Caos financeiro e Guerra estão por vir, dizem especialistas

Filed Under (Artigos) by Geração Maranata on 19-04-2011

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por Geração Maranata

O mundo está sendo preparado para uma grande crise econômica, que certamente virá, pois é necessária para que um governo mundial possa surgir.

Ordo ab Chao (Ordem através Caos)

O caos financeiro tem que ser criado para que seja oferecida solução para a crise e para que uma nova ordem seja estabelecida. Parece meio 'teoria da conspiração'.  Mas deve ser por aí, pois o palco para o anticristo precisa ser montado.

Na parábola das dez virgens há um momento que todas dormiram, mas quando ouviram que o Noivo estava chegando, acordaram, mas só cinco delas estavam com suas lâmpadas cheia de azeite (Mt. 25:1-13).

Estamos em tempo de despertamento. Vamos acordar e colocar (ou completar) azeite em nosssas lâmpadas enquanto há tempo!

 

Charles Nenner (técnico aposentado da Goldman Sachs, e líder do Charles Nenner Research Center), Gerald Celente (CEO do Trends Research Institute) e Lindsey Williams (Pastor Batista) estão sendo chamados pela mídia de: os "profetas da desgraça".

O que eles estão dizendo?:

"Uma grande guerra vai eclodir no Oriente Médio."

"O preço do petróleo vai a US $ 200 o barril"

"O preço do ouro vai chegar a US $ 2000 dentro de dois anos"

"Dow Jones vai cair para 5.000 até o final de 2012"

Esses especialistas financeiros, muito respeitados por sinal, estão fazendo algumas previsões absolutamente assombrosas. Charles Nenner, Gerald Celente e Lindsey Williams são convidados freqüentes na televisão e programas de rádio e todos prevêem que ao longo de dois anos viveremos momentos econômicos difíceis.

Será que eles estão certos? Só o tempo dirá. Mas é realmente muito preocupante que muitos especialistas,  com vasta experiência,  estão prevendo um desastre econômico.

Quais são exatamente algumas dessas previsões?

Neste primeiro vídeo, Charles Nenner, um ex-analista técnico da Goldman Sachs, diz ao Fox Business, que uma grande guerra vai começar por volta do final de 2012 e que o índice Dow Jones vai cair até 5000 …

Neste próximo vídeo, Gerald Celente do Trends Research Institute, diz ao Fox News que está esperando um grande caos econômico para os próximos anos e que acredita que o preço do ouro deva subir para 2.000 dólares. Durante anos, Celente vem dizendo que "a grande depressão" se dirige ao nosso caminho e o que ele está dizendo agora é muito preocupante …

Neste último vídeo, Lindsey Williams diz ao Alex Jones que seus 'contatos' lhe teriam dito que haverá um tremendo caos no Oriente Médio e que o preço do petróleo deverá chegar em torno de US $ 150 a US $ 200 o barril . Considerando que Lindsey Williams esteja certo, como foi no passado, este é um aviso muito sério …

Mas Nenner, Celente e Williams não são os únicos que estão alertando que um desastre econômico está chegando.

Bill Gross é o gestor dos maiores títulos de fundo do mundo e ele reconhece que a sua empresa, a Pimco, tem despejado todos os seus títulos do Tesouro Americano. Gross está preocupado com o sistema financeiro mundial há algum tempo e por isso sua empresa tem feito movimentações ousadas.

Muitos americanos têm um mau pressentimento de que realmente as coisas não estão indo bem. Uma nova pesquisa Reuters/Ipsos constatou que 64% dos americanos acreditam que o país está indo na direção errada. Não há como o sistema atual continuar assim indefinidamente. "Estamos vivendo na maior bolha de dívida que o mundo já viu, e que nos permitiu ter um nível sem precedentes de vida, mas agora um dia do julgamento se aproxima rapidamente."

O sistema financeiro mundial está sustentado em dívidas e nas especulações. Uma montanha de derivativos, que é tão grande que desafia a imaginação, paira constantemente sobre nossas cabeças e pode desabar a qualquer momento. O continente europeu está lidando com uma grande crise da dívida soberana que está piorando a cada dia. O mercado de títulos municipais também está à beira do colapso total. No topo de tudo isso está o preço do petróleo que está subindo rapidamente o que poderia causar um forte impacto econômico por si só.

O Federal Reserve e outros bancos centrais têm feito o seu melhor para "cobrir" todos os problemas financeiros, mas o socorro não pode durar para sempre. Em algum momento o "esquema de Ponzi" (operação financeira fraudulenta do tipo 'pirâmide') vai chegar ao fim.

A economia dos EUA está se tornando mais fraca a cada dia que passa. Centenas de cidades e vilas em todo o país foram transformadas em "zonas econômicas mortas". 44 milhões de americanos recebem vale-refeição (um tipo de seguro-desemprego) e milhões de famílias americanas estão perdendo a esperança rapidamente.

"O Federal Reserve pode continuar imprimindo trilhões de dólares e o governo dos EUA podem continuar a emprestar trilhões de dólares, mas ninguém com meio cérebro pode ver que o fim do jogo se aproxima rapidamente."

Um desastre financeiro pode trazer uma greve em 2011, 2012, 2013 ou em algum momento depois disso, mas a verdade é que ela vai chegar. Os líderes podem usar todos os seus truques para manter as bolas no ar por tanto tempo quanto possível, mas em algum momento elas vão cair.

Portanto, não deve-se julgar homens como Nenner, Celente e Williams. Suas previsões podem não estar 100% corretas, mas certamente elas representam algo sério.

 

 

EX-ANALISTA DA GOLDMAN SACHS: UMA GRANDE GUERRA OCORRERÁ NO FIM DE 2012

Conflito maciço desencadeará o colapso do mercado de ações, prevê o estrategista de ciclos Nenner

Quando o analista de ciclos Charles Nenner disse ao canal Fox Business que o Dow Jones está para entrar em colapso ao atingir os 5000 pontos diante de uma “enorme guerra” que sacudirá o mundo ao final de 2012, o anfitrião David Asman e Elizabeth MacDonald permaneceram em silêncio.

Nenner, um técnico aposentado da Goldman Sachs, é o líder do 'Charles Nenner Research Center', que alega ser capaz de prever tendências de mercado por meio de um programa de computador baseado em análise de padrões de mercado. Nenner previu que o mercado de ações e o mercado imobiliário entrariam em colapso dois anos antes da queda do Lehman Brothers.

Nenner prevê que o Dow Jones está se encaminhando para um patamar de apenas 5000 pontos, uma queda gigantesca, já que atualmente ele flutua a mais de 12000 pontos e esteve, na pior parte do colapso econômico em 2009, em 6547 pontos.

Mediante essa análise, Nenner vem aconselhado a seus clientes a sair quase que totalmente do mercado.

“Eu digo a meus clientes, fundos de pensão e grandes empresas a sair quase que totalmente do mercado de ações” disse Nenner, falando que o colapso se revelará dentro de alguns meses, e que se iniciará quando o índice do Dow Jones atingir um valor acima de 13000 pontos.

Mas o que poderia desencadear esta queda tão dramática? Um conflito relacionado ao petróleo desencadeado por um “dia de fúria”, repleto de manifestações e protestos na Arábia Saudita ou algo mais?

De acordo com Nenner, que estuda guerras e ciclos de paz, o colapso será iniciado por uma “guerra de grandes proporções que se iniciará no final de 2012, início de 2013”, uma alegação que fez com que o anfitrião David Asman meramente respondesse com uma interjeição, “wow”.

Um estrategista financeiro que teve uma precisão incrível no passado, que está dizendo a todos os seus clientes para saírem do mercado de ações e prevê uma “guerra de grandes proporções” que levará o mercado de ações a entrar em colapso e o melhor que Asman pode dizer é “wow”?

Os anfitriões não foram capazes de acompanhar a declaração surpreendente de Nenner, e ninguém sabe ao certo quem entrará nesta guerra e como ela começará, mas parece ser inevitável que suas raízes estejam nos conflitos que tem se espalhado como fogo no norte da África e no Oriente Médio.

 

Para saber mais e entender a crise que está por vir:

http://www.infowars.com/are-the-prophets-of-doom-right/

http://www.infowars.com/lindsey-williams-to-break-bombshell-info-on-alex-jones-show/

http://endoftheamericandream.com/archives/21-signs-of-impending-doom-for-the-2011-economy

http://www.nypost.com/p/news/business/icahn_hedge_now_tNCxUR12GQH3adViOMITIK

http://www.prisonplanet.com/order_out_of_chaos.html – por Paul Joseph Watson (editor e escritor do site Prison Planet.com, autor de “Order Out Of Chaos” e colunista do “The Alex Jones Show”)

http://www.lambslain.com (este site traz um artigo sobre crise alimentar)

 

Fontes:

www.infowars.com

www.prisonplanet.com

 

O Sistema Único Mundial

Filed Under (Governo Mundial) by Geração Maranata on 17-04-2011

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por Jack Kelley (adaptado)

Apocalipse 17-18 mostra que há três componentes para o sistema mundial único dos Últimos Dias:

Há uma religião mundial

Um governo mundial e

Um sistema comercial mundial

Todos estão se desenvolvendo por mais tempo do que a maioria das pessoas suspeitam e estão chegando rapidamente ao seu cumprimento.

À medida em que isso acontece eles vão se tornando cada vez mais evidentes para o público.

Não é mais somente o reino dos fanáticos teóricos da conspiração, hoje apenas aqueles que se recusam a ver não sabem de sua existência.

Governo Mundial

Por muito tempo temos ouvido falar da vinda do Governo Mundial, mas recentemente isso se tornou muito mais do que apenas suposição. Existe um esforço óbvio em curso tanto para eliminar as fronteiras nacionais como para criar um sistema governamental mundial que tenha autoridade sobre todas as nações.

Como um simples exemplo, há pouco tempo a nossa família (do Jack) se inscreveu-se em algo chamado Programa do Viajante Confiável. Consiste em um cartão especial emitido para solicitantes qualificados do Canadá, EUA e México, que nos permite passar por qualquer um dos pontos de controle nas fronteiras entre os três países sem mostrar o passaporte ou passar pela alfândega. Com esse passe podemos cruzar do México, onde servimos como missionários, para os EUA em cerca de 10-15 minutos. Anteriormente, isso levava cerca de uma hora em dias normais e mais nos fins de semana e feriados. Passageiros das companhias aéreas do Canadá ou do México podem ir para quiosques especiais em aeroportos designados nos EUA e receber o mesmo serviço rápido. A Segurança Interna espera que cerca de 84 milhões de cidadãos mexicanos se inscrevam no programa.

Eu vejo isso como uma grande conveniência, já que entramos nos EUA uma vez por semana pela fronteira mais movimentada do mundo. Mas ao olhar para o meu passe outro dia, reparei na capa uma representação da América do Norte sem fronteiras nacionais e percebi que este é apenas um passo em direção à meta de fusão desses três países em uma União Norte Americana.

A UE já tem um tal programa permitindo aos residentes de qualquer país da UE atravessar para qualquer outro sem passaportes. Outros programas similares estão em andamento no sudeste da Ásia, África, América Latina e no Mediterrâneo. Na minha opinião, a Bíblia diz que um total de 10 dessas regiões multi-nacionais existirão um dia, e elas estarão envolvidas em muito mais do que turismo.

Além disso, há uma conversa sobre um governo mundial único, que irá exercer autoridade sobre essas 10 regiões, com uma única figura como sua cabeça, o Presidente do Mundo. Nessa mesma nota, aqui está uma citação interessante que li esta semana:

"Não existe hoje uma única figura política com o alcance global e a influência de Bill Clinton, ex-presidente dos EUA, transformado em humanitário e diplomata extraordinário. Ninguém mais na arena política de hoje tem a capacidade de atrair a atenção dos líderes mundiais e organizações em todos os lugares da forma como ele o faz" (Chris Matthews do documentário da MSNBC: "Presidente do Mundo – O Fenômeno Bill Clinton").

Eu não estou dizendo que Bill Clinton seja o anti-Cristo. Mas acho muito interessante que a nossa mídia nacional esteja falando abertamente sobre um presidente do mundo, e até mesmo sugerindo um candidato.

Muitos sentem que existe a necessidade de uma entidade com poder político que se sobreponha a interesses nacionais ou mesmo regionais. Há muita desigualdade muito no mundo, e os países ricos terão de ser forçados a ajudar os pobres.

Energia e alimentos são duas áreas críticas onde a oferta e a procura estão fora de equilíbrio. À medida que os vários produtores do Oriente Médio se tornam menos estáveis há uma preocupação crescente de que o fornecimento de petróleo seja menos confiável. Os preços na bomba estão aumentando novamente em um momento em que nenhuma economia do mundo pode pagar.

O mesmo acontece com os alimentos. Existe capacidade de produção suficiente para alimentar a todos, mas as políticas conflitantes das nações individuais impede que isso aconteça. Como resultado, os preços estão aumentando e as faltas estão se tornando evidentes. As nações mais pobres sofrem mais e já estão começando a se levantar em rebelião.

A menos que alguém force as nações ricas a ajudar, haverá um caos de proporções nunca vistas. O Imposto do Carbono por causa Aquecimento Global (também conhecido como Mudança Climática), Limite e Negociação (Cap and Trade) são nomes de programas de transferência de riqueza projetados para tirar dinheiro dos países ricos para ajudar os países pobres do mundo. Tudo o que falta é o poder para fazê-los valer. Um Governo Mundial teria esse poder.

Desde 2009, os especialistas da ONU têm pedido uma nova moeda (leia o post Uma nova Moeda Mundial), algo para estabilizar os mercados financeiros mundiais e tornar o comércio internacional mais fácil, mais seguro e mais inclusivo. Eles também dizem que uma organização deve ser criada para gerenciar as taxas de câmbio entre os países para reduzir a volatilidade do mercado provocada pela especulação financeira.

O mundo está muito preocupado com a versão atual da Destruição Mútua Assegurada que está sendo praticado pelos EUA e pela China. O resultado é que os chineses tem que continuar a emprestar o dinheiro dos EUA para que os americanos possam comprar as montanhas de mercadorias que os chineses têm de produzir para manter sua economia em crescimento. Como exemplo, 91% dos itens nas prateleiras do Walmart atualmente têm origem na China. Uma pequena frota dos maiores navios de cotaineres do mundo faz idas e voltas contínuas entre a China e os EUA para manter essas prateleiras cheias. Se qualquer dos países parar o que está fazendo, as economias de ambos os países implodirão.

Esse sistema mantém o dólar dos EUA artificialmente elevado e o Iene Chinês artificialmente baixo. Isso não pode sobreviver no longo prazo e todos sabem disso. Algo tem que ser feito para permitir a outros países um melhor acesso tanto ao lado da compra como da venda dessa equação. Muitas economias nacionais simplesmente não conseguem se recuperar da chamada Grande Recessão sem receber algum tipo de ajuda. Uma nova moeda que seja impenetrável tanto à especulação quanto aos interesses egoístas de cada nação está sendo vista como a melhor solução para o problema.

O que está por vir?

Deixadas aos seus próprios dispositivos, nações vão à guerra por tais coisas. A situação não está melhorando. O atual ciclo de inquietação social no Oriente Médio é apenas o começo. Podemos esperar que piore, não que melhore (Leia o post "Caos Financeiro e Guerra estão por vir").

Líderes ocidentais e os seus porta-vozes de mídia fariam você crer que essas são revoltas populares contra os líderes autocráticos e são motivadas pelo desejo de liberdades democráticas. Mas outros dizem que não é o caso. Olhe ao seu redor, eles dizem. Quando é que uma população islâmica jamais escolheu a democracia? O que está em questão aqui é a demanda pela segurança econômica básica, como um emprego que pague um salário justo e um abastecimento estável de alimentos que as pessoas possam comprar.

As pessoas sempre escolherão a repressão à anarquia. A história mostra que governos revolucionários sempre acabam sendo mais repressivos do que os que derrubaram. Eles chegaram ao poder com a promessa de satisfazer as necessidades básicas de seus súditos. Eles se mantém no poder através da supressão dos direitos individuais.

O Sistema Mundial imporá essas condições em escala mundial. Ele chegará ao poder prometendo a paz e a segurança em um momento de caos (Daniel 8:25). Ele ficará no poder suprimindo a liberdade. Ele não tolerará a liberdade religiosa. Não tolerará a democracia. Ele não tolerará uma economia de livre mercado. E por um tempo parecerá ter conseguido (Apocalipse 13:4).

Mas o homem na cabeça desse sistema mundial terá uma agenda própria, e é a de ser adorado como Deus (2 Ts. 2:4). Aquele que é Deus não aceitará isso e responderá de forma decisiva a esse desafio (Mt 24.15-21).

Antes disso, existem apenas alguns obstáculos no caminho desse sistema mundial. O primeiro é os Estados Unidos que, com todas as suas falhas, tem sido realmente a antítese do sistema mundo único mundial. Foi fundado sobre o princípio da liberdade religiosa, essa é a coisa mais próxima de uma democracia que o mundo já viu, e seu poder foi construído com uma economia de livre mercado. Ela tornou-se demasiado poderosa para ser derrotada, por isso teve de ser destruída por dentro. Por quase um século, os poderes por trás da cena têm trabalhado diligentemente para conseguir isso. Hoje eles estão tão próximos do sucesso que já não se preocupam em esconder.

O segundo obstáculo é a Igreja. Mas logo Deus estará enfastiado deste mundo e nos tirará do caminho do perigo, em preparação para o Seu julgamento (1 Ts. 1:10). Por um tempo parecerá ao mundo que a utopia desejada finalmente chegou, mas quando eles estiverem dizendo paz e segurança, a destruição virá sobre eles de repente, como as dores de parto em uma mulher grávida, e eles não vão escapar (1 Ts. 5:3).

O último obstáculo para o sistema único mundial será Israel, o povo de Deus de que estão tão desesperado por se livrarem. Tentando evitar o retorno do Senhor, destruindo Seu povo, o mundo se unirá em seu objetivo comum de varrer Israel do mapa (Zc 12:3).

Mas o Senhor nunca abandonou o Seu povo, permanecendo sempre próximo o suficiente para ouvir o seu clamor por ajuda (Oséias 5:15). Assim que eles pedirem Ele virá em seu socorro, destruindo o sistema único mundial e capturando os seus líderes (Ap 19:19-21). Ele voltará à Terra para estabelecer o reino que lhes prometeu, um reino que nunca será destruído ou entregue a outro (Daniel 2:44). Finalmente, o mundo terá paz (Isaías 9:7).

Você quase pode ouvir os passos do Messias.

Maranata!

Fontes pesquisadas:

www.olharprofetico.com.br

www.gracethrufaith.com (original)

 

Discurso do presidente do Irã na ONU – Nova Ordem Mundial Espiritual

Filed Under (Gogue e Magogue, Governo Mundial) by Geração Maranata on 30-09-2010

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por Geração Maranata

Com seu discurso na ONU, o Presidente do Irã anuncia a necessidade de uma Nova Ordem Espiritual e a chegada do Imã Mahdi (seu messias) e sugere que a religião Cristã, que surgiu com o advento do Jesus Cristo, que é anterior a Maomé (considerado pelos islâmicos um profeta maior), aguardem a manifestação do messias prometido.

O sexto presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, acredita que sua missão, como presidente, é facilitar o aparecimento do Imã Mahdi.

 

Ahmadinejad culpa EUA e Israel pelo 11/9

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, atribuiu os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 a uma conspiração "orquestrada" pelos EUA e por Israel, em discurso oficial feito ontem, na sede das Nações Unidas, em Nova York. A afirmação fez com que diplomatas de vários países abandonassem o plenário.

De acordo com Ahmadinejad, logo depois dos ataques, "uma máquina de propaganda" foi implementada para que o Afeganistão e o Iraque fossem invadidos. Segundo o iraniano, "se 3 mil pessoas morreram no 11 de Setembro, e nós estamos tristes por isso, centenas de milhares foram mortos no Iraque e no Afeganistão".

A reação imediata veio do porta-voz da missão dos EUA na ONU, Mark Kornblau. "Em vez de representar as aspirações e a boa vontade dos iranianos, Ahmadinejad quis, mais uma vez, divulgar suas teorias vulgares de conspiração e seus comentários antissemitas, que são tão repugnantes e ilusórios quanto previsíveis."

Para os ataques, segundo o líder iraniano, há três explicações. A primeira teoria diz que um grupo terrorista conseguiu burlar a segurança e a inteligência americana – "esta é a visão dos governantes americanos", disse Ahmadinejad no plenário da Assembleia-Geral, enquanto centenas de pessoas protestavam do lado de fora.

A segunda versão foi um ataque direto aos EUA e Israel. "O governo americano orquestrou o atentado para reverter o declínio de sua economia e aumentar sua influência no Oriente Médio, além de salvar o regime sionista (termo usado por ele em referência a Israel)", disse, enquanto os diplomatas deixavam a sala. "A maior parte da população americana, políticos e outras nações concordam com esta visão", acrescentou.

A terceira hipótese de Ahmadinejad afirma que um grupo terrorista cometeu os ataques e o governo americano aproveitou-se da situação. Em seguida, o presidente do Irã defendeu uma investigação independente da ONU sobre o episódio e deu dicas de como combater o terrorismo.

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100924/not_imp614555,0.php

 

Discurso de Ahmadinejad na ONU

tradução automática do Google, fontes:

http://www.salem-news.com/articles/september232009/iran_pres_un_9-23-09.php

http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/8010747.stm

http://www.worthynews.com/9464-full-text-of-president-ahmadinejads-speech-at-un

Sexta – feira, 24 de setembro de 2010

Sr. Presidente, Excelências, Minhas Senhoras e Meus Senhores,

Agradeço ao Deus Todo-Poderoso que me concedeu a oportunidade de comparecer perante esta assembléia mundial novamente. Gostaria de começar por homenagear aqueles que perderam suas vidas na enchente horrível no Paquistão e expressar a minha profunda simpatia para com as famílias que perderam seus entes queridos, bem como com o povo e o governo do Paquistão. Peço a todos para ajudar os seus concidadãos, homens e mulheres como um direito humano.

Permitam-me agradecer a Sua Excelência o Sr. Ali Abdussalam Treki, o presidente da sessão, o sexagésimo quarto da Assembléia Geral da ONU, para todos os seus esforços durante seu mandato. Eu também gostaria de felicitar o Sr. Joseph Deiss, o presidente da sessão sexagésimo quinto da Assembléia Geral da ONU e lhe desejamos todo o sucesso.

No ano passado, eu falei com você sobre algumas das esperanças e preocupações, incluindo as crises familiares, a segurança, a dignidade humana, a economia mundial, mudanças climáticas, bem como a aspiração de justiça e de paz duradoura.

Depois de cerca de cem anos de dominação, o sistema do capitalismo e da ordem mundial existente tem-se revelado incapaz de fornecer uma solução apropriada para os problemas das sociedades, assim chegando ao fim. Vou tentar analisar as duas principais causas deste fracasso e imagem algumas características da ordem ideal futuro.

A) as atitudes e crenças

Como você bem sabe, os divinos profetas tinham a missão de chamar a todos para o monoteísmo, amor e justiça e humanidade mostrar o caminho para a prosperidade. Eles convidam os homens para a contemplação e o conhecimento, a fim de apreciar melhor a verdade e evitar o ateísmo e do egoísmo. A própria natureza da mensagem de todos os profetas é uma e a mesma coisa. Cada mensageiro aprovou o mensageiro antes dele e deu boas notícias sobre o profeta de vir, e apresentou uma versão mais completa da religião, de acordo com a capacidade do homem na época. Isso continuou até o último mensageiro de Deus, que apresentou a perfeita e todas as religiões, inclusive.

Em oposição a isso, o egoísta e ganancioso levantou-se contra este convite claro, revoltando-se contra a mensagem.

Nimrod rebateu Hazrat Abraão, o faraó rebateu Hazrat Moisés e os gananciosos rebateram Hazrat Jesus Cristo e Hazrat Maomé (que a paz esteja com todos eles). Nos últimos séculos, a ética e os valores humanos têm sido rejeitadas como uma causa para o atraso. Eles foram até retratada como oposição a sabedoria e a ciência, devido à imposição anterior ao homem pelos proclamadores da religião na idade das trevas do Ocidente.

Desconexão do homem do céu

Homem com suas potencialidades para a compreensão dos segredos do universo, seu instinto para procurar a verdade, as suas aspirações de justiça e de perfeição, sua busca pela beleza e pureza, e sua capacidade para representar Deus na Terra foi reduzido a uma criatura limitada ao mundo materialista com a missão de maximizar os prazeres individualistas. O instinto humano, então, substituída a verdadeira natureza humana.

Os seres humanos e as nações foram consideradas rivais e a felicidade de um indivíduo ou uma nação foi definida em colisão com um, e eliminação ou supressão de outros. Cooperação construtiva evolutiva foi substituída por uma luta destrutiva para a sobrevivência.

O desejo de dominação do capital e substituiu o monoteísmo, que é a porta para o amor e a unidade.

Este conflito generalizado do egoísta com os valores divinos deu lugar a escravidão e o colonialismo. Uma grande parte do mundo ficou sob a dominação de alguns Estados ocidentais. Dezenas de milhões de pessoas foram levadas à escravidão e dezenas de milhões de famílias foram destruídas como resultado. Todos os recursos, os direitos e as culturas dos povos colonizados foram saqueados. As terras foram ocupadas e os povos indígenas foram humilhados e assassinados em massa.

No entanto, as nações se levantaram, o colonialismo foi alienado e a independência das nações foi reconhecida. Assim, a esperança para a prosperidade, respeito e segurança foi revivida entre as nações. No início do século passado conversações agradáveis sobre liberdade, direitos humanos e da democracia criou esperanças para curar as profundas feridas do passado. Hoje, porém, não só os sonhos não se realizam, mas as lembranças, mesmo que às vezes pior do que antes, ter sido agravada.

Como resultado das duas Guerras Mundiais, a ocupação da Palestina, Guerras da Coréia e do Vietnã, a guerra do Iraque contra o Irã, a ocupação do Afeganistão e do Iraque, assim como muitas guerras na África, centenas de milhões de pessoas foram mortas, feridas ou deslocadas.

O terrorismo, o narcotráfico, a pobreza e a desigualdade social aumentaram. Os governos ditatoriais e golpe de Estado na América Latina cometeram crimes sem precedentes com o apoio do Ocidente.

Em vez de desarmamento, a proliferação e o armazenamento de armas nucleares, biológicas e químicas expandido, coloca o mundo sob uma ameaça maior. Como resultado, as mesmas metas dos colonialistas e os senhores de escravos, desta vez, prosseguiram com uma nova fachada.

B) A administração da Global e Estruturas de Decisão

A Liga das Nações e, depois, as Nações Unidas foram criadas com a promessa de trazer a paz, a segurança e a realização dos direitos humanos, que de fato significou uma gestão global.

Pode-se analisar o atual governo do mundo através da análise de três eventos:

Primeiro, o evento do setembro de 2001, que afetou o mundo inteiro há quase uma década.

De repente, a notícia do ataque às torres gémeas foi transmitida usando filmagens numerosas do incidente.

Quase todos os governos e figuras conhecidas condenou firmemente este incidente.

Mas, então, uma máquina de propaganda entrou em pleno vigor, mas estava implícito que o mundo inteiro foi exposto a um enorme perigo, nomeadamente o terrorismo, e que a única maneira de salvar o mundo seria a de enviar forças para o Afeganistão.

Eventualmente, Afeganistão, Iraque e pouco depois foram ocupados.

Por favor, tome nota:

Dizia-se que cerca de três mil pessoas foram mortas no 11 de setembro para os quais estamos todos muito tristes. No entanto, até agora, no Afeganistão e no Iraque centenas de milhares de pessoas foram mortas, milhares deslocadas e feridas e o conflito ainda está em curso e em expansão.

Ao identificar os responsáveis pelo ataque, havia três pontos de vista.

1 – Que um grupo muito poderoso e complexo terrorista, capaz de atravessar com êxito todas as camadas da inteligência americana e de segurança, realizou o ataque. Este é o ponto principal defendido pelo estadista americano.

2 – Que alguns segmentos dentro do governo dos EUA orquestraram o ataque para reverter o declínio da economia americana e suas garras sobre o Oriente Médio, a fim também de salvar o regime sionista. A maioria do povo americano, assim como outras nações e políticos concordam com essa visão.

3 – Foi realizado por um grupo terrorista, mas o governo norte-americano apoiou e se aproveitou da situação. Aparentemente, esse ponto de vista tem menos defensores.

A prova principal que liga o incidente foram poucos passaportes encontrados no grande volume de destroços e um vídeo de uma pessoa cujo local de domicílio era desconhecido, mas foi anunciado que ele havia se envolvido em negócios de petróleo com alguns funcionários norte-americanos. Também foi encoberto e disse que, devido à explosão e incêndio sem vestígios dos atacantes suicidas foi encontrado.

Subsistem, no entanto, algumas perguntas que devem ser respondidas:

1 – Não teria sido sensato que uma investigação minuciosa primeiro deveria ter sido realizado por grupos independentes de forma conclusiva identificar os elementos envolvidos no ataque e, em seguida, traçar um plano racional para tomar medidas contra eles?

2 – Supondo que o ponto de vista do governo americano, é racional para lançar uma guerra clássica através da implantação generalizada das tropas que levou à morte de centenas de milhares de pessoas para combater um grupo terrorista?

3 – Não foi possível para agir da maneira que o Irã rebateu o grupo terrorista que matou e feriu 400 pessoas inocentes no Brasil. Na operação iraniano nenhuma pessoa inocente foi ferida.

Propõe-se que as Nações Unidas criaram um grupo de averiguação independente para o caso de 11 de Setembro de modo que, no futuro, expressar opiniões sobre o assunto não é proibido.

Gostaria de anunciar que no próximo ano, a República Islâmica do Irã vai sediar uma conferência para estudar o terrorismo e os meios para enfrentá-lo. Convido os funcionários, acadêmicos, pensadores, pesquisadores e institutos de investigação de todos os países para participar desta conferência.

Em segundo lugar, a ocupação dos territórios palestinos.

O povo oprimido da Palestina viveram sob o domínio de um regime de ocupação de 60 anos, foi privado de liberdade, a segurança e o direito à autodeterminação, enquanto os ocupantes estão reconhecidos como tal. Em uma base diária, as casas estão sendo destruídas por cima das cabeças das mulheres e crianças inocentes. As pessoas estão privadas de comida, água e remédios em sua própria pátria. Os sionistas impuseram cinco guerras total contra os países vizinhos e sobre o povo palestino.

Os sionistas cometeram os crimes mais horríveis contra o povo indefeso nas guerras contra o Líbano e Gaza.

O regime sionista atacaram uma esquadra humanitária em um claro desafio a todas as normas internacionais e mata os civis.

Este regime, que conta com o apoio absoluto de alguns países ocidentais regularmente ameaça os países da região e continua anunciado publicamente o assassinato de figuras palestinas e outros, enquanto os defensores palestinos e aqueles que são contra este regime são pressionados, rotuladas como terroristas e anti-semitas. Todos os valores, até mesmo a liberdade de expressão, na Europa e nos Estados Unidos estão sendo sacrificados no altar do sionismo.

Soluções estão fadadas ao fracasso porque o direito do povo palestino não é levado em conta.

Será que temos assistido como crimes hediondos, se em vez de reconhecer a ocupação, o direito soberano do povo palestino tinha sido reconhecido?

Nossa proposta é inequívoca o retorno dos refugiados palestinos à sua terra de origem e a referência ao voto do povo da Palestina, para exercer a sua soberania e decidir sobre o tipo de governo.

Em terceiro lugar, a energia nuclear.

A energia nuclear é limpa e barata é um dom celeste que está entre as alternativas mais adequadas para reduzir as contaminações provenientes de combustíveis fósseis.

O Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP) permite que todos os Estados-Membros a utilizar a energia nuclear sem limites e da International Atomic Energy Agency está mandatado para proporcionar aos Estados-Membros, com apoio técnico e jurídico.

A bomba nuclear é a pior arma desumana e que deve ser totalmente eliminada. O NPT proíbe o seu desenvolvimento e armazenamento e apela para o desarmamento nuclear.

No entanto, note que alguns dos membros permanentes do Conselho de Segurança e detentores de armas nucleares têm feito:

Eles têm equiparado a energia nuclear com a bomba nuclear, e distanciaram dessa energia a partir do alcance da maioria das nações através da criação de monopólios e pressionar a AIEA. Enquanto, ao mesmo tempo, eles continuaram a manter, ampliar e atualizar seus próprios arsenais nucleares.

Isso acarretou a seguinte redação:

Não só o desarmamento nuclear ainda não foi realizada, mas também bombas nucleares têm se proliferado em algumas regiões, nomeadamente através do regime de ocupação sionista e intimidante.

Gostaria aqui de propor que o ano de 2011 seja proclamado o ano de desarmamento nuclear e "Energia Nuclear para todos, armas nucleares para Nenhum”.

Em todos estes casos, a Organização das Nações Unidas tem sido incapaz de tomar qualquer curso de ação eficaz. Infelizmente, na década proclamada como a "Década Internacional para uma Cultura de Paz" centenas de milhares foram mortos e feridos como resultado da guerra de agressão e ocupação e as hostilidades e antagonismo maior.

Senhoras e senhores,

Muito recentemente, o mundo testemunhou o ato feio e desumano de queimar o Alcorão Sagrado.

O Alcorão Sagrado é Livro Divino e o eterno milagre do Profeta do lslã. Ele chama para adorar o Único, a justiça de Deus, a compaixão para com as pessoas, desenvolvimento e progresso, reflexão e pensamento, defendendo os oprimidos e resistir contra os opressores; e nomes em relação ao anterior Mensageiros de Deus, como Noé, Abraão, Isaque, José, Moisés e Jesus Cristo (Que a paz esteja com todos eles) e apoia-los. Eles queimaram Alcorão para queimar todas essas verdades e bons julgamentos. No entanto, a verdade não pode ser queimada. Alcorão é eterno, porque Deus e a verdade são eternos. Este ato e qualquer outro ato que alarga o fosso e as distâncias entre as nações é o mal. Devemos sabiamente evitar jogar nas mãos de Satanás. Em nome da nação iraniana meus respeitos a todos os livros Divinos e seus seguidores. Este é o Alcorão e esta é a Bíblia. Eu pago o respeito a ambos.

Estimados amigos,

Durante anos, a ineficiência do capitalismo e da gestão e das estruturas existentes no mundo tem sido exposto e que a maioria dos Estados e nações que têm vindo em busca de mudanças fundamentais e para a prevalência da justiça nas relações globais.

A causa da inépcia das Nações Unidas está em sua estrutura injusta.

Maior poder é monopolizado no Conselho de Segurança devido ao privilégio do veto, bem como o pilar principal da Organização, a saber, da Assembléia Geral, é marginalizado.

Nas últimas décadas, pelo menos um dos membros permanentes do Conselho de Segurança sempre foi uma festa para as disputas.

O veto vantagem impunidade concede à agressão e ocupação; Como poderia, portanto, esperar uma competência, enquanto tanto o juiz e o promotor são uma das partes no conflito?

O Irã tinha desfrutado o privilégio do veto, que o Conselho de Segurança e o diretor-geral da AIEA ter tomado a mesma posição na questão nuclear?

Caros amigos,

As Nações Unidas é o principal centro para coordenar a gestão global comum. Sua estrutura deve ser reformada de maneira que todos os Estados independentes e países possam participar na governança global ativa e construtiva.

O privilégio de veto deve ser revogado, a Assembléia Geral deve ser o órgão máximo, o Secretário-Geral deve ser o funcionário mais independente e todas as suas posições e atividades devem ser tomadas com a aprovação da Assembléia Geral e devem ser direcionadas para a promoção da justiça e eliminar a discriminação.

O secretário-geral não deve vir sob a pressão de poderes e / ou do país anfitrião da Organização para a indicação da verdade e da administração da justiça.

Sugere-se que a Assembléia Geral deverá, no prazo de um ano e no âmbito de uma sessão extraordinária, concluir a reforma da estrutura da Organização.

A República Islâmica do Irã tem sugestões claras a este respeito e está pronta a participar ativa e construtivamente no processo.

Senhoras e senhores, eu declaro claramente que a ocupação de outros países sob o pretexto da liberdade e da democracia é um crime imperdoável.

O mundo precisa da lógica de compaixão e de justiça e participação, inclusive, em vez de lógica da força, da dominação, o unilateralismo de guerra, e de intimidação.

O mundo precisa ser governado por pessoas virtuosas, como os profetas divinos. (Uma Nova Ordem Espiritual, governado por quem?)

As duas grandes esferas geográficas, nomeadamente, África e América Latina, passaram por evolução histórica, durante as últimas décadas. As novas abordagens nestes dois continentes, que são baseados em crescente nível de integração e unidade, bem como em localizar os modelos de crescimento e desenvolvimento, ter nascido em frutos consideráveis para os "povos dessas regiões”.

A consciência e a sabedoria dos líderes dos dois continentes, foi superar os problemas e as crises regionais, sem a interferência dominadora dos poderes extra-regionais.

A República Islâmica do Irã ampliou suas relações com a América Latina e África em todos os aspectos nos últimos anos.

E sobre o Irã glorioso

A Declaração de Teerã foi um passo extremamente construtivo nos esforços de criação de confiança que foi tornado possível pela vontade admirável boa pelos governos de Brasil e Turquia, juntamente com a cooperação leal do governo iraniano. Embora a Declaração recebesse uma reação inadequada por uns e foi seguido por uma resolução ilegal, ainda é válida.

Temos observado as normas da AIEA, mais de nossos compromissos, mas, nós nunca submetidos a pressões impostas ilegalmente nem nunca vamos fazer isso.

Foi dito que eles querem pressionar o Irã para um diálogo. Bem, em primeiro lugar, o Irã tem sido sempre pronto para um diálogo baseado no respeito e justiça. Em segundo lugar, os métodos baseados em desrespeitar as nações têm muito que se tornou ineficaz. Aqueles que têm utilizado a intimidação e as sanções em resposta à lógica clara da nação iraniana estão em termos reais, destruindo a credibilidade restante do Conselho de Segurança e da confiança dos países para este órgão, comprovando uma e outra vez como injusta é a função do Conselho.

Quando eles ameaçam uma grande nação como o Irã, que é conhecido em toda a história de seus cientistas, poetas, artistas, filósofos e cuja cultura e da civilização é sinônimo de pureza, submissão a Deus e buscando a justiça, como eles podem sempre esperar que outros países crescem a confiança sobre eles?

Escusado será dizer que os métodos dominadores na gestão do mundo falhou. Não só tem a época da escravidão e colonialismo, e passou a dominar o mundo, o caminho para a Empires reviver velhos são bloqueados também.

Anunciamos que estamos prontos para um debate sério e livre com os estadistas americanos para expressar nossas opiniões transparente sobre as questões de importância para o mundo neste local muito.

Propõe-se aqui que, para ter um diálogo construtivo, de um debate anual livre ser organizada no âmbito da Assembleia Geral.

Em conclusão,

Amigos e colegas,

A nação iraniana e a maioria das nações do mundo e os governos são contra a atual gestão discriminatória do mundo.

A natureza desumana desta gestão colocou em um beco sem saída e exige uma reformulação profunda.

Reformar os assuntos do mundo e trazendo tranqüilidade e prosperidade exige a participação de todos, pensamentos puros e do divino e de gestão humana.

Estamos todos a idéia de que:

Justiça é o elemento básico para a paz, a segurança durável e a propagação do amor entre os povos e nações. É a justiça que a humanidade pede a realização de suas aspirações, direitos e dignidade, já que ele está desconfiado de opressão, humilhação e maus-tratos.

A verdadeira natureza da humanidade se manifesta no amor para os outros seres humanos e amor por tudo de bom no mundo. O amor é a melhor base para o estabelecimento de relação entre pessoas e entre as nações.

Como Vahshi Bafqi, o grande poeta iraniano, diz: “A partir da fonte da juventude, beber mil goles Você ainda vai morrer se você não tem aderência do amor".

Ao fazer um mundo cheio de gente de segurança, pureza e prosperidade não são rivais, mas companheiros.

Aqueles que vêem a sua felicidade, mas no sofrimento dos outros e seu bem-estar e a segurança, mas na insegurança dos outros, aqueles que vêem-se superiores aos outros, estão fora do caminho da humanidade e estão em curso mal.

Economia e meio materialista são apenas algumas ferramentas para servir os outros, para criar amizade e fortalecer as conexões humanas para a perfeição espiritual. Eles não são ferramentas para show-off ou meios de dominar os outros.

Homens e mulheres complementam cada unidade e outras da família com relação pura, amorosa e duradoura do casal em seu centro é a garantia para a continuidade das gerações e trazendo, para os verdadeiros prazeres, para espalhar amor e para a reforma das sociedades.

A mulher é um reflexo da beleza de Deus e é a fonte de amor e carinho. Ela é a guardiã da pureza e do requinte da sociedade.

A tendência para endurecer as almas e os comportamentos das mulheres priva de seu direito básico de ser uma mãe amorosa e uma mulher cuidar. Isso resultaria em uma sociedade mais violenta com defeitos irreversíveis.

A liberdade é um direito divino, que deve servir a paz e a perfeição humana.

Pensamentos puros e da vontade dos justos são as chaves para as portas de uma vida pura, cheia de vitalidade, esperança e beleza.

Esta é a promessa de Deus que a terra será herdada pelos puros e justos. E os livres do egoísmo levará até a gestão do mundo. Então, não haverá nenhum traço de tristeza, a discriminação, a pobreza, a insegurança e a agressividade.

O tempo para a verdadeira felicidade e para o florescimento da verdadeira natureza da humanidade, a maneira como Deus planejou, vai chegar. (a chegada do Messias deles, Imã Mahdi)

Todos aqueles que buscam por justiça e todos os espíritos livres têm sido esperando por esse momento e prometeram época gloriosa tal.

O ser humano completo, o verdadeiro servo de Deus e o verdadeiro amigo do homem, cujo pai era da geração do amado Profeta do Islã (Maomé), e cuja mãe era de verdadeiros crentes de Cristo Jesus, deverá aguardar, juntamente com Jesus, o filho de Maria e os outros justos a aparecer na época brilhante e ajudar a humanidade. (Ou seja, Jesus também está aguardando a chegada de Imã Mahdi).

Ao recebê-los, devemos unir forças e buscar justiça.

Elogio ao amor e adoração, louvor a justiça e a liberdade, louvor a verdadeira humanidade, o ser humano completo, o verdadeiro companheiro da humanidade e a paz esteja com você e todos os justos e os puros.

Obrigado.

 

Leia também:

http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3346589,00.html

http://www.espada.eti.br/n2177.asp

 

Uma nova moeda mundial

Filed Under (Governo Mundial) by Geração Maranata on 02-08-2010

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Atualizado em 18-11-2011

por Geração Maranata

Nova Moeda Mundial

Imagem retirada do link: http://www.futureworldcurrency.com/ (uma das faces da moeda lembra um símbolo muito conhecido!)

Notícias relacionadas:

 

18 de novembrode 2011

ONU propõe nova moeda global para substituir o dólar

Um número de países, incluindo China e Rússia, têm sugerido substituir o dólar como moeda de reserva mundial 

O dólar deve ser substituído por uma nova moeda global, diz a ONU, a Organização das Nações Unidas, propondo uma das maiores mudanças econômicas internacionais da História desde a Segunda Guerra Mundial.

Em afirmações radicais, na Conferência sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), a Organização das Nações Unidas afirma que o atual sistema de moedas-correntes e as regras sobre o mercado de capitais internacional, o qual entrelaça a economia mundial, não estaria funcionando devidamente e seria o responsável pela atual crise financeira global. A ONU acrescentou ainda que o sistema atual, em que o dólar atua como moeda de reserva mundial, deve ser sujeito a uma reconsideração geral.

Apesar de países como a China e a Rússia, os quais vêm propondo ativamente substituir o dólar como moeda de reserva internacional, o relatório da UNCTAD é o primeiro a ser amplamente divulgado tendo a ONU como proponente de uma mudança econômica internacional de tamanhas e imprevisíveis proporções.

“Substituir o dólar por uma nova moeda internacional resolveria alguns dos problemas relacionados com o potencial de países com grandes déficits e ajudaria a estabilidade”, afirmou Detlef Kotte, um dos autores do relatório.

O relatório vem escrito em um tom impositivo, onde é dito que os Bancos Centrais teriam que intervir no sentido da instituição desta nova moeda global, caso contrário “terão que ser compelidos a agir dessa forma” por uma instituição internacional multilateral, como o Fundo Monetário Internacional (FMI)”.

O dólar é apenas a “bola da vez” e tem realce devido ao fato de ser moeda referencial de valor há décadas. Todavia, todas as moedas correntes ocidentais e orientais estão debaixo de ameaça, pois a trama internacional trará à tona um novo meio de negociação, uma nova moeda internacional. Já se vê esse fato sendo mencionado com uma frequência cada vez maior. E uma das forças de destruição das moedas correntes atuais é a dívida das nações.

Fontes: 

http://www.telegraph.co.uk/finance/currency/6152204/UN-wants-new-global-currency-to-replace-dollar.html

http://criseinternacional.com/mundo/organizacao-das-nacoes-unidas-quer-nova-moeda-global.html
 

 

06 de agosto de 2011

Maior credor dos EUA, China pede nova moeda de reserva mundial

Agência de notícias oficial chinesa diz que nova divisa, estável e segura, pode ser opção para evitar catástrofe causada por um único país

XANGAI – A China condenou neste sábado, 6, as "míopes" disputas políticas nos Estados unidos quanto aos problemas de dívida norte-americana e afirmou que o mundo precisa de uma nova moeda de reserva mundial estável. "China, o maior credor da única superpotência do mundo, tem todo direito de exigir agora que os EUA discutam seus problemas de dívida e garantam a segurança dos ativos chineses em dólares", informou a agência de notícias oficial da China.

"Supervisão internacional quanto à questão de dólares dos EUA deve ser introduzida e uma nova moeda de reserva mundial, estável e segura, pode também ser uma opção para evitar uma catástrofe causada por um único país", acrescentou.

Os Estados Unidos perderam na sexta-feira sua nota máxima de crédito "AAA" concedida pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, em um dramático revés sem precedentes para a maior economia do mundo. A avaliação havia sido mantida nos últimos 70 anos e é a mais elevada do ranking. Agora, a avaliação de risco do crédito norte-americano de longo prazo passou para AA+.

A medida foi tomada três dias depois da sanção da lei que evitou a suspensão de pagamentos pelo governo americano que esboçou o plano de ajuste de US$ 2,1 trilhões nas contas públicas federais nos próximos dez anos.

Tesouro aponta erro de US$ 2 trilhões

A S&P havia notificado a Casa Branca sobre a decisão antes de anunciá-la, como sempre, de surpresa e após o fechamento dos pregões das bolsas americanas. O Tesouro americano argumentou à agência ter havido falha de US$ 2 trilhões nos cálculos sobre as projeções das contas públicas do país. Porém, nem o Tesouro nem a S&P se manifestaram publicamente sobre o possível erro de cálculo.

Por meio de um comunicado emitido na noite de ontem, a S&P advertiu sobre a possibilidade de novo rebaixamento, para AA, nos próximos dois anos, "se virmos que o corte menor das despesas em relação ao acertado, o aumento nas taxas de juros ou novas pressões fiscais durante o período resultam em uma trajetória mais elevada da dívida governamental do que a atualmente sugerida pela nossa base de dados". "O panorama sobre a avaliação de longo prazo é negativo", acentuou.

A agência atribuiu sua decisão às medidas fiscais acordadas entre o Congresso e a Casa Branca para garantir a estabilização da dívida em médio prazo. Para a S&P, elas são insuficientes para garantir a estabilidade fiscal do país e sua capacidade de pagar as dívidas. O governo dos EUA acumula US$ 14,3 trilhões em dívidas, o equivalente a mais de 90% do Produto Interno Bruto (PIB).

Até o momento, a agência de avaliação de risco Moody"s havia se manifestado com o possível rebaixamento da nota dos EUA, mantida em AAA desde 1917, em médio prazo. Mas se esquivara de tomar a iniciativa por enquanto, assim como a Fitch. Apenas a agência chinesa Dagong Global havia tomado a iniciativa nesta semana, ao reduzir a nota de risco dos EUA de A+ para A.

As agências de classificação de risco avaliam a capacidade de um emissor de dívida honrar o pagamento do papel que emite. Pode ser uma empresa, um governo ou um fundo de crédito, entre outras instituições. As agências são contratadas pelos próprios emissores da dívida para atribuir um rating (nota) aos títulos. Os emissores têm interesse em mostrar aos investidores a visão das agências sobre seus títulos. Com isso, aumenta a demanda pelos papéis. As três principais agências do mundo, pela ordem, são: Standard & Poor’s, Moody’s e Fitch.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,maior-credor-dos-eua-china-pede-nova-moeda-de-reserva-mundial,79087,0.htm

 

12/07/2010

Moeda do Futuro Apresentado aos líderes do G8 – (traduzido pelo google translate)

A amostra do teste de "primeira" moeda do projeto internacional para uma nova moeda global virtual, dado o nome de projecto, "Future World Currency – eurodólar Unidos", foi apresentado como exclusividade aos Chefes de Estado e de Governo do G8 : Barack H. Obama, Medvedev Anatolyevich Dmitij, Gordon Brown, Nicolas Sarkozy, Angela Merkel, Silvio Berlusconi, Taro Aso, Stephen Harper, José Mauel Durão Barroso, Fredrik Reinfeldt.

O nome final e símbolo da nova moeda será decidida em uma competição para crianças em 1000 escolas de todo o mundo, organizado pelo Museo del Tempo.

A iniciativa começou em Itália e conta com o patrocínio do Gabinete do primeiro-ministro italiano e do Tesouro italiano. Embora o objetivo inicial é a de unir os Estados Unidos da América com os Estados Unidos da Europa, será também aberto a outros países.

O exemplo do Euro, que uniu países com histórias e culturas diferentes em uma mesma moeda, é um precedente concreto que demonstra como esse projeto pode de fato vir à vida e reunir as nações de vários continentes diferentes.

Ao enviar seus melhores desejos para o projeto de seu coordenador, Sandro Sassoli, o primeiro-ministro Silvio Berlusconi ressaltou que, "É interessante que os jovens estudantes de diferentes países podem se envolver em um projeto internacional que ajuda a compreender certos aspectos da política econômica internacional, permitindo-lhes para se prepararem para a futura união monetária que esperamos. "

Em 1996, Sandro Sassoli concebeu a idéia do UFWC projeto, tendo tomado conselho de Arthur Schlessinger Júnior, ex-conselheiro do presidente John F. Kennedy.

Um júri internacional, composto por líderes mundiais, economistas, vencedores do prêmio Nobel e figuras do mundo da cultura e do jornalismo, terão a tarefa de selecionar e premiar os melhores trabalhos das crianças sobre a nova moeda.

A Casa da Moeda Real da Bélgica, uma das mais prestigiadas do mundo, foi a primeira a emitir um teste para a nova moeda, uma edição especial de ouro que foi apresentado ao G8.

A moeda foi desenhada por Luc Luycx, autor das faces das moedas de euro.

O projeto vai estudar segurança e medidas anti-falsificação, entretanto, a busca por soluções inovadoras para um "dinheiro" inteligente também está em andamento.

A moeda também será submetida a um teste importante: será exibida ao público em 2015 no Milan Expo Universal.

www.futureworldcurrency.

 

ONU defende criação de uma nova moeda mundial

07/09/09

A ideia não é nova e hoje ganhou um apoio de peso. A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) defende a criação de uma nova divisa que diminua o peso do dólar no comércio internacional.

Num relatório hoje conhecido, este órgão da ONU defende ser necessária a criação de uma nova moeda internacional que proteja as economias emergentes da especulação financeira. O organismo também propõe a criação de um banco global que fique responsável pela gestão desta moeda, nomeadamente das taxas de câmbio.

Nesse documento, a UNCTAD diz mesmo "ser necessária uma intervenção equivalente à de Bretton Woods ou ao sistema monetário europeu" na seqüência da atual crise mundial, a mais profunda desde a Segunda Guerra Mundial.

A sugestão de criação de uma nova moeda mundial partiu da China, Índia, Brasil e Rússia, países que viviam em 'boom' econômico e sentiram de perto a crise financeira no mercado imobiliário norte-americano

***

MOEDA MUNDIAL – China, Rússia e Brasil querem usar G8 para debater nova moeda mundial

Para países desenvolvidos, fórum não é adequado para discutir câmbio. Índia também está aberta à discussão sobre substituição do dólar.

08/07/2009

China, Rússia e Brasil vão usar a cúpula do G8 desta semana na Itália para defender a visão de que o mundo precisa procurar uma nova moeda de reserva global como alternativa ao dólar, disseram autoridades nesta terça-feira (7).

Entretanto, enquanto líderes do grupo dos oito países mais ricos e as maiores potências em desenvolvimento viajam para a Itália para o encontro de três dias que tem início na quarta-feira (8), parece improvável que o debate sobre a moeda tenha alguma menção específica nos documentos da cúpula.

Mas tanto a Rússia quanto o Brasil repetiram os pedidos da China para que um debate sobre a moeda global seja abraçado por líderes mundiais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que está bastante interessado em explorar "a possibilidade de novas relações comerciais não dependentes do dólar" e a Índia também se colocou aberta à discussão.

Debate sobre câmbio

Alemanha, França e Canadá, no entanto, descartaram um debate detalhado sobre moeda global na cúpula. Uma fonte do gabinete do presidente da França, Nicolas Sarkozy, disse que o G8 "não é de maneira geral o fórum (…) para discussão das taxas de câmbio".

O ministro de Finanças da Alemanha, Peer Steinbrueck, afirmou na segunda-feira (6) que o dólar tende a continuar como moeda de reserva global, mas que o iuan e o euro devem ganhar importância aos poucos.

O debate é bastante delicado nos mercados financeiros, que se preocupam com os valores de ativos norte-americanos. China e outros países, apesar de insistirem na discussão, agem com cautela para não derrubar o dólar e Lula disse que a moeda será vital "por décadas".

A China, que detém até 70% de suas reservas de US$ 1,95 trilhão em moeda norte-americana, ressalta que o dólar ainda é a mais importante moeda de reserva.

Mas o país acredita que uma confiança exagerada no dólar potencializou a crise financeira e vê o Direito Especial de Saque (SDR, na sigla em inglês) do Fundo Monetário Internacional (FMI), baseado em uma cesta de moedas, como alternativa viável para o futuro.

Fonte: Reuters

 

Medvedev apresenta amostra de nova moeda mundial

12/07/2009

“Este é o símbolo da nossa unidade e do nosso desejo de resolver os problemas em conjunto. (…) Aqui está ela. Podem vê-la e tocá-la”, disse o presidente da Rússia Dmitri Medvedev ao apresentar aos jornalistas a amostra da nova moeda global, durante uma conferência de imprensa em L’Aquila (Itália), após a cimeira das nações que integram o Grupo dos Oito (G8).

A agência russa RIA Novosti apresentou-a como o “exemplo” de “uma possível moeda global”. Por seu turno, a agência financeira norte-americana Bloomberg, referiu que a amostra ostenta a frase “unidade na diversidade”, foi cunhada na Bélgica e apresentada aos líderes do G8 pelo presidente russo durante a cimeira.

Medvedev esclareceu que a nova moeda será usada como meio de pagamento pelos cidadãos de todos os países do mundo e descreveu-a como a “futura moeda única mundial”. “Penso que é um bom sinal de que percebemos a nossa interdependência”, precisou.

As principais economias emergentes do mundo, sob a liderança da China e da Rússia, têm apelado repetidamente nos últimos meses para a necessidade de ser criada uma nova reserva monetária mundial que substitua o dólar e ponha fim à dominância financeira mundial dos Estados Unidos, desde 1944, data da assinatura do acordo de Bretton Woods.

A iniciativa de Medvedev pode ser entendida como um inteligente golpe de relações públicas destinado a dizer às principais potências mundiais que, apesar da sua resistência e cepticismo, os países emergentes, produtores de quase metade do PIB mundial, estão decididos a impor aos países ricos novas regras de governança das finanças globais.

http://www.lawrei.eu/MRA_Alliance/?p=4246

 

G8: Medvedev apresentou amostra da “moeda única mundial”

10/07/ 2009

“Este é o símbolo da nossa unidade e do nosso desejo de resolver os problemas em conjunto. (…) Aqui está ela. Podem vê-la e tocá-la”, disse o presidente da Rússia Dmitri Medvedev ao apresentar aos jornalistas a amostra da nova moeda global, durante uma conferência de imprensa em L’Aquila (Itália), após a cimeira das nações que integram o Grupo dos Oito (G8).

A agência russa RIA Novosti apresentou-a como o “exemplo” de “uma possível moeda global”. Por seu turno, a agência financeira norte-americana Bloomberg, referiu que a amostra ostenta a frase “unidade na diversidade”, foi cunhada na Bélgica e apresentada aos líderes do G8 pelo presidente russo durante a cimeira.

Medvedev esclareceu que a nova moeda será usada como meio de pagamento pelos cidadãos de todos os países do mundo e descreveu-a como a “futura moeda única mundial”. “Penso que é um bom sinal de que percebemos a nossa interdependência”, precisou.

As principais economias emergentes do mundo, sob a liderança da China e da Rússia, têm apelado repetidamente nos últimos meses para a necessidade de ser criada uma nova reserva monetária mundial que substitua o dólar e ponha fim à dominância financeira mundial dos Estados Unidos, desde 1944, data da assinatura do acordo de Bretton Woods.

A iniciativa de Medvedev pode ser entendida como um inteligente golpe de relações públicas destinado a dizer às principais potências mundiais que, apesar da sua resistência e cepticismo, os países emergentes, produtores de quase metade do PIB mundial, estão decididos a impor aos países ricos novas regras de governança das finanças globais.

MRA Alliance/Agências

 

Troca do dólar por nova moeda mundial é 'tendência', avaliam analistas

Nova divisa para as reservas internacionais foi proposta pela China.

Lula apoiou a ideia e disse que o Brasil não pode depender só do dólar.

A proposta feita pela China na semana passada de trocar o dólar por uma nova moeda como principal componente das reservas mundiais – dinheiro usado por cada país para fazer comércio com as demais nações e estabilizar sua economia – é possível e deverá ser uma tendência na economia mundial, na opinião de economistas ouvidos pelo G1.

“A troca é altamente viável porque minimiza o risco cambial entre os países. Com essa moeda, a chance de crises como a da Rússia ou dos “Tigres” asiáticos, no final dos anos 1990, seria muito menor”, afirma Otto Nogami, economista da escola de negócios Ibmec São Paulo.

“A tendência é que essa substituição aconteça porque há uma crescente preocupação com a desvalorização do dólar, conforme caminha a perda de hegemonia americana. O medo é que o governo americano desvalorize demais”, concorda Alcides Leite, professor de mercado financeiro da Trevisan Escola de Negócios.

Segundo ele, “essa crise está reforçando o fim da hegemonia total os EUA, e estamos caminhando cada vez mais para um mundo multilateral". "A moeda mais utilizada como moeda de troca global tende a seguir esse movimento de abertura. Talvez essa proposta já possa ser colocada em prática nos próximos anos."

A substituição do dólar por uma nova moeda que seria emitida pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) foi proposta na semana passada pelo presidente do Banco Central chinês, Zhu Xiaochuan, em texto publicado no site da instituição. "A crise econômica que abalou o mundo evidencia as vulnerabilidades inerentes e os riscos sistêmicos no sistema monetário internacional", declarou.

Segundo Otto Nogami, a proposta da China surgiu a partir do perigo de desvalorização do dólar – moeda que constitui a maior parte das reservas do país, de quase US$ 2 trilhões.

“A partir do momento em que você está atrelado em grande parte a uma única moeda, está sempre sujeito ao perigo de uma desvalorização. Se os EUA quebrarem, como fica a China? Totalmente vendida”, questiona.

Sem coincidência

Kenneth Rogoff, ex-economista chefe do FMI, já declarou que não é coincidência que a China e outros países estejam ficando nervosos com a atual crise. “Eles estão percebendo que as reservas em dólar que possuem podem não valer tanto em 5 ou 10 anos”, afirma.

No entanto, ele diz que a adoção de uma nova medida seria gradual. “De modo algum ela suplantaria o dólar da noite para o dia”, analisa. Esse mecanismo também coloca o Brasil em perigo, uma vez que, a exemplo da China, as reservas são formadas principalmente em dólar por aqui.

A ideia do projeto chinês é que a nova moeda, ao não ser atrelada a um país específico, e sim composta de uma cesta com as maiores moedas do mundo, diminuiria o risco da turbulência. No entanto, a adoção da divisa dependeria da reformulação de alguns órgãos internacionais.

“O Banco de Compensações Internacionais (BIS) precisaria ser tranformado num verdadeiro Banco Central mundial”, diz Nogami. “Além disso, seria preciso aumentar a cesta que compõe o SDR (a moeda proposta pela China, atualmente formada por quatro divisas).Ela precisaria incluir a própria moeda da China, por exemplo”, completa.

Dependência

A adoção de uma nova divisa também já foi defendida por alguns pesos-pesados como o ganhador do Prêmio Nobel de economia, Joseph Stiglitz. “O sistema baseado em dólares é parte do problema”, disse ele em palestra na China na semana passada. “Nós precisamos de um sistema global de reservas."

O economista americano Joseph Stiglitz: defesa de um novo sistema internacional. (Foto: Wikipedia Commons)

O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva também manifestou suporte à proposta. "Me interesa que tenhamos mais de uma moeda de referência e que não continuemos dependendo apenas do dólar", afirmou Lula durante sua participação no encontro de cúpula do G20, em Londres, na última semana.

Lula também propôs ao presidente chinês Hu Jintao que as trocas comerciais entre os dois países passem a ser feitas tanto na moeda brasileira quanto na chinesa, a exemplo do que já acontece entre a China e a Argentina.

Consequências

Para os economistas, caso a troca de moedas fosse feita, os países emergentes – como o Brasil – sairiam ganhando.

“Para os emergentes, seria positivo. O Brasil poderia ter uma capacidade de financiamento maior a um custo menor, o que poderia aumentar o desenvolvimento econômico. As empresas e o setor público poderiam emitir títulos nessa nova moeda com aceitação mundial porque o Brasil obrigatoriamente teria participação importante nesse BC global”, afirma Leite, da Trevisan Escola de Negócios.

Já os EUA seriam os principais prejudicados. “Eles perderiam a capacidade de financiamento. Os EUA têm a vantagem de imprimir a moeda de referência. Todo o crescimento do consumo lá foi financiado pelos países emergentes, que exportam para os EUA. Na medida que a moeda mude, eles precisariam fazer o que os demais países fazem: equilibrar sua conta fiscal”, projeta o professor.

Lula durante encontro com o Presidente da China, Hu Jintao durante a cúpula do G20, na última semana (Foto: Ricardo Stuckert / Presidência).

Outro problema é que a troca poderia gerar inflação nos EUA. “Existe um excesso de liquidez de dólares no mercado. A medida que se fizesse essa transação, o dólar começaria a sobrar, voltaria ao país de origem e provavelmente geraria uma inflação interna”, diz Nogami, do Ibmec.

Levando em conta essas desvantagens, os EUA não iriam querer bloquear o processo? Para Leite, é “claro que eles EUA vão lutar contra isso", embora o país não possa unilateralmente forçar sua vontade. "Eles têm que levar em conta o que outros parceiros relevantes, como a China e os emergentes, pensam. Esse é um processo inexorável."

Exemplo europeu

Além disso, até os EUA poderiam se beneficiar de alguns aspectos da troca. “A Europa unificou a moeda porque o comércio era grande entre os países, mas eles tinham uma barreira nas operações cambiais. Isso aumentava custos e tornava o comércio menos fluido. Do mesmo modo, a tendência mundial é que chegue um ponto onde as vantagens dessa troca superem as desvantagens”, analisa o professor do Ibmec.

O próprio presidente do BC chinês, Zhu Xiaochuan, diz que a adoção de uma nova moeda poderia ajudar os EUA, uma vez que ajudaria a evitar futuras crises. Segundo ele, como outros países criaram suas reservas comprando dólares americanos, o Fed conseguiu “manter uma política irresponsável nos anos recentes, mantendo os juros baixos por tempo demais, o que ajudou a criar uma bolha no mercado imobiliário” – um dos principais motivos para a atual turbulência econômica.

http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1072414-9356,00-TROCA+DO+DOLAR+POR+NOVA+MOEDA+MUNDIAL+E+TENDENCIA+AVALIAM+ANALISTAS.html

 

Mais informações:

http://en.wikipedia.org/wiki/World_currency

http://www.futureworldcurrency.com/

http://www.singleglobalcurrency.org/

 

Seria possível um Governo Mundial?

Filed Under (Governo Mundial) by Geração Maranata on 02-08-2010

Tag:

por Geração Maranata

“Um governo mundial” envolveria muito mais do que a cooperação entre as nações. Seria uma entidade com características semelhantes estado, apoiado por um corpo de leis. A União Européia já estabeleceu um governo continental com 27 países, o que poderia ser um modelo. A UE tem uma suprema corte, uma moeda, milhares de páginas de lei, um grande serviço civil e a capacidade de implantar a força militar”.

A União Européia tem moeda própria e Banco Central, tem leis próprias, servidores públicos, uma Suprema Corte. É, literalmente, um governo de 27 países. Não extirpou a soberania de seus membros, mas criou uma nova camada comum de governança.

Rachman, editor do Financial Time, se pergunta se o modelo UE é expansível. Seria possível um governo mundial? Segundo ele é possível sim:

“Em primeiro lugar, está cada vez mais claro que as questões mais difíceis envolvendo os governos nacionais são, por natureza, internacionais: há o aquecimento global, a crise financeira internacional e a ‘guerra ao Terror’.

Em segundo, dá para fazer. As revoluções no transporte e nas comunicações diminuíram o mundo de tal forma que, como escreveu o eminente historiador australiano Geoffrey Blainey, ‘Pela primeira vez na história, algum tipo de governo mundial é possível’. Blainey prevê uma tentativa de formar um governo assim em algum ponto dos próximos dois séculos, que é um período bem longo para ser tratado numa coluna de jornal.

Mas a terceira questão, uma mudança na atmosfera política, sugere que ‘governança global’ poderia vir mais cedo do que tarde. A crise financeira e a mudança climática pressionam os governos nacionais a buscar soluções globais mesmo em países como China e EUA, tradicionalmente guardiões violentos de sua soberania nacional.”

Rachman destaca as maiores dificuldades para um projeto dessa magnitude: políticos se elegem em eleições locais e eleições locais definem suas condutas políticas; obstáculos em países como os EUA onde a idéia de governo internacional não é popular. A própria União Européia é um exemplo, houve várias derrotas em plebiscitos.

O que importa para nós é que um governo global está sendo cogitado por especialistas no assunto. A União Européia é um exemplo de que é possível. É claro que isso não acontecerá facilmente. Levará algum tempo, como levou a UE ou … poderá ser mais rápido, caso ocorra algum acontecimento mundial que possa resultar em um mudança drástica, onde um modelo político-econômico global seja necessário.

Texto original: Edição do Financial Times

And now for a world government

By Gideon Rachman

Published: December 9 2008 02:00 | Last updated: December 9 2008 02:00

I have never believed that there is a secret United Nations plot to take over the US. I have never seen black helicopters hovering in the sky above Montana. But, for the first time in my life, I think the formation of some sort of world government is plausible.

A “world government” would involve much more than co-operation between nations. It would be an entity with state-like characteristics, backed by a body of laws. The European Union has already set up a continental government for 27 countries, which could be a model. The EU has a supreme court, a currency, thousands of pages of law, a large civil service and the ability to deploy military force.

So could the European model go global? There are three reasons for thinking that it might.

First, it is increasingly clear that the most difficult issues facing national governments are international in nature: there is global warming, a global financial crisis and a “global war on terror”.

Second, it could be done. The transport and communications revolutions have shrunk the world so that, as Geoffrey Blainey, an eminent Australian historian, has written: “For the first time in human history, world government of some sort is now possible.” Mr Blainey foresees an attempt to form a world government at some point in the next two centuries, which is an unusually long time horizon for the average newspaper column.

But – the third point – a change in the political atmosphere suggests that “global governance” could come much sooner than that. The financial crisis and climate change are pushing national governments towards global solutions, even in countries such as China and the US that are traditionally fierce guardians of national sovereignty.

Barack Obama, America’s president-in-waiting, does not share the Bush administration’s disdain for international agreements and treaties. In his book, The Audacity of Hope , he argued that: “When the world’s sole superpower willingly restrains its power and abides by internationally agreed-upon standards of conduct, it sends a message that these are rules worth following.” The importance that Mr Obama attaches to the UN is shown by the fact that he has appointed Susan Rice, one of his closest aides, as America’s ambassador to the UN, and given her a seat in the cabinet.

A taste of the ideas doing the rounds in Obama circles is offered by a recent report from the Managing Global Insecurity project, whose small US advisory group includes John Podesta, the man heading Mr Obama’s transition team and Strobe Talbott, the president of the Brookings Institution, from which Ms Rice has just emerged.

The MGI report argues for the creation of a UN high commissioner for counter-terrorist activity, a legally binding climate-change agreement negotiated under the auspices of the UN and the creation of a 50,000-strong UN peacekeeping force. Once countries had pledged troops to this reserve army, the UN would have first call upon them.

These are the kind of ideas that get people reaching for their rifles in America’s talk-radio heartland. Aware of the political sensitivity of its ideas, the MGI report opts for soothing language. It emphasises the need for American leadership and uses the term, “responsible sovereignty” – when calling for international co-operation – rather than the more radical-sounding phrase favoured in Europe, “shared sovereignty”. It also talks about “global governance” rather than world government.

But some European thinkers think that they recognise what is going on. Jacques Attali, an adviser to President Nicolas Sarkozy of France, argues that: “Global governance is just a euphemism for global government.” As far as he is concerned, some form of global government cannot come too soon. Mr Attali believes that the “core of the international financial crisis is that we have global financial markets and no global rule of law”.

So, it seems, everything is in place. For the first time since homo sapiens began to doodle on cave walls, there is an argument, an opportunity and a means to make serious steps towards a world government.

But let us not get carried away. While it seems feasible that some sort of world government might emerge over the next century, any push for “global governance” in the here and now will be a painful, slow process.

There are good and bad reasons for this. The bad reason is a lack of will and determination on the part of national, political leaders who – while they might like to talk about “a planet in peril” – are ultimately still much more focused on their next election, at home.

But this “problem” also hints at a more welcome reason why making progress on global governance will be slow sledding. Even in the EU – the heartland of law-based international government – the idea remains unpopular. The EU has suffered a series of humiliating defeats in referendums, when plans for “ever closer union” have been referred to the voters. In general, the Union has progressed fastest when far-reaching deals have been agreed by technocrats and politicians – and then pushed through without direct reference to the voters. International governance tends to be effective, only when it is anti-democratic.

The world’s most pressing political problems may indeed be international in nature, but the average citizen’s political identity remains stubbornly local. Until somebody cracks this problem, that plan for world government may have to stay locked away in a safe at the UN.

gideon.rachman@ft.com

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