Técnicas para Mudança de Mente e Comportamento

Filed Under (Apostasia) by Geração Maranata on 15-11-2010

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por Geração Maranata

Para que se mudem atitudes, conceitos, valores, crenças, etc, de uma sociedade, várias técnicas são usadas aplicadas de forma gradativa.

Se analisarmos algumas situações pelas quais estamos passando veremos que essa técnica vem sendo empregada, manipulando a mente de pessoas.

Este método tem efeito até em comportamentos mais arraigados, como a fé, conceitos e valores pessoais.

Vemos que o mundo, de uma maneira geral, está reformulação antigas idéias, repensando conceitos, tolerando ou mesmo aceitando práticas antes consideradas impensáveis e inaceitáveis.

Vivemos numa época em que o engano e engodo é muito grande e precisamos estar atentos para que não sejamos influenciados e tomar cuidado para que esses tipos de métodos e técnicas não tenham efeito sobre nós.

 

Técnica utilizada para Mudança de Mente e Comportamento:

I – Algo muito ofensivo, que nem deveria ser discutido em público, é defendido por especialistas respeitados em um foro respeitável:

O objetivo é substituir a verdade absoluta pela relativa. A mídia tem um papel importante, pois apresenta os dois lados do assunto, porém a finalidade real é confundir o público.

II – A princípio o público fica chocado e indignado:

A idéia é fazer que, com a exposição constante do assunto, as pessoas comecem a perder o discernimento entre o certo e o errado.

III – No entanto, o simples fato que tal assunto tenha sido abordado publicamente torna-se assunto de debates:

Vários especialistas nas mais diversas áreas começam a debater. Dependendo do assunto, grupos são criados e organizados, uns de apoio e outros de oposição, gerando grandes conflitos.

IV – A repetição prolongada do assunto chocante em discussão, gradualmente vai anulando seu efeito:

Conflitos em todas as áreas começam a acontecer é necessário chegar a um consenso. Dependendo do assunto, será criada uma assembléia formada por representantes da sociedade.

V – As pessoas não ficam mais chocadas com o assunto:

Um consenso geral começa a tomar forma.

VI – Não mais indignadas, as pessoas começam a debater posições para moderar o extremo, ou aceitam a premissa, procurando os modos de atingi-la:

As pessoas começam a abandonar seus conceitos individuais pelos coletivos.

“Uma mentira contada várias vezes se torna verdade.”

 

Como nasce uma “verdade” a partir de uma mentira ?

Observem bem e vejam se essas etapas já não foram concluídas ou estão em fase de conclusão em relação a assuntos polêmicos como o aborto, homosexualismo, ideologia de gênero, pedofilia, eutanásia, libertinagem sexual, legalização de drogas, etc.

Tempos Difíceis !!

"O  Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios." – 1 Tim 4:1

"Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos." – 2 Timóteo 4:3-4

"Não deixem que ninguém os engane de modo algum. Antes daquele dia virá a apostasia e, então, será revelado o homem do pecado, o filho da perdição." – 2 Tessalonisences 2:3

 

Leia mais: http://geracaomaranata.com.br/2011/08/o-poder-da-desinformacao/

Para saber mais:

http://www.espada.eti.br/n1055.asp

http://apocalipsetotal.blogspot.com/2007/10/o-plano-de-7-etapas-de-mudana-do.html (este blog faz um ensaio aplicando esse tipo de técnica a um assunto polêmico)

O Segredo – O Movimento do Novo Pensamento

Filed Under (Apostasia) by Geração Maranata on 15-11-2010

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por Geração Maranata

Este Livro/Filme tem contribuído muito para a mudança de pensamento. Ele sugestiona às pessoas que elas não precisam de um Deus e muito menos de um Salvador.  Afinal, o livro afirma, nós somos pequenos "deuses", temos energia para atrair o que quisermos: saúde, riqueza, felicidade.

Infelizmente essa promessa também tem sido oferecida por algumas igrejas evangélicas.  Essa é a geração atual: amantes de si mesma e egoístas.

O Livro O Segredo faz parte da estratégia para afastar a humanidade da Verdade e fazê-la acreditar na Mentira: A operação do Erro.

O SEGREDO – O Movimento do Novo Pensamento

A última armadilha do ocultismo para capturar a imaginação do Ocidente é chamada “O Segredo”. O livro com este nome é um bestseller no topo do New York Times, tendo vendido rapidamente 6 milhões de cópias.

As numerosas interpretações errôneas já começam no próprio título do livro. “O Segredo” nada tem de segredo, trata-se de  Hinduísmo, Xamanismo e Nova Era reciclados. Uma das mais gigantescas mentiras é a sua afirmação: “Você cria a sua própria realidade com a sua mente”. Foi essa a falsa promessa da serpente feita à Eva, a promessa da divindade (Gênesis 3).

Frases do Livro "O Segredo"

"Esse Segredo dá-lhe tudo o que você desejar: saúde, amor, abundância, felicidade."

"Você pode conseguir o que quiser quando aprender a aplicá-lo na sua vida diária."

"Eu vi muitos milagres acontecerem. Milagres de cura física, cura mental, cura de relacionamentos. Isso acontece com as pessoas que usam o Segredo, milagres financeiros."

"Você pode ser, ter, fazer qualquer coisa que quiser."

"Pode, sim, seja qual for a sua escolha, mesmo que seja muito grande."

"O Segredo é a Lei da Atração."

"Observe o que está passando pela sua mente. Você está atraindo isso tudo."

"Você é o arquiteto da sua vida. É o seu próprio escultor."

"Você esculpe a sua vida e é a sua própria obra-prima. É como se você fosse Michelangelo e o Davi que está esculpindo é você mesmo."

"Fazemos isso com o nosso pensamento".

"Todas as forças do Universo respondem aos seus pedidos." (Que forças serão essas ?)

"O Universo reorganiza-se para fazer com que as coisas aconteçam para você."

"Lembre-se de que Aladim pede ao Gênio tudo o que deseja e sempre é atendido!"

"Essa atração é o Universo apontando-lhe o caminho, é o início da materialização dos seus desejos."

"Só há um rio onde flui o bem-estar: o rio da Energia Positiva."

"Então pergunte a um Teólogo sobre quem criou o Universo e ele lhe dirá que foi Deus.  Então peça a esse Teólogo para descrever Deus e ele lhe dirá: é algo que sempre foi e sempre será, que jamais pode ser criado ou destruído. É a mesma descrição da Energia."

 

Para saber mais:

http://www.chamada.com.br/mensagens/o_segredo.html

 

O Evangelho Gnóstico de Judas

Filed Under (Apostasia, Defesa da Fé) by Geração Maranata on 15-11-2010

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Excelente artigo sobre o livro apócrifo 'Evangelho de Judas'.

por Norma Braga

"nada há que seja novo debaixo do sol" (Eclesiastes 1:9)

Uma boa análise do "Evangelho de Judas", livrp apócrifo do século II, com uma explicação razoável sobre o gnosticismo que o produziu, pode ajudar a fazer a diferença entre o cristianismo verdadeiro e o embuste gnóstico, empurrada pela inconseqüente e ignorante mídia mundial como "novidade" e "séria ameaça" à credibilidade da doutrina cristã.

Para quem conhece tanto a cultura esotérica moderna quanto o conteúdo dos quatro evangelhos canônicos, o tal "evangelho" de Judas, texto produzido em meados do século II por gnósticos da seita dos Cainitas e conhecido como evangelho fraudulento por pais da Igreja como Irineu, classifica-se automática e inapelavelmente no primeiro caso – além de ser, para quem teve a paciência de lê-lo (como eu), um texto chatíssimo, no limite do insuportável. Em vez da expressividade dos evangelhos, o tom do relato apresenta-se vago, etéreo, cheio de detalhes numéricos, remetendo àquele tipo de linguagem pomposa que se quer passar por sábia com pouca ou nenhuma aplicabilidade. Está muito mais para literatura "paulocoelhina" que para texto bíblico. Os estudiosos dos primeiros séculos fizeram muitíssimo bem em deixá-lo de fora do cânon.

Porém, como chegar a essas conclusões sem conhecer minimamente o gnosticismo? Por isso, uma boa análise de texto, com uma explicação razoável sobre essas teorias, pode ajudar a fazer a diferença entre Cristianismo e Gnosticismo.

Gnosticismo vem do grego gnosis , "conhecimento". Enquanto o cristianismo se baseia na revelação de Deus ao mundo – que atinge seu ápice na vinda de Cristo ("Quem vê a mim vê ao Pai", João 14:9; "Eu e o Pai somos um", João 10:30) – , o gnosticismo é um movimento muito antigo e de largo alcance até os dias de hoje, sempre de caráter esotérico (eso significa "dentro" em grego, e esoterikos , "iniciados"), ou seja, que creditava a uns poucos a iluminação espiritual através de estudos ocultistas. Há uma semelhança impressionante entre as filosofias gnósticas anteriores ao Cristianismo – que floresceram em Babilônia, Egito, Síria e Grécia e procuraram se juntar posteriormente ao ensino de Cristo (o "evangelho" de Judas é uma das muitas provas disso) – e os ensinos de Allan Kardec e Madame Blavatsky, ambos nascidos no início do século XIX, que condensaram e impulsionaram o espiritismo e o esoterismo modernos, respectivamente.

De fato, as doutrinas espíritas e esotéricas atuais são ramificações do velho tronco gnóstico.

Um bom ponto de partida para diferenciar cristianismo e gnosticismo é uma das questões fundamentais de toda religião: a origem do mal. Para o gnosticismo, doutrina dualista por excelência, a polarização do mundo em bem e mal era existente desde o começo. Rezava o gnosticismo que Deus, pertencente ao mundo espiritual (portanto "bom"), cria sucessivos seres finitos chamados éons, e um deles (Sofia) dá à luz a Demiurgo, deus criador, que fez o mundo material (portanto "mau"). Se o mal está na matéria, a solução lógica para o mal é a libertação deste mundo, que se dá após sucessivas passagens da alma na Terra (reencarnação). É por isso que, nas doutrinas gnósticas modernas, o corpo é invariavelmente visto como prisão do espírito. Assim, a solução para o mal no mundo é dada pelo homem, a partir do progressivo desenvolvimento espiritual, quando, tendo atingido um grau máximo de purificação, não mais precisa "rebaixar-se" ao mundo material.

Já no cristianismo, o mal não é criação de algum deus nem atribuído à matéria (criada e aprovada por Deus como "boa" em Gênesis), mas sim conseqüência da vontade de autonomia do homem, que crê poder decidir entre o bem e o mal sem a participação de Deus – de fato, isto é o que significa, segundo consenso dos teólogos, "comer da árvore do conhecimento do bem e do mal" (Gênesis 2:17) após a proibição divina. Desde então, o mal e sua conseqüência direta, a morte, entram no mundo, e uma das principais tragédias humanas é que, apesar de diferenciar bem e mal, o homem não consegue por si só decidir-se sempre a favor do bem – pois sua autonomia é uma condição artificial, assim como o mal no mundo, que é temporal e não absoluto. Os que reconhecem a necessidade de se arrepender desse desejo de autonomia (que é precisamente o pecado original) e recolocar Deus no centro de sua vontade para uma vida verdadeira são os salvos, que se valem do único meio de fazê-lo: o sacrifício de Jesus, que, sendo Deus encarnado – o único ser humano justo, ou seja, não atingido pelo pecado original – , pode levar embora todo o mal do mundo ao cumprir na cruz a morte que nos era destinada, reconciliando o mundo com Ele. A solução para o mal, portanto, está em Deus, não no homem.

A confusão entre visões religiosas tão diferentes começou já nos primórdios da igreja cristã. Na tentativa de conciliação com os ensinamentos de Jesus, gnósticos como Marcião (160 d.C.) e Valentim ensinavam que Cristo é um desses seres finitos (éons) que desceu dos poderes das trevas para transmitir o conhecimento secreto ( gnosis ) e libertar os espíritos da luz, cativos no mundo material terreno, para conduzi-los ao mundo espiritual mais elevado.  Nisso consistiria, para eles, a salvação.

Temos, portanto, o encaixe da figura de Cristo, desdivinizada, no dualismo gnóstico, com reconhecíveis sinais de mitologia grega (quem deixa de ver Prometeu – aquele que rouba o fogo dos deuses para dá-los aos homens – na figura desse Cristo gnóstico?). Versões ligeiramente diferentes da mesma tentativa de conciliação ocorrem tanto na variação kardecista quanto na esotérica.

Segundo Kardec, Jesus também não era Deus (afinal, Deus jamais se "rebaixaria" à matéria), mas sim o ser mais elevado que já passou por esse planeta, deixando-nos um exemplo de amor. E o esoterismo, embora não fale de éons, prega a existência de excelentes "mestres" espirituais ascensionados, que de tão elevados não encarnam mais, cada qual com um raio de atuação. Quem é considerado "o mestre do amor"? Cristo! Da mesma forma que no gnosticismo e no espiritismo, o esoterismo moderno o "encaixa" na fragmentação do governo do mundo, identificando-o apenas como um dos seres mais elevados que atuam sobre nós.

Assim, há uma clara convergência entre o esoterismo moderno, o espiritismo e o gnosticismo nas seguintes considerações centrais: o mal é absoluto e associado à matéria, ao corpo físico, à vida na terra; diante disso, enquanto estamos no mundo físico, a nós pertence a luta contra o mal e a "salvação" (o desenvolvimento do espírito), e para isso Cristo está aí para nos ajudar como um dos mestres (ou éons, ou espírito elevado), transmitindo-nos sabedoria para tal, como parte de uma grande hierarquia de espíritos prontos para guiar o homem – tão grande e tão especializada em diversos assuntos que, em meio a tudo isso, Deus se torna quase um espectador, uma espécie de "força motriz" quieta e silenciosa por trás de toda a agitação dos espíritos. A influência de Deus sobre o mundo é assim diluída no poder de uma miríade de seres angélicos. Em contato com essas doutrinas, o homem não é levado, como na Bíblia, a buscar a Deus ("Buscai o Senhor enquanto se pode achar", Isaías 55:6), mas a se deixar impressionar com o poder de outros seres.

No entanto, como pode alguém ser considerado apenas mestre, éon ou espírito elevado se, em suas próprias palavras, afirma-se Deus? Diz Ele: "Eu e o Pai somos um" (João 10:30) e "Eu sou a ressurreição e a vida" (João 11:25), entre muitas outras afirmações do mesmo teor. Se seus ensinamentos estão corretos, Ele é o que diz ser, senão não passaria de uma pessoa perturbada, não um grande mestre. Essa contradição não é percebida pelos gnósticos modernos, que deveriam, para uma coerência maior, não usar a Bíblia para respaldar suas crenças.

O "evangelho" de Judas traz exemplos flagrantes de muitas dessas doutrinas gnósticas. Logo no início, o leitor desse texto encontra uma afirmação bombástica: "Quando Jesus surgiu na terra, fez grandes milagres e maravilhas para a salvação da humanidade." A Bíblia nunca associa a salvação a milagres e maravilhas, que são considerados sinais de que Jesus era o Messias esperado pelos judeus, mas sim ao sacrifício de Cristo na cruz por nós. Mas o pensamento gnóstico dilui a salvação, atribuindo-a a uma série de atos isolados, todos partindo do homem, com uma ênfase no conhecimento adquirido pela alma.

A maior parte desse evangelho gnóstico consiste assim em ensinamentos de "Jesus" a Judas, com uma longa explicação sobre hierarquias angélicas em uma nova versão para a criação. Diz ele que, primeiro, um grande e invisível espírito está sozinho, uma nuvem surge a seu lado e ele pensa: "Que surja um grande anjo para assistir diante de mim", e esse anjo, chamado "Autogerado", sai da nuvem. A perplexidade do leitor é automática: se esse anjo foi gerado por si mesmo, qual foi o papel do grande espírito ao dizer aquilo? O relato continua e esse Autogerado (ou gerado com uma ajudinha, vá lá) começa a gerar por si inúmeros outros anjos e éons. Segue-se uma incompreensível explanação sobre um personagem chamado Adamas: "Adamas estava na primeira nuvem luminosa que nenhum anjo já vira entre todos aqueles chamados 'Deus'." Esse Adamas é tão poderoso que cria anjos, luminares e éons – de onde a "geração incorruptível de Seth". A partir daí, os números se sucedem em um tedioso relato: doze, vinte e quatro, setenta e dois luminares que fazem trezentos e sessenta luminares por sua vez, com trezentos e sessenta firmamentos – tudo isso para doze éons privilegiados. Ufa! Além disso tudo, esses éons, no final, recebem autoridade, inúmeros anjos e espíritos virgens(?) "para a glória e adoração de todos os éons, céus e firmamentos". Hummm… anjos e espíritos adorando éons? Isso contraria a Bíblia de par a par.

Porém, há mais: Seth, o primeiro da linhagem incorruptível de éons, é chamado de… Cristo! Com ele, outros quatro éons governam "o mundo dos mortos, e principalmente o caos". (Não há explicação de como alguém pode governar o caos). Enfim, esse universo recheado de seres angélicos governando o mundo sem que Deus tenha um papel significativo em toda a história é a base do ensino gnóstico, sem tirar nem pôr.

Se, na Bíblia, Jesus fala o tempo inteiro no Pai ("Toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada", Mateus 15:13; "qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também dele se envergonhará o Filho do homem quando vier na glória de seu Pai", Marcos 8:38; "Todas as coisas me foram entregues por meu Pai", Lucas 10:22; "Por isso o Pai me ama, pois dou a minha vida para a retomar", João 10:17), esse Jesus do evangelho de Judas está muito mais preocupado com anjos, éons e luminares, e alguns desses ainda são adorados – algo considerado anátema (maldito, condenado) na cultura judaica e incorporado pelo cristianismo como um dos princípios básicos: adoração, só a Deus. É por isso que em Apocalipse, por exemplo, o apóstolo João fica extasiado com a luz do anjo que vem falar com ele e se prostra para adorá-lo, mas o anjo imediatamente o faz erguer-se: "Não faças isso! Sou conservo teu e dos teus irmãos que mantêm o testemunho de Jesus; adora a Deus" (Apocalipse 19:10).

Além dessa diferença fundamental quanto ao poder de Deus no mundo e a adoração, temos também representado no "evangelho" de Judas o conhecido dualismo que absolutiza o bem e o mal. A idéia gnóstica consiste em que o mal é necessário para que o bem sobressaia – e é nisso que se baseia uma pretensa positivação do feito de Judas, tão alardeada pela mídia, para que Jesus pudesse ser crucificado. No entanto, se no gnosticismo o mal é tão absoluto quanto o bem, no cristianismo o mal é um parasita do bem, sujeito a Deus – cuja soberania age no sentido de fazer com que os feitos maus dos homens acabem cooperando para Seus desígnios.

A distinção é clara: Deus faz o mal cooperar, mas os homens não são por isso inocentados de seus atos maus. As palavras de Jesus na Bíblia são inequívocas sobre isso, ao tratar do papel de Judas em sua crucifixão: "Pois o Filho do homem vai, conforme está escrito a seu respeito; mas ai daquele por quem o Filho do homem é traído! Bom seria para esse homem se não houvera nascido" (Marcos 14:21). Essa afirmação é tão importante que se repete, com nenhuma variação importante, em Mateus 26:24 e Lucas 22:22. Vê-se que o conceito de mal no cristianismo não coincide com o pensamento gnóstico, que, levado às últimas conseqüências, pode ser utilizado perversamente para justificar e desculpabilizar os maiores crimes, ao inocentar o criminoso com base no argumento de que "seu mal serviu para algo bom".

Esse dualismo gnóstico se desdobra na divisão entre corpo (que é mau) e espírito (que é bom), dicotomia ausente no cristianismo.

Na Bíblia, o termo "carne" é usado de maneira apenas metafórica para designar a nossa natureza pecadora que milita contra o Espírito de Deus recebido por nós na salvação para nos vivificar, regenerar e santificar. Isso é patente sobretudo no fato de que Jesus não ressurge como espírito, mas ressuscita , ou seja, tem seu corpo reconstituído por inteiro a ponto de comer com os discípulos (veja Lucas 41-43, por exemplo). Mas no evangelho gnóstico há uma afirmação atribuída a Jesus que demonstra o dualismo corpo versus espírito: "Você [Judas] irá sacrificar o homem que me aprisiona." Na Bíblia, Jesus jamais se referia ao próprio corpo dessa forma. Sua morte não era, para Ele, uma libertação pessoal da matéria, mas sim um ato de amor para a remissão de pecados daqueles que cressem Nele – ato que é relembrado na Páscoa, para a alegria dos que foram feitos Filhos de Deus a partir de Seu sacrifício.

Portanto, você pode até crer no "evangelho" de Judas e lançar fora tudo o que está escrito nos evangelhos canônicos. Mas seja coerente: não deixe de chamar de "gnosticismo", e não de cristianismo, o conjunto dos ensinamentos desse "evangelho".

Quanto a mim, fico com o que o próprio Jesus disse, "Errais, por não compreender as Escrituras nem o poder de Deus" (Mateus 22:29), e com a advertência de um de seus apóstolos: "Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregue outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema" (Gálatas 1:8).

 

Fontes:

www.chamada.com.br

http://normabraga.blogspot.com

 

Ressurreição de Cristo pode ter sido alucinação?

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"O grande escritor russo Nicholas Arseniew (…) contou a história do camarada Lunatscharsky. Estava palestrando no maior auditório de Moscou logo após a revolução bolchevique. Seu tema: "Religião: o ópio do povo". Assim discursou: "Todos os mistérios cristão são lendas inventadas; a ciência marxista é a luz que mais do que substitui as fábulas do cristianismo". Proferiu um longo discurso. Ao terminar, estava tão satisfeito consigo mesmo que perguntou, com gestos bem expansivos, se alguém no auditório gostaria de fazer uma pergunta ou dizer alguma coisa.

Um jovem sacerdote russo ortodoxo deu um passo adiante. Primeiramente ele se desculpou ao comissário por sua ignorância e inépcia. O comissário olhou para ele desdenhosamente:

– Eu lhe darei dois minutos, nada mais que isso – ele bufou.

– Não tomarei muito tempo — o sacerdote garantiu. Subiu à plataforma, voltou-se para a platéia e em alta voz declarou:

– Cristo ressuscitou!

Numa só voz, a vasta platéia vociferou em resposta:

– Ele realmente ressuscitou!".

(MANNING, Brennan. Convite à solitude. São Paulo: Mundo Cristão, 2010, p. 164-165)

 

Sobre o Livro "A Vida de Jesus" de Corrado Augias e Mauro Pesce (título original "Inchiesta su Gesù" lançado em março de 2008 na Itália).

Este best-seller coloca em dúvida vários episódios da  vida de Jesus e já esteve na lista dos livros mais vendidos.  Os autores dizem, entre outras coisas, que a ressurreição de Jesus pode ter sido fruto de alucinação de seu seus discípulos.  Augias e Pesce questionam, além da ressurreição, data e local do nascimento de Cristo, Maria ter permanecido virgem mesmo após dar à luz e que Cristo fundou uma nova religião.

O livro aumentou ainda mais as discussões sobre o passado e a vida de Jesus Cristo, assunto amplamente comentado no mundo católico com as teses levantadas por best-sellers como O Código Da Vinci – que dizia, entre outras coisas, que Jesus e Maria Madalena viveram juntos e tiveram filhos.

 

Sinopse do livro:

Nos últimos cinquenta anos, novas descobertas arqueológicas e estudos filológicos têm permitido somar dados à tentativa de responder a uma das perguntas fundamentais da história da humanidade: quem foi, na verdade, em toda a sua dimensão concreta, o homem cuja existência viria a mudar o mundo de forma irreversível?
E foi precisamente para fazer uma síntese clara das últimas investigações sobre a vida e a mensagem de Jesus que Corrado Augias, jornalista e escritor, entrevistou Mauro Pesce, um dos mais notáveis biblistas* italianos. Socorrendo-se tanto dos textos canônicos como dos apócrifos, ambos se debruçam, despojados de idéias preconcebidas, sobre questões acerca das quais muito se tem especulado e debatido nas últimas décadas.
O resultado é este livro que traz à luz alguns dos aspectos menos conhecidos, e decerto surpreendentes, da vida do homem real para além do mito e das fábulas. Um documento de indiscutível interesse, que vendeu 650 000 exemplares em Itália (na época) e será também publicado em Espanha, França e Brasil.

Questões levantadas

- É possível conhecer, concretamente, a vida e a mensagem do homem que mudou o Mundo?

- As investigações despreconceituosas, baseadas em textos canônicos e apócrifos, não trarão a este trabalho características científicas ?

- O resultado do trabalho elaborado a partir dos dados desta pesquisa concede-nos horizontes de conhecimento sobre o assunto que estão para além dos mitos: "a pesquisa histórica não compromete a fé", nem deixa de pôr em causa "certas afirmações toscamente antieclesiásticas".

- Jesus era apenas um entre centenas de outros pregadores itinerantes?

- Foi Jesus ou Paulo de Tarso o fundador do cristianismo?

- Por que razão não ficaram vestígios daquela multidão de "profetas"?

- Onde, quando e de quem nasceu, realmente, Jesus?

- O que há a dizer sobre as semelhanças e a concorrência religiosa do mitraismo?

- Que razões encontramos para o êxito de lendas, mitos, livros e filmes sobre Jesus? A curiosidade, a ânsia generalizada de saber a verdade sobre Jesus.

- "É possível que as coisas se tenham realmente passado como refere a Vulgata das Igrejas cristãs?"

- Há ou não razões para julgar quem suprimiu dados históricos "porque era demasiado difícil fazê-los coincidir com o quadro que a doutrina construiu"?

- Curiosidade e ciência, duas dimensões da procura da verdade que os dois autores em apreço souberam cruzar para, declaradamente e em boa-fé, colaborarem na feitura deste livro.

Corrado Augias, jornalista e escritor, é autor de diversos livros de sucesso e programas de televisão. Foi também deputado do Parlamento Europeu.
Mauro Pesce, é docente de História do Cristianismo na Universidade de Bolonha e eminente biblista, sendo autor de vários textos sobre o Novo Testamento.

(*) Veja o artigo "Técnicas para Mudança de Mente e Comportamento"

 

Reportagem na Mídia

Ressurreição de Cristo pode ter sido alucinação, diz livro polêmico

http://www.bbc.co.uk/

Um best-seller que coloca em dúvida vários episódios da vida de Jesus está causando grande polêmica na Itália, às vésperas da publicação do primeiro livro do papa sobre Cristo.

Os autores de Inquérito sobre Jesus, que está há várias semanas na lista dos livros mais vendidos do país, dizem, entre outras coisas, que a ressurreição de Jesus pode ter sido fruto de alucinação de seu seus discípulos.

O livro traz uma entrevista com o professor de História especializado em cristianismo Mauro Pesce, da Universidade de Bolonha, conduzida pelo jornalista Corrado Augias.

Nele, Augias e Pesce questionam, além da ressurreição, data e local do nascimento de Cristo, que Maria tenha dado à luz permanecendo virgem, e que Cristo tivesse intenção de fundar uma nova religião.

Desde que foi lançada, no fim do ano passado, a obra já vendeu 450 mil cópias na Itália. Deve ser ainda publicada no Brasil.

Releitura

No capítulo dedicado à ressurreição de Jesus, definido por eles como o mais delicado, Augias e Pesce especulam que o episódio – um dos fundamentos da fé cristã – pode ter sido apenas fruto de alucinação dos discípulos.

“Muitas visões, inclusive as mais recentes, como as de Fátima, indicam que o visionário acabou vendo realmente o que desejava ver”, diz o texto.

O livro aponta imprecisões nos cálculos que determinaram a data de nascimento de Jesus.

“Não sabemos até que ponto podemos confiar em Luca (um dos evangelistas), que escreveu 50 anos depois da morte de Cristo, com base em informações de terceiros”, escrevem os autores.

Outra tese do livro, uma das que mais provocaram reações negativas nos ambientes católicos, sustenta que Jesus não tinha intenção de fundar uma nova religião, e se limitava a pregar aos judeus mantendo-se fiel tradição da religião hebraica.

“Ele nunca tentou converter os não-judeus. Isto seria feito depois de sua morte, por alguns seguidores e pelas igrejas cristãs, mudando bastante o que Jesus pregava e praticava.”

‘Ataque’

jesuíta Giuseppe De Rosa, da influente revista semanal Civiltà Cattolica – cujo conteúdo passa sempre pelo aval da secretaria de Estado do Vaticano – disse que o livro é um “ataque frontal à fé cristã”.

Em artigo na revista, De Rosa afirma que a pesquisa “nega o cristianismo em sua totalidade e as verdades cristãs essenciais", e que ela define os evangelhos canônicos como "lacunosos e manipulados".

Em um longo artigo publicado no jornal Avvenire, da conferência episcopal italiana, o padre Raniero Cantalamessa, predicador da casa pontifícia, criticou o livro por defender a tese de que "o Jesus autêntico não é o da igreja".

Padre Cantalamessa colocou em dúvida as fontes usadas pelos autores, como os evangelhos considerados não oficiais pela igreja católica.

Defesa

Para os autores do livro, ambos conhecidos e respeitados na Itália, não há nada na pesquisa que possa ofender a fé cristã.

"Não é a oposição entre o que Jesus foi e o que a igreja pensa ter sido, mas entre o que as pessoas sabem e o que as pessoas não sabem”, declarou Pesce em entrevista à BBC Brasil.

Ele disse que o livro se baseia quase totalmente nos quatro evangelhos canônicos (oficiais), embora também tenha usado outras fontes.

"Os estudos dos últimos 30 anos revolucionaram as teorias tradicionais. Agora, avalia-se a relação entre os vários textos. Em alguns casos os evangelhos apócrifos (não reconhecidos pela igreja) dão informações muito importantes”, afirmou.

O livro aumentou ainda mais as discussões sobre o passado e a vida de Jesus Cristo, assunto amplamente comentado no mundo católico com as teses levantadas por bestsellers como O Código Da Vinci – que dizia, entre outras coisas, que Jesus e Maria Madalena viveram juntos e procriaram.

Mas o Vaticano está reagindo. Em abril será lançado o aguardado livro do papa Bento 16 sobre a vida de Cristo, Jesus de Nazaré, do batismo no Jordão à Transfiguração.

 

"Eles são do mundo. É por isto que falam segundo o mundo, e o mundo os ouve". (1Jo 4,5)

"Nós, porém, somos de Deus. Quem conhece a Deus, ouve-nos; quem não é de Deus, não nos ouve. É nisto que conhecemos o Espírito da Verdade e o espírito do erro". (1Jo 4,6)

"A boa nova nos foi trazida a nós, como o foi a eles. Mas a eles de nada aproveitou, porque caíram na descrença". (Hb 4,2)

" Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo." ( Cl 2, 8 )

"Filhinhos, esta é a última hora. Vós ouvistes dizer que o anticristo vem. Eis que já há muitos anticristos, por isto conhecemos que é a última hora." (1 Jo.2,18)

Jesus Cristo ressuscitou, de verdade ?

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JESUS CRISTO RESSUSCITOU, DE VERDADE ?

por Joel Timóteo Ramos Pereira

 

1. O PROBLEMA

A base fundamental que dá carácter singular ao Cristianismo é a ressurreição de Jesus Cristo. Mas Jesus ressuscitou verdadeiramente ? Não será essa uma história inventada ? A resposta que for dada é sobremaneira crucial, na medida em que ou a ressurreição é uma das mais cruéis, maldosas e desumanas fraudes jamais introduzidas pelo homem, ou então, é o fato mais grandioso da história universal.

Alguns dos fatos relevantes à ressurreição do Senhor Jesus Cristo são os seguintes: Jesus de Nazaré, um profeta judeu que proclamou ser o Cristo profetizado nas Escrituras Judaicas, foi preso, julgado como um criminoso e por fim, sem nEle se ter achado qualquer falta, crucificado. Três dias depois da sua morte, algumas mulheres que foram ao seu túmulo descobriram que o corpo tinha desaparecido. Os discípulos afirmaram que Deus O tinha ressuscitado dos mortos, e que apareceu várias vezes a eles antes de ascender ao Céu. Nesta base, o Cristianismo espalhou-se por todo o Império Romano, e tem continuado a exercer profunda influência através dos séculos.

Houve realmente ressurreição ? A ressurreição de Jesus e o Cristianismo ou ficam ambos de pé ou caem juntos. Se ressuscitou, o Cristianismo é verdadeiro. Se não, é uma fraude.

 

 

2. O ENTERRO DE JESUS

O corpo de Jesus, de acordo com o costume judaico, foi envolvido num lençol de linho (Lc 23:53). Cerca de 40 Kg de substâncias aromáticas misturadas para formar uma substância gomosa, foram aplicadas nas faixas de panos envolvidas à volta do corpo (cfr. Lc. 23:56; Jo. 19:39). Depois do corpo ter sido colocado num túmulo sólido na rocha, uma enorme pedra foi rolada contra a entrada do túmulo (Mt. 27:60). Geralmente, estas pedras eram roladas por meio de alavancas (v. Mc. 15:46) e pesavam cerca de 2 toneladas. Uma guarda romana composta por homens de guerra, disciplinados (cerca de 11 a 18 soldados), foi colocada para guardar o túmulo. Quem não cumprisse o seu dever era severamente punido. Esta guarda fixou no túmulo o selo romano (símbolo do seu poder e autoridade) tendo em vista evitar alguma tentativa de violação do sepulcro.

 

3. O TÚMULO… VAZIO !

Mas no primeiro dia da semana, o túmulo estava vazio. Os seguidores de Jesus disseram que Ele tinha ressuscitado dos mortos. Afirmaram que Ele tinha aparecido durante um período de 40 dias, apresentando-se com «muitas e infalíveis provas» (At. 1:3). Paulo refere que Jesus apareceu uma vez a 500 dos seus seguidores, a maior parte dos quais ainda se encontravam vivos e podiam confirmar o que o apóstolo Paulo escreveu mais tarde (1Cor. 15:6).

O túmulo estava vazio.

PAUL ALTHUS refere que «a ressurreição não se aguentaria um único dia, uma única hora, se o fato do túmulo estar vazio, não tivesse sido confirmado por todos».

Os cristãos crêem pela fé que Jesus ressuscitou. Mas têm também abundantes evidências históricas. As teorias desenvolvidas para negar a ressurreição serve apenas para aumentar a confiança na veracidade do relato bíblico. Mas analisemos algumas dessas teorias.

3.1. O Túmulo Errado ?

KIRSOPP LAKE propôs uma teoria, segundo a qual as mulheres que anunciaram que o corpo tinha desaparecido se tinham enganado e teriam ido ao túmulo errado. Bem, mas se assim fosse, então os discípulos que foram verificar se o corpo tinha ou não desaparecido (Jo. 20:3) também se enganaram e foram ao túmulo errado? Além disso, certamente que as autoridades judaicas que pediram uma guarda romana junto do túmulo não se enganariam na sua localização, nem outrossim os soldados romanos. Se se tratasse de outro túmulo, certamente que iriam buscar o corpo ao túmulo certo, terminando para sempre todo e qualquer rumor sobre a ressurreição.

3.2. Alucinações e Ilusões ?

A outra teoria sugere que as aparições de Jesus teriam sido simples ilusões. Acontece porém que esta teoria não é apoiada pelos princípios psicológicos que determinam as aparições e ilusões, nem coincide com a circunstância histórica. Na verdade, foram centenas de discípulos que O viram, por várias vezes, em diferentes locais, nas mais variadas circunstâncias. Além disso, os discípulos estavam inicialmente receosos e fecharam-se em casa. Como discípulos receosos convencer-se-iam com ilusões e saíram para a rua anunciando-o ?

3.3. Morte Aparente ?

VENTURINI apresentou há alguns anos uma teoria segundo a qual Jesus não tinha efetivamente morrido, mas simplesmente desmaiou devido ao cansaço e perda de sangue.  Todos O julgavam morto e, quando reanimou, os discípulos pensaram que tinha ressuscitado. Acontece porém que, segundo as palavras de um outro cético (D.F.STRAUSS), é impossível que um ser humano, roubado meio morto da cruz, que se arrastasse fraco, doente e necessitado de tratamento médico, de ligaduras e que por fim cedeu aos seus sofrimentos, pudesse ter dado aos discípulos a impressão de que era um conquistador sobre a morte ? Além disso, como é que alguém nessa situação podia ter removido, sozinho, a pedra de duas toneladas, dominado os soldados romanos armados da cabeça aos pés e por fim ter escapado por mais de dois quilômetros ?

3.4 O Corpo Roubado ?

Em desespero de causa há ainda quem sustente que os discípulos teriam roubado o corpo de Jesus. Porém, a depressão e a covardia reveladas pelos discípulos não se coaduna com a súbita bravura e ousadia de enfrentar um destacamento de soldados e roubar o corpo. Aliás, como explicar a dramática transformação de seres desprezados, desanimados e fugitivos em testemunhas a quem nenhuma oposição pôde calar – nem prisão, nem império romano, nem perseguição. Os discípulos foram inclusive mortos. Ora, nenhum homem na sua perfeita consciência é capaz de se entregar à morte, sabendo que tudo aquilo era uma fraude ou mentira criada por si próprio !  Além disso, a teoria de que as autoridades judaicas ou romanas tivessem tirado o corpo de Jesus não tem qualquer lógica, na medida em que quando os discípulos proclamaram a ressurreição, bastava às autoridades mostrar o corpo e assim desse modo banido e destruído por completo o Cristianismo pela base. Aliás, o relato bíblico de Mt. 28:11-15 mostra que tal era impossível pelo suborno que os líderes judaicos deram aos soldados romanos para que estes mentissem.

 

 

4. EVIDÊNCIAS

Muitas podem ser as teorias de céticos, ateus e agnósticos que pretendem negar a veracidade da ressurreição do Senhor Jesus Cristo. Porém, nenhuma teoria é capaz de apagar os feitos do Cristianismo ao longo dos séculos, os quais tiveram a sua base na morte e ressurreição do Senhor Jesus Cristo. Aliás, não há fato mais claramente provado que a ressurreição. Ninguém batalha contra ilusões ou invenções: apenas contra realidades. O túmulo onde Jesus foi sepultado ficou mesmo vazio e não há nenhum sinal de evidência nas fontes literárias, epigrafia ou arqueologia que negue esse fato.

Mas o maior testemunho de todos é a transformação radical e testemunho dos Cristãos do I Século. Não houve qualquer benefício visível (prestígio, riqueza ou ascensão social) que pudessem obter para a sua total consagração ao Senhor Ressuscitado. Pelo contrário, estes cristãos foram espancados, apedrejados, torturados, lançados aos leões e queimados vivos. No entanto, sempre pacíficos, nunca impuseram pela força as suas crenças: deram as suas vidas como prova máxima da sua inteira confiança na verdade da sua mensagem.

 

Prezado amigo: Não deseja conhecer este Senhor Ressuscitado ? Ele hoje está no Céu e diz-lhe com grande amor: «Vinde a Mim, todos que estais cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei». Ele deseja oferecer-lhe a salvação, a vida eterna. Basta que ouça a Sua Palavra e creia no Nome do Senhor Jesus Cristo (João 5:24). Se assim o fizer, Deus entrará na sua vida e lhe dará o poder de ser feito filho de Deus (Jo. 1:12).

 

 

Fonte: http://irmaos.net

 

Para saber mais:

De Josh MCDOWELL, Editora Candeia

- Evidências da Ressurreição de Cristo

- Evidência Que Exige um Veredicto

 

 

O Código da Vinci

Filed Under (Apostasia) by Geração Maranata on 15-11-2010

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Desde sua publicação, em abril de 2003, O Código da Vinci vendeu mais de 40 milhões de exemplares nos Estados Unidos. Ele foi traduzido em 45 idiomas e é um sucesso de vendas em 150 países.

Ficou na lista dos mais vendidos do jornal The New York Times por dois anos, e esteve no topo, ou perto do topo, por 50 semanas.

O livro diz que os cristãos primitivos não criam na divindade de Cristo, que a ressurreição nunca ocorreu, que nossa Bíblia é o resultado de uma luta política do imperador romano Constantino e que os cristãos primitivos adoravam o "divino feminino". Essas afirmações são feitas por um afável especialista, um professor da Universidade de Harvard que (no contexto do livro) parece ser uma pessoa com credibilidade e autoridade.

Talvez você diga: "Nenhuma pessoa racional levaria esse tipo de coisa a sério." Isso era exatamente o que um líder evangélico pensava – até que começou a conversar com pessoas que tinham lido o livro. Ele descobriu que o livro endurece a descrença daqueles que não são cristãos e leva os buscadores honestos para longe do cristianismo. O livro chegou a fazer alguns cristãos se tornarem confusos e desiludidos.

De acordo com O Código Da Vinci, Jesus era apenas um homem comum que não era divino, não morreu pelos nossos pecados e não ressuscitou. Em vez disso, ele se casou com Maria Madalena e teve pelo menos um filho com ela. No livro o "cálice" é Maria Madalena, mitologizada e sexualizada como se fosse a amante ou esposa de Jesus Cristo.

O livro conta uma que há uma antiga sociedade secreta chamada 'Priorado de Sião' que preservou as informações sobre Jesus e Maria Madalena e seus descendentes. Ele afirma que Leonardo Da Vinci foi um grão-mestre do Priorado de Sião, e algumas de suas pinturas têm símbolos relacionados com o suposto relacionamento de Jesus com Maria Madalena.

Dan Brown tece uma narrativa com grande poder de entretenimento, ele afirma que Maria Madalena seria o Santo Graal (o cálice de Cristo), que ela e Jesus seriam os progenitores da linhagem merovíngia de governantes europeus e que ela estaria sepultada sob a pirâmide invertida de vidro no Louvre, em Paris, onde ainda hoje se poderia sentir emanações de seu espírito divino.

O romance descreve o Cristianismo como uma gigantesca conspiração baseada numa grande mentira (a divindade de Cristo), que os Evangelhos do Novo Testamento são produtos humanos de machistas e anti-feministas que teriam procurado reinventar o Cristianismo para oprimir as mulheres e reprimir a adoração à deusa. (Leia também o post Wicca).

O imperador Constantino teria convenientemente divinizado Jesus a fim de consolidar seu controle sobre o mundo. O livro indica que na votação do Concílio de Nicéia, sobre a divindade de Cristo, o resultado teria sido apertado, houve 300 votos favoráveis e apenas dois contrários. Definitivamente a precisão histórica não é o ponto forte do romance. Essa é apenas uma das muitas distorções deliberadas existentes no livro.

Outra envolve os heréticos evangelhos gnósticos escritos no final do século II como sendo os evangelhos "reais". Encontrados em Nag Hammadi no Egito, em 1946, esses mitos gnósticos nunca foram reconhecidos pela igreja primitiva como Escrituras legítimas.

Nos anos 60 as pessoas acreditavam em tudo que liam no jornal só porque estava escrito ali. Nunca lhes ocorreu que as reportagens e editoriais eram redigidos por pessoas com agendas pessoais e políticas. Acreditava-se naquilo que se lia, não importando quem era o autor. Hoje ainda é assim, e ainda pior, pois temos a televisão, o cinema e a internet.

A advertência é a mesma: não acreditem em tudo que vocês lêem em um romance ou vêem em um filme!

A Bíblia exorta: "Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora. Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo" (1 João 4.1-3). (Pre-Trib Perspectives)

por  Dr. Ed Hindson (assessor do reitor da Liberty University em Lynchburg/VA (EUA).

Fontes pesquisadas:

www.chamada.com.br

www.espada.eti.br

www.wikipedia.com

Autor: **Geração Maranata** Se for copiar cite a Fonte!

Ressurreição de Cristo: Aberto ao Exame Crítico

Filed Under (Defesa da Fé) by Geração Maranata on 15-11-2010

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A Ressurreição de Jesus Cristo: Um Fato Histórico da Dimensão Tempo-Espaço Aberto ao Exame Crítico

Por Zwinglio Rodrigues

A doutrina da ressurreição de Jesus Cristo de Nazaré é uma dessas proposições bíblicas bastante complexas que tem produzido diversas controvérsias nos últimos duzentos anos. O túmulo vazio é o símbolo dessa realidade maior. A teologia cristã moderna tem debatido exaustivamente este tema. Esta doutrina alicerça o Cristianismo. Ambos estão conectados de tal maneira que ou eles subsistem juntos ou então sucumbem de mãos dadas. A discussão sobre se o fato da ressurreição de Jesus Cristo pode ser considerado um evento histórico aberto ao escrutínio crítico é uma questão central no debate atual a respeito da viabilidade desta ressurreição.

Estudiosos contemporâneos como N. T. Wright e William Lane Craig defendem abertamente ser a ressurreição um evento histórico, objetivo, que está aberto à investigação crítica. É consenso entre esses teóricos que, quanto ao seu significado, a ressurreição é uma questão teológica, ao passo que, ela, como um acontecimento, trata-se de uma questão histórica da dimensão tempo-espaço.

O Dr. Pannenberg, um dos mais influentes teólogos luteranos da atualidade, afirma que “a indagação sobre se algo aconteceu ou não em determinada época, há mais de mil anos, só pode ser determinada por argumentos históricos.”[1]

De acordo com ele, saber se a ressurreição de Cristo ocorreu ou não, deve ser uma conclusão admitida a partir de uma análise histórica. A admissão da análise da ressurreição a partir do viés historiográfico alija a tentativa de se querer discutí-la e aprová-la, ou não, partindo do uso do método científico.

O Método Científico Moderno

Prescindir desse método para determinar se a ressurreição é um fato, ou não, é uma decisão inteligente. O método científico consiste em apontar algum fenômeno como verdadeiro a partir da repetição do mesmo diante de quem possa assegurar que ele é verdadeiro. Isto deve se dar em um ambiente controlado onde hipóteses possam ser observadas empiricamente. É evidente que submeter a ressurreição de Cristo a esse método é algo impensável, pois ele é um acontecimento histórico único, singular, e, é também, um milagre.

Essa impossibilidade de se provar ser verdadeira a ressurreição por meio desse método não a caracteriza como um mito. Na verdade, com essa incapacidade de reter em um ambiente controlado o fenômeno da ressurreição, e de vê-lo se repetir, o método científico moderno se mostra é limitado para averiguá-lo. A alternativa então é a de uma análise sobre o fenômeno como um acontecimento histórico. Partindo desse pressuposto, e amparados pelas muitas evidências, é possível se concluir que o túmulo está vazio exatamente por que Ele, muito provavelmente, ressuscitou ao terceiro dia.

A irracionalidade em se negar a ressurreição de Cristo como um fato estabelecido por não poder submetê-lo ao método científico moderno consiste em ser aquele fenômeno, um milagre – conforme dito anteriormente. Milagres não podem ser enquadrados em um laboratório e manipulados pelos cientistas. Para alguns, eles acontecem e pronto.

Milagres Ocorrem [?]

Por pensarem a priori, os céticos não admitem os milagres como acontecimentos possíveis. Toda decisão tomada a priori é um suicídio intelectual. Não é porque se é naturalista que alguém deva determinar como improvável um milagre. O Dr. Clark Pinnock observa de maneira interessante que:

“A negação de todos os milagres será constante e invariável somente se soubermos que todos os registros sobre milagres são falsos, e isto não sabemos. Ninguém possui um conhecimento infalível das ‘leis naturais’, de tal maneira que possa excluir a priori, a possibilidade de quaisquer eventos únicos. A ciência pode nos dizer o que aconteceu, mas não pode nos dizer o que pode ou não acontecer. Ela observa os fatos, mas não os cria.” [2]

É extremamente crucial que o pesquisador não alije do contexto histórico a ressurreição de Cristo por causa de seus pressupostos que, de maneira alguma, estão propensos à flexibilidade. O historiador Ethelbert Stauffer dá a dica de como devem portar-se os pesquisadores quanto à análise da história:

“Que fazemos nós (como historiadores) quando experimentamos surpresas que ocorrem contra todas as nossas expectações, talvez contra todas as nossas convicções e mesmo contra tudo que nossa época entende como verdade? Dizemos, conforme dizia costumeiramente um grande historiador, em tais casos: ‘Certamente é possível.’ E por que não? Para o historiador crítico nada é impossível.”[3]

Percebemos com o raciocínio do Dr. Stauffer que a isenção do historiador, do pesquisador e do estudioso, dever ser encarada como uma conditio sine qua non. Não é tarefa do estudioso aproximar-se da história com vistas a construí-la partindo de uma viciada e deliberada noção preconcebida. São as melhores evidências que devem norteá-lo em seu trabalho. Até o teólogo alemão Rudolf Bultmann, que reduziu a ressurreição de Cristo à uma experiência existencial dos discípulos, concorda com esse tipo de atitude. Para ele, “… o historiador certamente não goza de licença para pressupor os resultados de suas pesquisas.”[4]

Ou seja, ele enfatiza a objetividade e o despir-se dos pressupostos no trabalho de análise histórica de um evento histórico. É aqui que os eruditos da Alta Crítica, por exemplo, tropeçam quando analisam o Pentateuco e determinam que o mesmo não foi escrito em sua totalidade por Moisés. Eles desprezam evidências arqueológicas e históricas favoráveis à uma autoria mosaica do Pentateuco exatamente por causa dos seus pressupostos filosóficos e, por isso, acabam por fazer do Pentateuco uma mal costurada colcha de retalhos.

Essa perspectiva de que milagres não acontecem tem relação direta com a filosofia de David Hume (1711-1776). Eis sua posição:

“Um milagre é uma violação das leis da natureza; e visto que uma firme e inalterável experiência foi que estabeleceu essas leis, a prova contra algum milagre, devido à própria natureza dos fatos, é tão definitiva como qualquer argumento baseado na experiência pode ser imaginado… Coisa alguma pode ser considerada um milagre se chega a ocorrer no curso comum da natureza. Não é nenhum milagre que um homem, aparentemente em boa saúde, venha a morrer subitamente… Mas seria um milagre se um cadáver retornasse à vida; porquanto jamais tal acontecimento foi observado em qualquer época ou nação. Portanto, deve haver uma experiência uniforme contra todo e qualquer evento miraculoso, pois, de outra maneira, o evento não mereceria ser chamado assim.”[5]

O texto de Pinnock citado anteriormente dá uma resposta a altura a essa conclusão de Hume. Também podemos respondê-lo dizendo ainda que o que ocorre costumeiramente na natureza não pode ser considerado milagre. Mas, se algo acontece fora do curso normal da natureza, é um milagre, então, por isso, não deve ser corrente. Há teóricos que dizem que depois de Albert Einstein ninguém deve afirmar que determinados eventos não podem acontecer apenas por causa de um conhecimento prévio da lei natural.

A fraqueza do argumento anti-milagres de Hume, que também era de Strauss, Reimarus e Spinoza, céticos que tergiversaram sobre a ressurreição de Cristo, consiste no fato de que o mesmo não leva em conta que os fatos históricos são particulares e únicos e que não necessitam, obrigatoriamente, de uma correspondência com uma experiência passada para serem admitidos como reais.

Um Acontecimento Histórico Aberto a Uma Investigação Crítica

É irracional a alegação de alguns céticos que a aceitação da ressurreição de Cristo sugere um salto no escuro e a adesão a uma crença que opõe-se às evidências e à razão.

Lucas era um homem da ciência, pois ele era médico (Cl 4:14). Também é sabido, devido às conclusões dos eruditos, que ele era grego de boa educação e de boa formação. Isso é observável quando se analisa o seu estilo literário. Para os eruditos imparciais, Lucas também pode e deve ser considerado um excelente historiador. Algumas descobertas arqueológicas tem demonstrado a precisão das informações que ele oferece no seu Evangelho e em Atos.

Esse escritor canônico revela uma responsabilidade insuspeita em narrar os fatos que envolveram o ministério terrenal de Jesus Cristo quando ele diz: “Eu mesmo investiguei tudo cuidadosamente, desde o começo…” (Lc 1:3). É importante destacarmos a palavra cuidadosamente nesse momento. Aqui, ele usa a palavra grega akribôs que significa acuradamente, indicando que a pesquisa foi feita de maneira meticulosa.

Em Atos 1:3, falando sobre a ressurreição de Cristo, ele escreve: “… deu-lhes muitas provas indiscutíveis de que estava vivo.” Dessa referência, devemos destacar a frase muitas provas indiscutíveis. A palavra grega que ele usa é tekmerion, e ela significa, em lógica, “prova demonstrativa”, e na linguagem médica, “evidência demonstrativa.”[6]

A observação do uso de tais palavras gregas por Lucas, fato que depõe favoravelmente a ele quanto à certeza de uma narrativa precisa, levá-nos facilmente a aceitação de que a crença da igreja primitiva na ressurreição de Cristo era fundamentada em acontecimentos reais e, portanto, históricos.

Os discípulos, por vezes são acusados pelos críticos de serem possuidores de uma cosmovisão mítica e, por conta disso, serem capazes de construir o mito da ressurreição de Cristo. O erudito alemão Rudolf Bultmann foi um sério defensor dessa perspectiva. Ele disse que a ressurreição deve ser considerada “pura e simplesmente um acontecimento mítico.”[7] Assim, em seu labor teológico, ele propôs a desmitologização do Novo Testamento para que ele se tornasse atraente ao homem moderno.

Esse tipo de compreensão sobre a cosmovisão dos discípulos e das pessoas do primeiro século faz delas sujeitos ingênuos e até ignorantes. Mas, uma breve análise de algumas passagens bíblicas mostra-nos que os discípulos não eram assim tão ingênuos como supõem os críticos. Vejamos.

1-Pedro dizia que eles não seguiam fábulas construídas pelos homens de maneira engenhosa (2 Pe 1:16).

2-No Areópago, o discurso paulino sobre a ressurreição de Cristo chocou os ouvintes (At 17:16-34). Por qual razão os ouvintes de Paulo escarneceram dele quando ele falou sobre a ressurreição?

3-Quando Tomé manifesta uma “incredulidade” sobre a notícia da ressurreição de Cristo ele está dando algum sinal de ingenuidade? Quando ele fala em ver e em tocar no sinal dos cravos, ele está mostrando ser tão primitivo assim como gostam de afirmar os críticos?

Acreditando em um pseudo primitivismo dos discípulos, Bultmann reduziu a ressurreição de Cristo, crida objetivamente pelos seus seguidores, em uma experiência existencial e ahistórica. Porém, as evidências demonstram que ele estava errado.

Os critérios históricos a serem usados para se examinar a ressurreição de Cristo como sendo ou não um fato, devem ser os mesmos adotados para a análise de outros eventos históricos passados. A busca por evidências que satisfaçam, um enfoque adequado e a sustentabilidade dos fatos pleiteados formam uma tríade de critérios que atestam a plausibilidade da ressurreição de Cristo. Por eles é possível se estabelecer um argumento histórico sólido sobre a ressurreição.

Os teóricos que defendem a ressurreição de Cristo como um acontecimento histórico aberto à investigação crítica, acreditam que existem evidências suficientes para corroborá-la; que, por uma abordagem historiográfica neutra, pode-se concluir ser a mesma um axioma e que por uma atitude crítica, um crítico histórico pode perfeitamente examinar as testemunhas, atestar a morte por crucificação, analisar todo o processo de sepultamento e ratificar todas as afirmações de que Jesus Cristo ressuscitou e que o túmulo não estava mais ocupado e sim vazio.

Não é objetivo deste artigo tratar das evidências acima destacadas, porém, para encerrá-lo, é de bom tom lembrar que um testemunho poderoso histórico em favor da ressurreição de Cristo é dado exatamente por seus inimigos. Trata-se da não refutação objetiva, inquestionável e conclusiva deles em relação à afirmação dos discípulos de que Jesus Cristo ressuscitara. Isso é um fato histórico.

Pergunto: Por qual razão os judeus e os romanos foram incapazes de apresentar refutações diretas e fulminantes? Por qual razão eles ficaram silenciosos? Por qual razão, eles usaram de perseguições, martírios e ameaças para tentar frear o avanço do cristianismo quando uma simples apresentação do corpo de Jesus Cristo resolveria o caso?

Bom, o fato é que eles nada puderam provar, nem mesmo usando a mentira do roubo do corpo de Cristo. O silêncio deles tornou-se em um argumento histórico tão poderoso quanto o testemunho dos apóstolos sobre a ressurreição de Jesus Cristo.

Referências Bibliográficas:

[1]MCDOWELL, Josh. Evidências da Ressurreição de Cristo. São Paulo: Editora Candeia, 1994, p. 35.

[2]idem.

[3]MCDOWELL,Josh. Evidência Que Exige um Veredicto. São Paulo: Editora Candeia, 1997, vol. 2, p.36.

[4]idem, p. 40.

[5]idem, p. 35.

[6]RIENECKER, Fritz e ROGERS, Cleon. Chave Linguística do Novo Testamento Grego. São Paulo: Vida Nova, 1995, p. 194.

[7]MCGRATH, Alister E. Teologia Histórica: Uma Introdução à História do Pensamento Cristão. São Paulo: Cultura Cristã, 2007, p. 322.

Fonte: http://www.webartigos.com/

O poder da Desinformação

Filed Under (Artigos, Defesa da Fé) by Geração Maranata on 14-08-2011

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Por: Geração Maranata

"Porque, falando coisas mui arrogantes de vaidades, engodam com os desejos libertinos da carne, e com dissoluções, aqueles que se estavam afastando dos que andam em erro." 2 Pedro 2:18

"O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro." Efésios 4:14

"Portanto, amados, sabendo disso, guardem-se para que não sejam levados pelo erro dos que não têm princípios morais, nem percam a sua firmeza e caiam." 2 Pedro 3:17

"Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos." 2 Timóteo 4:3

"No passado surgiram falsos profetas no meio do povo, como também surgirão entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras, chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição." 2 Pedro 2:1

"E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós." 1 Coríntios 11:19  

"A Desinformação é o nome técnico que se dá ao engano e à mentira, montados para ocultar, distorcer, ou induzir adversários a erro de julgamento." (Walter Felix)

"A premissa implícita aposta na estupidez do público, e às vezes acerta: se a mulherzinha não fosse mesmo uma peste, não seria tão odiada." (Olavo de Carvalho)

"Hoje em dia, a Desinformação serve para rotular qualquer afirmação que se deseje desmoralizar como inexata ou mentirosa." (Olavo de Carvalho)

"A arte da guerra consiste substancialmente de engodo” (Sun-Tzu)

"A Desinformação baseia-se no interesse do adversário em determinado assunto ou fato. Para ser bem sucedida, o patrocinador precisa estimular o interesse do alvo, alimentando-lhe todas as suposições falsas, para viabilizar o engodo." (Walter Felix)

 

O Poder da Desinformação

O que é Desinformação?  Ato de silenciar ou manipular a verdade, praticado habitualmente nos meios de comunicação de massas.

Informo você sobre alguma coisa. Você está informado.

Eu alimento você com desinformação. Você acredita estar informado.

O objetivo é solidificar uma informação falsa ou incompleta que apóia uma causa ou um interesse.

A Desinformação muda o curso normal da informação, manipulando as pessoas de forma que entendam as situações contrariamente ao que devia ser correto entender.

A Desinformação se utiliza de práticas, recursos e táticas que consistem em manipular e influenciar a opinião pública e elas são empregadas largamente pela mídia.

Todas as notícias são escolhidas previamente e as informações divulgadas são selecionadas e chegam ao público após a aprovação do grupo que detém o poder de propagá-la.

Os fatores relativos a atividade da Desinformação baseam-se em:

• Ánalise da informação
• Ánalise do público alvo
• O uso de uma fonte confiável
• A manipulação por meio da apelação do interesse
• Tramento da mensagem com recurso a inversão
• O momento e o contexto a manipular
• O discurso persuasivo

Então como os leitores podem discernir a verdade nas entrelinhas das reportagens? Identificando as técnicas que são empregadas.

Há várias técnicas que são utilizadas para criar mensagens que sejam persuasivas, sejam elas verdadeiras ou falsas e estratégias de propaganda são associadas às mensagens visando modificar comportamentos, idéias ou sentimentos.

Alguns exemplos de técnicas que são largamente empregadas:

Informar uma grande Mentira e depois fazer uma retratação discreta

A mídia constantemente reporta, na primeira página do jornal ou capa de revista,  matérias de notícias desonestas, mentirosas e sem comprovação; depois, quando são contestadas ou desmascaradas, discretamente se retratam nas páginas internas.  O objetivo é fazer a mentira entrar no consciente coletivo. Uma vez que a mentira seja finalmente exposta, já é tarde demais, e uma grande proporção da população não observará, ou não se interessará em saber quando a verdade aparecer.

Omissão Seletiva

Uma simples informação, ou um item fundamental da verdade pode desencadear toda uma matéria de desinformação, de modo que em vez de comentá-la e tentar analisá-la, simplesmente fingem que ela não existe. Quando o fato é omitido, a mentira pode aparecer totalmente racional.

Distração e a Fabricação da Relevância

Algumas vezes a verdade chega ao conhecimento do público independente do que a mídia faça para enterrá-la. Quando isso acontece, o único recurso deles é tentar modificar o foco do público e, desse modo, distraí-lo da verdade.

Técnica empregada: em detrimento a um fato muito relevante que deveria ser reportado, a mídia pega outro fato pouco relevante e, reporta-o repetidamente até a saturação, fazendo muitas pessoas assumirem que, como a mídia não cessa de falar neste assunto, ele deve ser importante; com isso sobrepõe esse último fato irrelevante sobre o que de fato era importante.

Atribuir uma atitude, idéia ou filosofia de vida a uma suposta ampla aprovação

Frases do tipo: "Na manifestação 'tal' compareceram dois milhões de pessoas", levam a crer que a citada manifestação, procissão ou passeata teve uma aceitação ampla. Tendemos então a simpatizar com tal ato, ou opinião, como seres sociais que somos damos mais crédito àquilo que tem aprovação de grande número de pessoas.

A estratégia do Esbatimento (diminuição progressiva de intensidade)

Para fazer aceitar uma medida inaceitável, basta aplicá-la progressivamente, de forma gradual. Geralmente é deste modo que as modificações sociais são impostas.

Apelo à autoridade

É a citação a uma figura proeminente que declara apoiar um posicionamento, idéia, argumento ou alguma ação em desenvolvimento.

Desaprovação

Técnica usada para desaprovar uma ação ou idéia sugerindo que ela é popular ou assumida em grupos odiados, ameaçadores ou que estejam em conflito com o público-alvo. Assim, se um grupo que apóia uma idéia é levado a crer que pessoas indesejáveis, subversivas ou conflitantes também a apóiam, os membros do grupo podem decidir mudar sua posição.

Efeito dominó

Efeito dominó e vitória inevitável: tenta convencer o público a colaborar com uma ação "com a qual todos estão colaborando" ("junte-se a nós"). Essa técnica reforça o desejo natural das pessoas de estar no lado vitorioso e visa a convencê-las, por exemplo, de que um certo programa é a expressão de um movimento de massa irresistível e que é de seu interesse se juntar a ele. A "vitória inevitável" incita aqueles que ainda não aderiram a um projeto a fazê-lo, pois a vitória é certa. Os que já aderiram se sentem confortados com a idéia de que tomaram a decisão correta e apropriada.

Estereotipificação ou Rotulagem

Essa técnica busca provocar a rejeição rotulando algo que o público tema, desgoste, tenha aversão ou considere indesejável.

Homem comum

O "homem do povo" ou "homem comum" é uma tentativa de convencer o público de que as posições publicadas refletem o senso comum das pessoas.

Racionalização

Indivíduos ou grupos podem usar afirmações genéricas favoráveis para racionalizar e justificar atos e crenças questionáveis. Frases genéricas e agradáveis são frequentemente usadas para justificar essas ações ou crenças.

Testemunho

Testemunhos são citações, dentro ou fora de contexto, efetuadas especialmente para apoiar ou rejeitar uma idéia, ação, programa ou personalidade. Explora-se a reputação ou papel (especialista, figura pública respeitada, etc.) daquele que é citado. O testemunho dá uma sanção oficial de uma pessoa ou autoridade respeitada à mensagem. Isso é feito num esforço de causar no público-alvo uma identificação com a autoridade ou para que aceite a opinião da autoridade como sua própria.

"Uma idéia/mentira repetida suficientemente se torna verdade". (Argumentum ad nauseam)

 

No dia 06-08-11 a revista Superinteressante publicou uma matéria (que ela mesma deveria ter o cuidado de seguir à risca) que vem ao encontro do assunto tratado neste post:

O poder que uma informação errada tem sobre a sua mente

"Duas pessoas conversam no trabalho:

- Você já conheceu o Artur, aquele cara novo que está trabalhando aqui? Ele parece legal, né?

- Ih, tome cuidado porque ouvi dizer que ele puxou o tapete dos colegas na outra empresa em que trabalhava. Dizem que esse cara é tão manipulador e egoísta que acho até que deve ser um daqueles psicopatas corporativos.

Não era verdade: Artur é gente boa e o segundo interlocutor o havia confundido com outra pessoa. Descoberto o engano, tudo foi esclarecido para não deixar o colega com uma impressão ruim a respeito do novato. Mas o estrago já havia sido feito. Um novo estudo descobriu que, mesmo que você peça para as pessoas ignorarem uma informação errada, isso não apaga a ideia inicial que ela causou.

Na pesquisa, feita pela Universidade da Austrália Ocidental, os psicólogos pediram que estudantes universitários lessem o relato de um acidente envolvendo um ônibus cheio de passageiros idosos. Os alunos foram então informados de que, na verdade, os passageiros não eram idosos. Para alguns alunos, a história acabou ali. Para outros, foi dito que o ônibus estava levando o time de hóquei da faculdade.

Depois, cada um teve que responder algumas perguntas sobre esse fato e o resultado mostrou o poder da desinformação: quem havia sido advertido sobre o engano e ouviu a história até o fim estava menos propenso a errar do que os outros, mas ainda assim acabou concordando com afirmações como “os passageiros tiveram dificuldade para sair do ônibus porque eles eram idosos e frágeis”.

Isso indica que, mesmo que você compreenda, lembre e acredite na correção posterior, a informação que você recebeu inicialmente ainda vai afetar o seu raciocínio e suas conclusões. Para o psicólogo Ullrich Ecker, um dos autores do estudo, tal fato revela um pouco sobre como funciona a nossa memória.

“Apesar de as pessoas terem alguma capacidade de evitar a confiança indevida em informações de má qualidade, isso ainda continua a afetar o seu raciocínio”, explica ele. “Nossa memória está constantemente conectando fatos novos e antigos e amarrando os diferentes aspectos de uma situação em conjunto, de modo que nós aproveitamos, ainda que inconscientemente, fatos que sabemos ser errado para tomar decisões mais tarde”.

Os pesquisadores descobriram que uma advertência específica – dando informações detalhadas sobre o efeito influência da desinformação – conseguiu reduzir a influência das informações iniciais, mas não eliminá-la. E não adianta avisar as pessoas de que as informações nem sempre são checadas antes de serem espalhadas – Ecker disse que isso é ainda menos eficaz.

O lance é sempre checar bem as informações antes de espalhá-las por aí porque, mesmo que você corrija algum eventual erro depois, elas podem ter efeitos duradouros sobre a imagem de algo ou alguém."

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/o-poder-que-uma-informacao-errada-tem-sobre-a-sua-mente/

 

Como a mída produz desinformação: 

Algumas Revistas brasileiras insistem em abordar assuntos que desconhecem, relativos à fé cristã.

Os artigos, em sua maioria, são escritos por pessoas que não sabem e não podem interpretar a Bíblia; que não sabem a diferença entre o Antigo e o Novo Testamento.

"A Bíblia é um livro escrito por revelação e só é possível entendê-la e interpretá-la através da revelação dada pelo Espírito Santo."

Quando chamam ‘especialistas’ para opinar sobre algum assunto, esses, além de serem desconhecidos do público, são escolhidos por serem teólogos liberais, agnósticos ou ateus.

Nota:
Agnósticos: Afirmam que não é possível a razão humana provar – ou não – a existência de Deus.
Teólogos Liberais – Negam a validade de quase todos os fundamentos da fé, como, por exemplo, a inerrância das Escrituras, a divindade de Cristo, a necessidade da morte expiatória de Cristo, seu nascimento virginal e sua ressurreição. Chegam até mesmo a negar que existiu realmente o Jesus narrado nas Escrituras. Para eles, não existe inferno e muito menos o conceito de pecado. O liberalismo é um sistema racionalista que só aceita o que pode ser “provado” cientificamente.
Ateus – Negam a existência de Deus.

Com suas informações tendenciosas e parciais usam de estratégias para manipular a opinião pública e conduzi-la a rejeitar as doutrinas e fundamentos cristãos.

Se quisessem fazer o que propõem – informar com imparcialidade – deveriam entrevistar também estudiosos e líderes respeitados e conhecidos entre o meio cristão. Seria mais honesto trazer a informação sob todos os pontos de vista e deixar o leitor julgar e escolher em que acreditar.

Porém, essa tendência é mundial, pois é necessário que venha a apostasia.

Por esse motivo há tanta literatura, documentários, programas de TV, filmes, vídeos, etc, para que seja discutido, entre outras coisas, quem era Jesus e se ele existiu.

As pessoas são bombardeadas o tempo todo com afirmações do tipo: Deus não existe; Jesus é um mito; Jesus é um plágio; Jesus existiu sim, mas era um homem como qualquer outro; Jesus existiu sim e se casou e teve filhos; a Bíblia está cheia de erros, contradições e seus personagens não existiram; e por aí vai.

Pergunto: Por que gastar tanta energia, tempo e dinheiro para realizar essas matérias? Por que esse empenho de fazer com que as pessoas engulam mentiras, sempre fundamentadas por “autoridades” no assunto?

Primeiro porque eles estão aplicando o 'método de mudança de mente e pensamento', segundo porque as pessoas acreditam em tudo sem buscar informação sobre o assunto e terceiro porque $vende$.

Para se ter uma idéia da quantidade de matérias publicadas que são relacionadas ao Cristianismo, basta ir ao site da revista e colocar no campo ‘busca’ algumas palavras-chaves e teremos como resultado o seguinte:

Revista Superinteressante:

  • 12398 resultados para "Jesus"
  • 12219 resultados para "Bíblia"
  • 10081 resultados para "Deus"
  • 101 resultados para "Espiritismo"
  • 412 resultados para "Islamismo"
  • 107 resultados para "Hinduísmo"

Revista Galileu:

  • Resultados 571 para Jesus
  • Resultados 389 para Bíblia
  • Resultados 800 para Deus
  • Resultados 103 para Espiritismo
  • Resultados 40 para Islamismo
  • Resultados 27 para Hinduísmo

Revista Época:

  • Resultados 393 para "Jesus Cristo"
  • Resultados 411 para Bíblia
  • Resultados 602 para Deus
  • Resultados 134 para Espiritismo
  • Resultados 319 para Islamismo
  • Resultados 66 para Hinduísmo

Revista Isto É:

  • 171 resultados encontrados para "Jesus Cristo"
  • 34 resultados encontrados para Bíblia
  • 1364 resultados encontrados para Deus
  • 35 resultados encontrados para Espiritismo
  • 69 resultados encontrados para Islamismo
  • 3 resultados encontrados para Hinduísmo

Revista Veja:

  • 6281 resultados para Jesus Cristo
  • 2013 resultados para Bíblia
  • 40652 resultados para Deus
  • 182 resultados para Espiritismo
  • 754 resultados para Islamismo
  • 78 resultados para Hinduismo

Dentre esses resultados encontramos alguns exemplos de matérias, a maioria de capa:

Revista Superinteressante:

  • Deus, uma Biografia - Pesquisadores revelam que Javé, o grande personagem da Bíblia, não foi visto sempre como Deus único. Antes do Livro Sagrado, ele era só mais um entre muitas divindades. Saiba como Deus conquistou seu espaço no céu. E na Terra
  • Procura-se Jesus Cristo – Como rastrear a verdade sob o mito
  • Quem foi Jesus? - Ele não nasceu em Belém, teve vários irmãos e sua morte passou quase despercebida no Império Romano. A história e a arqueologia desencavam o Jesus histórico – um homem bem diferente daquele descrito nos evangelhos
  • O evangelho segundo Judas – Por dois milênios, Judas foi apontado como o maior traidor de Jesus. Agora, documentos sugerem que ele pode ser sido o mais fiel de seus seguidores
  • O homem que inventou Cristo - O mundo cristão não seria o mesmo sem a mensagem que São Paulo transmitiu ao Império Romano. Para conquistar fiéis, ele fez concessões que desagradaram aos discípulos de Jesus – e ainda despertam acirradas discussões entre pensadores e religiosos. Afinal, Paulo espalhou ou deturpou a palavra de Cristo?
  • Esse homem chamado Jesus - Perfil de Jesus, o homem que lançou as bases do cristianismo, a religião que possui mais adeptos em todo o mundo.
  • Jesus Cristo teve filhos? – Embora seja uma simples obra de ficção, o best-seller O Código Da Vinci – maior sucesso editorial do ano – se apóia em teses aceitas por muitos conspirólogos, que afirmam: Jesus se casou com Maria Madalena e teve dois filhos
  • A Bíblia passada a limpo – Novas descobertas arqueológicas indicam que as histórias narradas no livro sagrado estão mais para lendas do que para verdades históricas.
  • Um outro Jesus - Os evangelhos apócrifos provocam polêmica ao revelar um Cristo que não está na Bíblia. Conheça esses textos que já foram sagrados e depois acabaram proibidos e perseguidos pela Igreja.
  • A história secreta do cristianismo – Os apócrifos revelam que o Novo Testamento não nasceu pronto e acabado e que os textos que servem de base para a atual doutrina cristã passaram por um complicado processo de “edição”.
  • A fraude de São Paulo – Embora não esteja entre os evangelistas e nem sequer tenha sido um dos 12 apóstolos, Paulo de Tarso é tido como um dos maiores intérpretes do cristianismo.
  • Judas Iscariotes: de traidor a herói – Documentos históricos questionam a imagem de vilão do apóstolo acusado de trair Jesus Cristo
  • Jesus era um astronauta? - A origem extraterrestre de Cristo, sugerida em trechos da Bíblia, estaria sendo escondida para não destruir as antigas religiões do planeta.
  • Teriam existido cristãos antes de Cristo? Cientistas de todo o mundo poderão estudar os documentos dos essênios, uma seita religiosa anterior a Cristo, que tinha doutrina semelhante à dos cristãos.
  • Quem escreveu a Bíblia? – A história de Deus foi escrita pelos homens. Mas quem é o autor do livro mais influente de todos os tempos? As respostas são surpreendentes – e vão mudar sua maneira de ver as Escrituras
  • Que reis foram estes? – Diz a Bíblia que "uns magos", guiados por uma estrela, vieram do Oriente à procura de um recém-nascidoo rei dos judeus. Mas não diz quantos eram, de onde vinham exatamente nem se eram mesmo reis.
  • Jesus não tivesse sido crucificado? – Sem essa mística, talvez o Império Romano não viesse a adotar o Cristianismo como religião oficial três séculos depois.
  • O segredo de Leonardo – Saiba o que há por trás das teorias conspiratórias e das supostas verdades históricas do livro de Dan Brown.
  • As primeiras palavras de Deus – Há cinqüenta anos, dois beduínos encontravam centenas de pergaminhos enterrados no deserto. Hoje, setenta cientistas estão prestes a terminar a tradução dos Manuscritos do Mar Morto, os mais antigos textos bíblicos conhecidos.
  • Quem é o anti-Cristo? – O presidente George W. Bush, o bilionário Bill Gates e o ator-governador Arnold Schwarzenegger são alguns dos suspeitos de serem a moderna encarnação do Capeta. Segundo a organização Anti-Christ Watch, é bom ficar de olho neles.
  • Traduzindo a palavra de Deus –  A tradução das escrituras sagradas é um desafio tão grande que merecia uma ajuda divina. O que fazer quando não se pode contar com ela?
  • A bíblia como ela é – E se Moisés morasse em Nova York? Um jornalista americano decidiu passar um ano inteiro seguindo as leis bíblicas ao pé da letra
  • O que matou Jesus? – O médico israelense Benjamin Brenner formulou uma nova hipótese para a morte de Cristo: embolismo pulmonar.
  • Abraão – Primeiro dos patriarcas, ele moldou a fé monoteísta e estendeu sua influência até os dias de hoje. Mas apesar de toda essa importância, a ciência acredita que ele jamais tenha existido.
  • Procura-se Deus – Em pleno século 21, a humanidade continua tentando conciliar fé e razão. Mas será que algum dia a ciência terá condições de provar que foi mesmo Deus (ou alguma outra entidade superior) quem criou o Universo e determinou os rumos da evolução?
  • Deus existe? - Há 100 anos, a ciência tinha certeza de que descobriria sozinha os mistérios do universo. Hoje, ela busca na religião respostas para grandes questões.
  • Deus é bom? – Nem sempre. Em mitologias de todas as épocas e culturas é possível encontrar uma faceta bem diferente do deus amoroso e compreensivo tão valorizado no ocidente.
  • Deus é coisa da sua cabeça – Com a ajuda de tomografias computadorizadas,o médico Andrew Newberg pesquisa os mistérios da manifestação religiosa no cérebro.

Revista Época

  • Sete mitos sobre Deus
  • Textos rejeitados pela Igreja dizem que o avô de Cristo era um rico comerciante de gado, a avó era estéril e que Maria teve outros filhos
  • À luz da Bíblia
  • O livro sagrado está vendendo como nunca. E continua sendo reescrito pelas várias correntes do cristianismo
  • A Bíblia, reescrita pela ciência
  • Pesquisas arqueológicas criam polêmica ao desmentir as versões mais aceitas dos relatos bíblicos
  • O julgamento de Jesus
  • A companheira de Jesus
  • Discípula ou amante, apóstola ou esposa? Historiadores e teólogos discutem o papel de Madalena no cristianismo
  • Os divulgadores de Cristo – Um novo livro sobre os Evangelhos afirma que, na falta de fatos, as várias versões da vida de Jesus foram escritas para conquistar plateias diferentes
  • Tiago, filho de José, irmão de Jesus - Uma urna mortuária descoberta em Jerusalém pode ser a mais antiga evidência material da existência de Cristo
  • Entenda a polêmica em torno do livro O Código Da Vinci
  • Jesus na boca do povo – O Jesus Cristo histórico dos textos apócrifos rejeitados pela Igreja Católica começa a ocupar o lugar do Messias descrito nos Evangelhos.
  • Apocalipse
  • A família oculta de Jesus – Textos não autorizados ajudam a compor um perfil surpreendente dos ancestrais do Messias e do ambiente familiar no qual Ele viveu. Neles, o avô de Cristo era um rico comerciante de gado, a avó era estéril e que Maria teve outros filhos.
  • A Bíblia, reescrita pela ciência – A arqueologia traz à tona descobertas sobre os fatos narrados no Antigo Testamento, enquanto a busca pelo Jesus histórico ainda engatinha.
  • A construção de Cristo – Como as palavras de um profeta pouco conhecido em seu tempo deram origem à maior religião do mundo.
  • Religião: Jesus teria usado maconha para curar leprosos
  • Textos não autorizados ajudam a compor um perfil surpreendente dos ancestrais do Messias e do ambiente familiar no qual Ele viveu
  • O Evangelho Segundo Judas – O que levou o último dos apóstolos a trair Jesus? A resposta pode estar em manuscritos inéditos, que trazem a versão do traído.
  • Trechos da Bíblia que geram polêmica
  • A ciência dos milagres – Físicos, astrônomos, epidemiologistas e oceanógrafos criam teorias para explicar os acontecimentos da Bíblia
  • Uma releitura da Bíblia – ÉPOCA entrevistou o escritor americano David Plotz, que fez uma crítica da Bíblia como se fosse um livro “comum”

Revista Galileu

  • O que Jesus disse e o que não disse
  • Reconstruindo Jesus
  • CSI Jesus - Novas descobertas trazem à tona um homem simples, talvez analfabeto, difícil de ser rastreado e longe de se sentir uma entidade poderosa e onisciente. Como ficam as crenças cristãs diante desse Jesus histórico?
  • Mais Velhos que Jesus Cristo
  • De Jesus a Cristo
  • A Nova Fé
  • Dossiê
  • Essênios – Elo com Jesus está perdido
  • Evangelhos apócrifos
  • O outro Judas
  • Saindo das sombras – Judas e Jesus são tema de livro de escritor francês
  • A cruz na história
  • Quanta besteira!
  • A face feminina de Deus
  • É tudo ficção
  • A estrela de Belém
  • É tudo verdade – Zeitgeist
  • O Manto insolúvel
  • Adão foi bissexual e a Bíblia é escravagista
  • Quem é o diabo
  • Antes de Cristo − Pesquisador diz ter achado refúgio de São João Batista, precursor (e, Talvez, mentor) de Jesus
  • Jesus: um rebelde Para pesquisador americano, Cristo era líder de um movimento pacífico contra o império romano
  • A bíblia na prática – dá para viver segundo a bíblia hoje ?
  • A Bíblia dá razão a Darwin? - Etnógrafo americano se debruça sobre passagem de adultério envolvendo o Rei David e extrai dali uma aula de evolução humana em forma literária
  • Acredite se quiser – Museu criacionista nos EUA defende a criação do mundo de acordo com a Bíblia
  • Deus está morto? Livro e filme recém-lançados engrossam o coro dos neoateístas e juntam novos argumentos contra a fé religiosa
  • Criacionismo – A religião contra-ataca
  • Os genes de Deus

Leia também:

Informação e Desinformação:  http://www1.webng.com/curupira/desinf.html

A Mídia com o Poder de Informação e Desinformação: http://artigosenotas.blogspot.com/2007/04/mdia-como-poder-de-informao-e.html

Jesus e os Eruditos: http://www.chamada.com.br/mensagens/jesus_eruditos.html

Desinformação: http://www.midiasemmascara.org/index.php?option=com_content&view=category&id=8:desinformacao&Itemid=14

 

Fontes pesquisadas:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Contrainforma%C3%A7%C3%A3o

http://pt.wikipedia.org/wiki/Propaganda

http://www.midiasemmascara.org/

http://www.criacionismo.com.br/2011/08/o-jornalismo-oculto-da.html

http://gospelbrasil.topicboard.net/t5059-regras-da-desinformacao

http://juizofinal.wordpress.com/2010/09/03/manipulacao-as-10-estrategias-que-sao-utilizadas-pela-midia-na-populacao/

http://perso.wanadoo.fr/metasystems/Manipulations.html

**Geração Maranata** – Se for copiar cite a Fonte! Deus te abençoe.

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