – (The Guardian)

      10 – O livro causará certa indignação a muitos, mas certamente trata idéias como Deus, amor, sexo e religião, bem pesquisado, imaginativo e interessante.

      11 – Isso sim é botar a cara à tapa! De certa forma, até concordo com o autor… E também estou a favor do autor pois ele escreve e fala o que acha certo. Adimiro pessoas assim!

      12 – Muito interessante! Concordo com a visão do autor.

       

      Fontes :

      http://colunistas.ig.com.br/

      http://guardian.co.uk/

      http://egoexcentrismo.blogspot.com/

      http://therumpus.net/topics/james-frey/

      http://james-frey.com/finaltestament/

      **Geração Maranata** Se for copiar cite a Fonte!

      O Simples Plano de Deus para a Salvação

      Filed Under (Você é Salvo ?) by Geração Maranata on 20-11-2010

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      Qual a pergunta  mais importante pergunta desta vida ?

      A sua alegria ou tristeza por toda a ETERNIDADE depende dela.

      Você é SALVO?

      Quer dizer … Você está certo de que entrará no Reino dos Céus quando morrer?

      Não pergunto se você é membro de alguma igreja, mas Você é SALVO?

      Não pergunto se você é uma pessoa de bem mas Você é SALVO?

      Ninguém pode gozar das bençãos de Deus ou ir para o Céu, sem estar salvo. Jesus disse a Nicodemos, em João 3:7 – "Necessário vos é nascer de novo." Deus nos deu na Sua Palavra um ÚNICO PLANO DE SALVAÇÃO.

      Esse plano é simples. Você pode ser salvo HOJE !

      Primeiro você tem que reconhecer que é PECADOR.   Romanos 3:10 – "Não há um justo, nem um sequer."   Romanos 3:22, 23 – "Porque não há diferença: TODOS pecaram e destituidos estão da glória de Deus."   Não há OPORTUNIDADE de salvação sem o reconhecimento de que você é PECADOR.

      Porque você é pecador, você está CONDENADO À MORTE!   Romanos 6:23 – "Porque o salário do pecado é a morte."   Tiago 1:15 – "E o pecado, gera a morte."

      Isto significa separação de Deus.  Mas Deus o amou tanto que DEU seu unigênito filho, Jesus Cristo, como seu substituto, para levar seus pecados e morrer em seu lugar.   2 Coríntios 5:21 – "AQUELE que não conheceu pecado (Jesus) 0 fez pecado por NOS para que nELE fôssemos feitos justiça de Deus."    1 Pedro 2:24 – "Levando Ele mesmo em SEU corpo os NOSSOS pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas Suas feridas FOSTES SARADOS."

      Jesus teve que morrer. Ele teve que derramar o Seu sangue. "Porque a alma da carne está no sangue" (Levíticos 17:1 1). "Sem derramamento de sangue não ha remissão" (Hebreus 9:22).

      Não podemos, agora, compreender como os nossos pecados foram colocados sobre Cristo, mas Deus, em SUA PALAVRA, diz que foi assim. Assim os SEUS PECADOS, foram carregados POR JESUS, e ELE MORREU EM SEU LUGAR. Isto é verdade. Deus não pode mentir!

      0 carcereiro de Filipos perguntou a Paulo e Silas: "Que é necessário que EU FAÇA para me SALVAR?"   Atos 16:31 – "E eles disseram: CRÊ no Senhor Jesus Cristo, e SERÁS SALVO, tu e a tua casa."

      Basta crer nELE como 0 que carregou teu pecado, e morreu no teu lugar, foi sepultado e ressuscitou para sua justificação.  Você pode clamar por Ele agora ! Romanos 10:13 – "Porque TODO AQUELE que invocar o nome do Senhor será salvo."

      A primeira oração que um PECADOR deve fazer, é a seguinte: Deus, tem misericórdia DE MIM, pecador" (Lucas 18:13). Agora você se reconhece um pecador e se sente triste por isso. Então, AONDE VOCÊ ESTIVER, pode elevar o seu coração a Deus em oração. Não é necessário fazer uma longa oração em voz alta, porque Deus está ANSIOSO para te salvar. Basta dizer: "Ó Deus, sou um pecador arrependido. Tem misericórdia de mim e salva-me pelo amor de Jesus." Aceita-0, então, de acordo com a Sua Palavra.      Romanos 10:13 – "Porque TODO AQUELE (isto te inclui) que invocar o nome do Senhor SERÁ SALVO (será salvo, e não talvez seja salvo). SERÁ SALVO!

      Crê em Deus e na Sua PALAVRA. Quando você tiver feito o que Ele pediu, aceita a SALVAÇÃO PELA FÉ, conforme a SUA PALAVRA. CRÊ E SERÁS SALVO. Nenhuma igreja, nenhuma sociedade nem as boas obras ninguém – mas Só e únicamente JESUS CRISTO PODE TE SALVAR.

      Você poderá dizer "Certamente isto não basta para ser salvo."   Graças a Deus, muitos têm sido ganhos para Cristo por esse simples plano. Está nas ESCRITURAS. É 0 PLANO DE DEUS. Crê nELE meu amigo, e SEGUE-0. Agora é o tempo. HOJE é o dia.    2 Coríntios 6:2 - "Eis aqui AGORA o tempo aceitável, eis aqui AGORA o dia da salvação."    Provérbios 27:1 – "Não presumas do dia de amanhã, porque não sabes o que produzirá o dia."

      Se não você entender, leia novamente até compreender. Não abandones este artigo até que possa entendê-lo totalmente. Tua alma tem mais valor do que tudo no mundo.     Marcos 8:36, 37 - "Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Ou que daria o homem pelo resgate da sua alma?"

      Assegure a sua salvação. Coloca a sua salvação acima de todas as coisas. Se perderes a tua alma, não entrarás no céu e ainda perderá tudo. Deus o ajudará afim de que você seja salvo hoje.

      Deus o salvará e, também, TE GUARDARÁ.   1 Corintios 10: 13 – "Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar."

      Não confie em seus sentimentos. Eles mudam. Firme-se nas promessas de Deus. Estas nunca mudam.

      DEPOIS DE SALVO, há três coisas que você deve fazer para o teu crescimento espiritual:

      ORE – e falará com Deus.

      LEIA A BíBLIA – e Deus falará contigo.

      TESTIFIQUE – e falará por Deus.

      Em seguida você deve ser batizado e se tornar membro em igreja que creia verdadeiramente na Bíblia.

      Mateus 10:32 - "Portanto qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus."

       

      Fonte: Robert Ford Porter, 1991 (Folheto)

       

      Ressurreição de Cristo pode ter sido alucinação? Parte III

      Filed Under (Apostasia, Defesa da Fé) by Geração Maranata on 15-11-2010

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      This entry is part 5 of 10 in the series Técnicas para Mudança de Mente e Comportamento

      A Ressurreição de Jesus Cristo: Um Fato Histórico da Dimensão Tempo-Espaço Aberto ao Exame Crítico

      Por Zwinglio Rodrigues

      A doutrina da ressurreição de Jesus Cristo de Nazaré é uma dessas proposições bíblicas bastante complexas que tem produzido diversas controvérsias nos últimos duzentos anos. O túmulo vazio é o símbolo dessa realidade maior. A teologia cristã moderna tem debatido exaustivamente este tema. Esta doutrina alicerça o Cristianismo. Ambos estão conectados de tal maneira que ou eles subsistem juntos ou então sucumbem de mãos dadas. A discussão sobre se o fato da ressurreição de Jesus Cristo pode ser considerado um evento histórico aberto ao escrutínio crítico é uma questão central no debate atual a respeito da viabilidade desta ressurreição.

      Estudiosos contemporâneos como N. T. Wright e William Lane Craig defendem abertamente ser a ressurreição um evento histórico, objetivo, que está aberto à investigação crítica. É consenso entre esses teóricos que, quanto ao seu significado, a ressurreição é uma questão teológica, ao passo que, ela, como um acontecimento, trata-se de uma questão histórica da dimensão tempo-espaço.

      O Dr. Pannenberg, um dos mais influentes teólogos luteranos da atualidade, afirma que “a indagação sobre se algo aconteceu ou não em determinada época, há mais de mil anos, só pode ser determinada por argumentos históricos.”[1]

      De acordo com ele, saber se a ressurreição de Cristo ocorreu ou não, deve ser uma conclusão admitida a partir de uma análise histórica. A admissão da análise da ressurreição a partir do viés historiográfico alija a tentativa de se querer discutí-la e aprová-la, ou não, partindo do uso do método científico.

      O Método Científico Moderno

      Prescindir desse método para determinar se a ressurreição é um fato, ou não, é uma decisão inteligente. O método científico consiste em apontar algum fenômeno como verdadeiro a partir da repetição do mesmo diante de quem possa assegurar que ele é verdadeiro. Isto deve se dar em um ambiente controlado onde hipóteses possam ser observadas empiricamente. É evidente que submeter a ressurreição de Cristo a esse método é algo impensável, pois ele é um acontecimento histórico único, singular, e, é também, um milagre.

      Essa impossibilidade de se provar ser verdadeira a ressurreição por meio desse método não a caracteriza como um mito. Na verdade, com essa incapacidade de reter em um ambiente controlado o fenômeno da ressurreição, e de vê-lo se repetir, o método científico moderno se mostra é limitado para averiguá-lo. A alternativa então é a de uma análise sobre o fenômeno como um acontecimento histórico. Partindo desse pressuposto, e amparados pelas muitas evidências, é possível se concluir que o túmulo está vazio exatamente por que Ele, muito provavelmente, ressuscitou ao terceiro dia.

      A irracionalidade em se negar a ressurreição de Cristo como um fato estabelecido por não poder submetê-lo ao método científico moderno consiste em ser aquele fenômeno, um milagre – conforme dito anteriormente. Milagres não podem ser enquadrados em um laboratório e manipulados pelos cientistas. Para alguns, eles acontecem e pronto.

      Milagres Ocorrem [?]

      Por pensarem a priori, os céticos não admitem os milagres como acontecimentos possíveis. Toda decisão tomada a priori é um suicídio intelectual. Não é porque se é naturalista que alguém deva determinar como improvável um milagre. O Dr. Clark Pinnock observa de maneira interessante que:

      “A negação de todos os milagres será constante e invariável somente se soubermos que todos os registros sobre milagres são falsos, e isto não sabemos. Ninguém possui um conhecimento infalível das ‘leis naturais’, de tal maneira que possa excluir a priori, a possibilidade de quaisquer eventos únicos. A ciência pode nos dizer o que aconteceu, mas não pode nos dizer o que pode ou não acontecer. Ela observa os fatos, mas não os cria.” [2]

      É extremamente crucial que o pesquisador não alije do contexto histórico a ressurreição de Cristo por causa de seus pressupostos que, de maneira alguma, estão propensos à flexibilidade. O historiador Ethelbert Stauffer dá a dica de como devem portar-se os pesquisadores quanto à análise da história:

      “Que fazemos nós (como historiadores) quando experimentamos surpresas que ocorrem contra todas as nossas expectações, talvez contra todas as nossas convicções e mesmo contra tudo que nossa época entende como verdade? Dizemos, conforme dizia costumeiramente um grande historiador, em tais casos: ‘Certamente é possível.’ E por que não? Para o historiador crítico nada é impossível.”[3]

      Percebemos com o raciocínio do Dr. Stauffer que a isenção do historiador, do pesquisador e do estudioso, dever ser encarada como uma conditio sine qua non. Não é tarefa do estudioso aproximar-se da história com vistas a construí-la partindo de uma viciada e deliberada noção preconcebida. São as melhores evidências que devem norteá-lo em seu trabalho. Até o teólogo alemão Rudolf Bultmann, que reduziu a ressurreição de Cristo à uma experiência existencial dos discípulos, concorda com esse tipo de atitude. Para ele, “… o historiador certamente não goza de licença para pressupor os resultados de suas pesquisas.”[4]

      Ou seja, ele enfatiza a objetividade e o despir-se dos pressupostos no trabalho de análise histórica de um evento histórico. É aqui que os eruditos da Alta Crítica, por exemplo, tropeçam quando analisam o Pentateuco e determinam que o mesmo não foi escrito em sua totalidade por Moisés. Eles desprezam evidências arqueológicas e históricas favoráveis à uma autoria mosaica do Pentateuco exatamente por causa dos seus pressupostos filosóficos e, por isso, acabam por fazer do Pentateuco uma mal costurada colcha de retalhos.

      Essa perspectiva de que milagres não acontecem tem relação direta com a filosofia de David Hume (1711-1776). Eis sua posição:

      “Um milagre é uma violação das leis da natureza; e visto que uma firme e inalterável experiência foi que estabeleceu essas leis, a prova contra algum milagre, devido à própria natureza dos fatos, é tão definitiva como qualquer argumento baseado na experiência pode ser imaginado… Coisa alguma pode ser considerada um milagre se chega a ocorrer no curso comum da natureza. Não é nenhum milagre que um homem, aparentemente em boa saúde, venha a morrer subitamente… Mas seria um milagre se um cadáver retornasse à vida; porquanto jamais tal acontecimento foi observado em qualquer época ou nação. Portanto, deve haver uma experiência uniforme contra todo e qualquer evento miraculoso, pois, de outra maneira, o evento não mereceria ser chamado assim.”[5]

      O texto de Pinnock citado anteriormente dá uma resposta a altura a essa conclusão de Hume. Também podemos respondê-lo dizendo ainda que o que ocorre costumeiramente na natureza não pode ser considerado milagre. Mas, se algo acontece fora do curso normal da natureza, é um milagre, então, por isso, não deve ser corrente. Há teóricos que dizem que depois de Albert Einstein ninguém deve afirmar que determinados eventos não podem acontecer apenas por causa de um conhecimento prévio da lei natural.

      A fraqueza do argumento anti-milagres de Hume, que também era de Strauss, Reimarus e Spinoza, céticos que tergiversaram sobre a ressurreição de Cristo, consiste no fato de que o mesmo não leva em conta que os fatos históricos são particulares e únicos e que não necessitam, obrigatoriamente, de uma correspondência com uma experiência passada para serem admitidos como reais.

      Um Acontecimento Histórico Aberto a Uma Investigação Crítica

      É irracional a alegação de alguns céticos que a aceitação da ressurreição de Cristo sugere um salto no escuro e a adesão a uma crença que opõe-se às evidências e à razão.

      Lucas era um homem da ciência, pois ele era médico (Cl 4:14). Também é sabido, devido às conclusões dos eruditos, que ele era grego de boa educação e de boa formação. Isso é observável quando se analisa o seu estilo literário. Para os eruditos imparciais, Lucas também pode e deve ser considerado um excelente historiador. Algumas descobertas arqueológicas tem demonstrado a precisão das informações que ele oferece no seu Evangelho e em Atos.

      Esse escritor canônico revela uma responsabilidade insuspeita em narrar os fatos que envolveram o ministério terrenal de Jesus Cristo quando ele diz: “Eu mesmo investiguei tudo cuidadosamente, desde o começo…” (Lc 1:3). É importante destacarmos a palavra cuidadosamente nesse momento. Aqui, ele usa a palavra grega akribôs que significa acuradamente, indicando que a pesquisa foi feita de maneira meticulosa.

      Em Atos 1:3, falando sobre a ressurreição de Cristo, ele escreve: “… deu-lhes muitas provas indiscutíveis de que estava vivo.” Dessa referência, devemos destacar a frase muitas provas indiscutíveis. A palavra grega que ele usa é tekmerion, e ela significa, em lógica, “prova demonstrativa”, e na linguagem médica, “evidência demonstrativa.”[6]

      A observação do uso de tais palavras gregas por Lucas, fato que depõe favoravelmente a ele quanto à certeza de uma narrativa precisa, levá-nos facilmente a aceitação de que a crença da igreja primitiva na ressurreição de Cristo era fundamentada em acontecimentos reais e, portanto, históricos.

      Os discípulos, por vezes são acusados pelos críticos de serem possuidores de uma cosmovisão mítica e, por conta disso, serem capazes de construir o mito da ressurreição de Cristo. O erudito alemão Rudolf Bultmann foi um sério defensor dessa perspectiva. Ele disse que a ressurreição deve ser considerada “pura e simplesmente um acontecimento mítico.”[7] Assim, em seu labor teológico, ele propôs a desmitologização do Novo Testamento para que ele se tornasse atraente ao homem moderno.

      Esse tipo de compreensão sobre a cosmovisão dos discípulos e das pessoas do primeiro século faz delas sujeitos ingênuos e até ignorantes. Mas, uma breve análise de algumas passagens bíblicas mostra-nos que os discípulos não eram assim tão ingênuos como supõem os críticos. Vejamos.

      1-Pedro dizia que eles não seguiam fábulas construídas pelos homens de maneira engenhosa (2 Pe 1:16).

      2-No Areópago, o discurso paulino sobre a ressurreição de Cristo chocou os ouvintes (At 17:16-34). Por qual razão os ouvintes de Paulo escarneceram dele quando ele falou sobre a ressurreição?

      3-Quando Tomé manifesta uma “incredulidade” sobre a notícia da ressurreição de Cristo ele está dando algum sinal de ingenuidade? Quando ele fala em ver e em tocar no sinal dos cravos, ele está mostrando ser tão primitivo assim como gostam de afirmar os críticos?

      Acreditando em um pseudo primitivismo dos discípulos, Bultmann reduziu a ressurreição de Cristo, crida objetivamente pelos seus seguidores, em uma experiência existencial e ahistórica. Porém, as evidências demonstram que ele estava errado.

      Os critérios históricos a serem usados para se examinar a ressurreição de Cristo como sendo ou não um fato, devem ser os mesmos adotados para a análise de outros eventos históricos passados. A busca por evidências que satisfaçam, um enfoque adequado e a sustentabilidade dos fatos pleiteados formam uma tríade de critérios que atestam a plausibilidade da ressurreição de Cristo. Por eles é possível se estabelecer um argumento histórico sólido sobre a ressurreição.

      Os teóricos que defendem a ressurreição de Cristo como um acontecimento histórico aberto à investigação crítica, acreditam que existem evidências suficientes para corroborá-la; que, por uma abordagem historiográfica neutra, pode-se concluir ser a mesma um axioma e que por uma atitude crítica, um crítico histórico pode perfeitamente examinar as testemunhas, atestar a morte por crucificação, analisar todo o processo de sepultamento e ratificar todas as afirmações de que Jesus Cristo ressuscitou e que o túmulo não estava mais ocupado e sim vazio.

      Não é objetivo deste artigo tratar das evidências acima destacadas, porém, para encerrá-lo, é de bom tom lembrar que um testemunho poderoso histórico em favor da ressurreição de Cristo é dado exatamente por seus inimigos. Trata-se da não refutação objetiva, inquestionável e conclusiva deles em relação à afirmação dos discípulos de que Jesus Cristo ressuscitara. Isso é um fato histórico.

      Pergunto: Por qual razão os judeus e os romanos foram incapazes de apresentar refutações diretas e fulminantes? Por qual razão eles ficaram silenciosos? Por qual razão, eles usaram de perseguições, martírios e ameaças para tentar frear o avanço do cristianismo quando uma simples apresentação do corpo de Jesus Cristo resolveria o caso?

      Bom, o fato é que eles nada puderam provar, nem mesmo usando a mentira do roubo do corpo de Cristo. O silêncio deles tornou-se em um argumento histórico tão poderoso quanto o testemunho dos apóstolos sobre a ressurreição de Jesus Cristo.

      Referências Bibliográficas:

      [1]MCDOWELL, Josh. Evidências da Ressurreição de Cristo. São Paulo: Editora Candeia, 1994, p. 35.

      [2]idem.

      [3]MCDOWELL,Josh. Evidência Que Exige um Veredicto. São Paulo: Editora Candeia, 1997, vol. 2, p.36.

      [4]idem, p. 40.

      [5]idem, p. 35.

      [6]RIENECKER, Fritz e ROGERS, Cleon. Chave Linguística do Novo Testamento Grego. São Paulo: Vida Nova, 1995, p. 194.

      [7]MCGRATH, Alister E. Teologia Histórica: Uma Introdução à História do Pensamento Cristão. São Paulo: Cultura Cristã, 2007, p. 322.

      Fonte: http://www.webartigos.com/

      Ressurreição de Cristo pode ter sido alucinação? Parte II

      Filed Under (Apostasia, Defesa da Fé) by Geração Maranata on 15-11-2010

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      This entry is part 4 of 10 in the series Técnicas para Mudança de Mente e Comportamento

      JESUS CRISTO RESSUSCITOU, DE VERDADE ?

      por Joel Timóteo Ramos Pereira

       

      1. O PROBLEMA

      A base fundamental que dá carácter singular ao Cristianismo é a ressurreição de Jesus Cristo. Mas Jesus ressuscitou verdadeiramente ? Não será essa uma história inventada ? A resposta que for dada é sobremaneira crucial, na medida em que ou a ressurreição é uma das mais cruéis, maldosas e desumanas fraudes jamais introduzidas pelo homem, ou então, é o fato mais grandioso da história universal.

      Alguns dos fatos relevantes à ressurreição do Senhor Jesus Cristo são os seguintes: Jesus de Nazaré, um profeta judeu que proclamou ser o Cristo profetizado nas Escrituras Judaicas, foi preso, julgado como um criminoso e por fim, sem nEle se ter achado qualquer falta, crucificado. Três dias depois da sua morte, algumas mulheres que foram ao seu túmulo descobriram que o corpo tinha desaparecido. Os discípulos afirmaram que Deus O tinha ressuscitado dos mortos, e que apareceu várias vezes a eles antes de ascender ao Céu. Nesta base, o Cristianismo espalhou-se por todo o Império Romano, e tem continuado a exercer profunda influência através dos séculos.

      Houve realmente ressurreição ? A ressurreição de Jesus e o Cristianismo ou ficam ambos de pé ou caem juntos. Se ressuscitou, o Cristianismo é verdadeiro. Se não, é uma fraude.

       

       

      2. O ENTERRO DE JESUS

      O corpo de Jesus, de acordo com o costume judaico, foi envolvido num lençol de linho (Lc 23:53). Cerca de 40 Kg de substâncias aromáticas misturadas para formar uma substância gomosa, foram aplicadas nas faixas de panos envolvidas à volta do corpo (cfr. Lc. 23:56; Jo. 19:39). Depois do corpo ter sido colocado num túmulo sólido na rocha, uma enorme pedra foi rolada contra a entrada do túmulo (Mt. 27:60). Geralmente, estas pedras eram roladas por meio de alavancas (v. Mc. 15:46) e pesavam cerca de 2 toneladas. Uma guarda romana composta por homens de guerra, disciplinados (cerca de 11 a 18 soldados), foi colocada para guardar o túmulo. Quem não cumprisse o seu dever era severamente punido. Esta guarda fixou no túmulo o selo romano (símbolo do seu poder e autoridade) tendo em vista evitar alguma tentativa de violação do sepulcro.

       

      3. O TÚMULO… VAZIO !

      Mas no primeiro dia da semana, o túmulo estava vazio. Os seguidores de Jesus disseram que Ele tinha ressuscitado dos mortos. Afirmaram que Ele tinha aparecido durante um período de 40 dias, apresentando-se com «muitas e infalíveis provas» (At. 1:3). Paulo refere que Jesus apareceu uma vez a 500 dos seus seguidores, a maior parte dos quais ainda se encontravam vivos e podiam confirmar o que o apóstolo Paulo escreveu mais tarde (1Cor. 15:6).

      O túmulo estava vazio.

      PAUL ALTHUS refere que «a ressurreição não se aguentaria um único dia, uma única hora, se o fato do túmulo estar vazio, não tivesse sido confirmado por todos».

      Os cristãos crêem pela fé que Jesus ressuscitou. Mas têm também abundantes evidências históricas. As teorias desenvolvidas para negar a ressurreição serve apenas para aumentar a confiança na veracidade do relato bíblico. Mas analisemos algumas dessas teorias.

      3.1. O Túmulo Errado ?

      KIRSOPP LAKE propôs uma teoria, segundo a qual as mulheres que anunciaram que o corpo tinha desaparecido se tinham enganado e teriam ido ao túmulo errado. Bem, mas se assim fosse, então os discípulos que foram verificar se o corpo tinha ou não desaparecido (Jo. 20:3) também se enganaram e foram ao túmulo errado? Além disso, certamente que as autoridades judaicas que pediram uma guarda romana junto do túmulo não se enganariam na sua localização, nem outrossim os soldados romanos. Se se tratasse de outro túmulo, certamente que iriam buscar o corpo ao túmulo certo, terminando para sempre todo e qualquer rumor sobre a ressurreição.

      3.2. Alucinações e Ilusões ?

      A outra teoria sugere que as aparições de Jesus teriam sido simples ilusões. Acontece porém que esta teoria não é apoiada pelos princípios psicológicos que determinam as aparições e ilusões, nem coincide com a circunstância histórica. Na verdade, foram centenas de discípulos que O viram, por várias vezes, em diferentes locais, nas mais variadas circunstâncias. Além disso, os discípulos estavam inicialmente receosos e fecharam-se em casa. Como discípulos receosos convencer-se-iam com ilusões e saíram para a rua anunciando-o ?

      3.3. Morte Aparente ?

      VENTURINI apresentou há alguns anos uma teoria segundo a qual Jesus não tinha efetivamente morrido, mas simplesmente desmaiou devido ao cansaço e perda de sangue.  Todos O julgavam morto e, quando reanimou, os discípulos pensaram que tinha ressuscitado. Acontece porém que, segundo as palavras de um outro cético (D.F.STRAUSS), é impossível que um ser humano, roubado meio morto da cruz, que se arrastasse fraco, doente e necessitado de tratamento médico, de ligaduras e que por fim cedeu aos seus sofrimentos, pudesse ter dado aos discípulos a impressão de que era um conquistador sobre a morte ? Além disso, como é que alguém nessa situação podia ter removido, sozinho, a pedra de duas toneladas, dominado os soldados romanos armados da cabeça aos pés e por fim ter escapado por mais de dois quilômetros ?

      3.4 O Corpo Roubado ?

      Em desespero de causa há ainda quem sustente que os discípulos teriam roubado o corpo de Jesus. Porém, a depressão e a covardia reveladas pelos discípulos não se coaduna com a súbita bravura e ousadia de enfrentar um destacamento de soldados e roubar o corpo. Aliás, como explicar a dramática transformação de seres desprezados, desanimados e fugitivos em testemunhas a quem nenhuma oposição pôde calar – nem prisão, nem império romano, nem perseguição. Os discípulos foram inclusive mortos. Ora, nenhum homem na sua perfeita consciência é capaz de se entregar à morte, sabendo que tudo aquilo era uma fraude ou mentira criada por si próprio !  Além disso, a teoria de que as autoridades judaicas ou romanas tivessem tirado o corpo de Jesus não tem qualquer lógica, na medida em que quando os discípulos proclamaram a ressurreição, bastava às autoridades mostrar o corpo e assim desse modo banido e destruído por completo o Cristianismo pela base. Aliás, o relato bíblico de Mt. 28:11-15 mostra que tal era impossível pelo suborno que os líderes judaicos deram aos soldados romanos para que estes mentissem.

       

       

      4. EVIDÊNCIAS

      Muitas podem ser as teorias de céticos, ateus e agnósticos que pretendem negar a veracidade da ressurreição do Senhor Jesus Cristo. Porém, nenhuma teoria é capaz de apagar os feitos do Cristianismo ao longo dos séculos, os quais tiveram a sua base na morte e ressurreição do Senhor Jesus Cristo. Aliás, não há fato mais claramente provado que a ressurreição. Ninguém batalha contra ilusões ou invenções: apenas contra realidades. O túmulo onde Jesus foi sepultado ficou mesmo vazio e não há nenhum sinal de evidência nas fontes literárias, epigrafia ou arqueologia que negue esse fato.

      Mas o maior testemunho de todos é a transformação radical e testemunho dos Cristãos do I Século. Não houve qualquer benefício visível (prestígio, riqueza ou ascensão social) que pudessem obter para a sua total consagração ao Senhor Ressuscitado. Pelo contrário, estes cristãos foram espancados, apedrejados, torturados, lançados aos leões e queimados vivos. No entanto, sempre pacíficos, nunca impuseram pela força as suas crenças: deram as suas vidas como prova máxima da sua inteira confiança na verdade da sua mensagem.

       

      Prezado amigo: Não deseja conhecer este Senhor Ressuscitado ? Ele hoje está no Céu e diz-lhe com grande amor: «Vinde a Mim, todos que estais cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei». Ele deseja oferecer-lhe a salvação, a vida eterna. Basta que ouça a Sua Palavra e creia no Nome do Senhor Jesus Cristo (João 5:24). Se assim o fizer, Deus entrará na sua vida e lhe dará o poder de ser feito filho de Deus (Jo. 1:12).

       

       

      Fonte: http://irmaos.net

       

      Para saber mais:

      De Josh MCDOWELL, Editora Candeia

      - Evidências da Ressurreição de Cristo

      - Evidência Que Exige um Veredicto

       

       

      Ressurreição de Cristo pode ter sido alucinação? Parte I

      Filed Under (Apostasia, Defesa da Fé) by Geração Maranata on 15-11-2010

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      "O grande escritor russo Nicholas Arseniew (…) contou a história do camarada Lunatscharsky. Estava palestrando no maior auditório de Moscou logo após a revolução bolchevique. Seu tema: "Religião: o ópio do povo". Assim discursou: "Todos os mistérios cristão são lendas inventadas; a ciência marxista é a luz que mais do que substitui as fábulas do cristianismo". Proferiu um longo discurso. Ao terminar, estava tão satisfeito consigo mesmo que perguntou, com gestos bem expansivos, se alguém no auditório gostaria de fazer uma pergunta ou dizer alguma coisa.

      Um jovem sacerdote russo ortodoxo deu um passo adiante. Primeiramente ele se desculpou ao comissário por sua ignorância e inépcia. O comissário olhou para ele desdenhosamente:

      – Eu lhe darei dois minutos, nada mais que isso – ele bufou.

      – Não tomarei muito tempo — o sacerdote garantiu. Subiu à plataforma, voltou-se para a platéia e em alta voz declarou:

      – Cristo ressuscitou!

      Numa só voz, a vasta platéia vociferou em resposta:

      – Ele realmente ressuscitou!".

      (MANNING, Brennan. Convite à solitude. São Paulo: Mundo Cristão, 2010, p. 164-165)

       

      Sobre o Livro "A Vida de Jesus" de Corrado Augias e Mauro Pesce (título original "Inchiesta su Gesù" lançado em março de 2008 na Itália).

      Este best-seller coloca em dúvida vários episódios da  vida de Jesus e já esteve na lista dos livros mais vendidos.  Os autores dizem, entre outras coisas, que a ressurreição de Jesus pode ter sido fruto de alucinação de seu seus discípulos.  Augias e Pesce questionam, além da ressurreição, data e local do nascimento de Cristo, Maria ter permanecido virgem mesmo após dar à luz e que Cristo fundou uma nova religião.

      O livro aumentou ainda mais as discussões sobre o passado e a vida de Jesus Cristo, assunto amplamente comentado no mundo católico com as teses levantadas por best-sellers como O Código Da Vinci – que dizia, entre outras coisas, que Jesus e Maria Madalena viveram juntos e tiveram filhos.

       

      Sinopse do livro:

      Nos últimos cinquenta anos, novas descobertas arqueológicas e estudos filológicos têm permitido somar dados à tentativa de responder a uma das perguntas fundamentais da história da humanidade: quem foi, na verdade, em toda a sua dimensão concreta, o homem cuja existência viria a mudar o mundo de forma irreversível?
      E foi precisamente para fazer uma síntese clara das últimas investigações sobre a vida e a mensagem de Jesus que Corrado Augias, jornalista e escritor, entrevistou Mauro Pesce, um dos mais notáveis biblistas* italianos. Socorrendo-se tanto dos textos canônicos como dos apócrifos, ambos se debruçam, despojados de idéias preconcebidas, sobre questões acerca das quais muito se tem especulado e debatido nas últimas décadas.
      O resultado é este livro que traz à luz alguns dos aspectos menos conhecidos, e decerto surpreendentes, da vida do homem real para além do mito e das fábulas. Um documento de indiscutível interesse, que vendeu 650 000 exemplares em Itália (na época) e será também publicado em Espanha, França e Brasil.

      Questões levantadas

      - É possível conhecer, concretamente, a vida e a mensagem do homem que mudou o Mundo?

      - As investigações despreconceituosas, baseadas em textos canônicos e apócrifos, não trarão a este trabalho características científicas ?

      - O resultado do trabalho elaborado a partir dos dados desta pesquisa concede-nos horizontes de conhecimento sobre o assunto que estão para além dos mitos: "a pesquisa histórica não compromete a fé", nem deixa de pôr em causa "certas afirmações toscamente antieclesiásticas".

      - Jesus era apenas um entre centenas de outros pregadores itinerantes?

      - Foi Jesus ou Paulo de Tarso o fundador do cristianismo?

      - Por que razão não ficaram vestígios daquela multidão de "profetas"?

      - Onde, quando e de quem nasceu, realmente, Jesus?

      - O que há a dizer sobre as semelhanças e a concorrência religiosa do mitraismo?

      - Que razões encontramos para o êxito de lendas, mitos, livros e filmes sobre Jesus? A curiosidade, a ânsia generalizada de saber a verdade sobre Jesus.

      - "É possível que as coisas se tenham realmente passado como refere a Vulgata das Igrejas cristãs?"

      - Há ou não razões para julgar quem suprimiu dados históricos "porque era demasiado difícil fazê-los coincidir com o quadro que a doutrina construiu"?

      - Curiosidade e ciência, duas dimensões da procura da verdade que os dois autores em apreço souberam cruzar para, declaradamente e em boa-fé, colaborarem na feitura deste livro.

      Corrado Augias, jornalista e escritor, é autor de diversos livros de sucesso e programas de televisão. Foi também deputado do Parlamento Europeu.
      Mauro Pesce, é docente de História do Cristianismo na Universidade de Bolonha e eminente biblista, sendo autor de vários textos sobre o Novo Testamento.

      (*) Veja o artigo "Técnicas para Mudança de Mente e Comportamento"

       

      Reportagem na Mídia

      Ressurreição de Cristo pode ter sido alucinação, diz livro polêmico

      http://www.bbc.co.uk/

      Um best-seller que coloca em dúvida vários episódios da vida de Jesus está causando grande polêmica na Itália, às vésperas da publicação do primeiro livro do papa sobre Cristo.

      Os autores de Inquérito sobre Jesus, que está há várias semanas na lista dos livros mais vendidos do país, dizem, entre outras coisas, que a ressurreição de Jesus pode ter sido fruto de alucinação de seu seus discípulos.

      O livro traz uma entrevista com o professor de História especializado em cristianismo Mauro Pesce, da Universidade de Bolonha, conduzida pelo jornalista Corrado Augias.

      Nele, Augias e Pesce questionam, além da ressurreição, data e local do nascimento de Cristo, que Maria tenha dado à luz permanecendo virgem, e que Cristo tivesse intenção de fundar uma nova religião.

      Desde que foi lançada, no fim do ano passado, a obra já vendeu 450 mil cópias na Itália. Deve ser ainda publicada no Brasil.

      Releitura

      No capítulo dedicado à ressurreição de Jesus, definido por eles como o mais delicado, Augias e Pesce especulam que o episódio – um dos fundamentos da fé cristã – pode ter sido apenas fruto de alucinação dos discípulos.

      “Muitas visões, inclusive as mais recentes, como as de Fátima, indicam que o visionário acabou vendo realmente o que desejava ver”, diz o texto.

      O livro aponta imprecisões nos cálculos que determinaram a data de nascimento de Jesus.

      “Não sabemos até que ponto podemos confiar em Luca (um dos evangelistas), que escreveu 50 anos depois da morte de Cristo, com base em informações de terceiros”, escrevem os autores.

      Outra tese do livro, uma das que mais provocaram reações negativas nos ambientes católicos, sustenta que Jesus não tinha intenção de fundar uma nova religião, e se limitava a pregar aos judeus mantendo-se fiel tradição da religião hebraica.

      “Ele nunca tentou converter os não-judeus. Isto seria feito depois de sua morte, por alguns seguidores e pelas igrejas cristãs, mudando bastante o que Jesus pregava e praticava.”

      ‘Ataque’

      jesuíta Giuseppe De Rosa, da influente revista semanal Civiltà Cattolica – cujo conteúdo passa sempre pelo aval da secretaria de Estado do Vaticano – disse que o livro é um “ataque frontal à fé cristã”.

      Em artigo na revista, De Rosa afirma que a pesquisa “nega o cristianismo em sua totalidade e as verdades cristãs essenciais", e que ela define os evangelhos canônicos como "lacunosos e manipulados".

      Em um longo artigo publicado no jornal Avvenire, da conferência episcopal italiana, o padre Raniero Cantalamessa, predicador da casa pontifícia, criticou o livro por defender a tese de que "o Jesus autêntico não é o da igreja".

      Padre Cantalamessa colocou em dúvida as fontes usadas pelos autores, como os evangelhos considerados não oficiais pela igreja católica.

      Defesa

      Para os autores do livro, ambos conhecidos e respeitados na Itália, não há nada na pesquisa que possa ofender a fé cristã.

      "Não é a oposição entre o que Jesus foi e o que a igreja pensa ter sido, mas entre o que as pessoas sabem e o que as pessoas não sabem”, declarou Pesce em entrevista à BBC Brasil.

      Ele disse que o livro se baseia quase totalmente nos quatro evangelhos canônicos (oficiais), embora também tenha usado outras fontes.

      "Os estudos dos últimos 30 anos revolucionaram as teorias tradicionais. Agora, avalia-se a relação entre os vários textos. Em alguns casos os evangelhos apócrifos (não reconhecidos pela igreja) dão informações muito importantes”, afirmou.

      O livro aumentou ainda mais as discussões sobre o passado e a vida de Jesus Cristo, assunto amplamente comentado no mundo católico com as teses levantadas por bestsellers como O Código Da Vinci – que dizia, entre outras coisas, que Jesus e Maria Madalena viveram juntos e procriaram.

      Mas o Vaticano está reagindo. Em abril será lançado o aguardado livro do papa Bento 16 sobre a vida de Cristo, Jesus de Nazaré, do batismo no Jordão à Transfiguração.

       

      "Eles são do mundo. É por isto que falam segundo o mundo, e o mundo os ouve". (1Jo 4,5)

      "Nós, porém, somos de Deus. Quem conhece a Deus, ouve-nos; quem não é de Deus, não nos ouve. É nisto que conhecemos o Espírito da Verdade e o espírito do erro". (1Jo 4,6)

      "A boa nova nos foi trazida a nós, como o foi a eles. Mas a eles de nada aproveitou, porque caíram na descrença". (Hb 4,2)

      " Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo." ( Cl 2, 8 )

      "Filhinhos, esta é a última hora. Vós ouvistes dizer que o anticristo vem. Eis que já há muitos anticristos, por isto conhecemos que é a última hora." (1 Jo.2,18)

      O Código da Vinci

      Filed Under (Apostasia) by Geração Maranata on 15-11-2010

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      Desde sua publicação, em abril de 2003, O Código da Vinci vendeu mais de 40 milhões de exemplares nos Estados Unidos. Ele foi traduzido em 45 idiomas e é um sucesso de vendas em 150 países.

      Ficou na lista dos mais vendidos do jornal The New York Times por dois anos, e esteve no topo, ou perto do topo, por 50 semanas.

      O livro diz que os cristãos primitivos não criam na divindade de Cristo, que a ressurreição nunca ocorreu, que nossa Bíblia é o resultado de uma luta política do imperador romano Constantino e que os cristãos primitivos adoravam o "divino feminino". Essas afirmações são feitas por um afável especialista, um professor da Universidade de Harvard que (no contexto do livro) parece ser uma pessoa com credibilidade e autoridade.

      Talvez você diga: "Nenhuma pessoa racional levaria esse tipo de coisa a sério." Isso era exatamente o que um líder evangélico pensava – até que começou a conversar com pessoas que tinham lido o livro. Ele descobriu que o livro endurece a descrença daqueles que não são cristãos e leva os buscadores honestos para longe do cristianismo. O livro chegou a fazer alguns cristãos se tornarem confusos e desiludidos.

      De acordo com O Código Da Vinci, Jesus era apenas um homem comum que não era divino, não morreu pelos nossos pecados e não ressuscitou. Em vez disso, ele se casou com Maria Madalena e teve pelo menos um filho com ela. No livro o "cálice" é Maria Madalena, mitologizada e sexualizada como se fosse a amante ou esposa de Jesus Cristo.

      O livro conta uma que há uma antiga sociedade secreta chamada 'Priorado de Sião' que preservou as informações sobre Jesus e Maria Madalena e seus descendentes. Ele afirma que Leonardo Da Vinci foi um grão-mestre do Priorado de Sião, e algumas de suas pinturas têm símbolos relacionados com o suposto relacionamento de Jesus com Maria Madalena.

      Dan Brown tece uma narrativa com grande poder de entretenimento, ele afirma que Maria Madalena seria o Santo Graal (o cálice de Cristo), que ela e Jesus seriam os progenitores da linhagem merovíngia de governantes europeus e que ela estaria sepultada sob a pirâmide invertida de vidro no Louvre, em Paris, onde ainda hoje se poderia sentir emanações de seu espírito divino.

      O romance descreve o Cristianismo como uma gigantesca conspiração baseada numa grande mentira (a divindade de Cristo), que os Evangelhos do Novo Testamento são produtos humanos de machistas e anti-feministas que teriam procurado reinventar o Cristianismo para oprimir as mulheres e reprimir a adoração à deusa. (Leia também o post Wicca).

      O imperador Constantino teria convenientemente divinizado Jesus a fim de consolidar seu controle sobre o mundo. O livro indica que na votação do Concílio de Nicéia, sobre a divindade de Cristo, o resultado teria sido apertado, houve 300 votos favoráveis e apenas dois contrários. Definitivamente a precisão histórica não é o ponto forte do romance. Essa é apenas uma das muitas distorções deliberadas existentes no livro.

      Outra envolve os heréticos evangelhos gnósticos escritos no final do século II como sendo os evangelhos "reais". Encontrados em Nag Hammadi no Egito, em 1946, esses mitos gnósticos nunca foram reconhecidos pela igreja primitiva como Escrituras legítimas.

      Nos anos 60 as pessoas acreditavam em tudo que liam no jornal só porque estava escrito ali. Nunca lhes ocorreu que as reportagens e editoriais eram redigidos por pessoas com agendas pessoais e políticas. Acreditava-se naquilo que se lia, não importando quem era o autor. Hoje ainda é assim, e ainda pior, pois temos a televisão, o cinema e a internet.

      A advertência é a mesma: não acreditem em tudo que vocês lêem em um romance ou vêem em um filme!

      A Bíblia exorta: "Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora. Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo" (1 João 4.1-3). (Pre-Trib Perspectives)

      por  Dr. Ed Hindson (assessor do reitor da Liberty University em Lynchburg/VA (EUA).

      Fontes pesquisadas:

      www.chamada.com.br

      www.espada.eti.br

      www.wikipedia.com

      Autor: **Geração Maranata** Se for copiar cite a Fonte!

      Vídeo: O Homem no Buraco

      Filed Under (Vídeos, Você é Salvo ?) by Geração Maranata on 31-10-2010

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      por Geração Maranata

      Qual é a religião verdadeira?

      A palavra religião quer dizer religar: religar-nos a Deus.

      Não existe uma coisa que nos ligue a Deus, mas existe uma Pessoa que nos religa a Deus: Jesus Cristo.

      "Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; Ninguém vem ao Pai senão por mim." João 14:6

      "Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo por intermédio de quem obtivemos igualmente acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes." Romanos 5:1

      "…fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho  e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação." Romanos 5:10

      "Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo0". 1 – Coríntios 15:57

      "E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus; Somente Jesus tem o poder de no religar a Deus. Nenhum outro ser pode fazer isso. Muitos são devotos de Maria e de muitos outros “santos” que a igreja católica ensinou serem intercessores por nós, mas a Bíblia reconhece apenas Jesus como nosso intercessor e nosso advogado." 2 – Coríntios 3:4

      "Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem." 1 Timóteo 2:5

      "Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo." I João 2:1

       

      Nós não podemos nos auto-salvar, nem por nossa bondade, nem por boas obras:

      "Não há justo, nem sequer um… Todos se extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só." Romanos 3:10,12

      "O homem não é justificado por obras da lei, mas sim, pela fé em Cristo Jesus, temos também crido em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo, e não por obras da lei." Gálatas 2:16

      "Não em virtude de obras de justiça que nós houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou." Tito 3:5

      "Pela graça sois salvos, por s gentios, e eles à vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie." Efésios 2:8,9

      "Não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados… mas com precioso sangue de Cristo." I Pedro 1:18,19

       

      Novo Nascimento e Reencarnação

      "Nascer… Morrer… Renascer… Renascemos quantas vezes forem necessárias para o nosso aperfeiçoamento espiritual." (frase muito usada pelos espiritualistas)

      A passagem bíblica onde Nicodemos tem um encontro às escondidas com Jesus e faz-lhe várias perguntas é muito usada por grupos espiritualistas para fundamentar sua tese de reencarnação.

      Jesus diz que "para se entrar no Reino de Deus é necessário nascer de novo" (João 3:3). Os espiritualistas usam esse texto para pregar a sua doutrina da reencarnação. Mas esse texto nada tem a ver com o nascer fisicamente e, muito menos, com reencarnação. O contexto explica o que Jesus queria dizer, reforçado com outras passagens bíblicas. Jesus estava a referir-Se a um nascimento espiritual.

      Jesus, em uma entrevista com um dos teólogos da religião judaica, de nome Nicodemos que O procurara. E Jesus disse-lhe que ele precisava de nascer de novo para participar do Reino de Deus. Nicodemos questionou-O se isso significava "tornar a entrar no ventre materno?" – João3:4

      Poderemos reformular a questão de Nicodemos, em termos espíritas: “Tenho que reencarnar?”. Jesus respondeu-lhe dizendo que o novo nascimento não é carnal (físico, material), mas espiritual (v. 6). É um nascimento operado pela “água”, uma referência à Palavra de Deus (Efésios 5:25-26) e pelo Espírito de Deus.

      O Espírito Santo, usando a Palavra de Deus, a Escritura divinamente inspirada (II Timóteo 3:16-17), convence o homem do pecado, da justiça e do juízo (João 16:7-8) e da necessidade de aceitar pela fé, Jesus Cristo como Único e Suficiente Salvador. – Atos 4:10-12.

      E o homem ao fazer isso será salvo e convertido numa nova criatura (II Coríntios 5:17; I Pedro 1:3 e 23; I João 5:18).

      "Aquele que nasce do Espírito não vive mais segundo a carne, mas segundo Espírito" "… vivendo sob a ação e a orientação do Espírito Santo." (v. 8; Rm. 8:1-4).

      Não Há Reencarnação !

      ” … aos homens está ordenado a morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo.” Hebreus 9:27

       

      Leia também:

      Fatos sobre espíritos guias

      Espiritismo e Reencarnação – Entrevista com o escritor e Missionário Daniel Mastral

       

      **Geração Maranata** Se for copiar cite a Fonte!

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