Templo Moabita de 3.000 anos é Descoberto na Jordânia. Israel, Jordânia e seu relacionamento profético

Filed Under (Arqueologia) by Geração Maranata on 01-11-2010

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por Geração Maranata

O chefe do Departamento de Antiguidades Ziad al-Saad anuncia a descoberta, durante uma conferência de imprensa em Amã, na Jordânia.

Arqueólogos desenterraram na Jordânia um templo construído há 3.000 anos, na Idade do Ferro, com uma coleção de estatuetas de deuses antigos e vasos circulares de barro usados em rituais religiosos.

O anúncio foi feito no dia 01/09/2010 por cientistas. O chefe do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Ziad al-Saad, afirmou que o santuário é do século 8 a.C. e foi descoberto em Khirbat ‘Ataroz, próximo à cidade de Mabada, a aproximadamente 32 quilômetros da capital, Amã.

Ele afirmou que o complexo possui uma sala principal que mede 36 metros quadrados, além de duas antecâmaras e de um pátio aberto.

De acordo com al-Saad, o santuário e seus artefatos –feitos de calcário e basalto ou esculpidos em barro e bronze– mostram os complexos rituais religiosos do antigo reino bíblico de Moab, na Jordânia.

“Hoje nós temos a evidência material, a prova arqueológica do nível de desenvolvimento da tecnologia e da civilização daquele período”, afirmou.

Os moabitas, cujo reino se estendia pela costa montanhosa do Mar Morto, no território que hoje é a Jordânia, eram intimamente relacionados com os israelitas, embora os dois povos estivessem frequentemente em conflito. Em 582 a.C, os babilônios conquistaram o reino.

Figuras religiosas encontradas no local

Os arqueólogos também desenterraram cerca de 300 vasos, estatuetas de divindades e artefatos usados nos rituais do local. Al-Saad afirmou que é raro encontrar tantos itens da Idade do Ferro no mesmo sítio.

As escavações começaram em Khirbat ‘Ataroz em 2000, com a cooperação da Universidade de La Sierra, da Califórnia. A maioria dos objetos, no entanto, só foi descoberta nos últimos meses.

Entre os itens expostos nesta quarta-feira, há uma estatueta do deus Hadad, assim como delicados vasos de barro usados nos rituais sagrados.

Al-Saad afirmou que os objetos indicam que os moabitas adoravam vários deuses diferentes e que tinham um uso ritual dos templos altamente organizado.

Fonte: The Jordan Times

 

Moabe

Moabe (hebraico מוֹאָב ou Moʾav; grego Μωάβ; assírio Mu'aba, Ma'ba, Ma'ab; egípcio Mu'ab) é o nome histórico de uma faixa de terra montanhosa no que é atualmente a Jordânia, ao longo da margem oriental do Mar Morto. Na Idade Antiga, pertencia ao Reino dos Moabitas, um povo que estava freqüentemente em conflito com os seus vizinhos israelitas a oeste. Os moabitas são um povo histórico, cuja existência é atestada por diversas descobertas arqueológicas, em especial a Estela Mesha (Pedra Moabita), que descreve a vitória moabita sobre um filho (não identificado) do Rei Omri de Israel. Sua capital foi Dibon, localizada próxima a moderna cidade Jordaniana de Dhiban.

 

Pedra Moabita

Ou Estela de Mesa, é uma pedra de basalto, com uma inscrição sobre Mesa, Rei de Moabe. Este registra a conquista de Moabe por Omri, Rei de Israel Setentrional. Após a morte de Acab, filho de Omri, Mesa revolta-se depois de prestar vasalagem por 40 anos. Esta inscrição completa e confirma o relato bíblico em II Reis 3:4-27. A estela teria sido feita, aproximadamente, por volta de 830 a.C..

A estela foi adquirida em Jerusalém pelo missionário alemão F. A. Klein , em 1868. Encontrada em Díbon, a antiga capital do Reino de Moabe, a 4 milhas a Norte do Rio Árnon. Encontra-se no Museu do Louvre, em Paris. Com a excepção de algumas variações, mostra que a escrita dos moabitas era idêntica ao hebraico. Menciona o Tetragrama Sagrado no lado direito da estela, na linha 18. É um documento de grande importância e interessante relativo ao estudo da linguística hebraica, ou seja, a formação e evolução do alfabeto hebraico.

A Pedra Moabita confirma o nome de locais e de cidades moabitas mencionadas no texto bíblico: Atarote e Nebo (Números 32:34,38), Aroer, o Vale de Árnon, planalto de Medeba, Díbon (Josué 13:9), Bamote-Baal, Bet-Baal-Meon, Jaaz [em hebr. Yáhtsha] e Quiriataim (Josué 13:17-19), Bezer (Josué 20:8), Horonaim (Isaías 15:5), e Bet-Diblataim e Queriote (Jeremias 48:22,24).

Fonte: wikipedia.org

 

Jordânia

A Jordânia (em árabe الأردن‎, transl. al-Urdunn) é um país do Médio Oriente, limitado a norte pela Síria, a leste pelo Iraque, a leste e a sul pela Arábia Saudita e a oeste pelo Golfo de Aqaba (através do qual faz fronteira marítima com o Egito), por Israel e pelo território palestiniano da Cisjordânia. Sua capital é Amã.

A Jordânia atual é formada por três antigos povos bíblicos: Edom, Moabe e Amom compõem respectivamente o sul, o centro e o norte da Jordânia.

 

Petra
El Khazneh - A Câmara do Tesouro

Petra (do grego πέτρα, petra; árabe: البتراء, al-Bitrā) é um importante enclave arqueológico na Jordânia.

Antes conhecidos como Edomitas, tiveram origem em Esaú, irmão de Jacó, filhos de Isaque e netos de Abraão. Esaú, quando se separou de seu irmão Jacó, fundou a cidade de Edom.

A região onde se encontra Petra foi ocupada por volta do ano 1200 a.C. pela tribo de Edom. A região sofreu numerosas incursões por parte das tribos israelitas, mas permaneceu sob domínio edomita até à anexação pelo império persa.

Durante 600 anos uma cidade encravada no deserto da Jordânia foi considerada lenda, como Atlântida ou Tróia. Apesar de antigos relatos descreverem com precisão os monumentos grandiosos esculpidos em rocha, ninguém foi capaz de localizá-la até o início do século XIX.

Situada à beira do deserto da Arábia, e escondida em meio às montanhas ao sul do mar Morto, Petra foi a capital dos nabateus, descritos pelos historiadores gregos, Estrabão (64 a.C.-19 d.C.) e Diodoro da Sicília (século 1 a.C.), como uma tribo com “cerca de 10 mil beduínos que viviam do transporte de especiarias, incenso, mirra e plantas aromáticas. Eles levavam a carga da Arábia Feliz, atuais Iêmen e Omã, até o Mediterrâneo”. Esses nômades, “desejosos de preservar sua liberdade chamando de ‘sua pátria’ ao deserto, não plantavam trigo e não construíam casas”, como nos conta Jeremias, no Velho Testamento, iriam surpreender a todos criando um império e esculpindo Petra, a sua capital. Isso aconteceu por volta de 312 a.C.

No dia 6 de Dezembro de 1985, Petra foi reconhecida como Património da Humanidade pela UNESCO e em 7 de Julho de 2007 foi considerada, uma das Novas sete maravilhas do mundo.

 

Jordânia: Relação profética com Israel

Durante o período da Grande Tribulação, os judeus que receberem Jesus como seu Messias, após o arrebatamento da Igreja, se esconderão no deserto da Jordânia (Petra):

Em Daniel 11:36-45, a Palavra nos diz que o anticristo terá pleno poder de domínio durante a Tribulação e especificamente no versículo 41, a Palavra afirma que o anticristo entrará na terra gloriosa, isto é, Israel, para perseguir o povo judeu:

"E entrará na terra gloriosa, e muitos países cairão, mas da sua mão escaparão estes: Edom e Moabe, e os chefes dos filhos de Amom."

Porém, no mesmo versículo, Deus revela algo muito importante e interessante: Edom e Moabe não serão alcançados pelo anticristo. Hoje, nesse mesmo local, está localizada a cidade de Petra. Alguns teólogos sugerem que o remanescente judeu correrá para Petra nos 3 anos e meio finais da Tribulação para escapar do anticristo. Em Daniel 12:1, Deus revela a Daniel que o arcanjo Miguel será levantado nesse local e protegerá o remanescente judeu de forma sobrenatural e não permitirá que o anticristo os destrua:

"E naquele tempo [do fim] se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo [de Daniel], e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro."

Se assim acontecer, será um evento ímpar em toda a história da humanidade, e uma demonstração de amor sem igual de Deus por Israel.

Portanto, é tempo de orar pelo povo judeu e seu reencontro com o Messias, Jesus Cristo. Quanto mais orarmos por esse tão esperado reencontro, mais aceleraremos a Volta de Jesus.

 

Fontes pesquisadas:

wikipedia.org

fernandodannemann.recantodasletras.com.br

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Preparativos para Construção do Terceiro Templo

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O Monte Moriá ou Monte do Templo, onde se encontra o Domo da Rocha, é o lugar original do Templo de Jerusalém, a qual 64% dos judeus israelenses, segundo pesquisa recente, desejam ver reconstruído.

por Geração Maranata

Instituto do Templo e outros grupos de judeus ortodoxos já têm todos os 102 artigos do Templo prontos para começar a reconstrução

As profecias bíblicas referentes ao final dos tempos falam do Templo de Jerusalém como uma realidade, mas o Templo ainda não foi reconstruído. Porém, quase todos os passos que precisavam ser dados para que isso aconteça já são realidade.

1) Para o Templo ser reconstruído, seria necessário Israel voltar a existir como uma nação, o que ocorreu em 1948.

2) Seria necessário a reconquista da cidade de Jerusalém, o que também já aconteceu, em 1967.

3) Seria necessário ainda que todos os utensílios do Templo fossem restaurados. E isso já está acontecendo. Ou melhor, os utensílios já estão praticamente concluídos.

A primeira vez que o assunto reconstrução do Templo chamou a atenção da mídia mundial foi em 1989, quando a revista norte americana Time, em sua edição de 16 de Outubro de 1989, cuja matéria de cara era intitulada "Time for a New Temple? ("Tempo para um Novo Templo?"), apontava o desejo crescente entre os judeus ortodoxos em Israel de ver o Templo de pé mais uma vez. Por essa época, dava seus primeiros passos o chamado Instituto do Templo.

Erguido na Cidade Velha de Jerusalém, o Instituto do Templo tem se dedicado com afinco, durante as últimas duas décadas, aos preparativos para a reconstrução do Templo, chegando hoje praticamente ao final dessa preparação, em mais um sinal evidente da proximidade da Segunda Vinda de Jesus. Em seus pouco mais de 20 anos de existência, o Instituto já recriou o candelabro do Templo (Menorah), a um custo de 3 milhões de dólares, além de harpas, altares, recipientes para incenso e as roupas dos sacerdotes, tudo meticulosamente igual à descrição bíblica desses artigos. Ao todo, são 102 os utensílios necessários para os rituais do Templo; e hoje todos eles – isso mesmo: todos – já estão prontos. O últimmo passo será a busca de restos (cinzas, por exemplo) das novilhas vermelhas, uma espécie de novilha em extinção que, sendo um animal kosher (puro), era usado no ritual de purificação dos sacerdotes antes de adentrarem o Templo de Jerusalém, segundo o texto de Números 19.

O objetivo dos judeus ortodoxos ligados ao Instituto é clonar a novilha vermelha a partir dos restos que eventualmente possam ser encontrados para que, após a reconstrução do Templo, os sacerdotes já estejam ritualmente prontos para servir. Ou seja, até os avanços recentes na área de genética favoreceram os planos e a fé daqueles que têm se dedicado à reconstrução, e que, inclusive, já elaboraram uma lista de judeus que são provavelmente descendentes de Levi, conforme estudo meticuloso da árvore genealógica de milhares de judeus, para exercerem a função de sacerdotes. Muitos deles já estão de sobreaviso e totalmente integrados ao projeto.

O rabino Yisrael Ariel, fundador do Instituto e considerado um dos maiores especialistas no mundo em rituais do Templo de Jerusalém, afirma que a função do Instituto sempre foi e será "dedicar-se à recriação de artefatos usados no Templo não apenas como um exercício histórico, mas como uma maneira de se preparar para sua reconstrução". Algumas das últimas recriações do Instituto são surpreendentes e realçam sua dedicação. Em dezembro de 2007, por exemplo, o Instituto anunciou a conclusão da confecção do candelabro e da coroa de ouro maciço que a Bíblia diz que o sumo sacerdote levava no cumprimento dos seus deveres no Templo. De acordo com a agência de notícias israelenses Israel National News, os artistas que trabalharam na coroa e no candelabro seguiram escrupulosamente, durante mais de um ano, as instruções registradas na Bíblia hebraica e as informações sobre a coroa e o candelabro gravadas em antigas fontes históricas para chegar ao formato final nos dois artigos, que são considerados hoje absolutamene fidedignos aos originais.

Candelabro do terceiro Templo já está pronto e à mostra no Instituto do Templo

Pedra Angular do Templo

Mas, não são apenas os centenas de rabinos do Instituto do Templo que têm se dedicado aos preparativos para a reconstrução. Outros grupos judeus ortodoxos relacionados também manifestam-se nesse sentido. Em 21 de Maio de 2009, por exemplo, um grupo de judeus denominado "Movimento de Fidelidade à Terra de Israel e ao Monte Templo" (Temple Mount and Land of Israel Faithfull Movement) realizou uma passeata em Jerusalém deslocando uma pedra de quase quatro toneladas que é considerada por alguns judeus ortodoxos a pedra angular para a edificação do terceiro Templo de Jerusalém.

O dia 21 de Maio foi escolhido para a realização da passeata porque é o "Dia de Jerusalém" em Israel, data em que os judeus celebram a vitória na Guerra dos Seis Dias, quando Israel reconquistou Samaria, Judéia, Gaza, os Montes de Golan e Jerusalém. Durante a passeata com a pedra de esquina que provavelmente suportará a edificação do Templo, o grupo do "Movimento de Fidelidade à Terra de Israel e ao Monte do Templo" protestou em frente ao Consulado dos Estados Unidos por causa da política para o Oriente Médio adotada pelo atual presidente norte-americano, Barack Hussein Obama, que quer dividir a cidade de Israel, estabelecendo a capital do Estado árabe dentro de Israel. Em frente ao Consulado, a multidão bradava: "Tirem as mãos da Terra de Deus e do povo de Israel e de Jerusalém!". Ao chegar no portão de Jaffa, na cidade velha de Jerusalém, o grupo de fiéis dançou e tocou trombetas de prata declarando seu amor a Jerusalém.

O grupo dos Fiéis do Monte do Templo é liderado pelo rabino Gershon Salomon, que já afirmou em entrevista ao arqueólogo norte-americano e cristão Randall Price (autor de Arqueologia Bíblica, CPAD) nos anos 90 o que se segue: "Creio que a reconstrução do Templo é a vontade de Deus. O Domo da Rocha deve ser retirado. Devemos, como sabem, removê-lo. E hoje temos todo o equipamento para fazer isso, pedra por pedra, cuidadosamente, embalando-o e enviando-o de volta para Meca, o lugar de onde veio. (…) No dia certo – creio que em breve – essa pedra [de esquina] será colocada no Monte Templo, trabalhada e polida. Será a primeira pedra para o terceiro Templo. A pedra não está longe do Monte Templo, mas bem perto das muralhas da Cidade Velha de Jerusalém, perto da Porta de Shechem. Dessa pedra se pode ver o Monte Templo. Mas, o dia está próximo em que essa pedra estará no lugar certo. Pode ser hoje ou amanhã, mas estamos bem pertos da hora certa".

Já há alguns anos que Gershon Salomon tem incentivado rabinos a realizarem sacrifícios próximos ao Monte Moriá, isto é, o Monte do Templo. Na Páscoa de 1998, rabinos judeus realizaram um sacrifício de um animal no Muro Ocidental, que pode ter sido o primeiro sacrifício animal realizado no local do Templo desde 70d.C., quando Jerusalém foi destruída pelos exércitos romanos. Em 4 de Abril de 1999, o próprio Gershon Salomon tentou realizar um sacrifício sobre o Monte do Templo, mas foi frustrado. E em Abril de 2008, rabinos em Israel afirmaram que estão se preparando para realizar alguns sacrifícios de animais, num lugar bem próximo ao Monte do Templo. Mais de um ano depois, ainda não os fizeram, mas eles têm se mostrado insistentes na idéia de fazê-los futuramente, o que para os árabes palestinos serão considerados atos muito provocativos.

Outro grupo é o Ateret Cohanim, que fundou uma yeshiva (escola religiosa) para a educação e o treinamento dos sacerdotes do Templo. O objetivo dessa organização judaica liderada por rabinos é pesquisar os regulamentos levíticos e treiná-los para um sacerdócio futuro no terceiro Templo.

Enquanto isso, todos os dias, três vezes ao dia, judeus ortodoxos oram diante do Muro das Lamentações pedindo a Deus para que o Templo seja reconstruído. Dizem as preces, quase em uníssono: "Que a Tua vontade seja a rápida reconstrução do Templo em nossos dias….".

O rabino Chaim Richman, diretor internacional do Instituto do Templo, é apontado como o mais provável a assumir a função de sumo sacerdote logo após a reconstrução; ele também liderará o Sinédrio, cujo lista de futuros membros, preparada por rabinos, já está pronta.

 

Oposição Palestina

Adnan Husseini, conselheiro do presidente palestino Mahmoud Abbas em questões relativas a Jerusalém, critica a existência do Instituto do Templo e seu projeto, que denomina "provocação". "Se eles falam de construir o Templo, o que isso significa? Significa destruir mesquitas islâmicas. E se eles o fizerem, ganharão 1,5 milhão de inimigos. É o desejo de Deus que esse seja um local de adoração islâmico e eles devem respeitar isso", afirma Husseini.

Em resposta, os rabinos do Instituto do Templo declaram que não têm projetos nenhum de destruição das mesquitas até porque a maioria dos rabinos ortodoxos crê, à luz das profecias da Bíblia hebraica, que a reconstrução do Templo será um ato do próprio Deus, ato este que só será realizado, afirmam, "quando chegar o tempo em que o Senhor achar os judeus merecedores do Templo mais uma vez". Eles destacam ainda que os preparativos são apenas uma demonstração de fé nas profecias.

Entretanto, apesar de não haver mesmo por parte do Instituto do Templo nenhum planejamento em andamento para a destruição das mesquitas que se encontram hoje no Monte do Templo, o rabino Chaim Richman, diretor internacional do Instituto (e forte candidato a assumir a função de sumo sacerdote do Templo),  declarou em dezembro de 2007 que a tarefa do Instituto nos próximos anos será "completar o projeto arquitetônico para o terceiro Templo, incluindo as projeções dos custos e os esquemas e detalhes das partes elétricas e das canalizações", informação publicada nos jornais israelenses e que deixou os palestinos irados.

Para esquentar mais o clima, em outubro de 2009, o Comitê para a Monitoração Árabe acusou Israel de estar fazendo escavações arqueológicas por baixo do Monte Templo, o que os israelenses negam. "Essas acusações são uma perfeita mentira. Alegar que os judeus andam escavando por baixo do Monte do Templo é como dizer que o dia é noite", afirmou o rabino Shamuel Rabinovitz, responsável por cuidar do Muro das Lamentações. Seja como for, uma pesquisa recente mostrou que 64% dos judeus israelenses desejam, contanto que seja possível, ver o Templo reconstruído.

Seja verdadeira ou não a denúncia das escavações, certo é que a conclusão dos preparativos para a reconstrução demonstram que a restauração dos rituais do Templo no final dos tempos, conforme as profecias bíblicas asseveram, não está longe da sua concretização. Muito ao contrário. É uma questão de tempo. E, ao que tudo indica, muito pouco tempo.

Fonte: Mensageiro da Paz de  Dez/2009

 

Sacerdotes e Levitas

O alfaiate Aviad Jeruffi, tirando as medidas do Rabi chefe e Levita Shlomo Riskin, para uma série de vestes sacerdotais

Com um turbante na cabeça e uma túnica azul claro com filetes de prata, encontra-se um homem numa loja da velha Jerusalém ao lado de rolos de linha branca presos a máquinas de costura. Uma pintura com os sumo sacerdotes realizando um sacrifício animal ao lado do Primeiro Templo mostra a função desta sala.

As vestes sacerdotais nunca mais foram usadas depois da destruição do Segundo Templo pelos romanos no ano 70 d.C. e não podem ser funcionais até que um terceiro templo seja construído.

Os sacerdotes levitas descendiam diretamente de Arão, irmão de Moisés, e são reconhecidos como tal pelo Instituto desde que os seus avós paternos observassem a tradição. Hoje, possuem responsabilidades religiosas. Em tempos antigos, eles realizavam os deveres mais importantes dentro do templo.

Cerca de um terço dos mandamentos da Torah (a Lei) não poderão ser cumpridos sem um templo, incluindo as obrigações dos levitas.

Porém, um Terceiro Templo parece ainda um sonho volúvel com implicações assustadoras para muitos, visto que tanto um santuário, o Domo da Rocha, como a mesquita El Aksa, que é a terceira estrutura mais sagrada do Islã estão presentemente sobre o Monte do Templo.

O diretor do Instituto do Templo, o rabbi Yehuda Glick, assume contudo acreditar que os muçulmanos poderão não estar contra a construção do templo.

"Já temos alguns muçulmanos que estão secretamente em contato connosco" – assegura o rabi.

Adianta ainda o rabi que quando o templo for construído, os levitas terão de vestir as roupas apropriadas para cumprir as suas obrigações.

Cada vestimenta completa inclui um turbante, calças de túnica e cinto, e são costurados peça a peça a um custo de cerca de 2.500 shekels (aprox. 500 Euros).

Foram necessários várias anos de intensas pesquisas para criar as vestes de acordo com a Lei judaica.

Fio especial de linho foi importado da Índia e foram necessárias várias viagens ao exterior para se obter as cores corretas para as vestes, incluindo várias idas a Istambul para obter minhocas da montanha das quais se consegue obter a verdadeira cor carmesim.

O segredo da correta tonalidade azul da púrpura tinha sido perdido desde a destruição do Segundo Templo, visto que se tinha perdido a identidade do chilazon, o caracol de onde era extraído, até ter sido identificado recentemente como o murex trunculus, um molusco gastrópode produtor da púrpura encontrado perto do Mar Mediterrâneo.

"O Templo não é uma mensagem só para o povo judeu. Ele reúne o mundo inteiro à volta de uma casa central de oração. Todos os profetas dizem que no final dos tempos todas as nações virão a Jerusalém e tomarão parte na construção do Templo" - afirma Glick.

Leia mais em: shalom-israel-shalom.blogspot.com

 

Arqueólogos encontram em Jerusalém muralha atribuída ao rei Salomão

Filed Under (Arqueologia, Terceiro Templo) by Geração Maranata on 30-09-2010

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Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Arqueólogos israelenses descobriram em escavações realizadas junto à Cidade Antiga de Jerusalém os restos de uma muralha do século 10º a.C., que poderiam confirmar a descrição bíblica dos tempos do rei Salomão.

Uma parte da muralha, de 70 metros de comprimento e seis de altura, foi encontrada em um local de nome Ofel, entre a conhecida como Cidadela de Davi e a parede sul do Monte do Templo judeu, também conhecido como Esplanada das Mesquitas muçulmana.

Empreendidas nos últimos meses, as escavações fazem parte de um projeto da Universidade Hebraica de Jerusalém, a Autoridade de Antiguidades de Israel e outras instituições, e conta com o financiamento de patrocinadores americanos.

Sua diretora, Eilat Mazar, data a muralha com base em fragmentos de vasilhas descobertas nos arredores. Segundo ela, os objetos são de tempos do reinado de Salomão, o período de maior construção até então em Jerusalém e quando foi erguido o Primeiro Templo judeu, segundo o Antigo Testamento.

"Esta é a primeira vez que se descobre uma estrutura desse período que pode ter uma correlação com as descrições das obras de Salomão em Jerusalém", afirma.

"A Bíblia conta que Salomão construiu, com ajuda dos fenícios, que eram excelentes construtores, o Templo e seu novo palácio e que os rodeou com uma cidade. O mais provável é que estivesse conectada à muralha mais antiga da Cidadela de Davi", explica a diretora das escavações.

No local, foram desenterradas também uma monumental guarita de vigilância de seis metros de altura e uma torre que serviria de mirante para proteger a entrada da cidade, que são características do estilo do Primeiro Templo.

Deste período datam os antigos povoados israelitas de Meguido ou Be'er Sheva, declaradas em 2005 Patrimônio Mundial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Bíblia histórica

Para a arqueóloga, os restos da muralha representam uma prova adicional da exatidão com que as sagradas escrituras descrevem o esplendor do período dos reis Davi e Salomão.

Ela cita o Primeiro Livro de Reis (3:1), no qual "Salomão se tornou parente do então Faraó do Egito, pois se casou com sua filha Anelise e a trouxe à cidade de David, quando terminava de construir sua casa, a casa de Jeová e os muros de Jerusalém ao redor".

As pesquisas sugerem que os restos da muralha revelam a presença de uma monarquia e que a fortaleza e forma de construção indicam um alto nível de conhecimentos de engenharia.

Os vestígios estão em um ponto estratégico, no alto do vale do Kidron, hoje limite da Cidade Antiga de Jerusalém.

"Ao comparar as últimas descobertas das muralhas e portas da cidade do período do Primeiro Templo e os restos de vasilhas encontrados no local, podemos assegurar com bastante certeza que os muros são da cidade construída pelo rei Salomão em Jerusalém, na última parte do século 10º a.C", afirma Mazar.

A inscrição encontrada em um fragmento de vasilha descreve: "do supervisor do pa…", que a arqueóloga acredita se referir ao "supervisor do padeiro", um oficial responsável por controlar o fornecimento de pães à corte real.

Outros fragmentos contêm as palavras "do rei", e também foram encontrados selos de cera com dezenas de nomes.

Guia

O explorador britânico Charles Warren descreveu o traçado da muralha em 1867, mas sem atribuí-lo à época de Salomão, cuja monarquia ficou conhecida pelas "decisões justas" ou "salomônicas".

Nesse contexto de difícil equilíbrio, cabe se perguntar se a Bíblia pode servir ou não de guia arqueológico, uma polêmica que enfrenta duas tendências na arqueologia israelense e especialmente incerta no que se refere às descobertas em torno do período do rei Davi e de seu filho Salomão.

Mazar pertence à corrente que reconhece a validade do relato bíblico, enquanto arqueólogos da Universidade de Tel Aviv acham que o Pentateuco não está isento de interesses políticos de seus autores e que as monarquias de ambos os reis não eram uma potência regional como descreve o livro sagrado.

 

O Terceiro Templo

Filed Under (Terceiro Templo) by Geração Maranata on 30-09-2010

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Segundo a tradição judaica, o Terceiro Templo é o templo futuro ser construído no Monte do Templo durante o tempo do messias. Ele é basicamente uma descrição ideal do Templo no Livro de Ezequiel em reabilitação em primeiro lugar. Como o templo foi construído por imigrantes do Retorno a Sion ("Segundo Templo") não foi construída daquela forma prescrita no livro, o resgate total permaneceu uma característica desejada, juntamente com o cumprimento de outras visões dos profetas.

A construção do Terceiro Templo é mencionado nos últimos capítulos do livro de Ezequiel, no Mishna, no Talmud, no Midrash, em livros da Halacha, Cabala e Hasidism. Em Amidah (de pé) conclui-se as orações com um pedido: ser construída uma casa – o Templo rapidamente em nossos dias, e deixar alguns de nós Sua Torah (originalmente – Pirkei Avot, capítulo E, mudanças como: "Deixe-nos o Senhor nosso Deus construir a sua cidade rapidamente em nossos dias, e deixar para alguns de nós Sua Torah").

 

Bíblia (Tanach – VT)

O termo "Terceiro Templo" não aparece na Bíblia. No entanto, muitas profecias da Bíblia referem-se a redenção final, reunião dos exilados e "Nos últimos dias"(Aharit Yamim) como o templo está localizado no centro da cidade. Por exemplo, a profecia de Isaías:

E será nos últimos dias o Monte do Templo está no topo das montanhas e em todos os cumes e se dirigirão para ele as nações. Muitas nações foi, e disse ir para a montanha e Casa(Templo) do Deus de Jacó, pode ser visto também em: Vamos, pois de Sião sairá a Lei(Torá) e a palavra de Deus de Jerusalém.

Estas profecias, falam durante o período do exílio do Primeiro Templo, desde o período babilônico até o início do período do do Segundo Templo, e não se cumpriram durante o período do Segundo Templo. As palavras dos sábios(Hazal) é uma discussão sobre se uma segunda casa desde a sua criação não merecia a realização destas profecias, ou que não tinha o potencial para se cumprirem, na falta de suficiente cooperação da parte de Israel. No entanto, após a destruição deste templo, duas destas profecias interpretadas como orientação para o novo templo a ser construído.

Uma descrição detalhada de um futuro templo, grande, aparece no livro de Ezequiel. A descrição não é clara, devido ao uso de termos arquitectónicos, cujo significado é vago (por exemplo, "Atyakim") e as partes são divididas em várias questões fundamentais do entendimento. Maimônides (Ramban) escreve que: "A contrução futura a ser construída, mesmo que ele diz (Ezequiel) – é expressamente explicado mas não é interpretado.

Há, tanto segundo a Halacha quanto a interpretação de grandes nomes entre os rabinos ao longo da história, desde Rabi Akiva, Ramban até os dias de hoje, uma série de motivos pelos quais não se deve re-construir o templo em Jerusalém.

As principais causas são a impossibilidade de definir quem pode ser Cohen (Sacerdote) não somente por genealogia, mas de fato. Outro problema é a falta de cinzas da Para Aduma (Vaca Vermelha). O localização exata do local de sacrifícios e a contaminação de morte sçao outras grandes barreiras que se juntam a problemas como a definição exata do Tzitzit Techelet, instrumentos purificados e etc.

 

Outras tentativas de reconstrução do Templo

Durante alguns períodos da história hoje a tentativa da reconstrução do templo que por fim terminaram em grande fracasso, a primeira foi no período de Bar Kova(Kosiva), o que terminou em uma grave opressão a rebelião judaica e a morte de milhares de judeus em todo Israel, como testemunha desta tentativa, podem ser vistas as moedas que foram impressas na época com a imagem do templo durante este período.

A segunda e terrível tentativa de reconstrução do templo foi no período de Juliano, o césar. Durante este período, Juliano "aceitou" o judaísmo como fé somente afim de combater o crescimento do cristianismo, para isso, deu ordens e recursos aos judeus para iniciarem a obra. Entre os milhares de Israel Juliano era chamado de "Filho de Davi", mesmo sem ter nenhuma origem judaica.

O que parou a obra de Juliano foram dois fatos surpreendentes e de força superior. Primeiramente houve um grande terremoto em Jerusalém que destruiu o Templo que estava sendo construído e um grande incêndio na Cidade Santa. O segundo foi a morte inesperada de Juliano em uma batalha na região da Síria. Por fim, diante destes fatos, os judeus o "proclamaram" como impostor.

Houveram porém outras tentativas, tanto da construção do templo quanto da renovação de sacrifícios, porém sem sucesso. Nos dias de hoje em Israel há uma série de organizações que incentivam a volta aos sacrifícios a a construção do templo, porém não tem o apoio da grande maioria dos rabinos que acham desnecessário a reconstrução do templo até que o Mashiach venha ou retorne.

 

O Templo de Herodes

Segundo uma linha de interpretação, na realidade o Templo de Herodes teria sido o terceiro templo, pois apesar de ele ter sido considerado uma espécie de "REFORMA" do Segundo Templo que foi construído por Zerubabel e Esdras, pode-se compreender claramente que ele era muito maior do que o mesmo.

Segundo Flávio Josefo e outros historiadores contemporâneos dele, não havia construção em todo mundo maior do que o Templo de Jerusalém que deveria ser todo revestido de mármore e ouro. Sua suntuosidade era algo notável e invejável, e este talvez fosse o motivo da inveja romana.

 

Yeshua Hamashiach e o Terceito Templo

Não são poucos os textos na Brit Hahadash que relacionam a vida de que é conhecido como Jesus(Yeshua) e o templo.

Veja o que o livro de João, capítulo 2 fala sobre o assunto:

Então os judeus lhe perguntaram: "Que sinal miraculoso o senhor pode mostrar-nos como prova da sua autoridade para fazer tudo isso? "

Jesus lhes respondeu: "Destruam este templo, e eu o levantarei em três dias".

Os judeus responderam: "Este templo levou quarenta e seis anos para ser edificado, e o senhor vai levantá-lo em três dias? "

Mas o templo do qual ele falava era o seu corpo.

Depois que ressuscitou dos mortos, os seus discípulos lembraram-se do que ele tinha dito. Então creram na Escritura e na palavra que Jesus dissera.

Segundo esta linha de pensamento, Yeshua seria a promessa de Deus de que sua presença estaria em cada um de seu povo através da fé, cumprindo assim as profecias que dizem:

Assim diz o Senhor dos Exércitos: Naquele dia pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla das vestes de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco. Zacarias 8:23

Eu mesmo ensinarei todos os seus moradores, e eles viverão em paz e segurança. Isaias 54:13

Mas este é o concerto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o SENHOR: porei a minha lei no seu interior e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Jeremias 31:33

Portanto quando Yeshua prega a presença do Ruach Hakodesh(Espírito Santo) que antes residia somente no Santo dos Santos no Templo, agora pela fé pode residir no coração de todos aqueles que creêm no Templo que não foi feito por mãos de homens. Segundo esta visão, o templo prescrito por Ezequiel na realidade é uma alusão a perfeição e pureza de coração que foram encontrados no Messias, ELE é o terceiro templo.

 

O Terceiro Templo Físico

Mesmo se crermos que há um terceiro e verdadeiro templo vivo, não feito por mãos de homens, podemos compreender que ainda haverá um terceiro templo, onde a presença de Adonai não se fará, e na realidade será apenas um instrumento para antecipar o retorno do Mashiach Yeshua. Este caso é descrito no livro de Daniel:

DANIEL 8:24: E se fortalecerá o seu poder, mas não pela sua própria força; e destruirá maravilhosamente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver; e destruirá os poderosos e o povo santo.

DANIEL 8:10: E se engrandeceu até contra o exército do céu; e a alguns do exército, e das estrelas, lançou por terra, e os pisou.

Podemos ver acima o tamanho do poder deste falso governante que virá no fim dos tempos, mas somente realizar o terror no mundo contra todo tipo de nação não será suficiente, ele vai adiante. O texto a seguir mostra que este falso Mashiach(Governante do Mundo) se levantará até mesmo contr o verdadeiro Mashiach(Principe dos Principes), o qual é Yeshua. O Sacrifício contínuo foi retirado e lançado por terra pelas forças do verdadeiro inimigo de Israel(Satan) que futuramente vem a se manifestar no Mashiach esperado pelos judeus.

DANIEL 8:11: E se engrandeceu até contra o príncipe do exército; e por ele foi tirado o sacrifício contínuo, e o lugar do seu santuário foi lançado por terra.

DANIEL 8:25: E pelo seu entendimento também fará prosperar o engano na sua mão; e no seu coração se engrandecerá, e destruirá a muitos que vivem em segurança; e se levantará contra o Príncipe dos príncipes, mas sem mão será quebrado.

A seguir, podemos ver na profecia de Daniel que na realidade o levantar deste falso governante é na realidade o se levantar com o verdadeiro Príncipe e o Verdadeiro Deus:

DANIEL 7:25: E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo. Mas o juízo será estabelecido, e eles tirarão o seu domínio, para o destruir e para o desfazer até ao fim.

DANIEL 11:35: E alguns dos entendidos cairão, para serem provados, purificados, e embranquecidos, até ao fim do tempo, porque será ainda para o tempo determinado.

DANIEL 12:10: Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão.

Em Daniel 12 fica claro de que os novos sacrifícios impostos não são mais agradáveis ao Senhor, pois se tornarão abominação:

Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão.

11 E, desde o tempo em que o contínuo sacrifício for tirado e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias.

Porém o próprio profeta profetiza a salvação daqueles que são verdadeiramente justos perante o Senhor:

1 E, naquele tempo, se levantará Miguel, o grande ministro, que se levanta pelos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, livrar-se-á o teu povo, todo aquele que se achar escrito no livro.

2 E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno.

3 Os sábios, pois, resplandecerão como o resplendor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas, sempre e eternamente.

4 E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará.

A sabedoria que vêm do alto pelo Ruach Hakodesh nos convoca a deixarmos de lado o sonho da construção feita por mãos de homens para assumirmos o sacrifício real e singular feito pelos pecados de toda a humanidade, o Terceiro Templo não é aquele que estará em Jerusalém, mas sim aquele que está nos corações de cada um de nós, Yeshua Hamashiach.

 

Um bom motivo para a construção do Terceiro Templo

Bem, se todos estes textos nos mostram que após a construção do Terceiro Templo muitas questões proféticas se cumpriram, fica claro também que o mesmo será precedido pela vinda do que é o esperado Messias por parte dos judeus tradicionais e ortodoxos, mas que por parte dos judeus messiânicos e evangélicos, nada mais será que o anti-cristo, ou seja, o falso messias que virá debaixo o espírito satânico.

Se assim for, creio que para ambos os lados, ou seja, aqueles que já receberam o seu messias como Yeshua ou aqueles que esperam por um outro, a reconstrução do templo é desejada, pois ela levará a uma resposta definitiva de quem é o verdadeiro messias de Israel, se os que virá para os judeus que ainda esperam é o messias, então após 7 anos nada acontecerá e o milênio terá prosseguimento, mas se o Mashiach é Yeshua, após este período haverá a queda do reino do Falso Messias, o mesmo será aprisionado para sempre e então será estabelecido o Reino Milenar de Yeshua, portanto, convoco a todos a se juntar as orações de todos os judeus em todo Mundo, "que o Templo Seja Construído em Jerusalém o quanto antes, Amém".

Fonte: www.cafetorah.com

 

O Templo Vindouro

Filed Under (Terceiro Templo) by Geração Maranata on 02-08-2010

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por Jack Kelley

De acordo com as profecias de Daniel 9:27Mateus 24:152 Tessalonicenses 2:4, vai existir um Templo em Israel, no início da Grande Tribulação. Isto é confirmado por Apocalipse 11:1, que descreve João medindo um templo durante a Tribulação. Sua localização é a "Cidade Santa". O capítulo 11 introduz também as 2 testemunhas que pregam na "Grande Cidade" e são finalmente mortas lá, seus corpos largados na rua. A Grande Sidade é identificada como o lugar onde o Senhor foi crucificado: Jerusalém. Mas Jerusalém é também a Cidade Santa?

De acordo com Zacarias 14:6-9 no dia da volta do Senhor, um terremoto irá dividir o MT. das Oliveiras em dois ao longo de uma linha leste-oeste, criando um grande vale pelo centro de Jerusalém. Imediatamente um rio vai encher o vale criando um canal do Mediterrâneo ao Mar Morto. Se o Senhor voltar para a mesma área do MT. das Oliveiras de onde partiu, como sugerido por Atos 1:11, o terremoto de criará este vale Leste-Oeste irá destruir o atual Monte do Templo e tudo o que possa estar de pé sobre dele.

Ezequiel 47:1-12 descreve um grande rio que flui a partir do lado sul do Templo e depois para o leste para o Mar Morto durante um período de tempo que a maioria dos estudiosos acredita que ainda não ocorreu. Apocalipse 22:1-2 confirma isso. Se, como parece, Ezequiel, Zacarias e Apocalipse descrevem o mesmo rio, então um cenário interessante começa a emergir.

Este cenário requer que um Templo esteja presente no dia da volta do Senhor, mas já que o atual Monte do Templo terá sido destruído pelo terremoto mencionado acima, este Templo deve estar em outro lugar. Como o rio nasce sob o Templo e corre do seu lado sul antes de dirigir-se para o Oriente e para o Ocidente, o Templo deve estar ao norte do vale do rio recém-criado.

 

Onde Estão as 12 Tribos?
O desenho da concessão de terras dada às 12 tribos no capítulo 48 de Ezequiel em um mapa de Israel, coloca o recinto da Cidade Santa um pouco ao norte da atual cidade de Jerusalém. Este novo local é a antiga cidade de Siló, onde o Tabernáculo permaneceu por quase 400 anos depois que os israelitas conquistaram a Terra. Esta é a Cidade Santa e seu nome é Jeová Shammah de acordo com o último verso de Ezequiel. O Hebraico pode ser traduzido como "o Senhor está aqui".

Se estiver correto, este local cumpre todos os requisitos para o Templo mencionado nas referências acima. O atual Monte do Templo em Jerusalém não.

De acordo com Ezequiel 44:6-9, este Templo terá que ser contaminado de uma maneira nunca vista na história, portanto, em um tempo ainda futuro para nós. Um estrangeiro incircumsizo no coração (nem cristão) e na carne (nem judeu) terá sido encarregado do Santuário, enquanto oferece sacrifícios. Se entendermos a cronologia de Ezequiel, este evento terá lugar depois do reajuntamento de 1948 profetizado em 36-37 e dochamdo nacional de alerta profetizado em 38-39, mas antes do Reino Milenar começar. O úmico evento que nós conhecemos que se encaixa na cronologia é a Grande Tribulação. Isto é confirmado pela profecia de Paulo em 2 Tessalonicenses 2:4 onde o Anticristo se apresenta no Templo, proclamando-se Deus.

Aqui, então, é um esboço dos acontecimentos. Após o retorno de Israel a Deus, depois da batalha de Ezequiel 38-39, o povo Judeu vai restabelecer a sua aliança (a antiga não a nova) com Ele. Isso vai exigir um retorno às práticas Levíticas e assim um Templo será construído. Este é o Templo de que falam Daniel e Apocalipse. Seguindo as instruções dadas por Ezequiel e necessitando evitar os enormes problemas que um Templo em Jerusalém iria criar no mundo Muçulmano, este Templo estará localizado ao norte de Jerusalém, em Siló. Ele será contaminado no meio dos últimos 7 anos, conforme descrito em Daniel 9:24-27Ezequiel 44:6-9Mateus 24:152 Tessalonicenses 2:4 dando início a Grande Tribulação, mas será purificado por água viva que começa a fluir no dia da volta do Senhor (Zc 14:8). Este templo será utilizado durante o Milênio para lembrar a obra do Senhor na cruz e oferecer a perspectiva para as crianças nascidas durante a Era do Reino de escolher a salvação assim como você e eu tivemos a perspectiva da Ceia do Senhor ao fazer a nossa escolha. Lembre-se, Ele disse: "Fazei isto em memória de mim até eu chegar." Atos 15:14-16 confirma que, após o Senhor escolher um povo dentre os gentios, para si mesmo (a igreja) Ele vai voltar e reconstruir o Tabernáculo caído de Davi (o Templo). Este é o Templo Milenar tão vividamente descrito em Ezequiel 40-48.

 

A Nova Jerusalém
A passagem de Ezequiel também resolve a questão Jerusalém / Nova Jerusalém. Desde que comecei a estudar estas coisas, existe debate sobre a questão da Nova Jerusalém. Alguns se perguntam como o Senhor pode permitir que crentes redimidos e seres humanos naturais não crentes co-existam no Milênio (A teoria da maçã podre estragar todo o barril). Outros perguntam como uma cidade com uma uma 2250 Km de lado e de altura pode se localizar em Israel, quando todo o país não é tão grande.

Examinando cuidadosamente Apo 21 e 22, percebemos que na verdade João nunca disse que a cidade chega à Terra. Só nos é dito que ele a vê descer do céu, preparada como uma noiva. (Não que a cidade seja a noiva, mas que, como uma noiva no dia do casamento, nenhum esforço foi poupado para lhe dar melhor aparência possível.)

Eu não acredito que a cidade jamais repouse sobre a superfície da Terra, mas que orbite, na proximidade da Terra, como um satélite, ou talvez uma outra lua.

Também comparando as descrições da Nova Jerusalém com Jeová Shammah vemos algumas semelhanças, mas diferenças suficientes para refutar a idéia de que João e Ezequiel descreveram o mesmo lugar. Compare o seguinte:

Nova Jerusalém Jeová Shammah
(Todos os versos de Apo.) (Todos os versos de Ezequiel)
12 portões com os nomes de Israel (21:12) 12 portões com os nomes de Israel (48:30)
12 fundações com os nomes do Apóstolos (21:14) Fundação não descritos
2250 Km de lado e altura (21:16) 1600 m de lado (48:30)
Desce do céu (21:2) Localizada em Israel sobre a Terra (40:2)
Nenhum Templo … Deus e do Cordeiro são o seu Templo (21:22) Templo ao norte da cidade (40:2)
Sem pecado, nenhum impuro vai entrar (21:27) Sacrifícios diários pelo pecado no Templo (45:13-15,17)
Não há mais morte (21:4) Ainda há morte (44:25 também Isaías 65:20)
Nenhum ser natural … apenas os aperfeiçoados (21:27) Seres Naturais (46:16)

Com a diferenciação dessas duas Cidades Santas, o conflito aparente entre a escatologia judaica e cristã está resolvido. A Israel foi prometido que um dia Deus viria à Terra para habitar no meio deles para sempre, enquanto à Igreja Jesus prometeu que virá para nos levar ao céu para viver com ele lá. Ambas as promessas se realizam.

Como Ezequiel especificamente citou a promessa do Senhor de habitar entre os filhos de Israel para sempre (43:7) e, em seguida, descreveu a nova Cidade Santa, enquanto Jesus prometeu voltar para a Igreja para nos levar para estar com Ele (João 14:1-3), eles deviam estar falando sobre dois destinos diferentes. E estavam. O Céu é a Nova Jerusalém, onde vamos morar com o Senhor para sempre, enquanto a Cidade Santa na Terra é Jeová Shammah onde Deus habitará no meio do Seu povo Israel para sempre.

http://olharprofetico.com.br

 

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