Projeto Vênus: Um Novo Céu e uma Nova Terra?

Filed Under (Governo Mundial, Sinais Proféticos) by Geração Maranata on 30-06-2011

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por Geração Maranata

"E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe." (Apo 21:1)

"Porque, eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão." (Is 65:17)

"Porque, como os novos céus, e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante da minha face, diz o SENHOR, assim também há de estar a vossa posteridade e o vosso nome" (Is 66:22)

 

Semelhante aos cientistas que prometem Imortalidade através da ciência, onde o ser humano poderá viver até 1.000 anos, o Projeto Vênus propõe a criação de um paraíso na Terra, um novo Éden.

Seria o ‘Milênio bíblico’ na visão Humanista.

Quem sabe se esses projetos não farão parte ou serão apropriados para formar o grande engano que será impetrado pelo futuro líder mundial, o anticristo?

Afinal será isso que ele prometerá: paz, fim da fome e miséria, saúde, segurança, etc…

Quando surgir o líder que tenha o poder de garantir coisas semelhantes a essa, certamente terá a aprovação e até mesmo a ‘adoração’ das pessoas, cansadas deste mundo cheio de violência e injustiça social.

 

“O Projeto Vênus é um esboço para a gênese de uma nova civilização global.” (thevenusproject.com)

“O Projeto Vênus não pode ser posto em prática em escala global até que o sistema econômico mundial deixe de suprir as necessidades das pessoas.” (movimentozeitgeist.com.br)

 

O Projeto Vênus apresenta uma proposta para redesenhar o futuro da humanidade, estabelecer uma nova forma de viver, onde o ser humano irá usufruir de uma vida repleta de abundância, onde as pessoas poderão viver vidas mais longas, com mais saúde e com mais significado, onde haverá uma nova era de paz e sustentabilidade para todos.

O Projeto está aliado ao ‘The Zeitgeist’, cientistas e intelectuais ateus que juntos apóiam a idéia de uma nova sociedade única com um só governo que tomará conta de tudo.

Polícia, prisões, atividades bancárias, publicidade, corretores de títulos, exército e governos não seriam mais necessários quando os bens, serviços, assistência médica e educação estão disponíveis para todas as pessoas.

O Projeto Venus substituiria os políticos com uma sociedade cibernetizada na qual todas as entidades físicas seriam o mais rápido possível geridas e operadas por sistemas computadorizados.

A única área em que os computadores não operariam ou administrariam seria na vigilância dos seres humanos, pois isso seria completamente desnecessário e considerado socialmente ofensivo. Uma sociedade que usa a tecnologia sem preocupação social não tem base de sobrevivência.

Objetivo

O mundo não está muito bem de saúde e os seus habitantes também não. Urge encontrar soluções. (Condicionamento para as pessoas acharem que realmente tem que haver mudanças, é a conhecida 'Ordo ab Chao' – Ordem através Caos)

O Projeto Vênus tem como objetivo melhorar a qualidade de vida, mostrar uma nova direção para a cultura mundial, combater problemas como: desemprego, violência, crime, substituição dos homens pela tecnologia, alta densidade demográfica e desequilíbrio do meio-ambiente.

O nome da organização tem origem na cidade de Venus, Flórida (daí o nome Projeto Vênus, apesar de que há outros motivos para o nome, como verá adiante), onde o centro de pesquisa da organização está situado. Neste lugar se concentra o projeto de uma nova civilização, onde será reestruturado o futuro e criada as bases de uma nova humanidade.

Crime, poluição, prisão, falência, corrupção, o Projeto Vênus apresenta uma proposta para solucionar todos esses problemas, e isso está em perfeita concordância com os aspectos espirituais e os ideais encontrados na maioria das religiões em todo o mundo. O que distingue o Projeto Vênus é que ele se propõe a traduzir esses ideais em realidade.

Para o sucesso do projeto é fundamental a eliminação da economia vigente baseada em dinheiro, em favor de uma economia baseada em recursos.

A economia baseada no lucro (o atual sistema monetário) gera escassez, pobreza, crime, corrupção e guerra. Impede o desenvolvimento da tecnologia, que deveria ser utilizada para benefício da sociedade e não em prol da poluição, da construção de armas, do consumo, da alienação, etc. Ou seja, se a tecnologia fosse utilizada fora do âmbito do lucro, sobraria espaço para uma maior abundância e distribuição de recursos. A conseqüência seria uma drástica diminuição da corrupção, da ganância e egoísmo que caracterizam as sociedades desenvolvidas contemporâneas.

Como se conseguirá esse prodígio?

Substituindo a economia baseada no dinheiro por uma economia baseada nos recursos. Esta visão está baseada da observação de que os processos resultantes do sistema monetário, como o trabalho e a competição, corrompem a sociedade e afastam as pessoas do seu verdadeiro potencial. É nesta sociedade de cooperação e altamente tecnológica que o Projeto Vênus vê o escape da sociedade ao atual panorama eco-sociológico.

O sistema monetário e os processos associados a ele, tal como a venda do próprio trabalho e a competição, são danosas à sociedade e limitam o verdadeiro potencial da maioria das pessoas.

Profissões baseadas no sistema monetário, como por exemplo, advogados, banqueiros, vendedores de seguro, equipes de marketing e publicidade, vendedores e corretores de valores deverão ser eliminados.

"O que causará o colapso dos sistemas monetários do mundo será a infusão da automatização e a terceirização do trabalho. Isso inclui não apenas os trabalhadores de linhas de montagem, mas também médicos, engenheiros, arquitetos e semelhantes. Quando trabalhadores e profissionais perdem o seu poder de compra, as indústrias que dependem deles não conseguem mais funcionar. Isso trará um fim ao sistema monetário. Não é tanto uma questão dos donos abrirem mão de suas indústrias quanto o fato de que as pessoas não terão mais o poder de compra para sustentar este sistema.  Esse colapso já está em andamento numa escala global…" (movimentozeitgeist.com.br)

Metas

  • Realizar a declaração dos recursos mundiais como patrimônio comum de todas as pessoas. (a Amazônia seria internacionalizada)
  • Transcender as divisões artificiais que hoje arbitrariamente separam as pessoas.
  • Substituir economias nacionalistas baseadas em dinheiro por uma economia baseada em recursos.
  • Ajudar na estabilização da população mundial através da educação e do uso voluntário de contraceptivos.
  • Regenerar e restaurar o meio ambiente de acordo com o melhor de nossa capacidade.
  • Reprojetar cidades, sistemas de transporte, agroindústrias, e fábricas para que sejam energeticamente eficientes, limpas e capazes de servir convenientemente às necessidades de todas as pessoas.
  • Livrar-se gradualmente das entidades corporativas e dos governos, (locais, nacionais, ou supranacionais) como meios de gestão social. Obs.: Seus proponentes deixam claro que a abordagem para um governo global não tem absolutamente nada em comum com os presentes objetivos da elite de formar um governo mundial dirigida por ela e pelas grandes corporações. A visão de globalização autoriza todas as pessoas do planeta a ser as melhores que puderem, não a viver sobre submissão abjeta de um corpo governamental corporativo.
  • Compartilhar e aplicar novas tecnologias para o benefício de todas as nações.
  • Desenvolver e usar fontes de energia limpas e renováveis.
  • Produzir a mais alta qualidade em produtos para o benefício das pessoas do mundo inteiro.
  • Exigir estudos sobre o impacto ambiental antes da construção de quaisquer megaprojetos.
  • Encorajar o mais amplo espectro de criatividade e incentivo a empreendimentos construtivos.
  • Superar o nacionalismo, o fanatismo e o preconceito através da educação. (fanatismo leia-se: Religião)
  • Eliminar o elitismo seja técnico ou de qualquer outra forma.
  • Delinear metodologias através de pesquisas meticulosas em vez de opiniões aleatórias.
  • Melhorar a comunicação nas escolas para que a nossa língua seja relevante às condições físicas do mundo. (uma língua mundial?)
  • Fornecer não só as necessidades básicas de sobrevivência, como também desafios que estimulem a mente ao mesmo tempo em que enfatizam a individualidade em detrimento da uniformidade.
  • Finalmente, preparar as pessoas intelectual e emocionalmente para as mudanças e desafios que vêm pela frente. (um tipo de ‘Mudança de Mente e Comportamento’)

Etapas

1)   A primeira fase já está em andamento. A construção de um centro de pesquisa de 101.171,83 m² está completa.  Vídeos, panfletos, e um livro (‘O melhor que o dinheiro não pode comprar: além da política, pobreza e guerra’) estão sendo divulgados para aumentar o conhecimento público sobre este projeto e suas muitas propostas.

2)   Produção de um longa-metragem que irá retratar como funcionaria um mundo que aderisse às propostas desenvolvidas pelo Projeto Vênus: uma sociedade pacífica em que todas as pessoas formam uma família global no planeta Terra

3)   Construção de uma cidade para pesquisas experimentais. Essa nova cidade será dedicada a trabalhar para atingir as metas e objetivos do Projeto Vênus (ver tópico anterior).

4)   Parque temático: irá fornecer casas inteligentes, sistemas de transporte não poluentes e de alta eficiência, tecnologia computacional avançada, e muitas outras inovações que poderão acrescer valor às vidas de todas as pessoas – em um período curtíssimo de tempo.

A maioria das cidades antigas seria demolida e seus recursos minerados. Elas são ineficientes demais para serem mantidas. Algumas cidades serão reservadas como cidades-museus.

As cidades circulares multi-dimensionais e inovadoras usam os mais sofisticados recursos e técnicas de construção. O arranjo circular geometricamente elegante, cercado por parques e jardins, é projetado para operar com o mínimo de gasto de energia enquanto obtém o mais alto padrão de vida possível.

A cidade usaria tecnologia totalmente limpa em harmonia com a ecologia local.

Governo

Em relação à necessidade de um governo, haverá apenas durante a transição de uma sociedade monetária para uma economia computadorizada baseada em recursos. (E depois? Quem será responsável por repartir o bolo e dividi-lo em pates iguais?)

 

Comunismo

O Projeto Vênus difere do comunismo, pois este não previu os métodos e vantagens de uma economia baseada em recursos. Pelo contrário, o comunismo usou dinheiro e trabalho, teve estratificação social e oficiais eleitos para manter as tradições comunistas.   O comunismo usa dinheiro, bancos, exércitos, polícia, prisões, personalidades carismáticas, estratificação social e é administrado por líderes designados.

O comunismo não tem nenhum plano ou metodologia para pôr em prática os seus ideais juntamente com o capitalismo, fascismo e socialismo e juntos irão, no final, ficar na história como experimentos sociais que fracassaram.

Uma das preocupações do comunismo é a condição de trabalho e a classe trabalhadora. As maiores preocupações do Projeto Venus são produzir bens usando mão-de-obra limitada e eventualmente eliminar o trabalho ao mesmo tempo em que concede às pessoas todas as amenidades de uma sociedade próspera e energética

Nota: Vários blogs que abordam o assunto 'governo mundial' propõem o seguinte: para que um novo modelo de governo mundial seja aceito, seria necessário que antes seja apresentado pelo menos dois outros, opostos entre si, que não dêem certo.  Seria o conceito de Tese, Antítese e Síntese, ou seja, Capitalismo, Comunismo e ?? (o novo governo a ser implantado, contrapondo aos dois outros que se mostraram ineficientes).

 

Jacque Fresco

O Projeto Venus foi iniciado em 1975 por Jacque Fresco e Roxanne Meadows em Venus, Florida. Seu centro de pesquisa é uma propriedade de 21 acre (85,000 m2) que contêm várias construções de seu design, onde eles trabalham em livros e filmes para demonstrar seus conceitos e idéias  Fresco e Roxanne imaginaram cidades circulares, edifícios geométricos nos oceanos, naves habitadas no espaço, arquiteturas visionárias e amigáveis ao meio- ambiente.

Fresco produziu um extenso número de modelos em pequena escala baseados em seus desenhos, bem como várias edificações construídas com base em seus conceitos de simplicidade, sustentabilidade e estética. Com edifícios em forma de domo (forma arquitetônica também chamada de cúpula) altamente resistentes e eficientes, separados por lagos, jardins e trilhas projetados de maneira  que de uma construção não seja possível ver a outra, dando a oportunidade à freqüentes visitantes de vislumbrar um pouco do mundo do amanhã de Fresco. O Projeto Venus foi incorporado em 1995.

Quando era criança, Jacque Fresco teve a visão de uma forma que desde então é a base das suas inúmeras maquetes de cidades, meios de transporte, meios de construção, veículos espaciais e, inclusive, modelos sociais. Essa forma é a engrenagem.

 

Documentário

O Projeto Vênus está, em parte, associado ao movimento Zeitgeist (“espírito do tempo”), cuja obra culminou na edição de dois filmes (Zeitgeist, O Filme e Zeitgeist Addendum), ambos refletindo a visão de Peter Joseph sobre o clima intelectual e cultural da nossa época.

O Projeto Vênus é apresentado no documentário Zeitgeist: Addendum. O filme foi premiado no 5º Festival Anual de filmes ativistas, em Los Angeles, California em 2 de Outubro de 2008, vencendo seu maior prêmio, e ele foi lançado online gratuitamente no Google Video em 4 de Outubro de 2008.

O filme aborda várias questões: o Sistema de Reserva Federal dos Estados Unidos (como emissor de moeda), a CIA (agência de inteligência a serviço do governo), as corporações (mundo empresarial), governos e outras instituições financeiras, e mesmo religiões, concluindo que todas (incluindo o Cristianismo) essas instituições são corruptas e nocivas para a humanidade porque a sociedade é baseada em uma economia de escassez com base no uso do dinheiro, que deve ser substituído eventualmente. No final, o filme propõe a utilização da tecnologia como solução e o modelo apresentado seria o Projeto Vênus.

Nota: Neste ano (2011) foi lançado o terceiro filme: Zeitgeist: Moving Forward.

'Zeitgeist, O Filme' afirma que Jesus é um plágio das religiões, leia aqui uma refutação ao documentário.  

 

O Movimento Zeitgeist

Trata-se de um movimento social de escala mundial, que busca conceitos para uma mudança social. O Movimento é o braço ativista do Projeto Vênus e conta com mais de 400 mil membros (dados de 2010).

O Movimento Zeitgeist declarou 15 de março como o Dia Zeitgeist. Neste dia eventos locais acontecem em todo o mundo para partilhar informação e aprender com todas as pessoas interessadas.

 

Curiosidades

São muitas as curiosidades envolvendo esse Projeto e não pude deixar de publicá-las:

1) A cidade de Venus, Flórida é uma comunidade sem personalidade jurídica, com um corpo de bombeiros voluntários e um acampamento para gays, um dos poucos do estado

2) Venus está localizada nas Coordenadas 27° – 81° (27,0669, -81,3569). Elevação de 108 pés. Localizado na Route 27. (Somando os dígitos de cada números em negrito, teremos quatro números nove)

3) O modelo da cidade idealizada por Jacque Fresco lembra muito a cidade do filme espírita brasileiro ‘Nosso Lar’:

Nosso Lar: Cidade circular, no centro o governo centralizado e casas ao redor. O governo é comandado por humanos e tem uma maquete cibernética da Terra no meio.

Projeto Vênus: Cidade circular, no centro o governo cibernético (Sem estratificação social ou líderes), e casas ao redor, além da parte da plantação de alimentos e produção de energia verde,. No centro de cada cidade, um governo cibernético informa previsão do tempo, fluxo de migração, controle da biodiversidade dentre outros dados necessários (simbolizado por uma Terra holográfica).

Jacque Fresco iniciou o Projeto Vênus em 1975 e o livro, que deu origem ao filme, foi escrito em 1944. Chico Xavier foi o escritor do livro "Nosso Lar" e, segundo ele, apenas psicografou, o real escritor é o espírito André Luiz (personagem principal do livro).  

Os desenhos minuciosos e detalhados do mapa da cidade "Nosso Lar" assim como a arquitetura das edificações, ministérios e casas, foram criados pela médium "Heigorina Cunha" através de suas observações realizadas durante suas saídas do corpo (o tal desdobramento) em março de 1979 (4 anos depois do início do Projeto Vênus), conduzidas e orientadas pelo espírito "Lucius".

Seus desenhos foram esclarecidos e confirmados por Chico Xavier de que se tratava realmente da cidade “Nosso Lar” e mais tarde serviram de inspiração para criar o visual arquitetônico da cidade que se vê no filme.

No título do Filme aparece uma estrela que pode muito bem ser o planeta Vênus que é conhecido por estrela d'alva ou estrela da manhã.

Aliás, lembram do versículo em Isaías?:   "Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações!" (Is 14:12)

 

4) O blog israelsousa achou outras coincidências interessantes. Ele percebeu que o filme ‘Contato’ mostra uma cidade do planeta Vênus, muito semelhante ao do Projeto Vênus.

 

5) Outra coincidência é a suposta cidade perdida de Atlântida que, segundo os que acreditam que ela existiu, também teria o mesmo formato da cidade do Projeto Vênus.

Atlântida

 

6) Os adeptos da ufologia propõem um símbolo que possibilitaria uma comunicação entre os UFOS do planeta Vênus e os habitantes da Terra. O símbolo de contato com os Venusianos consiste de um círculo perfeito, tendo 9 cruzes – ou 9 pessoas deitadas, de braços abertos – (olha o número nove aparecendo novamente) dentro dele, todas com a cabeça voltada para o centro desse círculo. (site gnosisonline)

 

7) Algumas imagens dos supostos 'Crop Circle' ou Círculos Ingleses também lembram a forma da cidade proposta pelo Projeto Vênus.

 

8) Uma última observação: a Praça São Pedro no Vaticano:

 

Conclusão

"Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça" (2 Pe 3:13)

O problema deste Projeto é que o simples fato de disponibilizar mecanismos que venham diminuir ou erradicar a desigualdade e injustiça social, possibilitando que todos tenham o mesmo padrão de vida, pode sim diminuir crimes, corrupções, etc, mas nunca irá regenerar o homem, pois este já nasce com uma natureza pecaminosa, com tendência para o mal. 

Pensar que este paraíso com todas as propostas implantadas irá satisfazer o ser humano e fazê-lo ‘bonzinho’ é pura ilusão.

A terra só será habitada por pessoas com sua essência mudada, quando o Senhor, na manifestação da sua Vinda, transformar vivos e mortos, ou seja, os que têm seu nome escrito no Livro da Vida.

Inclusive a criação será mudada, ao ponto do lobo apascentar com o cordeiro e o leão comer palha com o boi.

Somente Deus tem o poder de recriar a terra e céu.

Temos a promessa de que o Senhor irá transformar e redimir toda a criação.

O que irá trazer a mudança radical será o relacionamento das pessoas com o Senhor, como está escrito:

“E irão muitos povos, e dirão: Vinde, subamos ao monte do SENHOR, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do SENHOR.” (Isa 2:3)

“E acontecerá que, todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrarem a festa dos tabernáculos.” (Zac 14:16)

“Todos os limites da terra se lembrarão e se converterão ao Senhor, e diante dEle adorarão todas as famílias das nações. Porque o domínio é do Senhor, e Ele reina sobre as nações.” (Salmos 22:27 e 28)

Temos um vislumbre da nova Terra que o Senhor irá criar no capítulo 65 de Isaías:

21 E edificarão casas, e as habitarão; e plantarão vinhas, e comerão o seu fruto: As pessoas desfrutarão o fruto do seu trabalho;

22a Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam: construirão suas próprias moradas.

22b …porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus eleitos gozarão das obras das suas mãos: poderão ter uma vida excepcionalmente longa;

23 Não trabalharão debalde, nem terão filhos para a perturbação; porque são a posteridade bendita do SENHOR, e os seus descendentes estarão com eles: Os seres humanos serão férteis e terão descendentes para honra.

25 O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, e o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o SENHOR: A qualidade de vida, a intimidade entre Deus e os seres humanos será tal que transformará o eco-sistema invertendo a ordem natural de violência entre o lobo e o cordeiro, ou o leão e o boi, para dar lugar à paz.

Só o poder transformador de Deus pode fazer a diferença. Sem Deus não haverá mudança real, porque somente Ele é quem cria e recria e regenera o homem.

Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles (Apo 21:3)

Maranata!

 

Leia também: Fundação Keshe: um convite à Paz Mundial

 

Para saber mais:

www.thevenusproject.com/pt_BR

www.movimentozeitgeist.com.br

www.thevenusprojectdesign.org

http://www.youtube.com/watch?v=lTYI3BlAx54

"O Projeto Venus" Versão Oficial – com música Hip Hop a partir do álbum "Zeitgeist: The Spirit Of The Age", baseado no Grupo Espiritual Hip Hop 'The Lost Children Of Babylon' (LCOB), Filadélfia – (nome do grupo traduzido: 'As crianças perdidas da Babilônia')

 

Fontes pesquisadas:

www.thevenusproject.com

www.movimentozeitgeist.com.br

www.pt.wikipedia.org

www.devanil.com/?p=8

www.israelsousa.mossol.com

 

Zeitgeist – Parte II: Astrologia e Mitologia

Filed Under (Apostasia, Defesa da Fé) by Geração Maranata on 05-09-2010

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por Geração Maranata

Um pouco sobre Astrologia e Mitologia

 

Os povos antigos sempre divinizaram os astros prestando cultos de fertilidade que quase sempre terminavam em imoralidade e orgias. Foi assim no Egito, em Roma, na Grécia, na Babilônia, na Assíria, no povo Celta, entre os Maias, Aztecas, etc, etc…

Se olharmos e estudarmos as religiões mitológicas das grandes civilizações veremos que se trata da mesma religião com algumas variações de nomes dos deuses e na forma dos cultos, mas o padrão é o mesmo, ou seja, mitos baseados no cultos dos astros, onde cada planeta e signo do zodíaco é representado por uma divindade.

Na Bíblia no livro de Deuteronômio 4:19 diz o seguinte:

“…e não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus, e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que o SENHOR, teu Deus, repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus”, ou seja, para que os israelitas não fizessem como os outros povos faziam. Quando a Bíblia menciona exercito dos céus está justamente fazendo referência ao culto astrológico praticado por todos os outros povos aos redor dos israelitas.

 

Tudo começou com os sumerianos…

Estudos mostram que as representações dos signos zodiacais foram assimiladas dos caldeus ou babilônios, que por sua vez, basearam-se num saber mais antigo ainda: os Sumérios.

A palavra zodíaco vem de uma palavra grega para “ciclo animal” e obedece a mesma ordem dada pelos sumérios, por volta de 4000 anos A.C., que lhes chamavam de UL.HE, “O Brilhante Rebanho”.

Todas as evidências apontam para o surpreendente fato de que os sumérios, civilização considerada mais antiga do mundo, possuíam um conhecimento astronômico maior e mais completo que seus sucessores e que só podem ser rivalizados pelo conhecimento atingido na presente era espacial.  Tal conhecimento deveria ser impossível para época.

Os sumérios possuíam um grande conhecimento que dificilmente foi adquirido por eles mesmos, outra constatação é que boa parte desse conhecimento NÃO TINHA USO PRÁTICO PARA ELES.

Por exemplo: quem na antiga Suméria precisava realmente estabelecer um equador celestial ? ou deixar uma variedade de textos elaborados que tratam das medições de distâncias interestelares?

A pergunta que surge imediatamente é: Como os Sumérios, sem os modernos instrumentos atuais, situados no berço da humanidade e recém saídos das cavernas, puderam elaborar tão complexo e sofisticado sistema astrológico sem informações anteriores?

Como eles poderiam, através de meras observações do céu a olho nu, considerando que não poderiam conhecer a verdadeira natureza dos astros, pois eram somente um bando recém saído das cavernas, conhecer o Grande Ano de 25.920 anos que perfazem o total das casas percorridas pelo sol no zodíaco?

 

DA MESMA FORMA ACONTECEU COM OS EGÍPCIOS

O complexo de Gizé é um pesadelo para os acadêmicos. O pensamento comum quer nos fazer crer que a Grande Pirâmide e suas medidas perfeitas, são o produto de um povo recém saído das plantações de arroz para o mundo dos cálculos avançados e problemas técnicos de construção de pirâmides que exigem soluções às quais nossos arquitetos nem conseguem imaginar.

As relações matemáticas encontradas na pirâmide e os conhecimentos técnicos e astronômicos para as medidas ali achadas, levam a mesma conclusão do caso dos Sumérios: são culturas por demais diferentes de outros povos de suas épocas, que mostram um nível de evolução de pensamento e ciência além do que se possa imaginar natural.

Observa-se também notável semelhança no modo como encaram suas relações com os seus deuses, dos quais dizem ter recebido toda sua ciência e arte.

A resposta não pode estar em outro lugar senão na religião desses dois povos.

As evidências de que o panteão grego, e, portanto romano, que possui fartas semelhanças com o egípcio, derivaram do panteão indo-ariano, o qual ramificou-se para várias partes do mundo antigo a partir do norte do Irã ou da área do Cáucaso.

Um desses grupos chegaria ao vale do Indo e seriam conhecidos como os arianos, os homens nobres, que trouxeram consigo os Vedas (escritos sagrados Hindu).

Outros se fixaram na Anatólia (Ásia Menor), se tornando os recé-redescoberto povo Hitita. Decifradas a escrita e os monumentos hititas foi fácil ligar sua cosmogonia e seu panteão ao culto astrológico desses povos que parecem tão distintos entre si, mas que tem na verdade, um ÚNICO denominador, um centro do qual toda essa cultura irradiou: os Sumérios.

A sociedade humana, depois dos Sumérios, basicamente, não apresentou nenhuma inovação tecnológica, matemática, astrológica ou arquitetônica, nenhuma expressão artística ou cultural diferente daquelas que já existiam. Dos Sumérios até o século XIX, o homem andou de cavalo.

O saber dos Sumérios acerca da natureza dos cosmos e das leis que regem os ciclos do planeta, só foi suplantado em nossos dias.

Tudo aponta para as lendas e tradições desse povo que diz que seus deuses desceram dos céus e os ensinaram todas as artes.

Neste ponto entra a Bíblia – a Bíblia cita em Gênesis 6, em paralelo, aos textos das mais antigas civilizações, sobre como o gênero humano se degradou em maldade e violência mesmo tendo se misturado à semente dos chamados “deuses”.

“ Como se foram multiplicando os homens na terra, e lhes nasceram filhas,  vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram.  Então, disse o SENHOR: O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos.  Ora, naquele tempo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na antiguidade.“

A palavra traduzida por gigantes é “Nephilim”, que significa “Aqueles que caíram” ou “Que foram lançados por terra”.

O paralelo Sumério para isto também existe: os Annunaki, ou “os cinqüenta que foram do céu à terra”, conhecidos também como os “cinqüenta grandes príncipes”, ou "supervisores dos trabalhos da raça humana".

“Filhos de DEUS” na tradução hebraica é “ben-elohyn”, sendo que elohyn é o plural de deus, ou seja, “deuses”.

Isso parece descrever uma humanidade diferente da humanidade comum. Essa mistura teria gerado um povo poderoso demais e violento demais, que, com as armas descritas nos antigos relatos, poderia tornar a Terra inabitável por muitos anos.

Seriam os Titãs descritos nos mitos gregos, uma raça que facilmente se rebelava contra seus criadores.

'Zecharia Sitchin' um estudioso do povo sumeriano e do hebraico, fez um paralelo da Bíblia com os escritos sumérios, e declara que a Bíblia está em conformidade com o registro antropológico e os relatos sumério-acadianos referente ao dilúvio e a ordem de reconstrução das cidades após o dilúvio.

Antropologicamente é aceito que os primeiros indícios de uma humanidade agrícola como a conhecemos ficou um bom tempo restrita à região montanhosa a leste da Mesopotâmia antes de migrar para as regiões de planície, o que concorda com o relato Sumério e o texto bíblico.

O nome da terra montanhosa a Oriente da Suméria, E.Lam, significa “terra onde a vegetação germinou".

Gênesis 11, 1 : “ Ora, em toda a terra havia apenas uma linguagem e uma só maneira de falar. 2 Sucedeu que, partindo eles do Oriente, deram com uma planície na terra de Sinear; e habitaram ali.”

Sinear quer dizer “Terra entre dois rios”. Dali, os povos foram divididos em línguas diferentes no incidente da Torre de Babel, fato também contado na “mitologia” suméria. A origem comum das línguas parece um fato, mas a origem da sua divisão e multiplicação continua um mistério.

Após a dispersão dos povos pela Terra, coube a Ninrod, que significa “Rebelião” ou “Rebelde”, descrito como poderoso caçador, segundo a Bíblia, voltar a erigir as cidades antigas. As tábuas sumérias estão danificadas no ponto onde estaria o nome do primeiro rei humano depois do dilúvio, mas o nome das cidades fundadas por Ninrod não parece deixar duvidas de que ele foi aquele que usurpou o direito de ser “Rei dos homens”, liderando-os numa empreitada maliciosa, por isso seu nome em hebraico ficou como “Rebelde”.

Babel é ‘confusão’ em hebraico, porque ali foram confundidas as línguas, mas na língua babilônica, derivada da sumerio-acadia, Babel significa “Portal dos deuses”.

Ninrod não queria simplesmente construir uma torre, mas um lugar em que pudesse estabelecer comunicação com seus deuses e ficar ainda mais poderoso sobre a Terra, quem sabe ter acesso aos mesmos poderes que os homens de renome da antiguidade possuíam?

 

Abraão

Quando olhamos para a Bíblia, pensamos que a origem judaica se deu com Moisés, no formador do estado de Israel, porém foi em Abraão que tudo começou, Abraão vivia na cidade de Ur dos caldeus.

Ur, foi um dos berços da civilização Suméria, lá foram encontradas as barras de argila com o código de leis de Ur-Nammu, mais de um milênio antes de Hamurabi, 2350 a.C.

Essas leis, ditadas pelo deus Nannar fez com que houvesse igualdade de justiça para todos os cidadãos. Urnammu decretou “pesos e medidas honestos e constantes”, mesma terminologia usada milênios mais tarde na Lei de Moisés.

Abraão, um caldeu, criado na tradição e conhecimento daquele povo, a mando do DEUS Criador dos céus e da Terra, deixa a civilização para perigrinar pela jovem Terra desconhecida de então.

“Sai da tua terra, Abrão”, disse DEUS. “Deixa esse lugar e seu povo, suas tradições e idolatria, sua confusão e suas lutas, porque EU SOU SANTO, ou seja, SEPARADO, e você deve ser como Eu Sou. Não quero mais você misturado a eles, mas de ti farei uma nova semente.”

De Abraão saiu toda a nação Judaica.

 

Nephilim – deuses (demônios) da antiguidade

Abraão saiu de Ur, abandonando seus deuses e sua religião astrológica.

Há basicamente duas visões da criação do mundo e da vida humana nos dias de hoje para se opor a seleção natural do acaso dos darwinistas:

1ª – A visão naturalista e cosmológica de deuses, essencialmente iguais a nós, mais evoluídos, que vieram e plantaram a vida por aqui e são responsáveis pelo grande inicio da era humana. Seriam também os extra-terrestres. Essa visão tende a exaltar o homem como um deus em formação.

Quem seriam esses deuses, os Nephilim, os deuses dos antigos panteões, os E.Ts.?

Ao ler todos os relatos bíblicos e as hipóteses de gente que pesquisou a fundo os textos antigos como o próprio Sitchin, chegamos a uma encruzilhada. Embora haja muitos pontos em comum entre a descrição bíblica e os relatos sumerio/babilônicos, apenas UMA dessas versões deve estar correta.

Sitchin observa que na Babilônia houve um esforço incomum para suprimir dos textos religiosos os nomes de deuses mais antigos, como Anu e Enlil, antes protagonistas, pelo nome de um jovem deus chamado Marduk, que se tornou o supremo benfeitor da humanidade.

Quantas vezes isso pode ter acontecido?

Porque o Deus de Abraão, mesmo este sendo um caldeu, é tão diferente dos outros deuses?

Não era ele conhecido naquelas terras?

Porque Abraão crê no DEUS Único dos hebreus, o criador dos céus e da terra, em detrimento dos outros deuses sumerianos?

É como se o DEUS de Abraão fosse BANIDO da historia da formação da civilização mesopotâmica, provavelmente por aqueles que outorgaram a si o direito de serem chamados de deuses pelos homens, os Nephilim, que decaíram de suas antigas formas por terem desobedecido suas ordens e abandonado seus postos, como está descrito em Judas (não o Judas Iscariotes que traiu Jesus) verso 6: “ e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia”, e adquirindo corpos preparados para tal, decaíram em toda espécie de luxúria e imundícia pecaminosa, fazendo a humanidade desviar e praticar o caminho do conhecimento de praticas divinatórias através dos astros e cometer todo tipo de idolatria.

Através de rituais puderam criar uma raça de gigantes sobre a terra, uma raça violenta, que contaminou quase que irremediavelmente a matriz humana; após o dilúvio, só voltamos a ver referências de gigantes novamente entre os cananeus, um povo que praticava o culto astrológico e rituais terríveis de sacrifícios de crianças em honra do panteão.

Essa cosmovisão tende a exaltar as cosmogonias pagãs, suas constelações, seus ‘aeons’, os ciclos da natureza e uma assim chamada ‘Luz Interior’, como forma do homem encontrar a verdadeira 'chama' de Prometeu dentro de si, algo que entre os círculos teosóficos e maçônicos é chamado de “luz de Lúcifer”, nesse contexto, não o acusador da humanidade (o diabo), mas seu maior benfeitor, aquele que sempre quis levar a raça humana adiante.

Na verdade o DEUS hebreu seria o verdadeiro vilão da historia, assim como acreditavam os gnósticos, precursores do teosofismo e do neopaganismo.

Hitler, durante seu curto reinado, era obcecado em obter o aperfeiçoamento da raça ariana, dizendo que nela se encontrava o DNA do super-homem, mito importado pela Teosofia de crenças orientais, tibetanas e hinduístas.

Hitler levou ao pé da letra a teoria da seleção natural misturando-a com sua cosmogonia pagã, tentando suprimir raças que para ele não eram completamente humanas e que deveriam deixar de existir para que o verdadeiro homem, o super-homem ariano, surgisse de uma raça de senhores absolutos da Terra.

Curioso que os nazistas escolheram como símbolo a suástica hinduísta, um símbolo dos senhores arianos que governavam a Terra antes do dilúvio, em franca oposição aos símbolos judaico-cristãos.

O que na verdade se queria era evocar eram forças antigas.

 

2º- A visão judaico-cristã, oriunda de Abraão, única crença realmente monoteísta da antiguidade, propõe que o homem decaiu do seu estado original e deve se achegar ao DEUS Único e Eterno por meio da obediência e arrependimento de um modo de vida egoísta e mundano; o objetivo principal na chamada de Abraão seria o de constituir uma semente piedosa sobre a Terra, uma descendência que gerasse um povo sábio em palavras e obras e que pudesse ser receptáculo e testemunha do maior advento de todos os tempos: a vinda em carne do VERBO divino, o agente da Criação, o principio e fim de todas as coisas, Jesus Cristo.

A conquista de Canaã por Israel e a ordenança de Deus para riscar totalmente os Cananitas, pode transparecer uma “limpeza étnica” nos dias de hoje, mas visto tratar-se de uma ordem excepcional em todo Velho Testamento, que prescrevia até mesmo leis piedosas para se tratar com hospitalidade o estrangeiro em Israel, devemos analisar os fatos sob outro prisma.

Levou quatrocentos e trinta anos para que sobreviesse julgamento das obras más dos cananeus. Isto demonstra uma longanimidade excelente para com o transgressor e uma capacidade de julgamento muito além da compreensão dos fatos pelo homem, visto que a Bíblia declara que DEUS perdoou a perversa cidade de Ninive, capital do perverso imperio Assírio pagão, pela pregação do profeta Jonas, de outra forma destinada a destruição total, vemos que a iniqüidade dos cananeus era realmente de um tipo potencialmente mau.

Antes, porem, do povo hebreu sair do Egito, o DEUS hebreu usou Moisés e seu povo para julgar os deuses e a religião idolatra egípcia, que fazia da dinastia faraônica falsas divindades a serem adoradas na Terra:

Gênesis 12,12 – "Executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o SENHOR”.

Vemos que o DEUS hebreu quis se revelar como uma divindade separada (significado de “kadosh”, em hebraico, santo) de todas as outras que existiam e alheio às suas praticas de ciências naturais e mágicas, que levava o homem a perscrutar seu destino nos astros.

São várias as determinações no livro de Levitico, capítulos 17 a 20, sobre costumes dos povos cananitas que não deveriam voltar a ser praticados novamente para que a terra não fosse contaminada com maldição. Entre eles estava a prática de feitiçaria, incesto, zoofilia, sacrifícios humanos, etc…

O povo hebreu falhou em cumprir a determinação dada a eles e veio a se contaminar inúmeras vezes com os costumes dos chamados filisteus, sendo por fim deportados para a Babilônia, permanecendo cativos durante setenta anos. Sua repatriação só foi possível porque a plenitude do plano do DEUS de Abraão ainda não havia acontecido: a vinda do Messias, o Ungido.

 

CONCLUSÃO

Uma ultima exposição dos opostos: o simbolismo do doze na Bíblia parece ter sido colocado ali propositalmente para contrapor o sagrado doze dos panteões astrológicos dos povos antigos, pois na Bíblia, doze nunca foi número de estrelas ou planetas, para que o homem não viesse a confiar nos astros, mas o número sempre é relacionado ao homem na Terra como agente de mudança e de justiça divina.

Assim foi com as doze tribos, assim foi com os apóstolos; DEUS parece dizer, “não são os astros ou seus deuses que podem mudar algo aí a na Terra, mas quem escolhe andar do meu lado”.

 

Para saber mais, baixe o ebook: "ZEITGEIST"

Fontes:

www.trincheiraespiritual.blogspot.com (Extraído com adaptações)

www.wikepedia.com

 

ZEITGEIST – Jesus um Plágio?

Filed Under (Apostasia, Defesa da Fé) by Geração Maranata on 13-09-2009

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This entry is part 3 of 5 in the series Zeitgeist

por Geração Maranata

"E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira." (2Tess 2:11)

 

Sobre o Documentário

 

A palavra Zeitgeist é um termo alemão cuja tradução significa espírito de época, espírito do tempo ou sinal dos tempos.

Zeitgeist, o Filme (Zeitgeist, the Movie, no original) foi publicado em 2007 por Peter Joseph (então com 29 anos, criador também do Movimento Zeitgeist que possui vários seguidores), e aborda entre outros temas o Cristianismo.

O filme foi lançado e disponibilizado livremente pela Google Video em Junho do mesmo ano para conhecimento global; em poucas semanas o filme foi visto, sempre alojado nos servidores da Google, mais de 8 Milhões de vezes, isso até Novembro de 2007.

O sucesso foi tanto, que Peter Joseph foi convidado pelos responsáveis do "4th Annual Artivist Film Festival & Artivist Awards" a apresentar a sua polêmica obra caseira ao circuito cinematográfico.

A primeira parte "The Greatest Story Ever Told", tem a pretensão de investigar e analisar, aquilo que o autor considera ser a maior encenação da história da humanidade: a existência de um Cristo e as religiões em si.

Peter Joseph levanta a tese de que Jesus é um personagem híbrido, ou seja, uma mistura astrológica, mitológica e literária. Toda a sua história foi baseada numa lenda criada por uma civilização bastante anterior ao "ano 0" e que foi adaptada e remodelada de acordo com a época e as necessidades de diversos povos.

Apesar de o Documentário conter uma série de equívocos, erros históricos, afirmações que não podem ser provadas, nenhuma citação de fonte, e muita, mas muita mentira, o fato é que muitas pessoas receberam muito bem o que foi dito e ainda mais, acreditaram piamente em tudo sem questionar e sem se dar o trabalho de pesquisar se as informações são verídicas ou não.

Somente alguns poucos — até porque as referências são muitas e obrigariam ao telespectador a um grande trabalho de investigação — persistirão em buscar a verdade, isto é, se aquilo que o autor de Zeitgeist disse se traduz em fatos verificáveis no registro histórico ou mitológico.

O que também causa espanto é que uma empresa do porte da Google patrocine um filme-documentário recheado de teoria da conspiração, relatos que não podem ser comprovados, erros incríveis de história, mitologia e o pior de tudo: mentiras.

 

Refutando o Documentário

Vamos analisar a possibilidade de Jesus Cristo ser um mero plágio de outras religiões. As alegações são as “semelhanças” entre informações que temos de Jesus encontradas na Bíblia, com informações a respeito de diversos “deuses”, como Mitra (persa/romano), Horus (egípcio), Dionísio (grego), Krishna (hindu/indiano), Attis (Frígia/Roma), entre outros.

 

O que diz o documentário:

Horus (Egípcio) 3000 a.C.

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma “virgem”, a deusa Ísis com Osíris;

Nascimento acompanhado por uma estrela;

Estrela seguida por 3 reis;

Aos 12 anos, era uma criança prodígio;

Batizado aos 30 anos;

Começou seu ministério aos 30;

Tinha 12 discípulos e viajou com eles;

Operou milagres e andou sobre as águas;

Era “chamado” de Filho de Deus, Luz do Mundo, A Verdade, Filho adorado de Deus, Bom Pastor, Cordeiro de Deus, etc;

Foi traído, crucificado, enterrado e ressuscitou 3 dias depois.

 

Mitra (Persa – Romano) 1200 a.C

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma virgem;

Teve 12 discípulos;

Praticou milagres;

Morreu crucificado;

Ressuscitou no 3º dia;

Era chamado de “A Verdade”, “A Luz”

Veio para lavar os pecados da humanidade;

Foi batizado;

Como deus, tinha um “filho”, chamado Zoroastro.

 

Attis (Frígia – Roma) 1200 a.C.

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma virgem;

Foi crucificado, morreu e foi enterrado;

Ressuscitou no 3º dia;

 

Krishna (Hindu – Índia) 900 a.C

Nasceu dia 25 de dezembro;

Nasceu de uma virgem;

Uma estrela avisou a sua chegada;

Fez milagres;

Após morrer, ressuscitou.

 

Dionísio (Grego) 500 a.C

Nasceu de uma virgem;

Foi peregrino (viajante);

Transformou água em vinho;

Chamado de Rei dos reis, Alpha e ômega;

Após a morte, ressuscitou;

Era chamado de “Filho pródigo de Deus”

 

O que esses deuses têm em comum ?

O Sol

Todos os deuses de mistérios possuem influências astrológicas, onde o deus maior é o Sol, chamado de a luz do mundo e “salvador”. É fácil associar o Sol a uma divindade, pois suas características são muito boas para um “salvador”: traz vida, aquece, dá luz, etc.

O Solstício de inverno

Um fenômeno conhecido desde a antiguidade são os solstícios. No dia 22 de dezembro ocorre o início do solstício de inverno (no hemisfério norte), no qual o sol tem o seu ponto mais baixo no horizonte, devido à inclinação do eixo terrestre. Este ponto mais baixo permanece por um período de três dias, e no dia 25 de dezembro, o sol sai deste ponto, subindo 1 grau e voltando, gradativamente, ao seu ponto mais alto, completando e finalizando assim o solstício de verão.

A Estrela Sirius e Constelação de três reis

A estrela que brilha mais forte no céu é chamada de estrela Sirius, que no dia 25 de dezembro fica alinhada à constelação de 3 reis (Marias aqui no Brasil). Este alinhamento aponta diretamente ao sol.

Sendo assim, o sol, saindo do solstício de verão “renasce”, movendo-se 1 grau para o norte depois de três dias (22-25) e quando renasce, é sinalizado pela estrela Sirius, seguida pela constelação de três reis, formando assim um alinhamento entre os três.

Entende-se que as mitologias surgiram, ou tiveram como base, estes fenômenos. O Sol, renascendo, é sinalizado pela estrela, que, formando um alinhamento com a constelação de reis e o sol, nos mostra a constelação seguindo a estrela e indo em direção ao Sol. Temos aí a mitologia criada: o salvador foi sinalizado por uma estrela e que três reis foram até o salvador seguindo a estrela. Tal informação se assemelha com o relato do nascimento de Jesus.

Cruzeiro do Sul

O mesmo fenômeno é comparado com a crucificação, quando o Sol termina o solstício de verão e fica neste período por três dias (enterrado) e ressurge (ressuscita) ao 3º dia. Tal comparação com a crucificação é devido a outro alinhamento estelar, este, com o cruzeiro do sul no dia 22, ou seja, o sol é crucificado com o cruzeiro e ressurge no 3º dia (ressuscita) dia 25.

 

Jesus é um Plágio desses deuses?

As informações apresentam apenas o que lhes convém, para embasar suas alegações. Apresentam somente as pseudas-semelhanças, e ignoram completamente as diferenças.

 

Os Três Reis Magos

Não se sabe ao certo porque os homens vindos do oriente foram denominados como reis, porém uma coisa é certa, não é o que está escrito na Bíblia. Ela não afirma em nenhum momento que tais homens eram reis, mas afirma que eles eram sábios (traduzidos como magos) viajantes. Seguem vários trechos bíblicos em seus vários tipos de traduções:

NVI (Nova Versão Internacional): Mateus 2:1 – Depois que Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, magos vindos do oriente chegaram a Jerusalém

Almeida Corrigida e Fiel: Mateus 2:1 – E, TENDO nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém,

NTLH (Novo Testamento na Linguagem de Hoje): Mateus 2:1 - Jesus nasceu na cidade de Belém, na região da Judéia, quando Herodes era rei da terra de Israel. Nesse tempo alguns homens que estudavam as estrelas vieram do Oriente e chegaram a Jerusalém.

King James: Mateus 2:1 – Now when Jesus was born in Bethlehem of Judaea in the days of Herod the king, behold, there came wise men from the east to Jerusalem.

Outra questão é a quantidade de 'reis'. Não há informação de que foram três (3) homens até Jesus seguindo a estrela. Este número foi obtido devido ao número de presentes, que foram três: Ouro, Incenso e Mirra.

 

A Estrela de Belém

Os homens que foram levados pela estrela, possivelmente eram astrólogos e astrônomos. Sabemos que eram astrólogos primeiramente porque sua religião era possivelmente persa zoroástrica (porque vinham do oriente) e seguiam a estrela porque entendiam que era o sinal de um rei.

Tal interpretação do sinal foi obtida justamente por conhecerem o fenômeno da estrela Sirius apontando para o sol, mas desta vez com um diferencial, ela ia em direção a um rei humano. Portanto, sabemos que eles estudavam as estrelas e conheciam muito bem a estrela Sirius.

De acordo com o texto, a estrela Sirius sempre esteve presente na mitologia de muitos povos, principalmente os egípcios. Então, a estrela Sirius, sempre esteve lá e os magos que foram a Jesus certamente a conheciam.

Então como os críticos explicão este texto?

Mateus 2: 7 – Então Herodes chamou os magos secretamente e informou-se com eles a respeito do tempo exato em que a estrela tinha aparecido.

Vejam que os magos foram atrás da estrela porque ela era NOVA. De acordo com o versículo 16, sabemos que tal estrela havia aparecido num período máximo de dois anos.

Como poderiam estes homens estudados em astronomia e astrologia confundirem-se, seguindo uma estrela achando que era a Sirius? Isso é de certa forma improvável.

Outro detalhe é que tal estrela não seguia uma seqüência rotacional planetária como qualquer outra estrela e constelação. Os homens seguiram a estrela por um período de aproximadamente dois anos, em um único sentido talvez, até chegar a Jesus. Se tal estrela fosse a Sirius, eles teriam dado duas voltas no mesmo lugar e nunca teriam chegado a Belém. Ou seja, tal estrela não seguia o padrão rotacional do planeta. Ela era independente dele.

A comparação do relato bíblico dos homens do oriente com a mitologia acerca da estrela Sirius com a constelação de três reis é infundada, pois as semelhanças são muito superficiais comparadas com as diferenças.

Os homens que presentearam Jesus não eram reis, não eram três (3) e não seguiam a estrela Sirius, mas uma estrela nova que havia surgidno nos céus há dois anos no máximo. Jesus também foi visitado por pessoas pobres no seu nascimento, diferente dos deuses que eram cercados apenas de outros deuses ricos e poderosos.

 

Nascimento Virginal

Esta semelhança é incontestável, ou seja, nasceu de uma virgem. Mas vamos prestar atenção nos dois deuses de mistérios que mais se “assemelham” com Jesus. Mitra e Horus.

Para se ter um nascimento virginal, obrigatoriamente, a mulher não pode ter tido qualquer tipo de relação sexual. Então como se explica a união entre os deuses mãe e pai de Horus e de Mitra?

É preciso muita criatividade para afirmar que Isis era virgem quando concebeu Horus, porque nunca foi dito no relato mitológico de que ela era virgem, mas viúva de Osíris quando concebeu o deus-ídolo falcão Horus! Como ela teria engravidado? O relato do mito diz que Isis praticava artes mágicas e a usou para retirar de Osíris (ja morto) o sêmen necessário para fecundá-la.

Já Mitra nasceu a partir de uma rocha (chamada 'petra generatrix'), ou seja, não há relato de que ele nasceu de uma mulher, quanto mais de uma virgem.

Outro fato é o que se sabe sobre estes deuses são através de desenhos. Não se tem notícias de nada escrito por seus seguidores. Como então desenhar uma mulher virgem? A única diferença entre uma virgem e uma não-virgem é interna. Então de onde tiraram a informação de que as suas mães eram virgens?

 

Jesus e seus 12 anos

O único relato que temos de Jesus acerca de sua infância está em Lucas 2:42, que conta o “problema” que Jesus causou a seus pais. Jesus acabou ficando em Jerusalém e três dias depois seus pais voltaram para a cidade onde o encontraram ensinando aos sacerdotes e debatendo com eles

O fato é que esta semelhança não foi até hoje encontrada em nenhum escrito, desenho ou relevo egípcio que diga que Hórus, ou qualquer outro deus um dia teve 12 anos.

 

Batismo e ministério aos trinta anos

Os críticos alegam que essa informação acerca de Jesus também corresponde a um plágio derivado da religião egípcia e que Horus também teria sido batizado e começado seu ministério aos 30 anos.

Hórus nasceu como deus e foi adorado como deus desde o seu nascimento. A data do seu surgimento é tão antiga que impossibilita o “batismo”, pois tal prática não existia na época (nada na história da arqueologia afirmou o batismo em data tão antiga). Hórus não teve um ministério. Ele não precisava disso. Ele nasceu deus e sempre foi adorado como tal.

O documentário afirma que todos os deuses de mistério (como Cristo) foram crucificados, enterrados e ressuscitaram ao 3º dia, tinham 12 discípulos, foram batizados aos 30 anos, etc.

Um fato que não é exposto é que não foram encontradas até hoje evidências na mitologia desses deuses, que eles ensinavam, que tinham 12 discípulos, que foram crucificados, que realizaram milagres e que ressuscitaram 3 dias depois de mortos ou que foram batizados. Nada no históricos ou na arqueologia provou algo em relação a isso datado antes do nascimento de Jesus.

Um exemplo é o deus Mitra. As informações dadas pelo autor sobre esse deus é que ele nasceu de uma virgem, perdoou pecados, morreu crucificado e ressuscitou 3 dias depois. Porém as 'evidências' encontradas são datadas superiores a 300 anos d.C, ou seja, os desenhos (sempre desenhos!) foram feitos pelo menos 300 anos DEPOIS da morte de Jesus. Os detalhes são tão parecidos que evidenciam o paganismo adotando detalhes do Cristianismo. Isso seria muito comum em se tratando de uma religião politeísta onde seus deuses se associam com outros e vice-versa. Na verdade o que vemos é o Mitraísmo plagiando o Cristianismo!!

 

Crucificação

Não há um só relato que diga que Horus tenha sido alguma vez crucificado, muito menos morto e depois de três dias ressuscitado! Também as evidências que revelam que a informação de que Mitra teria sido crucificado, morrido, ressuscitado e ascendido, surgiu apenas por volta de 400 d.C., ou seja, a crença na crucificação e ressurreição de Mitra provavelmente foi baseada no Cristianismo, pois o politeísmo tem a prática de associação de deuses e utilização de mesmas mitologias.

A Crucificação era um método de execução tipicamente romano, primeiramente reservado a escravos. Crê-se que foi criado na Pérsia, sendo trazido no tempo de Alexandre para o Ocidente, sendo então copiado dos cartagineses pelos itálicos. Neste ato combinavam-se os elementos de vergonha e tortura, e por isso o processo era olhado com profundo horror. O castigo da crucificação começava com flagelação, depois do criminoso ter sido despojado de suas vestes. No azorrague os soldados fixavam os pregos, pedaços de ossos, e coisas semelhantes, podendo a tortura do açoitamento ser tão forte que às vezes o flagelado morria em conseqüência do açoite. O flagelo era cometido o réu estando preso a uma coluna. As palavras em grego e latim para "crucificação" se aplicam a diferentes formas agonizantes de execução, do empalamento em estacas, fixado em árvores, em postes, em patíbulos ou vigas transversas. Se em viga transversa, esta seria carregada pelo condenado sobre seus ombros até o local da execução. Fonte: Wikipédia

Seria um absurdo dizer que a crucificação é pura mitologia. Até a pouco tempo, a história da crucificação de Cristo utilizando pregos, era contestada por diversos estudiosos. Alguns críticos dizem que a crucificação está ligada com o cruzeiro do sul, e que isso é mitologia. Porém a arqueologia diz diferente.

A crucificação é fato. Esse método de punição era largamente difundido em Roma. Vários corpos já foram encontrados com sinais de crucificação, porém nunca havia sido encontrado um com marcas de prego. Assim sendo, a crucificação de Cristo, supostamente era falsa.

Então ocorreu uma revolucionária descoberta arqueológica em junho de 1968. Foram descobertos 4 túmulos em cavernas no local de Giv'at ha-Mivtar, ao norte de Jerusalém, perto do monte Scopus. Este grupo de túmulo escavados em pedra calcária (assim como o de Jesus) datam do período do 2º século antes de Cristo até 70 depois de Cristo. Ou seja, Inclui o ano 7 a.C (nascimento de Cristo) ao ano 26 d.C. (morte dEle). No total, foram encontrados ossos de 35 pessoas.

Em uma das urnas encontradas com os ossos, a umidade havia conservado melhor as ossadas, evidenciando marcas de morte por violência em 5 corpos: Por pancada de clava, por flecha e por crucificação. Os ossos foram examinados pelo Dr. N.Hass, do departamento de Anatomia da universidade hebraica e da faculdade de medicina de Hadassah.

No ossuário nº 4 (dos 15 encontrados) gravado com o nome Yohanan Ben Ha'galgal, foram encontrados os ossos de um homem adulto e de uma criança. Um grande prego de 20 cm tinha sido cravado no osso do calcanhar, e a duas pernas estavam fraturadas. Haas relata: "os ossos dos dois calcanhares foram transfixados por um grande prego de ferro. As tíbias tinham sido fraturadas intencionalmente. A morte foi causada por crucificação. (fraturas – exatamente igual aos ladrões junto a Cristo).

Agora o interessante: Os primeiros registros de crucificação foram encontrados em evidências persas, provenientes de pelo menos 1000 anos DEPOIS do surgimento do deus Mitra, adorado na pérsia. A crucificação só chegou ao Egito DEPOIS que este foi conquistado por Alexandre o Grande. Alexandre aprendeu com os persas o processo de crucificação e levou para todo o seu império. O surgimento do deus Horus é muito mais antigo que Alexandre. Então, como ele pode ser crucificado, sendo que os egípcios nem sabiam o que era isso? Além do problema ignorado pelos críticos sobre a ausência de evidências arqueológicas anteriores ao cristianismo que diziam que tais deuses teriam morrido crucificados. Arqueologicamente falando, o primeiro relato documentado de um deus sendo morto por crucificação foi Jesus Cristo.

A mesma história se repete com outros deuses de mistérios. Isso tudo leva a pensar que, na verdade, tais detalhes destes deuses ou foram adotados do cristianismo, por não possuírem evidências anteriores a Jesus, ou foram forjadamente inseridos nas características destes deuses, justamente para desacreditar a fé cristã, assim como fazem cientistas evolucionistas para desacreditar a ciência criacionista (lei da Biogenética de Haeckel por exemplo).

Então quem está plagiando quem?

 

Adjetivos

Outro tipo de informação atribuída aos deuses de mistérios são os adjetivos largamente difundidos e ligados a Jesus Cristo, tais como: Luz do mundo; Salvador; Filho de Deus; Cordeiro de Deus; Alfa e ômega; Bom pastor; A verdade; Rei dos reis;

Luz do mundo – Este adjetivo é facilmente aplicado aos deuses, pois eles são associados ao sol.

Salvador – Outro adjetivo facilmente atribuído ao sol. O sol salva a vida existente na terra.

Filho de Deus – adjetivo obviamente atribuído a qualquer divindade que fosse gerada por um deus.

Cordeiro de Deus – Não existe nenhum registro mostrando que os deuses possuíam tais adjetivos. São exclusivos de Jesus. Cordeiro de Deus é uma analogia ao cordeiro sacrificado num ritual judaico. O paganismo não sacrificava cordeiros em alusão a seus deuses, mas sim touros, como por exemplo o mitraísmo.

Alfa e ômega - Já o alfa e ômega é outro termo utilizado apenas por João e a informação de que Dionísio era o alfa e ômega não tem sustentação arqueológica. O que causa essa especulação é que este título tem origem na Grécia, e João esteve cativo lá. Como ele escreveu seu evangelho aos gregos, pode ter usado o termo para exemplificar que Deus era o princípio e o fim. Apenas uma ilustração criada por João.

Bom pastor – Tal adjetivo pode ser conferido a qualquer entidade que queira se mostrar benévola, caridosa, servil, amável, etc. Mas sabemos que os deuses de mistérios não eram assim. Eram deuses tiranos, corruptíveis (deuses gregos), narcisistas, humilhadores e raras eram as vezes que tinham compaixão dos homens.

A Verdade – Tal título também pode ser visto como exclusivo de Jesus. O que ocorre aqui é um enxerto na descrição dos deuses, visando o descrédito de Jesus. Não existe nada, nenhum texto ou desenho que afirme que tais deuses se diziam ser “A Verdade”. Apenas escritos recentes sobre tais deuses dizem isso.

Rei dos reis – Tal descrição é comum em divindades. É um adjetivo facilmente aplicável a qualquer deus. A diferença é que Jesus reina sobre todos os reis do mundo. Já os deuses de mistérios sempre eram regionais.

A Remissão de Pecados – Outra fraude que é aplicada aos deuses é a “remissão” dos pecados. O termo pecado tem sua origem no povo hebreu. Talvez uma forma diferente de pecado era conhecida pelos outros povos, mas o termo pecado (desobediência às leis, tendo como conseqüência a morte espiritual) era conhecido apenas pelo povo hebreu. O que ocorria em outras religiões era o erro de alguém que pedia perdão ao seu deus, mas não tinha consciência do que era o “pecado” (morte espiritual). Este ato foi registrado pela primeira vez em Genesis e não há registro mais antigo utilizando o termo “pecado”. Entre outras palavras, os deuses não perdoavam ou redimiam pecados. Tal atitude era exclusiva de Deus (Jesus).

Trindade - A doutrina cristã da Trindade não tem origem pagã. As religiões pagãs eram POLITEÍSTAS e PANTEÍSTAS, mas os trinitários são monoteístas. Os trinitários não são TRITEÍSTAS que acreditam em três deuses separados; eles são monoteístas que acreditam num deus manifesto em três pessoas distintas.

Jesus x Horus

Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro

Essa data foi criada pela Igreja católica no século III, época do imperador romano Constantino, que havia se convertido ao Cristianismo e resolveu cristianizar o povo.

Como a Igreja não conseguiu suprimir de vez os cultos pagãos, usou do artifício utilizado até hoje, o sincretismo, que é a assimilação das festas pagãs, então trocou-se as divindades por santos católicos.

Jesus nasceu no mês de Abib (calendário judaico) que corresponde ao mês de março/abril do nosso calendário. O próprio deus Horus, segundos os especialistas egípcios, não nasceu neste dia, a data provável é outubro/novembro que é o mês Khoiak, mas seu aniversário era comemorado no solstício de inverno que caía no dia 25 de dezembro.

Concepção virginal

Na mitologia grega Ísis não era tida como virgem quando concebeu Horus, mas sim viúva de seu marido Osíris. Conta a lenda que Isis era praticante de artes mágicas e se utilizou dela para engravidar:

Crucificação e ressurreição

Não há nenhum relato que Horus, ou qualquer outro deus, tenha sido alguma vez crucificado, muito menos morto e que depois de três dias ressuscitou.

Vitória sobre as trevas

Relação ente o relato da batalha entre Horus e Set e o encontro de JESUS e satanás no deserto. Segue o relato da batalha de Horus, que por si mesmo responde a questão:  durante a batalha entre os deuses, Horus rasga um dos testículos de Set, enquanto Set (às vezes chamado Seth) arranca fora um dos olhos de Horus. Set depois tenta provar seu domínio iniciando um “relacionamento” (não fica claro que tipo de relacionamento é esse, mas deduz-se que seja de cunho sexual) com Horus. Este pega o sêmen de Set em sua mão e lança isto em um rio próximo. Horus se masturba depois e esparrama o sêmen dele em cima de uma alface que Set consome. Set e Horus comparecem perante os deuses para proclamar o direito deles de reger o Egito. Quando Set faz suas reivindicações para dominar sobre Horus, o sêmen dele é achado no rio. Quando o domínio de Horus é considerado, o sêmen dele é achado dentro de Set e assim a Horus é concedido predomínio em todo o Egito.

Os doze discípulos de Horus:

Não há relato nos mitos egípcios que Horus tivesse doze discípulos e que estes o seguiam praticando milagres. Na verdade, essa “evidência” é tirada de representações do deus-falcão nas quais ele se encontra rodeada pelos doze signos zodiacais, visto que se trata de um deus-simbólico da religião de símbolos astrológicos tão populares na Antiguidade.

 

Erros de citações bíblicas:

- As doze tribos de Israel não são formadas só pelos irmãos de José, mas sim os dez irmãos e os dois filhos de José (Manasses e Efraim)

- O número de Juízes da Bíblias não são 12 e sim 14.

- Na Bíblia há registros de inúmeros profetas e não doze como informa o documentário.

- Israel não teve só 12 reis, mas sim 40, sendo 20 no reino do norte e 20 no reino do sul.

Jesus x Krishna

O nome Krishna significa em sânscrito “negro”, por causa do tom de pele (azul-escuro).

Cristo ou Messias significa “Ungido” e “Escolhido”.

Não há relato de nascimento virginal de Krishna mesmo porque é declarado na mitologia que seus pais geraram sete outros filhos antes dele. Sua mãe, Devaki, era casada com Vasudeva, um nobre nos tribunais da localidade de Mathura, e não um camponês ou carpinteiro. A profecia que diz respeito a concepção virginal do Messias, se encontra em Isaias 7:14, que foi escrito por volta do ano 700 a.c., mais ou menos 100 anos antes de Krishna; a lenda conta que um governante tirânico de nome Kansa decidiu matar não todas as crianças de uma cidade, mas somente os filhos de Devaki por causa de uma profecia de que um deles iria matá-lo; por conta disso, seus pais foram presos e Krishna nasceu não num estábulo ou coisa parecida, mas dentro da prisão, de onde foi posteriormente trocado por outra criança e dado a um pai adotivo; não há nenhum relato original de uma estrela apontando o nascimento dele e também, como se deveria esperar, de nenhuma visita de pastores de ovelhas na cadeia para adorá-lo.

Não há referencia alguma sobre morte por crucificação, mas por um acidente numa caçada, na qual um caçador o alvejou por engano; ele nem chegou a ser enterrado e segundo a lenda, ressuscitou imediatamente e somente o caçador viu isso.

Jesus x Attis

Outro deus mitológico cuja existência histórica não pode ser atestada e a análise do mito não permite correlação alguma com o Cristianismo.

Ele não ensinou nada que tenha a ver com Cristo e, como os outros pretensos salvadores, nunca foi crucificado, nem ressuscitou ao terceiro dia.

Não se encontra nesses mitos nenhum indicio do sacrifício expiatório que Cristo disse que veio realizar através de sua morte, ou seja, de que forma eles podem alegar que esses são “salvadores” como JESUS disse que era?

Nenhum desses personagens disse sequer uma vez que perdoava os pecados de uma pessoa como JESUS disse que fazia.

Nenhum deles disse que veio para dar sua vida em resgate do pecador como Cristo disse que veio.

O próprio conceito de pecado e pecador não existia nessas culturas sendo praticamente exclusivo do judaísmo.

 

Conclusão

As supostas similaridades das outras divindades são muito ridículas. Como por exemplo, achar alguma semelhança entre Cristo e seus ensinamentos com Dionísio, o deus grego do vinho e das orgias sexuais.

A grande responsável pela paganização do Cristianismo foi a própria e única Igreja da época, chamada Igreja Católica, que a partir do século III inseriu vários costumes e práticas pagãs, afastando-se do verdadeiro Cristianismo.

O que se viu foi um sincretismo que mesclou judaísmo, cristianismo e mitraísmo romano. Deste último, a igreja Romana copiou a hierarquia clerical e roupas para a distinção entre leigos e sacerdotes, entre eles: a mitra, estolas, etc. o nome Pontífice Máximo era designado ao sumo-sacerdote pagão de Roma.

No final do século IV iniciou-se a adoração a Maria e aos santos e mártires, dando início a substituição ao panteão grego/romano de deuses e semi-deuses.

Por volta do século VIII, o uso de imagens já estava difundido tornando o “Cristianismo” de Roma em nada diferente das religiões pagãs antigas.

 

E agora, o que você diz? Vai continuar acreditando na mentira?

"Uma mentira contata várias vezes faz com que as pessoas passem a acreditar que ela seja verdadeira"

Essa é a estratégia. Não se deixe envolver pelo engano.

 

Semelhança entre a "Maria" Católica e a divindade egípcia Ísis.

Continua … Parte II:   Astrologia e Mitologia

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Bibliografia:

www.alwaysbeready.com

www.dc.golgota.org

www.oartigo.com

www.trincheiraespiritual.blogspot.com

www.wikepedia.com

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